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Tiro de Aceitação de Campo do REMAX

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Amambai (MS) – Nos dias 21 e 22 de setembro, o 17º Regimento de Cavalaria Mecanizado (17º RC Mec) recebeu representantes da Diretoria de Fabricação e da Empresa ARES para acompanhar a realização do Tiro de Aceitação de Campo do Reparo Automatizado X (REMAX), da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal – Média de Rodas (VBTP-MR), 6×6, Guarani.

Nessa oportunidade, os seis sistemas REMAX do Regimento realizaram o Tiro com metralhadoras .50 e MAG. A atividade foi apoiada pela Seção de Instrução de Blindados do Regimento, utilizando seus instrutores habilitados no sistema.

O REMAX é uma estação de armas remotamente controlada com giro-estabilizado para metralhadoras .50 e 7,62 mm que foi desenvolvida a partir dos requisitos do Exército Brasileiro, por meio de uma parceria da ARES com o Centro Tecnológico do Exército (CTEx), com tecnologia nacional.

O 17º RC Mec foi a primeira tropa de Cavalaria e ter seus sistemas de armas (REMAX) certificados no âmbito do Exército Brasileiro, agregando muitas novas capacidades aos Lanceiros do 17 de Cavalaria.

Relembre

No mês de agosto, o Pelotão de Manutenção do Esquadrão de Comando e Apoio do 17º RC Mec, junto com técnicos das empresas IVECO e ARES, instalaram o Reparo de Metralhadora Automatizado X REMAX-CTEX em VBTP-MR Guarani. Com isso, as viaturas tornaram-se aptas a receberem as metralhadoras calibre 7,62 mm e .50”, aumentando o poder de fogo do Regimento nas ações de defesa externa, no Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), nas ações de garantia da lei e da ordem (GLO) e no combate aos crimes transfronteiriços.

O sistema REMAX e o Programa Guarani

O REMAX suporta metralhadora calibre 7,62 mm ou .50 (12.7 mm) e permite a pontaria em elevação e direção do armamento, a observação, o reconhecimento e a identificação de alvos durante o dia e a noite, bem como a realização do tiro em movimento, porque o reparo é estabilizado.

O Programa Guarani tem por objetivo transformar as organizações militares de Infantaria Motorizada em Mecanizada e modernizar as organizações militares de Cavalaria Mecanizada.

FONTE: Exército Brasileiro

87 COMMENTS

  1. Legal!
    Mas está na hora do EB testar algum morteiro 120mm no Guarani. A Ruag, que conseguiu autorização para fabricar munições no Brasil, recentemente mostrou o Morteiro Cobra para o EB.
    Existem outras opções de morteitos ocidentais.
    Claro que o momento econômico é ruim, mas dá para conseguir alguns milhões de dólares para comprar um ou dois morteiros e desenvolver um protótipo.
    Acho importante comprar de outra empresa que não a ARES, pois dependência demais de uma empresa estrangeira (ela é controlada pela Elbyt, de Israel) não é nada bom.
    Aliás, cadê a TORC30?

  2. “Aliás, cadê a TORC30?”
    .
    Espero que esteja esperando por um veículo mais adequado para ser montada, e não o Guarani…

  3. Bardini, talvez seja pq não há cenário futuro para o provável emprego do 105mm

    Já para o Remax…é bater a chave e sair atirando (ou identificando alvos), já que a torre tem instrumentação ótica para este fim

    Uma pergunta para Agnelo e Colombelli ! que são craques neste tipo de questão:
    A nota diz que são 06 remax para o RCMec. São 09 pelotões..
    Teremos pelotões pesados (com remax) e outros de apoio? Ou dois esquadrões completos e um na Reserva?

