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Paraguai recebe oferta de 20 Leopard 1A5 por € 12,8 milhões

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Leopard 1A5

O site Defensa.com noticiou que a empresa italiana Marconi Industrial Services e a espanhola Breogán Ingeniería ofertaram ao Paraguai 18 carros de combate Leopard IA5 e dois carros Leopard 1 de recuperação procedentes do Exército Italiano, pelo preço de € 12,8 milhões.

A oferta inclui peças de reposição, documentação técnica e um ano de garantia. As rodas e esteiras tem vida remanescente de 70%, mas sistemas de rádio e de alerta deverão ser selecionados pelo cliente segundo preferência e necessidade de homogeneização.

Os carros estão na Itália, nas instalações da Marconi Industrial Services e a oferta conta com financiamento de uma entidade de crédito espanhola em condições vantajosas.

Segundo o Defensa.com, o Exército Paraguaio pode se interessar pela aquisição, pois atualmente enfrenta luta antiguerrilha no norte do país contra grupos como o Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP) e Agrupación Campesina Armada (ACA).

148 COMMENTS

  1. Se o Paraguai não quiser o Brasil pode arrematar,já que tem toda a logística aqui.Mas deixemos que os nossos irmãos os compre e vamos fazer a manutenção para eles.

  2. Euro 12.800.000 X R$ 3,90 (cotação do Euro hoje) = R$ 49.920.000,00.
    R$ 49.920.000,00 / 20 = R$ 2.496.000,00 cada.
    Mesmo com o pacote adicional de peças, documentação e garantia, fico na dúvida.
    Não seriam 12,8 milhões de reais e não euros?
    Ou não seriam 2Ax?
    Este blindado é apropriado para luta antiguerrilha?
    Peço ajuda dos colegas.

  3. Estranho né…está caro! Os nossos custaram 500 mil reais cada?
    Poxa, o EB precisa ir atrás desses blindados…Os Leo1A5 é nosso! kkkkk

  4. Não tinha listo a nota do Defensa.com. É melhor esses blindados irem para o Paraguai esmagar essas guerrilhas. É preciso apagar essas fagulhas antes que virem um incêndio de grandes proporções.

  5. Ja esta na hora do paraguai adiquiri blindados modernos,os caras opera shermans e stuarts da 2 guerra mundial….alem do que o Brasil possui a capacidade de mantener esses vetores localmente,ou seja,caso o paraguai prefise de manutencao,eles mandam para ca e a gente lucra com isso kkkk

  6. Seria melhor virem para o EB, isso sim.
    Todas as torres de Leo1BE estão com problemas. Além do mais, o Exército vai operar o Leo1A5 por mais 1 década pelo menos.

  7. Triste ler os comentários acima, o Brasil disputando blindados velhos com o Paraguai!!!!!Nossa mãe do céu, deixem essas tralhas para eles, que aliás merecem mais do que a gente, o Brasil tinha que estar procurando Leopards 2 ou até superior, me canso de constatar como estamos no fundo do poço, mas parece que o poço é ainda mais fundo…

  8. Piada os comentários! Pessoal querendo Léo 1A5…

    Blindagem dele mal aguenta 30/40mm
    Léo 2A4 chilenos e T-72B1 e BMP-3 venezuelanos e T-55 do Peru comem ele de palitinho.

  9. Almir lamentavel é ver sua ignorancia,o 1a5 ainda é um dos blindados mais utilizados pelas forcas do ocidente,alem de ser comparavel ao t70 russo em nivel tecnologico,um excelente veiculo,muito superior a qualquer coisa que nosos visinhos possuam. Por favor antes de comentar asneiras movidas por desconhecimento e por esse cançer na mente de certas pessoas mais velhas(40 anos) que eu chamo de geracao vira lata

  10. Arariboia,engraçado que os alemaes falavam a mesma coisa do t34 quando iniciaram a operaçao barbarrosa,levaram uma surra de blindados “considerados inferiores” aos seus tigers 1 e 2…
    O chile tem meia duzia de Leo 2a4,idem pra venezuela com os seus t70,o que importa é o numero de vetores que estao disponiveis para fazsr frente a um vetor inimigo,a estrategia sovietica era mandar 3 t34 contra um tiger e esse era eliminado rapidinho. Sobre os t55 peruanos eu nao vou nem comentar nada,o cara ta achando que um blindado desenvolvido nos anos finais da 2 guerra podem fazer frente a um tanque moderno do fim dos anos 90….eita espirito de vira lada da zorra

  11. Marcus 5 de Janeiro de 2018 at 16:17

    Parte significativa da causa da indisponibilidade é a falta de sobressalentes para o estabilizador de tiro.
    A torre do Leo1BE tem vários componentes que só existiam nessa versão.

  12. Acho meio estranho esse preço, tô achando caro … seria uma boa pro Paraguay mais acho que tem outras opções melhores bem mais baratas do que esses Leopards 1A5 .

    Eu acredito que o Paraguay deveria ir atrás de uns M60 ou T-55 que tem manutenção barata e que poderiam ser comprados em maior quantidade, mais ainda acho que seria uma boa um lote de T-72 usados que a Rússia tem aos montes, seriam baratos .

