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Revitalização de obuseiros de 105mm M56 Oto Melara

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Brasília (DF) – A Diretoria de Material (D Mat), subordinada ao Comando Logístico (COLOG), promoveu, entre os dias 5 e 7 de julho de 2017, no 1º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva, a entrega técnica de três obuseiros 105mm M56 Oto Melara, revitalizados no Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP). A solenidade de entrega consistiu na transmissão e prática, pelos especialistas do AGSP, dos conhecimentos necessários para a manutenção em primeiro escalão, tais como, procedimentos para a desmontagem, montagem, limpeza e lubrificação, aumentando, assim, a disponibilidade do armamento.

Durantes as atividades desenvolvidas nesses dias, foram executadas a manutenção de todos os obuseiros da organização militar (revitalizados ou não). A manutenção foi executada pelas guarnições de cada peça, sob a orientação da equipe da D Mat e AGSP, evitando erros básicos que contribuiriam para a indisponibilidade do material.

A entrega técnica é um marco no processo de revitalização dos obuseiros 105mm M56 Oto Melara. O trabalho conjunto entre a D Mat e o AGSP iniciado em 2008 gerou uma capacidade de manutenção de alto nível em obuseiros até então não existente, sendo desenvolvidos ferramentais específicos, processos industriais dedicados, nacionalização de 80% dos componentes e a instalação de um novo aparelho de pontaria. Isso tudo resultou não só na revitalização de um total de 23 peças, mas também na continuidade do suprimento e manutenção do material de emprego militar.

Para o ano de 2017, estão planejadas mais duas entregas técnicas, uma no 10º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva e outra no 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista. Da mesma forma, também se pretende implementar a fabricação e distribuição de equipamentos para oa exercitamento dos mecanismos de recuo dos obuseiros.

Para 2018, está planejado, desde já, um estágio de capacitação em manutenção de segundo escalão do obuseiro Oto Melara para orientar, também, os Batalhões Logísticos que apoiam os Grupos de Artilharia detentores do obuseiro.

FONTE: Exército Brasileiro

94 COMMENTS

  1. O bicho novo e sem as “orelhas”,rs como na primeira foto até parece um obus no estado da arte. Mas logo depois já com esta placa de metal fica igual aqueles canhões da primeira guerra( ou segunda). Bem q podiam já instalar em algum veiculo nacional e ja ter uma melhor mobilidade.

  2. A “orelha” têm até serventia se a posição dele for penetrada pelas forças inimigas e ele tiver que realizar tiro direto. Realmente no caso do uso clássico esse escudo não serve pra nada.
    Tirando a possibilidade de eventualmente realizar tiro direto pra mim esse obuseiro é completamente superado pelo morteiro de 120 mm. Mas se tem verba pra modernizar o velho e não tem para comprar o novo, é melhor isso que nada.

  3. Esse obuseiro, pela sua “facilidade” em montagem e desmontagem e muito util para tropas Pqdt, Sl e Montanha, nao? Algum especialista?

  4. E uma peça de museu e fim de papo, aliás, lindíssima peça, mas eu acho lamentável ter verba para repotencializar e não ter para comprar novo, chega de velharias.

  5. Tão eficiente quanto uma catapulta medieval. Se o Papa ordenar uma nova cruzada da pra levantar uma grana alugando pros cavaleiros templários.

  6. Comento sobre nossos materiais bélicos, meu filho já toma gosto pelo assunto,o triste é saber que ele vai dissertar sobre os mesmos equipamentos que nossas gloriosas FFAA dispõe hoje, dispôs ontem é pelo andar da carruagem disporá amanhã, vai Brasil sil sil..

  7. DaGuerra,
    Esse negócio de “útil pra tropas de montanha porque é desmontado” é coisa do tempo que era levado por mulas. Hoje um obuseiro auto-rebocado ou é levado montado por uma viatura ou é levado montado em helicópteros.
    Se tivermos que usar mulas, cavalos ou carro de boi o melhor é levar um morteiro leve ou médio. A mula agradece.
    Um abraço.

  8. Aos “entendidos” de plantão, sabiam que durante 50 anos esse mesmo obuseiro foi a principal peça de artilharia das unidades de montanha e paraquedista de grande parte dos países da OTAN? Sabiam que Itália e Portugal entre outros, ainda utilizam essa peça de artilharia em pequenas quantidades? E que para a função a que ela se destina, continua a ser uma boa peça de artilharia e cumprir o que dela se espera. Sabiam os “sabidos” que justamente no pós-guerra (e não na IGM ou IIGM) essa peça foi pensada para ser rebocada por jipes e até mulas e que por isso pode ser completamente desmontada e levada até mesmo por soldados a pé? E que o escudo como disse o caro amigo Bosco é justamente para proteção quando a peça é usada em tiro direto já que tanto as unidades aerotransportadas quando as de montanha não tem literalmente para onde correr e que por isso é previsto que isso possa ocorrer?. Por fim, o substituto natural é o L118 “Light Gun” que inclusive veio a substituir os mesmos M56 em vários exércitos europeus ou os morteiros de 120mm como o K6 ou mesmo no nosso caso o “raiado” (muito embora morteiros tenham uma função e peças de artilharia outra). Aproveito para perguntar a quem realmente tem algo a dizer, se acham que o EB deveria substituir nossos M56 por mais L118 ou por morteiros de 120mm?

  9. Obrigado Sr Bosco. Mas nao vamos esquecer que mulas e cavalos foram usados com sucesso no Afeganistao num hambiente contra-terrorista e Bufalos experimentados na selva.

  10. DaGuerra,
    Mas é exceção à regra. Não podemos ter material desses tendo em vista as exceções. Se eventualmente as mulas e búfalos forem necessários (e não duvido que ainda possam ser úteis) acho que há material mais adequado, incluindo o morteiro de 120 mm que é mais fácil (e leve) de ser desmontado e transportado.
    Eu acho que o motivo de ainda existir esse obuseiro é a falta de verba pra adquirir obuseiros L-118 e morteiros de 120 mm. Não se justifica mantê-los com a justificativa que são adequados para tropas de montanha mesmo tendo em vista que não temos a capacidade helitransportada ou motorizada de outros países.

  11. Há o projeto Sherpa/Tupi sistema Hawkeye obus 105mm. Acredito ser interessante, pois possui baixo custo.(Hipóteses de compra ou produção)

  12. Meu Deus do Céu!!! Achava que as pessoas que comentam aqui conheciam um pouco de defesa!!

    Gente, esse obuseiro, por ser leve e desmontável, é utilizado por tropas de pronto emprego, necessário para dar apoio de fogo a essas tropas!!!

    O pessoal aqui está colocando ele junto com Light gun, etc. Caraca!!!

    M-56 e L-118 são utilizações totalmente diferentes. Um é leve, outro é utilizado nos Grupos de Artilharia de Campanha!!!!

    Vader, cade vc, me salve aqui, pelo amor de Deus!!!