    Saudações

  4. Carvalho, uma coisa não tem nada haver com a outra.
    .
    Remax com é extremamente útil.
    Canhão de 30 x 173 mm é extremamente útil.
    Canhão de 105/120 mm é extremamente útil.
    .
    São coisas complementares… Mas o do meio é o que “menos agrega” (na minha opinião de achista, claro) quando não se tem $$$ pra ter todos e se tem um bocado de Cascavel pra substituir.
    .
    Com o valor de um Canhão 30 x 173 mm, da pra comprar um Guarani…
    O Guarani é um Blindado de Transporte, deve-se ter isto em mente. Torrar um dinheiro que não se tem pra colocar um Canhão desse porte no Guarani não faz lá muito sentido pra mim.
    .
    Um canhão desses faria mais sentido em um verdadeiro VBCI.
    https://pbs.twimg.com/media/DKxAOZhXUAA1qLB.jpg
    (O da direita tem o porte do Guarani, é um APC adaptado, o da esquerda é um legítimo VBCI)
    .
    Um Blindado 8×8 armado com um 105/120 mm é uma baita plataforma para dar apoio para infantaria, abater um alvo a 4 km e etc… Vários e vários benefícios.

  5. Carvalho, na minha concepção os carros com remax seriam um no carro da seção de carl gustav e o outro no do CMT Cia. Minha cia Teria 14 carros, sendo 09 com .50, 03 com 30mm e 02 com remax.

    Pelo que se nota sendo 06 por unidade, serão duas por subunidade, mas não na concepção que imagino como ideal. O certo é que não serão separadas em uma fração so com elas e que estarão lotadas em outras.
    O Agnelo que está na ativa deve saber ao certo.
    Na minha concepção ainda, os 30mm seria dos cmt PEl.

  6. Bardini,

    Aproveitando que vc está online…
    Estes dias vc postou uma foto do módulo de treinamento do Guarani
    A posição do motorista era na direita….É isto mesmo? Pq esta disposição?

  7. Acho que formulei mal a pergunta.
    No módulo de treinamento a posição está na direita do carro
    Mas nos Guaranis a posição é na esquerda

  8. Bardini,
    O ideal seria possuir as 3 opções.
    E como vai demorar muito para termos do 8×8 com canhão de 105mm – se é que um dia teremos – penso como uma boa solução dotar parte dos Guaranis com uma torre 30mm, pois ela cumpre missões que as .50 não cumprem. Só não dá para achar que o Guarani com ela é páreo para um MBT.
    E, de fato, a torre é cara, mas, como eu tenho um pé atrás com o Brasil, prefiro que seja comprada aos poucos, junto com os Guaranis do que ficar comprando Guaranis “com dentes de leite”. Aliás, por mim já compravam logo morteiros 120mm e se estudava uma versão com mísseis antiaéreos. Nosso histórico é repleto de meios desdentados ou com dentes de leite eternos e espero que isso não se repita com o Guarani.

  9. Boa pedida para um pos t sobre o TORC30 !
    Sobre o Remax, existe previsão para ser instalado em outras viaturas como os Leopard, M-113 e M60 ?

  10. Colombelli mas isso q você disse seria na Cia dos regimentos de infantaria mecanizada. Nós regimentos Cav Mec no qual a reportagem fala acho que seria todos com o canhão de 30 mm, falo isso porque os esquadrões de Cav Mec tem menos blindados do que uma Cia de infantaria mecanizada

  11. E olhando as organizações dos exércitos da Otan nenhum mais emprega regimentos de cavalaria mecanizada como a do EB mais, essas funções foram relegadas totalmente para brigadas de infantaria mecanizada ou divididas entre os esquadrões de reconhecimento dos batalhões blindados e as brigadas de infantaria mecanizada. Como o EB sempre seguiu as formações da Otan não sei pq ainda não se atualizou

  12. Augusto,

    Considerando o cenário de curto prazo e escassez de recursos, acho que a seção de vtr bld dos Pelotões CMec ainda vão permanecer com o Cascavel.

    A questão é como será organizada a seç de Fuzileiros, que é mais provável que receba os Guaranis. Cada Esquadrão possui 03 vtr. Ao todo 09 vtr/RCMec.
    Por isso questionei a distribuição de 06 Remax no 17º. Será que apenas 02 Esquadrões estão operacionais?

