Dando sequência ao desenvolvimento de Sistemas Aéreos Não Tripulados (SANTs) brasileiros para aplicação em defesa e segurança, o Exército (EB), através do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), contratou a empresa Flight Technologies (FT) para promover o treinamento na operação do sistema não-tripulado desenvolvido durante o Projeto VT-15, entregue no ano passado.

A contratação do treinamento tem como objetivo capacitar uma equipe do EB para operação autônoma do sistema desenvolvido pela FT.

O Projeto VT-15 resultou em um sistema composto por uma Estação de Controle em Solo e três Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) e foi desenvolvido com participação da Flight Technologies que contou com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Este projeto deu origem à família de produtos da empresa denominada Horus 200 – SANTs de médio alcance e média altitude, podendo voar até 10 horas, com um alcance de até 120 km.

A cooperação entre o EB e a FT ocorre também no desenvolvimento de um SANT de curto alcance (categoria 1), operado por duas pessoas, totalmente transportado em mochilas, em que a aeronave não tripulada é lançada à mão, com recolhimento vertical totalmente autônomo e que se encontra em fase final de testes.
Sabia mais – Em novembro de 2010, a Flight Technologies participou do Exercício Agulhas Negras junto com o Exército, com objetivo de avaliar operacionalmente o sistema, cujos resultados foram considerados excepcionais. Veja a notícia: http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/exercito-brasileiro-testa-aviao-que-voa-sem-tripulacao/1369889/#/Edições/20101105/page/1

Flight Technologies – A Flight Technologies, instalada no Parque Tecnológico – São José dos Campos, é uma empresa de capital totalmente nacional, fundada em 2005 com foco em sistemas robóticos, tendo participado em projetos do Ministério da Defesa Brasileiro, tais como o Projeto VANT Acauã, do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).
A partir de 2007, a Flight Technologies implementou uma estratégia de negócios mais ampla, voltada para o desenvolvimento e a comercialização de produtos em duas áreas principais: Sistemas de Inteligência, Comando e Controle baseados em veículos aéreos não-tripulados e Sistemas Aviônicos. Detentora de tecnologias próprias de interesse para o país, passou a ser considerada como uma empresa estratégica para as Forças Armadas Brasileiras.

O projeto do VT-15 foi iniciado em 2008, após a Flight Technologies vencer a licitação aberta pelo CTEx para o desenvolvimento de um VANT que possuísse autonomia compatível com 01 (uma) hora de voo e alcance de 15 km. A empresa construiu um equipamento que, além de atender a esta premissa, tem condições de ter ampliado o seu raio de ação até 120 km (VANT VT- X), com alguns ajustes no projeto inicial, tais como: aumento da envergadura, aumento do comprimento e substituição do atual motor. O VT 15 possui as seguintes características técnicas básicas:

  • comprimento: 2.800 mm (do nariz à cauda);
  • envergadura (comprimento da asa): 4.176 mm;
  • largura da asa: 452 mm;
  • peso vazio (aeronave com pára-quedas, sem aviônicos e sensor de missão): 35,6 kgf;
  • peso com combustível (13 litros): 45,0 kgf;
  • peso máximo de decolagem, como todos os sistemas de bordo: 75,0 kgf;
  • velocidade de aproximação (com flapes): 110 km/h (68 mph);
  • velocidade de pouso (com flapes): 90 km/h (56 mph);
  • velocidade de cruzeiro: 190 km/h (118 mph);
  • velocidade de operação em missão: 125 km/h (78 mph);
  • alcance de referência, com missão de 60 min sobre o alvo a uma altitude de 5.000 ft: 70 km (nota: o alcance da aeronave no Sistema VANT VT15 é limitado pelo enlace de comunicações em 15 km);
  • alcance: 15 km;
  • autonomia: 1 hora de voo;
  • altitude operacional: 3000 m;
  • transmissão de imagem e telemetria em tempo real;
  • navegação autônoma ou por telecomando;
  • estação de solo portátil;
  • sistema modular (avião e Estação de Controle desmontáveis);
  • peso aproximado: 100 kg;
  • efetivo para operar o equipamento: 02 a 04 homens; e
  • lançamento e recolhimento em pista de pouso.

