O US Army está interessado em comprar um substituto para seus fuzis M-4 e M-16. O orçamento inicial é de US$ 30 milhões para uma competição de dois anos. As fases I e II serão de avaliação iniciando em julho de 2011 até julho de 2012. Depois serão selecionados três finalistas para testes entre outubro de 2013 a março de 2014. O objetivo é melhorar a precisão e a confiabilidade em relação ao atual M-4. Não existe restrição de calibre ou sistema de operação (gás ou pistão).

São cerca de quarenta fabricantes nos EUA entre eles o Adaptive Combat Rifle da Remington (foto acima), o XCR da Robinson Armament (foto abaixo); a Scar da FNH; o M6A4 IAR da LWRC; o SR-16 da Knight Armament; e a CM901 da Colt. Existe atualmente 1,1 milhões de M16 e M4 no inventário do US Army.

Fonte: Defence Technolgy International

 

Centauro Obuseiro

A OTO Melara mostrou uma nova versão do blindado centauro. Trata-se de um obuseiro auto-propulsado que usa o chassi do Centauro com uma torre equipada com o obuseiro FH-70 155mm/39.O blindado é chamado de Centauro 155/39 LW.

 

Próxima saída

No casamento da filha de Heráclito Fortes, sábado, em Brasília, um grupo que sabe das coisas garantia: Nelson Jobim pediu para deixar o governo, e Dilma solicitou que ficasse mais um pouco.

FONTE: Coluna do Ancelmo Góis / O Globo

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São Paulo, 15 jun  - O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, defendeu hoje a participação dos Estados Unidos nas operações militares na Líbia, informa a Agência Brasil.

Quando a intervenção foi votada no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), em 17 de março, o Brasil absteve-se, por considerar que a adoção de uma zona de exclusão aérea na Líbia poderia agravar a violência na região.

Hoje, nas declarações feitas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados do Brasil, Patriota destacou que a operação na Líbia conta com o apoio do Conselho de Segurança da ONU, ao contrário da operação feita no Iraque em 2002, durante o governo do ex-presidente norte-americano George W. Bush.

FONTE: Lusa

De 21 de maio a 1º de junho, transcorreu a última fase do Estágio de Operações no Pantanal para oficiais do Comando Militar do Oeste, ministrado pela Seção de Instrução de Operações no Pantanal do 17º B Fron.

Nesse período, foram realizados exercícios afetos às operações de defesa externa, de garantia da lei e da ordem, bem como de intensificação da presença da Força na faixa da fronteira.

FONTE e FOTOS: EB

Rio de Janeiro, 15 jun — O ministro das Relações Exteriores de Itália, Franco Frattini, afirmou hoje que Itália apresentará uma queixa contra o Brasil no Tribunal Internacional de Haia até ao dia 25 de junho.

A Itália contestará a decisão da Justiça brasileira de não extraditar o ex-ativista italiano Cesare Battisti, libertado na semana passada, depois de quatro anos preso no país.

De acordo com o chanceler italiano, até à data mencionada serão apresentados os primeiros documentos ao Comité de Conciliação do Tribunal Internacional de Haia, que terá quatro meses para se pronunciar sobre o caso.

“Falei com o embaixador La Francesca, (embaixador da Itália em Brasília), e em poucos dias prepararemos a demanda (queixa) ao Comité de Conciliação”, afirmou o chanceler aos jornalistas, em Roma.

O Comité de Conciliação foi instituído pelo Tratado de Conciliação e Regulamento Judicial, assinado por Itália e pelo Brasil em 1954 e representa a primeira etapa pela qual qualquer queixa na Tribunal de Haia deve passar.

Caso as conclusões proferidas pelo Comité não sejam aceites, abre-se o caminho para que a nação que apresenta a queixa entre com o pedido diretamente no Tribunal Internacional de Haia.

Battisti foi condenado a prisão perpétua em Itália pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970, quando fazia parte de uma organização de extrema-esquerda PAC (Proletários Armados pelo Comunismo). O italiano, no entanto, alega inocência.

Na última semana, o Supremo Tribunal Federal do Brasil decidiu — por seis votos a favor e três contra — manter a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não extraditar de Battisti e aprovou a sua libertação imediata.

FONTE: Lusa

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