  13. Carvalho 28 de setembro de 2017 at 19:51
    Eu não conheço o 17, mas acredito q ele deve ser tipo II, ou seja, um Esqd é mobilizável, sendo assim, dá uma remax por Pel C Mec, no seu Guarani do GC.
    Sds

  14. O Boletim do Exército 39/2017, de 29 Set, publica portaria que transforma o 36º Batalhão de Infantaria Motorizado em 36º Batalhão de Infantaria Mecanizado (Uberlândia-MG), mantendo a subordinação à Brigada de Cristalina-GO.

  15. Na cavalaria é fácil saber. Cada pel tem uma única VBTP. Logo em um regimento completo são 09 viaturas que podem ter remax. Fecha com o que o Agnelo falou. É um Urutu e dois cascavéis por pel, 04 viaturas 3/4 de esclarecedores em duas patrulhas, uma viatura do Cmt Pel e uma viatura do mort. 81.

    Não creio que o 17 tenha menos um esquadrão, o que pode ocorrer é que sejam distribuidos dois guarani por Esquadrão só ao invés de três pois ainda está em experimentação doutrinária.

  16. Não creio que o 30mm venha a ter emprego na cavalaria pois foram adquiridas poucas torres.

    E não vejo um bom custo benefício na REMAX. Por 700.000 dava pra por mira telescópica e algumas noturnas em todas as metralhadoras .50 de um batalhão mecanizado ou de um Rc Mec.

    Pra mim ela agrega muito pouco em vista do preço.

  17. qboavida 28 de setembro de 2017 at 17:53
    També de DNA Israeli e ambas são excelente.
    Para essa viatura bastam.
    _______________________________

    8 x 8 que saiu do radar por causa do $$$$$ é outra história.

  18. Galera especialista em armas… Eu tenho uma dúvida e espero que um de meus virtuais amigos me respondam. Na primeira foto do guarani, nesta matéria, na lateral do veículo tem algo que parece ser um tubo metálico de ar comprimido. que vai e volta pela blindagem. Eu estou certo? Para que serve isto?

  19. Se fui eu quem palpitou isto para o exército, isto é uma defesa contra projeteis com ar comprimido. Quando um tiro for disparado contra o veículo, ao mesmo tempo dispara-se um jato de ar comprimido, que para um lado ou outro desvia o projétil agressor, considerando que a força necessária para desviar lateralmente um projétil ( não frontalmente) é quase insignificante. Óbvio que um foguete anti-carro é mais difícil de desviar, mas bala de fuzil, um ventinho desvia, certo? Se for, exército me deve um beijinho elogioso pelo design.

  20. É so um cabo de aço preso nas presilhas de fixação de blindagem. Nada mais. Não existe esta tecnologia de desvio com ar

  21. Victor, suspeito que para a mais trivial das funções: prender coisas, como as mochilas ou rede de camuflagem em um uso anômalo das presilhas. O cabo da parte superior que está reto sem dúvida tem sido usado para prender as mochilas para fora do veiculo, pois dentro ia ficar uma lata de sardinha.

  22. Eu reparei melhor e realmente não tem relação alguma com o que eu disse. Um cabo de aço. A questão é, Colombelli, esta tecnologia de desvio por jato de ar não existe, mas poderia existir? Simples, barato e eficiente, Tupiniquim, ou você já sentencia impossível? Eu pergunto para você, Colombelli, porque você tem todo um jeitão de militar e bem, eu estou mais é preocupado com a tua tchurma, entende? Então, tipo, se você estiver dentro de uma guarani, e é atacado com um tiro de bazuca, você gostaria de ter um sistema de desvio de projéteis por jato de ar?

