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Primeiro helicóptero Mi-26T2 para a Jordânia

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O primeiro helicóptero Mi-26T2 para a Jordânia

Foi divulgada em outubro uma foto do helicóptero de transporte Mi-26T2 fabricado pela Rostvertol JSC (parte da Russian Helicopters), sendo testado em Rostov-on-Don. A julgar pela camuflagem característica, este é o primeiro helicóptero Mi-26T2 construído para a Jordânia sob o contrato de 2016

Em 17 de abril de 2016, a JSC Helicopters da Rússia concluiu um contrato para o fornecimento de quatro helicópteros Mi-26T2 com o escritório estatal jordaniano The King Abdullah II Design and Development Bureau (KADDB). Os helicópteros serão transferidos para a Força Aérea da Jordânia.

A Jordânia tornou-se o segundo cliente militar estrangeiro dos helicópteros Mi-26T2 depois da Argélia.

O Mi-26T2 difere do helicóptero básico Mi-26T com um tamanho de tripulação reduzido – duas pessoas em vez de cinco. No caso de um suporte externo para transportar a carga, a tripulação do helicóptero é aumentada para três pessoas – o controle do suporte deve ser realizado pelo operador a bordo.

Além disso, o Mi-26T2 pode ser operado durante a noite. A máquina também possui monitores multifuncionais em vez de instrumentos analógicos. Isso reduz significativamente a carga de trabalho da tripulação. Em geral, o Mi-26T2 reduz os custos da hora de voo e de treinamento para o pessoal.

O helicóptero Mi-26T2 possui modernos equipamentos eletrônicos de rádio a bordo (BREO) sob a forma de um complexo integrado de equipamentos NPK90-2.

Cockpit do Mi-26T2
Linha de montagem do Mi-26T2 e do Mi-35M

COLABOROU: Rustam Bogaudinov

56 COMMENTS

  1. acho bonito demais este helicóptero…cairia como uma luva na amazônia…não precisaria ser muitos…uns 4 para começar, já está bom…

  2. Um Helicóptero fantástico. Porém a hora de voo dessa aeronave é proibitiva para países que não precisam de uma aeronave de tamanha capacidade. Nem sempre será necessário uma aeronave com tais características. Nossos vizinhos Peru e Venezuela tem esse helicóptero ( o Peru não opera mais essa aeronave faz algum tempo e as células estão “estocadas”) e na América Latina o México chegou a operar por um período muito curto algumas aeronaves que quando foram compradas, chegaram com “pompa e circunstância” mas se tornaram proibitivas de se operar (uma célula sofreu perda total em acidente) sendo também “estocadas”. É proibitivo operar uma aeronave desse porte onde por exemplo as pás dos rotores principais tem vida útil de 1.000/1.200 horas, “gearbox” 3.000 horas com manutenção necessária a cada 600 horas, além de que os poderosos motores D-136 possuem 6.000 horas de vida útil – ou seja, para a maioria dos países ao redor do mundo é totalmente desnecessário uma aeronave com essas características. O maior problema dos Mi-26T/TZ/TC/T2 e T2C (este modelo civil do novo T2) é que após o rompimento dos contatos técnicos militares entre a Russia e a Ukrania, os Russos não tem qualquer outra opção de motorização a não ser os motores D-136 que são fabricados na Ukrania, portanto as forças russas vão penar para manter essa aeronave nos anos vindouros, porém para exportação, talvez não haja problema para países que não tenham um alinhamento com as políticas exteriores da Russia. Para nós, um lote de 6 a no máximo 8 CH-47 “Chinook” reformados ou novos seria o ideal e necessário para a Amazônia.

  3. Ypojucan, dizem que o custo do CH-47 tambem é muito alto, apesar de serem de classes diferentes a Tailândia que possuia uns 6 CH-47D dos quais uns 3 ou 4 ainda tinham condições de voo os retirou de operação e comprou Mi-17 novos que são muito mais baratos de operar.
    É claro que não se compara a capacidade dos dois, mas é melhor um Mi-17 voando do que um CH-47 sem suprimento ou manutenção.
    Quando o Obama foi criticado por comprar Mi-17 para o Iraque, Afeganistão e Paquistão, foi deixado claro que a Boeing pediu os mesmos 17 milhões de dólares para modernizar CH-47 da reserva americana, mas foram os 3 países que preferiram receber Mi-17 novos de 17 milhões de dólares cada um novo na versão com glass cockpit ao invés de CH-47 modernizados.

