Exército Brasileiro encomenda mais blindados Guarani 6×6

Exército Brasileiro encomenda mais blindados Guarani 6×6

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Guarani

O Jane’s noticiou que o Comando de Logística do Exército Brasileiro (CoLog) concederá à Iveco Latin America um contrato para 1.580 veículos blindados anfíbios VBTP-MR Guarani 6×6 em 22 de novembro, informou o Serviço de Gerenciamento de Projetos.

A frota, a ser entregue entre os anos 2016-35, compreenderá as versões de transporte de tropas, comunicações, posto de comando, ambulância e de morteiro de 120 milímetros. O CoLog está comprando as plataformas em lotes de 723, 547, 275 e 35 veículos, bem como equipamentos e serviços associados, totalizando R$ 5,9 bilhões. Vários serão armados com estações de armas protegidas tripuladas UT-30BR e estações de armas remotas ARES Aeroespacial & Defesa REMAX e TORC30.

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86 COMMENTS

  1. E aqueles 2000 e tantos que anunciaram anteriormente???? Brincadeirinha, pegadinha do malandro!!!!!!! Parece piada, e é, ou estamos na miséria absoluta, ou na megalomania total, já são mais de 3500 Guaranis anunciados, acredite quem quiser, se chegarmos a 100 acho que podemos rezar e levantar as mãos pro céu. O que me interessa realmente é a versão 8X8, que poderá trazer encomendas internacionais, o resto é o resto…

  2. Carlos Crispim 21 de novembro de 2016 at 17:52
    .
    “já são mais de 3500 Guaranis anunciados”
    .
    ??????
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    “se chegarmos a 100 acho que podemos rezar e levantar as mãos pro céu”
    .
    ??????
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    “O que me interessa realmente é a versão 8X8, que poderá trazer encomendas internacionais, o resto é o resto…”
    .
    ??????

  3. Já vi um Guarani ao vivo e o blindado é muito alto. Com essa torreta ARES fica quase do tamanho de um prédio de 3 andares…rsrsrs, dá para ver de longe.

  4. Outra coisa, porque precisamos ler na Jane´s notícias do Exército Brasileiro?
    Depois o pessoal reclama da má vontade da gente com as forças armadas. Nós somos os pagadores de impostos, somos nós a quem o Exército deve explicar o que faz. Como é difícil mudar a mentalidade das pessoas.

  5. Carlos Crispim 21 de novembro de 2016 at 17:52
    Se não me engano a quantidade de guaranis no EB hj em dia esta na faixa dos 200…

  6. Já tem mais de 200 Guaranis entregues ao EB.
    .
    O Guarani 6×6 foi exportado para o Líbano (16 unidades).
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    Os pouco mais de 2000 eram apenas o plano. Isso agora é a dispensa de licitação e a assinatura de contrato. Agora só falta ir pagando os valores e recebendo as viaturas. Ou seja, as coisas voltaram a caminhar.
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    O preço do Guarani é de US$ 1 milhão. Nos outros contratos também. Houve apenas variação cambial.
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    Todos esses atos administrativos saíram no DOU. Jane´s pesquisou e foi atrás da notícia, como deve ser. Se outros não foram, não é problema do EB. Aliás, acho que o EB prefere que ninguém saiba, para não sair por aí notícias do tipo: “Brasil em crise e comprando blindado para o exército”; “com o dinheiro gasto, daria para pagar o 13º dos policiais” e etc.
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    Enfim, excelente notícia!!!!

  7. Rafael Oliveira, perfeito!!!

    PS. Os mais de 2000 contam com as versões 6×6 e 8×8, então as que faltam pra fechar essa conta podem ser as 8×8 que ainda são apenas projeto.

    Abs

  8. UT-30BR é da AEL-BR, pelo que entendi no passado todas torretas contratadas seriam estas.
    ____________________________________

    “….estações de armas remotas ARES Aeroespacial & Defesa REMAX ”
    Estas torretas estão em desenvolvimento.
    Estão devidamente homologadas ?

    “REMAX ESTÁ OFICIALMENTE ADOTADO PELO EXÉRCITO BRASILEIRO
    17 de Março, 2016

    De acordo com o último boletim divulgado, a Portaria Nº 065 EME, adota oficialmente o REMAX para o Exército Brasileiro.

    PORTARIA Nº 065-EME, DE 8 DE MARÇO DE 2016.

    Adota o Sistema de Armas Reparo de Metralhadora Automatizado X, versão 3 (REMAX 3), desenvolvido pelo Centro de Tecnologia do Exército e a empresa ARES Aeroespacial e Defesa S.A.

    O REMAX possibilitará uma nova dimensão à Força Terrestre Brasileira e à Defesa Nacional, potencializando o poder de combate e garantindo a segurança da tropa embarcada que realiza a operação no interior da viatura.

    A ARES orgulha-se de contribuir para este importante avanço do Exército Brasileiro e da defesa do nosso país.”
    __________________________________

    “Os militares acompanharam a demonstração sobre o estado atual de desenvolvimento da torre não tripulada TORC 30, sistema que permite a operação remota de moderno canhão de 30 mm montado sobre uma viatura blindada de rodas para o apoio de fogo direto contra alvos terrestres e para a autodefesa antiaérea.”
    __________________________________

    http://www.ares.ind.br/new/pt/noticias.php

  9. Explicado, ufa …. muito bom:
    “Desde 2010, a empresa é parte do grupo Elbit Systems – uma das líderes mundiais no fornecimento de sistemas de Defesa – passando a garantir o aumento da oferta de novas tecnologias para uso militar e, consequentemente, contribuindo para o desenvolvimento nacional.”
    http://www.ares.ind.br/new/pt/ares-empresa.php

  10. Não são 3500, este ato e a formalização do contrato previsto pelo EB de mais ou menos 2000 veículos, apenas o lote havia efetivamente contratado.

