Página 20 de 36« Primeira...10...1819202122...30...Última »

Embarque do Lynx Mk9A no C 17 na RAF Brize Norton

O Lynx Mk9A, com seu poder de fogo superior e motores mais potentes, terão capacidade para operar o ano todo no montanhoso, quente e poeirento ambiente afegão, aumentado o número total de horas de voo disponíveis.

Os helicópteros foram transportados por aeronaves C-17 Globemaster da base da RAF em Brize Norton até Camp Bastion, no Afeganistão, onde as pás do rotor foram novamente montadas e as aeronaves preparadas para os voos de familiarização, para que já pudessem entrar em ação nas missões operacionais, que começaram para valer no início deste mês.

O Lynx Mk9A é equipado com um sistema de comunicação mais avançado, equipamentos de vigilância e recebeu a metralhadora M3M, uma arma de calibre 0,50 e capaz de disparar mais de 850 tiros por minuto.

Os novos helicópteros já estão realizando uma ampla gama de tarefas na linha de frente, incluindo acompanhamento de comboio, escolta de helicópteros de apoio, reconhecimento e vigilância e no transporte da força.

Lynx Mk9A voando em Camp Bastion - Afeganistão

FONTE e FOTOS: MoD UK

Tagged with:
 

Desafio ‘Blindados na Suécia’

O editor Alexandre Galante fotografou esses blindados hoje na Suécia. Tente identificá-los.

Suecia 1

Suecia 2

Suecia 3

Tagged with:
 

Joint Light Tactical Vehicle - foto US Army

O Exército dos EUA (U.S. Army) informou, em 4 de junho, que está testando um novo veículo que poderá eventualmente substituir o ícone Humvee. O JLTV (Joint Light Tactical Vehicle – veículo tático leve conjunto) deverá oferecer proteção e desempenho aprimorados.

Segundo o informe do U.S. Army, no dia 3 de junho (data divulgada para a foto acima), a força levou um grupo de repórteres a uma pista de teste a 30 minutos do campo de provas de Aberdeen (em Maryland, EUA). A primeira impressão que o JLTV passou foi de ser mais pesado e seguro que os atuais veículos táticos leves. Sobre isso, o Exército afirmou que as placas de blindagem e o vidro à prova de balas oferecem melhor proteção para os soldados.

O projeto do JLTV é tanto conjunto quanto internacional, numa colaboração entre o U.S. Army, o USMC (Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA), o governo australiano e três times industriais (BAE Systems, General Tactical Vehicles e Lockheed Martin). Assim,o veículo traz diferentes soluções de design e diferentes configurações, para quatro a seis pessoas.

Segundo o diretor do projeto, Tenente Coronel Wolfgang Petermann do Exército dos EUA, trata-se de uma solução balanceada, para reduzir os custos ao longo do ciclo de vida para os operadores, aprimorando a confiabilidade e a facilidade de manutenção. Ainda segundo Petermann, os contratados entregaram os veículos no prazo (em 3 de maio, após 15 meses entre projeto e fabricação dos protótipos) e de acordo com os requerimentos do contrato.

Um desses requerimentos é a transportabilidade, para permitir que fosse transportado por aeronaves C-130 ou helicópteros CH-47 ou CH-53, assim como em diferentes conveses de navios, para garantir uma capacidade expedicionária. O JLTV entra agora na fase de desenvolvimento de tecnologia, para demonstrar sua integração como um sistema completo, com testes tanto no campo de provas de Aberdeen quanto no de Yuma (no Arizona) para atestar sua confiabilidade.

FONTE / FOTO: U.S. Army (Exército dos EUA)

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Funcionários do governo desmentem notícia de agência que previa congelamento de acordo

vinheta-clipping-forteMOSCOU – A Rússia disse nesta quinta-feira, 10, que as sanções aplicadas pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ao Irã não interferem no acordo que prevê o envio de mísseis terra-ar S-300 à República Islâmica, desmentindo declarações de uma fonte não identificada na indústria armamentista russa citada pela agência Interfax.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Andrei Nesterenko, disse que as sanções, que colocam embargos sobre o comércio de armas com o Irã, não se aplicam a sistemas de defesa aérea, como é o caso dos S-300.

Mikhail Dmitriyev, chefe do Serviço Federal de Cooperação Técnico-Militar, que supervisiona o acordo, também disse que a nova resolução passada no Conselho de Segurança na quarta não têm efeito sobre os mísseis. “A Rússia de nenhuma forma está proibida de fornecer o sistema de defesa dos mísseis S-300 ao Irã, e o contrato seguirá valendo”, disse Dmitriyev à agência Itar-Tass.

