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Iniciativa ‘One Belt, One Road’ da China investirá US$ 1 trilhão em 60 países

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Túnel construído perto de Vang Vieng no Laos, parte do projeto de ferrovias de 6 bilhões de dólares ligando a China a 8 países asiáticos

O jornal New York Times trouxe neste final de semana uma matéria sobre a iniciativa chinesa chamada de “One Belt, One Road”, que investirá US$ 1 trilhão em 60 países, entre 2017 e 2021, para ampliar sua área influência e ajudar a escoar seu excesso de produção enquanto a economia chinesa desacelera.

Os enormes projetos de infra-estrutura, juntamente com centenas de outros na Ásia, África e Europa, formam a espinha dorsal da ambiciosa agenda econômica e geopolítica da China. O presidente Xi Jinping da China está literalmente e figurativamente criando laços, criando novos mercados para as empresas de construção do país e exportando seu modelo de desenvolvimento liderado pelo Estado, em uma busca por criar conexões econômicas profundas e fortes relações diplomáticas.

Para celebrar a nova influência global da China, o presidente Xi reuniu dezenas de líderes do Estado, incluindo o presidente Vladimir V. Putin da Rússia, em Pequim, no domingo.

O Sr. Xi está tentando usar a riqueza e o know-how industrial da China para criar um novo tipo de globalização que dispensará as regras das velhas instituições dominadas pelo Ocidente. O objetivo é refazer a ordem econômica global, atraindo países e empresas mais firmemente para a órbita da China.

A China está lançando uma versão mais audaciosa do Plano Marshall, o esforço de reconstrução pós-guerra dos Estados Unidos na Europa. Naquela época, os Estados Unidos estenderam grandes quantidades de ajuda para garantir alianças. A China está liberando centenas de bilhões de dólares de empréstimos apoiados pelo Estado na esperança de conquistar novos amigos em todo o mundo, desta vez sem exigir obrigações militares.

O plano do Presidente Xi está em contraste com o Presidente Trump e seu mantra “America First”. A administração Trump afastou-se da Parceria Trans-Pacífica, o pacto comercial liderado pelos americanos, que foi concebido como um contraponto à crescente influência da China.

 

Países participantes da iniciativa One Belt, One Road da China e que vão receber a maior parte dos investimentos entre 2017 e 2021

7 COMMENTS

  1. É bom os chineses terem cuidado com esses empréstimos. Os vermelhos daqui tentaram a mesma coisa e só deixaram um rombo na economia.

  2. A China PRC está quebrada. O que estamos assistindo são apenas os estertores de morte de sua política keynesianista, aliás a única política econômica que comuno-socialista entende.
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    O governo da China Continental, aliás como a esmagadora maioria dos governos socialistas do mundo, sejam sociais-democracias, sejam ditaduras neo-comunistas pura e simples, é como aquele médico que vê que o remédio está fazendo mal para o doente e aumenta a dose que é pra “decidir a situação”.
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    Isso aí é apenas a patética tentativa vermelha de escravizar sob o jugo dessas dívidas paisecos sub-desenvolvidos, que permitirão assim, com o sangue de seus “escravos”, que o povo chinês mantenha um padrão de vida mínimo, suficiente ao menos para que este povo não resolva transformar a República Comunista numa imensa pilha de cinzas, junto com seus idealizadores/gestores.
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    Bem, a “doença” vai decidir. E quando a quebradeira começar a Crise de 1929 vai ficar parecendo uma dor de cabeça pós-ressaca… A crise vai ser tanta, de um tamanho tão medonho, que muita gente que hoje vive confortavelmente nas grandes cidades vai ter de aprender a cultivar sua comida em seus jardins e em suas sacadas pra não morrer de fome.
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    Primeiro é a PRC. Na sequência – quase imediatamente – a Europa. Por fim, o Tio Samuel, com sua dívida mil vezes impagável.
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    O mundo como o conhecemos está com os dias contados. E já vai tarde.
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    Porém isso não importa para nós, porque quando a coisa chegar no Tio Sam nos cá em Banárnia já teremos ido para o beleléu há muito tempo.
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    Sugestão do Tio Vader: aprendam a plantar mandioca. 😉

  3. 1) mais conversa fiada e propaganda. Tipico de um governo de “esquerda”.
    2) So confirma o que tenho dito. Estes, os chineses, são o verdadeiro inimigo. Igual praga de gafanhotos. Predadores. Devem ser varridos da AL e mantidos a distância.
    3) Devemos nos aliar aos EUA e servir como ponto forte de resistência na AL, mantendo, porém uma “cordial” relação com estes elementos para que continuem comprando embora eu ache a dependência as compras deles uma estultice medonha que ainda nos custará caro.

  4. Colombelli,
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    Fazem muitos anos, possivelmente uma década, que venho avisando:
    O Dragão acordou e está com fome.
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    Muita gente me dizia, inclusive economista famoso, que os chineses são apenas parceiros comerciais, que as commodities estão valorizadas e que estava (e está) tudo bem.
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    Besteira.
    Eles são vorazes, preconceituosos com estrangeiros e não respeitam nada, nem ninguém.
    Há quem acredite que os italianos inventaram o macarrão e a máfia. Que nada, eles copiaram dos chineses.
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    Ainda bem que nossas vozes se somam.
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    Forte abraço,
    Ivan, o Antigo.

  5. A propósito.
    Quem tiver dúvida de como são os chineses, perguntem aos vietnamitas (comunistas) ou aos indianos (socialistas). A experiência deles é traumática… e sangrenta.
    Sds.

  6. VADER , estiveste dormindo e acordaste agora ? A China é Capitalista desde DEN SIAO PIN ,hoje ela só tem Comunismo no nome do PARTIDO . Uma coisa o BRASIL não emprestou dinheiro a nínguem ,abria linha de Créditos a Países estrangeiros importarem do BRASIL ou comprarem Serviços de Empresas brasileiras , o Dinheiro não saia do Brasil, isto será difícil entender , deveríamos ter criados um EXIMBANK brasileiro ,assim estas bobagens não viviam circulando insistentemente , mas se aproveitaram para desviarem valores ,então é outra coisa ,mas o dinheiro do BNDES nunca saiu do BRASIL. Já empréstimos a Determinadas Empresas a Coreia e Japão fizeram isso tb , o problema que os Políticos pediam uma parte de volta para eles próprios .

  7. “mas o dinheiro do BNDES nunca saiu do BRASIL”

    Discordo, saiu sim, mesmo com as empreiteiras brasileiras que foram responsáveis pelas obras, sabe-se que muito comunista lá de fora encheu os bolsos com a propina, igual aqui no Brasil. Em todos os lugares onde o BNDEs enfiou o dinheiro grande, uma boa parte foi desviada em propinas. Principalmente em países comunistas como Cuba e Venezuela, onde os partidos levaram uma boa parte dessa grana, pra financiar sua continuidade no poder. O valor de desvio lá fora é ainda maior que aqui no Brasil. Me admiro muito que ainda tem quem defende esse comunismo safado aqui do Brasil.

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