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Democracia ameaçada ou repetindo os erros do passado!

Por Marco Antonio Esteves Balbi

Quando cheguei em casa ontem, 29 de março, estava decidido a escrever um relato sobre os eventos ocorridos no Clube Militar. Não sei se todos os que se correspondem comigo sabem, sou sócio do Clube, sou membro suplente do Conselho e sou o atual Diretor da sua Revista. Funcionalmente sou subordinado ao Departamento Cultural, participando, portanto, de todas as atividades por ele promovidas, como foi o caso do Painel 1964 – A Verdade.

Envolvido nas atividades familiares, e mesmo desestabilizado ao assistir o programa comemorativo dos 90 anos de um determinado partido político, não tive a chance de redigir algo inteligível.

Hoje, confesso, eu já havia desistido da idéia, até porque nas últimas 24 horas muitos já escreveram sobre o assunto e com mais propriedade do que eu poderia fazê-lo. Mas, as imagens que me enviaram da agressão selvagem perpetrada contra um homem de bem fez com que eu mudasse de idéia.

Vamos lá!

Um grupo de jovens, alguns nem tão jovens assim, “antenados” aceitou um convite, feito através de uma famosa rede social, para que participasse de um ato público contra o que seria uma comemoração dos 48 anos da revolução de março de 1964, promovida pelo Clube Militar.

A convocação era feita através de uma mensagem de vídeo, na qual um cineasta famoso chamava a atenção para o fato de o Clube Militar “antecipar a comemoração, mesmo tendo sido proibida pela presidente da república”. Desconhecimento? Má fé? Ambos? O douto cineasta não sabe que o Clube Militar é uma associação civil de direito privado, possui Estatuto e Regimento próprios, promove atividades recreativas, culturais e desportivas para o seu quadro associado, sem qualquer vinculação com as Forças Armadas, o Ministério da Defesa, ou qualquer outro órgão governamental?

Uma bem organizada divulgação na rede social fez com que 50.000 pessoas fossem convidadas, das quais 800 diziam que compareceriam. Para quem não está familiarizado, são números impressionantes. Não sei precisar o número, mas o certo é que muitos se fizeram presentes, dispostos a tudo. E com que vontade atuaram!

A pergunta que me faço é: como pessoas tão jovens podem estar tão iludidas com a ideologia que lhes impregnam? Como pessoas tão jovens podem desconhecer tão completamente a história? Como pessoas tão jovens podem se prender a conceitos tão antigos, gritando palavras de ordem, as mesmas proferidas por aqueles que já foram defenestrados pela história no Brasil e no mundo? Como pessoas tão jovens podem destilar tanto ódio, atingindo indistintamente a tantas pessoas, física e moralmente? Como pensam exercer a democracia impedindo o direito de ir e vir, não só dos sócios e convidados do evento, mas das pessoas que normalmente trabalham e transitam no prédio e nas suas imediações, um ponto de movimento intenso no centro da cidade do Rio de Janeiro? Que convincentes argumentos os fizeram agir assim?

As duas fotos anexas ao texto mostram a covarde agressão perpetrada por selvagens contra um homem de bem. Este senhor de cabelos brancos é o Coronel Reformado do Exército Brasileiro DARZAN. Chefe de família exemplar, o Cel Darzan, por ser oficial da arma de engenharia, dedicou-se no início de sua carreira às frentes de trabalho para a abertura de estradas de ferro e de rodagem, desbravando caminhos para implantar o progresso do país. Enquanto o jovem Ten Darzan enfrentava tais vicissitudes é provável que os avôs dos seus agressores estivessem em uma situação bem mais confortável.

No prosseguimento de sua carreira, o Cel Darzan dedicou-se, e ainda se dedica, a estudar e, principalmente, a ensinar. Conhecedor profundo da geografia e da história do Brasil e mundial, contribui com o aprimoramento dos oficiais que se preparam para os Cursos de Altos Estudos Militares. Além disto, é membro e conferencista do Instituto Histórico e Geográfico Militar do Brasil, onde realiza pesquisas até mesmo de campo, visitando sítios históricos onde os fatos aconteceram.

Fico imaginando o quanto os jovens que o agrediram não ganhariam se convidassem o Cel Darzan para uma conversa sobre a história que eles pretendem modificar. Por certo entenderiam o quão arcaicas são as estruturas e os slogans repetidos à exaustão, pelos membros das entidades travestidas com as cores vermelhas e que se fizeram representar ontem na baderna.