Segundo ele, as sanções “deixaram um grande espaço” para outras cooperações militares entre russos e iranianos. “As restrições dizem respeito somente a dispositivos ofensivos. Também há outros assuntos nos quais continuaremos cooperando com o Irã”, completou, sem dar detalhes.

As declarações de Dmitriyev e Nesterenko ocorreram depois que a agência de notícias Interfax anunciou que a Rússia congelaria o contrato de envio de mísseis S-300 ao Irã. “A decisão do Conselho de Segurança da ONU deve ser aplicada por todos os países e a Rússia não será uma exceção. É por isso que o contrato de entrega de mísseis terra-ar S-300 ao Irã será congelado”, indicou a fonte.

Moscou e Teerã se colocaram de acordo para a entrega dos mísseis, o que fez com que os russos fossem duramente criticados por outras potências mundiais. O envio já deveria ter sido feito, mas problemas técnicos impediram a entrega e as armas nunca chegaram ao território iraniano.

Israel, os EUA e a Europa denunciaram o contrato, já que o sofisticado sistema de mísseis permitiria a Teerã defender-se de quaisquer ataques que ameaçassem suas instalações nucleares.

FONTE: Agência Estado e Reuters, via Estadão

NOTA DO BLOG: acompanhe as idas e vindas desse assunto nos links abaixo:

Tagged with:
 

SA-10 S-300

Medida é tomada um dia após serem aprovadas novas sanções da ONU contra a República Islâmica

vinheta-clipping-forteMOSCOU – A Rússia congelará seu contrato de envio de mísseis S-300 ao Irã, anunciou nesta quinta-feira, 10, uma fonte do serviço federal de cooperação militar à agência de notícias Interfax, segundo a AFP. O anúncio ocorre apenas um dia depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovar uma nova rodada de sanções contra a República Islâmica por conta de seu controvertido programa nuclear.

A notícia, que cita uma fonte não identificada na indústria armamentista russa, contradiz autoridades russas que afirmaram que as sanções aprovadas na quarta-feira com o apoio de Moscou não afetará o acordo de mísseis de defesa aérea.

“A decisão do Conselho de Segurança da ONU deve ser aplicada por todos os países e a Rússia não será uma exceção. É por isso que o contrato de entrega de mísseis terra-ar S-300 ao Irã será congelado”, indicou a fonte.

Moscou e Teerã se colocaram de acordo para a entrega dos mísseis, o que fez com que os russos fossem duramente criticados por outras potências mundiais. O envio já deveria ter sido feito, mas problemas técnicos impediram a entrega e as armas nunca chegaram ao território iraniano.

Israel, os EUA e a Europa denunciaram o contrato, já que o sofisticado sistema de mísseis permitiria a Teerã defender-se de quaisquer ataques que ameaçassem suas instalações nucleares.

Diplomatas ocidentais acreditam que Moscou use o contrato como moeda de troca com os iranianos. Estes, por sua vez, mostraram-se decepcionados com a quebra de contrato, já que a Rússia afirmou diversas vezes que as sanções não implicariam no assunto dos mísseis.

A última dessas afirmações ocorreu na quinta-feira passada, quando Konstantin Kosachyov, um parlamentar russo do Comitê de Assuntos Internos da Câmara Baixa, havia disse que o sistema de mísseis S-300 é defensivo e por isso não é afetado pelas sanções.

S300PM_FIRE01

FONTE: Estadão, com informações da agência Reuters

VEJA TAMBÉM:

Quatro soldados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) morreram nesta quarta-feira, quando o helicóptero em que viajavam foi derrubado pelos talibãs no sul do Afeganistão. A informação foi passada por um porta-voz do comando das forças internacionais à agência de notícias AFP.

“Quatro soldados da Otan morreram depois que seu helicóptero foi alvo de tiros hostis na província de Helmand” – um reduto dos islamitas, declarou um porta-voz da Otan, sem dar mais detalhes ou precisar a nacionalidade dos soldados. O porta-voz do governo da província de Helmand, Daoud Ahmadi, disse que o ataque ocorreu por volta do meio-dia do horário local.

O porta-voz do talibã Qari Yousef Ahmadi reivindicou a responsabilidade pelo ataque, dizendo que militantes derrubaram o helicóptero com dois foguetes. Os insurgentes também anunciaram ataques frente à operação em Kandahar planejada pelos comandantes americanos.

Violência – A última segunda-feira foi um dos dias mais difíceis para os militares estrangeiros em dois anos. Sete americanos, dois australianos e um francês morreram em combates e na explosão de bombas artesanais no sul e no leste Afeganistão.

Nos últimos meses, a média diária de mortes no país foi de um a dois soldados das forças internacionais. A violência já matou 28 soldados da Otan somente neste mês, incluindo as casualidades desta quarta-feira.