Israel impediu cerca de 200 ativistas europeus pró-palestinos de embarcar em voos para o país em uma missão de solidariedade aos palestinos. Tudo por causa do Facebook. Autoridades de Israel haviam monitorado suas atividades bem de perto na rede social e fizeram uma lista negra com cerca de 300 nomes. A relação de nomes foi enviada para as embaixadas. Muitos ativistas nem chegaram a ir até o aeroporto porque as empresas aéreas ligaram para suas casas avisando que Israel não permitiria a sua entrada no país.

Recentes protestos anti-Israel, incluindo confrontos ao longo das fronteiras com o Líbano e a Síria, foram organizados pelo Facebook e outras redes sociais. Agora, as autoridades de defesa dizem que Israel segue de perto as atividades organizadas online.

É, minha gente. Cuidado com o que vocês postam nas redes sociais se forem viajar por aí.

FONTE: Super Interessante / Via Gawker

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ATV-M versão ambulância tática

A Oshkosh Defese, uma divisão da Oshkosh Corporation, apresentou a versão ambulância tática do seu MRAP modelo ATV-M (All-Terrain Vehicle) durante o AUSA’s Army Medical Exposition, ocorrida em San Antonio (Texas) no mês passado. O M-ATV versão ambulância tática oferece um design avançado que conta com mobilidade fora de estrada excepcional para médicos militares.

“O M-ATV versão ambulância tática é a ambulância MRAP mais leve e móvel disponível atualmente”, disse Ken Juergens, vice-presidente e gerente geral de programas conjuntos de Oshkosh Defese. “Conforme demonstrado desde que começamos a trabalhar no programa M-ATV, a Oshkosh tem a capacidade de entregar o veículo e atender às necessidades urgentes do campo de batalha.”

O M-ATV ambulância tática pode acomodar duas macas e dois pacientes ambulatoriais, ou qualquer combinação dos mesmos, proporcionando maior capacidade e flexibilidade de configuração. Além disso, ele leva menos de dois minutos para carregar dois pacientes em macas dentro do veículo para exposição reduzida ao fogo inimigo, menos movimento do paciente, e mais rapidez na evacuação e tratamento de feridos. O veículo oferece proteção MRAP Nível II.

A Oshkosh recebeu encomendas de mais de 8.300 M-ATV até agora. A empresa fornece a base do M-ATV e do M-ATV SFV para as forças armadas dos EUA, e criou outras variantes, como a ambulância tática com base nas necessidades identificadas no teatro de operações. O M-ATV é cinco toneladas mais leve do que qualquer outra MRAP e oferece um desempenho off-road bem melhor graças aos istema de suspensão independente TAK-4.

FONTE: Oshkosh

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Ataque à embaixada dos EUA na Síria

Os Estados Unidos apresentaram formalmente nesta segunda-feira os protestos contra um ataque à sua embaixada e residência do embaixador americano na Síria. Foi dito ainda que será solicitada uma indemnização por danos causados aos edifícios ​​quando uma multidão violou o muro da embaixada antes de serem dispersos pelos fuzileiros navais que guarneciam o local.

O Departamento de Estado condenou os ataques e disse que planeja convocar o diplomata sírio para registrar suas reclamações pessoalmente. A porta-voz do departamento, Victoria Nuland, exigiu que a Síria mantenha as obrigações do tratado internacional para proteger missões diplomáticas estrangeiras. Ela disse que o governo sírio não conseguiu garantir uma protecção adequada para as instalações.

“Nós consideramos que o governo sírio não executou suas obrigações … para proteger as instalações diplomáticas e isto é absolutamente ultrajante “, disse ela a jornalistas.

Ela disse que a multidão não violou a construção de chancelaria, mas tinha ficado em seu telhado, pintado com spray graffiti, quebrado algumas janelas e algumas câmeras de segurança. Além disso, ela disse que os manifestantes jogaram frutas e verduras no prédio.

Nuland disse que as forças de segurança sírias que supostamente deveriam proteger a missão foram lentas na resposta ao ataque dos apoiantes do Presidente Bashar Assad, que ela disse foi incitada por uma estação de televisão que é fortemente influenciada pelas autoridades sírias.

