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Jungmann defende uma agenda de Estado com norte-americanos

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Por Adriana Fortes

Washington (Estados Unidos), 17/11/2017 – O ministro Raul Jungmann continuou a cumprir agenda oficial nesta quinta (16) e sexta-feira (17) em Washington D.C, nos Estados Unidos. Em dois dias, o ministro realizou duas palestras sobre o cenário político brasileiro. O encontro de quinta foi no Wilson Center, o de hoje foi organizado pelo Fórum de Líderes Globais do CSIS.

Jungmann compartilhou sua visão estratégica do Brasil, discutiu temas globais e regionais e apresentou a situação atual do relacionamento bilateral em Defesa com os Estados Unidos.
O ministro também falou dos principais temas relacionados à sua Pasta, como a segurança de fronteiras, os projetos estratégicos das Forças Armadas, a base industrial de defesa e parcerias com os Estados Unidos.

O crime organizado, principalmente na região de fronteira, também foi destacado por Jungmann. “Diante do poderio e avanço dos ilícitos transnacionais em nossa região, estou propondo, juntamente com o Chanceler Aloysio Nunes, o lançamento de uma Iniciativa Sul-Americana na área de segurança pública, reunindo autoridades de defesa e segurança para o compartilhamento de inteligência e de programas de reconhecido êxito, como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON). A Inciativa poderia evoluir para a formação de uma Autoridade Sul-Americana de Segurança, semelhante ao Conselho de Defesa Sul-Americano” explicou.

Quanto à parceira entre sul e norte-americanos, Jungmann pediu que as duas maiores democracias do Hemisfério discutam e adotem uma verdadeira agenda de Estado, de longo prazo, e não apenas programas de governos que são descontinuados. Segundo ele, é preciso parar de trocar notas técnicas e passar a efetivamente sentar e construir um projeto em comum juntos, com base no interesse mútuo entre os países.

“Uma agenda estruturante, ampla, baseada não nos problemas, mas nas possibilidades de desenvolvimento, nos valores compartilhados de democracia e benefícios mútuos, que sirva de fator de estabilidade para o desenvolvimento socioeconômico não somente de nossos países, mas também com poder de irradiação benéfica para nossos vizinhos” conclui o ministro.

Em junho de 2015, o Congresso Nacional promulgou dois acordos assinados entre Brasil e EUA relativos à cooperação em matéria de defesa. Com as medidas, os Estados Unidos e o Brasil fortaleceram sua cooperação em diversas questões de defesa, incluindo tecnologias de defesa, produtos, capacidades e pesquisa e desenvolvimento.

Leia a íntegra da palestra do Ministro da Defesa, Raul Jungmann, no Center for Strategic and International Studies (CSIS)

FONTE: Ministério da Defesa

122 COMMENTS

  1. Raul Jungmann, ex-PCbão, defendendo agenda com os EUA… nada como um dia após o outro.
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    “As duas maiores democracias do Hemisfério”, melhor impossível. Com muito mais semelhanças que diferenças.
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    “Não somente de nossos países, mas também com poder de irradiação benéfica para nossos vizinhos”. Maduro e Morales devem ter se torcido ao ler isso.
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    Já que assinamos o TNP para comprarmos do bom e do melhor dos EUA, bem, porquê não ?

  2. Quem nasceu para lamber as botas dos Estados Unidos nunca será um país independente, altivo e sobranceiro, que caminha pelas próprias pernas e abre seus próprios espaços.

    E ai de quem tente mudar este estado de coisas e levantar a cabeça, procurando um espaço seu, acabamos de ver um exemplo ser deposto.

    Os viralatas de sempre estão em festa.

  3. Sempre o mesmo papo demagogo e inútil de sempre…
    Esse em vergonha tá querendo disputar qual carguinho ano que vem?
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    “Diante do poderio e avanço dos ilícitos transnacionais em nossa região, estou propondo, juntamente com o Chanceler Aloysio Nunes, o lançamento de uma Iniciativa Sul-Americana na área de segurança pública, reunindo autoridades de defesa e segurança para o compartilhamento de inteligência e de programas de reconhecido êxito, como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON). A Inciativa poderia evoluir para a formação de uma Autoridade Sul-Americana de Segurança, semelhante ao Conselho de Defesa Sul-Americano”
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    Ahhh… quer dizer que agora o Foro de São Paulo vai ter uma SS???
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    Sim, pq é pra isso aí que vai servir essa porcaria… Combater o crime??? Tráfico de drogas???
    Combinaram com o índio cocaleiro???
    Combinaram com as FARC, que agora esta se metendo ainda mais na politicagem???
    Combinaram com o Maduro???
    PCC???
    CV e o diabo a 4???
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    Ahhhh…
    Para ô… Me respeita. Piada de mau gosto do C…
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    Como disse o Juarez uma vez, tem que dar carta branca pros militares fazer um limpa pela fronteira e território dos caras a dentro… Toca o terror na vagabundagem e nos meios de produção.

  4. Preferem lamber botas dos russos ou chineses? o que eles nos deram?
    Está é certíssimo. Temos que escolher um lado na disputa que se avizinha entre China e EUA. Só temos a ganhar com esta aproximação, bem como com os suecos e sul africanos. Gente que acresce. Se hoje nossa artilharia esta mais decente foi por conta das praticamente doações feitas pelos EUA.
    Chega de bolivarianismo e de nos associarmos a escumalha do planeta como Maduro, Evo, Fidel e outros sanguessugas que não acrescem nada e so queima filme.

  5. Ao Bardini. Você esqueceu de citar o senador Aécio Neves (PSDB) que, segundo o jornalista mineiro Marco Aurélio Carone, é usuário e traficante (YouTube). Você tb deixou de citar os 450 Kg de drogas apreendidas no helicóptero do senador mineiro Perela (PMDB). Também deixou de falar do senador Aloisio Nunes (PSDB), que teve cocaína apreendida pela PF em sua fazenda ou sítio em São Paulo.

  6. Jungmann até agora tem sido um excelente Ministro.
    Pessoal deve estar com saudades dessa turma:
    José Alencar
    Waldir Pires
    Nelson Jobim
    Celso Amorim
    Jaques Wagner
    Aldo Rebelo

  7. Muita conversa fiada. As relações tem que ser baseadas em trocas, o que os americanos tem para nos oferecer? O que eles estão dispostos a nos oferecer? Vamos dar o pão e receber migalhas em troca? O Brasil nunca foi visto como algo importante para os americanos, logo o Brasil não deveria ficar correndo atrás deles.

  8. “Quanto à parceira entre sul e norte-americanos, Jungmann pediu que as duas maiores democracias do Hemisfério discutam e adotem uma verdadeira agenda de Estado, de longo prazo, e não apenas programas de governos que são descontinuados. Segundo ele, é preciso parar de trocar notas técnicas e passar a efetivamente sentar e construir um projeto em comum juntos, com base no interesse mútuo entre os países”.

  9. Hélio
    “… o que os americanos tem para nos oferecer?”

    Eles tem a no oferecer o maior mercado consumidor do planeta.
    A China é hoje o que é graças ao mercado americano.

  10. Após ler a lista do Marcos, até que Jungmann não é tão ruim.
    No mais, corretíssima a atitude.
    Uma das poucas coisas boas do governo Temer é um certo afastamento do bolivarianismo e uma aproximação dos EUA.
    Os EUA são um bom parceiro, principalmente pelos equipamentos que podem nos fornecer a preços módicos. Além de ser um possível comprador de nossos equipamentos militares.

  11. colombelli 19 de novembro de 2017 at 19:57

    O Brasil nunca lambeu botas dos russos e dos chineses, mas quem foi que disse que o Brasil tem que escolher quais botas lamber? Aliás, se fosse para lamber, muito melhor a dos orientais, a Rússia dá um braço pra aumentar a cooperação com o Brasil, a China é nossa maior parceira comercial e é PARCEIRA, não suserana.

    Ninguém está sendo anti ou pró alguma coisa, a questão é a igualdade entre as partes.

  12. Marcos 19 de novembro de 2017 at 20:49

    Consumidor de que? O que o Brasil venderia pra eles? Os maiores mercados estão na Ásia, é lá que os mercados estão florecendo e com espaços para serem ocupados, o mercado americano não tem espaço pra nada além do que já está ocupado. O que o Brasil quer? Continuar vendendo pedrinhas e graus para importar manufaturas?

  13. Romário 19 de novembro de 2017 at 20:43
    .
    Papinho de esquerdista que precisa de exemplo da rafoagem tucana pra tentar fazer contraponta a roubalheira do partidéco que defende.
    .
    Toda essa corja tem que ir pro tal do quinto dos infernos, bem abraçadinha.

  14. “a China é nossa maior parceira comercial e é PARCEIRA”.

    O que foi dito pelo chineses em referência ao Brasil: Nossa única intenção e transformá-los em fornecedores de matérias primas e consumidores de nosso produtos.

    Os investimentos dos chineses no Brasil tem sido, por exemplo, na área agrícola: são os principais fornecedores de agroquímicos, fertilizantes e grãos; os investimentos em ferrovias tem sido com um único objetivo, o de manter o monopólio do transporte dentro do país, já que o transporte oceânico eles já detém o monopólio; os terminais portuários já estão nas mão deles. Ou seja, o objetivo deles é manter toda a lucratividade, da produção ao transporte de grãos.

    Outra grande parceria foi aquela em que depois de negociado e entregue os grãos lá na China eles se recusaram a pagar, obrigando empresas brasileiras a baixarem os preços do soja, por exemplo.

    Outra grande parceria com os chineses foi a compra dos ValeMax, feitos pelos próprios chineses, que depois proibiram os navios de aportarem por lá, obrigando a Vale a vender os navios, que magicamente no dia seguinte puderam aportar nos portos chineses.

    Grandes parcerias essas!!!!

  15. Nossa amizade com a China atualmente esta muito boa, melhorar a amizade com os eua tambem e muito bom pro pais. O que nao pode e virar capacho.

  16. Na minha opinião, termos nos afastado do s EUA e da Europa, foi a maior burrice que já foi cometida neste país, acho que o melhor caminho, senão o único, para sairmos desta lama que nos encontramos é voltar a nos aproximar destes países. É necessário encontrar um parceiro forte que esteja disposto a contribuir, os Chinas ajudaram, aportando dinheiro na Petro muitas vezes para ela não quebrar, comprando diversas usinas, linhas de transmissão e fornecendo tecnologia de HVDC, mas eles não são os únicos, estão longe, não compartilham de uma cultura sequer semelhante a nossa e tem objetivos muito mais insondados que os EUA e outras nações européias. Essa relação com a China teria que ser muito mais que isso para fazer essa parceria dar certo e frutificar, e mais importante (na minha opinião) lá teria que ser uma democracia, e não uma ditadura.

    Olhando a história, não conheço qualquer nação que tenha sido avançada e alçada ao primeiro mundo pela parceria com a China, os Americanos, por outro lado, ressuscitaram a Alemanha, o Japão, Cingapura (com o Ingleses), Coréia do Sul e ajudaram absurdamente vários países (não preciso citar Israel, porque eles mesmo sem ajuda americana, tenho certeza que prevaleceriam), não se enganem, não estou dizendo que são bons, mas todos sabemos que para fazer um omelete, se quebram alguns ovos, o ponto é que no cômputo geral os países que foram “explorados” evoluíram e saíram ganhando. Aí irão falar do Iraque, Afeganistão e qq outro Fodistão daí, mas tem o Butão o Tibet também e uma penca de países Africanos que outras nações “exploraram” e continuam na mesma m… Nossos amigos Chilenos, se alegram de nossa burrice, sobra mais espaço para ele, país que tratou a educação com seriedade e escolheu as parcerias certas para a nação e não com base nas amizades escusas de cada um qualquer que estivesse no governo. Como o falou um padre em uma entrevista (me foge o nome), “na história todo mundo bateu e apanhou, só não bateu quem não teve capacidade ou oportunidade!”