    G abraco

  11. Quantos disparos de RPG-7 o Guarani aguenta? Será que não é um mal negócio aumentar a altura do Blindado para sobreviver a IEDs e assumir o colateral do aumento da assinatura e ficar vulnerável a Infantaria armada com foguetes anticarros?

  12. paco 22 de novembro de 2016 at 8:20
    Do jeito que esta provavelmente nenhum, mas com blindagem adicionais talvez aguente.

  13. Esse 6×6 acho que é pior que o URUTU, 6×6 só no Brasil o resto do mundo tão todos errados. Brasil sempre na contra mão mesmo.

  14. Eu, particularmente, sou crítico da opção 6×6, mas é inegável que na atual conjuntura econômica, esta aquisição (ou o planejamento dela) já é satisfatório. Acredito, então, que agora é esperar para ver o desenrolar da versão 8×8 para reconhecimento armado com canhão 105mm. De repente, até mesmo a substituição de algumas das futuras aquisições por blindados 8×8, especialmente para as forças expedicionárias que forem atuar em operações de imposição de paz da ONU.

    Até mais!!! 😉

  15. No mais, tantos as torres UT-30, quanto as REMAX .50/7,62mm serão adquiridas, cada uma será para funções específicas e úteis. Lógico, as REMAX serão em maiores quantidades e mais usadas no dia a dia da Força, especialmente nos partilhamentos fronteiriços.

    Grande abraço a todos!!!

  16. paco 22 de novembro de 2016 at 8:20
    Nenhum. Tal como os APC’s em geral que suportam no máximo projéteis de 14,5mm e estilhaços de artilharia 155mm, o guarani possui proteção equivalente. Talvez até menos que os demais. Não é um veículo que adentra profundamente no campo de batalha, na linha de frente, ao lado do CC. A técnica de baixa silhueta para aumentar a sobrevivência dos blindados é ultrapassada. Na verdade, a tendência agora é inversa: Os novos veículos são bem altos para resistirem à ondas de choque no assoalho. Exemplos: Guarani, Stryker, Boomerang, Patria AMV e Eitan. O problema dos IED’s é mais generalizado do que tocaias com RPG. Nas últimas décadas de experiência com forças assimétricas, as forças terrestres de vários países perceberam que a probabilidade de enfrentarem problemas com IED’s à margem de estradas é maior do que encontrar oponentes esperando em algum esconderijo com langa-granadas. É um método muito mais eficiente para insurgentes utilizar vários IED’s em vias de tráfego de comboios do que montar tocaias, pois a possibilidade de eliminação destes é muito alta. Nesse método, a probabilidade do atacante, mesmo logrando sucesso no ataque, ser retaliado e eliminado pela infantaria é alta. E há também a alta possibilidade de ser detectado, ou pela infantaria ou pela escolta aérea de helicópteros, e ser eliminado antes mesmo de executar o ataque. Sendo assim, o meio mais prático e eficiente para os insurgentes lidarem com blindados é plantando IED’s. Por isso a mudança da tendência, que menos se preocupa com RPG’s.

  17. Exato, Flavio.
    .
    Até porque a ideia é que o número de 8×8 fique entre 300 e 400 viaturas.
    .
    Com a parceria fechada entre e a Ares e a Oto Melara, o canhão 105mm desta desponta como favorito.
    .
    Joshua o Guarani é muito melhor que o Urutu, simplesmente porque é um projeto atual, que incorpora avanços tecnológicos das últimas décadas. E a versão 6×6 é mais barata é o que tem para hoje.

  18. Offtopic: alguém sabe se algum lugar tem estatísticas de perdas de blindados nos conflitos no afeganistão e no iraque (pós 2001) por tipo de ameaça?

  19. EB Fechando o ano com chave de Ouro, muitas notícias boas em 2016 aqui no Forte.jor
    Uma retro 2016 das boas noticias que o Forte.jor nos brindou!!
    1- Viatura Blindada Cascavel modernizada
    http://www.forte.jor.br/2016/10/27/tiro-tecnico-com-viatura-blindada-cascavel-modernizada/
    2- 150 unidades do ALAC ao Exército Brasileiro
    http://www.forte.jor.br/2016/10/25/gespi-vende-150-unidades-do-alac-ao-exercito-brasileiro/
    3- Recebimento de 52 viaturas blindadas em estado de pronto emprego.
    http://www.forte.jor.br/2016/10/24/cms-acompanha-recebimento-de-52-viaturas-blindadas/
    4- Sistema de Posicionamento e Pontaria -novo material da Artilharia Brasileira
    http://www.forte.jor.br/2016/10/24/3o-gac-ap-exercicio-com-novo-material-da-artilharia-brasileira/
    5 – Artilharia do Pantanal testa a busca a alvos com drone Horus FT-100
    http://www.forte.jor.br/2016/08/26/artilharia-do-pantanal-testa-busca-alvos-com-drone-horus-ft-100/
    6 – Astros 2020 míssil MTC-300 – Em testes
    http://www.forte.jor.br/2016/05/04/barreira-do-inferno-lanca-missil-av-tm-300/
    http://www.forte.jor.br/2016/07/27/iv-workshop-do-sistema-astros-edicao-2016/
    7 – Recebimento das Viaturas astro MK-6 pelo exército e Marinha – Previsões de venda
    http://www.forte.jor.br/2016/10/05/comando-militar-do-planalto-recebe-novas-viaturas-do-sistema-astros-mk-6/
    8 – Modernização dos obuseiros autopropulsados M109A5 de 155
    http://www.forte.jor.br/2016/09/26/bae-systems-vai-modernizar-obuseiros-para-o-exercito-brasileiro/
    9 – Veículos LMV da Iveco vence disputa e Brasil pode comprar 1.464 veículos
    http://www.forte.jor.br/2016/09/01/brasil-pode-comprar-1-464-veiculos-lmv-da-iveco/

