Brasília – No dia 7 de julho, o Comando Militar do Planalto organizou uma visita ao Campo de Instrução de Formosa, em Goiás, onde o 6º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes (6º GLMF) realizou um exercício de adestramento de lançamento de foguetes do Sistema de Artilharia de Foguetes para Saturação de Área (ASTROS II). Com um alcance entre nove e 90 km de distância, o Sistema tem como diferencial a capacidade de disparar foguetes de diferentes calibres sobre a mesma plataforma.

O Sistema, que continua em desenvolvimento, e todas as pesquisas vêm influenciando a área de foguetes do País e impulsionando novas tecnologias, conforme explicou o Presidente da AVIBRÁS, Sami Hassuane, empresa que desenvolveu o Sistema junto com o Exército Brasileiro.

O sucesso do ASTROS II deve-se ao fato de o equipamento possuir alta mobilidade e proteção blindada; concentração de grande volume de fogo sobre o alvo; capacidade de estar preparado para pronto emprego praticamente o tempo todo, com possibilidade de bater alvos a grande distância, com reduzido tempo de resposta, possuindo três calibres diferentes sobre o mesmo sistema; reduzida tripulação; e a possibilidade de cada veículo ser transportado por avião cargueiro do tipo C-130, conhecido como Hércules. A viatura de comando e controle é um grande diferencial do Sistema, pois tem a capacidade de coordenar todas as etapas de lançamento de um foguete de forma rápida, precisa e eficiente.

O exercício de tiro, que foi acompanhado também por um grupo de parlamentares, fez parte do treinamento anual do 6º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes. Durante o adestramento, os deputados e assessores puderam conhecer o trabalho desenvolvido pela Artilharia de Campanha e Defesa Antiaérea do Exército, demonstrando a importância da indústria nacional no desenvolvimento e na produção de material de defesa com tecnologia agregada e, com isso, as possibilidades de exportação e desenvolvimento de mão de obra especializada, além de verificar a preservação ambiental feita pelo Exército em sua área de atuação.

O evento contou com a presença do Comandante Militar do Planalto, General-de-Divisão Araken de Albuquerque, e dos Deputados Federais Ricardo Quirino, Cesar Colnago e Berinho Bantim, acompanhados de consultores e assessores do Congresso Nacional.

FONTE: Exército Brasileiro

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Rio de Janeiro – O Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro concluiu a produção de óculos de visão noturna (OVN) – modelo Loris. Os OVN utilizam a tecnologia da otimização da imagem, que funciona através da coleta das minúsculas porções de luz residual, imperceptível ao olho humano, e realiza sua ampliação ao passar pelo tubo intensificador de imagem. Assim, é possível observar a imagem, mesmo estando em ambiente escuro.

Todas as peças e acessórios dos óculos de visão noturna são importadas e recebidas completamente desmontadas pelo Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, no processo conhecido como CKD (completely knock-down).

Os óculos são alimentados por uma bateria alcalina de 1,5 Volt e têm capacidade de ampliação da imagem de 1 vez, com ajuste focal da objetiva de 25 cm ao infinito, sem possibilidade de aumento ou aproximação. Os OVN permitem o ajuste focal da ocular de – 6 a + 2 dioptrias, permitindo corrigir a deficiência visual do usuário do aparelho.

FONTE: Exército Brasileiro

Londres caiu 1,03%; Frankfurt, 2,33%. Paris apresentou queda de 2,71%. Em Lisboa, a baixa chegou a 4,28% e Madri amargou perda de 2,69%. Milão despencou 3,96%

SÃO PAULO – As bolsas na Europa fecharam em forte queda nessa segunda-feira, depois que o risco de calote atingiu também a Itália. Londres caiu 1,03%; Frankfurt, 2,33%. Paris apresentou queda de 2,71%. Em Lisboa, a baixa chegou a 4,28% e Madri amargou perda de 2,69%. Milão despencou 3,96%.

