A força terrestre russa vai começar a receber um número razoável de armas avançadas, em 2011, incluindo  o sistema de mísseis de defesa aérea S-300V4 modernizado, informou o Ministério da Defesa nesta segunda-feira.

“A partir de 2011, as forças terrestres receberão o S-300V4 modernizado, o Buk-M2 sistemas de defesa aérea de médio alcance, Tor-M2 de curto alcance e sistemas portáteis de defesa aérea”, disse o Ministério em um comunicado.

As Forças Terrestres continuarão a receber os mísseis balísticos táticos Iskander-M (SS-26 Stone) , novo sistema de lançamento múltiplo de foguetes, canhões auto-propulsados,  veículos blindados BTR-82A e sistemas de mísseis anti-tanque.

FONTE: RIANOVOSTI

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12 Responses to “Exército russo vai receber armamento pesado em 2011” Subscribe

  1. Wagner 3 de março de 2011 at 10:38 #

    Aquilo que eu disse, a Rússia se reorganizou e botou para produção as armas mais avançadas. Em se tratando de mísseis, são os melhores do mundo.

    O que nao tinha era dinheiro para botar esses sistemas em produção em massa, coisa que só agora está começando a acontecer.

    off topic: teve uma segunda fragata da moderna classe Gorshkov, que está em construção. A primeira recebeu sistemas modernos, isso em 2008. Em 2012, quando for lançada a segunda dessa classe não será exatamente igual, está sendo equipada com sistemas ainda mais modernos.

    Isso prova que a tal defasagem de 30 anos que os apologistas de Washington falam, é ilusão. Basta comparar os sistemas modernos russo e americanos: são equivalentes.

    A reportagem acima prova isso.

  2. Wagner 3 de março de 2011 at 15:38 #

    off topic, mas relacionando :

    “”””Skolkovo é uma fábrica do século 21, por isso não só serão discutidos os resultados da atividade científica e tecnológica em cinco áreas que receberam a autorização na Rússia – a eficiência energética, a tecnologia da informação, as tecnologias necleares e biotecnologias. Por estas cinco áreas estamos a fazer previsões do desenvolvimento tecnológico a longo prazo, examinamos as esferas que terão um resultado mais interessante do ponto de vista económico.

    Durante a apresentação foi anunciada a empresa-vencedora do concurso pela elaboração da concepção do centro “Skolkovo” – a associação arquitetónica francesa AREP. No território de Skolkovo que constitui 400 hectares, serão criados cinco centros modernos nas áreas respetivas, bem como uma universidade e edifícios tecnológicos e industriais com 20 mil postos de trabalho.

    Após a cerimônia oficial, o chefe do fundo “Skolkovo” Victor Vekselberg declarou que nos três últimos meses foram registrados 28 participantes do projeto, enquanto o seu número total será pelo menos 100. Neste ano planeja-se assinar acordos da cooperação com 15 maiores empresas internacionais.””””

    A Russia não está sozinha e logo não precisa sozinha fazer tudo… muito justo, quem mantem o gás e petroleo da Europa é Moscou…

  3. Rodrigo 3 de março de 2011 at 17:02 #

    A reportagem diz que são armas avançadas, mas não diz comparado a o que.

    A Líbia, não sofre embargo e vai tomar um cacete.

    Qual vai ser a desculpa que você vai dar por mais um desempenho pífio deste lixo que você idolatra?

  4. Wagner 3 de março de 2011 at 17:09 #

    Eu nao pretendo debater nada com vc

  5. joseboscojr 4 de março de 2011 at 1:13 #

    Em tecnologia de mísseis sup-ar há uma vantagem do lado americano, apesar dos competentes e vistosos sistemas russos.
    Por exemplo, sistemas como o TOR e Pantsir são, sem dúvida, bem mais avançados que os sistemas de defesa antiaéreo autopropulsados produzidos no EUA (que conta só com o Avenger) e estão entre os mais avançados do mundo e poderiam colocar a Rússia na dianteira, não fosse a clara superioridade americana em relação à interceptação de mísseis balísticos.
    Não há similares na Rússia dos mísseis THAAD, SM-3 e GBI (Ground Based Inteceptor).
    Já os mísseis Igla, sistemas BUK, S-300 e S-400 são em tudo semelhantes aos Stinger, SLAMRAAM e Patriot.