  13. Nos EUA a Mandus Group, em conjunto com a AM General, estão ofertando no mercado latino americano veículos HMMWV com uma peça (mais moderna, é claro) de obus de 105mm. Diz-me que é um aproveitamento de diversos veículos HMMWV sendo retirados de serviços para dar espaço aos novos blindados 4×4 em serviço na USArmy, além da retirada de alguns obuses de 105mm.
    .
    Vídeo:
    https://www.youtube.com/watch?v=7GM92xGqncY
    .
    Daí a minha pergunta, com a revitalização destes obuses Oto Melara, não poderia ser um bom exercício de manufatura e operação instalar estes obuses em viaturas Agrale Marruá AM31 no mesmo molde que fizeram nos EUA?! Sei lá, pelo menos como exercício de imaginação/praticidade.

  14. Acho que ainda teria alguma valia militar em outras regiões de fronteira, acompanhando infantaria mecanizada leves.

  15. Marcelo,
    Então porque não se fabrica mais dele a 50 anos?
    Qual a vantagem dele poder ser desmontando em 12 fardos e poder ser levado por 12 mulas? Cadê fotos recentes disso ter sido feito? As que vi são da década de 50.
    Um morteiro de 120 mm tem desempenho praticamente igual e em algum pontos, melhor, e pesa 150 kg (Soltam) contra 1,5 t desse obuseiro. O morteiro pesa 320 quilos montado no trailer para marcha.
    Mesmo o morteiro nacional de 120 mm com reparo sobre rodas pesa metade desse obuseiro e tem desempenho similar.
    Um obuseiro L118 pesa 1,8 toneladas e tem o dobro do alcance. A mesma viatura que leva esse leva aquele. Igualmente o mesmo helicóptero! E o mesmo par de cavalos!
    Não tiro o mérito da revitalização do obuseiro já que o EB faz limonada com limões, mas não justifica manter essa arma específica do ponto de vista operacional, só do financeiro.
    Por mais que um dia tenhamos que utilizar mulas para transportar nossa artilharia montanha acima (e não creio que este dia esteja longe) vamos combinar que isso já não deve ser mais levado em consideração.
    Aliás, muitos exércitos estão desconsiderando de vez o calibre 105 mm para obuseiros e trocando-os por morteiros pesados de 120 mm e ficando só com obuseiros de 155 mm. Eu acho até que ainda há campo para modernos obuseiros leves de 105 mm mas daí a achar que esse OM M56 tem um nicho específico que não pode ser suprido por material mais adequado aí eu respeitosamente discordo.

  16. Marcelo, pesquise e verá que o L118 justamente substituiu o M56 na Inglaterra e na Austrália ( No caso da Austrália, ele foi utilizado até mesmo no Vietnã – e justamente pelas deficiências apresentadas naquele conflito em ambiente de selva, os Australianos após o conflito o substituíram por algo mais robusto e com maior alcance – se não me engano os L118 podem disparar entre 18 a 24KM dependendo da munição empregada, enquanto o M56 no máximo a 10Km). De outra forma, vários países já substituíram peças de 105mm por morteiros no calibre 120mm, porém, é sempre bom ler o que o Vader escreve e se ele e principalmente o Colombelli puder nos apresentar o que acham, será muito bom para o debate. Abraço.

  17. Doze mulas para levar um obuseiro M56 desmontado em 12 fardos dá em média para cada mula 120 kg. O morteiro Soltam K6 dos Fuzileiros Navais pesa 147 kg e pode ser dividido em 3 partes: 50 kg para o tubo, 32 kg para o bipé, 62 kg para a placa base.
    Doze mulas podem levar pelo menos 6 morteiros Soltam K6.
    A granada no morteiro tem basicamente o mesmo peso da do obuseiro de 105 mm. O alcance é similar. A taxa de fogo é melhor. A equipagem é menor. Ele pesa 10 x menos. A precisão é similar. A entrada e saída de posição é melhor.
    Se se falar em dar um upgrade num obuseiro com tubo curto para que ele tenha até o dobro do alcance, aí eu até posso ver vantagens. Mas dizer que este do jeito que está, com o tubo desse comprimento, é o que há no segmento, aí realmente não dá.

  18. Bosco, sem falar que no caso do K6, pode-se usar até mesmo munição guiada MM120 (GPS) com alcance de até 9Km e CEP de 10m, ou seja, apesar de defender que se não temos R$ para comprar algo novo, que operemos o que já temos a contento (e nesse caso o M56 cumpre o que dele se espera), é inegável que a tecnologia mudou muito desde os anos 50 do sec.XX e não tem como insistir que o M56 está aí para ficar e que outras opções modernas e já amplamente adotadas por outros exércitos não nos servem.

  19. A matéria não cita o preço/custo da revitalização do obuseiro, então eu parto da idéia de que deve ser algo barato e sem complexidade. Logo não vejo nenhum motivo para não revitalizar tais obuseiros e utiliza-los em alguns lugares desse país gigantesco.
    Comprar peças mais modernas não vai na contramão de revitalizar aquilo que já existe.
    Achei curioso, lendo os comentários, saber que esse obuseiro é tido como flexível, desmontável e utilizado por paraquedistas e soldados a pé.
    Olhem o tamanho desse obuseiro (primeira foto), eu não consigo imaginar soldados a pé transportando em grupo esse trambolho kkkk
    Abraço!

  20. Ok, Bosco, e eu acho uma boa. Aliás, tem proposta de se usar o Guarani como um porta-morteiro. Mas o ponto a que me refiro é, já que resolveram revitalizar estes obuses, quem sabe, trabalharem a instalação de alguns em algumas viaturas para testar o conceito. Afinal, eles já estão ai mesmo.
    .
    Vale dizer que um obus pode ser utilizado, inclusive, no tiro direto, um morteiro não.
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    Mas é só uma ideia.
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    Até mais!!! 😉

  21. Os M56 são moderníssimos! Mais de 50 anos? a postagem do Sr. Bosco sobre o transporte deste estupendo M 56 sobre mulas já diz tudo. Provavelmente o EB está sem dinheiro para ter algo melhor. Se for para revitalizar é preferível comprar algo melhor, mas determinados especialistas acham absurdos e pedem ajuda para aquilo que é óbvio:M56 já era(museu ou vender para sucata.) Obrigado Srs: Bosco, Yopjucan, Ivan Bc pelos comentários. aprendi e muito.

  22. Esse obuseiro atende muito bem as necessidades do EB. Trabalho com ele no Grupo de Artilharia Pqdt. Ele pode ser transportado de várias formas, sendo inclusive lançado de avião. Ele é rebocado por viatura, fácil manutenção e totalmente desmontavel em menos de 1 minuto por soldados da guarnição de peça . Lógico que existem outros mais modernos, como já comentados aqui, mas para sua finalidade de campanha , continua sendo o melhor

  23. Meu pai serviu ao EB em 1957 à 1959 este M 56 já existia. Servi de 1980 à 1986, esta peça continuava existindo, (PEx e 8º GacosM). Meu irmão utilizou esta peça em 1981 no 8º grupo Paraquedista e lá estava o M 56. Meu neto deverá servir e provavelmente o M 56 estará sendo utilizado. as pessoas confundem meios com pessoal de serviço acreditando que alguns de nós desprestigiamos as Forças armadas por estas possuírem ainda material obsoleto e antiquado. Ledo engano. provavelmente este obus continuará sendo revitalizado mais três ou quatro gerações depois da minha insignificante existência. Espero que antes disso ainda possa ver melhoras significativas tanto nos meios bem como no pessoal de serviço(sei que este último sempre lutou para que nossas forças se modernizassem ,porém a maldita panaceia em se manter em não “bater á mesa” na ativa e só começar a brigar quando se estar de “pijama”(oficiais -generais) é o que mais me irrita, principalmente quando se enfrenta governos como o que passaram ao longo dos trinta anos. Não é indisciplina, sim bom senso. aprendi que contra “Força não há resistência’ e neste país tudo se negocia por o bem ou por mal.