    10 – 3°Esqd C Mec inaugura seção de instrução
    http://www.forte.jor.br/2016/09/26/3esqd-c-mec-inaugura-secao-de-instrucao/
    11- Nova instalação 5º Regimento de Carros de Combate ‘Regimento Tenente Ary Rauen’
    http://www.forte.jor.br/2016/08/16/5o-regimento-de-carros-de-combate-regimento-tenente-ary-rauen/
    12- Tiro com metralhadora REMAX das Viaturas Blindadas
    http://www.forte.jor.br/2016/07/22/1o-bi-mtz-realiza-tiro-com-metralhadora-remax-das-viaturas-blindadas/
    http://www.forte.jor.br/2016/03/22/exercito-adota-o-reparo-remax-3/
    13 – Exército emprega robôs para desativação de explosivos
    http://www.forte.jor.br/2016/07/27/exercito-usa-robo-alemao-para-desativacao-de-explosivos/

    14 – Exército usa equipamento de última geração no combate ao crime organizado
    http://www.forte.jor.br/2016/06/23/exercito-usa-equipamento-de-ultima-geracao-no-combate-ao-crime-oganizado/
    Fennec modernizado realiza campanha para a certificação de braço de armamento
    http://www.forte.jor.br/2016/04/18/fennec-modernizado-realiza-campanha-para-certificacao-de-braco-de-armamento/
    15 – Operação dos sistemas do SISFRON
    http://www.forte.jor.br/2016/03/22/14a-cia-com-mec-estagio-de-operacao-dos-sistemas-do-sisfron/
    16 – KMW inaugura fábrica em Santa Maria – RS
    http://www.forte.jor.br/2016/03/15/kmw-inaugura-fabrica-em-santa-maria-rs/
    17- Exército recebeu Fennec E Pantera K2 modernizados
    http://www.forte.jor.br/2016/01/07/exercito-recebeu-10o-fennec-modernizado/
    http://www.forte.jor.br/2016/01/11/helibras-entrega-pantera-k2-modernizado-no-brasil/
    18 – Pq R Mnt/3 recupera 41 viaturas blindadas Leopard 1A1
    http://www.forte.jor.br/2016/01/11/pq-r-mnt3-recupera-41-viaturas-blindadas-leopard-1a1/
    19 – Desembarque de Mísseis Igla para o EB
    http://www.forte.jor.br/2016/02/03/desembarque-de-misseis-igla-para-o-eb/
    20 – Exército Brasileiro inaugura Sistema de Simulação de Apoio de Fogo na AMAN
    http://www.forte.jor.br/2016/02/26/exercito-brasileiro-inaugura-sistema-de-simulacao-de-apoio-de-fogo-na-aman/

  20. Boa tarde
    Estive no 36 BIMtz. Já receberam 20 Guaranis. A 3a Bda Inf Mtz deverá ser a próxima a ser Mecanizada.
    Há muito suporte logístico da IVECO também, diretamente à unidade.
    Preço da Vtr é de aprox 3 milhões. A torre manual vale 800 mil. A REMAX .50 vale 2,7 milhões e a torre com 30 mm vale 3,5 milhões.
    Abc

  21. Gente, das três Forças, parece, pelo menos pelas notícias, que o EB tem conseguido avançar aos poucos com seus planos de reequipamento e vem fazendo vários exercícios nestes últimos meses. isto não é mole e o custo logístico e temendo!! Quanto ao Sisfron, parece que passará por uma reformulação!!

    A FAB vem depois , tentando fazer uma reorganização, apesar da alta indisponibilidade de sua frota. Agora, a MB, essa vai de mal a pior, mesmo com muito esforço ( a CV Júlio de Noronha voltou para a parte operativa depois de um longo PMG) , mas , tirando o Prosub, que mal ou bem , vai caminhando, os outros programas ou pararam ou estão em marcha lenta!!!! O SisGaaz parou de vez!!!!

  22. EduardoSP 21 de novembro de 2016 at 20:08
    .
    Concordo, mas a questão é que a Jane’s é uma publicação especializada, enquanto aqui no Brasil a grande mídia nem aí pro assunto defesa, quando o faz geralmente é critica, tipo “gastos desnecessários”.
    E a Jane’s foca nos fabricantes, que anunciam seus produtos e vendas. Compradores gostam de sigilo, por seu lado.

