Há 71 anos, começava a Operação Barbarossa

Operação Barbarossa (em alemão: Unternehmen Barbarossa) foi o codinome pelo qual ficou conhecida a operação militar alemã para invadir a União Soviética, iniciada em 22 de junho de 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, rompendo assim com o Pacto Ribbentrop-Molotov (ou tratado de não-agressão) acordado entre os dois Estados menos de dois anos antes.

Considerada a maior e mais feroz campanha militar da história em termos de mobilização de tropas e baixas sofridas, onde 4,5 milhões de soldados do Eixo invadiram a União Soviética numa frente de 2900 km sendo também utilizados 600.000 veículos automotores e 750.000 cavalos.

Os planos para a Operação Barbarossa iniciaram no dia 18 de dezembro de 1940, sendo o seu nome devido ao monarca Frederico Barbarossa, do Sacro Império Romano-Germânico, um dos líderes da Terceira Cruzada no século XII.

O objetivo inicial da Operação Barbarossa era uma rápida tomada da parte europeia da União Soviética a oeste da linha que liga as cidades de Arkhangelsk e Astrakhan, chamada de linha A-A na Diretiva nº 21 de Adolf Hitler. Até o final do mês de janeiro de 1942, o avanço alemão foi paralisado pelo Exército Vermelho. Embora não tenha alcançado o objetivo desejado de uma conquista total do território inimigo e a vitória sobre este, as tropas alemãs haviam conseguido tomar as mais importantes áreas econômicas do território soviético, concentradas principalmente na Ucrânia. Fora estes sucessos alcançados, os alemães não conseguiram formar novamente uma força ofensiva que chegasse até Moscou.

Com a falha da Operação Barbarossa, ficaram complicadas as futuras operações dentro do território soviético, tendo todas estas tentativas falhado, como a continuação do Cerco de Leningrado, Operação Nordlicht, e a Batalha de Stalingrado, entre outras batalhas no território soviético ocupado.

Com a falha da Operação Barbarossa, foi aberto um novo fronte na Segunda Guerra, a Frente Oriental, onde foram concentradas mais forças do que em qualquer outro teatro de guerra da história, sendo assim, ficou inevitável que neste fronte ocorressem algumas das maiores batalhas, baixas e atrocidades, trazendo o horror para as forças alemães e soviéticas que ali se enfrentavam, influenciando decisivamente no curso da guerra e da história do século XX.

FONTE: Wikipedia

 

ÖRNSKÖLDSVIK, Suécia – Caberá à BAE Systems modernizar e montar veículos blindados de combate CV90 para o Exército da Noruega, segundo um contrato estimado em £500 milhões (US$ 750 milhões), firmado com o governo do país.

A empresa deverá modernizar a atual frota de 103 veículos CV9030, datados dos meados da década de 90. Além disso, a empresa também está encarregada de fornecer novos chassis, de modo que os 144 veículos CV90 possam ser configurados de diferentes formas, incluindo uma variante equipada com um conjunto de sensores, adquirindo assim uma maior capacidade de vigilância.

“Nossa experiência com os veículos CV90 é longa, o que nos permitiu adquirir um considerável conhecimento do sistema. Razão pela qual, optamos por novos desenvolvimentos junto com o nosso fornecedor da Suécia”, explicou Petter Jansen, diretor executivo da Organização Norueguesa de Logística da Defesa. “Trata-se de um dos maiores investimentos feitos pelo Exército, sendo uma importante parte do plano de modernização de nossas forças armadas”.

De acordo com o projeto, serão fornecidos 74 veículos de combate de infantaria, 21 de reconhecimento, 15 de comando, 16 de engenharia, 16 de multiemprego e dois de treinamento de condutores. Os veículos de multiemprego podem realizar diferentes tarefas, inclusive carregar morteiros e executar funções de logística.

“Este pedido comprova a confiança depositada pela Noruega na família de veículos CV90”, afirmou Tommy Gustafsson-Rask, presidente da BAE Systems Hagglunds. “Continuaremos investindo no sistema CV90 e desenvolvendo o veículo, para mantê-lo na vanguarda tecnológica e, sobretudo para incorporar aperfeiçoamentos em suas capacidades de proteção e digitalização, a fim de que permaneça sendo o veículo mais avançado do mundo, em sua categoria”.

Com a incorporação das lições aprendidas com as operações norueguesas no Afeganistão, a nova frota de veículos terá muito maior capacidade de proteção, sobrevivência, noção da situação no entorno, inteligência e interoperabilidade.

A indústria norueguesa desempenhará um papel preponderante. Caberá à Kongsberg Defence & Aerospace liderar a equipe da Thales Norway e Vinghøg. A equipe da Kongsberg estará encarregada do sistema integrado de dados e informações, inclusive da integração dos sistemas de armas, sensores, comunicações e segurança. Todas as variantes dos veículos serão equipadas com a estação de armas remota Kongsberg Protector.

O veículo CV90 sueco é a opção dos países nórdicos (Noruega, Suécia, Dinamarca e Finlândia), assim como da Suíça e da Holanda. O primeiro CV90 foi entregue à Suécia, em 1993, sendo que o número de veículos deste veículo, já encomendados deverá subir para mais de 1.200.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global que atua nos segmentos de segurança, defesa, e aeroespacial com aproximadamente 94.000 funcionários em todo o mundo. A companhia fornece uma linha completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como soluções avançadas em eletrônica, segurança, tecnologia da informação e serviços de suporte a clientes. Em 2011, a BAE Systems alcançou vendas no valor de £19.2 bilhões, cerca de US$ 30.7 bilhões.