Por incrível que pareça, a mais antiga delas regozija-se de completar 90 anos. Tenta se mostrar moderna, através da apresentação de uma militante jovem e bonita, mas o discurso é o mesmo, carcomido pelo tempo. Os seus dirigentes não se responsabilizaram, até hoje, pela aventura na qual lançaram centenas de jovens nas matas do Araguaia. E querem saber quem foram os responsáveis pelos desaparecimentos. Olhem, jovens, para aqueles que os manipulam, pois eles os estão usando novamente para mais uma tentativa, que fracassará, para a tomada do poder. Será a quarta! Serão repelidos, desta feita, pelos alunos do Cel Darzan.
Eles que venham: por aqui não passarão!

Ao meu amigo Cel Darzan e à sua família toda a minha solidariedade.

Marco Antonio Esteves Balbi é Coronel do EB – Sócio do Clube Militar

Brutal ofensiva de censura contra internet na China

PEQUIM, 31 Mar 2012 (AFP) -A China anunciou neste sábado grandes restrições para a utilização de microblogs, o fechamento de vários sites de internet e a prisão de pessoas acusadas de espalhar rumores de golpe de Estado em Pequim.
Esta brutal ofensiva de censura ocorre quinze dias após a destituição do responsável carismático Bo Xilai, uma reviravolta política que rompeu a imagem de unidade que o Partido Comunista Chinês deseja transmitir. O incidente alimentou todo tipo de especulações na rede.

Neste sábado, os dois principais serviços de microblogs chineses, Sina Weibo e Tencent QQ, suspenderam a possibilidade para os internautas de fazer comentários on-line, oficialmente para lutar contra os “rumores perniciosos”.

Os dois grupos afirmaram que esta medida se manteria vigente até o dia 3 de abril, num momento em que as autoridades mostram um nervosismo crescente diante da onda de críticas que circulam pelos microblogs.

Estas mensagens, que contam com um máximo de 140 ideogramas, são muito populares entre os chineses quando querem se queixar ou denunciar escândalos. Segundo os observadores, têm um papel essencial para modelar a opinião pública.

Os internautas chineses, já submetidos a uma censura draconiana que bloqueia Twitter, Facebook ou Youtube, não demoraram para reagir.

“Suspender os comentários de todos os utilizadores de microblogs é um atentado grave contra a liberdade de expressão e isso ficará gravado na história”, considerou Lawyer 80, em weibo.com.
Peng Xiaoyun, outro ciberativista, convocou seus pares a se mobilizar temendo um agravamento da repressão.

“Se você guardar silêncio hoje, quando os comentários são suspensos, seguirá se calando amanhã, quando os microblogs serão fechados, e todos ficarão calados quando o prenderem”, advertiu.
Peng informou que se mudava para o Google +. Como ele, outros internautas convocaram a deixar os sistemas chineses e entrar em redes sociais estrangeiras (Facebook, Twitter), embora seja preciso burlar a censura para consultá-los na China.

Por sua vez, as autoridades chinesas impuseram o fechamento de 16 sites de internet e prenderam seis pessoas por “criar e propagar rumores”, anunciou neste sábado a agência Nova China.

Segundo a polícia, citada pela agência oficial, estes sites são acusados de ter informado sobre “a entrada em Pequim de veículos militares, (mostrando que) as coisas não andavam bem em Pequim”.

Sempre segundo a polícia, um número indeterminado de utilizadores da rede foi “advertido e educado” por ter difundido estes rumores, que, na semana passada, agitaram os fóruns de discussão.

A China, onde a imprensa é controlada pelo Estado, conta com mais de 500 milhões de internautas e mais de 300 milhões de contas weibo registradas.

O Partido Comunista Chinês, partido único no poder, seguiu com olhares inquietos a primavera árabe, sobretudo pelo papel das redes sociais como ferramenta de mobilização rápida e anônima para os militantes pró-democracia.

FONTE: Terra

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A incurável síndrome da esquerda

Por Sergio Monteiro

Clube Militar, Rio de Janeiro, 29 de março de 2012 – conforme amplamente anunciado, o Clube Militar realizou hoje, às 15 horas, um painel denominado “1964 – A Verdade” com três conferencistas muito conhecidos: o Jornalista Aristóteles Drummond, o Médico Heitor de Paola e o General Luís Eduardo Rocha Paiva (vejam, dois civis e um militar).

Sabíamos que os radicais de esquerda, como de outras vezes, fariam manifestações na área do Clube. Aparentemente, nada de novo. Em outras oportunidades, pequenos grupos de esquerdopatas gritaram suas cansativas e jurássicas palavras de ordem, em geral acompanhadas de ofensas aos sócios do Clube que ali adentravam. Apenas isso, sem violência física contra ninguém. Tudo em nome das liberdades democráticas.