    Segue uma imagem de itens importados pelos EUA => https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/17/What_the_US_imports.png

    E tem esta lista aqui também => https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_imports_of_the_United_States

    Países como os EUA, UE e alguns outros, estão em um patamar que seu mercado de bens necessita de bens de alto valor, uma parceria com estes caras trás para nós o peso de produzir bens de alto valor em tecnologia, automação, IA, usinagem, etc. Áreas de conhecimento onde somos completamente insignificantes no cenário mundial, mas que nações como essas teriam satisfação em tornar-nos competentes para que possamos auxilia-los a serem maiores, eles necessitam disso e não é questão de ser explorador e explorado, é questão de ter vergonha na cara e fazer algo pela educação, pela cultura e pela economia deste país.

    No gráfico a seguir dá para ver o quanto os EUA importam da China =>https://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_imports_vs_exports_of_the_United_States

    Acha que eles andam importando algodão, farinha? Como há 20 anos, não.

  17. Marcos – perfeito, o Brasil vinha aos poucos se tornando Colônia da China (ainda está com o drácula). Essa é a “independência” que esse pessoal prega jogando o Brasil nas garras da China e Rússia.

  18. Capacho já virou, tem até candidato a presidente recebendo apoio do partido comunista chinês na qual dispensa comentários.

  19. @SmokingSnak

    Engraçado, você fala como se o EUA também não tentasse fazer do Brasil sua colônia a cada ano que passa, assim como eles já fazem com tantos países mundo afora…

    Brasileiros que que são pró Estados Unidos sofrem da síndrome de Estocolmo, não tem outra explicação, é tipo mulher de malandro, que toma tapa na cara e fica quieta!

  20. Para o Brasil ser considerado sério. Deve primeiro colocar com meios próprio um satélite a 400km de altura e de 5toneladas de peso.
    Ter em seu arcenal :
    missel de 3000km de alcance.
    4 sub nuclear com capacidade de lançar o missel acima.
    Pelomenos 600 gripeNG
    15 bombardeiros estratégicos para levar tal missel.
    Uns 100 caça SU 35.
    15 mi 26
    100 helicoptero de ataque
    1000 blindados MBT.
    3000 guarani
    Sistema astro com alcance de 300km operacional
    E nada menos que 5 mil lançadores iglaS
    Ae ao se fazer uma oferta desta. Até o EUA a veria como interessante.
    Mas com o que temos hoje, escutam apenas por diplomacia
    Abraços.

  21. Helio, igualdade? onde igualdade em relações internacionais? so em comercial de margarina isso existe.E falar em China parceira? China não é parceira de ninguem. São trairas e predadores, olhe o que eles estão fazendo na África e em alguns locais da AL. O que eles não dão além de nos fazer fornecedores de matéria prima para depois venderem badulaques fabricados com trabalho escravo e quebrar nossa industria? Quantas bolsas científicas eles nos deram? Quantos brasileiros tem estudando nos EUA?
    Plamber, so pra te lembrar só nos últimos meses eles nos doaram aviões, 50 blindados, e 36 peças de artilharia que nos colocam muito além do que temos fora as outras 32 que ja estão sendo modernizadas. Mulher de malandro é quem apoia que devamos nos aliar com Cuba, Venevafela, Bolívia et alii que depois não dão calotes como fez o regime Maduro.
    Se voce ainda não notou, não existe ninguem bonzinho nas relações internacionais e ninguem tem obrigação de estar carregando os outros nas costas. Há é interesses, e entre buscar interesses mútuos com ele e com os chineses basta ver o que os segundos estão fazendo mundo afora e qual confiabilidade eles tem.
    Não se trata de síndrome o que quer que seja ( manjado mantra) , trata-se é de nos aliarmos com quem pode nos acrescer algo e que nos traga melhor custo benefício.
    Daniel o que seria ser capacho? Quando nos ultimos anos eles nos trataram assim?
    Amigos, a situação é bem simples. A AL voltará a ser foco de interesse mundial porque aqui tem duas coisas que interessam nesta ordem: terras agricultáveis e minério.
    A Russia está cirando seu aliado na Venezuela. A china tentando cooptar os trairas argentinos. E nós temos de nos posicionar. Ou é os EUA ou os chineses. Os primeiros nos conhecemos, os segundos não. A escolha é fácil, o que não poderá permanecer é isolamento. Talvez antes do que pensamos iremos precisar dos EUA pra ajudar a nos defender.

  22. A china para negócios é o pior. São predadores. mais protecionistas do que os estadunidenses ou outro país ocidental. Não nos oferecem segurança. São exigentes ao extremo. Suas negociações são meras fantasias para quem deseja algo em troca . Seu maquinário e ferramental para exportação são péssimos. compare-as com as ferramentas norte-americanas ou alemãs. para complementar é até mais fácil negociar com os russos. estes estão com suas “barbas de molho e muito” com seu vizinho chinês principalmente em relação as fronteiras. reafirmo sua proposta não é negociar e sim tornar os chamados países parceiros em subservientes. pergunte ao Vietnan depois da saída dos americanos. Parte setentrional da China está se desertificando e há necessidade de alimentar sua população. Onde encontraram recursos agricultáveis e hídricos. Nossa indústria foi desmantelada em trinta anos e o ‘papinho que o grande império do norte deseja nos subjugar. a maioria aqui usa jeans, adora hambúrguer , Coca-Cola e outros produtos que os malvados estadunidenses nos oferecem. Então senhores nacionalistas de araque tentem comer gafanhotos ou escorpiões no cardápio, usem roupas made in China que se desmancham na primeira enxaguada ou tentem consertar algo com alguma chave de fenda ou alicate fabricado pela população escrava do grande irmão asiático. ler é bom quero ver vivenciar o dia a dia num país que a liberdade é vigiada.

  23. O nosso Ministro da Defesa com curso “incompleto” de psicologia opinando, chega a ser cômico, um expert no assunto.

  24. Hélio ( 19 de novembro de 2017 at 20:45 );

    Como assim “o Brasil nunca foi visto como algo importante” pelos americanos…?

    Ao contrário, o País toma considerável fatia da atenção deles.

    Quer seja pelo peso político, econômico ou territorial, o Brasil é o elo fundamental na América do Sul; e os americanos sabem disso…

    Os Estados Unidos são os maiores compradores de manufaturados e semimanufaturados brasileiros… Roupas, sapatos, produtos alimentíceos processados, armas ( sim, o Brasil é o segundo país a exportar mais armas para os EUA, depois da Austria ), e por aí vai…

  25. Romário 19 de novembro de 2017 at 20:43

    Queria apenas lhe lembrar que o “jornalista” que fez a denúncia contra Aécio Neves foi PRESO e DENUNCIADO pelo MP/MG por formação de quadrilha. Aliás, até outro dia ele estava preso.

    Ps: Aqui não é o “PlanoRussia”

  26. O Ministro Jungmann está certíssimo! Depois de 13 anos é preciso dissipar a desconfiança mútua semeada e cultivada pelo antiamericanismo rastaquera do Lulopetismo. Aliás a nefasta lista de titulares do MD durante esse período negro da história (sendo o pior deles Celso “megalonanico”Amorim) é prova cabal.

  27. Acho que essa discussão deveras inócua. Digo isto, pois há mais de meio século ouço a mesma coisa. A minha humilde opinião é que devemos aproveitar o que há de melhor, tanto do hemisfério norte, quanto da Ásia. O problema é que nosso principal inimigo não está fora do pais, mas sim nas assembleias estaduais, nos palácios de governo, em Brasília, nos tribunais, etc. E outra coisa, enquanto não tivermos uma arma de destruição em massa, como forma de dissuasão, nunca teremos voz na diplomacia dos gigantes.

  28. Boa tarde a todos.
    O Brasil e os EUA compartilham mais semelhanças do que diferenças, ao contrário do que ocorre com qualquer outra nação não ocidental. Temos mais convergência com a África e com o Oriente médio,por exemplo,do que com a China e/ou Rússia. A China é um ponto fora da curva na questão econômica por ser um devorador de comodites,mas mesmo isso deve ser visto com ressalvas,já que ao mesmo tempo a entradas de divisas é interessante do ponto de vista macro econômico,a parte ruim já foi citada por outros foristas acima.
    Só os verdadeiros vira-lata vêem essa aproximação com os EUA como entreguismo ,submissão.
    O Brasil e suas instituições são grandes de mais para que algo assim aconteça

  29. colombelli
    Capacho no sentido de se submeter a todos os desejos que a outra nacao tiver, mesmo quando nao nos interessar. Acho que toda nacao tende a pensar em si primeiro, mesmo se tratando de paises amigos.

  30. Será que comentou os Boicotes que sofremos , as Sabotagens , os Bloqueios Tecnológicos , ou foi apenas dar um Brilho nas Botas deles ? Como sempre fizemos , característico daquele Ditado , ** Quem Muito Se Abaixa ,…..!!!!!

  31. Colombelli, porque temos que lamber o saco de alguém?

    Alguns cidadãos, sobre o ato de pé na bunda, acham que sempre tem que entrar com a bunda, não importa o pé, até escolhem e fazem comparações entre pés para escolher o com menos chulé , mas há muitos outros que preferem ser o pé ou no minimo tentam evitar o pé na bunda . Questão de catequese educacional e amor próprio ou não.

  32. Mais do mesmo…
    Se estão com os EUA são vira-latas…
    Se estão com a China querem que ela respeite a soberania…. Mesmo nos explorando….

  33. Correto Daniel, mas isso não ocorre com os EUA e nós. Ocorreu isso sim, com o gás Boliviano, com a energia de a Itaipu aumentada e agora com os calotes da Venezuela, começando pela participação na refinaria e agora com o calote seletivo da semana passada. Os EUA nunca impuseram sua vontade a nós de forma incondicional. Como ocorre até na vida privada, é uma negociação. Cada um vê o seu lado e mede o custo benefício do que o outro tem a oferecer.
    Com a saida da corja petista e o realinhamento com eles ( e não mais com a escoria do mundo), em poucos meses ganhamos aviões, recebemos blindados de graça e ainda as peças de artilharia a preço de banana. O contribuinte brasileiro agradece com certeza.
    Não é questão de ser americanófilo, mas de saber que ao menos até agora eles são os que nos deram o melhor custo benefício e os que tem menos chance de um dia ser agressor.

  34. Os EUA vetaram o Vulcan para o amx, boicotaram nosso sistema especial, oferenceram ~parceria~ em Alcântara que dava direito exclusivo de uso para eles, além de proibir que se usasse a eventual receita para nosso programa espacial próprio, mas são ~grandes parceiros~ porque nos enviam a sucata deles (independe do material ser útil ou não, mas pra eles são sucata). Isso sim é complexo de vira-lata, ai da mais quando se defende abertamente que a relação não deve ter igualdade.

    Além que, na mentalidade retrógrada de guerra fria, os EUA são os paladinos da justiça e o oriente é malvado e comunista, como se o centro da esquerda do mundo não estivesse nos proprios EUA e Europa.

    Como já disse, não se trata de ser pró ou anti ninguém (como vários estão sendo, e de maneira irracional), mas trata de bons negócios para nos. Porque deveríamos se deixar subjugar pelos EUA quando se tem tantos outros bons parceiros à disposição? Por que não fortalecer a cooperação com o Japão, Suécia, Itália, Inglaterra, Rússia (Ninguém conseguiu dizer nada contra, mas mesmo assim recriminam porque eles são malvados), África do Sul etc…

    O Brasil não tem que ficar correndo com o pires na mão atrás de ninguém, o Brasil tem que procurar o melhor para si. Falam tanto de anti-americanismo mas fazem a mesma coisa, a mesma visão retrógrada.

