Venezuela produzirá fuzis AK-103/104 a partir de 2012

Segundo Vladimir Zaemskiy, embaixador russo na Venezuela, a fabricação de fuzis de assalto Kalashnikov AK-103 terá início na Venezuela ano que vem, logo após a conclusão das instalações da “Companhia Anónima Venezuelana de Indústrias Militares” (CAVIM), em Maracay, no estado de Aragua, previstas para o final do corrente ano e começo do próximo.

Além das armas, a CAVIM produzirá as correspondentes munições, em edificações separadas, mas situadas no mesmo local. Isto segue-se a aquisições, durante 2005, de 100 mil fuzis AK-103/104 (previstos para tornarem-se a arma longa padrão das Forças Armadas venezuelanas) junto a nada menos que 74 milhões de cartuchos em 7.62x39mm, além de equipamentos correlatos, incluindo cinco simuladores de tiro.

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Ribamar Oliveira

A proposta orçamentária de 2012 enviada pelo governo ao Congresso Nacional prevê R$ 16,05 bilhões para as despesas do Ministério da Defesa com investimentos e custeio (excluindo pessoal e encargos), o que representará um aumento de 5,8% em comparação com o valor definido na lei orçamentária deste ano. Parece pouco, mas os gastos da Defesa foram os mais afetados pelo corte de R$ 50 bilhões no Orçamento de 2011, feito pela presidente Dilma Rousseff. O ministério perdeu R$ 4,3 bilhões e ficou com um limite de R$ 10,8 bilhões para custeio e investimento. Em comparação com este limite, a proposta orçamentária para o próximo ano projeta um aumento de 48,6%. “A presidente Dilma chancelou o que o Ministério da Defesa pediu para 2012″, disse uma fonte da área. “Estamos apenas retomando os valores iniciais do Orçamento de 2011″, acrescentou.

A proposta orçamentária da Defesa para 2012 ainda foi elaborada pelo ex-ministro Nelson Jobim. Mesmo com o discurso otimista, no entanto, os militares não escondem a apreensão com o provável contingenciamento a ser anunciado pelo governo em fevereiro, pois temem passar pelo mesmo arrocho deste ano. Eles querem preservar os projetos de investimento que consideram estratégicos, como a construção do submarino a propulsão nuclear, o avião cargueiro KC 390, a compra de helicópteros franceses, o desenvolvimento do blindado Guarani e a operação e manutenção do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (Sisceab).

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Na semana passada, o comandante da Marinha, almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, teve um encontro com o relator geral do Orçamento de 2012, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), e alguns parlamentares da Comissão Mista de Orçamento do Congresso para expor os seus projetos. Os outros comandantes poderão fazer o mesmo nas próximas semanas. Nos bastidores, os militares acalentam a ideia de convencer os deputados e senadores a aprovar um dispositivo na lei orçamentária que exclua os projetos considerados essenciais para a defesa nacional do contingenciamento de gastos. Essa proposta não conta, no entanto, com a simpatia da área econômica do governo, que rejeita as tentativas de redução da base das despesas contingenciáveis, pois isso, na avaliação técnica, engessa ainda mais o orçamento.

Mesmo com o forte corte em suas despesas, o Ministério da Defesa conseguiu, ainda sob o comando do ex-ministro Nelson Jobim, preservar alguns dos seus principais investimentos, pois a redução foi feita preferencialmente dos gastos com custeio. Um relatório de execução orçamentária do dia 6 de setembro, a que o Valor teve acesso, mostra, por exemplo, que de um total de R$ 183,3 milhões destinados pelo Orçamento para a construção do submarino a propulsão nuclear, R$ 174,5 milhões tinham sido empenhados. Na mesma data, toda a verba orçamentária de R$ 100 milhões destinada ao desenvolvimento do cargueiro KC 390, em parceria com a Embraer, tinha sido empenhada. A mesma coisa aconteceu com o sistema de segurança de voo e controle do espaço aéreo, que tinha uma verba de R$ 522,1 milhões este ano, e R$ 325,5 milhões já haviam sido empenhados.

O projeto de aquisição de helicópteros franceses EC 725, no entanto, foi colocado em “banho maria”, pois o Orçamento deste ano previa gastos de R$ 205 milhões e, até o dia 6 de setembro, o Ministério da Defesa tinha empenhado apenas R$ 46,7 milhões. O mesmo ocorreu com o programa de modernização e revitalização de aeronaves, que contava com uma verba orçamentária de R$ 320,7 milhões e só R$ 56,5 milhões foram empenhados com essa finalidade. O corte deste ano atingiu mais fortemente, no entanto, outros projetos, como é o caso da Calha Norte, com dotações de R$ 473,5 milhões e só R$ 22,9 milhões foram empenhados até o dia 6 de setembro.

