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Saab apresenta sistemas de mísseis antiaéreos na 4ª Mostra BID Brasil, em Brasília

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RBS 70 NG - foto Saab
RBS 70 NG – foto Saab

A Saab, empresa de defesa e segurança, participará da 4ª edição da Mostra BID Brasil, em Brasília, entre os dias 27 e 29 de setembro. Durante o evento, a companhia apresentará seus sistemas de mísseis antiaéreos reconhecidos mundialmente pela qualidade e precisão: o RBS 70 NG e o BAMSE.

“Nossas soluções para defesa antiaérea são altamente tecnológicas e, ao mesmo tempo, de fácil uso e manutenção. Além disso, prezamos para que os sistemas sejam flexíveis e de fácil integração com outros produtos utilizados pelos clientes”, explica Marianna Silva, diretora geral da Saab do Brasil. “Parcerias longíquas e comprometimento com o cliente são algumas das características de nossa companhia”, complementa.

O sistema míssil de baixa altura telecomandado RBS 70, utilizado em vinte países, como Brasil, Argentina, Emirados Árabes, França e Suécia, recebeu melhorias que deram origem ao RBS 70 NG (Nova Geração).

RBS 70 NG e radar Giraffe - foto Saab
RBS 70 NG e radar Giraffe – foto Saab

O aparelho de pontaria ganhou, dentre outros incrementos, um dispositivo de visão termal integrado de alta resolução; um avançado suporte visual para o atirador, que reduz o tempo de reação e agiliza a aquisição do alvo; e a função “acompanhamento automático”, que auxilia o atirador durante o engajamento e amplia a probabilidade de acerto. Além disso, o guiamento foi aprimorado, tornando mais fácil tanto o acompanhamento manual quanto o automático, e o sistema está com gravação de vídeo embutida, permitindo posterior análise dos disparos realizados.

O sistema míssil antiaéreo de média altura telecomandado BAMSE pode operar tanto em rede quanto de modo autônomo. Com alcance superior a 20 quilômetros e teto de emprego de15 mil metros, o sistema possui um radar de vigilância ativo multifeixe e outro de acompanhamento monopulso, do tipo comando automático da linha de visada, para guiamento do míssil.

saab-bamse

Com a possibilidade de lançar dois mísseis telecomandados simultaneamente, o sistema também permite que o operador anule o acompanhamento automático, escolha o ponto de pontaria no alvo e, se necessário, realize a mudança de alvo após o lançamento do míssil.

A 4ª Mostra BID Brasil será realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no Eixo Monumental, Lote 5, Asa Sul, em Brasília (DF), de 27 a 29 de setembro de 2016.

A Saab estará no estande número 67.

DIVULGAÇÃO: MSLGROUP Publicis Consultants

139 COMMENTS

  1. A impressão que da é que a Saab esta desesperada para empurrar o sistemas Bamse para o EB, e isso não é de hoje. O engraçado é que a própria Suécia esta se desfazendo desse sistema

  2. O BAMSE me parece fraco. Só 20 km de alcance?? Por quê tão pouco?? Ele é pelo menos muito barato, se comparado ao Patriot ou ao S-300? Ou tem algum diferencial que justifique o curto alcance?
    .
    Mestre Bosco saberia me responder?? 🙂 Boa tarde a todos!!

  3. Tamandaré, boa tarde colega.

    Pergunto:
    Muito barato, quanto?
    Li no texto que era 15km de altura, e não 20, isso procede de outra informação?
    E, se alguém puder me dizer, mas acho que este BAMSE não concorre com o S-300 ou Patriot, penso que eles seriam de segmentos diversos, estou errado?
    Por fim, alguém pode fazer o comparativo com o tal do Pantsir? digo, em preço e características.

    Se alguém puder, agradeço.

  4. Tamandaré,
    O BAMSE é um sistema de proteção de curto alcance (SHORADS). O peso do míssil é de 85 kg.
    O S-300 é de grande alcance/altitude (HIMADS), com peso de 2 t. São de segmentos diferentes.
    O BAMSE é do mesmo segmento do Pantsir. Na verdade ambos têm o mesmo envelope cinético (20×15), sendo o míssil sueco mais afeito à proteção de pontos estratégicos, tendo maior mobilidade estratégica (via aérea) e o Pantsir mais afeito á proteção de alvos táticos.
    Ambos são guiados por comando automático para a linha de visada (ACLOS), sendo que os mais novos Pantsir por ter um radar de direção de tiro de varredura eletrônica são guiados por COLOS (comando fora da linha de visada), o que permite que até 3 alvos sejam adquiridos ao mesmo tempo.
    Ou seja, em termos de orientação o Pantsir (versão S1, salvo engano) é de concepção mais avançada, em compensação em termos de manobrabilidade o BAMSE é melhor por ter um segundo estágio propulsado, enquanto o segundo estágio do míssil do sistema Panstir é não propulsado.
    Já a ogiva do Pantsir é mais efetiva, pesando 20 kg, enquanto que a ogiva do BAMSE é menor, em torno de 1 kg apenas. Na verdade o segundo estágio do BAMSE é um míssil RBS-70 modificado para ser guiado por ACLOS/radar e não por laser (beam rider).

  5. Grande Boscopédia arrebentando a boca do balão novamente.
    Será q com a aproximação da Saab cada vez maior, ela pode conseguir vender seu sistema ao EB já q o Pantsir tá agarrado ate hoje e eles podem se dar ao luxo de parcelar e facilitar a venda como fizeram com o Gripen p a FAB ???

  6. Jr,
    A grosso modo há 4 segmentos de mísseis sup-ar:
    a- portátil (V-SHORADS)
    b- curto alcance (SHORADS)
    c- médio alcance (HIMADS)
    d- grande alcance (HIMADS)
    Os portáteis são os mísseis manpads/crewpads, lançados do ombro ou de pedestais, guiados por calor ou laser, pesando até 18 kg. Os de curto alcance são os veiculares, em geral guiados por “comando” (pesando entre 40 e 100 kg), sendo cada veículo autônomo em relação a lançar e guiar os mísseis.
    Os de médio e grande alcance são mísseis dotados de sistema de orientação autônoma, seja por IR, IIR, radar ativo ou radar semi-ativo.
    Fato é que o segmento de mísseis de “curto alcance”, dos quais faz parte o Bamse e o Pantsir, está em franco desuso no Ocidente. Há uma tendência de pular do “portátil” direto para o de médio alcance.
    Na Rússia a coisa é um pouco diferente. O Tor e o Pantsir terão vida longa tendo em vista que os mísseis de médio alcance deles serem muito pesados, haja vista o Buk. Ficaria “esquisito” passar de um míssil de 10 kg (Igla) direto para um de 700 kg (Buk).
    No Ocidente os mísseis portáteis (até 18 kg) vão passar direto para mísseis da classe de 120 kg. O último exemplar desse segmento no Ocidente é o Bamse. Mísseis como o Roland, Rapier e Crotale não serão substituídos por mísseis equivalentes.

  7. Juarez,
    Exato!
    A lista dos médios é mais ou menos esta: VL-Mica, GL Umkhonto, Iris-T SL, Spyder, NASAMS/SLAMRAAM, CAMM(L), Iron Dome, Aspide 2000, etc.
    Depois vem os de grande altitude/grande alcance: Patriot (320 a 900 kg), MEADS (340 kg), SAMP-T (450 kg).
    Já na Rússia tem médio de 700 kg e pesado de 1800 kg. Como disse um colega, o que pra nós aqui é GG lá pra eles é M. rrssss

  8. Os sistemas de orientação puramente por “comando” estão em desuso e devem ser completamente substituídos no futuro por mísseis com seeker (homing), mas eles têm duas grandes vantagens: o custo (já que não tem um custoso seeker que se autodestrói a cada lançamento) e em tese uma maior capacidade de resistência às contra-medidas já que um sistema de direção de tiro de grande porte tem mais recursos que um simples “seeker”, que por vezes pesa menos de 2 kg.
    O BAMSE e o Pantsir são meio que “hors concours” porque apesar de serem leves (85 e 75 kg respectivamente) eles têm um envelope cinético que os habilita a serem classificados como de “médio alcance”.
    Os mísseis de curto alcance “normais”, guiados por CLOS em geral têm alcance horizontal de não mais que 12 km e vertical de 8 km.

  9. Grande Bosco, grato pelas explicações! Aind abusando de sua paciência, eu te pergunto: qual dos dois sistemas seria melhor: Pantsir ou BAMSE? Ou eles estariam empatados?!
    .
    Boa noite a todos

  10. Mas sempre vão haver defesas em camadas. Os de longo alcance defendendo estrategicamente uma vasta área, os de médio, locais de suma importância e os de curto, pontos imprescindíveis.
    Inclusive um apoiando o outro mediante o avanço das armas standoff, com baixa assinatura radar e tamanho diminuto.
    Esta área costuma consumir muita tecnologia e verba….é para poucos.