O setor bancário foi o que mais sofreu impacto das preocupações com a crise europeia. BNP Paribas caiu 6,8% em Paris, Commerzbank recuou 8,6% em Frankfurt e Dexia cedeu 8% em Bruxelas. Em Milão, Intesa Sanpaolo declinou 7,7% e UniCredit perdeu 6,3%. “As preocupações com a Itália estão dominando tudo no momento”, comentou Joshua Raymond, estrategista do City Index.

O pessimismo provocou reflexos em vários ativos do mercado. O ouro, usado como porto seguro pelos investidores, chegou a 1.108,92 euros por onça-troy, rompendo brevemente o importante nível de resistência de 1.100 euros. Esse foi o preço mais alto já atingido pelo ouro em euros e representou um avanço de 8,4% sobre o valor do começo da semana passada.

A aversão ao risco também fez com que o rendimento dos títulos de 10 anos do governo da Espanha superassem 6% pela primeira vez desde a introdução do euro, chegando a 6,027%. Para se ter uma ideia, na semana passada o Brasil chegou a captar no exterior, no mesmo prazo, com juro de 4,188%.

No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) também sentiu os reflexos da piora no quadro internacional. Com investidores fugindo das opções de risco no mercado, a Bolsa cai para 2,08%, às 14h26, no patamar mínimo dessa segunda. O dólar sobe para R$ 1,58, com alta de 1,6%.

Crise. No domingo, a União Europeia convocou uma reunião de emergência para discutir o risco de calote em países europeus, principalmente na Itália. Na sexta-feira, o risco do país foi duramente atingido pelo mercado, que passou a apostar não apenas na quebra da periferia. As dúvidas em relação à saúde dos bancos italianos também ajudou a proliferar a tensão. As ações do Unicredit Spa, o maior banco da Itália, desabaram quase 8%.

Nos Estados Unidos, fundos de pensão que tinham investimentos na Itália iniciaram uma corrida para vender seus ativos, aprofundando ainda mais os temores em relação à Roma.

A chanceler alemã Angela Merkel disse que a Itália deve enviar um “sinal muito importante” aos investidores nervosos, garantindo a apresentação de um plano crível para consolidar os planos para o orçamento do país. Merkel disse ainda que conversou ao telefone ontem com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, sobre a posição da dívida da Itália e sobre o plano orçamentário.

“Acredito haver um sinal muito importante de que a Itália deve enviar – a aprovação de um orçamento que inclua a consolidação necessária”, disse Merkel. “Tenho completa confiança de que o parlamento italiano irá aprovar tal orçamento”, acrescentou.

Merkel afirmou que a reunião das autoridades da União Europeia e os ministros das finanças desta segunda-feira em Bruxelas precisa ter como foco a preparação de um novo pacote de ajuda para a Grécia, e que a zona do euro deve continuar a fazer o que for necessário para proteger a moeda comum.

“A Alemanha e seus parceiros na zona do euro estão completamente comprometidos em defender a estabilidade do euro de modo geral”, afirmou Merkel.

China tem confiança no euro e vai cooperar com a Europa, diz BC chinês

Danielle Chaves, da Agência Estado

FRANKFURT E HONG KONG – A China tem confiança no euro e está pronta para explorar “vários meios de cooperação efetiva” com a União Europeia para lidar com a crise de dívida soberana do bloco, afirmou Yi Gang, vice-presidente do Banco do Povo da China (PBOC, banco central do país). Separadamente, Fu Ying, ministra de Relações Exteriores chinês, declarou que a recuperação das economias desenvolvidas voltou a um “caminho saudável”.

“Nós apoiamos todas as medidas adotadas pela União Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional para solucionar a crise de dívida soberana”, disse Yi durante uma conferencia no banco central da Alemanha, o Bundesbank. Os bancos centrais da China e da Alemanha pretendem fortalecer a cooperação entre eles para manter a estabilidade financeira.

“Nós estamos preparados para explorar, junto com a União Europeia, várias formas de cooperação efetiva”, acrescentou. Segundo Yi, a China “sempre considerou a Europa um importante destino de investimentos” e vai continuar ativamente protegendo “a estabilidade do mercado financeiro internacional” como um investidor de longo prazo responsável.

