Imagens reais de um T-72 sírio alvejado por um lança-rojão

Imagens reais de um T-72 sírio alvejado por um lança-rojão

107
25
SHARE

25 COMMENTS

  1. Desde a 2GM, ficou provada a ineficácia de tanques operando em ambientes urbanos… uma das grandes burradas de Hitler foi exigir o envolvimento das divisões Panzer nas batalhas de rua de Stalingrado…

  2. Pois é isso que não entendo as tropas de Assad estão mandando tanks para serem destruídos que nem baratas e pior sem apoio nenhum???
    Tem um vídeo que foram 3 de uma só vês.
    Eu acho que esse T-72 são muito muito muito fracos.

  3. Na verdade e o RPG-30 que tem o apelido de “Matador de Abrams” imaginem se um rpg desses dependendo do local atingido destrói um dos tanques com uma das blindagens mais resistentes já feita, imagine contra um velho T-72 feito pra ser barato e com bom poder de fogo mais sem blindagem, e olha essa formação dos tanques sírios se pode se chamar de formação sem apoio aéreo ou de tropas terrestres e pedir pra ser alvejado mesmo.

  4. Detalhe que ninguém comentou. Os “rebeldes” dispararam de um local elevado, do topo de alguma construção.
    Porém o projétio que atinge o carro de combate foi disparado do nível da rua.

  5. Sugestão de matéria pra o “Forte’:

    “Arquivo conta o dia de 1963 em que 630 militares sitiaram Brasília”

    oglobo.globo.com/pais/arquivo-conta-dia-de-1963-em-que-630-militares-sitiaram-brasilia-7794059

  6. Se fosse um Merkava Israeli, nada teria acontecido – e se hovesse penetracao do casco, o sistema interno apagaria o fogo antes que ele pudesse fazer algum dano maior, o tanque estaria imobilizado, mas a tripulacao do tanque teria uma boa chance de sobreviver. Com o Trophy instalado haveria a detonacao antes do impacto.

    Tai a diferenca entre um tanque da gercao do T-72 ( como o Leopard 1 que usamos ) e um no estado da arte, a capacidade de sobreviver ao quese chama FIBUA.

  7. Que estrago…

    O triste é ver o estado das ruas da cidade, completamente destruída. Coitado daquele povo.
    São vítimas da “guerra dos tronos” entre as grandes potências.

  8. Aquela explosão secundária, logo após o impacto, deve ser da munição no paiol.

    Depois também ocorrem outras pequenas explosões como se fossem fogos de artifício, o que eu interpreto como denotação da munição da metralhadora coaxial e da torre.

  9. Terrorista é quem dirige a Síria e não os rebeldes a não ser que tenha simpatizante do pulha aqui no Brasil, o que não é impossível.

  10. Caros colegas do blog,

    Após uma análise cuidadosa do vídeo, feita com colegas de outro fórum, moderado pelo renomado Tony Williams, que trabalha com o grupo Janes (fórum em inglês, mas recomendo a quem tem acesso ao idioma ou ‘se vira’ com tradutores; muitos dos membros do fórum trabalham ou conhecem quem trabalha em diversas agências militares pelo mundo)

    http://forums.delphiforums.com/autogun/messages/

    chegamos às seguintes conclusões:

    * primeira, as tropas regulamentares da Síria (SAA) cometeram um terrível engano, ao entrarem com os CC (‘tanques’) em um cenário urbano sem a companhia de tropas desmontadas. Mesmo nos tanques modernos, a visibilidade de dentro do veículo é muito limitada, especialmente em altitude, e a presença de infantes aumenta a consciência situacional

    * segunda, após análise mais cuidadosa do vídeo, feita por pessoas muito mais competentes que eu (ou seja, quase o mundo todo rs), demonstra-se que o que atingiu o tanque – seja um T-72, T-64 ou até mesmo um Merkava, pois o veículo foi atingido por trás – foi um foguete PG-29, do lança-rojão (não sei por que não lança foguetes, mas enfim…) RPG-29. Uma buscada rápida na Internet vai dizer que o PG-29 tem duas ogivas HEAT (carga moldada) em tandem. Uma na dianteira, pequena, especialmente destinada a explodir blindagens reativas (ERA), caso instaladas; se não tiver ERA, a primeira ogiva já tem um certo poder de penetrar a blindagem, como ocorreu neste caso. A segunda ogiva, bem maior, tem capacidade de penetração de 600mm RHAe (unidade normalmente usada para fazer estimativa de nível de blindagem e/ou penetração de armas). Este valor, por si, é muito alto, e poucos CC tem tanta proteção, sobretudo fora do quadrante dianteiro. Como resultado, o CC é perfurado com a mesma facilidade que faca entra no requeijão. O ângulo de entrada, se mais inclinado ou menos inclinado, no caso é irrelevante; como o ataque foi no quadrante traseiro do CC, o PG-29 penetraria com facilidade praticamente qualquer CC do mundo. Claro, é mais provável que tenham pego imagens de outro ataque e colocado tudo junto, mas isso pouco importa. Em análises detalhadas do vídeo em HD é possível ver o PG-29 atingindo o CC em um ângulo de aproximadamente 90 graus, o que sugere que o disparo nesse caso específico tenha sido feito bem próximo do chão. O resultado seria o mesmo.