  11. Tamandaré,
    Como parece que o Pantsir seria utilizado aqui no Brasil para defender pontos estratégicos eu acho o BAMSE me parece mais adequado. Ele pode ser facilmente transportado por um C-130 ou KC-390. Seria interessante para a proteção das bases aéreas, etc.
    E imagino que deva ser mais barato que o sistema russo tendo em vista que um só radar de vigilância pode fornecer alerta para vários lançadores.
    O que não gosto muito no BAMSE é que o lançador (MCC) é tripulado e não de controle remoto. Ficam dois operadores lá dentro.
    A vantagem é que o sistema de direção de tiro (radar, antenas e optrônicos) fica num mastro elevável e um míssil antirradar explodindo lá não afetaria a tripulação que fica protegida na “cabine” embaixo.

  12. Bardini,
    Talvez uma melhor opção seja o CAMM-L que dizem estaríamos interessados e que deverá ser integrado na nova corveta. Tem também o Spyder, que já utilizamos os mísseis (Derby e Python V). Ou quem sabe o Spada 2000, que também já utilizamos nas fragatas? Ou o Iris-T SL, que parece já compramos? Ou quem sabe o NASAMS, se optarmos pelo amraam no Gripen NG. São tantas opções e tantas emoções. . . rsrss Falta só é din-din.
    O Barak 8 é da turma dos de longo alcance/grande altitude, embora seja “peso leve”.
    Eu acho que devemos primeiro ter um sistema mais leve ainda, um míssil de médio alcance, e só depois embarcar em um sistema realmente de longo alcance/grande altitude, mesmo porque pra grande altitude já temos encomendados os Gripen NG.
    Mudando de pato pra ganso, vale salientar que essas classificações estão ficando confusas tendo em vista que cada dia os mísseis ficam menores mas o desempenho aumenta. Quem diria há uns anos atrás que um míssil de menos de 300 kg poderia ter alcance de mais de 100 km.

  13. bosco123 20 de setembro de 2016 at 22:42
    .
    Eu, particularmente gosto muito do sistema Spyder. Se fosse para escolher um e colocar na balança preço x padronização x confiabilidade x utilidade, ficaria com ele.
    Padronizaria FAB ( Gripen e AAA), EB (AAA) e MB ( AAA CFN e Gripen, se esse delírio sair) com Pythoon 5 e Derby. Tio Jacob não deixa na mão…
    Meteor viraria “bala de prata”.
    MB, iria de Sea Ceptor (deveria ser ESSM…) para defesa de ponto e ASTER 30 para defesa de área.
    .
    Com o Spyder, cobriríamos até 16 km x 50 km… (Derby-ER)
    ( pra quem quiser ver: http://www.rafael.co.il/marketing/SIP_STORAGE/FILES/1/1201.pdf )
    Mais isso seria o que eu escolheria…
    Coisa fora da conjectura dos fatos…
    .
    O CAMM é muito interessante, tanto quanto o Spyder. A Avibras que o diga…
    Mas a futura versão A2A não teria vez na FAB.
    .
    O Spada será substituído pelo CAMM-ER na Itália. De um pdf da MBDA a respeito do CAMM:
    .
    ” The UK’s current inservice Rapier ground based air defence system is planned to be replaced by the CAMM based weapon and the Italian MoD Spada to be replaced by the CAMM-ER based system”
    .
    Uma coisa é certa… O A-Darter fica sobrando em qualquer história… Nem a FAB e nem a “BID” devem saber o que fazer ou o que vai ser desse projeto…

  14. Bosco, obrigado pela aula que você deu, a Suécia esta trocando o BAMSE justamente pelo IRIST-SL e se não me engano a Suécia era o único país que utilizava o BAMSE, ele também esta sendo oferecido em uma concorrência na Índia, mas parece que eles não tem muita chance. Também acho que a melhor solução seja o CAMM(L) a MB já o escolheu e a MBDA já tem um acordo com a Avibras, claro que vai depender do preço que vão cobrar. Quanto ao Spyder eu era fã, mas acho que a imagem dele ficou meio arranhada depois da guerra da Georgia

  15. Felipe,
    Os sistemas denominados V-SHORADS, que inclui os canhões AA e os mísseis portáteis não deixam de ser SHORADS. O “V” aí é só um preciosismo. rrssss
    Os sistemas sup-ar veiculares guiados por ACLOS tinham em relação aos mísseis portáteis uma ogiva mais pesada (e eficiente), um alcance de pelo menos o dobro e a capacidade “todo o tempo”, por adquirirem o alvo via radar (opcionalmente por meio visual).
    Exemplo desses mísseis: Roland, Crotale, Rapier. Eles são móveis e totalmente autônomos e montados em veículos blindados são aptos à defesa de forças móveis, como colunas de blindados, etc.
    Por sua vez os mísseis portáteis tinham desempenho sofrível enquanto os mísseis de médio alcance (HIMADS leves) eram muito complexos e pesados para lidar com alvos muito próximos (o Hawk precisava de 4 radares pra funcionar).
    O que houve foi que os mísseis portáteis passaram a ter um desempenho muito melhor, igualando e até superando o desempenho das versões iniciais dos mísseis veiculares.
    Um moderno veículo antiaéreo dotado de mísseis Stinger, Starstreak, RBS-70 ou Mistral em suas versões mais recentes, com mira sofisticada, estabilizada, é tão letal quanto os mísseis guiados por ACLOS a um custo bem menor, sendo muito mais leves e compactos e fáceis de manejar no campo de batalha.
    Ou seja, hoje os mísseis portáteis lançados de ombros ou de pedestal quando instalados em veículos e combinados com miras optrônicas sofisticadas ocupou o espaço dos antigos mísseis ACLOS. A desvantagem é só relativa à capacidade “todo tempo”, mas essa é preenchida pelos novos mísseis de médio alcance, leves (menos de 200 kg), flexíveis, com capacidade “todo tempo” e facilmente transportáveis via aérea. Estes cobrem aqueles e são todos cobertos pelos verdadeiramente de longo alcance.
    Só de exemplo e utilizando o USA como exemplo, havia o Redeye, o Chaparral, o Hawk e o Nike Hercules. Hoje tem o Stinger e o Patriot. Ou seja, os americanos fizeram foi cortar duas classes. Eles iam adquirir o SLAMRAAM mas não houve verba e acharam que seria pouco útil.
    Espero ter conseguido explicar. rsrsrs
    Um abraço.

  16. bosco123 20 de setembro de 2016 at 21:38
    Dizem que o Pantsir “não cabe” – “não entra” no 390 (rs), veremos !
    ______________________________________________________

    O Spyder é noossa melhor opção.
    A integração com outros meios que já possuímos é um diferencial impar !
    Sem falar na mobilidade.
    O Pantsir estamos pagando uma fortuna e para quê ?
    Defesa de ponto estratégico ?
    Temos que ter um multi propósito !
    ______________________________________________________

    http://www.rafael.co.il/Marketing/186-704-en/Marketing.aspx

  17. Mas bosco, as defesas VSHORAD do ocidente não apresentam um desempenho claramente inferior à sistemas SHORAD dedicados, como o Tor-M2 e o Pantsir? Além da prontidão e capacidade desses últimos em defender alvos contra ataques ligeiros, como comboios atacados por aeronaves dedicadas à caça anti-tank e helicópteros à cerca de 20km ou mais? O ocidente vê isso como uma falha na sua defesa ou crê que está apto à bloquear essas ameaças antes que estas se aproximem? Um fato é: Um stinger ou mesmo um RBS-70 não é um Pantsir. É só uma dúvida.

  18. O Tor-m2 não é shorad dedicado só o pantsir. é o sistema spyder,mica vl, iris-t vl e camm-l cumprem muito bem esse papel ou ate melhor “em defender alvos contra ataques ligeiros, como comboios atacados por aeronaves dedicadas à caça anti-tank e helicópteros à cerca de 20km ou mais”. Alias o Tor-m2 ta mais pra equivalente do camm-l e iris-t vl, só não tão bom quanto

  19. Felipe,
    Esse nível de ameaça seria neutralizado pelos mísseis de médio alcance, que se movem para acompanhar o deslocamento das colunas mas operam estáticos, camuflados.
    Um veículo “SHORAD dedicado” como você disse, é um alvo muito exposto no campo de batalha e pelo menos no Ocidente parece que abriram mão deles preferindo distribuir as defesas entre muitos veículos AA leves armados com mísseis portáteis e operando passivamente, linkados aos radares de alerta mais á retaguarda, jundo com os mísseis de “médio alcance”.
    Na verdade muito desses sistemas de “médio alcance” têm alcance não muito superior aos mísseis SHORAD dedicados, mas operam de forma diferente.
    O Rapier será substituído pelo CAMM-L. O Roland pelo MICA e Iris-T. O Crotale pelo Mica e Iris-T. etc. E no Ocidente não se vê nenhuma movimentação no sentido de renovar esse conceito com uma nova leva de mísseis CLOS operando em movimento.
    Todos os operadores de sistemas de mísseis sup-ar móveis guiados por CLOS estão abandonando o conceito em benefício da combinação “portátil + médio alcance”.