  35. Um OffTopic: Lembram que a alguns dias eu mostrei em um artigo sobre separatismo que a situação na Indonésia em Papua estava tranquila com os cristãos negros da Ilha de Papua aceitando a integação com os muçulmanos asiáticos da maioria da Indonésia, são 90%.
    Pois esta semana o caldo entornou, um grupo separatista resolveu voltar a luta armada e atacou um povoado, pois sem a ajuda que recebiam de organizações internacionais partiram para o desespero, ja tem mortos dos dois lados, terroristas e Polícia e Exército.
    .
    Jayapura, Papua (ANTARA News) – The Indonesian police and military personnel have released a total of 346 civilians taken hostage by the armed criminal group in Papua province amid crossfire on Friday, Papua police chief said.
    “Crossfire occurred during the evacuation process, causing (some) security personnel and evacuees sustained injuries,” Inspector General Boy Rafli Amar, chief of the Papua Provincial Police, said.
    Amar, however, did not elaborate the number of security personnel assigned to free the hostages from the armed criminal group, that sustained injuries.
    The security officers released the 346 civilians from Kimbeli kampongs, Tembagapura Sub-District, Mimika District, Papua Province.
    Of the 346 hostages, 23 were children, he said, adding that the evacuation process was carried out on foot for about four hours heading to the Tembagapura police office.
    According to him, the armed criminal group (KKB) kept shooting from the height during the evacuation process.
    Meanwhile, Amar on Thursday demanded the KKB to release some 1,300 civilians that it had taken hostages in Banti and Kimbeli kampongs for more than two weeks.
    In the meantime, the indigenous Papuans living in Banti are reluctant to be evacuated and want to remain in their villages.

    Reported by Evarukdijati – ANTARA 2017

  36. Helio, pra equação ficar equilibrada voce deve por o queles nos deram também, que foi muito mais do que os outros. Olha no SIPRI quanto material militar veio de lá nos últimos 05 anos, alguns a preço de banana enquanto os franceses nos esfaqueavam.
    Aliás, é o país que mais brasileiros recebe pra estudos.
    Quanto ao programa espacial, os ucranianos fizeram diferente? Os franceses russos e chineses nos ajudaram com algo? Nesta área nunca conte com ajuda de ninguem. Ninguem dará nada de graça, ainda mais para um país cujo governo na época era amigo do Irã, Cuba, Venezuela. Que confiança se pode ter em gente assim?
    Mas voce está certo em dizer que não se trata de ser contra ou favor, e que é negócios. Ocorre que neste mundo onde ninguem é amigo, onde as coisas são negócios e interesse pessoais ou particulares de cada nação, os EUA ainda são os que nos dão melhor custo benefício, ao contrário dos chineses e russos e mesmo da UE.
    Temos que nos aproximar de gente que nos agrega algo, eles, os suecos, chilenos ( que souberam ter boas relações com os EUA e so ganharam com isso), sul africanos e nos afastar dos parasitas bolivarianos, da China e rússia ( esta ultima é a menos pior)

  37. Hélio,
    Quer dizer que os americanos são maldosos porque vetaram o vulcan para o AMX, é??? Uh! Fica assim não…. Você vai superar esse trauma um dia com uma trezentas sessões de psicoterapia.
    Realmente é um absurdo ora bolas. Eu também queria que nossos AMX tivessem aquela metralhadora que gira. Mas não! Esses ianques safados que metem seu nariz vermelho em tudo que existe tinham de nos proibir de ter aquele brinquedinho. Uhhhh… uhhh….uhhh…

  38. Como eu já digo a anos…

    Se é para se associar, que seja com quem tem poder de verdade e quem não é França, Rússia, China e Suécia, são os Estados Unidos da América. Se tem coisas que eles tem interesse aqui, também tem coisas que temos interesse lá. É questão de saber negociar.

    Pode chorar comunistaiada amaldiçoada, mas a verdade é esta.

  39. Bosco 20 de novembro de 2017 at 18:17

    Né? Se eles vetaram uma simples metralhadora que gira, o eles nos efereceriam? Materiais modernos ou coisa da reserva? Se amanhã o Brasil quiser comprar drones armados modernos, tecnologia submarina, o F35, eles cederiam? Eles venderiam pelo valor que vendem aos seus aliados ou nos enfiariam a faca com má vontade na oferta? É disso que eu estou dizendo, ao invés de se fazer acordos ruins só porquê é com o paladino da ~democracia~, seria muito melhor fazer negócios realmente bons para o BRASIL.

    Olha o caso dos Gripens em que se cogitou utilizar o motor do Typhoon por risco de embargo.

  40. Rodrigo Martins Ferreira 20 de novembro de 2017 at 18:28

    Hoje os EUA é o centro do comunismo no mundo, se você quer ser vassalo de algum podeoso achando que esse vai proteger o Brasil dos comunistas, os EUA é a última opção.

  41. E porque você acha que os EUA tem que nos considerar um parceiro privilegiado?
    Hélio,
    Lá nos EUA tem um Congresso que funciona (pelo menos bem melhor que o nosso) e as vendes da armas ao estrangeiro está sujeita a uma infinidade de fatores, inclusive temporais. Não somos nenhum parceiro privilegiados dos americanos para que eles ajam
    conosco como os Russos agem com o mundo, vendendo tudo a quem tiver dinheiro.
    Eles lá têm um mínimo de controle e estão sujeitos aos humores dos congressistas, a fatores temporais, ao partido político dominante, etc.
    Quanto aos Vulcan dos AMX, eu particularmente acho isso um tremendo equívoco. Só acredito se alguém me mostrar um documento onde o Brasil solicita os canhões ao fabricante americano e um mostrando a negativa americana, com justificação. Serve também a palavra de algum engenheiro da época que tenha vivenciado esse eventos e que comprove que os canhões foram mesmo requisitados ao fabricante americano e nos foi negado por intervenção direta do Governo americano.
    Digo isso porque o Vulcan está longe de ser uma arma capaz de alterar o equilíbrio de forças regional. Não é e não era uma arma em “estado da arte” que podia existir a ameaça de seus segredos vazarem para os “inimigos”. E em terceiro lugar, duvido muito que tenhamos pedido essas armas para o AMX. Os italianos adquiriram tal arma para os seus, mas duvido que nós tenhamos feito de fato esse pedido tendo em vista que um par de canhões de 30 mm DEFA é mais adequado ao tiro terrestre, que é a função que teria no AMX.
    O alcance do projétil 30×113 é pelo menos 50% maior que o do projétil 20x 102mm do Vulcan e sua letalidade é maior.
    Caso os americanos tenham mesmo nos negado o Vulcan, eles nos fizeram um grande favor.
    Agora, seu argumento não se sustenta também pelo fato dos EUA terem nos fornecido uma séria de outras armas muito mais sensíveis e em estado da arte, que uns simples canhões com canos giratórios (na verdade, uma metralhadora bem dotada), como por exemplo: helicópteros navais dotados de sonares de mergulho, torpedos Mk-48/6, mísseis Harpoon block 2 (????), radares de longo alcance. Sem falar do oferecimento do Super Hornet, com radar AESA e pods de designação de alvos e acompanha de uma série de armas ar-sup e ar-ar , em estado da arte.
    Só há dois países no mundo que recebem apreço especial dos americanos, sendo um o Reino Unido e o outro, Israel. O resto tem que esperar na fila e por uma série de circunstâncias podem ter que esperar mais ou menos, ou não ser atendidos.

  42. Hélio ( 20 de novembro de 2017 at 17:18 );

    No que diz respeito a equipamento mais “sensível”, o Pais tem nitidamente priorizado cooperação com países oficialmente não alinhados ( ou que tenham maior grau de independência com relação as tecnologias que desenvolvem ), como Suécia e Israel, o que considero um caminho acertado.

    Se a tecnologia é deles, então podem vetar quando lhes der na telha, suponho…

    NUNCA existiu igualdade em relacionamentos entre países.

    Que eu saiba, sempre foi política americana NUNCA incentivar ninguém a ter armas estratégicas. Evidente, portanto, que farão o que estiver ao seu alcance para não permitir a disseminação de qualquer tecnologia que resulte nisso. Aliás, será que seria diferente de outros países em relação a Brasil…?

    Sobre Alcântara…

    O que existe de concreto é o acordo de salvaguardas, e ele não prevê qualquer cessão de território ou coisa que o valha… O acordo visa apenas a proteção intelectual de tecnologias de ambos os lados, para evitar exploração indevida. Acordos exatamente nos mesmos moldes foram celebrados pelos americanos com Rússia e Índia, só pra citar exemplos… Aliás, o Brasil, salvo melhor juízo, já tem acordos de salvaguarda com ucranianos e russos…

    M-109 e M113 ainda estão em uso pelo U.S.M.C e pelo U.S.Army, e é certo que continuarão ainda por muitos anos nestas forças… Não creio que dá pra chamar de “sucata”…

  43. Que situação vive hoje,o Brasil e os brasileiros, que dilema surreal e paralisante se tornou o gigante!!! sonolento, sim, um bicho preguiça cheio de vaidade e ilusões. Só neste bate papo,ja deu pra ter a noção da dificuldade de que seria e é, em transformar este país, no que ele realmente merece. Se o consenso for este que foram postados por vcs, o brasil vai continuar do mesmo jeito, apesar de quer, vejo muita boa vontade em casa uma opinião e convicção dos olegas, más, não é consenso. Seria ai o nosso grande problema secular, essessos de Boa vontade sem objetivos comuns?? Seria intricicamente ou é, este mau cheiro que norteiam as nossas vias nasais, fazendo com que entra ano e sai anos sem que, consigamos definir a melhor opção de desenvolvimento para conquistar-mos a nossa carta de alforria. Caro (RENAN), tu definistes bém, quando disse que precisamos de soberania, porque vejo o Brasil sofrendo de um mal como se fosse uma linda pricesa, de prestigiada beleza, fazendo frescura em aceitar qual dos príncipes irá aceitar como noivo para poder jerar frutos, e na sua indecisão, o tempo passa, e as folhas murcham , já sabem o resultado disso. Deim uma opinião de consenso e vamos ver onde vamos chegar!! Conto com vcs. Dúvidas, estão nos retrocedendos.

  44. Oras, se os EUA não nos vêem como ~parceiro privilegiado~ o Brasil não deve ver os EUA como parceiro privilegiado, isso é o simples princípio da.reciprocidade, eu te trato da maneira como você me trata.

    Se não é do interesse dos EUA que tenhamos equipamentos sensíveis e que o ~equilíbrio regional~ seja mantido, nossas forças armadas estão muito bem. Está tudo muito bem equilibrado, veja o Paraguai, a Bolívia, o Peru. É isso que o Brasil deve ser? É essa a posição que o Brasil deve ocupar? Daí já dá pra ver que esse tipo de parceira não é benéfica ao Brasil, pelo contrário. O Brasil tem a intenção de ser grande ou vai ser viver relegado à parceiro regional de segunda classe?

    Como poderia ser firmada uma parceria estratégica com um país que muda sua política ao sabor dos ventos (ou das eleições)? Quais as garantias que, se hoje, o Brasil comprasse todo tipo de equipamento, a sua manutenção não acabaria embargada por um Bernie sanders qualquer que diz que impeachment é golpe?

    Se eles tem o direito de negar, eles que neguem, o que não.pode acontecer é o Brasil se prejudicar por causa de paixonites políticas ou ilusões criadas por Hollywood. Os EUA não são os únicos parceiros. Não são os que nos darão maiores vantagens. Ninguém está dizendo para cortar as relações com eles, o importante é buscar o melhor para o.Brasil.

  45. José Lemos filho
    Concordo com você em tudo.
    Pois em quando o concesso não chega e o tempo passa, a nossa tecnologia continua 50 a 60 anos atrasada. Pondo em risco nossa soberania.
    Abraços.

  46. Sem dúvida os EUA não são santos.
    Não viram agora o caso da Boeing e da Bombardier…
    Mas não é por isso que o Canadá vai agora se alinhar com a Coreia do Norte ou a Venezuela…
    A turma que fala mal dos EUA não é porque tem nada contra. É porque foi assim doutrinada.
    Décadas de lavagem cerebral.
    O comunismo deveria ser proibido igual o nazismo o foi…
    Há 100 anos a praga do comunismo teima em rondar o Brasil, com seus fanáticos, iguais cães raivosos…
    É o Estado islâmico fazendo adeptos no oriente médio e o comunismo na América latrina…

  47. Quem vê o brasil( com minúsculo mesmo) como parceiro privilegiado ? A França e as suas parcerias caracu movidas a propina com o PT ?

