Home Carros de Combate Rússia: 4ª Divisão Kantemirovskaya em treinamento

Rússia: 4ª Divisão Kantemirovskaya em treinamento

4349
38

A 4ª Divisão de Tanques “Kantemirovskaya”, mais conhecida como a Divisão Kantemirovskaya ou Divisão Kantemir, é uma divisão blindada de elite das Forças Terrestres Russas.

É uma das formações fundamentais do Distrito Militar Ocidental, subordinado ao vigésimo exército dos Guardas sob o tenente general Andrey Tretyak. É uma das divisões em “constante preparação” do Exército Russo. Todas as suas unidades, bem como a sede, estão baseadas na cidade de Naro-Fominsk, a 70 km ao sudoeste de Moscou.

A 4ª Divisão de Tanques atualmente consiste nas seguintes unidades:

  • 137º Batalhão de Reconhecimento “SF”
  • 413º Batalhão de Sinais
  • 330º Batalhão de engenheiros
  • 1088º Batalhão de Apoio
  • 165º Batalhão Médico
  • 12º Regimento de tanques
  • 13º Regimento de tanques
  • 14º Regimento de tanques
  • 423º Regimento de Guarda Motorizado
  • 275º Regimento de artilharia autopropulsada
  • 538º Regimento de mísseis de defesa aérea

Em 2008, a 4ª Divisão de Tanques tinha aproximadamente 12 mil funcionários em serviço ativo.

Os principais veículos da divisão são o tanque de batalha principal T-80U e o veículo de combate de infantaria BMP-2; também faz uso limitado dos transportadores de pessoal blindados BTR-80 e MT-LB, bem como do sistema de artilharia auto-propulsionada MS-S 2S19 e BM-21 Grad MLRS. A divisão Kantemirovskaya está se preparando para receber o novo T-14 Armata até 2018.

38 COMMENTS

  1. Que sinistro essa travessia do rio!!! Snorkel ligado e vamos embora! O pessoal da Engenharia deve estar de queixo caído!!

  2. E se o rio for mais fundo que aqueles tubos?? Quanto tempo leva para colocar aquilo??
    Não achei muito pratico não

  3. Dranuits,
    Esse método é antigo e utilizado por muitos países, inclusive da OTAN.
    E claro, antes há de se ter feito uma análise do trecho a ser ultrapassado tanto relativo à profundidade quanto ao tipo de solo.
    Independente de ser prático ou não, não havendo pontes é o jeito que tem de levar um MBT para o outro lado do rio. E claro, essa travessia não é possível na linha de frente com os veículos expostos ao fogo inimigo, daí ter-se tempo para a preparação do veículo.

  4. Bom dia Dranuits
    Leva uns bons 30 min pra preparar o Bld, e não pode ser feito em contato iminente com o inimigo por motivos óbvios.
    Antes de passar, a Eng faz o reconhecimento da profundidade e se o solo comporta, além de verificar e/ou preparar as margens.
    Sds

  5. Postagem interessante. Muito me impressionou. Alguém pode me informar a tonelagem ideal para um Carro de Combate em nosso imenso país? Podemos definir algumas considerações sobre os terrenos e regiões e os melhores Carros que poderiam ser utilizados sobre rodas ou MBT?

  6. O Brasil é um país repleto de rios. Em várias fotos de travessia de cursos d’água vejo os Guarani e outros meios ficarem assustadoramente “afundados” na água e com somente uma pequena porção do veículo fora da água (isso sempre em águas tranquilas e nunca vi fotos ou vídeos deles transpondo cursos d´água mais agitados). Não seria mais seguro usar dispositivos como o Snorkel ou algum outro método que desse mais proteção para os ocupantes dos veículos?

  7. Ao que se sabe estes equipamentos de portada não foram adquiridos, so avaliados.

    Antônio, a passagem de cursos de a´gua a vau é excepcional. So é feita em caso de urgência e em condições ideais. Caso contrário se espera a engenharia de acompanhamento. Não há equipamentos que pudessem ser orgânicos da viatura pra isso sem comprometer sua visibilidade ou performance.