Os números mostram o desafio enfrentado pela Otan, que sofre para combater os talibãs em um momento em que eles parecem estar em posição de força. Porém, o secretário de Defesa americano, Robert Gates, disse que os Estados Unidos pretendem seguir com a operação e esperam sinais de progressos até o final do ano, apesar do crescente número de vítimas.

Operação – Tropas americanas e britânicas estão operando em Helmand, parte de um grupo de províncias pelo sul afegão, onde se concentra o talibã. Em dezembro passado, Obama ordenou o envio cerca de 30.000 soldados americanos para o país, como parte de uma estratégia que busca trazer um fim à insurgência que já dura nove anos.

Os comandantes americanos ainda planejam uma grande operação em Kandahar, que eles esperam mudar o curso da guerra e possibilitar o começo das retiradas das tropas para julho de 2011.

FONTE/FOTO: Veja, com agência France-Presse/AFP

Tagged with:
 

esquadrao classe A

“Há dez anos uma unidade especial das forças armadas foi condenada no tribunal militar por um crime que não cometeram. Esses soldados logo conseguiram escapar da prisão de segurança máxima, estabelecendo-se clandestinamente em Los angeles. Hoje, procurados pelo governo, eles sobrevivem como aventureiros, soldados da fortuna. Se você tem um problema, se ninguém pode ajudá-lo e se você puder achá-los, talvez você possa contratar o ESQUADRÃO CLASSE A.”

vinheta-clipping-forteNuma época em que refilmagens de antigos sucessos do cinema e da TV são uma febre entre executivos de Hollywood, ao menos um diretor se recusa a seguir essa lógica: Joe Carnahan, de “Esquadrão Classe A”.

Embora o filme se baseie numa homônima série de TV — “The A-Team”, no original — da década de 1980, sobre um grupo de veteranos do Vietnã que viram mercenários, Carnahan insiste que sua obra é uma história completamente nova, feita para plateias atuais, interessadas em superproduções de ação.

“Leio que estamos refilmando ‘The A-Team’, mas como refazer uma série de TV que durou quatro anos?”, disse o diretor recentemente a jornalistas. “Isso é uma idiotice! Dá para reformular e reimaginar a coisa, mas definitivamente não é uma refilmagem.”

Embora na TV (1983-87) o quarteto explodisse um monte de coisas e apanhasse muitos vilões, a série era mais lembrada por seus enredos exagerados e pelo desbocado B.A. Baracus, vivido por Mr. T.

O filme tem mais ação e violência, como era de se esperar de Carnahan. Mas a premissa é relativamente a mesma: quatro ex-soldados das Forças Especiais dos EUA, injustamente acusados de um crime. Mas desta vez eles são soldados no Iraque e irão atrás dos verdadeiros culpados – Carnahan, corroteirista do filme, diz que se inspirou nas histórias de Saddam Hussein saqueando bancos antes do começo da guerra, em 2003.

Ele disse que não se interessou em simplesmente transplantar a série para a tela grande. “Achei que seria um desastre porque, embora todo mundo se lembre de ‘The A-Team’, os tempos mudaram. O que funcionou há 25 anos não vai funcionar hoje.”

Em comum com a série, o filme tem o espírito de camaradagem entre os quatro soldados, e o humor. “É disso que mais me lembro no programa”, disse o diretor. “Eu queria manter o humor no máximo, e torná-lo muito orgânico, não um artifício de uma frase. Eu queria que você sentisse que esses caras realmente se divertem muito entre si.”

FONTE: UOL

Tagged with:
 

Reunião do Conselho de Segurança da ONU - 9 de junho de 2010 - foto Reuters

Sanções são limitadas, diz analista que atuou no Conselho de Segurança. Para Heni Ozi Cukier, voto contrário do Brasil demonstra ‘viés ideológico’.

vinheta-clipping-forteA aprovação de uma nova rodada de sanções – a quarta – contra o programa nuclear iraniano pelos países que compõem o Conselho de Segurança da ONU é menos uma solução para o problema e mais a construção de um consenso para o próximo passo, que pode ser o uso de força militar, afirma o professor de relações internacionais Heni Ozi Cukier.

“O que pode acontecer agora, no máximo, é eles [iranianos] acelerarem o programa nuclear por sentir que o cerco está se fechando. O intuito é ganhar tempo, e é o que estão fazendo há dez anos e vão continuar até terem a bomba atômica. O que o mundo tem que decidir agora é: ‘Vamos aceitar o Irã com bomba atômica ou impedir isso usando a força?’”, disse por o professor, que é mestre Resolução de Conflitos Internacionais pela American University, de Washington.

