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Sikorsky entrega 1.000º H-60M Black Hawk ao US Army

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Stratford, Connecticut, 14 de outubro – A Sikorsky entregou o 1.000º helicóptero H-60M Black Hawk ao Exército dos EUA, anunciou a subsidiária da Lockheed Martin.

A empresa entregou o primeiro UH-60M ao serviço em 2007 e o primeiro helicóptero HH-60M Medevac em 2008, disse a empresa em um comunicado.

Uma cerimônia marcou a entrega do 792º UH-60M e 208º HH-60M.

Os helicópteros modelo “Mike” representam a terceira linha do padrão H-60 Black Hawk das aeronaves do Exército em 38 anos de produção do programa.

Os novos modelos possuem motores mais potentes, uma nova estrutura, aviônicos e sistema de propulsão, melhoria nas pás do rotor, um cockpit digital e um piloto automático, entre outras melhorias modernas.

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Atualmente 2.135 helicópteros H-60 Black Hawk estão em serviço, com a frota de helicópteros do Exército tendo voado cerca de nove milhões de horas.

O H-60M é empregado por 10 outras forças militares em todo o mundo.

A Sikorsky entregou os helicópteros UH-60A Black Hawk ao serviço entre 1978-1989, e a UH-60L entre 1989-2008.

O Exército dos EUA planeja manter a frota de Black Hawk voando até o ano 2070.

32 COMMENTS

  1. Buenas!

    Milésimo “M”. Fora o resto do alfabeto ( A, B, L, I…) e o que tem no deserto..

    Ouvi dizer que após a crise das super jacas H225M o FMS ofereceu às FFAA brazucas 25 H-60M é mais upgrade dos nossos L pra M (a pernada na concorrência justifica o lobby)… Ah se nossas autoridades comprassem! Teríamos máquinas de respeito! É que voam (não são rainhas de hangar – vale para as 3 forças)

    Um dia alguém cria vergonha e devolve aquelas gambiarras

    Abraço!

  2. Héli do Igor, imbatível !
    Vejam o flightradar24.com na área de plataformas, só da Igor.
    Vez outra um AW,
    “Kombi” ?
    Nunca vi, nunca voei …. só ouço falar …..
    (rs)

  3. Enquanto isto na Banarnica “hell” copter manufacturing group………..só lizinba âmbar e hangares cheios de problemas…….

    G abraco

  4. nove milhões de horas de voo!! e voando até 2070!! caramba, quando a máquina é boa faz história! O Brasil teria se dado melhor optando por esse modelo do que pelo EC-725, além da segurança e confiabilidade creio que o preço e logística de peças seriam mais satisfatórias. Bom, como diz o ditado… é melhor um pássaro na mão doq dois voando! pelos menos estamos recebendo helis novos.

  5. E haja o pessoal misturar alho com bugalho. Putz!!! Depois sou eu quem desinforma.

    Diz ai Jura, 30 paus peladex, com instrumentação defasada, tá bom pra caramba, não é mesmo?! Explica ai pra gente. Como a FAB optou pela versão L, sendo que já havia a versão M a disposição e custando a mesma coisa. Ah tá, detalhe, sem nada na torna, os EUA não têm obrigação de compensar nada, ou seja, o dinheiro só foi e não voltou um centavo sequer. Com um congresso sério, isto daria cadeia aos responsáveis. Existe uma normativa do MD que obriga todas as compras no exterior, acima de US$ 5 milhões de doletas, terem compensações Off-Set, em nenhum dos casos da compra dos UH-60, se respeitou tal normativa.

    Mais uma vez, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O Caracal, mesmo com os tais problemas da MBG (assim como teve o S-92 num passado recente e que usava as mesmas MGBs dos BHs) é de uma categoria acima dos BHs, assim como é o Super Hawk (este sim da mesma categoria do Caracal). O resto é desinformação pura, o pior é que tem gente que embarca as cegas nisso. Putz!!!

  6. Ai eu nao sei Jr, so sei que nao foi por fms porque desde 79 que o Brasil nao comprava material por ele, á primeira compra foi em 2012 os 36 m109a5 que foram pelo fms. Sendo que os blackhawk foram comprados em 2008 e 2011 entao nao foram por fms

  7. O brasil adquiriu 6 bh usados em 2006 esses sim pelados, depois encomendou dois lotes de bh modelo ‘l’ completos ao eua um 2008 e outro em 2011. Não sei aonde tenho que rever meus dados

  8. Buenas.

    Não sei dos SH-60 da marinha, mas os da FAB e do EB não são glass cockpit.

    A primeira compra de H60L, como a FAB só pediu 6, aí o melhor preço ficou com o L. O M nem foi oferecido. Depois, foram comprados mais 10 L pra manter a frota padronizada (o que revelou uma grande dor de cabeça por causa do giro horizontes – AHRS – fabricante italiano) que deixou as máquinas restritas a voo visual. Essa nívea só foi resolvida esse ano.