    Já no nosso caso deveríamos focar em um blindado superior nem que seja para ir comprado aos poucos, talvez uma versão simplificada de alguns M1A1 Abrams usados dos Estados Unidos.

  13. Dodo 5 de Janeiro de 2018 at 16:44:”O chile tem meia duzia de Leo 2a4,idem pra venezuela com os seus t70,o que importa é o numero de vetores que estao disponiveis para fazsr frente a um vetor inimigo”
    .
    O Chile possui mais de 100 Leopards 1A5, mais de 200 Leopards 2A4, e quase 300 Marderes 1A3. A Venezuela adquiriu cerca de 180 T72-B1. De certa forma emparelha em quantidade com os Leopards operacionais brasileiros…
    .
    Ps: não adianta me chamar de vira-lata ou qualquer outro adjetivo pejorativo. Não me ofendo fácil.

  14. Lembrando que nosso pais e talvez o chile (este nao sei ao certo) sao os unicos que tem doutrina militar para operar “tanques” na america do sul .

  15. Dodo 5 de Janeiro de 2018 at 16:44
    Arariboia,engraçado que os alemaes falavam a mesma coisa do t34 quando iniciaram a operaçao barbarrosa,levaram uma surra de blindados “considerados inferiores” aos seus tigers 1 e 2…

    Dodo, quando os alemães atacaram a Rússia na operação Barbarossa, em 1941, eles ainda não tinham os Pzkw V (Pantera) e muito menos os Tigre I e II. O carro mais possante dos Alemães em 1941 era o Pzkw IV, que era inferior ao T34. A partir de um T-34 capturado, foi que Guderian traçou as especificações do que viria a ser o Pantera. E os alemães nunca substimaram os T34. Apenas ignoravam as suas características

    Arariboia 5 de Janeiro de 2018 at 16:33
    Piada os comentários! Pessoal querendo Léo 1A5…

    Blindagem dele mal aguenta 30/40mm
    Léo 2A4 chilenos e T-72B1 e BMP-3 venezuelanos e T-55 do Peru comem ele de palitinho.

    Arariboia, acho dificil o T-55 conseguir deter o Leo 1A5, pois o Leo 1 foi feito para superar o T62. O Leo 1A5 para superar o T-72. Se vc quiser me dizer que o Leo 2A4 do Chile supera o Leo 1A5, eu vou concordar. Mas me dizer o mesmo dos outros modelos (T-55, T72 e BMP-3), gostaria de ver as suas fontes para uma afirmação destas, que me parece meio descabida…

  16. Não sabia que o Chile tinha Marder, os caras são feras mesmo! De qualquer forma o Chile é aliado do Brasil e nem faz fronteira com o Brasil.

  17. Deu a louca no pessoal.
    Deixem esta tralha para o Paraguay mesmo.

    Única utilidade que eu vejo neste velho blindado é sua carroceria sem a torre. O conjunto de chassi e rodado de esteiras daria um bom lançador de foguetes…mas só se usarmos o que ja temos.

    Estes velhos Leo 1 estão muito caros.

    Sds.

  18. Ivan BC
    Viu fugir um pouco do tema, pra falar um pouco do Chile q Of de lá, q estudaram comigo, me disseram.
    Eles pensam um pouco como Israel. Não podem perder terreno, pois ou são partidos ao meio, se em confronto com a Argentina, ou chega-se rápido em locais importantes, se atacados pelo Peru.
    Por isso, entendem q não devem se preparar em caso de seus vizinhos mudarem a postura, mas devem estar preparados já, sob pena de não ter força suficiente para se defender.
    Sua capacidade de mobilização também não é grande, o q complica.
    Assim, investem em bons meios, pra já inibir alguém de se preparar contra eles, pq teriam q gastar $$ pra conseguir supera-los.
    Atualmente, tem até realizado exercícios juntos com a Argentina.
    Com o Peru a situação não é tão amigável. Inclusive tem exercícios de vulto e locais pre-posicionados de logística. As unidades já tem ensaiado e estudado hipóteses reais.
    Sds

  19. Agnelo Moreira 5 de Janeiro de 2018 at 18:44
    Obrigado!
    Que pena que ainda existe esse atrito entre os 2 países, tem que acabar com esse atrito…

  20. Roberto Medeiros O Leo 1A5 é fraquíssimo em blindagem ela no ponto mais forte é de 700mm em aço e armado com com canhão de 105mm… Ele praticamente não perfura a blindagem do T-72b1 com era e não resiste aos disparos do 125mm.
    Não vou falou do T-72BA/B2/B3/B3M russos porque é outro continuem e é covardia com os nosso leo.

    Os BMP-3 possuem um canhão de baixa preção 100mm + míssil e o canhão de 30mm.

  21. Leopard 1a5 é mbt de primeira geração recauchutado. Devia ir pra sucata. Com esse dinheiro o Paraguai podia conseguir coisa melhor.