  24. Bosco, bom dia
    Um colega q estava no 8o Pqdt me disse o seguinte. O Mrt 120 com o tiro em maior alcance, como se Art fosse, perde em muito a precisão, muito. A diferença do Obuseiro pro Mrt é muito grande.

  25. OFF china ameaça a india
    .
    https://in.news.yahoo.com/doklam-china-warns-india-apos-031853723.html
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    Doklam: China warns India of serious consequences if it doesn’t withdraw troops
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    An editorial on Monday in the official China Daily newspaper called on India to “withdraw all of its troops” from the Doklam area “before the situation deteriorates and leads to more serious consequences.”

    It also said Beijing “will not make any compromises when it comes to its territorial integrity”.

    The editorial was the latest in the non-stop barrage of shrill rhetoric from Beijing over the stand-off, with another commentary, on Sunday, suggesting India’s “intervention” in the Doklam dispute between China and Bhutan could pave the way for Chinese intervening in Jammu and Kashmir because “it is disputed by India and Pakistan”.

    The editorial on Monday in the official China Daily, which is the authoritative English-language mouthpiece and under the information department of the State Council, or Chinese cabinet, continued with the hard line, saying that “India should withdraw all of its troops that have crossed the delimited boundary back to its own side, a move that is essentially different from the previous standoffs between the border troops of the two countries in undefined areas. This has undermined the political basis for bilateral relations.”

  26. Prezados

    Estes obuseiros tem características que os tornam muito uteis em grupos de selva ou paraquedistas. Pesam bem menos que o L-118 e podem ser desmontados em mais partes e mais leves e menores cada uma.

    Pesam mais que o morteiro 120mm raiado, mas podem ser desmontados e mais peças e mais leves e tem maior precisão. Hoje a NORINCO os fabrica e os argentinos recentemente compraram um lote.

    Revitaliza-los é uma boa alternativa.

  27. Bosco
    As mulas agradecem kkkkkkk.
    Quanto os obuseiros acho que deviam procurar algo novo e mais moderno,porque tem que parar um pouco de ficar revitalizando antiguidades.

  28. E agradeço a Deus da Marinha não ter revitalizado o Opalão e deixou o coitado se aposentar sossegado .

  29. Fabiano martins 10 de julho de 2017 at 19:59
    Perfeito. É exatamente essa a conclusão quando não se ignora a realidade substantiva concreta do estado de coisas. 🙂
    Abçs.

  30. Por mais que queiram me convencer que todas grandes potências da galáxia utilizam obuseiro, que é uma pu… arma, fico muito triste vendo essas coisas. Em tempos de mísseis guiados e lasers de alta energia utilizar uma arma com precisão zero e carregada por mulas só confirma a falência de nossas forças

  31. Hoje em dia com tanta opção de quadriciclos, “jipes”, etc, espero que não usem mais animais para tracionar nenhum tipo de veículo :P. No mais como mencionaram acima, poderiam adaptar sobre o chassis do Marruá, ficaria show de bola.

  32. A revitalização dos M-56 faz sentido no momento em que não existe uma prioridade dentro do EB para a compra de obuseiros mais modernos para os Grupos de Artilharia Leve, de Selva e Paraquedista.
    Cabe destacar que o uso do morteiro 120mm, na minha opinião, complementa o uso dos obuseiros 105mm e não substitui, devido a questões técnicas (como, por exemplo, a precisão do morteiro).
    O ideal, também na minha opinião, seria substituir os M-56 por M118/119, devido ao maior alcance e flexibilidade do material.
    Porém, infelizmente, a revitalização dos M-56 é o que existe de melhor a ser feito no momento, devido a conjuntura já explicada.

  33. Os morteiros de alma raiada rivalizam com os obuseiros na questão de precisão. Também a queda mais vertical da granada do morteiro distribui de forma mais efetiva os fragmentos, o que compensa uma possível maior imprecisão. Igualmente o maior volume de fogo vem no sentido de mitigar essa pequena diferença na precisão.
    Em relação aos obuseiros mais modernos ou aos antigos de cano alongado há uma diferença de alcance muito favorável a eles, mas sinceramente, apesar de não ser militar e muito menos da artilharia, não vejo vantagem alguma nos velhos obuseiros em relação aos novos morteiros pesados (120 mm), principalmente de alma raiada.
    Agora, claro que sou a favor da revitalização desses M56 que “é o que tem pra hoje”. Melhor isso que nada, mesmo porque, nos cenários previstos não deveremos enfrentar nada que tenha algo muito diferente.

    Diogo,
    A imprecisão dos obuseiros é necessária, caso contrário a cada tiro ele teria que ser movido para que a granada não caísse sempre no mesmo lugar. rsrs
    Nem toda arma visa primariamente matar o inimigo ou destruir um alvo. O obuseiro e o morteiro visão dentre outras coisas ficar fustigando o inimigo, dificultando que se mova, afetando a moral, fazendo com que se evada de uma área, etc. O obuseiro (e o morteiro) sempre vai existir e sempre irá lançar granadas burras mesmo que eventualmente possa ter que destruir um alvo pontual com uma granada guiada.

  34. Sobre a precisão, o morteiro pesado raiado equivale ao obuseiro até os 8 km. A partir da i, o uso de granadas assistidas diminui a precisão.

    E por curiosidade, a instrução básica determina que, na ausência de outro abrigo, o melhor lugar para se estar em um barragem de artilharia é dentro do buraco do último impacto.

    Diogo, o tiro de obuseiro é extremamente preciso dentro do alcance nominal. O tiro NA é considerado assim a até 25 metros do alvo. Não raro no segundo disparo de uma ajustagem a granada cai no circulo NA ou até em cima do alvo

  35. Lendo os comentários aqui, me recordei dos relatórios do ministro da Guerra de 1942. A artilharia (e todos os armamentos do Exército) eram antiquados e obsoletos (exceção para os Krupp em quantidade mínima). Todas as peças de artilharia de campanha eram desmontáveis e transportáveis por mula, todas de 75mm. A entrada do Brasil na guerra revolucionou o Exército. Não tenho tempo de fornecer os dados exatos agora, teria que consultar os documentos, e vou sair pra dar aula agora. Mas o poder de fogo da artilharia aumentou drasticamente assim que chegaram os primeiros 105mm e 155mm americanos, no ano seguinte. No primeiro lote fornecido, o poder de fogo já era incomparável.