Desta vez, entretanto, deixaram cair a máscara (e a pele) de cordeiro, revelando todo o seu ódio e repúdio à verdadeira democracia. Cerca de 100 (cem) manifestantes, misturados a alguns transeuntes incautos, formavam um grupo que não excedia 200 (duzentas) pessoas. Tais indivíduos, a maioria jovens, foram facilmente identificados como estudantes, ativistas políticos e sindicalistas. Portavam faixas, cartazes, pedaços de madeira, tinta vermelha, tomates e ovos. Ficou claro, desde logo, que suas intenções não eram de um simples e pacífico protesto. Todos já sabíamos dos seus propósitos hostis e violentos.

Nem por isso os associados do Clube e seus convidados, se deixaram intimidar. Mais de 500 (quinhentos) deles lotaram o Salão Nobre. A maioria, como se esperava, senhores já encanecidos, muitos com mais de 70 (setenta anos). Na chegada ao Clube foram xingados, ofendidos e até agredidos pelos manifestantes, cujas idades certamente eram as mesmas de seus netos. Esses militares, em sua esmagadora maioria, não tiveram qualquer participação nos episódios que a turba violenta mencionava. Eram apenas soldados que exerciam sua profissão naqueles anos conturbados que a nação viveu.

Ninguém foi poupado, nem mesmo o General Rui Leal Campelo, herói da II Guerra Mundial e detentor do bastão de comando da FEB, que com seus quase 100 (cem) anos, teve que ser protegido por companheiros e policiais ao deixar o Clube. Eu mesmo obervei de perto o seu deslocamento até um local seguro. Muitos outros foram empurrados, espremidos, e tiveram suas roupas manchadas por tinta vermelha (a cor preferida dos agressores), tomates e ovos. Mas ninguém recuou. Ao reverso, resistimos galhardamente ao ímpeto natural e compreensivo de aplicar um corretivo naqueles idiotas. Aliás, é o que desejavam, para daí fabricarem um factóide. Altivamente enfrentamos as infames agressões e participamos do evento com patriotismo e dignidade.

A Polícia Militar e a Guarda Municipal se portaram com bom senso e equilíbrio. Evitaram que as agressões e violências se multiplicassem, sem ferir, em momento algum, o princípio de livre manifestação. Tiveram, apenas, que usar de mais energia quando os ativistas tentaram obstruir o trânsito na Avenida Rio Branco. Agiram, entretanto, com eficácia e sem excessos, merecendo os nossos cumprimentos.

Do lamentável episódio, algumas reflexões serão inevitáveis. Talvez a mais importante seja reconhecer e denunciar o caráter antidemocrático e violento das manifestações, claramente organizadas por lideranças estudantis, políticas e sindicais ligadas a uma esquerda retrógada, inconsequente e revanchista.
Resta-nos lembrar, mais uma vez, a proclamação de Mallet em Tuiuti: “…eles que venham, por aqui não passam!”

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Unidade terrestre da Navantia apresenta o SERT na FIDAE

Por Javier Bonilha

A FABA, a filial terrestre do tradicional grupo espanhol Navantia, escolheu a FIDAE , para apresentar o seu novo Sistema de Exploração e Reconhecimente Terrestre (SERT), o qual é montado sobre diversos utilitários – de momento o Pizarro espanhol ou o Hummer americano, caso do apresentado no Chile – basicamente compõe-se de um dispostivo de exploração e localização electro-ótico, situado sobre um pedestal no
teto do veículo, com sensores passivos e ativos, num mastro, cuja altura pode ser variada, a partir de um metro, permitindo a localização geográfica com precisão dos objetivos, e, podendo girar em 360 graus, em modo contínuo.

O processo é absolutamente informatizado, e, os dados se dirigem automaticamente ao Centro de Comando e Controle, evitando assim, um segundo operador do sistema dentro de veículo, dentro do qual também é controlada a estação de armas. Por sua vez, o Sistema de Navegação e Ajuda à Condução Noturna compreende um sensor infra-vermelho não refrigerado de alta definição situado na frente do veículo, associado a um navegador inercial ou GPS, permitindo uma marcha completamente segura no meio da escuridão, enquanto os sensores continuam determinando os objetivos de interesse, ou outros aspectos particulares a cada operação, como podem ser minas, poluição, focos de incêndio, etc.

Habitualmente, pode ser incluído de forma padronizada neste projeto o sistema remotamente controlado de armas Hitrole, da Oto Melara Ibérica, para calibres 7.62 mm.e 12.70 mm, entre outras possibilidades.

Os principais mercados alvos na América Latina são o México, Equador, Colômbia – nos aspectos relacionados com narcotráfico, migração ilegal, tráfico de armas,etc., e Brasil, aonde também a proximidade de grandes eventos, e a continuidade periódica de acontecimentos de magnitude, o fazem uma opção de interesse.