  22. Rafael_pp fwlo e repito novamente,vc tem espirito de vira lata,180 leopard operadionais ? Ta viajando ? O brasil tem perto de 400 leopardas 1a5 e em torno de 200 leopards 1 e algumas desenas de m60 patons,alguns destes modernizados,o Brasil continua tendo a maior força blindada da america do sul

  23. Só lra complementar aqui,lembrem da surra que a Turquia levou durante a operacao eufrates shield ano passado,dos mais de 20 Leopards 2a4 enviados cerca de 7 foram destruidos(incriveis 35% de toda a força de ataque)por misseis de unidades anti carro kurdas,um resultado tao catastrofico que o exercito alemao enviou seus lotes de leopards para uma reavaliacak completa,tinha uma materia do deuche walle(nao sei bem comk se escreve o nome desse jorrnal) que fala sobre isso,o chile desesperado tbm fez a mesma coisa,visto que boa parte dos misseis anti-tanque utilizados pelos kurdos sao os mesmos que equipam o exercito peruano e algumas poucas unidades do exercito bolivniano,essa histlria do leopard 2a4 ser tao superior assim ficou bastante manchada graças a campanha turca na siria(se por imcompetencia dos estrategistas militares trucos ou nao,ai já é uma outra discussao)

  24. Será que agora os imbecis dos nosso “polititicos” (de titica de galinha) vão parar com a mania de doarem os equipamentos militares? Pois se podem comprar da Itália, seja pelo preço que for, então que não doemos mais nada a esses nosso vizinhos.

  25. Dodo 5 de Janeiro de 2018 at 21:04. Dodo, não fala besteira. O EB adquiriu 240 leopard 1A5br dos estoques da alemanha. Dos 128 leopard 1A1 belgas, somente 91 estavam operacionais. Os M-60, dos 91 tanques adquiridos dos EUA, somente 28 estão operacionais, não são modernizados, são da última versão fabricada M-60A3TTS ( Termal Tank Signal).

  26. Dodo 5 de Janeiro de 2018 at 21:04

    Na verdade o EB possui isso aqui operacional:

    216 Leo 1A5 nos quatro RCC
    39 Leo 1A1 em três RCB do RS
    28 M-60 no RCB do MS.

  27. Seal e para,me escuso pelo erro nos valores. So por curiosidade,onde conseguiram essas informaçoes de operacionalidade ? E o que foi feio dos 63 outros M60? (btw quando eu falei modernizados me referi a versao mais atual deles,a a3tts)

  28. E quanto a VLTP’s e outros blindados e caça tanques que nao sejam MBT’s alguem sabe de um valor aproximado ? Por exemplo o numero de guaranis e cascaveis por exemplo

  29. Arariboia 5 de Janeiro de 2018 at 20:15
    Roberto Medeiros O Leo 1A5 é fraquíssimo em blindagem ela no ponto mais forte é de 700mm em aço e armado com com canhão de 105mm… Ele praticamente não perfura a blindagem do T-72b1 com era e não resiste aos disparos do 125mm.
    Não vou falou do T-72BA/B2/B3/B3M russos porque é outro continuem e é covardia com os nosso leo.

    Os BMP-3 possuem um canhão de baixa preção 100mm + míssil e o canhão de 30mm.

    Arariboia: O Leo 1A5 é uma evolução do Leo 1 (que foi desenvolvido para destruir os T-55/T62). O Leo 1A5 foi criado para fazer frente até ao T-80B (e isto sem o canhão de 120mm que pode ser colocado na torre, substituindo a peça original de 105mm). http://sistemasdearmas.com.br/ter/leopard1beraldi.html

  30. Um detalhe, Arariboia: O canhão de 105 mm do Leopard 1A5, com um único tiro, tem capacidade de atravessar de 520 a 580 mm de blindagem. Ou seja: tem condições de romper com um tiro a blindagem frontal de um T72 (blindagem frontal reforçada, com equivalência virtual a 500/600 mm)

    Os Leopard 1A5 ainda são, para um TO na América do Sul, um Carro de Combate com um valor significativo. O unico rival que o supera hoje no continente é o Leo 2 chileno

  31. Ao militares do EB, Agnelo, Colombelli,

    Continua “sobrando” o 1 regimento de cavalaria mecanizado no RS, fruto da dissolução da 8ª DE.

    O que será feito com ele? Vai permanecer lá, sendo que no NE serão criadas 2 brigadas, sendo, portanto, necessário 1 esquadrão mecanizado em cada? E a 18ª Bd de Fronteira também não tem esquadrão cav. mecanizado.
    Ou até mesmo esse regimento poderia ser transferido para Roraima.

    Ou seja, há necessidade de realocação dos esquadrões regimento mecanizado que está sobrando. O EB pretende fazer alguma coisa, ou o regimento vai ficar lá no RS?

  32. Roberto Medeiros, na verdade o Léo é porcamente blindado… Ele tá no limite pra romper a blindagem do T-72BV frontal, isso se aproximando muito na casa do 1mil metros… Já o T-72BV atira e perfura o Leo 1A5 na casa dos 3mil ou mais e é imune lateralmente ao 105mm.
    Resumindo… as chances de Vitória do Léo 1A5 contra um T-72BV é limitada ao arco fronal, isso se conseguir chegar na distância de disparo de +- 1mil metros.
    O Léo 1A5 é altamente vuneravel aos T-72B1 / Léo 2A4 e até mesmo pro T-55

    Não sei onde vocês tiram que ele Relikté rival do T-72Bv ou Léo 2A4. Esses atiram primeiro, muito mais distante e são muito mais blindados.

    T-72BV é equipado com Kontakt 1 de primeira geração!