  48. Helio, as coisas em relações internacionais não funcionam na base da reciprocidade absoluta e quase nunca da paridade. Manda quem pode obedece quem tem juizo é uma regra mais proxima da realidade. Ou ainda, quem tem mais a oferecer impõe suas condições.
    Então a premissa do se eles não nos veem como prioritários não os devemos ver também é inválida, porque se assim agirmos é nos que temos mais a perder.
    Não é interesse de ninguem que tenhamos equipamento sensível. Não são so eles que nos boicotam. Quem quer isso tem que se virar.
    Nós também mudamos ao sabor dos ventos. Ficamos 13 anos alinhados com a escória do mundo e agora estamos voltando a ter relações mais profícuas e menos prejudiciais. Se formos ver pela estabilidade de relações não as teriamos com ninguem.
    É mais fácil qualquer outro negar manutenção ou cooperação do que eles. Aliás, hoje eles tem interesse de um Brasil forte na AL pára poder conter a influência chinesa ( Peru, Argentina e Bolívia) ou Russa ( Venezuela). Nos e os colombianos somos as cartas deles, e devemos tirar proveito disso fazendo deles um dos nossos principais parceiros. Eles são o menos pior. Quem voce acha que nos dará melhores condições?

  49. Simples: queremos nos associar aos EUA ou à escória do mundo (Cuba, Venezuela, Irã, Rússia, etc)? Os chilenos fizeram sua escolha. Basta ver o nível de vida de coreanos, japoneses e fazer um comparativo entre a Europa Ocidental e as ex repúblicas soviéticas.
    Cansei de ver comunista de carteirinha curtindo as férias no colo do Mickey ao invés de ir fumar um charuto com Fidel ou comer uns gafanhotos em Pequim.
    É muito fácil ser comunista com o dinheiro dos outros.

  50. O mais engraçado é o grito do anti-imperialismo quando emaculado apenas de um lado, mas quando se critica o outro lado já o caracterizam-no como um defensor da atual ordem mundial. Veja bem, o Brasil está cercado por assim dizer por TRÊS potências mundiais, os EUA com suas relações bilaterais com a Colômbia, Rússia com a Venezuela e Bolívia e China com Uruguai, Bolívia e Venezuela – embora recentemente venha a ser organizar a não mais investir no país venezuelano por risco de calotes, e a maior ambição da China seja a estratégica parceria com o Brasil não só economicamente, mas em todos os aspectos políticos simplesmente por estarmos numa zona de retaguarda geograficamente bem posicionado em relação aos EUA e isso me faz lembrar da própria China na Guerra Fria como uma zona de retaguarda dos americanos depois da ruptura sino-soviética e certamente os chineses pensam geopoliticamente com base nestes acontecimentos históricos. Enquanto que os EUA também pensam da mesma maneira nos acontecimentos da Guerra Fria em relação ao Brasil, mas com uma diferença crucial, a China está tendo uma influência geopolítica muito maior do que foi a União Soviética na Africa e em relação ao Brasil estar posicionado numa zona de embate direto com a Africa Austral, a China para os EUA representará um perigo muito maior do que foi a União Soviética por conta dessa influência chinesa na Africa Austral e o Brasil terá um papel fundamental nesse aspecto, resta saber para qual lado o Brasil irá ou se manterá neutro – o que eu acho bem difícil por causa da histeria dos dois lados.
    A ameaça caros leitores está vindo de todos os lados e não são apenas os imperialistas americanos, o que será especulado aqui é que o mundo provavelmente será multipolar com a Índia sendo uma superpotência juntamente com a China e EUA, e eu não me espantaria com a provável aliança entre EUA e Índia para frear a China e a Rússia, se ainda vigorar a Organização para Cooperação de Xangai, e minhas expectativas em relação ao Brasil nesse cenário será de mero subserviente para uma das três ou duas superpotências, eu sinceramente não acredito no Brasil independente e forte diante desse ambiente, infelizmente o Brasil escolherá um dos lados e trará consequências culturais, econômicas e políticas.

    O que podemos dizer são as relações que vigoram atualmente, nossa parceria econômica com a China não é uma PARCERIA e sim um servilismo. Os chineses nunca nos trataram como iguais em todos os aspectos, aliás os chineses não tratam ninguém na base da igualdade e eles não estão errados, eles estão defendendo os interesses deles, cabe a nós escolher se os interesses deles podem se completar com os nossos interesses, se não complementar é só dar chute na bunda dos chineses e escolhermos melhores parceiros que os chineses. O Marcos bem disse sobre o caso dos Valemax que são proibidos de atracar nos portos chineses, os chineses acabaram com a frota da Vale com essas retaliações e ainda adquiriram 30 desses supernavios para controlar o frete, e eu acredito que esse frete surgirá no tema do debate de 2018 com o Ciro Gomes, porque na tese dele a exportação e importação tem como o maior custo o frete, porcentagem na qual não me lembro de cabeça, mas ronda dos 40% aos 60%.

    Está mais do que provado o mau-caratismo daqueles que dizem ser contra imperialismo e acreditar que os chineses também são, quando na verdade vocês só estão prestando um belo serviço aos chineses e russos. Falando mais no assunto sobre imperialismo, Evo Morales ecoa sua voz “anti-imperialista” por todo o continente, mas tudo não passa de aparência, a moeda da Bolívia é atrelada ao dólar, ou seja, ao mesmo tempo em que critica o imperialismo, ele atrela sua moeda aquela outra que o atribui como a moeda imperialista. Rafael Correa é outro que nada fez para mudar o cenário monetário do Equador, o dólar continua sendo a moeda corrente do país. Mugabe do Zimbábue adotou o dólar como moeda oficial também, embora seja um dos mais críticos do imperialismo dos EUA na Africa.
    Voltando a questão dos chineses, seus investimentos são em base em nossa produção agrícola, exemplos não faltam como a compra da Belagrícola de Londrina do grupo chinês DKBA, a compra da processadora de grãos Fiagril pela companhia chinesa Hunan Dakang e sua controladora Pengxin, a compra do porto paranaense pela operadora chinesa de terminais China Merchants Port (CMPort), veja bem a relação do porto paranaense com a companhia Belagrícola assim como a tentativa de construir a ferrovia transoceânica que vai de SP para três portos no Peru, tudo isso é interesse chinês pela produção agrícola brasileira, portanto se dependesse apenas dos chineses, o Brasil continuaria vendendo “pedrinhas e graus para importar manufaturas” chinesas.

    Eu particularmente não tenho nada contra investimentos chineses, mas desde que o faça em um cenário de livre mercado, por um motivo simples, enquanto o mundo soa para conseguir rentabilidade de módicos 3% a.a, o Brasil com o potencial enorme de investimentos em infraestrutura, produção industrial, produção agrícola, extração de recursos naturais seria uma rentabilidade muito maior do que qualquer investimento no mundo, e os chineses sabem bem disso, e como o Brasil é extremamente regulado, a possibilidade de monopólio é satisfatório para os chineses na qual não dependerão de influências internas ou externas por se tratar de um mercado pequeno e burocrático. Apenas no setor de infraestrutura, os setores ferroviários e portuários seriam alavancados por investimentos japoneses e chineses, os chineses certamente investirão na ferrovia transoceânica para o Peru e em portos no Brasil, eu me contentaria o Brasil receber um investimento chinês para construção de um porto com capacidade similar a de Xangai, enquanto os japoneses investiriam em ferrovias pelo Brasil com os Maglev para transporte de passageiros, podendo inclusive integrar de forma continental o país, do Sul ao Norte-Nordeste e do Centro-Oeste ao Sudeste para concorrer com as companhias aéreas. Só que o nacionalismo econômico fala mais alto, baseado na crença de que isso tudo deve ser feito pelo estado, não atoa que sempre nos relegaram ao subdesenvolvimento, mas como já disse, “somos brasileiros e não desistimos nunca”.

    Voltando a questão de imperialismo, não dá para negar que existe o sentimento de que o militar brasileiro seja subserviente aos americanos, visto como uma relação de irmão mais velho para com o mais novo. É justamente isto que eu condeno e acho extremamente bizarro que isto ainda aconteça, o Brasil deveria ser militarmente independente ignorando relacionamento bilateral em Defesa com qualquer país, por isso há de se admirar os indianos que compram equipamentos militares e tentam levar essas indústrias para a Índia para no futuro ser auto-dependente, portanto é admirável o pragmatismo dos indianos para defender seus interesses mesmo que isso cause um embate entre países antagônicos, sendo assim os países oferecem projetos para a Índia enquanto o Brasil escolhe o servilismo a favor de China e Rússia ou EUA e Europa.

    Na questão filosófica não podemos dizer que somos servilistas dos americanos, o que prevaleceu na America Latina foi a tradição alemã e francesa. O fato é que, a linha de pensamento filosófico e intelectual da America Latina é em sua maioria compostos por Kant, Hegel, Marx e entre outros são derivados da tradição alemã e francesa, enquanto que a America do Norte é composta pela tradição anglo-saxônica de intelectuais como John Locke, Adam Smith, John Stuart Mill entre outros, é raro encontrar um livro escolar que menciona profundamente as obras de Locke, enquanto a de Marx é profundamente envolvida e estudada nas matérias escolares. O mais engraçado nisso é que nos tipificam como ocidentais, mas ter como referência Platão e Aristóteles não nos deixam como identidade ocidental, isso é referência de uma identidade mais específica para os europeus, a civilização europeia. O Ocidente deriva dos Estados Unidos da América, ali é o centro da civilização ocidental, posto ocupado hegemonicamente depois da decadência europeia alicerçado em bases filosóficas que o Brasil não só têm como objeto de estudo mas que o detém como referência e esse é o pensamento latino-americano que não têm nada de ocidental. Muitos atribuem os valores ocidentais como capitalismo, democracia… mas nem sequer isso chega perto do Brasil, o que temos aqui é uma pseudo-democracia e um corporativismo de fazer inveja nos russos/soviéticos, portanto nossas bases não estão alicerçadas nos valores ocidentais, isso deixa a margem de interpretação que o brasileiro se contradiz com tudo o que ele acredita em ser um ocidental e para não falar da aberração da cultura/moral/ética judaico-cristã.

    E não poderia deixar de mencionar o hilário delírio dos duguinistas em trazer a Quarta Teoria Política para o Brasil para confrontar o Liberalismo(alicerce do Ocidente ou EUA) que segundo eles impera aqui no país e tem alguns sites até mais radicais, tentando trazer a ideologia Juche para o mesmo propósito de Dugin. O Liberalismo segundo a Quarta Teoria Política é a pós-modernidade ou pós-liberalismo, é a crença no projeto de poder da classe dominante globalista, o poder global explicitamente dos EUA na base do materialismo(modo de produção capitalista) e espiritualmente(os valores liberais e burgueses de base) e para se contrapôr a esses valores, a sua “revolução” é a de quebrar os alicerces dessa base para introduzir um novo mundo sem o globalismo e do controle do capital, é basicamente um comunitarismo. Isso é hilário simplesmente porque suas análises interpretativas é de fazer qualquer um cair na gargalhada, o Brasil se auto-sabota, um exemplo disso é a influência religiosa na crença de que todos deveriam ser pobres, aqui na Banânia é pecado ser rico mesmo sendo honesto, em todo lugar há a vergonha de ser rico, mas o Brasil é um dos poucos lugares onde ser pobre é motivo de orgulho, e a Igreja Católica tem um papel fundamental nessa atribuição e divulgação desses valores que é fatalmente o oposto dos valores “burgueses” que os duguinistas acham que o Brasil compartilha.