Em um discurso em Hong Kong, Fu observou que o desemprego em alguns países europeus ainda é uma preocupação. Em Junho, Fu havia informado que a China aumentou a quantidade de bônus europeus que possui desde a crise financeira – uma retórica padrão que mostra que Pequim apoia os países debilitados da Europa. As informações são da Dow Jones.

FONTE: Estadão

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O cargo máximo militar chinês, Chen Bingde, criticou nesta segunda-feira a despesa militar de Washington em plena recuperação econômica durante um encontro com seu colega americano, o chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA Mike Mullen.

“Sei que os EUA estão se recuperando da crise financeira. Sob estas circunstâncias, não é muita pressão para seus contribuintes gastarem tanto dinheiro em seu Exército?”, assinalou o militar chinês, em declarações publicadas pela agência de notícias “Xinhua”.

O chefe do Estado-Maior do Exército de Libertação Popular (ELP) da segunda potência econômica, principal detentor da dívida dos EUA com US$ 1,15 trilhão em bônus do Tesouro, recomendou seu colega que seu Governo reduza sua despesa militar.

Em seu encontro desta segunda-feira, o militar chinês qualificou também de “inapropriadas” as manobras que os EUA realizam no mar da China Meridional, depois dos conflitos protagonizados por navios chineses, filipinos e vietnamitas em zonas próximas aos arquipélagos Spratly e Paracel, ricas em recursos petroleiros.
“Quanto às disputas sobre estas ilhas e suas águas territoriais no mar da China Meridional, podemos solucioná-las mediante o diálogo e a via diplomática. O momento para as manobras dos EUA é inadequado”, assegurou Chen Bingde, chefe do Estado-Maior do Exército de Libertação Popular da China, durante um encontro com seu colega americano, Mike Mullen.

As palavras do militar chinês se produzem um dia depois que Mullen assegurasse, em seu primeiro dia de visita em Pequim, que os EUA não tinham previsto abandonar a zona marítima disputada, que pode ser cenário de um conflito com graves consequências, segundo suas palavras.

O militar americano assegurou que se tratava de exercícios em grande escala que tinham sido preparados com adiantamento, ao que Chen contestou que poderiam ser programados de novo.

Esta é a primeira visita de um alto militar dos EUA à China depois que os dois exércitos congelassem seus intercâmbios em 2010 devido à venda de armamento de Washington a Taiwan, uma ilha escondida do país asiático desde 1949 à qual Pequim segue considerando parte de seu território.

A visita de Mullen se produz em reciprocidade à realizada por Chen em maio aos Estados Unidos a fim de estreitar seus laços bilaterais, devido à necessidade mútua das duas principais potências econômicas.
O Pentágono e seus aliados na Ásia Pacífico criticaram nos últimos anos o aumento da despesa militar chinesa, e alertado sobre os riscos que poderia desencadear na região.

O orçamento de defesa da China se tornou neste ano no segundo, com US$ 95 bilhões, embora ainda muito longe do primeiro, o dos EUA, com US$ 650 bilhões.

FONTE: Terra/EFE

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Descriminalização da maconha

EL

A descriminalização da maconha é um tema que me incomoda há muito tempo e, cada vez mais, vem ganhando força na sociedade. Recentemente uma “marcha da maconha” foi reprimida pela polícia na cidade de São Paulo, o que acabou gerando mais publicidade e debates em torno do tema em questão, em decorrência disso, reuni forças para externar a minha opinião sobre a polêmica.

Não faltam opiniões e textos que defendam descriminalização da maconha, porém percebe-se que boa parte deles são desprovidos de fundamentos, bem como contam com uma visão muito superficial acerca do assunto, deixando de tratá-lo com a devida seriedade.

A primeira linha de defesa da descriminalização é o argumento de que o tráfico de drogas veria seu fim com a alteração da lei, afirmação esta sem qualquer base de sustentação, uma vez que a prática ilícita em questão sobrevive não apenas da comercialização da maconha, mas também de diversos entorpecentes como o crack, a cocaína, a heroína, entre outros.