    Torcida não vence combate.

  33. Na verdade depende do T.O… se for contra venezuela, Chile e Peru ele tá lascando, já que em ambos se tem boas quantidades de mísseis anti tank… não falo nem da quantidade de armas anti tanque do tipo AT4 ou RPG7 que eles possuem.

  34. Arariboia,se o leo 2 é tao poderosoe blindado assim,como voce explica a catastrofe que foi a atuacao deles no teatro de operacoes sirias,em que quase metadae das unkdades turcas foram destruidas por misseis anti-tanque kurdos e tanques considerwdos inferiores como os t55 que os kurdos capturaram do ISIS ? E como explicar a alemenha exigir uma reavaliacao completa de suas unidades ?(coisa que o chile tbm fez). Na primeira vez em que esse blindado operou em uma situacao real de guerra,sua blindagem se mkstrou mto vulneravel a misseis anticarro como o kornet russo(o mesmo operado pelo peru e pela bolivia)

  35. Não sei como ainda conseguem comparar o Leo1A5 com os Leo2 chilenos….

    É a mesma coisa que comparar os T-72M iraquianos com os T-72-B russos.

  36. Eu só seu que quero o M1 Abrams para o Brasil … deveríamos dispensar todos os Leo 1A1 e 1A5 além dos M60 restantes e comprar um lote de uns 360 Abrams usados dos EUA … pois não dá mas pra ficar pensando em comprar Leo 1A5, o veículo é bom sim e tem suas qualidades, mas acho que já deveríamos ter partido para algo melhor faz tempo, e não venha ninguém falar em Osório NG que isso já é delírio demais até para o Brasil .

    Então aos amigos eu perguntou, além do próprio M1Abrams quais são as nossas opções hoje no mercado de usados, tem que ser algo plausível com disponibilidade de no mínimo umas 300 unidades e com um custo acessível …

  37. Felipe, os M1 Abrams é um mastodonte; seu peso inviabiliza a sua mobilização no território nacional com os modais disponíveis hoje. Algo mais factível seriam os Leo2 e os T90.
    Não gosto da ideia de desenvolver uma família nacional de carros leves (até 40t), como foi aventado. Acabaremos com um Tam da vida; caro por não ter escala e inferior até mesmo aos vetustos Leo A1 bananóides.

  38. Dodo hoje em dia, não existem CCs imunes ao mísseis. Os russos e agora o ocidente estão cada vez mais usando proteção reativa e ativa em seus CCs. Os Leo 2A4 turcos apanharam na fronteira por vários motivos… Desde falha de inteligência, como emprego incorreto T.O e assim ficando exposto a infantaria kurda com suas armas anti-tanque e misseis.
    Ainda na Síria , os T-90 de primeira geração doados a Síria tiveram 3ou4 perdas confirmadas e registradas
    Se formos além da Síria, veremos Abrams 1A1/2 da Arábia Saudita queimados assim como iraqui com seus Abrams 1A1.
    O maior problema do Leo 1A5 é que ele é muito fraco de blindagem, principalmente nas laterais e sua Arma de 105mm não perfura CCs um pouco mais atual e é exposto a praticamente todas as armas de 30mm pra cima.

  39. O ideal é era comprar uns Leos 2A5/6 até porque os A4 estão já estão bem antigos e vão em pouco tempo ser uma especie de 1A5.
    Os russos T-72B3 Mode 2016 ou T-90S e o Type 99 japonês estão na casa dos 45/50 toneladas… O problema é o custo.

  40. Amigos,

    O Leo 1A5 possui chapas de no máximo 70mm de RHA. A blindagem LOS permite um efeito de até 530mm contra munições HEAT em algumas partes da torre, mas parou aí…

    A bem da verdade, mesmo munições perfurantes de calibres inferiores ( digamos até 30mm ) podem lograr causar-lhe danos críticos, caso acerte-o pela retaguarda ou por cima.

    E francamente, pouco importa…

    Considerando que a esmagadora maioria dos combates acontecem a distâncias inferiores a 1500 metros, então, no nosso caso, todo o gato fica pardo! Não haverá blindagem por essas bandas que haverá de resistir a um petardo de tungstênio vindo a mais de 1200 m/s.

    Penetradores de energia cinética de tungstênio para canhões 105mm da família L7, salvo melhor juízo, podem varar o equivalente 750-800mm de RHA a 1000 metros. E se fosse um tipo de urânio empobrecido, certamente ganharia aí uns 200mm…

    Não considero que armaduras reativas sejam muito significativas nesse caso. Certamente fornecem alguma proteção contra munições HEAT, mas custo a crer que faria muito mais contra uma legítima APFSDS a menos de 1000 metros.

    E mesmo que a blindagem não seja varada, qualquer impacto em material rodande pode lograr imobilizar qualquer carro. E carro parado, é carro morto…

    A função da blindagem é, antes de mais nada, superar as armas utilizadas pela infantaria, isto é, rifles, metralhadoras, granadas; o que qualquer carro de combate, via de regra, consegue. Por isso ainda é útil em qualquer situação convencional.