No Brasil, a BAE Systems está presente desde os anos 70, por meio de sua predecessora a VT Shipbuilding. Atualmente, a empresa mantém um escritório em Brasília (DF), que dá suporte às Forças Armadas, no que diz respeito a equipamentos como canhões navais, radares, veículos blindados, controles de voo para aeronaves, entre outros; e que busca estabelecer parcerias mutuamente benéficas, por meio da transferência de tecnologia, com os setores de segurança e defesa brasileiros.

DIVULGAÇÃO: G&A Comunicação Empresarial

Legenda da Foto: A última geração dos veículos de multiemprego CV90 incorpora uma ampla gama de aperfeiçoamentos, introduzidos desde os primeiros modelos.  Entre as inovações feitas, destacam-se uma melhor capacidade de proteção, sobrevivência, noção da situação no entorno, inteligência e interoperabilidade, com a incorporação das lições aprendidas com as operações executadas no Afeganistão pela Noruega. Versões superiores estão disponíveis mediante solicitação.

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São Borja (RS) – No dia 16 de junho, a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, “Brigada José Luiz Menna Barreto”, realizou, no 2º Regimento de Cavalaria Mecanizado, o aprestamento da tropa que participará da Operação Guarani, na província de Misiones, República Argentina, no período de 23 a 30 de junho.

A atividade foi presidida pelo Comandante Militar do Sul, General de Exército Carlos Bolivar Goellner, e contou com a participação de aproximadamente trezentos militares e mais de cem viaturas.

FONTE: Exército

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Nota de Falecimento: Gen Ruy Leal Campello

O Exército Perde o Bravo Soldado, e o Brasil um Patriota

 

Detentor do Bastão de Comando da FEB faleceu aos 95 anos e 5 dias ontem, quinta-feira 21 de junho de 2012 as 22h na Clinica Sao Carlos na Rua Humaitá, em Botafogo – RIO. Deixa 1 filha, 2 filhos, 6 netos e 2 bisnetas.

O velório será na Capela 6 do Cemitério Sao Joao Baptista em Botafogo, a partir das 12h de hoje, sexta-feira 22 jun 2012, e o sepultamento será as 16h.

Ao presenciar a Abertura do II Ciclo de Encontros FEBianos 2012, em 15 de março Último, ninguem poderia supor que em apenas 3 meses iriamos sofrer tamanha e profunda perda, quando nosso já saudoso General Campello prendeu a atenção da platéia por quase 2 horas, com a vibração e o entusiasmo que lhem eram peculiares, descrevendo a atuação da FEB em batalhas memoráveis como a de Monte Castello, onde esteve presente, conforme relatou no seu livro Memórias de Combate – Um Capitão de Infantaria na FEB.

Nesta ocasião Gen Campello foi condecorado com a Croix du Combattant de l´Europe concedida pelo Conseil de la Confédération Européenne des Anciens Combattants e Association Française des Anciens Combattants.

FONTEwww.portalfeb.com.br

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Apesar de preocupado com os desdobramentos políticos da crise no Paraguai, o governo brasileiro demonstrou ontem tranquilidade em relação à operação da usina hidrelétrica de Itaipu.

Segundo o diretor-geral brasileiro da companhia, Jorge Samek, Itaipu nunca deixou de gerar 1 megawatt sequer durante as crises políticas já vividas por Brasil ou Paraguai nos últimos anos. “O tratado [de constituição de Itaipu] blinda [a empresa] das questões políticas de ambos os países”, afirmou Samek ao Valor.

Itaipu já provocou alguns atritos nas relações entre Brasil e Paraguai. Nos últimos anos, por exemplo, o Brasil foi levado a aceitar pagar mais pela energia gerada por Itaipu que o Paraguai não consome. Em meados de 2011, o Congresso Nacional aprovou o projeto que elevou de aproximadamente US$ 120 milhões para US$ 360 milhões tais repasses.

Por outro lado, o executivo disse estar preocupado com a possibilidade de agricultores paraguaios fazerem uma marcha à capital do país vizinho para cobrar avanços na reforma agrária. A iniciativa poderia minar ainda mais a autoridade de Lugo.

FONTE: Valor Econômico

 

Um tapa na nossa cara

O desaquecimento da economia provoca redução na arrecadação de impostos e, com isso, afeta as contas do governo, gerando a necessidade de cortes de gastos. Nada disso impede um movimento no Congresso para acabar com o teto aos salários de funcionários públicos, apoiado pelas corporações sindicais. É, em suma, um tapa na cara dos contribuintes.

O brasileiro já trabalha mais de quatro meses por ano apenas para pagar impostos – e recebe em troca um serviço sofrível. Os gastos com o funcionalismo tiveram uma forte expansão nos últimos anos, inchando ainda mais a máquina administrativa. Foi uma festa na gestão Lula. Dezenas de bilhões são gastos apenas para cobrir os rombos deixados pela aposentadoria dos funcionários público, muito maior do que a dos aposentados normais.

Por trás desse tapa na cara, há uma questão educacional. O brasileiro, em geral, não acompanha questões orçamentárias. Nem entende os mecanismos de pressão nos cofres públicos. Ganha quem é mais organizado.

Estudos de orçamento público deveriam ser obrigatório no currículo escolar.

FONTE: Boainformacao.com.br