  23. Bom dia carvalho
    BIB com M-113.
    BIMtz serão transformados em BIL ou BIMec. Os BIMec serão dotados de Guarani.
    Os RCMec ficarão com Cascavel, até sua substituição pelo Guarani com canhão, e os urutu serão substituidos pelo Guarani também.
    As Bda Inf Mtz (15a sede em Cascavel, a 3a sede em Cristalina, a 9a sede no RJ) serão Mecanizadas. Talvez a 8a sede em Pelotas e a 11a sede em Campinas também.
    As outras Bda Inf Mtz serão transformadas em Leve. Sendo q a só a 12a sede em Caçapava será prioritariamente Aeromóvel.
    Abc

  24. Agnelo,

    Quando saiu no DOU a compra da UT30BR, o valor era de R$ 2,15 milhões ou US$ 1,3 milhão na cotação de 31/12/2010. Hoje sairia R$ 4,346 na cotação atual.

    Que eu me lembre, foram compradas apenas 10 UT30BR. Não sei se foi assinado algum contrato recentemente para ver o valor exato, se está mais barato como você aponta (o que é possível, pois parte do custo dela é em reais).

    De qualquer forma, é uma arma bem cara, custando mais que o blindado. Compensa comprar o Gepard usado e tirar o canhão dele para por no Guarani rsrs. Ou procurar outro fornecedor da arma em si para usar no lugar do BushMaster MK440.

    Aliás, talvez o plano do EB usar a Torc30 não seja apenas em razão do uso anti-aéreo, mastenha a ver com o uso do canhão Rheinmetall MK30-2/ABM que pode ser mais barato (não sei se é e esse é um dado difícil de se obter) e até por isso não tenham sido compradas mais UT30BR, que se previa serem compradas 216 unidades.

  25. Bueno ironico sobre os ALACs é que em um conflito como na Síria a quantidade que o EB dispõe deve ser utilizada em 1 dia de conflito.

    a quantidade de material q o EB possui beira a ridicularidade

  26. Rafael Oliveira 23 de novembro de 2016 at 8:57
    .
    Creio que o preço citado da UT30Br não seja muito caro não, se você considerar todos os sistemas.
    Pode ser é que o Guarani é que é “barato”, afinal é um blindado de ~U$ 1,1 Milhão…

  27. Pode ser Bardini, pois, bem lembrado, não é apenas um canhão.
    Qualquer dia que eu tiver insônia vou dar uma boa pesquisada nos preços das torres de operação remota rsrsrs. Só não vale comprar as de Cingapura.

  28. Rafael Oliveira, se você levar em conta o preço de uma Remax já da pra perceber que a UT30Br não é muito cara rsrsrs…
    Aliás, se esses preço citados anteriormete estão corretos, mais vale colocar uma UT30Br do que uma Remax!

  29. Bardini, mas a ideia é comparar com produtos de outras empresas. Comparar produtos da Ares entre si não ajuda a esclarecer o ponto.
    Mas concordo que, com esses preços, o EB deveria comprar a UT30BR em vez da Remax.

  30. Boa tarde Agnelo,

    Obrigado pelo esclarecimento. A lógica é bastante razoável.

    Dentro deste quadro, os BI (como Florianópolis e Joinville) serão transformados em BIL ou Mec?
    Nunca entendi corretamente a posição dos BI dentro do quadro operacional do EB…

    Abç

  31. É impressão minha ou o Exército é a força que mais investe em equipamentos? Até em criar uma ala aérea de asa fixa eles estão pensando! enquanto isso… a FAB e a MB ficam sempre sem ter orçamento pra se renovar.

  32. Fernando, é impressão sua.
    PROSUB, NDM Bahia, Gripen e KC-390 são investimentos em andamento e muito mais caros do que os programas do EB.

  33. Esse é um ponto muito interessante. O custo dos investimentos. O EB parece ser a força que melhor se equipa e que melhor mantém a casa em ordem, mas quando se analisa os montantes envolvidos, se percebe que eles não investem é nada…
    .
    A MB é a força mais cara de se mobiliar e operar, o resultado é a situação atual, posteriormente temos a FAB e o no final da lista o EB.

  34. Boa noite Rafael e Carvalho

    Rafael
    Não sei o q está por trás do desenvolvimento, troca de conhecimentos e por ai vai pra q esses meios fossem selecionados.
    Ainda está em estudo qual tipo de Armt será de qual fração. A última, q me falaram, é q os Pel Fuz teriam com remax e a Cia Fuz teria dois com 30 mm no Pel Ap.
    O carro com a 30mm não dá para os Pel Fuz pq nao cabe um GC completo.
    O pessoal q falei do CIBld, Uberlandia e Cascavel gostaram muito do carro.
    Carvalho
    A Bda de Floripa, a 14a, q tem Blumenau, Joinville e Floripa de Infantaria, será Leve.
    Os BI e BC tem a previsão de Segurança de Área de Retaguarda, segurança de estruturas estratégicas na Zona Interior, longe do front, e completam os Btl Inf q são incompletos em tempo de paz, sendo esta a principal.
    Por exemplo, o Btl de Pelotas é Mtz, deverá ser Leve ou Mecanizado, e se for pra uma Campanha, por ter 2 Companhias de fuzileiros, recebe 1 de um BI ou BC.
    Em tempo de paz, os BI e BC cumprem as mesmas missões das outras Unidades de Infantaria.
    Estive 7 anos em Blumenau. Mandamos 1 Pel Fuz pro Haiti 2o semestre de 2010. Ele voltou em dezembro e foi pra AGATA em Janeiro. Em fevereiro, a sua Cia começou o treino pro Alemão e foram de abril até agosto pro RJ. Voltaram, foram pra AGATA, férias obrigatória, 6 meses de treino e 8 meses de Haiti. foi 2010, 11 e 12 na correria. 1 Pel em 2010 e uma Cia em 11 e 12. Depois tiveram as outras AGATAs e treino pra Copa, Copa e MAré, sempre 1 Cia Fuz.
    Sds

  35. Ainda acredito que além do Guarani e do Cascavel modernizado, precisamos de alguns blindados de peso com 8 rodas e canhão de 105 mm, por exemplo o Centauro da Iveco-Fiat-OTO Melara, talvez uns 100 supririam essa lacuna.