Na opinião de Cukier, que já atuou no Conselho de Segurança da ONU, a aprovação de resoluções com novas sanções têm um efeito limitado, difíceis de aplicar na prática, e um significado simbólico de pressão política e construção de consenso.

Ele destaca, no entanto, com um dos pontos importantes da resolução aprovada nesta quarta pelo conselho a proibição da venda de armas como uma das medidas de maior impacto até aqui. “É uma sanção mais difícil de burlar, que implica na venda dos mísseis que o Irã comprou da Rússia, os S-300”, diz.

Brasil

No que diz respeito ao voto contrário do Brasil, o professor de relações internacionais da ESPM afirma que o país demonstrou “imaturidade” ao lidar com o assunto.

“Se até os aliados iranianos como China e Rússia votaram a favor, o Brasil votar contra não tem sentido. O Irã está descumprindo normas internacionais, e não são os EUA que dizem isso. Se o Brasil votasse a favor não estava indo em direção ao que os EUA querem, mas andando junto com a comunidade internacional, com a ONU e com a AIEA [Agência Internacional de Energia Atômica], que dizem que o Irã viola suas obrigações.”

Na opinião de Curkis, a política externa brasileira tem revelado um “viés ideológico” e “quase que uma obsessão” em tentar mostrar posições autônomas. O analista vê ainda na posição brasileira marcas de “ambições pessoais do presidente Lula de se mostrar com interlocutor mundial e outro status que ainda não detém, relacionado aos conflitos internacionais.”

FONTE: G1 FOTO: Reuters, via G1

VEJA TAMBÉM:

Celso Amorim em Audiência na Câmara - 9 de junho 2010 - foto Agência Brasil

vinheta-clipping-forte

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou hoje (9) que o Brasil votou contra as sanções ao Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) porque não deve ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e pode seguir suas convicções. O chanceler negou que a posição brasileira, acompanhada pelos turcos, seja de isolamento. Mais uma vez, o diplomata reiterou o direito de os iranianos desenvolverem seu programa nuclear.

“O Brasil não está defendendo o Irã, mas defendendo a paz, concebida pelos Estados Unidos e a Agência Internacional de Energia Atômica [Aiea]”, disse o chanceler, em audiência pública na Câmara dos Deputados.

Em seguida, Amorim ratificou a defesa do voto brasileiro contrário às sanções. “Felizmente o Brasil não deve ao FMI e votou de acordo com suas convicções. Não me sinto isolado, eu me sinto em boa companhia. Não vejo esse desgaste e não percebo isso. Eu ando sem segurança e converso com as pessoas nas ruas”, disse ele.

Brasil e Turquia podem deixar de intermediar negociações com Irã em acordo sobre urânio

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reconheceu hoje (9) que o Brasil e a Turquia podem não dar continuidade às tentativas de negociações em busca de um acordo para o fim do impasse envolvendo o Irã e a comunidade internacional. O chanceler disse que a indefinição se deve à dependência das reações do governo do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) aplicou sanções contra seu país. Segundo Amorim, sob sanções, a possibilidade de o Irã negociar se tornam mais difíceis.

“Não sei se o Brasil e a Turquia vão continuar a trabalhar para buscar um acordo”, disse Amorim, em entrevista coletiva concedida no Palácio Itamaraty. “Sob sanções, a possibilidade de o Irã vir a negociar é muito menor. É o fim de uma etapa, de um processo”, concluiu. “Foi uma decisão irrazoável [a definição pelas sanções ao Irã por parte do Conselho de Segurança].”

Celso Amorim em entrevista no Itamaraty - 9 de junho 2010 - foto Agência Brasil

Para o chanceler, as relações entre o Brasil e os Estados Unidos não serão prejudicadas pelas divergências no Conselho de Segurança da ONU. “Espero que a nossa relação continue se aprofundando, como já houve tantas outras discordâncias”, afirmou Amorim, sem demonstrar preocupação com o acirramento das tensões.

Segundo o ministro, as divergências são naturais entre os grandes países. “Não conheço um país grande que não tenha tido discordâncias em relação aos Estados Unidos. Por exemplo: França e Rússia tiveram [divergências]. Temos de nos acostumar que somos um país grande.”

Amorim afirmou que, para se firmar uma parceria estratégica, é necessário que todos estejam em um mesmo nível e não em posições de comando e obediência. “Eu quero uma parceria estratégica com os Estados Unidos. Se houver uma posição de subserviência, não será uma parceria estratégica, mas o alinhamento automático”, declarou.