  8. Sr Bosco!!!! Piada!!HAHAHA!!! Por favor, será que um CC de trinta no máximo 40 toneladas? Sr. Booscoooo!Ajuda, Sr Colombelli!

  9. Sergio,
    O Colombelli, o Agnelo, etc. , são mais indicados para responder essa questão que é muito profissional ao meu ver, mas como ele não apareceram, vou dar meu pitaco.
    Fato é que não há nenhum CC moderno com menos de 50 t. Ou seja, não tem pra onde fugir independente de quanto ruim sejam nossas estradas e pontes e de não termos uma malha ferroviária condizente e bem distribuída.
    Ou optamos por um MBT (ou tanque pesado) ou ficamos com veículos de combate armados com canhão de alta potência (e baixo recuo) do tipo ” caça tanques” mas que em tese não oferece em sua plenitude a tríade do CC que combina poder de fogo com blindagem e mobilidade. O termo “tanque médio” já não é mais utilizado e não encontra razão de existir.
    O Leopard I e o M-60 têm menos de 50 t porque são reminiscência da década de 60 e quando eles forem substituídos no EB forçosamente o serão por MBTs com mais de 50 t e canhão de 120 mm.
    Um abraço.

  10. Eu acho que o Tipo 10 é de longe o melhor MBT que o Brasil poderia conseguir no exterior.
    44 tons, Máximo de 48 tons, transmissão incrível (70 km/h pra frente e para trás), suspensão excelente, C4I decente, Canhão 120mm L44 smooth-bore, blindagem razoável… É o que precisamos para ser feliz.
    https://www.youtube.com/watch?v=fSmVORpXFUE

  11. Bardini 1 de julho de 2017 at 17:08
    O tipo 10 é realmente otimo, mas é caaaaro que dói. O EB não tem grana pra isso.

  12. O Tipo ficaria ainda mais caro pq provavelmente o EB iria querer produzi-lo nacionalmente, encarecendo ainda mais o já caro cc niponico.

  13. Quando a gente fala em carro de combate moderno (MBT de 3ªG) geralmente quer dizer: M-1, Leclerc, T90, T80, Challenger, Merkava 3 e Leopard 2. Esses são os mais comercializáveis e dos fabricantes mais tradicionais. Desses só o T-80 é que tem menos de 50 t.
    Há muita coisa boa por aí (Coréia do Sul, Japão, Índia, etc) mas que são produtos quase que exclusivos para uso interno. E pouco provável que estejam no mercado de “usados”.
    Se for procurar com certeza veremos tanques “pesados” com menos de 50 t e modernos, como esse Type 10, mas é muito difícil que possamos adquiri-los.
    *Um carro de combate tão interessante quanto o Osório (pesado) e que ninguém se lembra e que era um genuíno carro de combate médio era o Tamoio.

  14. Na verdade pode-se excluir dessa minha lista o Merkava porque, salvo engano, também não é produto exportável. Pelo menos não que eu me lembre.

  15. Bosco acho que so o Merkava 3 liberam pra exportar embora não tenha havido aquisição pelo que sei.
    Começa a aparecer uma tendência de CC menores seja por conta dos cenários de menor intensidade, seja por conta do custo. Hoje somente EUA e Russia e em certa medida a china podem se dar ao luxo de ter grandes forças de CC modernos, bastando
    ver como minguadas estão as força da Alemanha, França e Inglaterra.

    Salvo se viermos e adquirir os Leopard 2 quando forem trocados ou numa remota hipotese, muito remota mesmo, o M-1 ou até o Leclerc, duvido muito que um dia venhamos a ter carro acima das 50 toneladas.

    O que nos restará além desta hipótese de usados em 10 anos? talvez desenvolver um MBT com a IVECO, pois os arietes italianos logo precisarão ser substituídos. Jamais teremos dinheiro pra um MBT de sete milhões de dolares como hoje custa um de primeira linha novo.

