Chelmsford, Reino Unido: A BAE Systems desenvolveu uma série de antenas para vestimentas (Body Wearable Antennas), que aliviarão o peso que os soldados precisam carregar enquanto fornecem conectividade e informações sobre o campo de batalha aos mesmos.

Com a antena BWA (Body Wearable Antenna), o soldado poderá se comunicar com seus colegas na linha de frente sem precisar recorrer às antenas convencionais de rádio do tipo chicote, em geral volumosas e muito visíveis. A tecnologia da antena tecida junto com as fibras do uniforme do soldado viabiliza comunicações eficazes e confere maior agilidade. Foi desenvolvido um sistema de demonstração deste conceito para mostrar a capacidade desta tecnologia na transmissão, por meio desta antena, de voz, dados de vídeo (de uma câmera montada no capacete) e coordenadas GPS.

Um sistema incorporando esta tecnologia pode melhorar a noção que uma equipe militar tem da situação ao seu redor como um todo, permitindo que os soldados vejam através dos olhos de seus companheiros em tempo real. Se um soldado detectar certa situação, ele pode alertar seus colegas e compartilhar o que vê por meio da câmera montada em seu capacete. O sistema de demonstração se conecta com um smartphone disponível comercialmente, com tela sensível a toque e usado no pulso de seu portador. Este dispositivo usa seus sensores para fornecer uma imagem operacional aumentada, permitindo que a equipe identifique objetos, a exemplo de potenciais perigos que aparecem em destaque na tela do telefone.

Outra vantagem importante deste sistema de antena trajável é o fato desta não ser afetada pela posição do portador. No caso das antenas convencionais de rádio do tipo chicote, se um soldado precisar se deitar no chão, a comunicação entre ele e uma pessoa de pé pode ser gravemente comprometida ou até mesmo perdida. Da mesma forma, o sinal de uma antena curta, instalada em um rádio portátil, pode ser mascarada pelo corpo do usuário. O sistema BWA pode ser projetado para conferir uma cobertura contínua de 360°.

“Os soldados da linha de frente carregam muito peso quando estão em patrulha. Pesquisas feitas com antenas incorporadas em trajes mostram que é possível reduzir esta carga e, no futuro, dar às forças armadas maior capacidade de comunicação e uma grande vantagem no campo de batalha” afirma Jon Pinto, Chefe do Grupo de Antenas e Componentes Eletromagnéticos, no Centro de Tecnologia Avançada da BAE Systems.

As aplicações desta tecnologia têm um alcance que vai além da indústria de defesa. Hoje, a BAE Systems está explorando o potencial de incorporar este tipo de antena nos trajes de bombeiros em missões de busca e resgate, de policiais em patrulha para informar a localização GPS de seus colegas, assim como em outras indústrias perigosas, como de mineração, petróleo e gás.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global atuando na área de defesa e segurança, com aproximadamente 100 mil funcionários no mundo. A empresa oferece uma série completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, assim como avançadas soluções eletrônicas, de segurança, de tecnologia da informação, além de serviços de suporte.

FONTE: BAE Systems

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De onde eles são?

Teste os seus conhecimentos. Na foto acima você consegue identificar, pelo uniforme, qual o país e a respectiva força de cada um dos militares.

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O presidente palestino, Mahmud Abbas, apresentará no dia 23 de Setembro o pedido de adesão de um Estado palestino à ONU, excepto no caso da oferta de uma alternativa “crível”, afirmou o ministro palestiniano dos Negócios Estrangeiros, Riyad al-Malki.

“O presidente apresentará a solicitação no dia 23, excepto no caso de uma proposta crível para a retomada das negociações”, disse Malki, em referência aos contactos em curso entre Estados Unidos e os países europeus.

Mais cedo, o vice-ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, Danny Ayalon, advertiu que um pedido de adesão à ONU de um Estado da Palestina estabeleceria o fim de todos os acordos com os palestinianos.

“Se os palestinos adoptarem uma acção unilateral, isto significaria a anulação de todos os acordos, libertando Israel de todos os compromissos. Os palestinianos terão a inteira responsabilidade”, declarou Ayalon à rádio estatal.

O vice-chanceler se negou, no entanto, a detalhar as medidas de represália que seriam adoptadas por Israel.

FONTE:
Angola Press

 

Concluídos os testes com o RG41 em clima quente e seco

A BAE Systems divulgou os resultados dos testes com o seu novo projeto de veículo blindado sobre rodas 8×8 RG41 em clima quente e desértico. O RG41 completou o ensaio em sua primeira tentativa, sem falhas, avaliando a mobilidade, o sistema de refrigeração, espaço interno, eficiência do combustível, ar condicionado e design em situações com terrenos arenosos e rochosos.

“O sucesso nestas condições difíceis é uma prova da qualidade dos nossos produtos”, disse Johan Steyn, Managing Director Land Systems South Africa. “Estamos extremamente orgulhosos desta conquista, e com muitos dos nossos veículos série RG já comprovada.”

O RG41 foi formalmente lançado no ano passado e apresenta um design modular único com proteção anti-minas e suspensão independente integrada ao sistema de transmissão.

O RG41, cujo exemplar está em exibição na DSEI (Defence and Security Equipment International) no Reino Unido, também foi submetido a cinco testes com explosão de minas terrestres sob a estrutura inferior.

O veículo também apresenta outros equipamentos como O TRT (Tactical remote Turret), LATIS (Local and Tactical Information System), Explosive Resistant Display Equipment (ERDE) e o SCHROTH Mine Blast Seating/Restraints.

FONTE: BAE Systems

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Executivos da Petrobras rejeitam a parceria com a PDVSA (Petróleos de Venezuela) na refinaria Abreu e Lima (PE), um projeto de R$ 26 bilhões, informa reportagem de Leila Coimbra e Flavia Marreiro para a Folha.

A participação venezuelana no projeto foi confirmada pelo presidente Hugo Chávez em telefonema a Dilma Rousseff na sexta.

A Petrobras já construiu sozinha 40% do projeto, e a refinaria está preparada para processar o petróleo brasileiro do Campo de Marlim, da Bacia de Campos, e não o óleo de Carabobo, na Venezuela, conforme originalmente.

Para receber o petróleo mais pesado do país vizinho, seria necessário um investimento extra de US$ 400 milhões (cerca de R$ 688 milhões) em uma planta de redução de enxofre.

A parceria entre as duas petrolíferas na refinaria foi celebrada em 2005, antes da descoberta do pré-sal, em 2006. Na época, os presidentes Lula e Chávez fecharam o acordo prevendo a utilização de petróleo venezuelano, pesado demais para ser transformado em combustível junto com o óleo brasileiro.

Com a descoberta das reservas nacionais, de melhor qualidade, a sociedade passou de estratégica para negativa para a Petrobras, pois a refinaria passaria a ser dependente das importações da Venezuela para produzir.

FONTE: Folha.com