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Fim da missão: iniciada a desmobilização no Haiti

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Porto Príncipe (Haiti) – Seguindo o cronograma definido pelo Ministério da Defesa do Brasil e pelas Nações Unidas (ONU), foi dado início ao processo de Desmobilização do 26º Contingente Brasileiro de Força de Paz (26º CONTBRAS), devido ao término da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH). Assim, a primeira semana da Operação de Desmobilização foi marcada por palestras e orientações, dentre outras atividades, assim como com a desativação da Estação de Tratamento de Água (ETA 2), a confecção de cases e a preparo de contêineres para a certificação.

Desse modo, para acompanhar o andamento das atividades de desmobilização e reversão do material, o 26º CONTBRAS recebeu, no período de 25 de junho a 1º de julho, uma comitiva do Comando Logístico do Exército (COLOG), liderada pelo Chefe do Gabinete de Planejamento e Gestão do COLOG, General de Divisão Carlos dos Santos Sardinha.

Recepcionada com formatura no tradicional campo de parada da Base General Bacellar e com uma cerimônia junto ao monumento criado para eternizar a lembrança dos militares falecidos no terremoto de 2010, comitiva conheceu, ainda, as instalações do Batalhão Brasileiro de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 26), do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais (Gpt Op FuzNav) e da Companhia de Engenharia de Força de Paz (BRAENGCOY).

A fase de preparação para desmobilizar-se, a que atualmente o 26º CONTBRAS encontra-se, seguirá até o dia 30 de setembro. Na etapa que ora ocorre, a tropa está realizando processos administrativos, revisando planos, executando inspeções e antecipando procedimentos que poderão facilitar os trabalhos subsequentes, sem comprometer a eficiência das atividades operacionais.

 

FONTE: Exército Brasileiro

17 COMMENTS

  1. Graças a Deus! Chega de ser bom samaritano…só falta o governo brasileiro dar solução aos mais de 100 mil haitianos ilegais dentro do território brasileiro.

  2. Esse é o legado que essa missão absurda de nada proveitosa trouxe para o Brasil que é a nova lei de imigração,na nova lei, destaca o estabelecimento de direitos e deveres do imigrante, a abertura para o diálogo social, a igualdade de oportunidade entre brasileiros e imigrantes e a institucionalização do visto humanitário, que deixa de ser provisório e aplicado apenas a haitianos e vítimas da guerra na Síria, e passa a ser concedido a qualquer imigrante em situação de risco ou de vulnerabilidade, mesmo que não se encaixe nas características de refúgio.
    Ou seja eles vem aqui e recebem bolsa familia , até emprego arrumam pra eles , e nós povo aqui pagando as contas de toda essa bagunça. Alem de tomarem o pouco emprego que existe dos nossos filhos.

  3. Trouxeram também o chikungunya. Vamos ver o que trarão da África… Nossa fantástica vigilância de saúde espera ansiosamente.

  4. Projeto Megalonanico do “grande guia”, onde Itamaraty estava subordinado à construção do nome de Lula junto à comunidade internacional (queria substituir Koff Anan) e devaneios de cadeira permanente no Conselho de segurança da onu, os milicos dizendo amém pra qualquer absurdo q vem de cima (nos últimos anos reduzida a Defesa Civil, construtora civil e transportadora de urnas), até o patriota Ricardo Teixeira foi escalado pra colocar a seleção da CBF num amistoso absurdo no Haiti, só na “camaradagem”, claro.
    Feliz pelos soldados que voltam, pelo contribuinte que não arcará mais com demagogia e fanfarronice na política externa …

  5. Um assunto off tópico.
    .
    Reparar na segunda foto que, dos sete oficiais na imagem, só um não é militar do EB e sim do CFN/MB (o segundo da direita para esquerda). Entretanto o ponto onde quero chegar é na despadronização do que deveria ser padronizado, ou seja, na coloração do camuflado das fardas. Fica nítido e notório que há uma clara diferença quando se colocado lado a lado. Detalhe, não parece ser questão de iluminação, muito menos se os fardamentos serem mais novos ou mais antigos (talvez um ou outro, mas a maioria parece ser fardamento novo e mesmo os de aparência mais antiga – os dois últimos do lado esquerdo – aparentam se diferenciarem de coloração das camuflagens).
    .
    Até mais!!!

  6. É gente, chega né? Missão mais que cumprida vamos sair da ai com a conciência tranquila. Falo isso só para os guerreiros que fizeram o que podiam por la. Concordo com as criticas dos demais sobre tudo. Mas será que disto tudo o EB não tirou nenhum aprendizado operacional no final? Qualquer coisa sobre mobilização ou algo parecido?

  7. Deixando de lado se foi bom ou ruim, político ou não, quero dar os meus PARABÉNS aos homens e mulheres das nossas FFAA que cumpriram a missão que lhes foi dada nestes anos de Haiti.

    Muita doutrina e treinamento foram criados nesses anos e os ensinamentos serão repassados.

    O carinho que aquele povo sofrido recebeu de nossos soldados não será esquecido jamais!!!

    Nos piores momentos de uma nação já fragilizada como foi durante o terremoto que vitimou também nossos conterrâneos até o furacão.

    Conheci duas pessoas da Marinha que participaram de missões no Haiti e nunca mais se esquecerão do sorriso das crianças quando aparecia um soldado brasileiro nas escolas ou nos bairro pobres!!

  8. A missao nao pode ser culpada por quadrilhas de coyotes e os pilatras corruptos dos 3 poderes em Brasilia conpirarem contra o povo Brasileiro com a aberrante ” lei de imigracao”. Foi valido o exercicio da lideranca duma missao internacional que absurdanente por cretinice de lula da silva se prolongou por 10 anos alem do que deveria.

  9. Wellington Góes 12 de julho de 2017 at 2:33
    ————————————————–
    Isso mesmo. Nosso fardamento não merece ser tratado como “uniforme”, pois falta-lhe uniformidade.

  10. Boa noite
    O EB aprendeu muito, muito. Já foi discutido em outros foruns.
    As missões são decididas pelo governo, com o assessoramento do MD e MRE, principalmente.
    Inclusive quando começa e quando acaba.
    MUITA coisa é analisada. Influencia econômica pro pós missão, quem será empregado (trás conhecimento pra nós?), custos, a q doenças seremos expostos (Ebola no caso da África), possibilidade de baixas, e por ai vai.
    Sds

  11. Pangloss 12 de julho de 2017 at 14:19
    Wellington Góes 12 de julho de 2017 at 2:33

    A meu ver parece que existe padrão. Três estão com um padrão de camuflagem, pois devem pertencer a alguma guarnição onde o ambiente tem menos vegetação verde, talvez alguma tropa do sul do país; outros três com um padrão de camuflagem para ambiente com mais vegetação verde, talvez alguma tropa da amazônia. E o diferente deve ser o Fuzileiro Naval.
    O país tem vários tipos de ambientes e vegetações, parece-me bastante normal que a camuflagem de uniforme daqueles que servem no nordeste seja bem diferente da daqueles que servem no sul e mais diferente da daqueles que servem na amazônia ou no cerrado.

    Saudações

  12. O camuflado sozinho é do CFN. O camuflado mais escuro é o modelo que ainda está em uso, pq foi comprado e precisa dar gasto. O outro é o mais novo, e desbota mais devagar. É mais confortável também.

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