    Até onde sei nossas compras foram feitas via FMS também…

    O H60L não é da categoria do H225M, mas (como diz um vídeo de uma entrevista na EEAR onde a repórter pergunta pro piloto o que o avião faz) ELE VOA! E cumpre a missão muito melhor, mesmo com toda a eletrônica embarcada do H225M (que é muito f.o.d.a, mas a máquina não sustenta). Mesmo com a defasagem tecnológica, a disponibilidade e alta e a manutenção mais simples são o grande gol. Voa praticamente 120h sem intervenção enquanto a kombi voa 10h (porque agora tem que limpar o filtro de óleo da MGB a cada 10h de voo de acordo com o último EASB). A grande vantagem da máquina é que ela é tão f.o.d.a que sustenta a incompetência das gestões das FFAA e do governo (no sentido de destinar verba pra logística) e sustenta a missão. Só.

    Abraços

  9. Bille avisa lá que não adianta pic…nenhuma limpar, os picaretas da enrolocopter sabem muito bem que o que está fudend… com a transmissão é o toque gerado Mk2, só que até morrer mais gente vão continuar com as tecnical orders fajutas. Faço um jogo que a próxima vai ser para mudar a fluidez do óleo lubrificante que vai piorar ainda mais o problema.
    No dia em que tiver alguém com culhões no comando manda decolar todos estas kombis, pousa em Itajubá, entrega a “chave” para a Helilixo e só recebe de volta com uma nova transmissão homologada em voo.

    G abraço

  10. Augusto como o Bille já comentou, todos os nossos BHs foram via FMS, inclusive os quatro do EB para o Momep, e os três que o EB está tentando fechar com o DOD.

    G abraço

  11. A FAB optou pelos “relóginhos” por efeito de padronização e porque os helis que voam no sétimo e no To amazônico não toleram os maravilhosos MFD, porque:

    Experimente voar até Uaaupes, pousar, deixar a anv na pista com 45º, 80% de umidade relativa do ar, e depois tomar uma chuva torrencial em cima, na terceira vez nada mais funciona.

    G abraço

  12. Bem que eu desconfiei desse papo que os BH(s) que nós compramos não tinha sido por FMS, até porque nem teríamos condições de comprar esses helicópteros se não fosse pelo FMS. Se eu não me engano, acho que os seis da MB são com glass cockpit.

  13. OFF TOPIC…, mas nem tanto!!!!
    .
    E a Polônia convida as mesmas empresas para novas conversações sobre helicópteros:
    .
    “The previous Civic Platform-led government had decided to purchase the 50 helicopters from Airbus in April 2015. It rejected rival offers from PZL Mielec, owned by US firm Lockheed Martin, and PZL Świdnik, owned by Italy’s Leonardo.”
    .
    “…added that there had been efforts “to sell Poland the Caracal at a higher price than to Brazil and Kuwait.” ”
    .
    (http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/178085/poland-invites-same-firms-for-new-helicopter-talks.html)

  14. Buenas!

    Então Juarez, o M aguenta o TÔ amazônico. As telas dos H225M do 18 GAV não apresentaram nenhum óbice quando a isso.

    Sobre a MGB, ouvi um papo de um engenheiro que o problema final foi a fadiga na engrenagem epicicloidal (ô nomezin) do planetário superior de um fabricante, que apresentou alguma falha no processo de produção. Dois dois homologados, agora só um vai fornecer o item (que não deu pane, logicamente). Entretanto, agora as engrenagens serão trocadas entre 1500h e 1650h, ou seja, recolher a MGB pro fabricante com esse TSN. Só por similaridade, a do Super Puma da Fab não tem essa “restrição” (fora o custo disso aí, que a airbus vai jogar pro cliente). Isso não tem no H60..

    Na minha opinião, reforçaram a bevel gear e o problema mudou de ponto. Fizeram tanto bacalhau nesse projeto pra competir com o S92 que tá dando nisso (por curiosidade procurem onde os gênios colocaram os fadec’s – onde tem mais chance de molhar)

    Semana que vem tem uma reunião na COPAC sobre as astronaves.

    Abraço

  15. Bille,h a um ano atras, quando fizeram o reforço no eixo eu comentei aqui, que iriam transferir o problema de lugar, nao deu outra, agora se vão reforçar os rolamentos da planetária que se apoiam na carcaça, tu já imagina o que vai colapsar agora.

    G abraco

  16. Bille,
    .
    Era só o que faltava as FFAA assumirem o custo disso aí. Concordo com o Juarez, onde diz que falta culhões nesse pessoal, mas será que chega a esse ponto?
    .
    Sds

  17. Buenas!

    Se vão, não sei. Não sei o que está no contrato (em se tratando de um problema dessa monta). O fato é que vão precisar de MGB em estoque pra essa troca periódica. Como as aeronaves estão entrando em A/T prematuramente (não estão voando 1200h em 3 anos), a troca da MGB deve ser com uns 5/6 anos. Vai casar com alguma A/T e entra no bolo da inspeção.

    Agora, não me espantaria esse custo passar pro operador, por que a empresa deu uma solução (que, em tese, permite operar com segurança – mas só o tempo dirá se foi efetiva ou não).