  20. Bardini 20 de setembro de 2016 at 20:49
    .
    Já defendi uma ideia parecida, derivada do ADATS, pois temos o radar, os mísseis e a viatura, mas nos falta quem tenha competência e expertise para integrar tudo isso junto.

  21. O Pantsir eu entendo que deva ser encarado, dentro da conjectura Russa, como se fosse todo um “Skyguard” sob uma só plataforma, por exemplo… Não seria destinado a atirar no “arqueiro”, mas sim nas “flechas”. Tanto que ele atua dentro de um envelope que possui os sistemas para lidar com o tal “arqueiro”.
    .
    Não acho que o Pantsir seja o ideal para o Brasil. Com o CAMM via Avibras, o ideal (pelo menos, mais factível), no meu entender seria:
    .
    Baixa Altura estática:
    – Igla-S: (3,5 km x 6 km)
    – Oerlikon 35 mm (4 km)
    – RBS-70: (5 km x 9 km)
    .
    Baixa Altura móvel:
    – Igla-S: (3,5 km x 6 km)
    – Gepard (4 km)
    – RBS-70: (5 km x 9 km) montado em um lançador sob uma plataforma móvel, como o Guarani. Algo semelhante ao ASRAD-R.
    .
    Média Altura:
    – EMADS, com CAMM e CAMM-ER, by Avibras.
    .
    https://www.youtube.com/watch?v=nMWsLffI8Xk
    .
    Assistam e raparem em 0:28. Plataforma de lançamento: Avibras Astros rsrs…

  22. Amigos a nossa vulnerabilidade maior não é a tropa, espalhada no terreno e móvel. São os pontos sensíveis fixos que podem por o país de joelhos: Itaipu, estação Ivai-Porá ( estas duas quebram a nação) e outros como pontes férreas ( poucas e de dificil construção), etc…Pra os meios existentes na AL, a .50 orgânica dos blindados e CC ja cumpre bem função de defesa das colunas, cuja melhor defesa, repito, é a mobilidade.

  23. Esse sistema é o melhor até nível de brigada e não emite radiação. O Exército Brasileiro comprou alguns MANPADS RBS 70 VSHORAD só para a 1ª brigada AAe aqui no RJ em 2013. Bom seria em cada brigada ter uma 2 baterias deste. Agora que o Brasil esta quebrado que é não.

  24. Perfeito comentário Colombelli, se atingirem a estação de conversão de Ivaí Porã, já era, vamos voltar para a idade média.
    Qualquer sistema que se adquirir e provavelmente serão em número reduzido, deverão ser altamente móveis a e aerotransportados.
    O Pantsyr precisa ser parcialmente desmontado para que a viatura três eixos caiba no 390, o Spyder vai full, o Iris T SL também vai, não sei se o CAMM vai.

    G abraço

  25. Felipe,
    Eu até acho que faz falta um sistema intermediário. Os americanos quase adquiriram o ADATS. Na época teriam ficado com o Stinger, ADATS, Hawk e Patriot.
    Mas a tecnologia desses radares 3D e a miniaturização de seekers autônomos fez os mísseis “médios” ficarem muito mais leves, simples e flexíveis, além de poderem engajar alvos mesmo em baixíssima altitude, podendo até atingir alvos em ultra baixa altitude vindos de um nível alto a partir de uma trajetória parabólica e inclusive fora da linha de visão do lançador. Isso permite por exemplo que um AWACS possa operar conjuntamente com um posto de tiro contra alvos fora da linha de visão.
    O SLAMRAAM por exemplo foi planejado para engajar inclusive mísseis cruise em voo ultra baixo detectados por radares colocados em balões cativos.
    Estas características dos mísseis “médios” fazem os mísseis de sistemas SHORAD veiculares menos atrativos.

  26. Entendo. Bosco, você acha que o novo esforço do U.S Army com o seu Multi-mission Launcher (MML) faz parte do desenvolvimento de uma plataforma SHORAD para preencher essa lacuna do ADATS? Não creio que um sistema que já testou com sucesso os mísseis: Aim-9X, MHTK, Hellfire Longbow, Stinger e o míssil Tamir (Iron Dome) esteja sendo desenvolvido para abater simples drones, como diz o artigo a seguir: http://www.waaytv.com/redstone_alabama/what-is-the-multi-mission-launcher-and-why-do-we/article_5e509b4c-07e3-11e6-ab42-7393099a56cb.html . No final desse artigo, porém, um general do US Army diz que o sistema é muito capaz e pode ”derrotar mísseis de cruzeiro”

  27. Felipe,
    Na verdade há uma lacuna mas é devido à falta do SLAMRAAM e não do ADATS. O ADATS foi só uma intenção de ter algo melhor que o péssimo Chaparral (e antes do ADATS testaram o Roland e o Sgt York).
    O SLAMRAAM sim faz falta. Os americanos pulam do Stinger para o Patriot, que não é nenhuma maravilha na defesa de ultra baixa altitude.
    Pra minorar o problema estão integrando o radar Sentinel com o sistema Patriot que utilizando seus mísseis guiados por radar ativo (PAC-3 e PAC-3 MSE ) poderá cobrir a falta do Slamraam. Ainda é uma incógnita se o USA irá adquirir o MEADS, que faria muito bem o papel do Slamraam e até poderia aposentar o Patriot.
    Além disso os americanos estão implantando o conceito “Army Integrated Air and Missile Defense”, que irá integrar tudo (radar Sentinel, Avenger, Patriot, THAAD, Centurion, laser, etc.) num sistema única ligado em rede, e é nesse contexto que entra o sistema MML que poderá lançar mísseis de custo menor que os do sistema Patriot para a defesa mais adiantada.
    Os mísseis lançados do MML terão alcance de até 20 km e farão a ponte entre o Stinger/Avenger e o Patriot.
    Num futuro próximo a família de mísseis do USA deverá ficar assim: EAPS (?), Stinger, AIM-9X/2, Pac-3, PAC 2, Stunner (??), THAAD, THAAD-ER.
    Um abraço.

  28. Collombeli,
    .
    Toda vez que citam a defesa da infraestrutura me vem a mente a AAA de tubo do EB.
    .
    Uma hora vão ter que tirar o escorpião do bolso e renovar este braço da AAA. Tem certas coisas que com Igla-S e RBS-70 não dá para lidar.
    .
    Os Gepards poderiam ser uma saída, mas são poucos os que se tem e seriam melhores aplicados a proteção da tropa. Também não são aerotransportáveis…

  29. Jairo,
    Você está equivocado! O alcance divulgado do Pantsir é 20 km horizontal e 15 km vertical.
    E vale salientar que essas distâncias máximas não podem ser estabelecidas simultaneamente. Ou se atinge um alvo a 20 km de distância mas que esteja bem mais baixo que os tais 15 km ou se atinge um alvo a 15 km de altura mas que esteja bem mais próximo que os tais 20 km. Nunca os dois ao mesmo tempo.
    O envelope cinético de um míssil antiaéreo pode ser traduzido num forma de gota e não de um retângulo.

  30. Bardini eu acho importante manter a artilharia de tubo, porque enquanto tem munição ela opera ainda que com menos eficiência que outros meios. Já os misseis são caros e poucos.
    Considerada as ameaças potenciais na AL, que é o que nos importa, os Oerlikon e Bofors L-70 ainda dão um bom caldo, ainda mais com guiagem por radar.

    Mas seria bem vindo um sistema de telêmetro e visão noturna como tem nos ultimos modelos do Oerlikon 35. A Espanha modernizou mais de 9 dezenas deles. Temos 62 peças.

    Eu acho a aerotransportabilidade secundária. No sul/sudeste/centro oeste/nordeste vai por via rodoviária. No norte onde seria imprescindível, tem poucas estruturas sensíveis e daria tempo de levar desmontado se preciso fosse. Por isso acho que deveriamos ter pego mais Gepards para defesa de ponto. A defesa de colunas blindadas com eles é desnecessária.

  31. Mas os Oerlikon 35 do Brasil são da versão GDF001 (se não me engano), não sei se poderiam ou se seria viável pássalos para a versão GDF007, como foi feito pelos espanhóis, que possuíam a versão GDF005.
    .
    Um Oerlikon 35 GDF007 com munições AHEAD seria o ideal, se não vier mais Gepard.
    .
    Os canhões Bofors 40/70, na minha opinião, já deveriam ter passado para a reserva.

  32. Creio que visão noturna e telêmetro podem ser facilmente agregados. Problema de um novo da ultima versão é o preço. O Bofors dispara munição explosiva com espoleta de proximidade, o que o torna mais eficiente que o 35mm que temos. Eu confio neles diante das nossas ameaças potenciais.