  36. Amigo Bosco!
    Em muitos casos a balística de obus leva vantagem sobre morteiro. Principalmente nas montanhas (inclusive M56 foi criado para tal propósito) e entre os destroços permitindo o fogo certeiro “das” e “pelas” aberturas das casamatas , janelas ,recuos. Além disso em geral o morteiro não pode ser usado para tiro direto (na teoria ate com Shrapnel transformando infantaria do inimigo em bando de porcos-espinhos).
    Um grande abraço!

  37. Scud,
    Eu concordo! E repito que não tenho nada contra esse obuseiro ser revitalizado e muito menos contra ele existir. Tenho sim um certo preconceito contra o M-108 já que considero que obuseiros AP blindados sobre lagartas devia ser só em calibre maior, mas confesso que não tenho nada contra obuseiros AR de 105 mm, nem os de tubo curto.
    Agora, quanto a achar que ele são a última bolacha do pacote eu insisto em dizer que não concordo. Um morteiro pesado e um par de CSR Carl Gustav faz mais estrago e pesa pelo menos 5 x menos.

  38. Agnelo,

    Num dos tópicos que ficou para trás, vc escreveu:
    “Quanto a F Exp, cabe inicialmente a 2a De preparar uma Bda q terá 3 Forças-Tarefas nível unidade se revezando em 01 em Qualificação, 01 em adestramento e 01 em disponibilidade mantendo os padroes pra ser imediatamente empregada.
    A intenção é q evolua para 04 bda em revesamento: 01 Qualificando, 01 Adestramento Básico (treino de Pelotao, Companhia e Batalhão), 01 em adestramento avançado (a Bda treina junta, avaliada pela DE) e 01 em disponibilidade.”

    Para ter 1 Brigada Exedicionária, o EB vai precisar de usar 4? 3 brigadas vá lá, mas 4?????

  39. Totalmente off-topic: o desempenho do Carl Gustav é equivalente ao do CSR 106 mm M40 com a vantagem de pesar 20 x menos.

  40. Bisco eu ja vi o M40 em ação e digo que o resultado prático pode ser o mesmo no alvo, mas nada se compara ao resultado psicológico de um M-40 atirando. Foi um grande erro o EB os ter desativado. São baratos, precisos, e com uma mira noturna e um telêmetro e atuando em seções seriam uma arma que impõe respeito. Ao invés disso deveria ter acrescido aos 03 do pelotão AC mais um e colocando em viaturas LR 130 maiorse, para acomodar mais munição.

    No nosso cenário eles ainda dão um bom “brodo”.

  41. Sobre morteiros e também totalmente off-topic, vale salientar que eles não têm nenhuma limitação intrínseca acerca de realizarem tiro tenso. Em geral obuseiros atiram tanto em ângulos abaixo quanto acima de 45º, sendo o maior alcance quando em 45º.
    Já o morteiro atira em ângulos acima de 45º porque em ângulos mais baixos a granada carregada pela boca que desce pelo tubo pode não chegar ou chegar muito lentamente no pino percutor. Eventualmente nos morteiros que podem ser acionados por “gatilho”, mesmo um morteiro carregado pela boca pode atirar em ângulos menores que 45º.
    Em morteiros carregados pela culatra (canhão-morteiro) e com mecanismo de recuo, como o AMOS, NEMO, AMS II, Vasilek, ADIM, etc. ele pode ser utilizado normalmente para tiro direto sendo geralmente efetivo até uns 2000 metros.

  42. Então a Venezuela é uma potencia mundial porque possui quase 600 peças desse M56…

    Posso ser cabeça dura, mas acho que um país como o brasil deve ter um arsenal up to date… um país que se paga quase 50 mil reais por mes pra um juiz de direito.

    E tem mais, países como a frança nem usam mais obuses nesse calibre.

  43. Isso ai, Manuel.
    Eu não me lembro se está no pró-força ou em outro documento. Mas tudo isso, com a reformulação da Força, q inclusive se espera ter 15 Bda de Inf e Cav completas e não 27 com muitas incompletas.

  44. Em morteiros convencionais (carregados pela culatra e sem mecanismo de recuo) não tem como o morteiro ser posicionado em ângulos muito baixos (abaixo de 45º) devido ao recuo (a menos que tivesse apoiado numa parede ou coisa parecida), por isso, só morteiros com mecanismo de recuo podem realizar tiros baixos de forma regular. https://www.youtube.com/watch?v=2vkHwLxhOgw

  45. Boa noite Manuel
    A ideia inicial da END era muito “megalomaníaca”, como as duas frotas da MB, por exemplo.
    Pro EB também foi pensado alto, mas o Cmt tem mais o pé no chão, além da crise.
    Há um estudo importante para reformular o EB. O número de brigadas reduziriam, mas as q ficam seriam completas, tanto nas diversas Armas, como na constituição das Unidades (Btl q tem duas Cia na paz e a terceira é mobilizável, o q é muito comum, seriam completos).
    Talvez, Bda q são incompletas, mas não pudessem ser desativadas, virariam um Grupamento (nome a ser definido) comandado por um coronel, e cumpririam somente a missão q não a deixou desativar. Exemplo sem compromisso: Uma Bda de fronteira q tem unidades incompletas na fronteira, uma incompleta aprofundando e um Grupo de Artilharia incompleto com peças de Guerra da Coreia, viraria um Grupamento de duas unidades completas na fronteira, sem o resto, com uma boa Base Logística.
    As Bda Inf Mtz se tornarão realmente ou mecanizadas ou Leves, com toda mudança organizacional q isso implica.
    As Bda Bld completas, a Amv e a Pqdt prontas etc.
    O emprego dual proporciona meios também. Por exemplo, os meios integrados do SISFRON proporcionam às Bda C Mec, a correta estruturação da Função de Combate Inteligência.
    Esse dado está em estudo, mas a indicação é q se concretize. O número 15 foi dado como em torno de, mas não deve mudar muito disso.
    Nenhuma Bda, por exemplo, tem sua Cia ou Esqd AC…
    Algumas Unidades tem seu Pel Rec ou Tu Rec, mas a maioria só estruturam isso em missão.
    A maioria das Bia são a quatro peças, quando doutrinariamente o previsto são seis peças.
    Por ai vai.
    Hj, o EB tem:
    CMS: 3 Bda C Mec, 2 Bld, 1 Inf Mec, 2 Mtz.
    CMSE: 2 Leves (Amv e GLO)
    CML: 1 Mtz Es, 1 Pqdt, 1 Leve (Mth) + 4 unidades 32, 55, 56 e 38
    CMP: 1 Bda Inf Mtz (virando Mec)
    CMO: 1 Fron, 1 Mtz (as duas muito incompletas) e 1 C Mec
    CMNE: 2 Bda Inf Mtz + Unidades da 6a RM como se Bda fosse e Unidades da 10a RM como se Bda fosse.
    CMN: 1 Bda Inf Sl + 3 BIS
    CMA: 4 Bda Inf Sl muito incompletas
    Bda Av Ex (virou Comando Av Ex), Bda Op Esp (virou Comando Op Esp) e Bda AAer
    Seriam estas 3 últimas +, provavelmente, 15 + “Grupamentos (ou não – a ser estudado)”
    A FAB fez isso na marra, mas, a muito grosso modo, tecnologia e missões a ela atribuídas proporcionam esta possibilidade.
    Alguns Óbices:
    1) Elevada redução de efetivo (o q não é bom pra nenhum governo q não pensa como Estado)
    2) Quem cumprirá as missões q o EB cumpre na sua ausência, se ele já as cumpre na ausência dos outros? (o Estado tem q autorizar ao Cmdo EB executar essa mudança, sabendo disso)
    3) Em muitos lugares o EB é a única presença do Estado e proporciona recursos imensuráveis para a região.
    4) Provavelmente, reduzirá efetivos e números de unidades, sem contudo, no mínimo, reduzir custos, podendo aumentar.
    Exemplo:
    – Não temos os Btl Eng Cmb orgânicos das Bda Bld completos em meios, nem os das Bda Inf Mec. 01 Pel Eng Cmb Bld custa o mesmo q um RCC inteiro…
    – O Guarani custa 10 % do valor dele em pouco tempo pra mantê-lo.
    – Capacete e colete balístico novos perdem a validade relativamente rápido
    – o Cano de canhão de um CC dura 5.000 tiros HEAT ou 200 Flecha…
    Ou seja,
    Tem de haver MUITA vontade política…
    Espero ter esclarecido um pouco, dentro do possível.
    Sds