    O mais preocupante é a cada vez maior disseminação de armas AC modernas de alcance cada vez maior e operadas a mão, o que tem potencial para tornar a vida de qualquer carro muito difícil. É uma quebra de paradigma, sem dúvidas, e que vai exigir mais proteção ( e se essa proteção extra compensa ou não, é o dilema maior, visto que o carro será muito mais caro e ainda assim estará em risco ).

    Aparentemente, proteções ativas hard kill ( ex: Trophy ) tem conseguido resultados bastante satisfatórios contra mísseis, sobretudo em cenários assimétricos. Aplicados junto a armaduras reativas e outras proteções soft kill, tem logrado salvar carros contra diversas armas AC. Armaduras NERA também tem se mostrado uma promessa interessante…

  41. Senhores
    O Leo atira a bem mais q 1000m.
    O conflito da siria, infelizmente ou não, não é muito parâmetro, tendo em vista como naquelas bandas utilizam seus meios sem muito respaldo doutrinário, quase no improviso.
    Os meios de emprego Militar são projetados para o emprego dentro da doutrina. Saindo dela, começa o “daquele padrão”.
    Sds

  42. Manuel, bom dia.
    Foi a 6a DE que acabou no Sul.
    Seu Regimento passou pra Bda C Mec q tinha nessa divisão. Se não me engano era a 1a.
    A transformação das unidades da 6a e 10a RM em Bda ainda não aconteceu. Não me recordo do prazo.
    Há o projeto de todas as Bda estarem completas, mas isso era de antes da crise. Não sei se algo irá pra lá.
    Acredito q a tendência natural é o CMNE perder unidades e não ganhar.
    Sds

  43. Por falar em doutrina de emprego de CC tanto o Colombelli quanto o Agnelo deram inestimáveis contribuições em outros tópicos no ForTe de notícias sobre o Leo1A5 e M113 no ano passado.
    Sugiro que o pessoal procure aqui no ForTe e leiam os comentário deles.

  44. Qual seria o preço médio de um Leopard 2A4 ?, não seria mais vantagem comprarmos umas 120 unidades do 2A4 ao invés de mais Leopards 1A5, pois EB ainda ta especulando aqueles 1A5 da Itália certo …

    OFF : fiquei sabendo que o Brasil teria interesse em alguns helicópteros de ataque Apache usados, alguém sabe de algo, de onde poderiam ser estes helicópteros ? …

  45. Agnelo Moreira o Léo atira bem mais longe… mas assim os 105mm não penetra os T-72 BV e nem os Léo 2A4.
    E mesmo assim tanto os venezuelanos e chilenos atiram primeiro. O Chile e Venezuela estão uns 15/30anos na nossa frente em doutrina e operação de CCs Ambos operam IFVs e mísseis anti carro operacionalmente… O Chile principalmente que continua sendo uma tropa muito profissional.

    É piada o EB ainda usar M-113 pra acompanhar Leo.

  46. Fellipe Barbieri,

    Até a década passada, seria possível obter um Leopard 2A4, revisado, por pelo menos US$ 2 milhões de dólares… Hoje, com a “nova Guerra Fria” que se descortina, a mera especulação já jogaria o preço lá pra cima… Podemos esperar uns US$ 2,5 milhões por carro, no mínimo… Aliás, isso vale para o Leo 1A5 também. Os nossos Leo custaram cerca de US$ 225 mil cada um! Hoje, estimo que o preço apenas do carro Leopard 1A5 em si, se fosse considerar um lote maior ( acima da centena ), poderia ficar fácil em torno de US$ 500 mil por carro, dependendo de quem vende.

    Seja como for, as necessidades locais ditam por um carro mais leve que o Leopard 2. Não seria impossível adota-lo, mas caso fosse, isso iria implicar em uma imensa reestruturação logística.

    Mais uma coisa: como implícito no texto da matéria, esse preço por esses Leopard 1A5 ofertados aos paraguaios inclui, além dos carros e sobressalentes, a revisão/atualizações, treinamento, e talvez contemple munições e alguma modernização pontual ( talvez optrônicos ).

    E como expus acima, há também a escala da compra, que influencia em todos os serviços por tabela… O Brasil comprou centenas. Nesse post, estamos falando de 20 carros ( 18 CC + 2 Bergepanzer )…

  47. Ivan BC,

    O leopard 2A4 é um bom carro… Só é pesado demais… Precisamos de coisa mais leve.

    https://www.youtube.com/watch?v=jHBDX6pInuU

    https://www.youtube.com/watch?v=JdrZZwDf3iE

    Até seria possível pegar ‘Leopard 2A4’ e evoluir para ‘2A5’ ou ‘2A6’… pagando aí talvez uns US$ 1,5 ou 2 milhões, dependendo do pacote… o que talvez daria aí uns US$ 3,5 milhões por carro… Não sei se compensa…

    Espertos foram os chilenos… Pegaram o saldão do Bundeswerh e puderam adquirir ‘Leopard 2A4’ a preço baixíssimo; salvo melhor juízo, menos de US$ 900 mil por carro ( dentro de um pacote que acabou custando US$ 1,5 milhão por cada ).