Dos 15 países que integram o Conselho de Segurança da ONU, 12 votaram hoje a favor das sanções. Somente o Brasil e a Turquia foram contra, enquanto o Líbano se absteve. Em maio, os dois países contrários à decisão intermediaram acordo para que o Irã enviasse urânio leventemente enriquecido a 3,5% para a Turquia, recebendo de volta o produto enriquecido a 20%. Para grande parte da comunidade internacional, o programa nuclear iraniano é uma ameaça pois esconderia a produção de armas atômicas.

As resoluções aprovadas hoje definem várias limitações para o Irã que afetarão os setores do comércio, militar, de empresas marítimas e de operações bancárias. Entre as medidas, haverá uma fiscalização mais intensa aos carregamentos de exportação destinados ao Irã, a suspensão da venda de armas pesadas para o país e uma rigorosa inspeção nos navios de origem iraniana.

Decisão do Conselho de Segurança da ONU sobre o Irã foi um “equívoco”, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como um “equívoco” a decisão” tomada hoje (9) pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) de impor sanções ao Irã. Para Lula, a decisão foi tomada por “birra” e joga fora a oportunidade de negociação com o Irã aberta por Brasil e Turquia.

“Em vez chamarem o Irã para a mesa [de negociação], eles resolveram, na minha opinião pessoal, apenas por birra, manter a sanção. Acho que foi um equívoco a tomada de decisão. Às vezes, me dá a impressão daquele pai duro que é obrigado a dar umas palmadas no filho, mesmo que ele não mereça. Acho que o Conselho de Segurança jogou fora uma oportunidade histórica de negociar tranquilamente o programa nuclear iraniano”, disse, depois de participar de evento em Natal (RN).

Segundo Lula, o Brasil e a Turquia, ao assinarem um acordo com o Irã sobre o enriquecimento de urânio, deram aos outros países a oportunidade de negociar e eles provaram que não queriam negociar. Mais uma vez, o presidente defendeu a reforma do Conselho de Segurança da ONU, afirmando que a instância não representa mais a realidade política do mundo. Segundo ele, a decisão tomada hoje de impor sanções ao Irã enfraquece o conselho.

O presidente afirmou ter conversado por telefone, pela manhã, com o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. Ambos fecharam a posição de votar contra as sanções na reunião do conselho. “Espero que o companheiro Ahmadinejad [Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã] continue tranquilo”, completou Lula.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou no final da manhã de hoje um novo pacote de sanções contra o Irã. Dos 15 países que compõem o órgão, 12 votaram favoravelmente. Apenas o Brasil e a Turquia foram contrários e o Líbano se absteve.

Para a maioria dos integrantes do conselho, o programa nuclear iraniano é uma ameaça por esconder a produção de armas atômicas e não seguir as orientações da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea).

FONTE / FOTOS: Agência Brasil

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Medidas receberam 12 votos a favor e apenas três contra

vinheta-clipping-forteNOVA YORK – O Conselho de Segurança da Organização das das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta quarta-feira, 9, uma nova resolução que impõe sanções ao Irã por conta do controvertido programa nuclear deste país.

“O Conselho assumiu suas responsabilidades. Agora o Irã deve escolher um caminho mais sábio”, disse a representante americana no Conselho, Susan Rice. Os EUA foram o país que mais pressionou pela aplicação da resolução no Conselho.

O pacote de sanções aprovado pelo Conselho é o quarto aplicado contra o Irã. As medidas são uma resposta do órgão à resistência da República Islâmica em paralisar seu programa nuclear e à falta de cooperação do país com as investigações da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

A nova resolução prevê restrições contra a Guarda Revolucionária do Irã, o sistema de mísseis do país e o congelamento de investimentos ligados ao enriquecimento de urânio. Todos os carregamentos de exportação com o Irã como destino também serão submetidos a uma fiscalização mais rigorosa.

Votos

Dos 15 membros do órgão, 12 votaram a favor das medidas. Apenas Brasil, Turquia e Líbano deram pareceres contra a resolução. Nenhum dos membros permanentes do Conselho – Rússia, China, EUA, França e Reino Unido – votou contra.

Os embaixadores do Brasil e da Turquia no Conselho de Segurança pediram que o órgão votasse contra as sanções ao Irã, mas os esforços foram em vão. A embaixadora brasileira, Maria Luiza Ribeiro Viotti, disse aos outros membros que o Brasil “não vê as sanções como uma meio efetivo” no caso do Irã.

A votação estava marcada para às 11 horas, mas foi atrasada porque Brasil e Turquia procuram saber de instruções de suas capitais sobre seus votos. Os dois países, junto do Líbano, deixaram claro que dificilmente apoiariam a rodada de sanções contra Teerã.