  46. Obrigado pelas informações Agnelo. Aliás, digo mais, obrigado por sua participação no Forte, que enriquece o debate.

    E aleluia!! Até que enfim haverá redução substancial de efetivo no Exército!!!!!

    O EB deve permanecer nas unidades de fronteira, mas de fato, existe muita “gordura” no Sul e Sudeste. Tem como cortar bastante aqui. O orçamento de custeio e investimento nunca deu para o tamanho do EB. A solução é o enxugamento (com certeza haverá prefeito reclamando, mas o EB tem de ser maior e visar a atividade-fim. Não deve servir de gari de prefeitura Brasil afora. E nem vacinar o meu cachorro…

  47. Agnelo,

    No que vc escreveu, ficaram algumas dúvidas. Vc escreveu:

    “Nenhuma Bda, por exemplo, tem sua Cia ou Esqd AC…
    Algumas Unidades tem seu Pel Rec ou Tu Rec, mas a maioria só estruturam isso em missão.”

    “AC ” é Anticarro? Vc quis dizer que todas as Bdas pelo planejamento TERÃO Cia e Esquadrão Anticarro?
    “Tu Rec” o que significa? E quis dizer que todas as unidades pelo planejamento passarão a ter Pelotões de Reconhecimento e esse tal de Tu Rec?

  48. A propósito, Agnelo,

    Está se planejando que as bias de artilharia autopropulsada passem a ter 6 peças?

  49. Bom dia Manuel
    É bom “conversar” com quem gosta do assunto e quer ver as coisas melhorarem!
    Esse plano é para longo prazo, mas é real.
    isso ai, é anticarro e a previsão é q não sejam mobilizadas, mas existam de fato.
    Tu Rec significa Turma de reconhecimento, q, com o tempo virará Pel Rec. Turma de Reconhecimento é 01 3o Sgt, 01 Cb e 02 Sd.
    As unidades Bld tem Pel Esclarecedor. As CMec fazem rec por natureza, mas os BIMtz tem Tu. Virando BIL, é orgânico o Pel Rec.
    As Bia AAer são diferentes das Bia O. As Bia O tem 4 a 6 peças sob o comando de 01 Ten e os outros Ten são OA e o q faz o estudo topográfico e meteo (esqueci o nome da seção).
    As Bia AAer são diferentes. Tem de 3 a 4 Seções AAer. Cada Seção tem, normalmente, 4 peças.
    As Bda Inf e Cav Bld são quaternárias, ou seja, têm 4 peças unidades de manobra (2 BIB e 2 RCC), então seu GAC tem 04 Bia O e sua Bia AAer tem 04 Sec AAer (16 Gepard na Bia)
    Sds

  50. Caros, em primeiro lugar agradeço os comentários de Colombelli, Agnelo Moreira, Bosco que contribuem em muito compartilhando o conhecimento conosco. Mas, até porque o Colombelli colocou que em caso de não de ter abrigo quando de uma barragem de artilharia, o melhor lugar para se abrigar é justamente no buraco do último impacto, gostaria de dizer que não esperava essa “falta de precisão” por parte de peças de artilharia e morteiro. Mesmo sabendo que não se espera necessariamente um impacto direto ( até porque existem vários tipos de carga e munições específicas para serem utilizadas) ao ler no site da IMI que sua munição guiada para morteiros de 120mm (GMM 120) tem um CEP de 10 metros, não me parece algo tão incrível. E ai pergunto aos senhores se vale a pena utilizar-se destas munições (principalmente para a nossa realidade), tendo em vista que certamente devem ser muito mais caras e complexas no seu armazenamento e posterior uso em campo. Só e curiosidade, os russos que amam a artilharia, sejam morteiros ou “canhões” tem usado em conflitos recentes um mostro de 240mm AP chamado 2S4 “Tyulpan” (Tulipa) e esse morteiro AP pesado tem alcance entre 9.650m a 20.000m quando usada cargas especiais e munição guiada por laser “Smel’chak” – segundo o que se pode ler, sistematicamente esse morteiro tem destruído em combate alvos (Chechenia, Dombas e Siria) que precisariam de um grande número de peças de artilharia ou mesmo do auxílio da aviação para serem neutralizados – apesar da cadência de tiro ser de apenas 1tpm.

  51. Ypojucan,
    Pra bater alvos de área, de pele fina, um CEP de 10 metros é muito bom. Se precisar de atingir alvos pontuais aí se utiliza munição guiada por laser com CEP de 1 m.
    Quanto ao morteiro superpesado russo, há muito o Ocidente abriu mão de obuseiros acima de 155 mm e de morteiros acima de 120 mm (com raras exceções, como o de 160 mm de Israel). Essas ogivas mais poderosas ficam hoje por conta da artilharia de foguetes e destruir alvos muito robustos ficou só por conta do bombardeio aéreo.
    Quanto à imprecisão dos morteiros com granadas convencionais a combinação com uma espoleta de proximidade ajuda muito a aumentar o raio letal dos fragmentos já que faz a granada explodir no ar numa certa altura ótima e não tem custo elevado.
    Há também um “kit” que é atarraxado no bico da granada que tem a função de transformar a granada burra numa granada guiada por GPS, melhorando muito a precisão. E ainda funciona como espoleta. É a MGK. https://www.youtube.com/watch?v=KIh58kspI-A

  52. Completando.
    1. O termo “carga especial” é usada normalmente para nukes (tanto em sistemas terra-terra como terra-ar).
    2. “Seml’chak-M” dificilmente poderia ser usado na Síria pois precisa de indicador de laser 1D15 com sincronizador 1F35 que nao foram disponibilizados para exercito.
    3. Alcance de 2S4 entre 800m e 19,950m.
    4. Depois da entrada de Msta e Coalizão a Rússia colocou os 2S4 para conservação.
    Um grande abraço!

