4º BAvEx realiza voo histórico na capital do Amazonas

4º BAvEx realiza voo histórico na capital do Amazonas

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Manaus (AM) – No dia 26 de outubro, o 4º Batalhão de Aviação do Exército (4º BAvEx) realizou um voo histórico na Capital do Amazonas, envolvendo todos os helicópteros Black Hawk existentes na frota do Exército.

A atividade, executada pelas equipes de manutenção do Esquadrão Coronel Ricardo Pavanello, encontrou o necessário suporte nas ações gerenciais da Diretoria de Material de Aviação do Exército e no apoio da Sikorsky, fabricante das aeronaves. Assim, por meio de um harmonioso trabalho em conjunto, foi possível disponibilizar a totalidade das aeronaves para enfrentar as demandas dos grandes eventos ocorridos no Brasil em 2016.

Os reflexos positivos serão compartilhados com os soldados que guardam as fronteiras terrestres da Amazônia: um maior número de helicópteros em condições de voo traduz-se em um considerável aumento do poder de combate das Brigadas de Infantaria de Selva.

A origem do 4º BAvEx remonta ao ano de 1991, quando helicópteros da recém-criada Aviação do Exército foram enviados para a região de Tabatinga (AM), como parte da resposta militar ao episódio que ficou conhecido como Traíra. Em 1999, com o término da Missão de Observadores Militares Equador-Peru, a Organização Militar recebeu os helicópteros adquiridos da empresa norte-americana Sikorsky.

Desde então, essa foi a segunda oportunidade em que todos os helicópteros voaram juntos. A primeira ocorreu em 2004.

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FONTE: EB

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24 COMMENTS

  1. Quando voar em formação com 4 aeronaves é considerado um evento histórico, nem da pra comentar….. Só faltou informar o tamanho da Amazônia legal Brasileira e dividir pelo número de aeronaves…. Seria um belo indicador..

  2. O Exército Brasileiro precisa mesmo é de uns 40 S-70A Black Hawk, e uns 15 CH-147F Chinook mas isso só no sonho kkkkk

  3. Black Hawk , o melhor, Tio Igor sempre.
    _____________________________

    Matheus Henrique 21 de novembro de 2016 at 17:55
    Qual a lógica desses números e baseados em quê ?
    Onde está esse estudo ?

  4. É o vetor na acepção do cumprimento da missão, enquanto isto, “as vedetes baby girls” com inspeções “rotineiras” de lubrificante e filtro de MGB a cada 10 horas…..mas em breve veremos sete em formação…….é a verdade se impondo sobre os fatos e mostrando o destino. O tempo, sempre ele, senhor de todas as verdades, e elas virão, ahh virão…..

    G abraço

  5. O dito Voo Histórico não se traduz no modelo ou na quantidade existente, e sim na disponibilidade de 100% de uma frota, independente de seu tamanho!

    Aqueles que trabalham na área, e também os entusiastas de plantão, sabem a dificuldade de se disponibilizar mais de 80% de uma frota…

    SELVA!!!

  6. Ah se tivéssemos 50 BH na FAB + 50 no EB (só pra começar a conversa)…

    Com o preço do contrato do H225 dava e sobrava… todos seriam felizes e voariam!

    Manter 4 voando é caro, pois você não tem prioridade nas compras de suprimento, e como compra em pouca quantidade (nem tudo adianta estocar, muita coisa tem prazo de validade) fica caro.

    Abraço

  7. São 27 Estados. Se cada estado compar dois já teriamos 54. Acho que se as compras fossem na razão de 2 bancado pelo Estados. E ao menos 6 pelo Brasil. Teríamos aparelhos em números representativos. Em todos os aparelhos.
    Caças, Kc, Elicopteros de ataque, transporte, apoio, busca e salvamento. Até navios.
    Tudo financiamento com o valor de imposto. Que teria que ser repassado.
    Assim cada estado tem sua defesa de prontidão servindo de alerta antecipado. E em tempo de crise podemos ter realmente meios para uma resposta decente.
    Teríamos melhores contratos de manutenção, e até transferência de tecnologia.

  8. 4 aparelhos!!! E ainda fazem publicidade disso??? Ainda bem que o Brasil esta rodeado de latrino americanos. Vergonha!!! Brasil, de ruim a pior.

  9. ta achando ruim, a marinha tem apenas um único helicóptero modelo esquilo, para cobrir toda amazônia azul. a vive dando problema rsrs

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