  36. Nao sao todos os Btl de infantaria q tem 3 Cia Fuz. Alguns têm só uma ou duas. Pelo q me lembro, o de Pelotas, por exemplo, tem duas. O de Campos tem uma. O de Petropolis tem 2.

  37. E creio que a brigada escola deveria ser deslocada para o Tocantis ou MT. A função de apoiar a ESAO não justifica ela ficar no Rio, ainda mais agora mecanizada.

  38. Obrigado Agnelo, pelos esclarecimentos. É bom ter mais um comentarista de dentro do EB para trazer informações e esclarecimentos pertinentes.
    .
    Mudando um pouco o assunto, o EB fala em morteiro no Guarani, mas até agora, aparentemente, não requisitou informações aos fabricantes.

  39. Boa noite Colombelli e Rafael
    Colombelli
    A 9a Bda apoia ESAO, EsLog, EsIE, AMAN e por ai vai.
    Além disso, está prevista para se tornar uma tropa ECD constituir uma Força Expedicionária, por isso permanece no RJ.
    Outro dia conversamos sobre como o RJ já desmobiliou, veja: a 1a Bda q era em Petrópolis foi pra Boa Vista, e o 22 BI de Barra Mansa foi pra Palmas. A 2a Bda de Niteroi foi pra Saõ Gabriel da Cachoeira, com suas unidades distribuídas ou mandadas pra Amazônia. O 56 de Campos aguarda isso. A 5a Bda de Cav foi explodida pra completar as Bda Bld do Sul. A Bda pqdt tem previsão de partir pra Anápolis, falta aquele amigo $$…
    Rafael
    Vou verificar essa situação do Mrt, pois não me recordo. Pelo q lembro do q foi dito, é q o Guarani seria toda família, de onde se deduz q Mrt também, mas realmente não me recordo.
    Sds

  40. Bueno 22 de novembro de 2016 at 15:12
    Boa postagem.
    ____________________________________

    Agnelo Moreira 24 de novembro de 2016 at 20:37
    Muito boa sua “entrada” no Forte, seja muito bem vindo.
    Dê seus pitacos no PN e no PA, incrementa a trilogia.
    Shalom

  41. Camaradas
    Gosto dos fóruns. Mesmo com certas opiniões esquisitas.
    Acho q é um espaço democrático q pode dosar bem o quanto a sociedade está entendendo das decisões tomadas, pois pra esta q devemos satisfação.
    Como os senhores, gosto muito destes assuntos. Se pessoas q gostam não estão entendendo certas decisões, imagine quem não entende?
    No forte posso falar com mais propriedade, pois é diretamente ligado a minha carreira. No PN e PA, só falo piruando!
    Abc

  42. Agnelo, me parece que com as carências da força, manter um abrigada que será mecanizada em área urbana e longe de onde hoje tropas realmente são necessárias por apoio ao ensino não é uma boa justificativa. Há várias OM no sudeste que podem dar este apoio, até porque não se precisa do efetivo de uma GU pra isso. Quanto a quantidade de tropas no Rio, ainda é a maior do Brasil, longe das necessidades de fronteira e não devemos olvidar que ali há o CFN.

    Aproveito o ensejo pra te pedir como está a situação do armamento AC. Temos alegadamente 120 Carl Gustav, dos quais pelo menos uns 20 devem estar no Batalhão de Comandos ( 1 pra cada DAC), AMAN e ESA. Restaria faixa de 100 peças pra tropa. Mantida a dotação de 9 por batalhão que era a do M-18 seriam apenas 16 unidades com arma AC deste tipo. Pergunto: 1) O M18 deu baixa completa? b) O M-40 ainda é dotação na cia apoio? c) Se o M-18 deu baixa e se o numero de Carl Gustav não dá pra todos, como estão se virando com armamento AC?

  43. O EB junto com a IVECO testou pesquisou e usou o centauro como plataforma para desenvolver esse blindado, que passou com folha em todos os testes específicos, inclusive contra Minas terrestres e EADs, mostrando melhor grau de sobrevivência que seus congênese internacionais mais consagrados, sendo sua altura inclusive 12 cmm Mais, ele é um veículo 6×6 otimizado que vem chamando atenção no mundo, mas isso não interessa por que o EB a IVECO e demais possíveis operadores tão errados sobre ele , e quem tá certo e o zé arruela que vou o veículo por fotô e conclui que não presta

  44. Boa tarde, Agnelo.

    Obrigado pela pesquisa e resposta.

    Apesar de gostar da ideia de ver um Guarani com uma torre Nemo ou, melhor ainda, com a torre Amos, ambas da Patria, concordo com o EB que a prioridade é armar os Guaranis com canhões de 30mm e de 105mm. Torcer para que em alguns anos o EB lance um RFI para o morteiro.

  45. Não creio que a versão pra morteiro vá sair. Aliás, dado o emprego do morteiro, nenhuma vantagem significativa há em lhe colocar no blindado se não vier acompanhado de eletrônica para pontaria rápida. E ainda tenho dúvidas do custo benefício disso.