    O quanto vai custar eu não sei, mas vai entram pro MSM aí vira custo de operação. Isso vai pesar muito na compra do equipamento (que vai ter um item revisado pelo fabricante obrigatoriamente com 1500h).

    Quem puder, vai de BH (voa mais e é mais barato).

    Abraço.

  18. Grato, Bille.
    .
    Mesmo se tentarem embutir o conserto na hora da inspeção, ou algo do tipo, cabe ao operador ressaltar que a coisa não é bem assim, pois o defeito é de fábrica e o ônus deve ser do fabricante, pois o operador já arcou com o mesmo nas restrições de operação e coisa que o valha. Mas não me espantaria em ver a aceitação por parte da força. Aqui tudo pode.
    .
    .
    Há época, se comentou muito aqui do porquê de não se adquirir o BH, pelo montante que se desembolsava e ‘cositas más’, mas creio que todos sabemos dos reais motivos. Um dia a PF chega lá…
    .
    Sds

  19. Bille, um conhecido meu, ex-piloto do 1°/8°, hoje juiz federal, me relatou em 2003/2004 que a FAB tava de olho nos UH-60L que a Arábia Saudita refutou (estavam de olho nos M). Mais tarde, em 2006, eles foram parar no 7°/8° em Manaus. Até aí tudo normal, era isto, ou isto, mas depois, em 2009/10, não havia motivos da FAB optar por unidades L, detalhe, pagando o mesmo que o México pagou pelas versões M.

    Como tu relatou, isto explica porque, tempos atrás, um UH-60 do Pantera teve que fazer um pouso durante uma missão no Sul, por causa da baixa visibilidade (névoa). Na mesma época um H-36 saiu de Belém, veio no interior do Amapá resgatar um índio acidentado, em meio a uma névoa típica da região. Os dois casos foram alvo de matéria na época.

    Os BHs são ótimos helicópteros?! Não há dúvidas disso, mas não pagamos barato nem a pau, Juvenal. Pagamos caro e por uma versão defasada. Detalhe, sem nada na torna. Na categoria dele é o helicóptero mais caro de adquirir e manter. A FAB operava 40 UH-1H, nem a pau vai conseguir comprar e manter o mesmo número de UH-60.

    “Ah, mas o helicóptero voa sem problemas, já o Caracal está com problemas”, sim, é verdade, mas quando foi decidido pelo aparelho lá atrás, em 2008, ninguém sabia do problema da MGB. Detalhe, a aeronave já voava mundo a fora quase uns dez anos, querer dizer (como quer bancar o Juarez) de que sabia do problema, é querer brincar com a inteligência alheia, bancar a Mãe Diná. Só em 2011/2012 que este problema veio a tona, assim como aconteceu com a própria Sikorsky em 2009, no caso canadense do S-92.

    “Ah, mas podiam ter optado por mais BHs”, sim, podiam, mas em 2008 a Sikorsky roeu a corda e desistiu do processo de seleção do H-XBR, por que então não ofertou o S-92 nas suas versões para cada força?! Ora pra quê? Vai gastar os tubos para montar uma indústria aqui, sabendo que tem uma galerinha (oficiais da reserva que representam a empresa no Brasil) que vai comprar sem exigir nada?! Nem a pau!!!! Detalhe, a desculpa era que a seleção foi aberta de fachada para comprar o Mi-17 e não o H225M (na época chamado de EC-725).

    Já escrevi, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O Caracal está cumprindo o seu papel de nacionalização, se não integralmente (por causa dos problemas atuais na MGB), mas em grande parte sim, exemplo está aí com o UH-15A da MB. A própria FAB está muito melhor servida com o Caracal, inclusive com a versão C-SAR, do que com Super Puma (seu real substituto).

    “Ah, mas tem o problema da MGB”, sim, com certeza, mas a Helibras e Airbus vão ter que achar solução definitiva deste problema, ou terão que pagar muito caro por este erro, ressacindo o governo federal por este problema. Terão que cumprir o contrato, simples assim, o resto é suposição infundada. Se não fizerem certinho, vão dar um baita tiro no pé, que irão deixar alejados no mercado (ninguém vai querer comprar um helicóptero Airbus, com um problema surpresa embutido).

    Grande abraço!!! 😉

  20. Juarez, caso você não saiba, o EB está tão p…. da vida com o H225M, que levou alguns para operar na Argentina na operação combinada Guarani.

    Quanto aos Pantera, também acho que foi um péssimo negócio sua modernização. Tem uma péssima relação custo-benefício (pelo menos aos meus olhos). Mas, ao que parece, tem gente no EB que gosta do helicóptero.

    Felizmente já tem gente no EB olhando com carinho o AW-149. Aliás, caso você não saiba, os três BHs que o EB havia pensado adquirir, foi pro saco.

    Até mais!!! 😉

    Obs: Como sempre, não respondeu minha pergunta, mas felizmente o próprio Bille refutou a mentira que você é outros contavam aos quatro ventos, de que os MDFs do H-36 davam problema por conta do clima amazônico. E de que os BHs não vieram com MDFs por conta disso. Rsrsrs.

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