Operação Amazônia

A Marinha, o Exército e a Força Aérea Brasileira realizarão, no período de 13 a 24 de setembro, a Operação Amazônia. Será uma operação de adestramento conjunto que se desenvolverá ao norte das calhas dos rios Amazonas e Solimoes, em áreas dos Estados do Amapá, Pará, Amazonas e Roraima.

A coordenação da operação será conduzida pelo Ministério da Defesa e o comando será exercido pelo Comandante Militar da Amazônia. O objetivo é o treinamento das Forças Armadas para a defesa da Pátria em uma área prioritária do território brasileiro.

Uma operação conjunta vem a ser um moderno conceito de aplicação coordenada de forças militares para atingir um objetivo definido de interesse para o país. Assim, a Operação Amazônia decorre de um complexo planejamento realizado por um Estado-Maior Conjunto, sendo executada no terreno por material e pessoal das três Forças Armadas.

Estarão envolvidos cerca de 5000 militares, que executarão  ações operacionais e de apoio a população. A região selecionada para a realização dessas atividades abrange uma extensa faixa litorânea e um terreno geograficamente diversificado, que abrange áreas urbanas e de selva, dentre outras.

Nessa área operacional, serão realizadas, dentre outras, as seguintes ações:

-  Marinha: controle de tráfego fluvial, proteção de infraestruturas Críticas.

- Exército: operações ofensivas e defensivas, lançamento de paraquedistas, defesa antiaérea e defesa de infraestruturas de valor econômico.

- Força Aérea: coordenação do espaço aéreo, tarefas de interdição e de sustentação do combate.

Além das atividades essencialmente militares, serão realizadas ações de apoio a população residente na região onde a operação é desenvolvida. Nessas ações serão efetuados atendimentos médicos e odontológicos às comunidades, empregando também navios de assistência hospitalar.

Com essa operação, as Forças Armadas fortalecem   suas capacidades para a defesa dos interesses nacionais relativos a Amazônia brasileira e seus vínculos com a sociedade.

PARA SABER MAIS

Site da Operação Amazônia

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A Marinha do Brasil avaliou o obuseiro leve rebocado M777 (LV155) de 155 milímetros, da BAE Systems, como um candidato para substituir os antigos M114A1 do mesmo calibre em serviço no Corpo de Fuzileiros Navais – CFN.

Fontes da empresa britânica confirmaram à Infodefensa.com que arma já tinha sido apresentada aos técnicos dos Fuzileiros Navais. Aparentemente, poderiam ser adquiridas pelo menos seis unidades de M777.

As novas peças irão se juntar aos 18 obuses rebocados de 105 milímetros L118 Light Gun da Combat Systems Global da BAE Systems, seis M101A1 105 mm e seis morteiros K6A3 de 120 milímetros, do Batalhão de Artilharia do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil .

Além do Brasil, a BAE Systems acredita que tem oportunidade substancial para vender este sistema de armas a países como Chile, Portugal, Dinamarca, Índia e Itália. Preedy Robert, chefe de sistemas de artilharia da empresa britânica, disse em junho à Infodefensa.com que a arma já foi apresentada a cerca de 35 nações.

O M777 tem um peso inferior a 4.218 quilos e está em serviço no Exército e no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. O Exército Canadense comprou 37 unidades que estão em processo de entrega e a Austrália confirmou recentemente a compra de 35 da versão M777A2.

O sistema é aerotransportável por aviões (C-130 Hercules, C-5 Galaxy e C-17 Globemaster III), helicópteros (CH-53E Super Stallion, CH-47D Chinook e MV-22 Osprey) e transportável por veículos MTVR, FMTV, M800, M900 e HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle).

A versão M777A2, uma peça de calibre 39, pode usar munições guiadas de precisão de longo alcance M982 Excalibur, da General Dynamics OTS / BAE Systems Bofors AB / Raytheon Missile Systems. Estas munições, existentes em diferentes configurações, podem ser equipadas com cargas MACS (Modular Artillery Change System).

A peça será qualificada para utilizar a munição de longo alcance sul-africana da empresa Rheinmetall Munition Denel (Pty), segundo informação da BAE Systems  à Infodefensa.com  durante apresentação de sistemas de artilharia.

FONTE: Infodefensa.com

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