    Ademais, temos de ver os cenários de operação. Somente Argentina e Venezuela tem fronteira conosco e condições de operar forças blindadas contra nós ou de ensejar campo para atuarmos com as nossas, e a Venezuela de forma muito limitada. É com esta necessidade que devemos pensar e ai não vejo motivo e nem condições para algo muito pesado ou sofisticado. Vai ficar na faixa de 45 a 50 toneladas se um dia vier o desenvolvimento.

    Torço pelos Leopard 2 quando derem baixa mas haverá muita gente querendo.

    Por hora eu iria atras de mais uma centena de Leo 1A5 pra fechar nossa dotação (faltam entre 36 e 108 carros conforme se pretenda mobiliar os RCB) ou de M-60 A3 TTS inclusive para formar uma reserva blindada. O CFN também deveria pensar em ampliar sua força blindada e poderia ir no mesmo pacote. E sem esta bobagem de capacidade de transporte anfíbio, pois 99% que será o CFN empregado em terra e como infantaria comum

    Também penso que hoje a potência de fogo e uma boa mobilidade são mais importantes que blindagem. Um míssil de 100.000 dolares disparado por um semi analfabeto bota fora de ação um MBT, qualquer que seja ele.

  16. Sempre achei os T-90 e T-80 russos muito bons pelo custo beneficio, mas nego sempre fala de como a russia é péssima pra exportar peças etc.
    Mas quando vejo a india operando mais T-90 que a rússia me pergunto como eles conseguem, já que o serviço pós-compra russo não presta. Acho que deve ser devido a eles terem licença para produção local.
    Não seria mais interessante um contrato como esse ao invés de CC ocidentais carissimos ?

  17. Os turcos quando estavam desenvolvendo o Altay chegaram a conversar com os japoneses a respeito do Type-10, para usar suas tecnologias como base no seu MBT. No final os turcos se juntaram com os Koreanos e usaram o K2 como base. O K2 é da mesma época que o Type 10, sendo que é um dos se não o melhor MBT da atualidade.
    .
    O Tipo 10 é caro? É… mas o preço que se paga por um MBT no estado da arte. Não tem muito como fugir disso.
    .
    Se ventila que o Brasil possa vir a projetar um MBT nacional no futuro, na faixa das 45 tons para melhor desempenho em nosso terreno e etc… O Tipo 10 se encaixa nessa faixa de peso, foi projetado para atuar em ambiente de terreno sensível, por isso o baixo peso ainda assim apresentando as características de um CC moderno.
    Por isso disse que ele é o que de melhor conseguiríamos no mercado externo. É claro que isso é bem, bem difícil de ocorrer, ainda mais com esta economia, mas creio que um projeto nacional, se vier a existir será muito semelhante esse MBT. Do contrario, estaremos projetando um MBT pé de boi que não terá muita utilidade em um ambiente de combate, daqui algumas décadas ou que terá que “logo ali” receber caras melhorias.
    .
    Eu acho que o Tamoyo não ter sido adquiro foi um baita acerto no final das contas. Não seguia o conceito dos MBTs, era um veículo com concepção defasada na minha opinião, sendo que o Tamoyo era um tanque inspirado no já defasado M-41.
    Se tivessem financiando isso, estaríamos usando um tanque médio/leve até hoje e continuaríamos nessa por muito mais tempo.

  18. Colombelli 1 de julho de 2017 at 20:16
    .
    “Começa a aparecer uma tendência de CC menores seja por conta dos cenários de menor intensidade, seja por conta do custo.”
    .
    Os Koreanos usam uma variante do M1A2, projetaram um MBT mais leve.
    O Japas usam o Type-90, projetaram um MBT mais leve.
    Os Chineses ao que tudo indica, ficaram na faixa das 55 tons.
    .
    Os projetos (orientais pelo menos) mais novos tem ficado abaixo das 60 tons.

  19. Voltando ao tema da transposição, me lembrei que o monstruoso Panzer Maus c/ suas quase 200t não podia atravessar nenhuma ponte então foi projetado p/ atravessar rios de até 8m de profundidade c/ uso do snorkel ! Mais um dos delírios de Hitler.