    * terceira, a explosão da primeira, e sobretudo da segunda ogiva, causam a imediata deflagração (‘cook-off’) da munição no interior do T-72/T-64. Eis aqui mais um erro da tripulação, e um defeito de CC mais antigos, resolvido parcialmente em alguns modelos mais modernos: havia munição no ‘casco’ do CC, e não apenas no carregador automático (autoloader) da torre, fora uma munição na câmara do canhão principal, que não deveria estar lá a menos que o disparo fosse iminente. Resultado: explosões secundárias violentíssimas, uma das quais lançou um tripulante (provavelmente o operador do canhão ou o carregador) fora do veículo. Não sei dizer se esse camarada teve sorte ou azar, pois é facilmente visível que ele sofreu queimaduras gravíssimas no processo. Quando ele corre para o prédio mais próximo procurando abrigo, é possível ver alguns disparos de fuzil e/ou metralhadora atingirem bem perto de onde ele estava.

    * Por fim, mas não menos importante: fica a lição que terroristas (‘insurgentes’ e ‘militantes’ são os termos politicamente corretos, mas quero é que essa moda do politicamente correto vá pra Síria, com passagem só de ida) podem sim ser bastante perigosos, especialmente se conseguirem acesso a armas modernas – o RPG-29 foi, provavelmente, capturado do próprio SAA, que emprega tal arma regularmente, mas nada impede que tenha chego por outros meios ao combate.

    Os terroristas atualmente no controle da Síria, que possivelmente vão ser substituídos por terroristas fundamentalistas, e tudo indica que uma quantidade gigantesca de matéria malcheirosa vai atingir o ventilador por aquelas bandas. O Irã, diretamente e também via terroristas do Hizballah, está apostando tudo na permanência de Bashar Al Assad no poder. Quando ele cair – o que agora é apenas uma questão de tempo – o FSA vai se voltar contra o Líbano (que é governado pelo mesmo Hizballah, provando que o fato de usarem ternos ao invés de armas de fogo não faz deles menos terroristas) e contra o Irã. A confusão que já dura milênios naquela região tende a piorar, e só Deus sabe o que vai virar disso tudo.

  11. P., morrer de balaço ou pisando numa mina é uma m.

    Mas morrer queimado dentro de uma carcaça dessas… pela madrugada…

    Saudações aos cavalarianos. Por isso que a cavalaria é onde o filho chora e a mãe não vê mesmo.

    Na boa? Não é pra mim. Prefiro ser pé de poeira mesmo…

  12. Vader,

    Veja pelo lado “bom”…. a morte neste caso é “indolor”, não dá tempo de pensar nada…. e ainda economiza o crematório…. etc… rssss !

    Falando sério…. que utilidade há nestes tempos atuais um MBT em qualquer cenário… não somente no urbano.

    Diante de RPG’s, mísseis anti-tanque terrestres e lançados por helicópteros …. fica difícil.

    Sds.

  13. Caro Groo, um MBT como esses custa algumas centenas de milhar de dólares para ser adquirido e uma tripulação muito bem treinada para funcionar a contento.

    Um RPG custa alguns milhares e pode ser atirado até por um combatente sem treinamento algum.

    Em ambiente urbano o MBT perde sua melhor capacidade: sua mobilidade.

    Não, não se justifica o uso de cavalaria pesada em ambientes urbanos.

  14. Um dos argumentos que sempre leio sobre a grande vantagem que se obtem de conhecer história militar é que você lê sobre os erros cometidos e assim aprende a não repeti-los.

    È impressionante como isto não é verdade!

    Você lê e comete os mesmos erros!

    Esta história de não se empregar carros de combate em cidades já aconteceu umas 5 ou 7 vezes!

    E continua acontecendo!

    E continuará a acontecer!

    Bacchi

    P.S.: Acho que só uma vez deu certo: foi no Thunder run na 2ª Guerra do Golfo em Bagdá.

    Talvez porque os iraquianos estivessem já completamente desmoralizados e desorganizados.

  15. Ué…

    Cadê os consultores russos?!

    Nenhum russo contou para al-Assad e seus generais o que aconteceu com os tanques russos em Grozni?

Deixe uma resposta