  23. Victor, eu sou um militar da reserva R1 e uma vez militar sempre militar. Mas o problema pra esta solução com jato de ar é a rapidez dos projéteis e a dificuldade de localizá-los. Somente projéteis de maior tamanho podem ser detectados. Ou seja, projéteis de fuzis e metralhadoras não teria como detectar a tempo. Já os projéteis que podem ser detectados, há notória dificuldade de reagir a tempo. Ainda quando isso é possivel como em alguns sistemas que ja existem, detectar e repelir, o custo os torna inviáveis, especialmente pra nós. Por fim, mesmo estes sistemas não são eficientes contra ataques de saturação

  24. Bom senhores a notícia é referente a um regimento de CAVALARIA mecanizado, por sinal, meu regimento. Aqui temos 9 pelotões, cada pelotão tem um guarani com remax (do grupo de combate) e um sem Remax (da peça de morteiro 81mm), além de dois cascaveis e cinco VTL REC marruá, esse é o pelotão c Mec, cuja a missão é prover reconhecimento e segurança. Temos seus Remax (por enquanto), ainda faltam 3.

  25. O 17 é tipo 3, temos dois esquadroes completos de efetivo profissional, um de recrutas, um de comando e apoio e uma base administrativa.

  26. Caro Augusto, sempre existirá uma tropa com a missão de reconhecimento e segurança (cavalaria) mesmo tendo o nome diferente. Da guerra da Coréia para cá, devido o implemento de sistemas de c2 e optronicos, a tropa de rec (Cav) teve seu efetivo reduzido, porém, alguns países estão voltando a adotar a nossa estrutura de brigadas de reconhecimento ( Bda C Mec), um exemplo são os Estados Unidos. Você mesmo citou os “batalhões e companhias de reconhecimento” de alguns países da Otan….essa tropa é cavalaria.

  27. Sobre a quantidade de blindados do.pel c mec, sempre foram nove blindados no pelotão, porém, até hoje, não tivemos isso…..os 5 VTL Rec deveriam.ser os ee3 jararaca (que foram desenvolvidos para esse fim) temos dois cascaveis e dois guaranis. O Iveco lmv deve acaba com esse nosso problema do grupo de exploradores cumprir sua missão de rec/seg montado em uma viatura sem blindagem.

  28. Sobre a quantidade de blindados do.pel c mec, sempre foram nove blindados no pelotão, porém, até hoje, não tivemos isso…..os 5 VTL Rec deveriam.ser os ee3 jararaca (que foram desenvolvidos para esse fim) temos dois cascaveis e dois guaranis. O Iveco lmv deve acabar* com esse nosso problema do grupo de exploradores cumprir sua missão de rec/seg montado em uma viatura sem blindagem.

  29. Odilon, por causa do preço, o iveco IMV não será adotado em larga escala.

    Acho um desperdício por uma peça de morteiro em um blindado. Se assim for, o numero de brigadas mecanizadas irá ser reduzido ou nem toda cavalaria receberá o Guarani.

  30. Caro Colombeli, minha OM inclusive está na primeira distribuição de LMV. A cavalaria receberá esses carros, até por que, quem se desloca a frente da marcha para o combate da infantaria é a cavalaria, no contexto de operação de segurança. Por isso, quase todas as brigada de infantaria tem um esquadrão de cavalaria. Está na nossa doutrina.

  31. Pois e Carlos, como escrevi lá em cima, deveríamos ter os jararacas, mas nunca foram comprados, por isso utilizamos os willies/Toyota/land Rover e agora VTL REC marruá.

  32. Por último, o projeto guarani não é um projeto para uma viatura, é um projeto para uma família de viaturas, incluindo as suas evoluções, ou seja, não é para 10 ou 20 anos….afirmo, TODA a cavalaria receberá guaranis.

  33. Para concluir a minha participação aqui senhores, afirmo que fico extremamente feliz em ver brasileiros (civis e militares) interessados no assunto. Atualmente sou major de cavalaria, servindo no 17 RC, transferido para o comando de operações terrestres, servi nesses 21 anos de serviço em unidades de cavalaria mecanizada e fui instrutor no centro de instrução de blindados…..tive o prazer de acompanhar, testar e ver o guarani sair da prancheta e chegar na tropa. Não é a melhor vbtp do mundo, mas é a melhor vbtp para a sua nossas atuais necessidades. Moderna e funcional! Forte abraço a todos! Cavalaria!