  53. Beleza Bosco, mais uma vez obrigado. ScudB me parece que o Assad tem/tinha alguns 2S4 e os EUA/Europeus dizem ter visto 2S4 em operação no Dombas ( se é verdade ou não, não sei). Imaginava que para munição laser tivesse que ter alguém para “marcar” o alvo, mas não sabia que o exército russo não os tinha para operações na Síria. Como naquele conflito tudo é cercado de meia verdade, e até Terminator II apareceu na Síria, não duvido que o Assad auxiliado por forças russas, ainda usem o Tyulpan. Abraço.

  54. Yojucan, uma arma de calibre 240mm não faz muito mais estrago do que fazem dois ou três tiros de 155mm. O peso de uma granada destas ainda fica na metade quanto muito de uma bomba de 500 libras. Cuida-se de uma tendencia histórica da Russia que não se justifica mais hoje praticamente. Muito mais importante é cadência e entrada em posição mais rápida. Efeito do grande calibre é mais psicológico que prático.

    A precisão ordinária da artilharia e morteiros raiados é muito boa. Lembro que pro 105mm 25 metros é NA. Pro 155 50 metros é NA. Normalmente no segundo disparo ja se está NA e não raro cai exatamente em cima mesmo do alvo. Claro que por todas em cima é difícil por conta das condições atmosféricas variáveis. As condições da peça são corrigidas a cada disparo. Deriva, alça e nivelamento.

    Para campanhas convencionais em campo aberto investir em uma munição guiada cara não vale a pena. O que ela te agrega à precisão convencional não justifica. Pode ser de valia e justificar em área urbanas onde se quer evitar o dano colateral.

    A titulo de curiosidade, na classificação adotada pelo EB morteiros são de carregamento anticarga. A rigor o que tem culatra ( carregamento retrocarga) e faz tiro tenso também é um obuseiro. O morteiro so faria tiro curvo ao qual ainda se agrega o carregamento pela boca do cano.

  55. Colombelli,
    Muito interessante! Essa classificação é bem lógica! A rigor um morteiro de retrocarga e um obuseiro é a mesma coisa só que o primeiro dispara munição de baixa velocidade e portanto a culatra e o tubo podem ser mais “frágeis” e portanto, leves. Só essa diferença não é capaz de colocar essas duas armas em classificações diferentes.

  56. Coloquei um link sobre a instalação do morteiro 120 mm Ruag Cobra no Guarani mas foi apagado pelos moderadores… Quando achar interessante basta pesquisar rapidamente….

    Um trecho: “Instalado no Guarani (previsto quatro carros porta-morteiros por batalhão), o morteiro de 120 mm é uma arma extremamente letal devido a sua alta mobilidade, profundidade e densidade de tiro (múltiplos impactos de direções diferentes) e capacidade de apoiar por fogos tropas blindadas e mecanizadas durante seu deslocamento, cobrindo os flancos e a linha de frente.

    O VBTP-MR 6×6 Guarani atuando como porta-morteiro pode levar uma grande quantidade de munição e o Ruag Cobra pode efetuar grande número de disparos cobrindo uma enorme área.”

  57. Bosco
    Não tenho absoluta certeza, mas nos Mrt (todos q conheço) as cargas além da 1 são todas do mesmo tamanho (quantidade de propelente). Na Art, cada carga tem uma quantidade diferente. Isso influencia muito a complexidade do tiro.
    Manuel
    Essa é difícil, mas, pelo menos, pelo meu palpite, a 5a Bda C Bld (QG Ponta Grossa), a 6a Bda Inf Bld (QG Sta Maria), a Pqdt (QG RJ), a 12a Amv (QG Cascavel) e a 11a GLO ( q poderá ser Mec – QG Campinas), a 15a Bda Inf Mec (QG Cascavel), a 4a C Mec (QG Dourados), a 3a Inf Mec ( virando Mec – QG Cristalina), a 23a Bda Inf Sl (QG Marabá), a 1a Bda Inf Sl (QG Boa Vista).
    Pelo menos essas, mas é palpite. E longo prazo, com as brigas políticas q vc pode imaginar…
    Sds

  58. Pra quem não conhece, no morteiro, a carga um é um cartucho quase de espingarda, que vai atras da empena, e as demais ou é suplemento enrolado em plástico e em formato quadrado que é dobrado e preso nas empenas ou é um saquitel circular posto no mesmo lugar também, e da espessura de um dedo.

    Ja nos obuseiros há cargas encartuchadas e não encartuchadas, e que podem ser engastadas ou não engastadas. O 105mm usa munição encartuchada, engastada ou não. A não engastada a quantidade de saquitéis dentro do cartucho pode ser mexida. A encartuchada e engastada normalmente é pólvora solta e é sempre a mesma. No 155mm a munição é não encartuchada, e o propelente são saquiteis com pólvora ou cordite.

    Acho errado reduzirmos numero de brigadas O que precisa é completar baterias AA e esquadrões C MEc em todas, e melhorar a distribuição territorial. No sul ainda se fazem necessárias pela trairagem dos argentinos ( ate se aproximando da china estão e cogitando base). No mais, é no norte e centro oeste, fronteira bolívia e paraguai que deveriam ser concentradas e as reservas no centro do país ( Goias e Tocantins). A meu ver, e ja disse acima, onde estão sobrando é no RJ. As unidades avulsas também deveria receber enquadramento em GU.

  59. Colombelli,
    Só complementando, e me corrija se estiver equivocado, munição encartuchada engastada só canhão, que tem quantidade fixa de carga de projeção. Apesar de ter canhão encartuchado desengastado como no caso do L30 do Chalenger.
    Já obuseiros ou são desencartuchados ou encartuchados desengastados, já que em qualquer caso se admite alterar a carga de projeção, o que não seria possível se a munição fosse engastada.

  60. Agnelo,

    Vc não colocou a 9ª Bda Mtz (por mim ela deixaria de ser também). Vc não a mencionou porque ela estaria “desprestigiada”?

  61. Agnelo, sei que não mencionaste todas as 15 que podem ficar, mas das que vc listou, só uma dessas está no RS (6a Inf Bld), e hj o RS tem, pelas minhas contas, 5 Bda’s, a 1a, 2a e 3a CMec mais a 6a e 8a Inf, fora os batalhoes avulsos do CMS (Btl Pe, RCG, etc..) e as Art Div (sendo que uma, o novo Cmd de Art vai para o novo QG do Astros em Formosa acho..). Daria para mandar uma Bda la pra cima, no max duas talvez… Mas duvido que deixem o estado com menos de 3, que é o que tinha a Divisao Encouraçada antes de extinguirem a 6DE e misturarem tudo.

  62. Uma outra questão Agnelo:

    Com a transferência do 3ºBAvEx para Campo Grande,não vejo nenhuma unidade até hoje se transformando num batalhão aeromóvel. O 3ºBAvEx foi para lá apenas para prestar apoio logístico?
    E falando sobre o tema, alguns anos atrás, se não falha a memória, foi numa das revistas Verde Oliva, li sobre o planejamento de transferir um dos BAvEx de Taubaté para Canoas. Esse projeto foi postergado ou abandonado?

  63. 1, 2, 3, 4 Mec (Porque não Stryke?)
    5 e 6 Bld;
    1, 17, 22, 23 Inf (Sl). 16 Inf (Sl – Porque não Ribeirinha?)
    Bda Pqdt, 12 Aero Mov
    Cmdo Forças Especiais e
    Cmdo de Aviação.