O Líbano indicou aos seus companheiro de conselho que iria provavelmente se abster pelo fato de que o grupo militante libanês apoiado pelo Irã, Hezbollah, está em seu governo, disseram diplomatas. Brasil e Turquia, entretanto, podem se abster ou votar contra a resolução, eles acrescentaram.

Ancara e Brasília disseram que um acordo de troca nuclear que eles obtiveram no Irã no mês passado fez com quem futuras sanções contra a República Islâmica do Irã fossem desnecessárias. As sanções eram pretendidas pelas potências nucleares pelos temores de que o Irã enriqueça urânio para produzir armas atômicas. Teerã, porém, nega tais alegações e afirma que mantém o programa nuclear apenas para fins civis.

Potências dizem que sanções da ONU contra o Irã foram ‘necessárias’, mas afirmam que estão abertos ao diálogo com a República Islâmica

Os países que negociaram as sanções aprovadas nesta quarta-feira, 9, pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram que as medidas foram necessárias para responder à relutância do Irã em abandonar seu controvertido programa nuclear.

O governo dos EUA, o principal agente por trás da aprovação das sanções, anunciou que ainda está aberto ao diálogo com o Irã. “Os EUA permanecem abertos para negociar, mas o Irã deve assumir suas obrigações e demonstrar claramente à comunidade internacional a natureza de seu programa nuclear”, informa um comunicado da Casa Branca.

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que as sanções enviam uma “mensagem inequívoca” ao Irã. “Reconhecemos os direitos do Irã, mas esses direitos requerem responsabilidades”, disse o presidente americano.

Rússia

O embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, afirmou que as sanções foram uma “medida forçada, cuja implementação envolveu uma cuidadosa e proporcional aproximação”. A Rússia, que por muito tempo se opôs à aplicação da resolução, considerou que ela foi “necessária” para garantir a estabilidade da ordem mundial.

Churkin ainda citou a futura usina nuclear russa em Bushehr, no Irã, como uma prova de que Moscou apoia o direito de a República Islâmica ter acesso á energia nuclear para fins pacíficos.

França

A França, que junto dos EUA e do Reino Unido lutou para que as sanções fossem aprovadas o quanto antes, afirmou que “as portas para diálogo com o Irã continuam abertas”. “Esperamos que o Irã finalmente escolha a cooperação”, diz um comunicado divulgado pela chancelaria de Paris momentos depois da votação no Conselho de Segurança.

Reino Unido

O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, considerou as sanções como “um passo muito significativo”. “A decisão mostra a determinação da comunidade internacional sobre a questão. Mostra também que a tática iraniana de não querer negociar sobre a totalidade de seu programa nuclear não vai funcionar”, disse o chanceler.

China

A China, outro país que se manteve contrário à resolução por muito tempo devido à proximidade e boas relações que mantêm com o Irã, pediu que todos os países sejam condizentes com as medidas. “A China pede que todos os membros da comunidade internacional que implementem a resolução compreensivelmente e de boa fé”, disse Li Baodong, embaixador chinês no Conselho.

Li, porém, disse que as sanções não impedem o diálogo do Irã com o mundo continuar. “É imperativo retornarmos ao caminho do diálogo e das negociações”, disse o chinês, acrescentando que o objetivo da resolução é justamente “trazer a República Islâmica de volta às conversas”.

Alemanha

A Alemanha, que se uniu aos membros permanentes do Conselho de Segurança para negociar as sanções, disse que as medidas são uma “clara e equilibrada resposta à persistência negativa” do Irã em esclarecer as dúvidas de seu programa nuclear para a comunidade internacional.

“O Irã desobedece há dois anos as demandas do Conselho de Segurança e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). A resolução deixa claro às autoridades iranianas que esta atitude contra o direito internacional tem seu preço”, afirmou o ministro de Exteriores alemão, Guido Westerwelle.

União Europeia

A chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, afirmou que o órgão também está aberto para dialogar com o Irã a respeito do seu programa de enriquecimento de urânio. “O objetivo de nossos esforços é chegar a um estabelecimento compreensivo de longo prazo que restaure a confiança da comunidade internacional sobre a natureza pacífica do programa nuclear iraniano”, disse.

As sanções eram pretendidas pelas potências nucleares pelos temores de que o Irã enriqueça urânio para produzir armas atômicas. Teerã, porém, nega tais alegações e afirma que mantém o programa nuclear apenas para fins civis.

FONTE: Estadão (com informações das agências Efe, AP e Reuters)

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Em 7 de junho, a FORSUL do 7° Regimento de Cavalaria Mecanizado (7º RC Mec) realizou patrulha na Região de Marco do Itaquatiá – Três Vendas e ocupou um Posto de Bloqueio e Controle de Estrada (PBCE) na Região Aduaneira do Porto Seco. Na oportunidade, o Comandante do 7º RC Mec concedeu entrevista sobre a atuação do Regimento durante a Operação Fronteira Sul I/2010, ao jornalista uruguaio Fredi Fernandez, repórter da Rádio Rivera e do Jornal El País (Montevideo).