  20. Boa noite
    É por ai. Além de tudo atrapalhar pra termos um CC grande, tem o preço.
    A vida pro Leo A5 é de mais 10 anos. Desenvolver um, só com uma reviravolta econômica.
    Nas palestras q tive na ECEME e CIBld, a preocupação é muito grande de levantar este substituto, inclusive desenvolve-lo.
    A KMW tem dado um suporte invejável ao Leo 1. Se for nesse padrão, o Leo 2 seria uma ótima opção.
    Mas nossas estradas, pontes e túneis ainda são um complicador muito grande.
    Atualmente, o desenvolvimento de um MEM está mudando gerações, como quando o caça a jato entrou.
    Não adianta mais quantidade grande da geração anterior. Pra tudo… CC, VBCInf, Caça, Heli, Sub etc.
    Há poucos anos, um jornalista britânico foi atingido por um tiro de Merkava q se movia mais de 2 Km de distância. Os sensores óticos do CC perceberam a lente da câmera e o carro assumiu o controle do tiro de seu atirador, eliminando a possível ameaça.
    A brincadeira está cada vez mais tensa tecnologicamente.
    Além disso, há a doutrina ricamente testada e aperfeiçoada nesses anos.
    Uma ação de Bld (constituindo FT) é concomitante a um pesado apoio de Art e ação de exploradores, cada vez melhor equipados.
    Por melhor q seja a alternativa, misseis AC não são a melhor opção AC. Fora o Heli, o maior ini do CC é outro CC.
    Enquanto o Cmb é intenso, cortinas de fumaça cegam boas posições AC, além disso, uma força com tripulações bem adestradas, movendo-se atentos aos seus setores, permite uma reação rápida de fumígenos, movimento evasivo e tiro de contra resposta tenso e curvo, levando a um ataque de misseis ser quase suicida, pra acertar um carro só.
    Esse exemplo, foi um OA Art americano q me passou como foi a MCmb até Bagdá. Uma enorme emboscada AC acabou sem um único Bld parado e todos os pontos de mísseis atingidos. A baixa foi o SCmt FTSU q saiu do Bradley pra falar pessoalmente com a tripulação do CC ponta, e foi morto por um sniper com um tiro no pescoço. A resposta veio desse OA, com 01 tiro de 155 q penetrou no prédio explodindo no andar no atirador…
    O conflito de baixa intensidade q expõe mais os carros a misseis, mas faz parte da equação. Guerra é assim, tem tiro, morre gente, Bld é perdido…
    Voltando a nós, como é muito bem dito aqui, não temos risco grande, a não ser se quisermos aventuras além mar pela ONU, mas a data de vencimento do Leo 1 + M 113 se aproxima…