  64. Bom dia senhores
    Colombelli e Bosco, sobre as cargas, em um manobrão da AMAN, os tiros de 155 WP pra regulação do OA deveriam cair 1000m na frente da infantaria. Caiu um 200m na frente e um 50 m atrás…. Pense no susto!!!! Colocaram as cargas, q são diferentes na Art, na ordem inversa…
    Manuel, Pedro e Da Guerra.
    Não cito Av, Op Esp e AAer, pq serão além das 15.
    Não botei a 9a, pq não sei o quanto ela pode ser mais ou menos importante do que outras q não citei. O estudo deve ser bem complexo.
    Com certeza, não ficará somente uma no RS, mas não sei qual delas. Chuto pelo menos uma C Mec e a 8a virando Inf Mec.
    Já as de Selva, por não terem todas as Funções de Combate, e ter uma logística muito difícil, creio q aconteceria o exemplo q dei em algumas delas, q é acabarem como Bda, e terem as unidades de fronteira e Bases logisticas em um Grupamento.
    Sinceramente, acho q será difícil chegar a 15, pelas considerações q coloquei. Mas a redução será um fato. São 24 Bdas e mais unidades q somam tranquilamente mais 3, fora Av, AAer e Op Esp.
    Teriam q sumir ou se transformar 9 + essas 3. Sem mexer em Av, AAer e Op Esp.
    Unidades como PE, BG, RCG não contam nas Bda, pq são unidades divisionárias ou do Cmdo Mil de Área.
    O estudo de um BAv no CMS já ouvi para Floripa, mas cai na falta de recurso.
    Isso, junto a situação do 3o em CG é para q tenha um BAv por região, para melhorar o apoio aeromóvel. Evitando horas de voo só para deslocamento.
    As unidades de Inf q são Mtz e serão Leve deverão estar aptas a Op Amv, assim como as de Sl são.
    E não é só China q está rondando…
    Sds

  65. Bosco, o ser encartuchada e engastada a munição não limita ser so obuseiro ou canhão. Obuseiros também podem atirar com munição encartuchada e engastada. Pelo que me recordo inclusive os russos costumam tem seus obuseiros desta forma. O 130mm creio que é assim com cartucho e engastado.
    O que faz que a maioria dos obuseiros seja desengastado (com cartucho ou não) é mais o problema de manejar a munição. Um 155 seria inviável com cartucho, se engastado então seria um monstrengo. Os obuseiros 75 mm normalmente vinham com cartucho e engastamento como célebre frances da primeira guerra.

    O canhão hoje, que sobrou na verdade pra CC e embarcações, acaba por encartuchar e engastar justamente pela questão de carregar rápido. Mas poderia ser sem cartucho e sem engastamento.

    Acho curioso como ainda não fizeram canhões de tiro rápido com propelente liquido.

    Agnelo, certamente as unidades blindadas não serão movidas do sul. Aqui o que poderia acontecer é a C Mec de Bagé ser transferida, o que chegou a cogitar, e o que acho um erro pelos movimentos da China na Argentina. Se se quer redução, melhor seria ir extinguindo unidades autônomas e deslocadas longe de prováveis área de atuação.

    Outrossim, o CM Norte precisa urgentemente de efetivos. Indicação de que a transferência seria opção. O comando precisa aprender a decidir longe de pressões políticas.

  66. Amigo Colombelli e Bosco!
    122mm (D-30 e 2S1) não usam munição engastada. Na hora de carregar o cartucho sempre tem que sacar a tampa rígida (selada) . E , se for necessário , há possibilidade de mexer nos saquitéis para escolher uma das 6 cargas definidas pelo calculador de tiro.

    Canhão 130mm (M46/M65) e obus 152mm (2S3 , 2S19) – usam munição engastada para alguns tipos de projeteis somente.
    Na maioria das posições obus de 152mm (2A33) segue os mesmos procedimentos da 122mm :
    http://www.russianarms.ru/forum/index.php?action=dlattach;topic=11925.0;attach=141429;image

    152mm (2C35 /2A88) – desencartuchada sem espoleta de ignição (micro-ondas).
    Um grande abraço!

  67. Agnelo,

    Vou fazer de outro modo a pergunta sobre o 3 BAvEx: na região de Campo Grande, que eu saiba apenas existem unidades de manobra da Cavalaria. Não tem batalhões de infantaria. Já faz tempo que o 3 BAVEX se instalou lá. Qual batalhão que é aerotransportado por ele? No caso do 4 BAvEx é o 1o BIS. No caso dos 1o e 2o BAvEx é a 12a Brigada.

  68. Pois é Colombelli, mas como o canhão tem sempre um campo de tiro definido, por exemplo, o canhão de carro de combate tem alcance máximo de cerca de 4 km, ele pode ter munição engastada, mas apesar de obuseiros do passado, como você citou, poderem ter tido munição engastada, os atuais perderiam muita flexibilidade se só dependessem da inclinação do tubo para regular o alcance já que os campos de tiro variam de alguns poucos quilômetros a dezenas de quilômetros.
    A munição desengastada e a desencartuchada permite variar a quantidade da carga de projeção pela adição ou não dos “saquiteis” tendo em vista que um obuseiro tem um campo de tiro muito amplo, diferente do canhão.
    E claro, por ser desengastada há um benefício secundário que é uma melhoria no manejo.
    E só de curiosidade, os canhões navais de calibre mais grosso como o de 127 mm (Mk-45) americano tem munição desengastada.

  69. Bom dia Manuel
    O 3o BAvEx apoia as unidades do CMO das 18a Bda Inf Fron e 13a Bda Inf Mtz (estas tem condições de executar Op Amv). O Cmdo Op Esp também é apoiado pelo 3o.
    Além disso, se a 12a Bda Inf Leve (Amv) ou a Bda Inf Pqdt tiverem de ser empregadas no CMO, já terá uma unidade Av na região.
    Assim, se espera q tenha um BAv por região, pois é mais fácil, rápido e econômico enviar as FAR estratégicas para a AOp com asa fixa e utilizar as asas rotativas do local.
    É importante lembrar q toda unidade de infantaria pode executar Op Amv, mesmo as Mec e Bld, q deixariam de utilizar seus meios para serem transportados por Heli e combatem a pé.
    Em Op de Def Civil já vi muito. O pessoal do 20o BIB e 13o BIB q iam para SC operavam com as aeronaves do 1o ou 2o BAvEx lá.
    Em operações de guerra isso é muito difícil acontecer, enquanto se obtém a iniciativa e se realizam as operações principais, mas, na fase de estabilização, há inúmeros exemplos, como no Afeganistão, quando parte das tropas da 3a Div Inf, por exemplo, ocupavam pontos fortes nas montanhas e eram apoiados por asa rotativa.
    Isso nos confunde um pouco, pq não fazemos diferença na terminologia de Op Amv para Op de Assalto Aéreo.
    As 18a Bda e 13a Bda tem unidades de Fron (17o e 2o B Fron) q tem organização parecida com Mtz, unidades Mtz, como o BI de Cuiabá (se não me engano, o 44o) e o 47o BI de Coxim.
    São btl um pouco mais “pesados” do q unidades Leves, mas tem condições de operar Amv.
    E o BAC e BFEsp usam até o talo.
    Sds

  70. É bem por ai Bosco, como canhão tem tiro tenso e direto, a mudança de carga não faz muito sentido e por carregadores automatizados pra trabalhar com cargas separadas ou usar o carregador humano nas mesmas condições ou ia criar uma parafernalha interna incompatível com o tamanho da torre ou ia tornar o carregamento lento.

    ja nos canhões navais com amplo espaço interno, engastas ou não é mais uma opção do que uma necessidade. Mas quanto maior o canhão certamente maiores são os benefícios de não se usar cartucho e não se engastar a carga. Até opor questão de segurança.