Na proposta orçamentária para 2012, o Ministério da Defesa procurou, mais uma vez, preservar os projetos que considera estratégicos e, se eles não forem contingenciados, terão substancial aumento de recursos. O projeto da Marinha de implantação de estaleiro e base naval para construção e manutenção de submarinos, por exemplo, passará dos R$ 945 milhões previstos no orçamento deste ano (antes do corte) para R$ 1,2 bilhão. A construção dos submarinos a propulsão nuclear terá R$ 192,7 milhões, mais ou menos o mesmo valor deste ano. A Marinha espera construir quatro submarinos convencionais e, para isso, terá R$ 738,9 milhões.

O maior orçamento de investimentos será o da Aeronáutica, que terá R$ 4,6 bilhões, de um total de R$ 8,02 bilhões para toda a Defesa. A Aeronáutica terá R$ 900 milhões em 2012 para adquirir 50 helicópteros franceses, R$ 544 para desenvolver o cargueiro KC 390, em conjunto com a Embraer, R$ 975,7 milhões para o sistema do controle do espaço aéreo e R$ 901,4 milhões para aquisição e modernização de aeronaves. A proposta orçamentária destinou também R$ 240 milhões para missões de paz, com destaque para a missão no Haiti.

FONTE: Valor Econômico

 

Foz do Iguaçu (PR) – A 15ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Cascavel (PR), participa da Operação Ágata 2 com seus elementos de manobra desdobrados numa faixa de fronteira que se extende de Guaíra (PR) até Barração (PR), num total de aproximadamente 400 km de fronteira com a Argentina e o Paraguai.

Com a finalidade de garantir mobilidade e surpresa nas ações de combate aos crimes transfronteiriços e ambientais na fronteira oeste do Paraná, dentro do Plano Estratégico de Fronteiras, a 15ª Bda Inf Mtz está sendo apoiada por aeronaves de asa rotativa (helicópteros), do 2º Batalhão de Aviação do Exército (2 BAvEx), de Taubaté (SP).

O 2º BAvEx deslocou para a área de operações três aeronaves, sendo um helicóptero HA–1 Fennec, um HM–1 Pantera e um HM–3 Cougar, que permitem o deslocamento de frações de tropa para a ocupação rápida e inopinada de um Ponto de Bloqueio e Controle de Estradas, como está ocorrendo nos municípios nas próximidades de Foz do Iguaçu (PR).

O Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro concluiu a produção de óculos de visão noturna (OVN) – modelo Loris. Os OVN utilizam a tecnologia da otimização da imagem, que funciona através da coleta das minúsculas porções de luz residual, imperceptível ao olho humano, e realiza sua ampliação ao passar pelo tubo intensificador de imagem. Assim, é possível observar a imagem, mesmo estando em ambiente escuro.

Todas as peças e acessórios dos óculos de visão noturna são importadas e recebidas completamente desmontadas pelo Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, no processo conhecido como CKD (completely knock-down).

Os óculos são alimentados por uma bateria alcalina de 1,5 Volt e têm capacidade de ampliação da imagem de 1 vez, com ajuste focal da objetiva de 25 cm ao infinito, sem possibilidade de aumento ou aproximação. Os OVN permitem o ajuste focal da ocular de – 6 a + 2 dioptrias, permitindo corrigir a deficiência visual do usuário do aparelho.

FONTE e FOTOS: EB

O Dr. Protetor  é um aparelho que se encaixa nos dentes para protegê-los de qualquer tipo de impacto. Evita fratura de dentes, corte nos lábios ou qualquer dano à boca, mandíbula,  Articulação Temporo Mandibular (ATM) e até ao cérebro.

O protetor deve ser usado sempre que a pessoa participa de atividades esportivas que envolvam possibilidades de traumas, tais como, lutas marciais, futebol, basquetebol, skates, etc. O Dr. Protetor também é indicado para as forças militares tanto em treinamento como em operação.

Atletas que usam aparelhos ortodônticos fixos ou próteses dentárias necessitam desta proteção e crianças podem e devem usar.

PROTETOR   INDIVIDUAL

  • Feito sob medida (através da moldagem da boca);
  • Confortáveis;
  • Espessuras variadas (2 ou 3 mm);
  • Maior adaptação e durabilidade;
  • Se adaptam em pacientes com aparelhos, falhas dentais, dentes em fase de erupção (crescimento).

Dr. Alexis Sousa Lima Jr. Cirurgião Dentista Tel: (21) 7865-7842
E-mail: drprotetor@hotmail.com 

Acesse o site do Dr. Protetor em: www.drprotetor.com.br/