    Esses valores ocidentais estão sendo constantemente atacados tanto na Europa quanto nos EUA, inclusive por aqueles que Dugin acha que está enfrentando, isso nos revela uma surpresa fortuita do compartilhamento ideológico da ruptura dos valores ocidentais da classe política-empresarial do Ocidente com o que o Dugin também avalia e formula a sua teoria política, viu há afinidades entre os projetos dos globalistas e as avaliações de Dugin, os valores ocidentais estão sendo destruídos e o tiro vêm de todos os lados, a diferença é entre os projetos no pós-revolução e é isso que torna a situação interessante para ver qual lado prevalecerá. Com essa arquitetação temos os “salvadores” do mundo conhecido como eurasianistas com os russos no comando ou os globalistas com a sua revolução em todos os aspectos a nível econômico, cultural, militar e político.

  51. Engraçado que nessas discussões ninguém fala em Brasil, só falam de lado A e lado B e como o seu lado é bonitinho e cheiroso, e quando falam em Brasil é “em minusculo mesmo”, a verdade é que pra muitos o Brasil deve ser um cuckold, sendo trouxa e achando que está se dando bem.

  52. os EUA são muito malvadões, nos “coloniza”obrigando” a consumir os produtos de qualidade deles, e depois fazem nossos esquerdinhas ir passar férias lá ou tentar um green card, isso não está certo ! rsrs…

  53. os EUA são muito malvadões, nos “coloniza”obrigando” a consumir os produtos de qualidade deles, e depois fazem nossos esquerdinhas ir passar férias lá ou tentar um green card, isso não está certo ! rsrs…

  54. mas brincadeiras a parte, o Brasil tem que fazer acordos com quem achar melhor e tiver vontade de nos ajudar, seja EUA, China, Rússia, Japão etc. Quem fizer os melhores acordos conosco tem que ter prioridade

  55. Hélio,
    O único argumento que você aceita é o do vitimismo. Aí fica difícil.
    Meu caro, não importa se somos boicotados ou não. Temos um país continental, temos 200 milhões de habitantes, somos o nono PIB do planeta, temos acesso praticamente irrestrito aos centros de desenvolvimento de tecnologia nos EUA, Canadá, Europa, Rússia, etc. Nós somos o que somos por culpa única e exclusiva nossa.
    Os americanos não deixaram a gente ter o Vulcan? Por que não desenvolvemos um canhão próprio, com 7 canos rotativos, só pra sacanear? Melhor e mais leve que o Vulcan? Quem nos segurava?
    Ah! Nos fomos boicotados pelos americanos e não temos um foguete lançador de satélites? Por que não fizemos um partindo do nada? Russos e americanos fizeram um há 70 anos e nós até hoje, nada? Cadê esse monte de gente que vai estudar nos EUA?
    Ah! Mas tecnologia de foguete é restrita e ninguém transfere? Então vamos desenvolver a nossa? Não somos os espertalhões? Deus não é brasileiro? Pois então porque não desenvolvemos tecnologia que não existe ainda? Cadê o nosso programa de propulsão scramjet que nos foi dada pelos americanos? Já foi desenvolvida alguma coisa útil?
    Por que sempre temos que esperar que alguém nos dê alguma coisa e depois fazermos beicinho se não recebemos?
    Eu fico imaginando, num hipotético cataclismo global onde só o Brasil sobrevivesse como é que será que ficará o futuro da humanidade nas mãos dos brasileiros sem russos, ucranianos, suecos e americanos pra nos passar tecnologia? Conseguiremos levar adiante a humanidade? Será que conseguiremos atingir as estrelas, só com a genialidade e ânimo do “brasilians sapiens” tendo em vista o tanto que somos chorões, vitimistas e dependentes?

  56. Metade do PIB brasileiro é surrupiado pela classe política e da outra metade, metade é mal gerida (incompetência, falta de humanidade e descaso com o cidadão) e a outra metade é pra custear o funcionalismo público cuja grande maioria tá preocupado com seus direitos trabalhista. O país fica com as migalhas.
    E você quer culpar os EUA por não termos um canhãozinho mixuruca de seis canos que ficar girando?

  57. Concordo com o Sr. Gilson Moura e com o Sr. Bosco. Estamos cercados por todos os lados e não fazemos nada para demonstrar nossa “competência”. “Temos acessos irrestritos aos centros de tecnologia de praticamente todos” os países desenvolvidos e potências. Nós somos culpados por nosso declínio. Infelizmente.

  58. Bosco 20 de novembro de 2017 at 23:28

    Xiii Bosco, nem esquenta! Deixa os esquerdinha rasgarem as calcinhas.
    Chega de mortadela! Com o Jungmann agora vai ser “roastbeef”.

    Forte abraço

  59. Caro Bosco. Para não ficar em chute, gostaria de colocar os números reais do orçamento. Consegui os dados de 2015 que teve um PIB de 5,9 trilhões de reais, mas acredito que sejam atuais para comparação. O governo federal gastou nesse ano 1,9 trilhão de reais (32% do PIB), sendo 207 bilhões pagos em juros (11% do orçamento federal). O funcionalismo consumiu 151 bilhões (8%) com o pessoal ativo (civil e militar) e 104 bilhões com os inativos (aposentados e pensionistas). O PIB foi de 5,9 bilhões de reais, sendo a carga tributária total (incluindo os três niveis) foi de 1,9 trilhão de reais (32%) sendo que o gov.federal arrecadou 1,2 trilhão. Para comparação, o MinD gastou em 2015 cerca de 76 bilhões, o MEC 86 bilhões e o CNPq 1,9 bilhão em ciência e tecnologia (0,03% do PIB).

  60. Soberania só é possivel, se for investido pesadamente em educação. E técnologia.
    Desde o pré. Até as pos graduação.
    Investir em centros de excelencia isto fara com que depois de 3 gerações teremos um pais com sabedoria para enchergar as estratégias internacionais e poder ser minimamente racional

    Isto em longo prazo.
    A curto prazo. Precisamos de voto certo. Em quem envista na educação.
    Precisamos de garantir meios militares realmente dissuatórios. Mesmo que não gere emprego aqui, mas que faça qualquer potenvia pensar antes de precionar por meios militares uma ou outra decisão.

    Investir nisso é primordial. E se manter neutro, não quero lamber botas de niguem, não quero que ninguem laba minhas botas. Quero que meu pais seja digino e sua postura seja neutra. E que tenha capacidade intelectual e belica para não se curva a quilo que prejudique seu povo.

    A chave é educação.
    O agora é voto
    O necessario é poder bélico

    Abraços

  61. Educação é a chave…

    E aqui as escolas e universidades se preocupam mais em “lacrar” do que em ensinar.

    Isto difere nós dos EUA, UK, França, Coréia do Sul, Japão, etc..

    Reclamam que não nos repassam tecnologia, mas quem repassou para eles ? Os aliens da Área 51 que não foram.

    Investiram e investem pesado em educação e P&D sem choramingar.

    Não cito os lugares vermelhos, porque é uma outra realidade e são países com uma certa falta de liberdade para não ofender pessoas que vêem o mundo por olhos avermelhados.

  62. Depois da política externa do Lula e da Dilma… vcs querem q quem nos respeite???
    Talvez São Tomé e Príncipe…
    O trabalho é pra PARCERIA, como o Brasil tem buscado com tantos outros, como Suécia, China, Rússia, França, Alemanha etc
    Sds

  63. Gilson Moura.
    Esqueceu de citar no seu “textão” Max Weber, que colocou o empreendorismo protestante como virtude ao contrário da censura católica.

  64. Bardini
    “Eu fico imaginando, num hipotético cataclismo global onde só o Brasil sobrevivesse como é que será que ficará o futuro da humanidade nas mãos dos brasileiros sem russos, ucranianos, suecos e americanos pra nos passar tecnologia? ”

    Resposta=>> L. Sprague de Camp
    “His most extended work was his “Viagens Interplanetarias” series, set in a future where Brazil is the dominant power, particularly a sub-series of sword and planet novels set on the planet Krishna, beginning with The Queen of Zamba. ” (Wikipedia)

    Se você acredita no Multiverso… 😉

  65. Seria muita loucura da minha parte imaginar que o Brasil possa ter boas relações com EUA, China, Rússia, Índia, Canadá e etc. ?
    Por que sempre aparecem esses indivíduos obtusos discutindo relações internacionais como se fosse “time de futebol” ou “gangue de rua”.
    Pelo amor de Deus : Amadureçam ! Pensem como adultos !
    Somos brasileiros e é isso que importa, quem não estiver satisfeito com essa condição que vá para os EUA, Rússia, China, Lua, Alpha Centauro ou para a Galáxia de Andrômeda !
    Deixem o Brasil para quem se importa realmente com seu povo e seu futuro.

  66. Bosco.
    Quando o AMX foi concebido, o BR ainda não havia assinado o TNP e por isso o canhão Vulcan 20mm não nos foi liberado.
    Lembrando que na época os mísseis ar-ar não eram essas coca-colas, um piloto avisado dava um break e saía do míssil. A coisa ainda se resolvia no canhão e o Vulcan era “o cara”.
    Hoje se resolvessemos comprar alguns AMX italianos com certeza Tio Sam não ia pedir para tirar os Vulcan.
    .
    Hoje em dia o BR pode comprar quase tudo o que quiser dos EUA. Só questão de $$$. Acredito que se chegássemos com $$$ para comprar 36 F-35 ou F-15SE seriam vendidos (já que o F-18SH é certo).
    .
    Tio Jacó vai ficar tristinho. Pena, mas o “anão diplomático” é quem compra, cliente ofendido não só não leva desaforo para casa mas leva seu $$$ para gastar com outro. Tio Johansson e agora Tio Sam agradecem.

  67. Delfim Sobreira 21 de novembro de 2017 at 9:57

    A moral do empreendedorismo de Weber não é aceita e seguida no Brasil por um motivo simples, a análise dele defende que o acúmulo de capital é constante e isso mobiliza internamente as pessoas revelando assim sua vocação e virtude. Weber ainda analisa os valores do catolicismo e do protestantismo, indicando que no protestantismo há uma tendência ao racionalismo econômico, base do capitalismo. O tipo ideal de capitalismo ocidental moderno é uma organização econômica racional apoiada no trabalho livre e direcionada para um mercado real na teoria weberiana.

    Diferentemente de Weber, Marx analisa detalhadamente a desigualdade social que está atrelada ao modo de produção capitalista, uma realidade na qual na visão marxiana não é justo e igual. Então o modo de produção capitalista que visa o lucro através do acúmulo de capital e da exploração de trabalho, na teoria marxiana é uma visão que possibilita a gente a entender porque essa desigualdade se estabelece. Weber responde a isso através do sistema de estratificação social, a posição do indivíduo dentro do sistema de estratificação se comporia pela combinação de sua classe, seu prestígio e seu poder, essas três dimensões também poderiam ocorrer de forma independente, determinando a posição de uma pessoa no sistema de estratificação.

    “Diferentemente de Marx, que conceituou classe social como determinada pelas relações sociais de produção(como na sociedade capitalista, onde os proprietários dos meios de produção formam a classe dominante – burguesia-; e aqueles que não detém o controle dos meios de produção, possuindo somente sua força de trabalho, constituem a classe social dominada proletariado), Max Weber afirmava que as classes sociais se estratificam segundo o interesse econômico, em função de suas relações de produção e aquisição de bens. A diferenciação econômica, segundo Weber, é representada, portanto, pelos rendimentos, bens e serviços que o indivíduo possui ou de que dispõe. As classes sociais estão diretamente relacionadas com o mercado e as possibilidades de acesso que grupos na sociedade possuem a este.”(DIAS, 2014, p.185-186)

    Agora me responda, acha mesmo que a teoria weberiana que defende que a desigualdade social têm origem em fatores mais complexos e não apenas em relação à posse ou não dos meios de produção é mais aceita do que a teoria marxista no Brasil?

    Não satisfeito se atente ao buscar a diferenciação entre o conservadorismo dos EUA e do Brasil. Apesar da evidência de uma relação estreita entre o catolicismo e conservadorismo, a Igreja é quase sempre considerada uma instituição esquerdista, enquanto a Igreja Católica nega oficialmente qualquer conexão com qualquer partido político ou ideologia. Ainda assim, a conexão entre o conservadorismo americano e o catolicismo é muito mais forte do que normalmente se entende, tanto que a Igreja pode ser melhor entendida como uma instituição mais conservadora do que esquerdista.