  46. Boa noite
    Depois q a Bda PQDT sair do RJ, só ficará a 9a no lugar onde o EB mais tem operado. Infelizmente, ainda há necessidade de presença nacional dissuasoria inclusive para F ADV internas… se não, realmente seria melhor próximo às fronteiras.
    Em relação ao Armt AC, o Carl Gustaf é o carro chefe. Há o MILAN III na Bda Pqdt e o Eryx na Amv. A ideia é q todos os Pel AC dos Btl Inf utilizem o nacional MSS 1.2. Não se utiliza mais outros canhões.
    O Guarani Mrt é ideia. Se utiliza um Bld com Mrt, pq é um alvo compensador para Contra-Bateria e deve ter Mobilidade. Como a Hipótese de Emprego nestas condições ainda é difícil, não é prioridade maior q outros meios.
    Vamo q vamo.

  47. Colombelli,
    Realmente só faz sentido ter um morteiro no Guarani se ele for moderno, com o que há de melhor em eletrônica embarcada.
    A artilharia é, provavelmente, o calcanhar de Aquiles do EB. Ele carece de artilharia autopropulsada sobre rodas, de forma que essa seria uma solução interessante, ainda que mais limitada que os morteiros e obuseiros de 155m.

  48. Creio que as possibilidades de fogo de contra-bateria no cenário da AL são remotas pra se justificar um investimento pra por um mort. pes. no guarani. Ademais, a contrabateria esta ligada a questão da saida de posição que não demora no morteiro autorebocado. O critico no caso dele é a entrada em posição que demora mais.

    Um sistema como o Cardon deve estar na faixa de uns US$ 750.000,00. Fora da realidade.

    Estamos mal das pernas de artilharia. Nosso material vai fazer 30 anos que saiu de uso no US army. E lá tem M-198 esperando pra serem adquiridos por bagatela.

    Quanto as armas AC se deduz então é que ao menos 2/3 da unidades do EB esta sem defesa AC. Precisaria na faixa de 300 Carl Gustav e isso a seis peças por unidade so. Estamos deficitárias em 180 peças, sendo outro caso de arma baratissima. Esta faltando visão no EB em certas questões. O Milan e o Erix são pouquissimas unidades e o segundo é muito limitado.

  49. Colombelli, se o Cardon custar US$ 750 mil ele é mais em conta que a UT30BR e até mesmo que a REMAX. Então não vejo como algo fora da realidade. É só uma questão de tempo.

  50. Em relação ao Guarani Mrt, é justamente por isso q não é prioridade.
    Nossa Art não está ruim não. Estamos adquirindo M-109,se não me falha a memória, dos modelos mais novos e outros mais atualizados, por encomenda, q os últimos M-109 americanos. Em 40 Seg a bateria toma posição e atira. A intenção é dotar os AP o máximo possível com eles.
    O AP sobre rodas está em estudo, pois a prioridade é a solução pro Guarani 8×8 VBR.
    Em questão de AC, tem pouco CSR Carl Gustaf mesmo, mas tem onde há real possibilidade de emprego. Por ser de fácil aquisição, a tropa q não tem recebe a instrução, pra ficar ECD receber se precisar. Não é falta de visão, é falta de recursos.
    Só pra ter uma ideia, os custos com o FUSEX aumentaram 80%, pois muitos q tinham plano de saúde fora, como pelo emprego da esposa P ex, por causa da crise, estão usando o FUSEX.
    Fora isso, aumentou muito a aquisição de meios Com e OVN, GLO, Vtr, Fuzis novos com sistemas de mira e por aí vai, o q é mais prioritário para uso imediato, dado as hipóteses de emprego.
    Pra ter ideia, eu estava em uma OM q não era prioridade, e tinha Rádio novinho Grp 1 para uma Cia Fuz até o nível Sargento e muitos cabos teriam rádio também. Os rádios mais antigos, q também eram bons, equipava a outra SU. Rádios novos para todas as Vtr operacionais, mais de 20.
    Rádios novos com salto de frequência e criptografia para Com SU – Btl, Btl – Bda. Repetidoras móveis e fixas.
    Olha, muita coisa nova pro q precisamos toda hora.
    Além disso, os capacetes novos tem validade, o q gera muito custo, e por aí vai.
    $ $ $
    Sds

  51. Lembrei de outra, q dava gasto.
    Manutenção de Vtr só autorizada. Antigamente o Cb Velho dava jeito em tudo. Agora, o pessoal da Mnt é só Mnt do usuário e controle das vtr. As Marruá tem motor MWM.
    Então, é muito gasto q não se compara com antigamente.
    Imagine a quantidade de homens q foram pro Alemao e Maré. O colete tem q ser novo, por exemplo. Não dá pro camarada utilizar o colete durante 6 meses, pelo menos 25 dias ao mês, 20 horas por dia, aquele maçarico q é o RJ e passar pra outro.
    São diversos gastos.
    O q vejo muito no Forte, PN e PA é gente interessada, mas não tem noção dos custos atuais do dia a dia das FFAA. Se eu q estou há 22 anos na carreira me surpreendo de como as coisas mudaram, imagine quem serviu sei lá quando?
    Sds

  52. Outro aspecto importante, q muitos não sabem, é q o orçamento vem pra Força com destinos amarrados, com pouca flexibilidade. Custeio, investimento, pagamento de pessoal, o q pode ser gasto em prestador de serviços, material de consumo, material permanente, e por aí vai. Uns destinos podem ser mudados, outros não. Não é um montante q vai pra Forca e o Alto Comando decide o q quer.
    Muitas vezes, os gastos com operações impostas sai de treinamento q deixa de acontecer.
    Outras recebem recursos, mas acaba pesando na hora de mais repasses.
    Acho q não lembro de mais nada…. Kkkkk
    Mas a intenção é sempre melhorar, podem ter certeza!!