  33. Até a implantação da munição AHEAD (KETF) neste século o canhão de 35 mm fazia parte do grupo de canhões AA de impacto direto, juntamente com o de 20, 25 e 30 mm. O ideal dessa turma era ter uma alta cadência de tiro, pelo menos próximo de 1000 t/min.
    Já canhões de 40 mm pra cima sempre foram utilizados com munição de alta fragmentação e explosão aérea , seja utilizando espoleta de tempo, altitude ou proximidade.
    O Orelikon de 35 mm apesar de contar opcionalmente com a munição AHEAD, dotado de espoleta de distância, ainda é muito utilizado no mundo todo como um “simples” canhão de impacto direto. No Brasil a versão rebocada não está apta a disparar a munição AHEAD e portanto são de certo modo “subutilizados”, já o Gepard, salvo engano, tem essa capacidade mas não conta com essa munição disponível.
    Ambos funcionam como uma metralhadora gigantes.

  34. Amigo Bosco!
    Na realidade, sempre considerei o Pansir-C1 como intermediário na hierarquia dos sistema AA russo (após Gibka ,Tunguska e Tor/Pantsirenok).O míssil dele (57E6) cineticamente é capaz somente ate 18 km.E vamos dar um desconto pois nessas condições não pode fazer mais que 5-6G que seria muito pouco , Voce sabe 🙂 ..Vou falar mais simples: raio de 15 km ta bom para ele!
    Mas o grande lance dele é “andar e cagar” ou seja : sem pontos mortos fica atirando em movimento.Sem precisar mais ninguém! E se linkar – um deles pode levar outros 5 como escravos formalizando uma intranet.E cada intranet dessa pode linkada com Tor e/ou Buk! E isso ja outra historia..Tor tem pontos mortos mas é uma ótima cobertura de tudo.Basicamente , divisão de Tor ou Pantsirenok com divisão de Pantsir podem fazer uma bolha razoável para cobrir um ponto como usina nuclear ou hidroelétrica mesmo contra ataque “exagerado”.
    E ca entre nos : BAMSE sem “girafa” é basicamente inútil . E com Girafa (dentro da nossa área florestal ) – tb é. Alem disso a transmissão na faixa larga e recepção – na estreita diminui o tempo de resposta.Alem disso : primeiro tiro na Girafa – Bamse fica cego.
    Pessoalmente nao gosto de Pansir pois demora muito para recarregar e tem limite obvio de transporte pois gasta em media de 3 horas para preparar a viagem dele numa plataforma de trem ou KC-390.Mas o radar milimétrico e canhão eu gosto :)!O míssil é ruinzinho(vai ser substituído em breve).Se colocar algo mais eficiente nele – vai ter ninguém para competir (dentro da faixa , é claro)…Fico com a Tor e Python nos campos próximo e intermediário.
    Taticamente.Estrategicamente temos que considerar outras coisas.E ai as coisas mudam.
    Um abraço!

  35. Na minha humilde opiniao,poderiamos mobiliar nossa hj quase inexistente AAA da seguinte forma!; 5 baterias pantsir-s1 ou -sm e 5 baterias buk-m3 alem de baterias de rbs-70 NG e igla-s para os 5 grupos de AAA do exercito!
    mais 3 baterias pantsir e mais 3 baterias vityaz s-350,mais rbs-70 ng e igla-s para cada grupo de defesa AAA da fab, e uma ou 2 baterias pantsir mais rbs-70 e igla-s para os fuzileiros navais.
    todos os pantsir sobre caminhoes MAN,assim como o vityaz s-350e … e mantendo os buk-m3 sobre seus chassis sobre lagartas mesmo!
    cada dessas baterias teriamos uma unidade do saber200 como backup ou complementando os radares originais de cada sistema!… e mais 3 radares giraffe 8A para a força aerea!
    aposentando todos os canhoes AAA que hj sao insuficientes e obsoletos!

  36. Pantsir é uma furada para o Brasil… Se viesse, como o programado, seria com 57E6-E, ai iria ter dinheiro pra já “modernizar o sistema”? Comprar mais míssil? Nem em sonho…
    .
    Aí ficaríamos com um canhão que não compartilha munição com os outros canhões que temos e é pior do que o dos Gepard/ Oerlikon GDF001 e o míssil seria pior do que um CAMM…
    .
    Ainda bem que não saiu.

  37. A munição AHEAD do Oerlikon 35 mm GDF007 é mais cara mas é mais efetiva, sendo programada ao passar pelos sensores instalados no bocal do canhão, quando chega ao seu destino, se dispersa em 152 projéteis de tungstênio.

  38. Já postei outras vezes, sou completamente favorável a rapar todos Gepard’s disponíveis.
    KMW e MTU no Brasil ajuda e muito.
    Eles vem totalmente reformados Made in Germany.
    Para defesa de pontos fixos, de coluna, eventos etc etc etc ….
    Transporte somente por prancha ?
    Que falta faz uns 3 parrudos aéreos !
    https://www.youtube.com/watch?v=YTbqsUPKE6Y

  39. Caro Bardini,vejo que vc é um torcedor!rsrs respeitosamente!
    falar que a vinda do pantsir seria uma furada,é nao conhecer o referido sistema…ou o preconceito ao velho urso nao te deixa ver! e alem disso desejar um spyder…rsrsr…que nem mesmo é usado pelo pais fabricante,e que provado em combate se mostrou TOTALMENTE ineficaz, acho que deveria conhecer melhor os sistemas russos.
    quanto a vinda do pantsir,ele virá sim, afinal o temer tem q (ajeitar) os russos!
    quanto ao modelo de missil,sera acertado no momento oportuno!
    pense positivo!!!

  40. Jairo o spyder falou por usar misseus IR o que podem ser cegados por flare queria ver se a Georgia tivesse o Derby e o phyton 5 nos seus spyders .

  41. Jairo,
    Muitos sistemas são desenvolvidos para exportação e não são utilizados no país desenvolvedor.
    Em relação ao Spyder já ter sido testado em combate e não ter tido um bom desempenho, em tese não quer dizer nada em termos de comparação porque o Pantsir é uma incógnita nesse sentido e só conta com o benefício da dúvida.
    Você tem algum link que possa nos informar sobre o mal desempenho do sistema na Geórgia?
    Eu não sei nada a respeito com clareza.
    Vale salientar que não tem como o Spyder ser tão ruim já que ele é a soma de vários elementos que já existiam para formar um sistema antiaéreo. Utiliza mísseis já utilizados pela FAB e que são considerados em todo o mundo “estado da arte” na função ar-ar. Será que eles ficam ruins quando lançados de terra???

  42. Eu fico me perguntando o que diabos se escreveu por ai a respeito do Spyder SR, já que não há confirmação oficial a respeito da Georgia operar ou não este sistema, que é de curto alcance (9 km+ x 20km).

  43. (Na refrega havida na Ossétia do Sul, a Geórgia depositava muita confiança no sistema Spyder, então recém adquirido dos seus apoiadores e instrutores israelenses, mas que obteve sucesso foram as “velhas” baterias russas de BuK, contrabandeadas da Ucrânia…
    O Spyder fracassou de forma flagrante, inclusive com baterias capturadas pelos russos.

    Eu não sei o que há, mas é quase um ato contínuo, de que todo sistema aerolançado, quando adaptado para defesa AAA, perde em capacidade e eficiência, resultando em sistemas que quando comparados com outros, projetados desde a “prancheta” para atuarem a partir do solo, mostram-se absurdamente deficientes.)
    Contra fatos,nao ha argumentos!!!
    spyder nao serve nem para os israelenses,
    sem contar o alto custo de aquisiçao e pouco tempo de vida util!
    O sistema tem q ser pensado como um todo.

  44. Em relação à defesa de pontos sensíveis eu considero o conceito modular do Bamse ou do Spyder mais apropriado que o Pantsir, que junta tudo num veículo único.
    O conceito do Pantsir já é mais apropriado para a defesa de alvos móveis (em rodovias com a versão em caminhão e no campo de batalha com a versão em veículo blindados,como o Tunguska).
    O Brasil quer um sistema de médio alcance para o primeiro caso, que é a defesa de pontos sensíveis, daí não haver nada demais em alguém achar o Pantsir menos adequado.
    O Bamse o Spyder ao meu ver ainda pecam por terem uma estação de radar tripulada, e o Bamse ainda tem a estação de lançamento igualmente tripulada. Ambos oferecem um habitáculo blindado contra estilhaços de um míssil antirradiação que atinja a antena, mas com a prática da DEAD como opção à SEAD, a tripulação corre um risco desnecessário.
    Modularidade interessante ao meu ver é a do Slamraam/NASAMS, por exemplo, que tem lançadores e radar não tripulado, ficando a estação de controle operando por controle remoto.
    http://i.kinja-img.com/gawker-media/image/upload/w88goymq7i41qgtmg67n.jpg

  45. Só pode ser brincadeira.
    .
    http://www.basemilitar.com.br/forum/viewtopic.php?f=5&t=551&p=141370
    .
    “Na minha opinião, nada modesta, diga-se, o Perú está cometendo um erro (mais um)…

    Na refrega havida na Ossétia do Sul, a Geórgia depositava muita confiança no sistema Spyder, então recém adquirido dos seus apoiadores e instrutores israelenses, mas que obteve sucesso foram as “velhas” baterias russas de BuK, contrabandeadas da Ucrânia…
    O Spyder fracassou de forma flagrante, inclusive com baterias capturadas pelos russos.