  4. Quatro em Manaus resolveria 100% do problema logístico dos batalhões de fronteira. Tem alcance para atender todos a partir de Manaus, sem falar que é um C130 de asas rotativas, cabe quase qualquer coisa dentro.

  5. Adson, um avião de transporte leva as cargas para estes locais por um valor muito menor, por isso a necessidade dos Exércitos terem seus aviões de transporte.
    Só se transporta de helicóptero para onde não da para levar de avião, o transporte de asas fixas deve ser a prioridade pelos custos envolvidos.

  6. Temos Bandeco sobrando, passem para o padrão M com aquela prta maior, resolvido.
    Mas virão os Indiana Jones.

  7. Chinook é caro pra manter? Eu já vi aqui (ou no aéreo?) varias pessoas recomendando o Chinook e o mi 17 no lugar do caracal justamente por serem mais fáceis de se manter, ainda deram como exemplo a Argentina que teria operado Chinook na Antártida. Se é que eu não esteja ficando louco.

  8. Walfrido, é verdade. Porém, se até a Argentina operou os CH-47 não me parece algo impossível que uma nação como o Brasil 30 anos depois venha a opera-los. Ainda tem a questão de que “Chinook’s” velhos como os do Irã ainda voam, mesmo sem qualquer suporte dos americanos por décadas. Agora no caso de se substituir CH-47 por Mi-17, apesar de serem de classes diferentes, creio que o “pé de boi” do Mi-17 seja realmente de mais fácil operação. O que não cabe é no caso do Afeganistão os Mi-17 serem substituídos por um helicóptero bem menor como os UH-60, somente pela briga política entre Rússia e EUA (os Afegãos sempre foram acostumados com os “Hip” e “Hind” e sempre quiseram operar esses helicópteros pela facilidade de manutenção, familiaridade das tripulações e pessoal técnico e robustez das células no ambiente do Afeganistão). Os Black Hawk são excelentes, mas nesse caso estão sendo enfiados goela abaixo dos Afegãos pelos americanos.

  9. Caro sim, necessario?
    SIM.
    Primeiro desastre natural que vier ocorrer onde uma parcela da população precise ser evacuada as preças já justifica este monstro no arsenal.
    Sujiro 15 do tipo. 5 para cada força.
    Se tiver guerra teremos algo muito util. Em catastrofe será extremamente util.
    E em treinamentos ajuda no ego
    Abraços

  10. Ypojucan 10 de novembro de 2017 at 18:41
    ___
    we do not have problems with the supply of engines from Ukraine! I suffer only those who do not know the material))

    If you see this photo it means the deliveries continue + the spare parts
    ___

    Não temos problemas com o fornecimento de motores da Ucrânia! Eu sofro apenas aqueles que não conhecem o material))

    Se você vir essa foto, significa que as entregas continuam + as peças sobressalentes

  11. Walfrido Strobel 10 de novembro de 2017 at 19:15
    Walfrido, em relação aos batalhões sem problemas com asa fixa, mas fica a pergunta: todos pelotões tem como serem atendidos por asa fixa? Ex: Rio Traíras.

  12. Olá Colegas. Por que os AH 2 Sabres (Mil Mi-24) não prestavam, não tiveram suporte (lembram-se dos técnicos gordos, bêbados e barbudos?), foram entubados na FAB (a história é longa) e agora os Mi 26 são perfeitos para a Amazônia? Aliás, por que CH 47 usados e surrados são melhores do que H 36 novos? Ou por que Mi-26 novos fabricados na Rússia com motores ucranianos são melhores do que H 36 novos fabricados em MG? Por que 15 (5 para cada força) é uma excelente ideia, mas 15 para cada força era uma entubada? Incrível como seriam perfeitos em Manaus, mas os AH 2 deram pane geral devido a umidade e temperatura.