    A Igreja Católica dos EUA ao contrário com a Igreja da Europa, não se aliou oficialmente a nenhum partido político ou movimento ideológico, respeitando a separação americana entre Igreja e Estado. Um dos maiores representantes do catolicismo no movimento conservador foi o William F. Buckley, fundador da National Review conhecida por suas críticas à neo-marxista Teologia da Libertação, que emergiu na America Latina, sobretudo no Brasil. Nos EUA anos 50, figuras como o Bispo Sheen e o Cardeal Spellman se opuseram veementemente ao comunismo, existe uma tradição conservadora americana que é voltada para o princípio da liberdade pessoal face a controles estatais. A tradição católica é familiar e comunitária, vendo o indivíduo como algo ligado a uma rede de conexão social e responsabilidade cuja origem é divina. Esse comunitarismo contradiz fortemente o individualismo que compõe inerentemente a cultura americana, como expressa em especial a vertente libertária do conservadorismo contemporâneo.

    Outro ponto semelhante de desacordo refere-se ao capitalismo de livre mercado. Teólogos católicos continentais ou ocidentais como preferir, nutrem uma animosidade sobre a organização social da tradição anglo-saxônica da Inglaterra e EUA, a doutrina social desses teólogos é a crítica da forma irrefreada de capitalismo na qual não se obtém uma rede de segurança estatal para aqueles que não se beneficiam diretamente deste livre mercado. No entendo isto está mudando aos poucos, as atitudes católicas estão se posicionando para uma visão mais conservadora, principalmente depois da encíclica social de João Paulo II que aprovou o livre mercado como uma maneira mais eficiente de alocar recursos e formar preços, e proeminentes leigos católicos como William Simon e Michael Novak defenderam que o livre mercado é compatível com o pensamento católico. Mas se você acha que isso é um pensamento homogêneo se engana, defensores católicos da doutrina social progressista dos EUA tendem a igualar a opção preferencial pelos pobres diretamente à expansão dos benefícios do estado de bem-estar social, certamente eles se recusam a aceitar a encíclica de João Paulo II que apresentava a visão de que o assistencialismo social do Estado, ou seja, o estado de bem-estar social não era um reflexo na preocupação evangélica pelos pobres e que o livre mercado era um meio de distribuição mais valioso.

    Na America Latina sobretudo no Brasil compartilha dessa visão católica do estado de bem-estar social dissecada primordialmente pela Teologia da Libertação, nomes não faltam para a defesa dessa interpretação neo-marxista como Dom Paulo Evaristo Arns que redigiu uma carta bem elogiosa ao tirano Fidel Castro chamando-o de “Queridíssimo Fidel” bem no começo de sua carta e o Dom Hélder Pessoa Câmara, esse dispensa todos os comentários simplesmente por já ser um notório comunista mesmo que alguns tentem negá-la fracassadamente.

    O ativismo social da Igreja esquerdista do Brasil supera a dedicação sacramental do ofício de seu trabalho, condena o lucro e tenta levar a todos a um mundo onde só existe opressores e oprimidos, tudo indiretamente influenciado pela Teologia da Libertação. Para não deixar de comentar filósofos brasileiros tentando de toda fibra criticar o empreendedorismo como uma forma de culto e adoração ao tema e prática, nomeando-o de “Teologia do Empreendedorismo”, como se o Brasil fosse um exemplo histórico de país empreendedor, parece que os anos 80 foi esquecido da mente dos paladinos da justiça digital, os fiscais do Sarney é um notório exemplo de que o Brasil já foi socialista e tratava o empreendedor como criminoso, aliás ainda trata sobretudo depois dos escândalos de corrupção no Brasil.

    Há uma distinção muito grande entre as bases culturais e filosóficas entre o Ocidente ou EUA com a America Latina e o Brasil, para fins de comparação as 10 primeiras emendas da constituição americana são em favor da liberdade, no Brasil e na AL prevalece o estatismo e a teoria nacional de desenvolvimento, é um povo acomodado que gosta de estabilização e concursos públicos por isso aqui não é chamado de “terra da oportunidade” e sim terra da vagabundagem, é preferível para os governantes estimular a graduação de curso de direito do que engenharia, o Brasil é o país da toga e das becas e o maior exemplo é o STF onde alguns ministros nem foram juízes sem competência nenhuma para julgar em detrimento de diversos desembargadores experientes e não poderia deixar de comentar a doutrina da beca onde a maioria de suas causas são trabalhistas onde o Brasil detém o título de campeão do mundo em ações trabalhistas, é assim que se destrói um país e nem precisa de CIA e Soros para isso.

  68. Gilson Moura.
    Esqueci de colocar que vc deveria colocar Weber junto com Smith, Locke e Mill. Se houvesse colocado lhe poupava este trabalho todo.
    Quanto a Weber no Brasil… não é ensinado nas salas de aula, mas a questão de classe social quanto à relação de consumo revela que o brasileiro adora falar de marxismo mas se acotovela em filas a cada novo modelo de iPhone. Para ostentar. Diria que o brasileiro adotou o pior de Marx e de Weber.

  69. O certo é o Brasil ter o seu Plano Nacional Desenvolvimentista, fazer parcerias com os Chineses em troca de tecnologia pra ver se os USA não vão querer fazer o msm…
    Sem querer substituir o imperialismo americano com o aquele chinês ou russo…

  70. Delfim Sobreira 21 de novembro de 2017 at 13:38

    Acredito que nem é a questão de ser ensinado ou não, certamente ensinam sobre a teoria weberiana e a formação da organização econômica atual, eu tenho um livro aqui do meu mestrado que fala sobre Weber e suas teorias, mas se você avaliar o livro inteiro verá que Marx terá um peso muito maior na questão acadêmica, o grande problema é a aceitação popular dessa teoria mesmo que a Academia se recuse indiretamente a abordá-la com frequência. Análises simplistas são mais satisfatórias para a massa popular aceitar, por isso o populismo e o estatismo segue rendendo grandes frutos ideológicos na America Latina. Mas como eu disse, os EUA também estão em processo de transição para uma abordagem mais importante acerca desse choque ideológico, os americanos hoje elegem socialistas como Bernie Sanders e Elizabeth Warren o que configura totalmente o oposto dos valores ocidentais pelo modo de produção capitalista, e esses valores ocidentais estão sendo atacados veementemente e por todos os lados, a diferença é a etapa dessas aceitações ideológicas onde vão contra tudo o que representa o Ocidente, e sem dúvida alguma a America Latina e o Brasil estão mais “evoluídos” neste contexto do que os americanos.

  71. Esse pessoal que critica os americanos e prefere lamber botas, não de chineses e russos, mas de venezuelanos e bolivianos, me lembra muito aquela cena do Mundo de Brian, do Monty Python:

    – O que os malditos romanos fizeram por nós?
    – Ah, deram saneamento.
    – Tá, tirando esse detalhe, o que fizeram por nós?
    – Aquedutos e água potável.
    – Ok, mas não fizeram mais nada!
    – Bem, nos deram estradas. E medicina. E educação. E vinho. E segurança pública. E combatem incêndios. E fizeram banhos públicos. E bibliotecas.
    – Certo, mas além de saneamento, aquedutos, água potável, estradas, medicina, educação, vinho, segurança pública, combate a incêndios, banhos públicos e bibliotecas, o que esses malditos romanos fizeram por nós?

    (…)

  72. Tem que entrar no time que está ganhando!

    E esse time hoje é a China.

    Saiu hoje no G1, uma rede social chinesa ultrapassou o Facebook, é a maior do mundo.

    Vcs não entendem. O Partido Comunista decidiu vencer os Estados Unidos.

    Eles tem 2 bilhões de seres humanos em suas linhas e nenhuma democracia para atrapalhar.

    Precisamos estar do lado certo na hora de dividir o butim.

  73. colombelli
    Sim, admiro os eua apesar de tambem nao ser americanofolo. Penso da mesma forma parecida com a de alguns comentaristas acima, o pais com que o Brasil ira firmar acordos e o de menos, contanto que sejam bons acordos. Sendo um bom acordo com uma potencia militar, econômica e tecnológica como os eua melhor ainda.

  74. Leonardo 21 de novembro de 2017 at 14:33
    Não se preocupe! Seremos salvos dos am… digo, dos ‘romanos’ pela “Frente Judaica do Povo”! (não confundir com a “Frente Popular da Judeia”…)

  75. Srs
    ‘Estamos em um momento de transição geopolítica com o gradativo deslocamento da poder econômico para o Extremo Oriente, o crescimento da China como poder militar global, a decadência da Europa e a crescente relutância do Tio Sam em manter o papel de xerife do mundo.
    Ora, o Brasil fazia parte da aliança ocidental na gurra fria e ainda depende, gostemos ou não, do guarda chuva dos Estados Unidos, e isto nos cria um problema, pois o Tio Sam, em sua fase atual está querendo mandar a mxxxx responsabilidades e países que não lhes são simpáticos, incluindo a turma abaixo do Rio Grande.
    Nesta contingência, o Brasil corre o risco de ficar sem guarda chuva e sujeito as intempéries das relações internacionais.
    Nesta situação só lhe resta 3 opções:
    – Buscar restabelecer as boas relações com o Tio Sam através de pontos de interesse comum;
    – Achar outro guarda chuva, de poder similar (o que significa China ou Rússia);
    – Vestir calças e assumir sua maioridade como grande nação

    A primeira opção parece mais fácil e, provavelmente é o que o MD está tentando articular, porém depende de algum grau de estabilidade nosso e da boa vontade do Tio Sam, condição duvidosa no momento.
    A segunda opção parece ter sido a acalentada pelo governo anterior pois, pelas relações comerciais e pelo interesse da China em garantir fontes de matérias-primas e terras para a produção de alimentos para seu povo, ela ela parece ter maiores razões para nos colocar sob sua proteção. E as razões de seu interesse, por outro lado se ajustam; em certo sentido, com a visão de nossa inteligentsia de fornecedor preferencial de matérias primas e produtos agrícolas; ou como dizem alguns, a nossa vocação natural: a nossa tão propalada importância e auto elogiada posição de celeiro do mundo.
    A terceira opção é a mais difícil e improvável pois implica repensar a postura geopolítica do país, mudando sua atitude frente ao mundo e gastar muito dinheiro.
    O problema é que o Brasil deve continuar a aumentar sua dívida (está previsto perto de 160 bilhões de reais de déficit para 2018) nos próximos anos, só colocando suas contas no azul após a metade da próxima década (isto se tivermos bom senso e eliminarmos a sangria causada pela rolagem da dívida e pelo aumento das despesas com previdência e pessoal).
    Numa primeira abordagem, a solução parece ser aguardar 2025 e depois iniciar um esforço pesado de recuperação da capacidade de nossas FA’s.
    O azar é que não é possível aguardar até 2026 para agir no intuito de dotar o país com um poder militar respeitável.
    Isto seria muito tarde, pois a China trabalha com a meta de chegar a uma capacidade militar próxima a do Tio Sam já em 2030 e os especialistas em clima da ONU estimam que deveremos chegar a um patamar de perto de 1,5 graus de aumento da temperatura média do planeta aí por 2025.
    Ou seja, de uma forma ou outra, lá por 2030 deveremos ter um cenário geopolítico bem complicado, com as grandes potências em uma corrida armamentista numa nova guerra fria e uma composição complicada de migrações e problemas de produção de alimentos devido a condições climáticas desfavoráveis em diversas partes do mundo.
    Resumo da ópera, poderemos:
    1 – Restabelecer uma relação de parceria com o Tio Sam, o que implica voltar a condição onde seriamos parte de um bloco liderado por ele. Condição que desagrada toda a nossa inteligentsia;
    2 – Aceitar uma parceria com a China, onde ficaria implícita nossa subordinação aos interesses chineses e, por outro lado, teríamos o compromisso dela em garantir a nossa defesa. Esta opção goza da simpatia de nossa centro esquerda, apesar de ser tipo Marta Suplicy;
    3 – Assumir a responsabilidade plena quanto a nossa defesa e partir para um grande esforço em estabelecer um poder militar dissuasório crível.
    Uma alternativa de difícil execução tanto pelos custos como também por exigir uma mudança cultural, pois a crença que existe até nas FA’s é que somos um país pacífico, tão boa praça que ninguém irá nos atacar.
    Sds

  76. Errado Suburbano, A China não vencera os EUA pelo singelo motivo de que não é uma democracia (ainda). Acabei de assistir um documentário sobre energia e os chineses estão ávidos pelo “sonho americano” (palavras deles mesmos); à medida que a China tiver mais e mais gente ingressando na classe média, com todo consumo envolvido ou ela irá implodir e se dividir ou irá se inviabilizar. A China é uma equação inviável. Agora ela está na área de distensão que podem ter ainda sem problemas, mas logo a grande quantidade de pessoas associadas a um consumo per capita maior em tudo irá simplesmente inviabilizar a continuidade do desenvolvimento. Isso ja está acontecendo, eles ja estão reduzindo e se freando.
    Isso não bastasse, eles ja deram uma amostra que são predadores e individualistas. Nos misturar com eles é pra nos usarem como fornecedor de alimentos e minério. Dai não vai sair nada de útil.
    Os chineses são o inimigo.