  48. Gente, um exército é basicamente composto de artilharia, cavalaria e infantaria, não existe super trunfo, as três operam juntas.
    No caso, nenhum país sul americano supera nosso exército, somente a nossa artilharia de foguetes baseado no ASTROS em suas diferentes versões já elimina qualquer exército da região, o Brasil tem a melhor e a maior artilharia de foguetes da região.
    Todos sabemos também que o Brasil tem a maior cavalaria da região e só usamos os mbts médios em função da logística na maior parte do nosso país, tem a ver com a capacidade de pontes e ferrovias em suportar blindados pesados.
    O Chile tem apenas 132 blindados Léo 2a4 em três regimentos com 44 unidades cada, esses blindados estão sofrendo uma gambiarra feita pela Asmar, onde estão substituindo os giroscópios originais , que já não funcionam e que por isso os Léo 2a do Chile não podem acertar um tiro em movimento, por giroscópios velhos dos antigos Léo 1av que ficam no sul do Chile. Com isso , os cerca de 100 Léo 1av restantes do exército do Chile, estão ficando sem giroscópios e logicamente sem capacidade de acertar um tiro em movimento, é o tal de descobrir um santo pra cobrir o outro, com isso, se hoje o Chile tiver 150 blindados leopards operacionais entre os dois modelos é muito.
    Mas de toda forma, mesmo que todos eles estivessem operacionais, não vejo como um mbt que tem alcance de tiro de no máximo 4 km, encarar sistemas de foguetes com 30, 40 ou 90km de alcance, a depender da munição.
    É bom dizer que a artilharia de foguetes chilena é pouca e obsoleta, baseado no sistema Rayo que no máximo alcança 30/40km.

  49. Ivan BC,

    O leopard 2A4 é um bom carro… Só é pesado demais… Precisamos de coisa mais leve.

    Até seria possível pegar ‘Leopard 2A4’ e evoluir para ‘2A5’ ou ‘2A6’… pagando aí talvez uns US$ 1,5 ou 2 milhões, dependendo do pacote… o que talvez daria aí uns US$ 3,5 milhões por carro… Não sei se compensa…

    Espertos foram os chilenos… Pegaram um saldão do Bundeswerh e puderam adquirir ‘Leopard 2A4’ a preço baixíssimo; salvo melhor juízo, menos de US$ 900 mil por carro ( dentro de um pacote que acabou custando US$ 1,5 milhão por cada ).

  50. Certa vez, vi um comentário de uma chilena dizendo que o exército do Chile ganharia do exército do Brasil se o conflito fosse no deserto do Atacama, achei engraçado o comentário da moça, penso que ela desconhece a capacidade dos sistemas Astros, o deserto do Atacama, assim com a maior bvr parte do Chile, tem cerca de 150 km de largura, então hoje, com os foguetes disponíveis no ASTROS, podemos atingir alvos a 90 km de distância, ou seja, não precisa nem invadir o Chile, é só disparar do território boliviano mesmo, que já detonamos tudo que estiver em 2/3 da região, e quando chegar os novos foguetes com 150 e 300km, o alcance será tão grande que poderíamos atacar os navios deles no Pacífico.

  51. O peru tem em média 500km de largura, com o ASTROS 2020 operacional com o míssil avtm 300, temos mais da metade do peru no alcance do nosso exército, será que os t55 velhos e oxidados podem com isso?? É muita viagem comparar países mequetrefes com o Brasil.

  52. E por isto q digo que o Leo 1A5 é um adversário muito bom para o nosso TO. Ele bate com folga o T-55 Peruano e o TAM argentino. Varre tranquilamente os Blindados Bolivianos e Paraguaios. E enfrenta de igual os T72 Venezuelanos (afinal, foi feito para enfrentá-los). O único “osso duro” q ele tem pela frente é o Leo 2 , o que em si não é uma grande preocupação: Além de não termos fronteiras com o Chile, não temos problemas com eles, pelo contrário. Além disso, como bem falou o Alexandre: Um ataque de Leos 1A5, apoiado por uma forte barragem de ASTROS e artilharia AP, destrói qq força terrestre no nosso TO.

  53. Arariboia
    Não é tão piada assim para o nosso cenário.
    O Chile está bem de doutrina sim. Mas as q ele pode usar. Cmb em Área Urbana estava muito aquém de nós.
    A Venezuela está MUITO ruim. Muito mesmo.
    Sds

  54. Arariboia ( 6 de Janeiro de 2018 at 13:36 );

    Só o fato de deterem um equipamento de geração posterior não significa que detêm uma doutrina mais evoluída em si…

    Não há nada que essas demais combinações façam que a ‘Leo 1A5/M-113’ não faça por nossas bandas, mesmo considerando a blindagem mais leve. A rigor, até onde sei, se treina praticamente da mesma forma e se executa o mesmo serviço.