FONTE/FOTO: EB

Tagged with:
 

Começa a Operação Fronteira Sul

operacao fronteira sul 2010

A Operação Fronteira Sul I, realizada a partir de 07 de junho de 2010, é um grande exercício do Comando Militar do Sul (CMS) destinado ao adestramento das tropas no combate aos delitos transfronteiriços e ambientais.

Amparada nas Leis Complementares Nr 097, de 09 de junho de 1999 e Nr 117, de 02 de setembro de 2004, visa ao adestramento militar por meio de atividades permanentes de planejamento e execução relacionadas com atividades operacionais, logísticas, de inteligência, de comunicação social, de assuntos civis e gerenciamento de pessoal.

Também é objetivo da operação o desenvolvimento dos níveis de relacionamento da Marinha do Brasil (MB), do Exército Brasileiro (EB), da Força Aérea Brasileira (FAB) e dos órgãos de segurança pública e de fiscalização estaduais e federais, sendo desenvolvida, simultaneamente, nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, na faixa de fronteira terrestre compreendida entre os municípios de Chuí – RS e Guaíra – PR.

Participantes da Operação Fronteira Sul I:

  • Marinha do Brasil – 5º Distrito Naval (5º DN);
  • Força Aérea Brasileira – V Comando Aéreo Regional (V COMAR);
  • Tropas do CMS;
  • Órgãos de Segurança Pública dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; e
  • Órgãos Segurança Pública e de Fiscalização Federal (IBAMA, Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, ABIN e IGP).

FONTE: EB

LEIA TAMBÉM:

Site da Operação Fronteira Sul

Tagged with:
 

Imagens capturadas com o auxílio de OVN, mostram soldados da Household Cavalry Regiment Battle Group, recebendo suprimentos lançados por um C-130 Hércules, nos arredores de Musa Qal’eh, no Afeganistão.

Parachuted crates of supplies and rations

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group retrieve ration supplies

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group

Tagged with:
 

Evandro Éboli

vinheta-clipping-forteParecer da consultoria técnica do Senado faz uma série de restrições ao projeto do governo que reestrutura o Ministério da Defesa e conclui que a proposta dá poderes em excesso para Nelson Jobim (Defesa) ao dar autonomia ao ministro nas escolhas dos três comandantes das Forças – Marinha, Exército e Aeronáutica – e dos oficiais a serem promovidos generais. Para os consultores, a proposta
gera a “hipertrofia das atribuições e competências do ministro da Defesa e a politização na escolha os oficiais generais”

Esse relatório, chamado de “solicitação de trabalho à consultoria legislativa”, foi pedido pelo senador Heráclito Fortes (DEM-PI), relator da matéria na Comissão de Relações Exteriores. Numa reunião tensa, há duas semanas, no gabinete do ministro, Jobim queixou-se a Heráclito e aos consultores da demora da tramitação. O projeto pode ser votado esta semana, mais de um mês após ser votado na Câmara.

Pela proposta do governo, Jobim, e os ministros que o sucederem, terão poderes de praticamente nomear os três comandantes. Hoje, eles são “nomeados” pelo presidente, “ouvido” o ministro. Pelo texto, os comandantes passam a ser “indicados” pelo ministro e nomeados pelo presidente. A análise dos consultores critica a concessão dessa prerrogativa ao ministro.

“Isso não só dá significativo poder ao ministro, como também acaba por transferir, de fato, o comando das forças àquele, em detrimento da autoridade do chefe do Estado. A escolha dos comandantes, livre ao presidente, passa a ser restrita devido à indicação feita pelo ministro da Defesa”.

O projeto, de setembro de 2009, cria também o Estado Maior Conjunto das Forças Amadas, que substituirá o Estado Maior de Defesa, cargo que pode ser de oficial do último posto, da ativa ou da reserva, também “indicado” pelo ministro e “nomeado” pelo presidente. Esse artigo também foi alvo dos consultores: “Sem dúvida, tem-se aí um grande poder nas mãos do titular da pasta da Defesa”. Para os consultores, o projeto tem o “perfil” de Jobim.

Se aprovado o texto, o ministro ainda terá o controle sobre a nomeação dos generais das três Forças. Hoje, os comandantes apresentam a lista de escolha para promoção aos postos de generais e “indicam” os oficiais para a nomeação. Pelo projeto, eles passarão apenas a “propor” a lista. A palavra final será do ministro, o que, para a consultoria do Senado, é a politização das Forças Armadas.