    Eu não sei o que há, mas é quase um ato contínuo, de que todo sistema aerolançado, quando adaptado para defesa AAA, perde em capacidade e eficiência, resultando em sistemas que quando comparados com outros, projetados desde a “prancheta” para atuarem a partir do solo, mostram-se absurdamente deficientes.”
    .
    Essa é sua fonte?
    Fraquinha em?!

  46. Jairo,
    Mas você tem um link sobre o assunto? Estou falando sério e não sendo irônico. Gostaria de saber sobre o desempenho do Spyder numa situação real.
    Sobre a perda de desempenho de mísseis ar-ar quando operados da superfície tal fenômeno é claramente entendido do ponto de vista da física. Mesmo um míssil originalmente feito para operar do solo quando lançado de uma aeronave a 1000 km/h (ou supersônico) teria seu alcance triplicado porque já estaria a 1000 km/h quando da ignição do motor foguete. Do contrário, um míssil ar-ar quando lançado do solo tem desempenho reduzido em 3 x porque parte do propelente é utilizado para vencer a força da gravidade e lançar o míssil.
    Se houve problemas com o Spyder foi relativo ao desempenho do sistemas de orientação, que não tem nada a ver com ele ser lançado do ar ou de terra.

  47. Ja li muitas materias em veiculos especializados Bosco,todas em ingles e nao tenho em maos infelizmente os links!
    mas falo com base nessas informaçoes!
    quanto ao pantsir…o proprio exercito EB acompanhou os testes praticos na russia…e se nao me engano, todos com sucesso!
    nao vamos reinventar a roda pessoal,se temos os sistemas disponiveis p aquisiçao,temos condiçoes para custear e temos necessidade,vamos adquirir sistemas realmente eficientes,testados e de eficiencia comprovadas!!!
    tbm gosto do nasans, patriot e stinger avenger! mas o custo beneficio russo sua letalidade e eficiencia nao tem igual !!!

  48. Eu já procurei e muito a respeito do Spyder SR atuando na Georgia. Não achei nada concreto. Nenhuma fonte digna confirma sequer que ele esteve lá. Nas analises se fala muita coisa, táticas de defesa empregadas pela Geórgia e até como eles driblaram os mísseis anti radiação russos, deligando seus radares após engajar os alvos, mas nada do Spyder.
    .
    Eu gostaria muito de ler a respeito se alguém tiver uma fonte.

  49. Nao meu caro Bardini,nao é essa a minha fonte,
    so usei o comentario anterior de um membro desse valoroso forum,para mostrar que ja foi dito aqui mesmo no forte.jor sobre o referido sistema! que mal tem nisso.
    mas nao nao é essa a minha fonte!
    nao esquecer que se trata de um forum de discussao,
    vamos discutir sem paixoes, spyder nao serve nem para o seu pais de origem,
    canhoes AAA tbm nao servem mais no cenario atual.
    prefiro a dupla rbs-70 ng mais igla-s.

  50. Ok, não é essa sua fonte.
    Trolls não precisam de fonte…
    .
    No mais:
    http://www.defenceweb.co.za/index.php?option=com_content&view=article&id=526
    .
    Finally, there are reports that Georgia acquired one battery of the new Israeli Spyder-SR short-range self-propelled SAM system in 2008. The Spyder-SR SAM system, developed by Rafael company, uses Python 5 and Derby air-to-air missiles in a surface-to-air role. There has been no official confirmation of any such deliveries to Georgia, but Jane’s Missiles & Rockets magazine cited a Rafael representative to report that the “Spyder-SR has been ordered by two export customers, one of whom now has the system operational.”
    .
    .
    Equipment captured

    Russian forces were able to seize five Osa-AKM self-propelled launch vehicles, a few ZU-23-2 anti-aircraft guns and a few ZSU-23-4 Shilka self-propelled anti-aircraft gun systems as trophies from the retreating Georgian forces. Near Gali and Senaki, Abkhaz and Russian forces captured at least one Buk-M1 battery, as witnessed by published photos. According to one unofficial source, Russian forces were able to capture or destroy almost all of the self-propelled launcher mounts for the Georgian Buk-M1 SAM systems.

    “Aminov is editor of the Russian-language Air Defence News “

  51. Na minha humilde opinião esse papo de Pantsir esta morto e esqueceram de convidar os Russos para o enterro. Das opções que o bosco citou me agradam três o Iris-T SL ( que esta entrando em operação na Suécia, justamente substituindo o BAMSE), o NASAMS/SLAMRAAM que se não me engano foi comprado pelo Chile e o CAMM(L) que foi escolhido pelo exercito Britânico

  52. Jairo,
    Claro que o Pantsir é bem vindo. O que se debate aqui é diante da possibilidade dele não vir o que poderia ser pensado para cumprir a função a ele destinada, e não há de se estranhar que pensemos em sistemas dos quais guardamos algum grau de ligação, como o Spyder, que utiliza mísseis já adotados pela FAB.
    Fato é que não temos nada apropriado para deter ataques com aeronaves armadas com bombas guiadas que estão sendo introduzidas já há algum tempo em nosso TO.

  53. kkkkkkkk, porra troll é foda!
    Bardini,sou um leitor,nao sou um especialista
    troll sao torcedores que como vc,defendem o seu (time)e ataca os outros.
    Um grande abraço Bardini!
    troll foi foda !!!

  54. Quanto ao Spyder já li muita coisa na internet sobre esse caso Georgiano, o problema é que Israel é muito pouco transparente em suas vendas de armas, quase nunca divulga o país e a quantidade quando anuncia uma venda, portanto vai ser difícil confirmar ou não se a Georgia tem ou tinha esse sistema, mas independente disso me incomoda muito o fato de Israel não utiliza-lo.

  55. Há um renascimento do canhão AA rebocado devido à sua nova função C-RAM, C-PGM e anti-UAV.
    Utilizado como armamento antiaéreo convencional o canhão AA realmente tem perdido espaço para o míssil portátil.

  56. Sem dúvida do ponto de vista da propaganda é interessante que o país desenvolvedor adote o equipamento, mas não podemos esquecer que só recentemente os russos adquiriram o Pantsir, depois de quase duas décadas dele estar disponível.

  57. Claro Bosco!
    diante dessa possibilidade e dependendo claro do custo do sistema,o CAMM(L) é muito bem vindo.ainda mais pela comunalidade entre as 3 forças!

  58. Delfim sobreira, isso foi noticiado por todos os sites de defesa!
    mais um ponto para o pantsir.
    eficiencia x custo, comprovado em combate!!!
    mas alguns falarao que é conversa de TROLL
    kkkk

  59. Repetindo os Spyder da Georgia usavam phyton 4 e 3 suscetíveis a flares foi isso que aconteceu, a solução é simples só usar o phyton 5 que imune a contra-medidas e o derby que por radar ativo é simples.

  60. Jairo
    E pelo que li foi com rajada do canhão que o Pantsir abateu o F-4, que voava baixo e rápido.
    E usar mísseis ar-ar como sup-ar desde o Chaparral que usava Sidewinder que não dá certo.

  61. O Chaparral era horrível, mas depois melhorou com a adição de mísseis all-aspect e com a mira noturna.
    Quanto a Israel não adotar o Spyder, nem eles têm verbas infinitas. Como nos últimos anos a prioridade foram os mísseis C-RAM (Iron Dome) e antibalísticos (Patriot e Arrow) deixaram de lado um pouco a defesa antiaérea clássica e se valem por lá do Stinger, do Machbet (Vulcan + Stinger), do Hawk e do Patriot. Sem falar que o Iron Dome tem função anti-aeronave também.
    Não há razão até o momento para adquirirem o Spyder.

  62. Bosco, lá pelas tantas os mísseis do sistema Iron Dome e os Python que equipam o Spyder nao atuam no mesmo envelope de missão, mesmo tendo sistemas guiamento diferentes?