    Um legítimo IVF faria melhor? Não tenho dúvidas de que sim. Mas custa caro… Caríssimo… E nós precisamos de quantidade…

    No mais, lembro a máxima já tão citada por tantos colegas aqui ( o Juarez em particular ):

    “Ter não significa manter e operar…”

    E seja como for…

    A rigor, a menos que se queira um ‘Namer’ ou coisa similar, de um APC para um IFV se acrescenta muito pouco em proteção, penso eu… Normalmente, se adquire a possibilidade de resistir a impactos de munição AP de 20 a 30mm, o que é pouco significativo frente a carros de combate adversários e armas AC portáteis. Aliás, a partir do momento em que se pode avançar com a força blindada ( que é uma situação onde obrigatoriamente se tem constatada superioridade no ponto de contato ), estas traiçoeiras armas de porte pessoal é que passam a ser as maiores ameaças. Por isso se investe tanto em novas proteções ‘hard kill’ e ‘soft kill’, além de blindagens ERA e NERA, que são vendidas em kits e podem ser adaptadas a esmagadora maioria dos veículos blindados por aí…

    De toda a forma, concordo que o M-113 é um veículo antiquado, e mereceria substituto. Os israelenses, por exemplo, tiveram experiências traumáticas com IEDs e armas AC… Estou certo que o EB esteja ciente das vulnerabilidades dessa viatura, contempla essas experiências alheias e já explora as possibilidades de se adquirir um substituto… Imagino que um lote de ‘Marder’, em número para dotar ao menos os RCB, seria a opção lógica.

    O L7 de 105mm pode seguramente penetrar um T-72B1 a 2000 metros, se dotado da munição correta ( APFSDS )… A torre é até bem protegida, mas o hemisfério traseiro e a lateral são particularmente vulneráveis. Podemos até especular que nessa distância, talvez a blindagem ERA dê alguma proteção. Mas conforme o espaço vai se reduzindo, a eficácia cai. A 1000 metros, duvido que faça muita diferença…

  55. Que o Paraguai consiga comprar tudo o que precisar para enfrentar estas guerrilhas! Se não forem estes, que sejam outros igualmente capazes. É importante cortar o mal pela raiz.

  56. A sobrevivência de um leopardo 2a4 não é lá essas coisas num teatro de guerra meia boca, isso ficou claro na Síria, onde mais de 10 Léo 2A4 foram destruídos por RPGs lançados por combatentes que calçavam sandálias, com pouco treinamento e que não pertenciam a um exército regular, vejam só , para quem diz que foi falta de treinamento do exército turno, é importante dizer que os m60 da Turquia fizeram um papel melhor, então só mostra que os Léo 2a4 não são isso tudo que se fala.
    Eu particularmente penso que doutrina, estratégia, logística fazem toda diferença, o meio usado para atingir os objetivos só é eficiente quando existe toda uma expertise por trás. Olha que eu não estou colocando os A27 tucanos, os A 29 super tucanos e os Helicópteros Mi 35 nessa equação, que compõem uma força de mais o menos 210 aeronaves que destruíriam qualquer exército inimigo sem afetar a capacidade de reação da nossa força aérea. Mas como o debate é sobre exércitos, vou deixar a FAB de fora.

  57. Concordo com o que foi dito pelo alexandre qje trouxe outras possibilodades de analise(a artilharia) de fato da ao Brasil uma superioridade contra o Chile(nao sabia tbm dos problemas de manutencao que estes estao tendo com o Leo2,interessante isso). Mas de fato,se for levar em conta sempre essa questao de blindagem e problemas em combate de chrta distancia, seria melhor declarar o fim dos MBT’s,pq sempre vamos cair nessa mesma discussao de blindagem e do fato de armas anti carro atuais,operados por uma pequena unidade de infantaria,conseguir neutralkzar os tanques pesados,acho que por isso mesmo estamos vendo essa mudanca de foco de diversos paises na producao de MBT’s para a producao de VBTP’s e arams anti carro,no contexto global atual de ameacas assimetricas acho que esse é o futuro

  58. Manuel, Duas das Brigadas da 3 DE tem 03 regimentos C MEc, logo mais uma brigada agregada ter também 03 R C Mec não irá alterar a composição padrão, pelo contrário. Aliás, temos 03 regimentos em outras partes do país, ou avulsos ou no lugar de um esquadrão, que poderiam ser reduzidos para esquadrão e fornecer meios para novas brigadas. Não creio que sejam movidas unidades do RS. Mas sem dúvida precisamos de cavalaria em RR. Se vierem novos Leo, seria bom por os M-60 lá e criar um RCB no Lavrado.

    Arariboia, limitar o combate blindado a uma simplificação baseada na qualidade de blindagens e canhões acaba por olvidar o elemento mais importante: o humano. Antes guarnições treinadas e boa doutrina, além dos elementos de apoio, é que fazem o conjunto do poder blindado. Os Leo- 1A-5 não perdem para os T-72, mormente quando operados por gente que leva a sério a coisa é não treinado so pra desfile como os venezuelanos. Voce está redondamente enganado sobre doutrina blindada tanto em relação ao Chile, como sobretudo em relação à Venezuela. A situação é exatamente a inversa. E IFV é apenas um componente que agrega pouco e nada na massa blindada. Eu comandei GC blindado e te falo por experiência. Torcida não ganha combate, mas tampouco o ganha apenas ter armas supostamente melhores. Israel que o diga. Um meio operacional depende de múltiplos fatores atuando conjuntamente. A arma em si é so um deles.

    Dodo, os dados postos de quantitativos correspondem ao efetivamente existente. Os M-60 restantes estão no parque de manutenção no PR. Os Leo 1A1 restantes uma parte foi vendida e outra mantida em Santa Maria para fonte de peças.