“O ministro avoca a competência de escolha dos nomes oficiais generais, com risco grave de politização dessa escolha”.

Único deputado a votar contra o projeto na Câmara, Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), afirma que, se o regime é presidencialista, a escolha dos generais deve ser de sua incumbência. Hauly criticou também a criação do chefe do Estado Maior Conjunto.

- É um retrocesso. É colocar um intermediário no diálogo do ministro civil, uma conquista, com os três comandantes militares – disse Hauly.

O Ministério da Defesa rebateu as críticas dos consultores e afirmou que suas posições são “repetidamente reproduzidas por setores absolutamente minoritários da sociedade que ainda se opõem à prevalência do poder civil, democraticamente eleito, sobre as instituições militares”, informou o ministério. Na opinião do ministro, não existe ministério forte e nem ministro forte.

O ministério negou que ocorrerá a politização do ministério se o ministro vier a ter, de fato, poder de escolher os oficiais que merecem ser promovidos a generais. “Pelo contrário, as mudanças dão continuidade ao processo de concentração dos militares nas suas atividades profissionais.

FONTE: O Globo

Tagged with:
 

Teste de post exclusivo

Este texto só é visível para colaboradores. Se você está conseguindo ler este texto, por favor, deixe um comentário. :-)

 

Abordagem israelense: o que deu errado?

vinheta-clipping-forte Inteligência falha, equipamentos e táticas erradas. Os militares de Israel reconheceram na terça-feira (1º) ter cometido grandes erros na abordagem desastrosa de um barco de ajuda humanitária com destino a Gaza, na qual tropas de elite mataram nove ativistas internacionais.

Embora os israelenses tenham tomado partido de seus militares perante a fúria estrangeira, a recriminação doméstica –com as palavras “Fiasco” e “Desordem” dominando as manchetes dos jornais– revelou uma erosão na confiança que fez lembrar os reveses sofridos na guerra do Líbano de 2006.

Um comentarista israelense pediu a saída do ministro da Defesa, Ehud Barak. Integrantes do governo prometeram investigar o caso, mas a insistência deles de que os ativistas pró-palestinos teriam provocado a violência encontrou ouvidos entre o enraivecido público israelense.

Os fuzileiros navais envolvidos no ataque apontaram para uma falha na inteligência.

“Não esperávamos tal resistência dos ativistas do grupo, pois se tratava de um grupo de ajuda humanitária,” disse o comandante do grupo que embarcou no navio, um tenente não identificado à rádio do Exército.

“O resultado foi diferente do que havíamos pensado, mas devo dizer que isso ocorreu principalmente por causa do comportamento inapropriado do adversário que encontramos.”

Embora a quarentena imposta pela polícia de Israel aos ativistas do Mavi Marmara tenha impedido a divulgação de testemunhos do outro lado, um vídeo gravado por um dos passageiros da embarcação invadida mostrou dois fuzileiros navais sendo agredidos com um porrete e esfaqueados.

Os militares israelenses também divulgaram uma filmagem especial para a noite de meia dúzia de soldados lutando com cerca de 30 ativistas.

As imagens provocaram sentimentos de incredulidade e vergonha em Israel. Lendários pela exploração sigilosa do mar, os combatentes que invadiram o barco Mavi Marmara pareciam despreparados para o confronto corpo a corpo –estavam em desvantagem numérica, quase foram derrotados, embora representassem uma força militar superior.

Jason Alderwick, especialista do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos de Londres, culpou os fuzileiros navais por não tomarem a embarcação de forma mais eficiente.

“O sucesso começa com planejamento e inteligência apropriada, e eles já haviam entrado em barcos daquele tipo antes,” disse ele. “Desta vez, eles não entraram com a força suficiente, rápido o bastante e em número suficiente para estabelecer o controle total.”

Alguns dos soldados portavam fuzis de paintball –armas não letais destinadas a ferir, a revidar e a marcar os suspeitos para prisão posterior, mas que acabaram se provando de uso limitado contra os ativistas que tinham coletes salva-vidas e máscaras de gás.

“Está claro que o equipamento para dispersão de multidão que usavam era insuficiente,” disse o chefe das Forças Armadas de Israel, o tenente-general Gabi Ashkenazi, a jornalistas.

Não havia como abortar a operação uma vez que os primeiros israelenses entraram em combate e ficaram vulneráveis, embora a Marinha tenha dito que alguns soldados optaram por fugir pulando no mar.

Israel informou que sete fuzileiros navais foram feridos, um deles depois que ativistas o jogaram contra uma grade e dois que foram baleados.

FONTE: UOL Notícias

 
Página 20 de 36« Primeira...10...1819202122...30...Última »