    G abraco

  63. Felipe,
    Serve sim. Ele é um míssil antiaéreo e com capacidade antibalístico endoatmosférica.

    Juarez,
    O envelope de missão é muito parecido. O Iron Dome tem alcance máximo de 17 km. Esse é um dos motivos dos israelenses não adotarem o Spyder. O Iron Dome faz o que o Spyder não foi feito pra fazer, que é ter capacidade C-RAM, contra foguetes lançados de até 70 km de distância, morteiro e projéteis de obuseiros.
    O sistema de guiagem do Derby (Spyder) e do Tamir (Iron Dome) são por radar ativo na fase terminal. A diferença é que o Derby utiliza tem atualização do alvo via data link, já o Tamir é guiado por comando. Há uma sutil diferença. No primeiro caso o Derby opera no modo “atire e esqueça” tempo integral, mais precisamente, atire e atualize já que recebe atualizações do alvo via data link e ele mesmo “resolve” o que fazer para interceptar o alvo. O radar de controle de tiro não precisa ter o Derby na sua faixa de cobertura. Ele só precisa saber onde o alvo está para passar a informação ao míssil
    Já o Tamir é guiado na fase intermediária como o Pantsir ou como o Patriot PAC-2. É guiado por comando fora da linha de visão (COLOS), estando sempre “amarrado” ao lançador. Nesse caso, o radar de varredura eletrônica do lançador tem que rastrear não só o alvo mas também o míssil e passa informações ao míssil para que ele faça a correção até que o radar ativo interno assuma. Quem faz os “cálculos” da melhor trajetória é a base de lançamento e não o próprio míssil. Então, não há o que se falar de “atire e esqueça” nesse caso, e sim “atire e siga”.

  64. Mestre Bosco,
    .
    De uma palhinha sobre aquele canhão iraniano retrofitado do ks-19 100mm…
    .
    Quando se vê os ensaios filmados, dá uma sensação que o projetil segue uma elipse até a interceptação do alvo, mas a munição não tem a menor pinta de ser smart…
    .
    Ele teria algo nicho de atuação nos dias de hoje? Ele é emblematico pois é simbolo da WWII e Guerra fria, sendo um canhão extremamente pesado para os padrões de hoje.

    Ganhando radar e sensores eletro oticos…..tem espaço? e se fosse similar a vulcano com laser guided?
    .
    O mais proximo que lembro seria a proposta o autopropulsado 76 mmm Draco que parece não pegou…

  65. Carvalho,
    Até há pouco tempo fazer um projétil de artilharia ser guiado era impossível tendo em vista as enormes forças g envolvidas. Isso tudo mudou com a tecnologia de circuitos impressos, estado sólido, etc.
    Desde então vemos uma série de propostas de projéteis de artilharia (incluindo morteiros) dos mais variados calibres dotados de sistema de orientação. Vale lembrar que chegamos ao ponto que até uma munição ponto 50 guiada está sendo desenvolvida.
    A maioria das munições envolvidas dizem respeito a projéteis lançados por obuseiro, visando alvos na superfície tendo em vista que na função antiaérea os calibres menores são de baixo custo e não exigem nenhum sistema de guia nas distâncias usuais de até uns 4 km (40 mm), bastando um competente sistema de controle de tiro.
    Já projéteis de maior calibre que têm proposta de maior alcance podem se beneficiar com munição guiada contra alvos aéreos. Em terra não vejo tanta vantagem tendo em vista que o míssil tem uma série de vantagens, mas em navios, com restrição de espaço e deslocamento, a coisa muda de figura já que havendo um canhão de médio ou grosso calibre (e sempre tem um) não há porque não dotá-lo de munição guiada contra alvos aéreos.
    Pensando nisso a Itália saiu na frente com o sistema Dart/Strales de 76 mm, guiado por comando de rádio.
    Os americanos estão desenvolvendo uma munição de 57 mm guiada por calor/LSA, para o canhão Mk-110, denominada ORKA.
    Também se fala da possibilidade de se utilizar obuseiros de 155 mm para a função antibalístico/antiaéreo num futuro próximo, empregando munição dentro do conceito HVP.
    O mesmo se espera dos canhões Mk-45 (127 mm), AGS (155 mm) e Railgun, para o futuro. Ou seja, toda boca de fogo que tiver poderá ser utilizada na medida que a ameaça se apresente, aumentando a flexibilidade e a letalidade de forma nunca vista.
    Neste contexto os iranianos com sua proposta de projétil guiado para o velho canhão AA soviético de 100 mm, guiada por comando de rádio (como o Dart/Strales) é até interessante.
    Um abraço.

  66. Ah! Quanto ao DRACO, ele ainda está sendo disponibilizado para a venda. É um produto interessante que deve achar quem o queira, principalmente com compatibilização da munição guiada DART.

  67. Me parece que a arma de boca voltaria a ser valorizada frente ao missil.
    .
    na realidade, ambos são misseis sendo que a diferença é que um tem motor de queima e o outro usa a explosão cinetica do canhão.
    .
    Qual seria a vantagem? Seria a capacidade sustentada de fogo e principalmente a economia de espaço, alem da dupla funcionalidade.
    .
    Mas a minha duvida era se o dito cujo do iraniano seria guiado mesmo, pois não encontrei referencias, apesar do video realmente mostrar aquela curva de trajetoria….
    .
    Pareceu uma boa sacada e ressurreição para um canhão que já estava obsoleto.
    .
    Se o desempenho das conchas mantiverem-se similares ao original, um belo alcance de até 21 km na horizontal e 15 km na vertical…se for guiada munição guiada, realmente dará uma boa composição com outras peças….

  68. Caso “passasse” um 747 a 3 Km do Spyder dos georgianos eles teriam errado.
    Entenderam ? Ou querem que eu desenhe ?
    __________________________________________

    Juarez Martinez
    Vamos ter que contar de novo essa p…. aqui !
    ___________________________________________

    Bosco, dá uma aula DE NOVO sobre o Spyder, que não é o seu preferido
    mas sim um dos melhores analisados por você !
    ___________________________________________

    De novo: PYTHON 5 e DERBY, precisa desenhar ?
    ___________________________________________

    http://www.rafael.co.il/Marketing/186-704-en/Marketing.aspx

  69. “Jairo 22 de setembro de 2016 at 22:34Eu não sei o que há, mas é quase um ato contínuo, de que todo sistema aerolançado, quando adaptado para defesa AAA, perde em capacidade e eficiência, resultando em sistemas que quando comparados com outros, projetados desde a “prancheta” para atuarem a partir do solo, mostram-se absurdamente deficientes.)
    Contra fatos,nao ha argumentos!!!
    spyder nao serve nem para os israelenses,”
    ___________________________________________________________________

    Presta atenção no que o Bosco afirma e te contesta, pede desculpas e sai de fininho.
    ___________________________________________________________________

    Pelo teu raciocínio o sistema Norueguês não presta e este é meu 2º favorito,
    depois do Spyder, com Python 5 e Derby temos a interação com a FAB e
    não dependemos dos mísseis “Made in USA”, menor custo de aquisição unit
    e/ou em bloco. Simples assim ! Quer que desenhe ?
    Shalom

  70. Bardini 23 de setembro de 2016 at 22:09
    BAE + NEXTER
    De respeito.
    _______________________

    Mas para proteção estática sou o Gepard, que venham mais !
    RBS 70 muito bom.

    Móveis:
    Spyder
    BAMSE
    NASAMS-SLAMRAAM
    Pela ordem.
    Caso viesse BAMSE, bom também.
    Do Urso, Pantsir, tô fora !

  71. jairo,
    .
    Oficialmente, não é possível confirmar a participação do SPYDER no conflito georgeano, mas há relatos de que ao menos um Su-24M haveria sido abatido por esse sistema em 09/08/2008.
    http://tonnel-ufo.ru/eanglish/weapon/air-defence-missile-system-spyder.php
    .
    No que diz respeito a mobilidade estratégica, não há nem o que questionar… O Pantsir é simplesmente grande demais e pesado demais…
    .
    Também considero que canhões logo se convertem em exceção e não regra, mas sempre existe a possíbilidade de um ataque de saturação passar e se ter que contar com uma chuva de aço para barrar o caminho dos mísseis adversários; principalmente se estivermos falando de armas voando baixo e que serão localizadas mais tardiamente.

  72. Caro carlos alberto ISRAEL.vc é um torcedor.seu comentário é movido a paixão.
    Repito,spyder nao serve nem p seu pais de origem.seja com ir ou derby!
    Ps; tbm gosto do nasans!
    Pessoal,menos torcida e mais argumentos!
    Abraco!

  73. Considerando que defesa AAA é altamente estratégica, para defesa de locais sensíveis, não dá para não ser pragmático.
    Se tem uma coisa que russos fazem bem é SAM. Não é porque foi a Véia que comprou que vai se denegrir o Pantsir.

  74. Jairo 25 de setembro de 2016 at 15:55
    .
    Israel usa Pythoon 5 e Derby.
    Israel usa os Radares e outros elementos do Spyder no Iron Dome e David’s Sling.
    .
    Só você que está na base da torcida.