Igualmente, o grupo espanhol, visando problemáticas típicas de Cone Sul, desde Chile ate o Brasil amazônico, passando pela Argentina e pelo Uruguai ( e a sua sensivel faixa fronteiriça com Río Grande do Sul),e, claramente, da Península Ibérica e a bacía Mediterânea, oferece, com pequenas modificações customizadas, uma versão para prevenção de incêndios florestais, ou para Centro de Comando e
Controle, caso de uma catástrofe de fogo de grandes proporções venha a acontecer.

A este respeito, um alto diretivo da Câmara Uruguaia de Indússtrias Aeronáuticas e Afins, o Meteorologista Diego Ravera, exibiu, durante a apresentação, um enorme interesse nessa variável.

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Brasil: o país em que mais se trabalhou para pagar impostos

1. Os 10 países onde MAIS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011: 1. Brasil: 2.600 horas \ 2. Bolívia: 1.080 horas \ 3. Vietnã: 941 horas \4. Nigéria: 938 horas \ 5. Venezuela: 864 horas \ 6. Bielorrússia: 798 horas \ 7. Chade: 732 horas \ 8. Mauritânia: 696 horas \ 9. Senegal: 666 horas \ 10. Ucrânia: 657 horas

2. Os 10 países onde MENOS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011: 1. Maldivas: 0 horas \ 2. Emirados Árabes Unidos: 12 horas \ 3. Bahrein: 36 horas \ 4. Qatar: 36 horas \ 5. Bahamas: 58 horas \ 6. Luxemburgo: 59 horas \ 7. Omã: 62 horas \ 8. Suíça: 63 horas \ 9. Irlanda: 76 horas \ 10. Seicheles: 76 horas

FONTE: Banco Mundial – Doing Business 2011

 

1. A LUCIDEZ pressupõe a resistência aos movimentos do ódio e ao culto da fatalidade. Essa visão clara das coisas exclui o ódio cego e o desespero que deixa estar. Um jornalista livre, não se desespera e luta pelo que acredita ser verdadeiro como se a sua ação pudesse influenciar o curso dos acontecimentos. Não publica nada que possa incitar ao ódio ou provocar o desespero. Tudo isso está em seu poder.

2. A RECUSA. Em face da maré de besteiras, é preciso igualmente opor algumas recusas. Nenhuma das limitações do mundo leva um espírito um pouco limpo a aceitar ser desonesto. Ora, por menos que conheçamos o mecanismo das informações, é fácil nos assegurarmos da autenticidade de uma notícia. É a isso que um jornalista livre deve dedicar a sua atenção. Pois, se ele não pode dizer o que pensa, pode não dizer o que não pensa ou o que acredita ser falso. E é assim que se mede um jornal livre: tanto pelo que diz como pelo que não diz. Essa liberdade bem negativa será, de longe, a mais importante de todas, se soubermos mantê-la.

3. A IRONIA. A ironia permanece como uma arma sem precedentes contra os poderosos demais. Ela completa a recusa na medida em que permite não rejeitar o que é falso, mas muitas vezes dizer o que é verdadeiro. Um jornalista livre, em 1939, não tem muitas ilusões sobre a inteligência daqueles que o oprimem. Ele é pessimista no que diz respeito ao homem. A cada dez verdades ditas em tom dogmático, nove são censuradas. Essa disposição ilustra com bastante exatidão as possibilidades da inteligência humana. Um jornalista livre, em 1939, é, portanto necessariamente irônico, ainda que, volta e meia, a contragosto. Mas a verdade e a liberdade são amantes exigentes, pois têm poucos apreciadores.

4. A OBSTINAÇÃO. Com essa atitude de espírito brevemente definida, é claro que ela não se poderia sustentar de modo eficaz sem um mínimo de obstinação. Não são poucos os obstáculos à liberdade de expressão. Não são os mais graves deles que poderão desencorajar um espírito. É preciso reconhecer, porém, que há obstáculos desencorajadores: a constância na tolice, a covardia organizada, a ininteligência agressiva e por aí vai. Eis o grande obstáculo sobre o qual é preciso triunfar. A obstinação é aqui uma virtude cardeal. Por um paradoxo curioso, porém óbvio, ela se põe a serviço da objetividade e da tolerância.

FONTE: Ilustríssima – Folha de SP (25). Trechos do Manifesto de Albert Camus publicado no “Soir Républicain” em Argel, em 25/11/1939, esquecido e que só agora foi republicado pelo Le Monde em 18/03/2012.