  13. Caro Rustam, espero que no futuro Rússia e Ukrania voltem a ter uma história em comum de boa convivência. As turbinas Klimov dos Mi-35/17 são fabricadas na Rússia e os APU também ( na verdade a maioria dos sistemas é russo), mas no caso dos Mi-26 não existe similar russo que possa substituir o D-136 e isso é um problema grave para um país que nessa semana propôs na Rada uma lei pedindo rompimento das relações diplomáticas com a Rússia ( embora o próprio presidente Ukraniaiano não apóie a iniciativa). Como disse, para exportação não acho que teria problema com peças de reposição, mas se a situação continuar péssima entre os dois países e com tendência de piorar mais ainda, acho que os Mi-26/An-124/Beriev Be-200 e outros poderão sofrer as consequências, já que a indústria russa não tem similares nacionais para substituir os motores fabricados na Ukrania. O projeto para um novo Helicóptero de grande porte entre a Rússia e a China, substituindo os Mi-26 seria uma opção para o futuro, pois me parece que a Rússia vai desenvolver o motor para essa aeronave.

  14. Camargoer, nunca acreditei nessa besteira de que os Russos deixaram a FAB na mão com os Mi-35(AH-2 Sabre). Se for verdade que a FAB tem problemas com os Mi-35, o problema está na FAB e no Brasil e não nos russos. Tomemos como exemplo a Argentina que nunca tinha operado nada russo, comprou os Mi-171E para operar na Antártida, tem excelente disponibilidade nos 2 helicópteros, quer comprar mais ( pelo menos outros 4) e recentemente na IV Brigada Aérea realizou a manutenção de 1.500 horas na aeronave de matrícula H-94 no período entre Abril a Junho. Para quem não sabe, essa revisão é geralmente feita pelo fabricante pois é complexa, envolvendo a desmontagem da célula e seus sistemas, desmontagem e revisão do sistema de transmissão e de todos os componentes que compõem os sistemas de comunicação/aviônicos e navegação. Ou seja, se a Argentina do jeito que está, opera helicópteros russos de maneira segura e eficiente e não reclama de nada, o problema está no Brasil/FAB.

  15. Camargoer e Ypojucan

    A FAB e o Brasil não tem problemas. O problema está com os russos mesmo.
    Chegou no nível de militares da FAB chegaram ao ponto de perguntar: o q precisa ser feito pra gastar milhões com vcs??? Vcs não querem????
    As peças chegam atrasadas, trocadas, os manuais não batem com as orientações do fabricante, trazendo demasiada insegurança no voo etc.
    Não foi alguém q me disse, foram os q estão lá, com o Sabre.
    Verdade seja dita, eles falaram. Aeronave robusta e poderosa, mas a logística e segurança de voo é CRUEL!!!!
    Sds

  16. Angelo,
    Baseado somente no se comentario.
    Seria o caso de pensar da seguinte maneira.
    Ao ter uma lava e seca danificada aqui em casa. Chamei a garantia. O mesmo alegou que o trabalho não estava coberto. E que custaria R$ 600,00.
    Pois bem questionado somente para eu comprar a peça. O mesmo falou que não vende peça. E se fosse o caso o custo seria de R$600,00.
    Resumindo, acho pelo seu comentario que eles não querem vender peças e sim um contrato vitalicio de todo o ciclo de manutenção.
    É a unica explicação.
    Resolvi o meu problema da maquina e gastei 8 reais e já faz 4 anos que não da mais problema.
    Abraços

  17. Moro em Porto Velho e vejo os Mi 35 voando com frequência, inclusive a noite. Semana passada tinha 5 voando lado a lado durante o dia. Os helicopteros voam dando rasante sobre as casas e o barulho é alto. Se alguém falar que os helicopteros estão groudeados por problemas é melhor se calar e parar de criar desinformação porque pela frequência de voo eles estão em condições de voo.

  18. Ádson 11 de novembro de 2017 at 0:31
    Ádson, por isso eu disse que a prioridade deve ser o avião onde é possível utilizar, onde não puder usa o helicóptero, um H225M com certeza da conta e gostem ou não ja foi comprado e está sendo recebido.
    Não adianta mais viajar com o Mi-26 ou CH-47 nas condições atuais das nossas finanças, se conseguirmos operar o que temos já da para ficar feliz.

  19. Antes de adquirirmos o mais capaz helicóptero do mundo no quesito “halterofilismo” há de se saber se ele nos seria útil, Temos carga de 20 t que obriguem que sejam entregues por um helicóptero e que um C-130 não possa entregá-las?