  75. Delfim Sobreira 25 de setembro de 2016 at 16:47
    .
    A “Véia” só fez promessa…
    .
    A não aquisição do Pantsir S1 deixa uma lacuna aberta para que venha algo muito melhor no seu lugar.
    .
    Canhão?
    O do Gepard é melhor, tem munição aqui e a doutrina já está encaminhada.
    .
    Míssil?
    O CAMM que a Avibras/MBDA quer emplacar tem mais futuro.
    .
    Se o Pantsir viesse, como já falei, seria com míssil 57E6-E.
    Dizem que se “faria” aqui o míssil. Balela. A quantidade pretendida era ínfima. E o míssil, por aqui, só serviria para o Pantsir.
    .
    O CAMM pelo menos poderia ser usado nos navios da MB, o que daria mais escala a coisa toda.

  76. Jairo,
    .
    O Spyder serve para Singapura, Índia, Peru e Vietnam… Tem elementos em uso pela FAB e, como tão bem colocado pelos colegas, em uso por Israel ( e outra gama de países ). Logo, não há qualquer base sólida para uma afirmação logo de cara que ele não serve ao Brasil.

  77. Pra mim um Pechora-2M ta de bom tamanho é barato e tem em abundancia e larga isso de tot. Bom demais ate porque num único cenário possível de guerra ele só terá que derrubar a-4 argentinos

  78. Felipe,
    Voltando ao Stunner do David’s Sling, ele é capaz de interceptar mísseis balísticos táticos lançados de até 300 km de alcance mais ou menos.
    A defesa balística de Israel ficaria assim:
    Irom Dome: projéteis com até 70 km;
    David’s Sling: mísseis de 70 a 300 km;
    Acima de 300 km: Arrow
    Interceptação exoatmosférica: Arrow 3.

    Na Wiki fala que ele pode interceptar alvos a 40 ou 50 km de altitude, o que duvido muito. A menos que ele tenha um sistema de TVC nessa altitude, superfícies aerodinâmicas não servem pra nada e ele é muito pequeno (250 kg) pra ter o desempenho informado na Wiki.
    Inclusive fala de um alcance de 300 km, o que é impossível para um míssil desse porte. Ele não é muito maior que os misseis do Sistema Spyder-ER, que não têm mais que 50 km de alcance.
    Se o Stunner tiver 100 km contra alvos aerodinâmicos já está de bom tamanho. Contra alvos balísticos isso cai para 20 km.
    https://en.wikipedia.org/wiki/David%27s_Sling
    A Wiki é um importante banco de informações mas se não tiver o mínimo de bom senso ela te derruba do cavalo.

  79. Bosco, pensei que o Stunner teria uma função semelhante ao PAC-3 como míssil anti-TBM. Acho que não é isso então. Talvez ele tenha esse alcance todo se lançado no modo ar-ar, que foi cogitado pelos israelenses, já que pouparia uma grande parcela da energia do boost que impulsiona o míssil do zero à velocidades supersônicas.

  80. Bosco, os Poloneses acabaram de comprar o Stunner, e só não entendi direito, se os lançadores eram os mesmo do Patriot.

    G abraço

  81. A Raytheon criou um sistema hit to kill pros pac 3 da Polonia “skyceptor” que deriva de uma tecnologia desenvolvida em conjunto com Israel para Davids sling, entao acho que alem do stunner k Davids sling deve usar outro tipo de missil de medio alcance, igual o s-400 que tem um missil de 250km e um de medjo de 40km

  82. Felipe,
    O PAC-3 é capaz de interceptar mísseis balísticos de curto alcance, de até 1000 km de alcance (+ ou -), já o Stunner seria da classe do PAC-2, mais capaz de interceptar mísseis balísticos táticos (até 300 km). Pelo menos até agora não há nenhuma informação confiável que dê ao Stunner capacidade de interceptar mísseis de curto alcance (até 1000 km de alcance).
    O Stunner, apesar de ter dois estágios, não deve ter um envelope cinético semelhante ao PAC-3.
    O Stunner tem massa de 200 a 250 kg e o míssil americano massa de 320 e 380 kg (depende do modelo), contando com o sistema de foguetes para controle de atitude que o permite ser manobrável acima de 30 km de altitude.
    O Stunner parece ser mais avançado em termos do seeker por adotar um dual (radar ativo e IIR), enquanto o PAC-3 utiliza um seeker por radar ativo (onda milimétrica) mas essa vantagem do míssil israelense só é interessante contra aeronaves, que utilizam ECM. Contra mísseis, veículos de reentrada, etc, tão vantagem não é significativa já que não há reação eletrônica por parte do alvo.

    Juarez,
    O Stunner polonês (???) foi oferecido como mais uma opção dentro do sistema Patriot, e será lançado dos lançadores do Patriot e integrados ao radar MPQ-65.

  83. Entendi Bosco, ele são compatíveis com os mesmo canister lançadores e tem janela de integração com o radar que guia os Patriots?

    G abraço

  84. Felipe,
    De uns tempos pra cá tem-se aventado a hipotética capacidade do Stunner em se contrapor ao Iskander numa fase intermediária o que quer dizer que ele teria que ter um alcance vertical de pelo menos 50 km, mas até que mais informações sejam divulgadas isso nem deve ser considerado.
    O objetivo principal do sistema David’s Sling é interceptar os novos foguetes pesados do Hamas e do Hezbollah , que ultrapassam os 200 km de alcance e não são passíveis de serem interceptados pelo Iron-Dome.
    Como a interceptação é endoatmosférica (tendo em vista que foguetes balísticos com até uns 500 km não deixa a atmosfera (100 km) no seu apogeu) a lógica é que façam um míssil com dupla finalidade, antibalístico e antiaéreo. O problema é que acima de uns 30 km de altitude um míssil guiado precisa ter algo além de superfícies aerodinâmica para poder mudar de direção (ou então tem que estar a velocidade muito grande).
    A propulsão do segundo estágio (estágio de interceptação) é dita ser de “three pulse”, sendo o único que eu saiba que emprega esse arranjo do propelente de forma tripla. Pode ser que isso o habilite a voar bem alto e pode até ser verdade essa altitude de interceptação tão grande, mas na verdade isso nunca foi divulgado oficialmente ou pelo menos fortemente sugerido.
    Eu até hoje não vi se o Stunner (estágio de interceptação) tem um TVC na tubeira de escape já que nunca o vi desacoplado do booster. Se tiver, combinado com o motor “three pulse” pode ser que tenhamos sim um míssil de grande capacidade cinética. Mas por hora é só especulação.

  85. Obrigado, bosco. Mas só uma observação: Alguns países afirmam que seus mísseis balísticos tem contramedidas contra mísseis de defesa, basicamente utilizando (de alguma forma) ECM no radar do míssil defensivo e decoys. Esse dual-seeker do Stunner poderia ser utilizado para driblar essas contramedidas, não?

  86. Felipe,
    Esse alcance divulgado de 300 km do Stunner é claramente erro de interpretação. O Iron Dome ficou muito tempo sendo divulgado como tendo 70 km de alcance, mas esses “70” era relativo ao alcance dos foguetes sup-sup que ele estava habilitado a interceptar. O alcance horizontal do Tamir é de 17 km e não mais de 10 km vertical.
    Não há porque supor que o Stunner tenha alcance maior que 100 km horizontal.
    O ESSM tem 280 kg e 50 km de alcance, o PAC-3 de 320 kg tem 100 km de alcance e o PAC-3 MSE de 380 kg tem 150 km de alcance.
    Seria um pouco exagero achar que o alcance do Stunner (com não mais que 250 kg, mais provável na faixa de 200 kg) seria de 300 km, mesmo utilizando o conceito de dois estágios.

  87. Felipe,
    Mísseis balísticos com apogeu exoatmosférico que possuem um veículo de reentrada (e não chegam inteiros no alvo como o Scud) podem liberar “PENAIDS”, que são auxílios de penetração. O Iskander também é dito fazer isso sabe-se lá como já que dentro da atmosfera fazer isso não é simples para um míssil a Mach 5/7.
    Esses “engôdos” só funcionam fora da atmosfera porque quando da reentrada eles são vaporizados, facilitando o trabalho do defensor em discriminar as ogivas falsas da verdadeira. Como utilizar seeker baseado em imagem IR dentro da atmosfera para um míssil de alta velocidade (acima de Mach 5) é complicado sobra o radar, que é o seeker de escolha pra interceptadores endoatmosféricos (todos, seja americano, israelense, russo, chines ou indiano). Nesse caso não há grande dificuldade do radar já que o que chega ao nível de interceptação é uma ogiva real.
    Desconheço a utilização de ECM ativa por parte de mísseis ou veículos de reentrada.
    Fora da atmosfera (ou além de 50 km de altura) o seeker preferido é o de imagem IR tendo em vista que as ogivas são facilmente discerníveis do fundo frio do espaço e os engôdos (PENAIDS) sofrem uma perda de calor mais rápida para o frio do espaço que as ogivas maciças verdadeiras. Esse, junto com as características cinéticas da ogiva percebidas pelo radar de terra, é o modo que se utiliza para discriminar as ogivas verdadeiras das falsas.