 

Recuperada Portada Tática do 7º BE Cmb

A Base Naval de Natal (BNN) reparou duas seções de Portada Tática Leve pertencentes ao 7º Batalhão de Engenharia de Combate (7º BE Cmb). Para mais informações visite o blog do Poder Naval.

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Isabel Fleck

Os helicópteros e militares brasileiros que ajudarão no resgate de dez reféns das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) partem hoje de Manaus para São Gabriel da Cachoeira, norte de Amazonas, de onde seguem para a operação na Colômbia.

A expectativa é que o resgate seja realizado na segunda-feira, de acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, um dos responsáveis pela operação.

Segundo as Farc, os dez reféns -quatro militares e seis policiais- são os últimos em seu poder.

Serão usados na ação dois helicópteros Cougar do Exército brasileiro, que têm capacidade para até 24 pessoas cada um -mas devem voar com menos passageiros por questões de segurança.

O governo brasileiro também enviará à Colômbia um avião cargueiro médio com peças de reposição dos helicópteros e equipe de mecânicos. No total, mais de 20 militares foram destacados.

Em São Gabriel da Cachoeira, os helicópteros brasileiros serão caracterizados com emblemas da Cruz Vermelha.

O cronograma inicial prevê que os dois helicópteros e o avião cheguem no domingo a Villavicencio, a 75 km de Bogotá. Nesta cidade, aguardarão o sinal verde das Farc para a operação, por meio da ONG Colombianos e Colombianas pela Paz, da ex-senadora Piedad Córdoba.

O acordo prevê que o local exato do resgate só seja divulgado horas antes. A maioria dos reféns está em poder das Farc há mais de dez anos.

FONTE: Folha de São Paulo, via resenha do EB

“É preciso armar rebeldes da Síria”

Elliott Abrams, ex-conselheiro de segurança da Casa Branca, diz que não há saída diplomática para queda de Assad

Verene Fornetti

Elliott Abrams, ex-conselheiro de segurança da Casa Branca em governos republicanos, diz que a comunidade internacional tem aprovado resoluções contra Síria na ONU sobre proteção de civis enquanto não fazem nada.

Ligado ao Council on Foreign Relations, ele defende que os países ajudem a armar os opositores do ditador Bashar Assad e diz que não há solução diplomática.

Folha – Sem a perspectiva de intervenção militar, as resoluções da ONU contra A Síria são menos eficazes?

Elliott Abrams – Está claro que os países da Otan não querem intervir na Síria como fizeram na Líbia, por razões financeiras e porque suas Forças Armadas estão estendidas. E eles não irão fazê-lo sem a liderança dos EUA, sem que os EUA assumam a maior parte do fardo. Mas isso é o que eles desejam, não necessariamente como vai ser.
A ação foi forçada quando Muammar Gaddafi ameaçou assassinato em massa em Benghazi, e poderia ser forçada na Síria também. Mas no momento Assad é livre para ignorar a Otan e a ONU porque eles estão apenas falando, sem agir. Assad não vai levar a sério [as ameaças] até que eles realmente ajudem a oposição, até que entreguem à oposição mais do que discursos com os quais lutar.

Obama repetidamente aborda com precaução a possibilidade de ação militar na Síria e no Irã. Esse cuidado reflete os cortes de gasto do governo, o ano eleitoral ou os desafios de ganhar nesses países?

Reflete uma combinação de coisas. O público está cansado do Iraque e do Afeganistão e isso faz com que o presidente tenha muito cuidado com um novo compromisso. Ele também ouve do Exército e da Marinha que eles não querem correr o risco de um envolvimento.
E ele está ouvindo que não conhecemos nem confiamos na oposição [síria], apesar de que isso me parece o resultado da política [adotada para o país], não de falta de inteligência. Ou seja, quanto mais tempo ficarmos longe deles, menos saberemos sobre eles. Não acho que a questão seja financeira.

O sr. vê a possibilidade de solução diplomática?
Não. O regime não vai sair se não for derrotado.

Rebeldes na Síria estão pedindo mais armas à comunidade internacional. Será suficiente para derrotar Assad?
Eu acho que Assad vai matar e matar para permanecer no poder. Se os rebeldes podem derrotá-lo, depende em parte de que armas têm: rifles apenas ou, por exemplo, armas antitanque.

Mas armar os rebeldes terá também impacto político e psicológico, ajudando o moral dos rebeldes e ajudando a convencer muitos que estão em cima do muro de que realmente queremos derrubar Assad.