  53. Agenlo , os 32 A5 que estão sendo adquiridos de fato são um enorme salto. Entram em posição e disparam, mudam de posição pra uma a 800 metros e disparam mais dez tiros em 12 minutos, muito antes de o A3 que hoje temos disparar uma vez e em três vezes menos tempo que um AR demora so pra dar o primeiro tiro. Mas ainda temos 11 grupos com o M-101 e 5 grupos com o M-114. Artilharia superada até aqui na AL com alcance de 14 km, quando os argentinos ja tem a mais de 30 anos peças com 20 km de alcance4. Isso é grave, mormente quando uma peça usada e muito melhor poderia ser adquirida por US$ 200.000,00. Não adianta ter pequenos núcleos diante de uma massa de atrasos e é possível fazer melhor com baixo custo.

    O Carl Gustav então nem se fala. Com US$ 100.000,00 se compra a peça e uma boa quantidade de munição. E é uma arma versátil e que dura. Por isso que na cúpula do EB se notam, sim, exceções a este desejo de melhora (que por vezes depende so do M1A1), e as vezes os egos se sobressem como na marinha ainda que o EB seja a arma mais pé no chão e melhor dirigida.

    Já a ida do EB suprir deficiências da segurança do Rio em ocupações foi um completo absurdo, seja por colocar a força em função que não lhe é própria, desgastando-a, seja pelos 600.000.000,00 do orçamento da defesa consumidos indevidamente e que fizeram falta pra muita coisa.

    Ja quanto ao material de COM e engenharia, o EB está agindo com visão e inteligência.

    Primeiro, acho eu, temos que ter o feijão com arroz: fuzil, metralhadora, canhão, morteiro, fardo aberto, pra depois ir atras de ASTROS, SISFRON etc…caso contrário acabamos tendo dois exércitos e o operacional e em condições acaba não suprindo as necessidades.

    Rafael, morteiro e canhão tem empregos e suprem necessidade bem diferentes. O canhão não tem substituto, o morteiro no blindado tem: o autorebocado, muito mais barato e equivalente nos aspectos que importam. O custo benefício que justifica um canhão não pode ser comparado ao que justifica o morteiro. Não por outro motivo o USMC ainda usa o autorebocado e o cardom não vingou mundo afora. Com dois conjuntos de morteiro para colocar em um blindado se compra 1,5 guarani. Morteiro AR pesado o arsenal de guerra faz por uma fração do preço.

    Antes de pensarmos em embarcar o Mort. pes. temos é de suprir as unidades com um morteiro pesado em substituição ao M-30. Hoje tem na faixa de 120 morteiros raiados entregues. Falta 80 pra fechar a conta básica e pra não vermos uma operação Setembrino de Carvalho com apenas 05 pelotões de mort. pes. ao invés dos 9 que deveriam estar presentes.

  54. Boa noite camarada Colombelli
    Realmente há muito o q se pensar e, principalmente, fazer. Algumas decisões são políticas e impostas, como SISFRON. A maior imposição é o emprego na segurança pública, e todo militar sabe disso. Até pq, a segurança pública não se resolve somente com a Expressão Militar do Poder Nacional. As FFAA diminuíram o lucro mensal das facções na Maré de 15 milhões para 300.000! E o q mudou? Sem a presença do Estado em todas as expressões, é o q vc falou! Desgaste…
    Ainda assim, custos vem de onde nem se pensa. Hj, quase todos os motoristas de caminhões das OM trocam anualmente, ou seja, todo ano, cada OM tem de desembolsar a carteira de motorista de caminhão (q há muito tempo era umas 800 pila) mais o curso do SENAT para transporte de pessoal, q é mais caro ainda… É por aí vai.
    O EB está firme no propósito de melhorar os meios e completa-los.
    Mas é importante lembrar q não há Hipótese de Emprego iminente para emprego de mais de uma Divisão. E uma divisão na guerra, já seria com base em MUITA comoção nacional! Para uma divisão, nós temos sobrando. Lembre q Alemanha, Itália, França, Inglaterra e tantos outros não empregaram mais q isso nas últimas décadas. Na verdade, somente a Inglaterra.
    Hj, somente EUA emprega C Ex além mar. Outros países q tem condições de empregar pelo menos um CEx imediatamente são aqueles q estão em guerra ou na iminência disso, como Paquistão, Índia, Coreias, Rússia e China, por exemplo.
    Ou seja, o Brasil tem condições de manter uma DE em combate com revezamento. Tem os meios pra isso, com poucas necessidades de completamento, q podem ser supridas pela indústria nacional ou pela compra imediata. O q hj se quer e está se fazendo é melhorar esse outro exército q vc citou.
    Isto estava acontecendo bem, mas essa crise matou a pau.
    Uma nova reestruturação será feita. A FAB já mostrou isso, e o EB está em franco estudo pra isso.
    Vamos q vamos
    Sds

  55. Boa noite Rafael, com uma intromissão no q Colombelli passou.
    Semana passada estava conversando com um colega q estava no GAC Pqdt. Ele me passou q o novo Mrt P 120 nosso, q tem um alcance muito bom inclusive, é muito bom.
    Mas há um problema em relação aos Mrt q influenciam menos a Art.
    Para o longo alcance q o Mrt atinge, a flecha deixa a granada muito vulnerável às condições climáticas, deixando muito imprecisão para os tiros mais longos.
    Sds

