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Demonstração de transposição de curso d’água no 12º BE Cmb Bld

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Porto Alegre (RS) – No dia 5 de junho de 2017, o 12º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado (12° BE Cmb Bld), “Batalhão Marechal Enéas Galvão”, realizou o Pedido de Cooperação de Instrução, para o Curso de Engenharia da Escola de Sargentos das Armas.

As atividades começaram com uma palestra ministrada pelo Comandante do Batalhão, no auditório da Unidade; na seqüência os alunos tiveram a possibilidade de passar por diversas instruções de materiais de pontes, equipamentos e viaturas blindadas, visando à formação do sargento de engenharia.

FONTE: 4º Gpt E

15 COMMENTS

  1. Colocar uma balsa num pesqueiro de carpas eh fácil…
    Queria ver o EB nas estradas reais do Norte do Brasil… onde o pessoal improvisa pontes com troncos… onde o caminhoneiro fica atolado por 6 dias…
    isso sim seria um treinamento de verdade…

  2. Por que o Exército Brasileiro abandonou o uso do escudo com o Cruzeiro do Sul em seus blindados?
    Não pude deixar de considerar que a causa fosse uma possível conotação com a época do regime militar,
    o que seria um absurdo. Mas tudo é possível.

  3. Wwolf, na verdade a minima transitabilidade destas estradas que você referiu é assegurada pelo EB através dos batalhões de engenharia e construção. Este material da reportagem inclusive nem é usado em estradas. É apoio da ¨brigada blindada e se presta a deslocamento totalmente off road.

  4. O Cruzeiro do Sul nunca foi símbolo representativo do Exército. Hoje usa-se o símbolo do Exército nas viaturas. É o símbolo colorido que contém um elmo. Outra coisa. As cores do Exército são o azul e o vermelho e não o verde-oliva, termo ainda empregado mas que não denota nem a cor atual dos uniformes…

  5. wwolf22
    .
    Se o caminhoneiro ficou atolado por 6 dias, das duas, uma: ou o veículo não era adequado para o pavimento ou o pavimento não era adequado para o trânsito. E isso não é assunto para o EB.

  6. Concordo Gilherme Poggio e Coombelli, o problema é estrutural e não de defesa. Deveríamos pensar em quem votamos e não dizer que o EB não faz, pois faz e faz muito bem. Além do mais muitas vezes onde o “estado político” falta, o “Estado Brasileiro” se faz presente pelas Forças Armadas.

  7. Caro Roberto,
    Acho que aquele cruzeiro do sul em branco era um elemento de alta visibilidade. Lembro daquelas tirinhas de pano verdes cobrindo a numeração das viaturas. Imagina o problema para cobrir o cruzeiro do sul. Aliás, as forças armadas americanas também abandonaram a enorme estrela branca. Na maioria das vezes, a explicação mais simples é a correta, como sugerido pelo princípio da navalha de Occam.

  8. O problema da visibilidade poderia ser resolvido com o uso do escudo, porem em baixa visibilidade, a exemplo dos corares hoje adotados pelos paises nas aeronaves. E importante notar que o escudo com o Cruzeiro do Sul parece ter sido banido.
    O Atribuir a mudanca a um suposto resgate de uma verdadeira heraldica depois de decadas usando o escudo com o Cruzeiro do Sul, como comentado acima, e se de fato tal simbologia foi banida, isso de certa forma acusa um erro no passado e ao mesmo tempo nega um certo passado.
    Repito, nao sei se o escudo foi de fato banido, se foi, e de se lamentar.

  9. Eu penso diferente, ja que a tropa vai treinar, que façam um treino “mais real”…
    fazer algo parecido com o que o EB fez na transposição do “chico”….
    seria interessante ver reportagens…

  10. Wwolf, mas isso não é um treinamento da guarnição. É uma demonstração. Repare que o pessoal nem equipado está. Os batalhões de Alegrete e Cachoeira do Sul treinam no Saicã, sobre o Rio Santa Maria em condições idênticas as que teriam em combate. Engenharia de combate apoia avanço, não trabalha com estradas.

    Já os batalhões de engenharia e construção estes sim atuam, no norte e nordeste e conhecem bem a s estradas pois as mantem trafegáveis e prestam socorro. Veja no youtube e voce achará videos disso.

  11. Colombelli, aproveitando o assunto da transitabilidade, a questão do peso do MBT de até 50 toneladas como havia na década de 80 ainda permanece um requisito importante para o EB?

  12. Servi no 2becmb, pelotão de equipamentos, e por muitas vezes fomos solicitados para missões de apoio a cidades em estado de calamidade, construimos muitas pontes em Salesópolis, retiramos barreiras de estradas rurais, e refizemos uma barragem que se rompeu, com poucos equipamentos, uma pá carregadeira, uma retro escavadeira, uma motoniveladora e três caminhões basculantes, dias com o término dos trabalhos a altas horas da noite, quando observamos que já não era necessário nosso trabalho e os políticos já estavam a usar nosso trabalho como pré campanha, por meio de relatório enviado ao batalhão deixamos a cidade pois nosso trabalho já havia sido feito, três meses de trabalho árduo, aí fica a questão, a infraestrutura necessária em rodovias precárias dão dinheiro com empreiteiras ou com o exército? A lava jato tá aí pra responder, vendo o histórico de obras tocadas pelo exército, orçamento exato, prazo cumpridos na data, e serviços totalmente executados, posta do aeroporto em são Paulo, transposição do são Francisco, no trecho a cargo do exército entregue e muitas outras obras, se o exército não faz é por que os políticos não querem.

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