Não houve feridos para o pessoal da embaixada, disseram autoridades.

Depois que a multidão na embaixada foi dispersa, os manifestantes correram para a residência do embaixador dos EUA, Robert Ford e atacou-o, causando danos não especificados, Nuland disse.

Testemunhas disseram que os manifestantes quebraram as janelas da embaixada e levantaram uma bandeira síria sobre o local. Eles também picharam o local com frases contra os EUA, referindo-se ao embaixador dos EUA como um “cão”, o segundo testemunhas.

No domingo, o Departamento de Estado se queixou de que manifestantes governistas atiraram tomates, ovos e pedras contra a embaixada no final de semana para protestar contra a visita da Ford em Hama. Não houve relatos de feridos, mas um alto funcionário do Departamento disse que dois funcionários da embaixada foram atingidos com alimentos durante a manifestação de 31 horas.

Ford em 7 de julho visitou Hama, onde foi recebido por multidões amigáveis ​​que colocaram flores em seu pára-brisa e ramos de oliveira em seu carro, cantando “Abaixo o regime!” O Departamento de Estado disse que Ford fez a viagem para expressar apoio ao direito do povo sírio de manifestação pacífica.

O governo sírio denunciou a visita Ford, dizendo que a viagem não autorizada foi a prova de que Washington estava incitando a violência no país árabe. A manchete principal do diário estatal Al-Thawra era, “Ford em Hama e sírios estão com raiva.”

A administração Obama tem criticado o governo de Assad pela repressão violenta de manifestações pacíficas contra seu governo de 11 anos. Confrontos entre manifestantes e apoiadores Assad resultaram na morte de 1.600, além de 350 membros das forças de segurança.

Mas a Casa Branca agora absteve-se de pedir o fim do regime da família Assad, há quatro décadas no poder.

FONTE: Marine Times

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Trechos da entrevista de Juan Luis Cebrián, Presidente do Grupo Pisa (El País) e seu cofundador, à Folha de SP (11).


1. A pergunta mais importante é “um jornal pode migrar para a rede?”. Até agora a resposta tem sido negativa. Não houve veículo que foi capaz de fazer essa migração. O problema está no fato de que um jornal na internet não é um jornal, é uma outra coisa. Sou radical nesse sentido, inclusive quando falamos da credibilidade das marcas. Até agora nenhuma das marcas tradicionais da imprensa escrita foi capaz de migrar para as operações virtuais com sucesso.

2. A rede é algo que se constrói a partir da experiência dos usuários. O Twitter, por exemplo. Jack Dorsey nunca imaginou que ele se tornaria um sistema de transmissão de notícias ou para convocar grandes manifestações. Dorsey inventou o Twitter porque gostava de fazer mapas e não sabia como colocar as pessoas nos mapas que fazia. O Facebook não nasceu para ser uma rede social. Provavelmente Mark Zuckerberg não teorizou a ideia de uma rede social. Enquanto o Google nasceu com a intenção de ser um buscador mais potente, nada mais.

3. O que determinou a transformação desses sites foi o uso que as pessoas fizeram deles. Não foi a decisão dos que desenharam os programas que determinou seu destino, mas sim a experiência dos usuários que construíram essa força na internet.

4. Os diários já não dão notícias. Todo mundo já sabe as notícias quando vai ler os jornais. Os jornais explicam, fazem análises, debatem. O competidor da Folha não é o “Estado de S. Paulo”, é o Google, o Facebook, estes são nossos competidores reais. E não queremos admitir porque não sabemos como competir com eles.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

 

Documentário: Um brasileiro no Dia D

Documentário de João Barone sobre os 60 anos do Dia D na Segunda Guerra Mundial. “Um Brasileiro no Dia D

João Barone mostra no documentário os cenários históricos da Normandia, encontra veteranos, cidadãos comuns e testemunhas da época e conversa com o franco-brasileiro Pierre Closterman nascido em Curitiba em 1921, falecido em março de 2006, que participou da aviação francesa durante o conflito.”

FONTE: www.paralamasforever.com