  21. Eu sei que na prática não é assim mas em tese um MBT era pra resistir a qualquer coisa com até 1200 mm de penetração em uma chapa de aço (menos na traseira e na parte de cima da torre) e esse feito só é alcançado com ogivas HEAT com mais de 150 mm de diâmetro ou com projéteis cinéticos com pelo menos 10 MJ de energia na boca do cano, o que equivale a um projétil APFSDS de 120 mm, para uma distância de até 2000 metros.
    Ou seja, em tese só um MBT seria capaz de enfrentar outro MBT ou então um veículo dotado de canhão de alta pressão em calibre 120 mm ou um míssil de médio porte com no mínimo 150 mm de diâmetro (TOW, HOT, Kornet, Khrizantema, etc.).
    Claro, desde que a “abordagem” do míssil seja por cima calibres menores passam a ser efetivos e é aí que entra os modernos Javelin, Spike, MMP, etc.
    O problema (em tese, devo frisar) de um veículo menos blindado dotado de um pesado canhão de 120 mm enfrentar um MBT pesadamente blindado igualmente armado é que aquele se torna vulnerável bem antes. Se no caso o veículo blindado (caça tanques) for armado com um míssil com ogiva HEAT (onde o alcance não deteriora a capacidade de penetração) ele precisa parar e no limite do alcance seu míssil pode levar até 30 segundos pra atingir o alvo e nesse tempo ele fica vulnerável ao MBT e a 5 segundos de levar um tiro de alto explosivo ou a uns 3 de um tiro cinético.
    Claro que é possível desenvolver MBTs mais leves mas ou ele será menos blindado ou terão que desenvolver blindagens passivas e reativas mais efetivas, além de ter que apelar para sistemas de proteção ativos que até agora ainda não mostraram a que veio. Uma outra maneira de reduzir o peso dos MBTs e anda fazê-los pesadamente blindados é reduzindo a tripulação (o que implica em um carregador automático). O futuro mais longínquo sinaliza que serão apenas 2 os tripulantes, num veículo menor e pesadamente blindado em toda a sua extensão.
    Vale salientar que a tradicional tríade do carro de combate composto pelo poder de fogo, blindagem e mobilidade é oriunda de uma época anterior onde a mobilidade fornecia um nível de proteção. Hoje, na era dos mísseis guiados e dos canhões estabilizados e controlados por computador a mobilidade é algo que definitivamente não traz mais proteção alguma.
    Novos paradigmas deverão complementar e em alguns casos, substituir esses 3 anteriores e eu acredito que os dois que seguirão relevantes será o poder de fogo e a blindagem (ou proteção, se preferirem), ficando a mobilidade como fator completamente irrelevante.

  22. Eu acho muito interessante apostar na ideia de um projeto em conjunto com a Itália para o Ariete-2. Seria muito interessante tentar criar uma linha de suprimentos para o Guarani-Ariete-2 da empresa Iveco (além de outras), tentar ao máximo ter compatibilidade de peças e outros acessórios. Mas nesse contexto o Brasil corre o perigo da Italia abandonar o Ariete e trabalhar em conjunto com Alemanha e França no próximo blindado.

  23. Desde que o hezbollah fez os merkava de gato e sapato, isso levando em consideração o alto nivel de adestramento das tripulações de tank da IDF, mais fica evidente que gastar muito em MBT não vale mais a pena.
    Quando se lida com inimigos pouco adestrados como os rebeldes sirios e iraquianos, até se pode utilizar de taticas defensivas eficazes, mas quando se enfrenta inimigos mais adestrados como o hezbollah, ai o buraco é mais embaixo.

  24. Krest,
    Eventuais fotos de Merkavas destruídos não são provas de que os tanques israelenses foram feitos de “gato e sapato”. Há de se saber quantos foram utilizados, quantos foram atingidos por armas antitanques, quantos dos atingidos não foram neutralizados mas continuaram operando, quantos dos que foram neutralizados a tripulação sobreviveu, etc.
    Só assim pra gente ter uma ideia real. Se de cada 10 tanques atingidos por armas que em tese não seriam capazes de perfurar a blindagem deles apenas um é neutralizado, a foto desse um em chamas é muito dramática e simbólica, mas está longe de representar algo fiável.
    O que li rapidamente sobre o Merkava na Wiki, cita que a cada versão mais avançada está havendo uma crescente redução de baixas na tripulação dos tanques que tiveram sua blindagem perfurada. Sem falar que muitos dos Merkavas neutralizados o foram por IEDS.
    O sistema de proteção ativa Trophy tem conseguido defender o tanque de mísseis e granadas de RPGs de forma efetiva.
    Um abraço.

  25. Ageno e Bosco ousarei divergir em alguns pontos.
    O missil AC é hoje a melhor alternativa contra o CC. É barato, poe qualquer carro fora de alcance, sua posição é discreta, é movel e pode ser operado por guarnições relativamente pouco adestradas. O paradigma que citaste da emboscada no Iraque não contemplava um cenário com forças motivadas, bem adestradas e armadas com bom misseis. Neste ponto, o Krest tem razão. A IDF tem algumas das melhores tripulações e sofreu.