  34. Odilson, ja comandei peça de morteiro 81mm e não tem nenhum sentido por ela em um blindado como se faz nos BIB. Como voce bem sabe ela ficará sempre na retaguarda da fração Qual sentido de tirar um blindado da linha de frente e por ali quando não vai ter pra cobrir nem o essencial que são os fuzileiros?. Se voce pegar 1500 carros e pensar em 05 brigadas de infantaria e mais 168 pelotões e de cavalaria que tem que receber cada um ao menos dois veiculos ( na verdade três so pra dotação atual) verá que a conta não fecha pra por mais um blindado no pel cav mec, e fechar 04, o que não impede que sejam feitas experimentações doutrinárias hoje.

    O Iveco são 32 viaturas inicialmente previstas e um total de 192 ( se não me engano) a longo prazo. Precisaria mais de 800 pra fechar a conta da cavalaria. Mesmo estes 32 que iriam prioritariamente pra missão de paz e até mesmo os guaranis estão a perigo na atual contingência. E ainda temos pra serem mobiliados com o LMV os BIB e os RCC.

    A probabilidade que este quadro ideal de 04 ou 05 LMV por pel c mec seja implementado em toda a cavalaria é nula dado o elevado preço deste veiculo.
    Infelizmente hoje temos de torcer ( e muito) pra mobiliar 04 brigadas de infantaria e ao menos substituir o uturu.

    Quanto ao recebimento pelo 17 do LMV ( caso isso ocorra) certamente se insere no pano de fundo do SISFRON que tem gerado prioridade a esta unidade. Não podemos tirar isso por base.

    Por fim, o morteiro mencionado pra aquisição é o de 120 pra ser do pel de morteiro pesado das OM de infantaria mecanizada. Trata-se de outra coisa que tão logo não sairá ( se sair) e que não diz respeito à cavalaria diretamente.

    PS: tu deve ser da turma do meu cunhado que é major da Cav também.

  35. Odilson, aquele estudo que se divulgou (Janes), onde o EB pretende adquirir 1.464 unidades do LMV da Iveco procede?
    .
    No planejamento que está em curso para o VBM-LR, ao que se sabe, seriam 32 em um primeiro lote e mais dois lotes de 77.

  36. Depois passa o nome dele por favor Colombeli. Só para esclarecer a questão dos morteiros. A c Mec tem pel mrt p, não é só a infantaria. As vbtp das peças de morteiro 81 levam o morteiro no interior dela, quando necessário,desembarca. Essa peça de morteiro não se desloca sempre retaguarda do Pel (isso só acontece no rec eixo), no rec zona (principal rec que a c Mec faz) ela se desloca na melhor posição para cobrir o pel (por isso tem que ser blindada). Sobre os lmv, diferente do guarani, a prioridade é a cavalaria. Os bib e RCC (4 de cada) não precisam de LMV para os pelotoes de exploradores, pois as brigadas blindadas marcham cobertas pelas brigadas de cavalaria mecanizada.

  37. Esses dois primeiros lotes Bardini vamos comprar a viatura pronta, a ideia é desenvolver um 4×4 baseado no lmv para os demais lotes. Vide o carro da avibras (que na verdade é o sherpa Renault) que competiu com o lmv e não lembro o nome….

  38. O importante Colombeli é que independente de prazos ou tempo para termos todas as imagens operacionais e que esse projeto passará a ser retroalimentar, então, teremos todas as viaturas, quando? Eu não sei. O que não podemos é enfraquecer nossos pelotoes por não ter a viatura hoje. A peça de morteiro SEMPRE foi embarcada em uma vbtp, essas vbtp existiam? Não! Não em todas as om. Quando fui tenente em Itaqui o morteiro era levado em um jeep com reboque. Quando fui tenente em ponta Porã, era levado em um urutu. O previsto? Sempre foi uma vbtp e assim deve continuar sendo, até que a doutrina seja mudada ou mantida. Aqui no 17 essas viaturas existem, no 11 de ponta Porã também, no 10 de bela vista, começaram a chegar, mesmo na crise….ou seja, vamos acreditar! Forte abraço!