  20. MRO nos C 130 se necessário e na IAI,
    bandecos para padrão M porta de transporte,
    exigir da AVIBRÁS-AIRBUS troca das MGB de todos Caralhal,
    tem os (4) Indiana Jones chegando ….

    Comprar o quê mesmo ?

    Esqueci, fora os outros Hélis e das três forças.

  21. Bosco, nao me pergunte para exemplificar…..mas que temos carga para 20 T ou ate mais em que estes helis poderiam ser muito uteis…..temos sim……mas ai teriamos q ue pesquisar um pouco neh. Ahhhh um bom exemplo teriamos qdo da aquisicao dos radares e acessorios que foram adquiridos no governo FHC….se nao me falha TYC……..naquela epoca se aventou e muito a aquisicao dos MI 26…ta lembrado…..justamente para transporta-los a regioes de fronteiras onde nao era possivel o pouso de aeronaves de asa fixa c essas capacidades e os helis disponiveis aqui teriam q realizar varias operacoes complexas para isso tendo o alcance um complidador maior ainda. Sds

  22. Carlos Alberto Soares 11 de novembro de 2017 at 15:40
    rustam bogaudinov 11 de novembro de 2017 at 0:34
    Comparando nós com a venefavela ?
    ___

    No stupid paranoid)) I just showed the video of the arrival of MI-26T in Venezuela
    _
    Sem paróico estúpido)) Acabei de mostrar o vídeo da chegada do MI-26T na Venezuela

  23. Ypojucan 11 de novembro de 2017 at 7:19
    Caro Rustam, espero que no futuro Rússia e Ukrania voltem a ter uma história em comum de boa convivência.
    __

    Quem disse que o motor Д136 vem da Ucrânia! eles adotaram a primeira lei até 2014, mas $$$ para o fabricante, o Motor Sich é mais importante do que todas as leis – já que, além da Rússia, esse mecanismo não é necessário por qualquer pessoa em tais volumes

    no resto, temos uma planta Klimov, que estabeleceu a produção do motor VK-2500 – ka-52-mi-28-mi-35m-mi-17
    __
    Quem disse que o motor Д136 vem da Ucrânia! eles adotaram a primeira lei até 2014, mas $$$ para o fabricante, o Motor Sich é mais importante do que todas as leis – já que, além da Rússia, esse mecanismo não é necessário por qualquer pessoa em tais volumes

    no resto, temos uma planta Klimov, que estabeleceu a produção do motor VK-2500 – ka-52-mi-28-mi-35m-mi-17

  24. Walfrido Strobel 11 de novembro de 2017 at 12:08
    Concordo com vc, só que um MI 26 transporta um h225 internamente, essa é a diferença. Peças de artilharia, blindados, suprimentos, 80 tropas, etc. Podiam ser pelo menos dois. Com essa capacidade, carga+alcance, resolveriam em horas os problemas e principalmente as “emergência” como a do Rio Traíras. É uma ativo estratégico que não poderíamos deixar de ter.

  25. Retificando, 90 tropas e acrescentando 1920 km com tanques extras e 20.000kg de caga. É um C-130 que não precisa de pista.

  26. 5 pra cada força.
    Emergencias, logistica e guerra tudo de bom.
    Mas já compra um pacote de 10 anos de fornecimento de peças e manutenções.
    Abraços

  27. Renan, a fab e a mb nao precisam de um helicóptero desse porte, pra quem é interessante é o EB, inclusive acho que pro EB teria sido mais negócio se tivesse comprado 5 mi-26 ou chinook do que receber os h-225m.

  28. Amigo Ypojucan!
    So completando aquela “salada com feijoada” que Rustam falou (ta complicada essa língua dele :)).. O motor D-136 foi desenvolvido pelo Klimov mas fabricado (pela decisão do partido) na Ucrânia. Muitos dos especialistas da empresa (Motor Sich) se mudaram para a Russia. Parte de equipamento tb. Alem disso este motor ja ta “um pouco” vencido (se não falar mais duro). Logo vem um novo PD-12V da Aviadvigatel (com a base de PD-14) para substituir. Ou seja , nada de drama para eles.Ta dentro daquele estilo russo mesmo..
    Um grande abraço!