  88. Felipe,
    O alcance horizontal divulgado do PAC-3 que virou moda é a relativa à interceptação de mísseis balísticos que é de 20 km. Contra alvos aerodinâmico há de se passar algumas horas procurando mas eu adianto que é estimada entre 70 e 100 km, o que vai na mesma linha das informações que dão conta que o alcance contra balísticos é 4 a 5 X menor que o alcance contra alvos aerodinâmicos.
    Já a versão MSE com motor mais largo é dito ter um desempenho 50% maior que da versão inicial. Parece que a versão MSE nem é compatível com 4 num lançador padrão do PAC-2 por ter maior diâmetro.
    No “ausairpower” é divulgado o alcance estimado do PAC-3, mas há várias outras fontes.
    http://www.ausairpower.net/APA-S-400-Triumf.html
    A altitude de operação é de 20 a 25 km para o PAC-3 e de 30 a 35 km para a versão MSE, com alcance horizontal contra alvos balísticos de 35 km no caso desse último.

  89. Do Iskander , que não é um míssil balístico e sim semi-balístico, é dito que ele libera “chamarizes” o que não é comum de se fazer em um míssil que voa na atmosfera . Eu só já li a respeito em relação aos “decoys missiles”, que são subsônicos.
    Não sei como os russos fizeram mas a impressão que dá é que por não ser propulsado e por ser muito leve esse chamariz ao ser lançado ficaria muito para trás, pra dizer o mínimo, o que seria facilmente detectado por um moderno radar monopulso de um míssil operando no modo “doppler”. Principalmente o radar milimétrico de um PAC-3 e de um Stunner.
    A utilização de um seeker radar operando na banda milimétrica é obvia, já que ambos utilizam o modo hit to kill, impactando direto com o alvo, e daí se fazer necessário um radar de altíssima resolução. O PAC-3 não tem espoleta de proximidade e o Stunner, salvo engano, não tem nem ogiva.
    O fato do Stunner não ter ogiva (assim como no CUDA) já depõe a favor de um alcance estendido.

  90. Bosco,bom dia! Pergunta: nossa doutrina é calcada na resiliencia! Isto posto, fica evidente que nossos meios aereos atuarão de forma desdobradas ,longe dos aerodromos fixos,primeiros alvos a serem objetos de ataques; o gripen ng è perfeito nesse cenario! Um sistema estatico antiaerio dependente de transporte aereo nao seria uma fragilidade tatica? Em caso de desdobramento, ter um sistema capaz de se deslocar rapidamente e atuar de forma autonoma nao seria mais adequado? O Pantisir é capaz de estar onde se faz necessario sem depender de C-130 ou kc-390 e atuar de forma autonoma; outros sistemas sao capazes de tal mobilidade?

  91. Alexandre,
    A maioria dos sistemas antiaéreos, mesmo que modulares, têm boa capacidade de transporte estratégico via rodovia, como o Pantsir, além de via aérea, que o Pantsir não tem (para nós).
    Todos são montados em caminhões ou são autorrebocados, facilmente atrelados a caminhões.
    O tempo de preparação após a parada é curto e facilmente saem de posição.
    A vantagem de um sistema autônomo como o Pantsir é a possibilidade de operar em movimento ou após curta parada, e isso só é vantagem se os objetivos a serem defendidos forem igualmente móveis. Daí eles ser feito para proteger os sistemas SAM russos gigantes, quando em deslocamento.
    Em relação à proteção de alvos fixos sensíveis essa mobilidade já não é tão interessante mas a modularidade o é. Se um ataque aéreo atingir um veículo tripulado de combate Pantsir, todo o sistema está comprometido. Já um ataque contra um sistema SAM modular e se lograr êxito em neutralizar um radar ou um lançador de mísseis ou um centro de controle, o sistema pode até ficar degradado mas não totalmente neutralizado. Sem falar que os lançadores e dependendo do sistema até o radar podem operar por controle remoto, não colocando em risco a vida dos operadores. Lançadores verticais de muitos desses sistemas podem ser colocados camuflados em clareiras nas matas, centros de controle podem ficar camuflados, etc.
    A alta mobilidade de sistemas AA era essencial há alguns anos, mas agora é bem menos, pelo menos para guerras entre potências militares avançadas. Num passado não tão distante primeiro se fazia o reconhecimento e depois vinha a onda de ataque contra a IADS. Aí, a mobilidade era fator importante porque os alvos não estariam mais nos locais determinados. Mas hoje, com radares de caças com capacidade SAR/GMTI e com a proliferação de pod de designação de alvos, não importa, os alvos são atingidos até em movimento. Todo o ataque se dá em tempo real e estar no mesmo lugar ou não não é mais tão importante. Claro, não quer dizer que o sistema possa ser fixo. rsrs
    Pra nós, aqui na AL, ainda vale os velhos paradigmas e a mobilidade é importante, mas não precisa ser a mobilidade instantânea do Pantsir. Um sistema modular baseado em caminhões é suficientemente móvel.
    Agora, longe de mim dizer que o Pantsir é ruim. Claro que eu torço por ele. A discussão é se ele não vier o que pode ser adquirido no lugar? E aí deixa margem pra outras opções.
    Um abraço.

  92. Se você quer proteger um assalto blindado de um contra ataque à baixíssima altitude realizado por helicópteros de ataque e, usando sistemas SHORADS ou HIMADS. Então, a mobilidade instantânea é fundamental. E nesse sentido, o PANTSIR é, ao menos na teoria, um produto melhor para este cenário.

    Digo em teoria porque é um produto que faz uso de eletrônica russa. E o que é pior, carrega o selo Made in Russia.
    Vai que aparece um rato na coca-cola e um míssel desses pifa.

    Agora, se o PANTSIR for confiável mesmo, acho que esse sistema deveria ser adquirido pelo exército brasileiro não como SHORADS para alvos estratégicos, mas como sistema OBRIGATÓRIO para uma força de ataque terrestre de um país como o Brasil.

    Save Ferris!

  93. Uma bateria pantsir tem 6 lançadores!
    Destruir um tem outros 5 😊.
    Um sistema modular possui entre 4 e 6 lançadores e um unico radar,perdeu o radar ja era!
    Custo benefício sem comparação!

  94. Jairo,
    Sistemas modulares podem ser combinados de diversas formas.
    O mais comum é não mais que 3 lançadores para um radar. E um posto de controle pode ser utilizado por vários radares e lançadores.
    Uma bateria costuma ter mais de um radar.
    Se pensarmos como você nunca teremos sistemas verdadeiramente de médio alcance (HIMADS), como o Buk, o S-300, S-350, S-400, Patriot, Samp-t, etc.
    O Pantsir é na verdade um sistema SHORAD, só que bombado. Ele e o BAMSE são na verdade sistemas de curto alcance metidos a serem de médio alcance.
    Depois do Pantsir e do TOR o próximo da lista já é o S-350, com mísseis em torno de 400 kg, e aí tem que ser modular. Depois vem o Buk, S-300 e S-400. Todos modulares.
    Quando os mísseis são leves e compactos e por isso com baixo desempenho eles podem se dar ao luxo de levarem radares de busca igualmente leves e compactos e de baixo desempenho. Junta tudo e põe num chassi de caminhão e …. bora.
    Na medida que os mísseis ficam mais parrudos, com melhor desempenho, eles precisam de radares maiores e com maior desempenho, e aí tem que apelar para a modularidade.

  95. Conceitualmente os níveis de altitude para efeito de defesa antiaérea são:
    Baixa altitude: até 3000 metros
    Média altitude: de 3000 a 15000 metros
    Grande altitude: acima de 15000 metros

    Em termos da alcance não há nenhuma convenção, mas pode ser resumido mais ou menos assim:
    Alcance muito curto (V-SHORAD): até 6000 metros (distância visual)
    Curto alcance (SHORAD): de 6000 metros até 20 km (distância do horizonte radar ou do alcance de bombas guiadas lançadas)
    Médio alcance (HIMADS-M): de 20 km até 70km (distância de lançamento de bombas planadoras)
    Grande alcance (HIMADS-H): acima de 70 km.

    Claro, todo convenção é equivocada e cheia de furos mas essa minha aí de cima relativa ao alcance é tão boa quanto qualquer uma, mesmo porque, como disse, não há convenção a respeito e não encontrei nenhuma referência.

  96. Nós já temos condições de termos um sistema AAe de médio alcance (cerda de 20km) só não fazemos porque existe gente que vai deixar de ganhar sua comissãozinha pela importação de um sistema estrangeiro. Mas, felizmente, é só questão de tempo, já temos o míssil, o radar e a plataforma lancadora, falta vontade de organizar isto.

    Até mais!!! 😉

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