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Saab apresentou MSHORAD pela primeira vez na DSEI 2017

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MSHORAD da Saab

A Saab, empresa de defesa e segurança, apresentou, pela primeira vez, o sistema de Defesa Antiaérea Móvel de Baixa Altura (Mobile Short Range Air Defense – MSHORAD) montado sobre viatura – composto pelo radar Giraffe 1X, uma unidade de Comando e Controle (C2) e a Estação de Arma Remota (Remote Weapon Station – RWS) RBS 70 NG. O sistema foi exibido no estande da Saab, na feira DSEI, que aconteceu, entre os dias 12 e 15 de outubro, em Londres, Inglaterra.

Onde o mercado exige proteção antiaérea móvel contra alvos ágeis e difíceis de serem detectados, a Saab responde com o sistema MSHORAD, que combina capacidade de vigilância no estado-da-arte com a habilidade de se contrapor a ameaças rapidamente.

O radar Giraffe 1X 3D, de curto alcance, oferece vigilância 360º a um alcance de até 75 km, gerando dados para um sistema de C2 e possibilitando coordenação e ação rápidas. Com um alcance útil efetivo de 9 km, o RBS 70 NG RWS de alta precisão, com múltiplos lançadores de mísseis, garante um teto de emprego desde o nível do solo até 5 km de altura, lançando mísseis telecomandados com alto índice de acerto. Chamada coletivamente de MSHORAD, a solução garante a capacidade de combater diversas ameaças, bem como defender unidades próximas.

“Considerando a crescente variedade de ameaças aéreas nos campos de batalha modernos, o MSHORAD oferece a proteção necessária em ambientes complexos e desafiadores. Oferecemos uma solução interna da companhia que realmente entende o desafio da defesa antiaérea e as necessidades do cliente, oferecendo uma configuração sistêmica de excelência”, declarou Anders Linder, chefe da unidade de negócios Surface Radar Solutions da área de negócios Surveillance da Saab.

“A defesa antiaérea móvel traz importantes vantagens para forças em deslocamento. Sendo um sistema verdadeiramente móvel, o MSHORAD oferece aos clientes a máxima flexibilidade operacional e ampla consciência situacional, resultando em proteção eficaz para as tropas em deslocamento”, disse Stefan Öberg, chefe da unidade de negócios Missile Systems da área de negócios Dynamics da Saab.

DIVULGAÇÃO: Saab/MSLGROUP Publicis Consultants

16 COMMENTS

  1. Walfrido, a Finlândia também utiliza esse tipo de sistema, embora em outra versão. Utilizando o radar HARD -3D e os lançadores de RBS-70 montados na plataforma M. Benz “Unimog” (4×4), formando o sistema V-SHORAD.

  2. Senhores,
    Essa de separar o radar do lançador é tendência no Ocidente. Se um míssil antirradar destrói o radar é menos um veículo de combate AA que fica desabilitado. Sem o radar os veículos de combate AA continuar funcionar, mesmo que de forma degradada, mas funcionam.
    Sem falar que o alcance dos mísseis é de 8 km e o alcance do radar é de 75 km (para alvos em maior altitude). Seria muito radar pra pouco míssil. rsrss
    Um único radar consegue a um custo razoável apoiar vários veículos de combate AA. Otimizar os custos hoje é tudo.

  3. Pois é. Tinha pensado meio como o Bosco disse. Um veículo com o radar no meio de uma formação hexagonal, por exemplo, com os outros mais avançados.
    Alguém mais bem informado saberia comparar esse radar com o BRADAR?

  4. Lembrando que o EB já havia selecionado o veículo da Iveco. Acho que a própria Avibras poderia oferecer uma solução similar utilizando o seu Guará, o Saber M60 é o próprio RBS 70, Igla ou quem sabe até um mix com ambos.

  5. De acordo com o que o Bosco citou mostro o sistema Kobra que o Exército da Indonésia comprou da Polônia, é dividido em camionetes, uma com gerador e centro de comando, outra com o radar, e outra com mísseis e outra com canhão duplo 23 mm e mais dois mísseis.
    Podem ser instaladas mais unidades de canhões e mísseis até cinco unidades.
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  6. Eu acho que poderiam fazer essa adaptação no guarani pois para acompanhar os guarani e melhor ser outro guarani,e mais o guarani tem maior blindagem.Poderia adaptar esses misseis no panzir daria uma proteção muito boa.

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