  39. Correção:
    O importante Colombeli é que independente de prazos ou tempo para termos todas as OM *operacionais e que esse projeto passará a ser retroalimentar, então, teremos todas as viaturas, quando? Eu não sei. O que não podemos é enfraquecer nossos pelotoes por não ter a viatura hoje. A peça de morteiro SEMPRE foi embarcada em uma vbtp, essas vbtp existiam? Não! Não em todas as om. Quando fui tenente em Itaqui o morteiro era levado em um jeep com reboque. Quando fui tenente em ponta Porã, era levado em um urutu. O previsto? Sempre foi uma vbtp e assim deve continuar sendo, até que a doutrina seja mudada ou mantida. Aqui no 17 essas viaturas existem, no 11 de ponta Porã também, no 10 de bela vista, começaram a chegar, mesmo na crise….ou seja, vamos acreditar! Forte abraço!

    Ah! Acredite em mim…estou no olho do furacão! Estou vendo acontecer…..e estou participando do processo.

  40. Interessante. Seria um projeto semelhante ao que foi feito com o Guarani, utilizando alguns componentes que se tem ou poderia ter por aqui (motorização, transmissão e outros diversos componentes)?

  41. Major Soeiro. Esta assumindo uma função em Campo Grande.

    Odilson eu tenho que os numeros não fecharão nunca a ponto de termos Guarani na peça de morteiro 81. O projeto guarani ja perdeu 500 blindados da previsão original e isso foi antes da atual crise. O atraso na entrega logo coincidirá com a baixa dos cascavéis, e ai teremos outra reposição a ser feita. Não haverá como mobiliar as brigadas mecanizadas e a cavalaria. isso implicará opções do EB por uma o outra. Eu acho que a cavalaria deveria ser prioridade. Penso que olhe lá algumas poucas unidades terão dotação minimamente completa.

    Aproveitando o ensejo coisa que nunca obtive informação: os Rc Mec tem esquadrão de apoio? Os RCB sabemos que funcionava igual infantaria blindada com pelotão de M-40 e morteiros M-30. Mas a C mec como é hoje? pel de apoio e esquadrão de apoio tem? Osa RCB ainda tem pelotão de metralhadoras no esquadrão de apoio? o M-40 realmente deu baixa?

  42. Conheço o Soeiro! Abraço a ele! Eu acredito que vão fechar as quantidades sim.os bimec POR SOLICITACAO da própria infantaria tem de uma a duas CIA inf Mec, estão.mantendo de uma a duas mtz….por isso estamos recebendo os guaranis do morteiro. Os cascaveis ou vão ser modernizados ou substituídos pelos 8×8, 105 mm (estou apostando na modernização) e respondendo suas perguntas, os rcmec tem esqd c ap, esse esqd tem pelotão cmdo (dentro desse pel tem a seção de.misseis anti carro e a seção de vigilância terrestre / radar), pel morteiro pesado, pel comunicações, pel suprimento, pel manutenção e pel saúde(acho q não esqueci nenhum). Não temos pel apoio nos esqd c Mec, pois cada pel c Mec tem seu próprio apoio de fogo….cada pel tem 2 canhões 90 mm, duas .50, 9 mag e um morteiro 81, além do armamento individual e do armamento anti carro portátil (at4). Os rcb mantiveram pel apoio nos dois esqd fuz (e igual a CIA inf bld). O m41 foi aposentado, os rcb do sul tem leopard 1a1 e o 20 rcb, aqui da minha brigada tem o m60 A3 tts. Respondi tudo? Forte abraço!

  43. ouvi dizer que os esquadrões C mec teriam apoio de fogo de uma seção de morteiro 81 além dos tres regulares dos pelotões, esta seção tendo também 03 peças. Procede?