  77. Vamos fugir, serraria uma Boa opção!!!kkkk assim dizia RAUL SEIXAS : PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER. Ser indeciso é um problema sério. Todo momento em que tive que tomar decisão,sair vitorioso, pois, a indecisão leva ao vasio. Vindos de todas as partes indo pra lugar algum, assim caminha a raça humana se devorando um a um, olhei para o horizonte ele estava lá, meu inimigo. Defender a minha prole é o que interessa. Eles defendem à deles.

  78. Vincenzzo 21 de novembro de 2017 at 13:52

    E quem disse que os chineses querem dividir algo com o Brasil ? Daqui só interessam commodities eles mesmos já disseram isto.

    sub-urbano 21 de novembro de 2017 at 15:14

    E quem disse que os chineses querem dividir algo com o Brasil ? Daqui só interessam commodities eles mesmos já disseram isto.

    x2

    —-

    Com os americanos temos várias pautas em comum, notadamente os biocombustíveis que são do extremo interesse deles.

    Bush filho parou SP uma tarde toda para conhecer a Transpetro. O Brasil soube conseguir algo deste interesse ? Não, porque aqui não sabemos trocar algo…

    O PT cismou com o petróleo é nosso…mas acredito que no fim foi só para roubar mais para eles mesmos.

  79. sub-urbano 21 de novembro de 2017 at 15:14

    Já ouviu falar em exuberância irracional? É exatamente o que ocorre na China! Basta ver que nesse séculos já gastaram mais cimento e concreto que os EUA durante o séc. XX todo. Ocorre que enquanto o consumo de cimento e concreto nos EUA durante esse período deixou ícones como o Empire State, o edifício Chrysler e a Represa Hoover,na China foi empregado para construir cidades fantasmas no meio do nada apenas no intuito de movimentar a economia (“fazer a roda da economia girar” como diriam os “jênios” petralhas). Ocorre que isso gera um passivo na medida em que não são vendidos. O mesmo se aplica a essa rede social, cujo valor de mercado “maior que o Facebook” é claramente artificial.

    Outrossim, já que você está reclamando que a democracia “só atrapalha” não se esqueça que a democracia é o que lhe permite vir aqui escrever suas bobagens.

    Por fim, se você quiser saber como é um país que associa aos EUA, temos como exemplo Japão, Coreia do Sul e Israel para ficar em alguns. Agora se o objetivo é ver o que acontece com um país que se associa à China, basta olhar para o Zimbábue.

  80. HMS TIRELESS ( 22 de novembro de 2017 at 8:28 );

    Apenas complementando…

    Em média, 75% dos ativos dos cidadãos chineses estão concentrados em imóveis… Isto é, 75% da riqueza de mais de 1 bilhão de chineses pode virar pó da noite para o dia…!

    Tenebroso… pra dizer o mínimo…

    Só pra efeito de comparação, os americanos não tem mais que 25% de suas riquezas em imóveis.

    E ainda tem o efeito cascata que se seguirá, com a perda de produtividade em diversos setores, que ficarão terrivelmente ociosos. Logo de cara, pode ocorrer uma queda de uns 50% só na produção de cimento e de aço, o que vai levar por tabela toda a infraestrutura criada para suportar esse crescimento artificial chinês a bancarrota.

  81. HMS Tireless

    Tem uns 20 anos que pessoas alienadas como você vem repetindo que a China vai quebrar. Nesse tempo o Brasil quebrou 2 vezes! kkk

    Enquanto isso a economia da China quase que triplicou de tamanho!

    Olhe ao seu redor, 90% dos produtos tem escrito “made in china” atrás.

    Até a energia que chega ao seu computador nesse momento provavelmente é fornecida por investidores chineses que acabaram de comprar uma grande parte dos ativos do setor de energia elétrica da região sudeste.

    Você repetir na frente do espelho 1 milhão de vezes que a China vai quebrar não mudará esse fato.

  82. RR –

    Esses investimentos da China foram esmiuçados em uma edição da Revista Istoé que inclusive tenho aqui em casa em algum lugar.

    O objetivo da China é segurar os preços de imóveis para que não ocorra uma bolha como por exemplo a que acontece no Brasil.

    Eles financiam a construção e não a compra.

    O objetivo é frear o processo de gentrificação que por exemplo ocorre no Brasil onde uma casa geminada de 1 pavimento chega a valer ridículos 700 mil reais em uma capital.

    Eles aumentam a oferta para conter o preço de expeculadores imobiliários.

    A China não entra para perder. É uma tecnocracia mais sofisticada que a soviética porque não se apega a dogmas.

    Essa gente vai emergir como potência dominante nesse planeta daqui a algumas décadas.

    Se você tem fichas pode apostar neles, na China. Os USA já eram. Nem emprego eles tem mais! Daqui 50 anos eles são um Brasil. Eles estão decadentes! A decadência escorre pelas paredes.

    Donald Trump é o Dom João VI deles.

  83. Sub, estude um pouco e tu verá quanto a economia chinesa ja desacelerou nos ultimos anos. So pra teres uma ideia do problema que virá, um chines gata 1/5 da energia de um norte americano. Para se manter em desenvolvimento acelerado os chineses terão que por cada vez mais gente na classe média. À medida que fizerem isso, aumentará exponencialmente as necessidades de recursos naturais a um ponto onde notoriamente eles não serão capazes de prover. Depois que as pessoas conhecem o gostinho do ocidente ( carros eletrodomésticos, viagens etc…) não aceitaram perder isso e haverá uma hecatombe política lá.
    No caso da energia, levando em conta uma população 4 vezes maior, se os chineses chegarem ao consumo energético per capita dos EUA teríamos que ter 20 vezes a energia que os EUA hoje geram. isso os chineses não conseguirão. Ou seja, eles são um trem desgovernado.
    E esta estória das cidades fantasmas é verdadeira. Conheço ao menos 2 pessoas que estiveram lá e confirmam. A economia foi mantida artificialmente aquecida ( igual PT fez aqui com o endividamento do crédito fácil). O ciclo chines esta terminando. Claro que eles pelo seu volume irão crescer ainda muito, mas na raiz deste crescimento está o próprio germe da derrocada deles. Não há como dar vida boa a todos os chineses e os que não a tem irão querer também. Não se controla um pais de logo um bilhão e meio sem uma ditadura e nenhuma ditadura irá resistir neste contexto.

  84. Gilson Moura
    O pensamento inclusivo americano começou com John Rawls e sua Teoria de Justiça e Equidade nos anos 1970, que percebeu que apesar da mobilidade social, para quem se encontrava nos estratos inferiores o esforço era maior, e quem estava acima se via sob um “véu de desconhecimento” do que acontecia abaixo. E que o Estado deveria intervir no processo.
    Tal teoria foi uma das bases do pensamento social-democrata. Mas a esquerda se apropriou desta teoria.

  85. sub urbano…

    Também não acreditaram nos verdadeiros economistas que disseram já lá pelos anos 20 que o modelo soviético era insustentável. Até os anos 80, tinha até prêmio Nobel dizendo que a URSS ira superar os EUA em pouquíssimo tempo… Deu no que deu…

    Não se pode dizer que os chineses não entenderam o que aconteceu na URSS. Eles realmente entenderam… Mas… O problema é que os chineses apostaram tudo nesse modelo keynesiano de investimento pesado em infraestrutura “a lá” Roosvelt, insistindo em mantê-lo até aqui. Daí que esse tipo de política anti-cíclica para estímulo econômico pode até funcionar por um determinado período, mas uma hora o potencial de investimento se esgota pelo simples excesso de oferta! É inevitável… Simplesmente não é possível brincar com especuladores o tempo todo. Uma hora, os preços haverão de despencar… Pode levar décadas, mas acontecerá.

    E só pra lembrar: a dívida pública chinesa já está em mais de US$ 24 trilhões e subindo…!

    No mais, sustentar adequadamente a população e produzir um nível de vida equivalente ao do Ocidente, depende de uma produção de riqueza que eles simplesmente não tem condições de arcar no atual momento.

    Considere a produção de riqueza para proporcionar as pessoas suas necessidades básicas de alimentação e vestuário. Imaginando uma distribuição igualitária da riqueza, seria necessário uma renda per capita de uns US$ 12000 por ano. Hoje, os chineses estão em US$ 7900 e se mantem… Resumo: não vai dar… não com o atual modelo…

    O que pode mudar o quadro é a adoção de uma economia mais liberal, onde os chineses tenham mais liberdade para investir por conta própria. Ocorre que esse modelo cria automaticamente uma classe econômica mais independente, o que tende a descentralizar os poderes estatais.

    Outra: o custo de vida no país asiático já aumentou consideravelmente, acompanhando o desenvolvimento sócio-econômico conseguido até aqui. Isso faz a oferta de mão de obra se tornar cada vez mais cara, o que impacta no custo/benefício de se manter o investimento. Isso já teve reflexos, com empresas saindo da China e buscando mercados alternativos, como Índia e Vietnam… Aliás, se fosse apostar minhas fichas, apostaria na Índia para as próximas três décadas…

    Por fim, sobre os EUA, me dê o nome de cinco empresas que revolucionaram o mercado nas últimas duas décadas… Dúvido que vá encontrar algum nome asiático ou mesmo europeu…

  86. sub-urbano 22 de novembro de 2017 at 15:34

    Raciocinando por absurdo:
    – Quando as pessoas viajam para fora de seus países de origem, alguma delas compra Yuan?
    – A maior reserva de dinheiro da China, está em US$!
    – Que potencia mundial será a China se precisa de US$ para negociar? No mínimo estranho.
    Aliás, já comprou seu “lote” de Yuan hoje?

  87. Sub-urbano, o sinofilo alienado aqui é você! Como os colegas explicaram muito bem o modelo chinês é simplesmente insustentável, e a sua explicação para as cidades fantasmas é risível pois todos aqueles imóveis vazios simplesmente não tem proprietários visto que a imensa maioria da população chinesa simplesmente não pode comprá-los pois os preços continuam altos. Ou seja, tais ativos estão apenas se depreciando….

    No mais você é tão desinformado que hoje a taxa de desemprego dos EUA está em 4,1%, a mais baixa em 17 anos…

  88. 1° passo é nos tornarmos estado livre associado dos EUA.
    2° passo é passarmos a fazer parte da federação.
    Pronto, fim da discussão.

  89. Delfim Sobreira 22 de novembro de 2017 at 17:36

    É como eu disse, os EUA hoje estão em um processo de choque cultural e ideológico. Se eu não me engano o Catolicismo já é a maior religião dos EUA, mas o Protestantismo ainda continua forte no país, a social-democracia em ascensão com a queda do liberalismo clássico, enfim há significativa mudança nas conjunturas culturais dos americanos.