    A tecnologia de mísseis antitanques idem. Os americanos possuem sistemas tecnologicamente à frente dos seus concorrentes diretos.
    Não se conhece nada semelhante ao Javelin, Hellfire e Longbow projetados na Rússia.
    Os russos ainda insistem em sistemas de “linha de visada” e não colocaram em operação nenhum sistema de terceira geração.

    Já em relação aos mísseis antinavios os russos estão claramente na dianteira. Seus mísseis mais recentes, supersônicos, com RCS reduzido e alcance estendido lhes dão uma grande vantagem tecnológica.
    O SS-N-26 e o SS-N-27 são os mais avançados do mundo e o último inclusive adota um conceito revolucionário de dois estágios.

    Em relação aos mísseis ar-ar parece haver uma certa vantagem americana, apesar dos bons e variados mísseis russos que contam inclusive com o KS-172, anti-AWACS, que não tem similar no ocidente.

    Vale salientar que de parte à parte, muitas “deficiências” a primeira vista não o são a um observador atento. Na verdade ocorrem devido a diferente doutrina adotada, que não prevê o uso de determinada arma ou a emprega de modo diverso.
    Um exemplo é a falta de um “AWACS Killer” no arsenal americano.
    Os russos usam para a tarefa um míssil ar-ar de longo alcance baseado no míssil sup-ar SA-12.
    O Patriot PAC-3 já foi pensado para a tarefa, sendo lançado por caças como o F-15, e teria um alcance de 500 km, mas a tática anti-AWACS adota prevê o uso de caças furtivos e mísseis convencionais.
    Esse é claro apenas um exemplo de como a doutrina afeta o equipamento e outros poderiam ser dados em relação também às “deficiências” russas.

  6. Wagner 4 de março de 2011 at 8:37 #

    Bosco

    Esse awacs killer é aquele que o Ivan citou no comentário do J 20 no aéreo ??

  7. joseboscojr 4 de março de 2011 at 11:38 #

    É sim Wagner, mas é mais provável ser usado pelos russos no T-50. O míssil é um projeto indu-russo.
    É o KS-172, um míssil ar-ar de longo alcance (400 km) especializado em interceptar aviões lentos (AWACS, tanques, etc)
    Para ser usado o ideal mesmo é que o seja por um caça furtivo, já que devido ao grande alcance em que os alvos são engajados é necessário um tempo muito extenso de acompanhamento pelo caça (até 5 minutos), atualizando o míssil via data-link. Um caça não furtivo fazendo o serviço ficaria exposto e se tornaria vulnerável.

  8. Rodrigo 4 de março de 2011 at 21:03 #

    Wagner disse:
    3 de março de 2011 às 17:09

    Quem não tem argumento vive de fazer biquinho.

  9. Wagner 5 de março de 2011 at 8:15 #

    O Bosco trouxe todos os srgumentos de que eu necessitava. A Sua ilusão sobre os 30 anos de superioridade americana foi pro ralo.

    Bosco

    e o Shkval ? Vc sabe algo sobre ele ?

  10. Wagner 5 de março de 2011 at 8:16 #

    Desculpe abusar Bosco, é que vc realmente entende da coisa… então sempre busco sobre essas coisas com vc e o Dalton…

    :)

  11. joseboscojr 5 de março de 2011 at 10:11 #

    O Shkval, junto com mísseis antinavios, é uma opção a mais disponível para ser usado em uma situação muito específica contra, exclusivamente, navios.
    Mas mesmo reconhecendo que seja uma arma extraordinária e revolucionária do ponto de vista tecnológico, e que está apenas nas fases iniciais do desenvolvimento do conceito, eu acho que, até que evolua, ainda é dispensável.
    Por não ser guiada ele exige uma aproximação muito grande do alvo (não acredito que seja eficiente a mais de 2 ou 3 km) que acho ser uma tática temerária, principalmente se usada contra um porta aviões americano, altamente protegido.
    Alemães e americanos também possuem projetos semelhantes, mas o mérito de ter saído na frente é todo russo.

  12. Wagner 6 de março de 2011 at 10:01 #

    Obrigado !

    Vc e o Dalton me ensinaram muita coisa ! Mas claro, eu tenho que catar uns sites bons para me atualizar… rss parei no ” Foguetes e Mísseis da terceira Guerra Mundial” do Bill Guston !! ah ah ah ah ah !!!!

    :)

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