  44. O M 40 a que eu me referia é o canhao s rec que mobiliava o pel ac da cia/ esquadrao de apoio nos rcb e nos bintz e bib. Crei que tu entendeu que era o M 41 o cc que eu estava falando.

  45. Colombelli, ao invés do EB partir para uma vtr 8×8, com canhão 105mm, como pretendem?pretendiam, não seria mais viável, como alguns exércitos andam ensaiando, o próprio Guarani com canhão de 30mm e um lançador de ATGM.
    Com isto se mantém apenas um linha logística do veículo base que facilita a diagonal de manutenção e os ATGMs permitirão o engajamento destes na missão.

    G abraço

  46. Gosto dessa ideia do Juarez….afinal de contas a própria ut30 é uma torre de reconhecimento (está no site da ael), se armada com mísseis, facilitaria a missão de segurança dos rcmec…nas ações retardaroras faríamos o inimigo desdobrar mais longe, trocando mais espaço por tempo……..Colombeli, nos rcb não tem mais o canhão sem recuo…..no lugar entraram os Carl gustaf. Forte abraco!

  47. Prezados, Bom dia.
    Perdi alguns dias de interessantes discussões.

    Quanto à questão do custo-benefício creio que a Remax traz imensas possibilidades novas:

    Na cavalaria a remax não é somente uma plataforma de tiro, mas também um potente sistema de aquisição de alvos. A seç de exploradores no PelCMec é extremamente vulnerável no reconhecimento de eixos (se deslocam a frente do Pel em vtr não blindadas). Não sei se isto seria muito heterodoxo, mas acharia prudente antes de cada lanço de progressão dos exploradores, o operador da remax dar uma “peruada’ no terreno até a próxima crista.

    Ainda no PelCMec ela seria muito bem aproveitada no reconhecimento em força, já que é uma plataforma giroestabilizada e permite o tiro em movimento. o Cascavel precisa estar estático para prover este apoio.

    Na infantaria, considerando que o nosso histórico de combate se deslocou para operações urbanas (vide Haiti) a Remax é fundamental. No Haiti uma das principais e mais importantes adaptações do Urutu foi a instalação de uma torre blindada para o operador da mtr .50. (cá para nós….existe alvo mais tentador do que um praça desprotegido fora da escotilha???)

    Odilson, bem vindo!

    Saudações

  48. Odilson,

    A respeito do seu esclarecimento sobre o número das remax e composição do 17º
    O Esquadrão de recrutas irá receber as remax?
    Não sabia que havia esta organização (esquadrão de recrutas e esquadrão profissional)
    Mesmo no esquadrão de recrutas algumas funções são de profissionais, não? motoristas, cmdte das seções e atirador do Cascavel, correto?

    Sda

  49. Bom dia Carvalho, respondendo seus questionamentos, o esquadrão de recrutas aqui é o 3 esqd c Mec, nfr (núcleo de formação de reservistas) que e também a sibld(seção de instrução de blindados), dentro dessa ideia, o esquadrão possui dois pel c Mec de recrutas, completo em pessoal e material, ou seja, cada pelotão já tem um guarani que receberá Remax. As funções de soldado são ocupadas por recrutas, as de cabo, sargentos e oficiais, são ocupadas por pessoal profissional. Essa nossa constituição acontece por estarmos em operação permanente aqui na fronteira,dessa forma temos sempre dois esquadroes prontos tirando militares que estão de férias (as férias aqui funcionam como.no Haiti, o pelotão entra inteiro de férias, juntos…). no final do ano,os melhores recrutas são selecionados e substituem o efetivo profissional que dá baixa, no 1 e 2 esqd….

    Forte abraço!

  50. Odilson,

    Excelente sua recomendação de leitura (vou omitir que tu és o autor!):)
    Permita-me reproduzir aqui – para compartilhar com os outros colegas, parte do texto que corrobora a idéia a respeito da vulnerabilidade da Seç de exploradores:

    “Os Grupos de Exploradores dos Pelotões de Armas Combinadas (fração similar aos Pelotões de Cavalaria Mecanizados brasileiros) sofriam baixas consideráveis quando em contato com o inimigo, por não possuírem blindagens e também pela baixa capacidade de detecção de seus binóculos, que eram os mesmos de antes da mecanização de sua Cavalaria.”