FONTE: Folha de São Paulo, via resenha do EB

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O Pentágono anunciou nesta terça-feira sua intenção de solicitar ao Congresso dos Estados Unidos fundos para ajudar a expansão do sistema de defesa antimísseis israelense “Iron Dome”, que pretende, entre outras coisas, neutralizar os foguetes disparados de Gaza. O Ministério da Defesa não informou de quanto seria a solicitação. Em 2011, Washington investiu cerca de US$ 204 milhões no desenvolvimento do sistema de defesa israelense.

Três baterias “Iron Dome” já estão instaladas em Israel e permitiram interceptar diversos mísseis lançados de Gaza entre 10 e 11 de março, disseram funcionários americanos e israelenses. “Quando o sul de Israel foi tomado como alvo por cerca de 300 foguetes e tiros de morteiro”, o Iron Dome neutralizou 80% desses ataques, “salvando muitas vidas civis”, completou o comunicado do Pentágono.

FONTE: Terra/AFP

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A presidente disse que Brasil e Índia querem um sistema internacional “mais democrático”

 

Karla Wathier e Renata Giraldi, da Agência Brasil

Nova Delhi (Índia) e Brasília – A presidente Dilma Rousseff defendeu hoje (28), em Nova Delhi, na Índia, as reformas do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e das instituições financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Dilma disse que Brasil e Índia querem um sistema internacional “mais democrático”.

“O Brasil e a Índia compartilham o desejo de construir um sistema internacional mais democrático, enraizado no direito internacional, voltado para a cooperação e a paz”, ressaltou a presidente, que recebeu hoje o título de doutora honoris causa da Universidade de Nova Delhi.

Os líderes dos países que compõem o BRIC – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – querem a ampliação nos assentos permanentes Conselho de Segurança da ONU e das instituições financeiras internacionais, como o FMI e o Banco Mundial. Para o BRIC, a economia sólida e em crescimento dos países do bloco deve ser considerada para essas mudanças sugeridas nos órgãos internacionais.

No discurso, a presidente reiterou ainda que o Brasil apoia as negociações pacíficas na busca por acordos em regiões em crise, como a Síria e o Afeganistão, sem a ingerência de forças e pressão estrangeiras. Segundo ela, Brasil e Índia são contrários às ações unilaterais e autoritárias. A afirmação é uma resposta à pressão dos Estados Unidos e da União Europeia em relação ao tema.

“[O Brasil e a Índia] rejeitam as ações unilaterais e doutrinas que enfatizam o uso da força”, disse a presidente. Segundo Dilma, brasileiros e indianos são favoráveis à busca pelo consenso e ao multilateralismo.

A presidente chegou ontem (27) à Índia onde fica até sábado (31). Ela participa da 4ª Cúpula do BRIC – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Nas reuniões estarão presentes além de Dilma, o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e os presidentes Jacob Zuma (África do Sul), Hu Jintao (China), e Dmitri Medvedev (Rússia).

FONTE: Agência Brasil

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Por que ficou tão caro produzir no Brasil?

José Ricardo Roriz Coelho

Caminhamos para ser a quinta economia global, mas até quando poderemos sustentar tal posição com tantas fragilidades no sistema produtivo, elevadas taxas de juros, alta carga tributária, infraestrutura precária e cara? Como queremos ostentar a condição de nação desenvolvida se os brasileiros pagam quase 40% de impostos e se deparam com um dos custos de vida mais elevados do mundo? Os graves efeitos do “Custo Brasil” na produção manufatureira são evidenciados em estudos de respeitados organismos nacionais e internacionais. O setor é o que mais sofre com os persistentes ônus.

Em 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), os impostos pagos pelos brasileiros atingiram 33,99% do Produto Interno Bruto (PIB), superando os 32,72% de 2010. Isso está muito acima da média de 25,5% nos países com os quais competimos. Para a indústria de transformação o problema é mais grave. Embora responda por 16,2% do PIB (dados de 2010 – em 2011 sua participação diminuiu para apenas 14,6% do PIB), ela contribuiu com 33,9% dos impostos. O estudo “A Carga Tributária no Brasil: Repercussões na Indústria de Transformação“, do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, mostra que os tributos representam 40,3% dos preços dos produtos industriais, considerando-se toda a cadeia, à montante e à jusante.

Reformas estruturais precisam ser retomadas para salvar a indústria e resgatar a competitividade
Há, ainda, custos relativos ao pagamento dos impostos. A complexidade do sistema obriga a contratação de serviços não necessários em outros países. Segundo o estudo “Carga Extra na Indústria Brasileira”, também do Decomtec/Fiesp, 1,16% do faturamento das empresas é gasto apenas para se manterem em acordo com a legislação, o que significa R$ 19,7 bilhões ao ano. Considerado o pagamento de tributos embutidos nos insumos, o índice sobe para 2,6%.