  56. Colombelli e Rafael
    O EB está investindo muito em tecnologia. O SISFRON, com meios q são utilizados na inteligência operacional em campanha, tem o emprego dual. Monitora fronteira na paz, e na guerra dá consciência situacional ímpar.
    Há uns anos, um jornalista britânico foi morto por um MERKAVA. Quem atirou? Não foi o Cmt do carro e nem o atirador…O sistema de defesa do carro identificou a lente da câmera a quase 3 Km, assumiu o comando de tiro e eliminou a “ameaça” q a tripulação não viu. Essa tecnologia e outras é q são desenvolvidas, mas custa MUITO !!
    Comoveu disse, temos para necessidades imediatas e, as unidades q não tem, possuem instrução pra operar. Por exemplo, o 62 BI de Joinville tem o Carl Gustaf. Oficiais e Sargentos de Ponta Grossa, Curitiba, Floripa e Blumenau tinha, instrução lá.
    Ano passado, o IME pediu 6 vagas de mestrado no MIT. Com muita relutância deram 2. No meio do ano, com os caras do IME lá, ligaram dizendo pra mandar quantos quiséssemos, impressionados com nosso pessoal.
    É isso.
    Abc

  57. Boa noite a todos. Não desfazendo das outras Forças. Meu querido EB sempre trabalhando e se aperfeiçoando(mesmo com todas as dificuldades que lhe impõe).deus abençoe a todos. Notícias boas são sempre bem-vindas.

  58. Sinceramente estou só lendo e aprendendo. Obrigado pelos comentários. Estou satisfeito em ver como o EB está se desenvolvendo. É uma luz em um quarto muito escuro.

  59. Agnelo creio que nos 8 KM que é o alcance do Motr Pes 120 com granada convencional a precisão seja a mesma da artilharia por conta do raiamento. Onde me parece que irá perder no CEP é acima dos 8.000, pois ai até os 13 km é granada assistida e esta sim tem interferência do foguete. Mas isso também se verifica na artilharia.

    As vezes que vi o M-30 quando ainda não tinha o 120 raiado, a precisão era semelhante a um obuseiro dentro do alcance previsto do morteiro. Segunda salva era NA, quando não ocorria na primeira.

    O EB felizmente é o mais pé no chão, e poderia estar ainda melhor com algumas pequenas aquisições de itens baratos.

  60. Agnelo, eu li atentamente as tuas ponderações, mesmo não sendo pé de botina,concordo com quase tudo e vejo como um problema sério que o EB vai enfrentar no futuro, a diversidade de tipos de viaturas de apoio, quando o desgoverno PT empurrou goela abaixo na base da propina das montadores, caminhões das mais diversas origens dentro da mesma capacidade, Deus acuda vocês com estes veículos daqui uns dez de uso.
    Concordo com o Colombeli quando ele afirma que o AC deveria virar os olhos para a artilharia rebocada, a exceção dos Light Gun, o resto da época da guerra da Coreia, mas talvez agora com ao expurgo dos “Chiquinho do PT” a ser realizado em março nas trocas de comando, se possa voltar a parceira com o US Army e acessar estoques de m 198 disponíveis a preço de banana.

    G abraço

  61. Pois olha….talvez estejamos vendo a Haitinização do EB (não digo isso como crítica)…já pensando num possível cenário interno.
    Se vcs olharem a Veja desta semana, verão o movimento do PCC se infiltrando nos morros do Rio, alegando que o CV “só briga entre as facções….e nós queremos lutar contra o Governo”. Isto num cenário onde as estruturas de segurança pública estaduais penam por diversas situações inadequadas.
    Desta forma, a Art Campanha e a AAe acabam ficando um pouco para trás…(com suas unidades procurando manter apenas experimentação doutrinária)

  62. Obrigado, Agnelo e Colombelli pelos esclarecimentos.
    Só li agora, pois passei o fim de semana no sítio e lá não tem internet. Aprendi bastante com os relatos dos colegas.

  63. Boa tarde senhores
    Brasil! Rafael, é sempre bom conversar sério com gente q se interessa! Abc
    Juarez
    Foram adquiridas para as 3 forças, mais de 5000 caminhões. A intenção do governo, pelo o q ouvi, (isso foi ingerência do Gov Fed) era dar um respiro para a indústria nacional, q tanto emprega, e atualizar e reequipar as forças. Não são caminhões militarizados, são Vtr realmente militares em sua maioria. Mas, creio q, conforme vc disse, futuramente, os custos, por serem de marcas diferentes, serão maiores do q se fossem de uma mesma marca. Mas, acho q, se realmente for pra manter a indústria, q é mobilizável, tendo em vista q muitas peças são para Vtr civis e militares, vale.
    Quanto a Art, olhando por cima, vcs tem razão. Não sei o quanto de Mnt, e tecnologia seria repassada, ou se haveriam restrições, ou contrapartidas comerciais. Mas, se é só o repasse, com custos suportáveis, seria bom.
    Carvalho
    A situação da criminalidade, principalmente no RJ, já não é caso de polícia. É situação de Estado de Sítio, essa é minha opinião.
    Se a Polícia tem de ter um BOPE, q não é uma SWAT, mas quase um Btl Inf meio Leve, meio Mecanizado…. É porque já é uma guerrilha!
    E guerrilha se controla de outra forma. Além, é claro, dá atenção do Estado nas outras expressões do poder nacional. Não adianta só dar cassete, sem outras ações.
    Sds

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