Cabe salientar que, caso a maconha venha a ser legalizada, os crimes em torno desta substância não se extinguirão, mas apenas serão enquadrados em outros tipos penais. Para explicar tal fato, pode-se tomar como exemplo o cigarro, uma mercadoria cuja comercialização é legal, entretanto vem a ser uma das mais contrabandeadas e falsificadas do mundo, gerando enormes lucros para diversas organizações criminosas.

Conclui-se, portanto, que os criminosos não deixariam de gerar riquezas com a eventual legalização da maconha, o que ocorreria seria uma mudança de crime, de tráfico de drogas para contrabando ou descaminho.
Outro ponto importante a ser analisado é a questão do lucro que a maconha proporciona aos criminosos.

O tráfico de drogas em geral possui um custo operacional um tanto quanto elevado, uma vez que os traficantes necessitam gastar uma boa quantia de dinheiro para permitir que as mercadorias possam ser disponibilizadas aos compradores. O custo do tráfico decorre do pagamento da mão de obra que nele trabalha, da aquisição de armamentos para garantir o espaço de influência (um fuzil pode chegar a custar mais de R$ 40 mil reais), da compra da mercadoria (o preço de custo dos entorpecentes), bem como do pagamento de propina para as autoridades.

Os elevados custos operacionais descritos anteriormente acarretam numa diversificação de condutas criminosas praticadas por traficantes. Os criminosos, com o intuito de terem seus lucros aumentados, aproveitam de sua área de influência já estabelecida e praticam crimes em seu interior, como a extorsão, a venda de sinal de TV a cabo furtado, a venda de gás e energia elétrica, bem como o transporte paralelo. Diante disto, quais seriam as consequências caso os traficantes perdessem os lucros decorrentes da venda de maconha? Será que intensificariam as outras modalidades de crimes já praticados? Penso que esta seja uma questão delicada, a qual deve ser tratada com cautela e não da maneira como vem sendo exposta.

Alguns indivíduos chegam a alegar que a guerra contra as drogas fora perdida e que, em decorrência disso, é hora de reavaliar a questão da legalização do porte de maconha para uso pessoal. A alegação em questão deve ser vista com extremo cuidado, pois é necessário analisar como a tal guerra contra as drogas fora executada. O grande problema é que nossos representantes (tanto no Executivo, quanto no Legislativo) promovem o combate às drogas apenas por meio da repressão policial, fato é, entretanto, que a polícia é apenas um dos instrumentos necessários na guerra contra as drogas e não o único.

A ação da polícia é de extrema importância para o sucesso da repressão às drogas, porém sozinha talvez nunca seja capaz de vencer a chamada guerra contra as drogas, pois é necessário que se atinjam as causas que fazem com que jovens entrem para o tráfico de drogas, bem como as causas que fazem com que os indivíduos se utilizem da mesma.

Diante de tais circunstâncias, é de suma importância a promoção de políticas que visem oferecer uma vida mais digna ao brasileiro, proporcionando a este transporte público de qualidade, boas condições de moradia, oferta de empregos, saúde e educação pública que realmente sejam de qualidade, entre outros, pois deste modo estarão sendo combatidas algumas das causas que levam as pessoas a entrar para o mundo do crime.

Em conjunto com as ações acima descritas, é necessária uma campanha mais efetiva de conscientização da população, tendo por objetivo a diminuição da utilização de entorpecentes. A campanha em questão pode e deve ser realizada dentro das escolas, apresentando aos estudantes os males que as drogas causam à saúde e às famílias dos usuários. Em relação às ações policiais, deixarei para abordar o tema mais oportunamente, uma vez que muito me interessa, mas nesta ocasião irá alongar demais o texto.

Por fim, mas não menos importante, cabe expor que uma eventual descriminalização da maconha poderia abrir um perigoso precedente em nosso ordenamento jurídico, uma vez que o argumento que hoje é utilizado para defender a legalização do entorpecente em questão pode, no futuro, ser utilizado para a defesa de uma descriminalização do crack, da cocaína, da heroína e de tantas outras drogas.

A descriminalização da maconha se apresenta, para mim, como algo totalmente equivocado, a qual carece de estudos aprofundados acerca das perigosas consequências que dela podem decorrer. Fato é que a medida em questão é extremamente mais fácil de ser realizada do que o efetivo combate às drogas que aqui expus, uma vez que o último requer vontade política, a qual parece existir somente quando os interesses particulares de nossos representantes estão em jogo.