Além disso, o Bureau of Labor Statistics (BLS), responsável pelas estatísticas trabalhistas nos Estados Unidos, aponta que os encargos sobre a folha de pagamentos no Brasil, os mais altos dentre 34 países analisados, representam 32,4% dos custos com mão de obra na indústria de transformação. São 11 pontos percentuais acima da média das nações avaliadas (21,4%), ou 7,4 à frente da média europeia (25%). Mais grave é a diferença em relação aos emergentes: México, 27%; Argentina e Coreia do Sul, 17%.

O Brasil encontra-se em desvantagem também no custo da eletricidade. Nossa tarifa industrial foi estimada pelo Energy Information Administration (EIA), dos EUA, em US$ 138,00/MWh, a segunda mais alta do mundo. Um bom parâmetro para comparação é o Canadá, onde, como aqui, a matriz energética é baseada na hidroeletricidade. Mesmo assim, a tarifa brasileira é 182% maior. Os encargos e tributos contribuem para isso, mas, mesmo os eliminando, a energia brasileira ainda seria 108,3% mais cara. Resultado: a última Pesquisa Industrial Anual do IBGE mostra ser de 2,6% a participação da energia elétrica e consumo de combustíveis para aquecimento e operação de maquinaria nos custos totais da indústria brasileira de transformação. Ressalte-se: o cálculo não considera a cumulatividade na cadeia de valor.

Também são graves, conforme o Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), do Ministério da Defesa, os custos nessa área, que representam 20% do PIB. Outro estudo, “Custos Logísticos no Brasil – 2006/2008″, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostra que o percentual da receita líquida das empresas comprometido com transporte, estoque e armazenagem foi de 7,5%.

Defrontamo-nos, ainda, com um dos mais elevados custos de capital do mundo, que se deve a dois fatores: taxa básica de juro real entre as mais elevadas do mundo e spreads bancários, que aumentaram significativamente após 2008, apesar da redução da Selic. Em função desses fatores, nosso custo financeiro é o mais alto do mundo, sendo 11,5 vezes maior do que o dos países que calculam os juros como o Brasil (Chile, Itália, Japão e Malásia).

Em outro estudo do Decomtec/Fiesp (“Juros em cascata sobre o capital de giro: o impacto sobre a indústria brasileira”), foi estimado que, em 2007, o custo do capital de giro para as indústrias equivaleu a 6,7% do preço dos produtos industrializados, contra 1,97% no conjunto de países incluídos no Índice de Competitividade da Fiesp. Em 2011, o impacto do custo de capital de giro aumentou para 7,5% do preço dos produtos industrializados, uma vez que cresce a taxa de juros para as empresas.

Os juros altos estão intimamente ligados à valorização cambial, cujo mercado é majoritariamente composto por fluxos financeiros, e os capitais são atraídos principalmente pelos juros elevados em comparação com as taxas baixíssimas dos países desenvolvidos. Tendo em vista o câmbio médio do ano e descontando a inflação do Brasil e dos Estados Unidos, o real valorizou-se 49,9% em relação ao dólar, entre 2006 e 2011. Isso é assustador frente a um aumento de produtividade física da indústria de transformação de apenas 9,2%, no mesmo período.

Devido a todas essas razões, e deprimida pela combinação da barata produção chinesa com a demanda combalida dos países ricos, a indústria defende a contínua e rápida redução da Selic e o equilíbrio do câmbio. A bomba que está estourando agora, atingindo primeiramente a manufatura, resulta de termos insistido muito tempo na combinação explosiva de câmbio livre com a maior taxa de juros do mundo. Por isso, o real teve valorização de 74,6%, de junho de 2004 a dezembro de 2011, sem que tivéssemos a mínima possibilidade de melhorar a nossa produtividade, devido ao brutal aumento de custos. Defendemos, sobretudo, a retomada das reformas estruturais, em especial a tributária e trabalhista. São medidas dependentes de políticas públicas, essenciais para conter a desindustrialização e resgatar a competitividade.

José Ricardo Roriz Coelho é presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast) e da Vitopel e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp.

FONTE: Valor Econômico

SAIBA MAIS:

 

Um dos sistemas que serão apresentados durante a exposição pela MBDA na FIDAE 2012 no Chile é o Mistral Albi, um sistema peso leve, com design 360° que pode ser facilmente operado em associação com o míssil MISTRAL (fire-and-forget, ou dispare e esqueça). O sistema é desenhado para a proteção de blindados ou unidades mecanizadas, bem como comboios.

Fornece um excelente nível de proteção às tripulações e pode ser facilmente integrado em quase todos os tipos de blindados. Seis ou mais mísseis podem ser carregados no veículo, incluindo dois na torre. O sistema é eficiente devido à combinação de mobilidade e proteção fornecida pelo veículo e curto tempo de reação do míssil Mistral.