  29. Augusto.
    Com todo o respeito, vou lhe explicar meu ponto de vista.
    Minha visão de Brasil diz que 5 pode ser muito pouco nas emergencias. 5 seria ótimo para o exercito em dias normais uns 3 em processos de manutenção e 2 atendendo o exercito.
    Mas o que justifica 5 para marinha e 5 para aeronautica.
    Simples.
    Rachar as contas de manutenção.
    Não será tão util em dias normais, mas fara a diferença quando houver catastrofes, ou mesmo guerra.
    Hoje não temos. Mas as forças tem que esperar o pior e estar treinada e equipadas.
    No meu ver sim é um excelente vetor. Sem igual no mundo.
    Abraços

  30. Renan o melhor então seria comprar mais para o EB então. As outras forças não precisam de um helicóptero desse porte, não faz sentido comprar 15 e rachar entre as forças

  31. Renan 12 de novembro de 2017 at 9:43
    Augusto 12 de novembro de 2017 at 10:26
    Único lugar que ele é extremamente útil é na Amazônia, e nem é necessário todo tempo. Na maioria das situações os Caracal, os C-105, os Caravan, os C-130 e futuramente os KC-390 atendem e atenderam as necessidades, mas em situações específicas de atendimento dos pelotões de fronteira e em emergências, tanto civis como de cunho militar, único vetor no mundo capas de atender a Amazônia é o Mil MI 26, haja visto que foi projetado para atender as imensidões da Sibéria.

  32. Poderíamos ter Chinook Fox zero bala voando no EB, mas… Sacumé…
    .
    Espero que pelo menos consigam alguns Grand Caravan, para apoio dos que estão se ferrando na fronteira.

  33. Ok, entendido ScudB&Rustam. Esse novo motor vem já para os Mi-26T2 ou fica para o helicóptero pesado Russo/Chinês?. Outra coisa que notei é que o PD-14 parece “aspirina”, vai servir para tudo (para aeronaves civis, substituir os motores do An-124, servir de base para um motor para helicópteros, etc…). Grande abraço.

  34. Ypojucan, o Aviadvigatel PD-14 que é uma evolução do Aviadvigatel PS-90 que ja é certificado e usado a anos no Ilyushin Il-96, Tupolev Tu-204 e Ilyushin Il-76 modernizados e agora os Il-476 vai ter as seguintes variantes:
    .
    -PD-14 is the initial variant for MC-21-300. It is rated nominally at 137.3 kN (14,000 kgf; 30,865 lbf) thrust.
    -PD-14A is a throttled model of turbofan for MC-21-200, rated nominally at 122.6 kN (12,500 kgf; 27,558 lbf) thrust.
    -PD-14M is a boosted model of turbofan for MC-21-400, rated nominally at 153 kN (15,600 kgf; 34,392 lbf) thrust. The LP turbine is expanded to 5-stages.
    -PD-7 is a derated model, rated nominally at 78 kN (8,000 kgf; 17,500 lbf) thrust.
    -PD-10 is a derated model of turbofan for SSJ-130, rated nominally at 108 kN (11,000 kgf; 24,300 lbf) thrust.
    -PD-18R is a Geared turbofan model, rated nominally at 178 kN (18,000 kgf; 39,800 lbf) thrust.
    -PD-12V is a turboshaft model for upgraded Mil Mi-26
    -PD-35 is a planned turbofan featuring a scaled up PD-14 based core. Expected to produce 35 tons of thrust, it is intended for the upcoming russo-chinese CR929 widebody airliner.

  35. Amigo Ypojucan!
    Vhinês não quer o PD-12V. Quer algo seu.Porem..Fica igual ao motor para “o invisível” J que tem motorização de 4a geração “piorada”..
    Um grande abraço!

  36. Ypojucan 12 ноября 2017 года в 18:06

    __

    you did not understand! motor sich (Ukraine) Д-136-2 continues to supply its products to Russia! they need money! BUT THIS IS A TIME FUTURE FOR PD-12

  37. rustam bogaudinov 13 de novembro de 2017 at 6:58
    .
    Continuam fornecendo motores porque não tem opção. É isso ou fechar a Motor Sich que por sinal não tem muito futuro principalmente depois da justiça ucraniana ter proibido a venda de 41% das ações dela para os chineses alegando “segurança nacional”. A Antonov já foi para o espaço apesar do dinheiro saudita lavado por lá.

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