Se estamos perdendo a guerra contra as drogas, é porque até hoje não entramos nela para vencer.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordenou a suspensão de US$ 800 milhões em auxílio aos militares do Paquistão. Segundo o chefe de gabinete da Casa Branca, William Daley, a relação entre EUA e Paquistão é “difícil” e deve melhorar com o tempo, mas enquanto esse momento não chega “vamos reter parte do dinheiro que os contribuintes americanos estão dispostos a oferecer aos paquistaneses”.

A suspensão do auxílio, divulgada inicialmente pelo jornal New York Times, ocorre depois de o almirante Mike Mullen, principal assessor militar de Obama, ter afirmado que os serviços de segurança do Paquistão podem ter sancionado o assassinato de um jornalista do país que escreveu sobre a infiltração de extremistas religiosos no Exército paquistanês.

A alegação foi negada pelos militares do Paquistão e também pelo serviço de espionagem paquistanês, que possui laços históricos com o Taleban e outras milícias e é considerado por muitos analistas ocidentais como um país dentro de outro país.

Em entrevista ao programa “This Week”, da ABC, Daley sugeriu que a decisão de suspender o auxílio ao Paquistão era resultado da crescente tensão entre o país e os EUA, especialmente depois da operação norte-americana que resultou na morte de Osama bin Laden, em maio, numa região muito próxima à principal escola militar do Paquistão. “Obviamente ainda há muita mágoa que o sistema político do Paquistão está sentindo por causa da operação que fizemos para pegar Osama bin Laden”, disse Daley.

Outra autoridade norte-americana disse que a suspensão do auxílio foi motivada pela decisão do Exército do Paquistão de reduzir o número de vistos para militares dos EUA que viajariam ao país para fins de treinamento. “Continuamos comprometidos em ajudar o Paquistão a melhorar sua capacidade, mas comunicamos às autoridades paquistanesas sobre diversas ocasiões em que precisamos de certa ajuda para oferecer assistência”, disse a autoridade, que falou sob condição de anonimato porque não pode discutir o assunto publicamente.

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse recentemente aos senadores norte-americanos que “não estamos preparados para continuar oferecendo (o auxílio militar) exceto se virmos algumas medidas sendo tomadas”.

O porta-voz do exército do Paquistão, major-general Athar Abbas, recusou-se a comentar a suspensão do auxílio.

FONTE: Agência Estado

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O chefe de Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, Mike Mullen, em visita na China, se reuniu nesta segunda-feira (11) com diversos dirigentes chineses. Ambas as partes trocaram opiniões acerca de desenvolvimento dos laços militares, questão de Taiwan e planos de intercâmbio, e alcançaram vários consensos.

No encontro, o vice-presidente chinês, Xi Jinping, declarou esperar que os departamentos de defesa e exércitos dos dois países possam eliminar os obstáculos na evolução dos laços militares, além de promover respeito mútuo e cooperação de benefício recíproco.

Segundo o vice-presidente da Comissão Militar Central da China, Guo Boxiong, a questão de Taiwan envolve os principais interesses da China. Ele exigiu que os norte-americanos observem os comunicados conjuntos China-EUA, que proíbem a venda de armas avançadas para Taiwan, o que prejudicaria novamente a relação militar.

O chefe-geral de Estado-Maior da China, Chen Bingde, também se reuniu hoje com Mullen. Na ocasião, ambos prometem que vão elaborar o princípio que beneficia o desenvolvimento das relações militares bilaterais, a fim de promover os progressos das relações cooperativas de parceria de respeito mútuo e benefício recíproco. Os dois concordam em que as forças militares da China e dos EUA devem reforçar as cooperações para o enfrentamento dos desafios de segurança regional e global.

Por sua vez, Mullen afirmou que a parte norte-americana dá grande importância ao desenvolvimento das relações bilaterais e quer reforçar, junto com a China, diálogos e intercâmbios para aumentar constantemente a confiança mútua.

FONTE: CRI Online

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