O sistema pode ser operado e configurado muito facilmente por um único atirador e pode atingir um alvo com poucos segundos de parada do veículo. Dois mísseis podem ser disparados sucessivamente em menos de cinco segundos em dois alvos diferentes.

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Em sessão no Senado, vários especialistas disseram ser inútil os esforços para evitar a invasão – o ideal é controlar a segurança dos dados

 

Especialistas em segurança disseram, em depoimento a uma comissão no Senado americano, que é tão provável que redes militares dos EUA já tenham sido invadidas por ciberespiões que as tentativas de impedi-las devem parar.

Em vez disso, eles argumentam que a ciberdefesa do país deve ter foco em proteção de dados, não em controle do acesso.
“Nosso modelo mental está errado”, disse James Peery, chefe do Centro de Análise de Sistemas de Informação do Sandia National Laboratories. “Temos de assumir que o adversário está dentro de nossas redes.”

Na prática, isso significa gastar menos tempo e esforço erguendo firewalls e gateways e mais tempo garantindo que os dados estão seguros, afirmou.

Kaigham Gabriel, atual chefe da Agência de Pesquisa Avançada da Defesa, comparou os esforços atuais de cibersegurança do Departamento de Defesa dos EUA (DoD) a “jogar água no oceano”.

“Tudo o que conseguimos foi atrasar um pouco o dia em que o DoD sucumbiu ao peso de manter as defesas de sua rede”, disse. O DoD supervisiona nada menos que 15 mil redes, que conectam cerca de sete milhões de dispositivos.

“Não é que estejamos fazendo coisas erradas – é a natureza de jogar na defesa no mundo cibernético”, disse.

Os experts também disseram que o processo de contratação do governo atrapalhou. Eles citaram baixos salários e demora em promoções como fatores negativos para atrair e manter talentos na área.

FONTE: IDGNow, via resenha do Exército

 

A Venezuela aumentou suas importações de armas em 555%  entre 2007 e 2011 e saltou de 46 para 15 na lista dos maiores importadores mundiais, diz o Stockholm Institute for International Peace (SIPRI). A Venezuela comprou sistemas de armas russos, inclusive tanques T-72 e sistemas S-125 Pechora-2M de mísseis antiaéreos, disse o relatório.

Ele acrescentou que a Venezuela chegou a um acordo de US$ 4 bilhões para comprar mais equipamento militar no futuro. As contas revistas pelo relatório do SIPRI dizem que o país gastou US $ 560 milhões em armas importadas em 2011 e um total de US$ 2,652 bilhões desde 2007.

Na América do Sul, Chile e Venezuela representaram 61% das importações na região e o relatório ainda diz que o Brasil assinou acordos de compra de armas com a França e a Itália “que resultarão em um aumento dramático no volume de importações na próximos anos. ”

O comércio mundial de armas convencionais em 2007-2011 aumentou 24% com relação aos cinco anos anteriores, de acordo com um relatório.

Estados Unidos mantém a sua hegemonia global como o maior exportador, enquanto a Índia foi o país que mais armas comprou nos últimos cinco anos, seguido por quatro outros países asiáticos.

FONTE: Sipri.org, via FAV-Club

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Europa: recessão continua em 2012 e indústria da China preocupa

China, Alemanha e França, três das cinco maiores economias do mundo, apresentaram preocupante contração no resultado de suas indústrias no mês de março e derrubaram as Bolsas.

De acordo com resultados do PMI (Índice Gerente de Compras), taxa em que valores abaixo de 50 mostram contração, os três países apresentaram os piores resultados dos últimos quatro meses.

A China, segunda maior economia, e a Alemanha, quarta força mundial, ficaram com PMI de 48,1; a França, quinta potência econômica, ficou com 47,6. Com esses resultados, fica afastada a hipótese de retomada do crescimento no continente no curto prazo e aumenta o risco de contágio a partir da crise grega.

FONTE: Folha de SP

 

Mercado Internacional de Armas

1. Mercado de Armas em 2011: US$ 30 bilhões.

2. Maiores Fornecedores: EUA 30% / Rússia 24% / Alemanha 9% / França 8% / Reino Unido 4% / Vários 25%.

3. Maiores Compradores: Ásia 44% / Europa 19% / Oriente Médio 17% / Américas 11% / África 9% /

4. Na Ásia: Cinco maiores clientes, pela ordem. Índia, Coreia do Sul , Paquistão ,China e Cingapura.

FONTE: Stockholm Institute for International Peace – SIPRI – Estado de SP (20).

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