    Agnelo, não lembro onde, mas eu li algo, não faz muito tempo, sobre implantação de um núcleo de um dos batalhões de aviação do EB no CMS ( inclusive pelo que lembro era na região metropolitana de POA ou perto). Procede isso? Seria uma OM facilitadora das atividades no sul ou um embrião pra futura transferência?

  71. Procede a intenção
    Não ouvi sobre perto de POA, o q ouvi muito, do próprio pessoal da Aviação e do Cmdo da 14a Bda Inf Mtz (q se tornará Leve ) foi na Base aérea de Floripa, pois já se tinha ideia q a FAB não operaria mais ali. Seria o 2o BAvEx.
    Para justamente isso, facilitar as operações no Sul.
    Lembrando q, futuramente, a 8a Bda Inf Mtz (QG Pelotas) deverá ser Mecanizada, pelo projeto inicial.
    E o 62o BI, de Joinville, q será Leve, é a FAR do Sul.

  72. Agnelo,

    A 8a Bda Mtz seria transformada em Infantaria Mecanizada quando planejamento do EB era transformar 6 brigadas mtz. Quando desceu para 4, ela foi tirada desse planejamento junto com a 13a Bda.

  73. Boa noite Manuel
    Pois é, mas não li nada ainda sobre as quatro definitivamente. Só li sobre a 9a. Não ouvi nem li nada sobre a 11a ou a 8a.
    No CMS, me disseram q os Guaranis q foram pra 9a sairiam de lá e iriam ou pra 3a ou pra 15a.
    A verdade, é q com a crise e os sucessivos cortes e contingenciamentos tá dificil prever qq coisa.
    Por exemplo, se o Governo entubar heli de ataque russo no EB, como estavam falando em outros fóruns, vai sair recurso de onde?

  74. Agnelo,

    No Plano Estratégico do Exército 2016-2019 constante no Boletim do Exército de 31 dez 2015:
    “1.2.4.1 Prosseguir na mecanização das Bda Inf em processo de transformação para Bda Inf Mec
    e na modernização das Bda C Mec, nas seguintes prioridades: 15ª Bda Inf Mec, 4ª Bda C Mec,
    3ª Bda Inf Mtz, 1ª Bda C Mec, 11ª Bda Inf L, 2ª Bda C Mec e 3ª Bda C Mec.”

  75. Positivo Manuel
    Isso q estava procurando. Sei q o PEE vai ser alterado novamente dada as novas conjunturas, mas como o redirecionamento não será muito divergente, deverá seguir esta lógica.
    Obrigado

  76. Li no plano estrategico (1.1.5.7) que vão transferir o 16 GAC AP de Sao Leopoldo/RS para Formosa e transformá-lo em GMF. Então ele vai perder os M109? Quem vai ficar com eles?

  77. Manuel e Pedro
    Não sei quem ficará com os M-109, não li nada sobre isso, mas deverá ser obedecida a prioridade de AD, Art de Bda Bld, depois as Mec, tanto Inf quanto Cav. Com os novos q estão chegando, é muita reorganização pra ver qual vai pra onde. Até pq, deve entrar certas manutenções ai.
    Quanto ao PEE, ele baseia-se em toda uma “linha de pensamento”, que é rotineiramente atualizado. Uma nova PND e END já está na fornada.
    Estudei a carteira de Política e estratégia no inicio do ano passado na ECEME.
    A PEE é pra dar um caminho o mais real e alinhado possível, mas as conjunturas acabam por adaptá-lo.
    Um exemplo, é a situação da Bda Inf Pqdt. Sem recursos, 2 ou 3 horas de voo a mais para algumas missoes sai mais barato do que transferi-la pro centro do Brasil, e a propria FAB esta ponderando isso.
    Voltando as Inf Mec, fica portanto a 15, a 3, a 11 e mais uma Mtz.
    Sds

  78. O grupo de São Leopoldo era da AD 6 que foi extinta, e manter ela e o de Cachoeira do Sul na AD 3 deixaria ela exagerada com 4 grupos. Por isso os dois grupos da AD foram para um comando de artilharia que envolveria o Forte Santa Barbara como localização.

    Em Formosa temos uma localização centralizada no país e campo de instrução adequado. Se ocorrer a transferência provavelmente permanecem os M-109. E o de Cachoeira deveria ir pra lá também.

    O 22 de Uruguaiana é certo que ficará com 12 dos novos 60 M109. Os demais devem ir pra AD. temos Ijui, Cachoeira do Sul, Jundiai, Rio e Pouso Alegre, ou seja, 05 grupos disputando 04 dotações.

  79. Colombelli sempre muito claras e objetivas as tuas colocações.
    Faço a pergunta:
    Com a introdução Dos M 1089A 5 nestas OMs q operavam AR do tempo do Epa, aquela máxima de ter ou comprar vai significar operar?????

    G abraco

  80. Creio que sim Juarez, mas tudo depende da forma como chegarão os obuseiros. Se estiverem em condições, a transição é relativamente simples.Ela ja aconteceu em Cruz Alta e Sâo Leopoldo, do M-114 para o M-109, e do M-101 para o M-108 em Uruguaiana.

    O pessoal chega ficar “fominha” pra atirar com o material novo.

    No Vaso dos M-109 BR os dois grupos contemplados operam o M-108, e a parte eletrônica agregada não é tão sofisticada que demande caríssimas manutenções. São traquitanas não muito diferentes do que se encontra no meio civil.

    Seis meses estão plenamente operacionais e familiarizados.

    Eu gostaria de ver os M-114 substituindo M-101 até que algo melhor não venha ou ( sonho) um lote de M-198 sendo adquirido para isso, com todos os M-101 e M-114 sendo baixados ou postos em reserva. Uma reserva boa seria algo na ordem de 120 peças.

    E pra completar a dica ao comando. Duas das brigadas que serão mecanizadas operam o L-118, leve, móvel e com bom alcance. As outras três que podem ser operam o M-101. A indicação de fechar mais 03 grupos a 12 peças do L-118 ( algo em torno de US$ 60 milhões), é indicada para padronizar.

  81. Juarez
    Me desculpe me intrometer, mas o EB (ainda bem – demorou, mas chegou) raciocina com DOAMEPI (Doutrina, Organização ou processos, adestramento, educação, pessoal e infraestrutura).
    Se não tem como operar, nem compra.
    Sds

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