  51. Bosco

    Sua nota não é off-top !!!
    Apenas vejo que lança granada (talvez eu esteja errado) tem função mais defensiva, o que não é o cenário do emprego de nossas tropas mecanizadas

  52. Carvalho, o problema é o que ela agrega pelo preço. Está saindo uma banana a torre REMAX. Uma mira ótica e um visor noturno pra operação direta pelo atirador na .50 sairiam muito mais barato. Vejo o exemplo das mtr .50 inglesas que tem mira ótica. Acho que pelos R$ 700.000 de cada torre daria pra comprar vários conjuntos óticos/noturnos e mobiliar todas os blindados ao inves de alguns.

    Quanto a tomar operações urbanas por base da doutrina, parece que a perspectiva deste tipo de ação se limite a operações de paz, salvo se há pretensão de tornar o EB uma força policial como está sendo feito no Rio, o que é um gravissimo erro.

  53. Colombelli
    Concordo com a lógica do teu raciocínio, mas a mira ótica que tu refere não permite (pelo menos com o mínimo de precisão) o tiro em movimento.

    E a guerra em ambiente urbano estará cada vez mais presente – mesmo em se tratando de guerra simétrica.

    Sendo assim, dentro deste teu raciocínio de medir o valor agregado em cada armamento ou sistema, talvez a solução seria termos a adoção das remax em somente algumas unidades. Poderíamos ter, por exemplo, Pel CMec com mira ótica nas .50… e Pel CMec de Choque (ou de Guarda – brincando com a nomenclatura dos russo na II GM) com as remax.

    Enfim…veja que o 17º, de certa maneira já instituiu, provavelmente de maneira não intencional nem permanente, esta lógica de possuir Esquadrões com sistemas de armas distintos.

    Sds

  54. Boa noite, Odilson, Carvalho e Colombelli
    A ideia da torre com o 30mm é boa, mas ainda se quer um meio com alcance maior, por isso o canhão 105mm.
    Isso é essencial, pois a diferença no Poder Relativo de Combate é muito grande.
    Mais do q as missões de reconhecimento ou Vanguarda na MCmb da C Mec orgânicas das Bda, por exemplo, as Bda C Mec tem importante papel na manobra da DE e esse armamento é essencial.
    Sds

  55. Boa opção Carvalho. Penso eu que com contingenciamentos armamento mais caro não poderá ser previsto como dotação geral pena de ficarmos com unidades capengas. Os Guaranis mesmo maioria esta indo pra tropa sem nem suporte para a metralhadora e torre. Melhor prevermos para algumas unidades e elas terem dotação. O 17 inserido que está no SISFRON não poderá servir de paradigma geral.
    Aliás, foram adquiridas pouco mais de 90 REMAX, o que daria pra mobiliar somente os R C MEC. Faltaria pra infantaria e esquadrões C Mec avulsos das brigadas.

    Quanto ao fogo em movimento da REMAX, creio que ele somente será possivel em terreno não muito acidentado. Eu preferia um software de acompanhamento aéreo nela.

    Agnelo sem dúvida o 105 ou 120 é essencial. Temo é pelo valor elevado e pelo numero, ao menos 170 veiculos, que possa empecer a adoção. Temos o Cascavel para ser substituído e o projeto da FINPE do 8×8 está parado

  56. Não, CwB, teria que ser um reparo reprojetado para aguentar uma arma bem mais potente que a .50 do Remax, e não é à toa que o reparo para arma de 30mm do portifolio da ARES é outro.
    .
    Além disso, seria uma adaptação pra lá de complicada, de armamento, munição (inclusive o cofre da mesma) etc desenvolvido para emprego e condições de ambiente totalmente distintos.

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