  90. Wwolf22 eu suspeito até de mais doações ou de compras de algo mais sofisticado e ai o alinhamento facilita.

    RR , outro ponto complementando o que tu bem lançaste: Por quanto tempo os chineses irão ficar quietos aceitando trabalho quase escravo à medida que tiverem melhor condição de vida? Como fica a competitividade deles sem as 18 horas de trabalho diário e sem direitos mínimos ? A competitividade da China se reduzirá na exata medida que sua população tiver melhores condições de vida.

    O desenvolvimento chinês traz em si própria semente do seu malogro futuro. Ele só funciona com uma ditadura onde a pessoas tem renda e qualidade de vida baixa e pouca demanda. Não funcionará em um país com mais de um bilhão querendo vida boa, gerando demanda sem par de recursos e com espaço limitado, pois isso também implodirá o governo centralista, e quando isso ocorrer, todas as mazelas que limitam o crescimento aparecerão, a começar pelos sindicalistas parasitas. O capitalismo não vem so com a parte boa.
    Um pais com mais de um bilhão so funciona com governo forte e povo miserável e obediente. Mas não existe isso quando há desenvolvimento econômico. Eis ai dilema insolúvel deles.

  91. Colombelli
    A China sempre existiu sob a batuta confucionista, centralizada e burocrática, mais de 2000 anos antes do comunismo. Não mudou muito e tentará evitar este colapso do sistema mesmo limitando seu desenvolvimento.

  92. É a unica forma, mas não creio que conseguirá conter a população que experimentou as benesses da vida capitalista ocidental. O pessoal mata por um ar condicionado e um pc com internet.

  93. Colombeli, Delfim Sobreira,

    Acredita-se que atualmente, por ano, desencadeiam-se milhares de manifestações de algum tipo ( manifestações locais, de pequena monta, com média de umas 1000 pessoas ) em toda a China. Vai ser interessante quando isso se tornar uma massa única…

    O “problema” gira em torno de diversas questões, todas interligadas… E penso que o “fator-mor” é justamente o contato cada vez maior dos chineses com o resto do mundo capitalista, o que é algo praticamente impossível de se evitar… Imagine o dilema do indivíduo que nasceu em uma vila pobre no interior da China, vivendo praticamente no século XIX, e num repente se vê na condição de conhecer o mundo exterior. Ele vai aos EUA ou Alemanha ou outro país de primeiro mundo e vê aquele povo cevado, de bom porte, que mora em casas largas ( uma propriedade com direitos plenos ), que tem carros do ano e, principalmente, tem direitos trabalhistas com os quais os chineses nunca sonhariam… Aí ele lembra das condições no seu país… Pira o cabeção…! E pior: ele volta pra sua terra e conta o que viu! Pira mais cabeções ainda…!!!

    O contato com Hong Kong e Macau, fortemente capitalistas e liberais, também mostra a eles uma vitrine do que a China poderia ( ou deveria ) ser. E justamente nesses territórios especiais, concentra-se uma imensa resistência pela manutenção dos padrões de vida “britânicos” que possuem, além da cultura algo ocidental que adquiriram ( visão democrática e capitalista ).

    Mesmo que seja possível a manutenção do atual sistema ( é teoricamente possível manter uma economia liberal em um sistema político unipartidário e bastante interventor na vida privada ), o que é certo nisso tudo é que a China do futuro terá que romper paradigmas no que tange as relações do cidadão com o Estado…

  94. Qual é o problema afinal do MD ter uma agenda de Estado com os estadunidenses? O MD faz a sua parte . Por que não estão mais querendo fazer com os chineses? Poderia O Md ter uma agenda de estado com os russos com os alemães. Convenhamos produtos chineses não são confiáveis. Meios de combate podem ser bons para eles e não nos atraem a relação Norte -Sul é mais fácil e os investimentos são melhores. Os chineses são piores em negociar( não quer dizer que estejam, pensem como chineses) maquinário, ferramental, tudo que vem da China possui qualidade inferior. Realmente o interesse deles são comódites. O que ganhamos com o afastamento dos negócios e investimentos ao longo dos 25 anos de nossos governos com os norte-americanos? Podemos negociar com quem quiser, mas não podemos é ser sempre idiotas e pensarmos que países que mantém mão de obra quase escrava nos ajudará em alguma situação. Os imperialistas malvadus do norte só são ruins quando não mandam dólares. Um exemplo : está no poder naval e as buscas ao “sub” argentino. Quem mandou imediatamente ajuda? Política de estado diferente e muito de política de governo. Outro exemplo os russos restringiram entrada de carne brasileira ao seu mercado. Isto é para baixar preços. Russos comprão carne com quem? E assim caminha o mundo. E sou a favor de política de estado com russos , Alemães, italianos… Se nossa indústria de defesa estivesse a pleno vapor e nossa educação fosse mais pragmática, receberíamos um grande pedaço do mercado da América hispânica. Trinta anos de erros e destruição e vinte de ignorância e sede de poder e a população(nós) que se f…-..Abraços a todos.

  95. Abraços a todos. Desculpe a revolta pois meu comentário foi retido e com razão. obrigado aos editores

  96. Como esperam que os EUA ou qualquer outro país desenvolvido respeite e ajude o Brasil (sendo um super parceiro) vendo a maneira como o nosso governo age? Não passa um dia sequer sem que tenhamos notícias de corrupção nos altos escalões do governo, não passa um dia sequer sem que tenhamos notícias sobre tráfico e sobre a crise de violência que o país vive.
    Qualquer governo com bom senso vai olhar o Brasil como ele é e vai ficar aterrorizado ao ver como a população não tem perspectiva alguma de mudar essa situação.
    Ano que vem tem eleições novamente e se depender da maior parte da população ( e da pura falta de opções) o Brasil vai ser governado novamente por um governo populista que é a favor do regime de CUBA, COREIA DO NORTE E VENEZUELA…
    Assim como os norte coreanos, estamos fadados em ter um governo sugador que faz de tudo para se manter no poder.
    A estrutura política brasileira é baseada na oferta de cargos, favores e benefícios que cada um vai obter ao utilizar-se de sua influência ou recursos para alavancar o candidato ao poder, até mesmo em minha pequena cidade de menos de 30k de habitantes, é incrível ver como essa estrutura funciona, e pensar que isso está impregnado pelo país inteiro é impossível pensar que esse país vai ter alguma melhora.
    *Penso que para ser Ministro da DEFESA, deveria ter como requisito mandatório conhecimentos e experiência em funções estratégicas do setor militar, acho estúpida essa indicação de “cumpanheiros” para cargos que afetam diretamente a soberania nacional.

  97. Senhores, isto é um discussão estéril. Longe do discurso, ame ou deixe o Brasil.
    Mas lanço aqui uma pergunta, o Brasil está uma desgraça, se for para emigrar, qual o destino?
    EUA, França, China, Russia, Venezuela, Cuba, Portugal, Espanha, Canada, Austrália?
    Creio que vamos term poucos emigrantes para China, Russia, Venezuela ou Cuba. Estou errado? Então por que tanta defesa por estes países?

  98. Humberto.
    Tenho uma amiga esquerdista que caiu na contradição.
    Emigrou para Portugal, toda boba achando que estava em um país socialista. Começou a tirar fotos de toda a beleza portuguesa e postar no Face toda boba. Eu, filho de português, só olhando.
    O dia que tirou uma foto de igreja barroca toda forrada a ouro, não me segurei :
    – este ouro todo saiu daqui, do solo roubado dos índios com suor dos escravos negros.
    Ahh na mesma hora os novos amigos lusitanos defenderam que o BR era colônia, que era o certo… e ela ficou calada.

  99. Como todo mundo já “pitacou” lá vai o meu (podem mandar chumbo que meu colete é resistente..kkk).
    Minha mãe sempre dizia: “Cuidado com suas companhias moleque!”.
    Os aliados da antiga União Soviética só sairam das sombras depois que o “império” implodiu.
    As “viuvas” foram morar na casa do Putin e só estão levando ferro, além do que, economicamente, a Russia esta bem ruim (a meu ver, só não esta quebrada porque continua a fornecer GN para a Europa e o Putin fala grosso apenas para manter a soberba pois o Trump o atura). Quanto à China, o “eldorado” vai acabar porque a realidade vai ficar escancarada quando fizerem as contas do prejuízo e vão ter que voltar ao mundo real. Por enquanto os chineses estão experimentando o “chazinho mágico” e estão sonhando e aproveitando o que só o capitalismo pode oferecer. Vamos ver como reagirão na primeira crise. Os ultimos governos tiveram como seus amantes e senhores, figuras como Evo Morales, Maduro, o tarado iraniano, Fidel e outras porcarias e…..transformaram o Brasil em lixo.
    Agora voltando ao que minha mãe dizia: Relacione-se com alguem com quem voce aprenda e evolua, jamais com gente pior do que voce.
    Complementando com uma citação conhecida: “Passarinho que acha que é morcego, acaba dormindo de cabeça para baixo”.

  100. Delfim Sobreira 24 de novembro de 2017 at 22:49
    Humberto.
    Pois é..Ai fica uma pergunta.. Se eles eram os donos, por que raios nós que temos uma dívida com os afro descendentes? Eles que deveriam pagar as cotas nas universidades.
    O bem bom todos querem, mas pagar a bagaça ..fazem de desentendidos.

  101. LUIZ ANTONIO fizeste este curso de Desinformação e Auto ColonizaÇÃO onde ? Destes uma aula de DESINFORMADO , preferes que continuemos Colonizados e façamos mais um Acordo CARACU com o Tiozinho do Norte , para uma Nação que foi Líder das Américas e esta REPUBLIQUETA DE CASTAS CORPORATIVISTA nos Relegou a Reboque do nosso** MUI AMIGO** , tudo bem, este novo Acordo deve ser o ** CARACU 128 ** !!

  102. Bosco…
    “Eu fico imaginando, num hipotético cataclismo global onde só o Brasil sobrevivesse como é que será que ficará o futuro da humanidade nas mãos dos brasileiros sem russos, ucranianos, suecos e americanos pra nos passar tecnologia? Conseguiremos levar adiante a humanidade? Será que conseguiremos atingir as estrelas, só com a genialidade e ânimo do “brasilians sapiens” tendo em vista o tanto que somos chorões, vitimistas e dependentes?”
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    Xiiii Mestre Bosco…existem previsões esotericas espiritualistas…aquela em que a terra teria ganho sobrevida de 50 anos a partir do pouso do homem na Lua?….fala-se que que até 2019 não fizermos besteira, a coisa começaria a mudar rapido no mundo como um todo…mas se o pior acontecer, haveria uma convulsão natural terrestre, o hemisferio norte vai pro saco, poucos paises do hemisferio sul estariam habitaveis, Brasil seria um dos principais deles no entanto, varias nações seriam obrigadas a “ocupar aqui”… por simples sobrevivencia…até Argentina e Chile teriam areas devastadas…Ficariamos com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas….as demais regiões receberiam americanos, japoneses (que não sobraria nada) Europeus….Russos…a canoa terá de abrigar a todos….teriamos lições a ensinar, mas teriamos de aprender tambem….a necessidade faz o homem…

  103. Em primeiro lugar, países não têm amigos, têm INTERESSES econômicos, geopolíticos, e estratégicos. Segundo, o Brasil não tem que lamber botas de ninguém: nem dos EUA, nem da Rússia, nem da China. O Brasil precisa de uma política externa clara, com objetivos e parcerias bem definidas, para defender seus interesses.

  104. OTTO LIMA fazíamos isso antes de 1889 , mas os nossos militares de Terceira qualidade , resolveram nos colocar a Reboque do Mundo, de Líder , passamos a Capacho do Tiozinho do Norte , conheces a Revolta da Armada , ali claramente vemos o Exercito entregando o BRASIL a eles , conheças a fundo esta passagem de nossa História , e veja hoje como nossos militares se comportam junto aos do Tiozinho , ficam iguais a Pinto no Lixo , mas quando a Oficiais Russos e Chineses ,etc, se sentem altamente inferiorizados, pois aos do Tiozinho já estão acostumados a Capachos e aos demais ainda não !

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