    O que hoje se trava no oriente médio serve como base relativa, pois temos as ações na siria onde o missil tem dado uma surra no CC e o caso da incursão de israel há alguns anos que teve 48 baixas rapidamente frente ao Kornet operado por uns insurgentes rastaqueras.

    Ademais, no nosso cenário, o blindado é uma arma eminentemente ofensiva.

    Por isso acho que devemos abandonar um pouco a ideia de formações blindadas em choque contra outras e pensar mais em uma ponta de lança como os alemães a usaram nas Ardenas em 40.

    Bosco. a mobilidade pode não representar mais proteção nos cenários que temos visto de guerra irregular, com carros avançando desprotegidos em campo aberto em verdaeeiro amadorismo. Isso se deve a natureza irregular do conflito. Este papel de ir a frente deveria estar sendo feito pelos exploradores blindados que estariam a frente tomando as posições passiveis de propiciar bom tiro contra o CC. Por isso no EB foi criado um pelotão com esta finalidade. Em guerra regular, unidades de cavalaria mecanizada tomam contato com o inimigo e o fixam. O ataque é feito com suporte de fumígenos e preparação de artilharia. É importante que o carro passe a terra de ninguem o mais rápido possivel. Um relance pode ser visto neste video: https://www.youtube.com/watch?v=caOWT6I_Atc.

    Logo, o fator mobilidade em guerra convencional ainda é importante e é com ela que nos brasileiros devemos pensar. Já a blindagem, esta sim perdeu algo de importância diante dos modernos misseis e de RPG que podem ser manejados pela retaguarda. Um simples foguete na lagarta e o carro imobiliza, ai é so passar as coordenadas pra artilharia e fazer a justagem

  26. A incursão que falo de israel foram 320 tanques com 48 baixas. israel prioriza a sobrevida da tripulação pela ausência de reservas e tem dinheiro para desenvolver carrissimos dispositivos de defesa ativa. Há um documentário chamado God´s Chariot no youtube a respeito.

    Nossa realidade será um TO na AL, com adversários em tese inferiores. Esta premissa deverá nos orientar sob pena de ingressarmos em um devaneio de aquisição de caros CC a se transformar em um elefante branco como o sub nuclear. E o risco pior é de ficarmos sem CC ou com os Leo 1A5 por décadas e inoperantes como estavam os M-41

  27. Srs, boa noite
    É uma discussão boa.
    A guerra de alta intensidade exige o emprego do CC. Exploradores, Helis, Fogos sobre os PO, reconhecimento em força, uma varredura com diversos meios optronicos na ZAç etc dificultam o emprego de mísseis AC.
    Embora nosso TO não desponte adversários para um grande choque entre Bld, a política externa ou as riquezas aqui existentes podem nos levar a encarar esse tipo de realidade, ainda q a longo prazo.
    Já o conflito de baixa intensidade tem trazido uma grande ameaça para os CC, como vcs disseram, pela legalidade dos mísseis.
    Não creio q devemos deixar uma capacidade. A Europa experimentou isso há pouco tempo. Os próprios Gepard estão fazendo falta e oferecem 3x o q cobraram.
    Sds

  28. Agnelo, se algum dia uma força externa nos invadir será de tal monta e com tal superioridade aérea que tanques serão inúteis em nossa defesa, tão ou mais inúteis do que foram no Vietna para os comunistas.

    Se um motivo há par mantermos sempre nossa capacidade blindada são nossos pouco confiáveis vizinhos, em vista dos quais elas seriam o ariete estratégico.

  29. Sem dúvida, mas nossos vizinhos podem buscar a capacitação ou lhes pode ser proporcionada. Se estivermos investindo na direção errada, pode ser dificil redirecionarmos.
    Nossa próxima família de Bld (CC+VBCInf) não pode ser “meia boca”.
    Sds

  30. Concordo, mas devemos lembrar que nosso foco devem ser nossos vizinho, e o paradigma não podem ser as potencias militares. Por ai se terá que um CC mais leve e mais móvel e barato é mais negócio para nós que um pesado e caro.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here