    Prezados, o Chile so faz exercícios pequenos, e tem um exercito relativamente pequeno. É o segundo poder militar da AL hoje mas está longe da gente. O conjunto é que conta. Mera presença do ASTROS ou de um fator isolado ( no caso deles os Leo 2) jamais pode servir para mensurar poder militar. É algo muito mais amplo e complexo que começa pela capacidade de mobilização industrial, suporte logístico, doutrina, pessoal treinado, capacidade de se manter e diversos outros fatores. Não incorramos em simplismos.

    Como bem disse o RR, hoje em dia, dada a disseminação de armas AC baratas, a blindagem é fator secundário. Qualquer carro poderá ser parado, destruído ou posto fora de ação por um missil de 200 mil dolares ou menos, ou até por uma granada de 800 dolares. O Leo 1A5 cumpre missão, nos coloca na vanguarda somado ao pessoal e demais meios associados e tem um bom custo benefício. Não adianta sonhar com o inalcansável.

    Felipe, o M-1 usa turbina. Teria custo de aquisição e manutenção inviável. Uma manutenção padrão nos EUA custa um milhão de dolares. O Leo 1A5 custou exatos R$ 512.000, valor este que me foi passado pelo responsável pelo desembaraço aduaneiro deles pessoalmente. Um Leo 2 hoje não sai por menos de 2,5 milhão. Totalmente inviável. Um Leo 2A7 a ultima aquisição contando com tudo está saindo mais de 30 milhões de dolares a unidade. Por ai se tira uma base.

    Hoje não temos condições de pagar milhões de dólares por um Leo 2, muito menos por um carro de primeira, que chega a 8 ou 10 milhões. E nem teremos condições de desenvolver um CC, talvez nem em conjunto com outro país. O importante é manter a liderança e não deixar se criar um gap muito grande. Mas principalmente, é preciso ter a noção de conjunto.

    Sobre os Apaches, não há nada de concreto mas a GB vai dar baixa em 48 deles em breve. Pode ser que tenham bom preço. É isso ou pagar 22 milhões pelo mais barato helicóptero novo disponivel.

  59. Mbts modernos são extremamente resistentes a armamento anti tanque no arco frontal.Nas mãos de quem sabe o que está fazendo são muito difíceis de destruir. Veículos leves não conseguem cumprir a mesma função que eles pois são vulneráveis a todo tipo de armamento e costumam possuir bem menos poder de fogo.

  60. Colombelli … grato a resposta, mas eu vou abusar de sua paciência e lhe perguntar, seria possível um M1 sem turbinas, eu já vi a algum tempo algo do tipo não me lembro muito bem do que se tratava .

    Quanto ao Leo2A4 eu acredito que 120 unidades por US$ 300 milhões em uma conta de padaria não é algo tão inalcançável para o Brasil, a questão seria o tal peso …uma opção de meio termo seria comprar mais um lote de 120 Leo 1A5 e elevar eles a um padrão do tipo os C2 do Canadá ou uma em modernização exclusiva que o eleve a um novo patamar .

    A abusando ainda mais de sua sabedoria Colombelli, você saberia dizer qual seria a condição destes Apaches do Reino Unido, quanto tempo se uso e será que não existem Apaches usados nos estoques americanos em melhor condição ??? …

  61. Felipe, pelo que sei o Apache britânico é de um lote antigo e tem algumas diferenças. Desconheço que os EUA tenham apaches em estoque disponiveis para a venda. O UK me acendeu o radar porque é um lote razoavelmente grande e não devem sair muito caros. Um lote de 12 ou 18 aeronaves deveria sair bem mais barato que um lote novo mesmo do mais barato disponvel no mercado ( faixa de 22 milhões a unidade). Os mais caros esta acima de 40 milhões de dólares. Claro que devem estar bem usados mesmo, mas ai é questão de ver o estado de cada unidade. A oportunidade surgira este ano ou ano que vem a princípio.

    Pelo que sei todos M1 usam turbinas, mas mesmo supondo que fosse possivel (e é) adaptar um motor diesel, iriamos pegar um lote antigo e ainda sairia muito caro. Simplesmente não temos condições de adquirir algo com valor acima de 1 milhão a unidade. E depois ainda tem a manutenção que no caso de usados dá mais que o valor de aquisição em um prazo de 10 anos. Ainda no caso do M-1 teriamos toda uma cadeia logística a ser alterada. Sinceramente se fosse para adquirir um outro tipo de CC eu optaria pelo M-60 TTS A3 para um RCC ou RCB em RR e uma reserva blindada de 72 a 108 carros para ficar estacionada em Rosário do Sul-RS e Formosa-GO. Sairia muito mais barato e ainda é um CC de respeito no cenário da AL, com farta disponibilidade de peças. Os dois RCCR seriam usados em treinamento como força opositora em tempos de paz.

    Hoje teríamos dificuldades sérias, inclusive, de achar Leo 2 no mercado. Fazer um upgrade do Leo 1A5 é uma opção, mas ai temos que ver dois fatores necessidade/custo/benefício e vida útil se compensaria, pois as células estão antigas já. Pra 10 ou 15 anos vale um investimento destes? ou seria melhor aguardar a baixa de leopards mais modernos ou do Ariete?
    O peso do Leo 2 seria outro fator, secundário, não impeditivo mas que demandaria investimentos em material de engenharia e logística adequado e alguma alteração de infraestrutura.

    Tiago, embora sejam muito mais blindados na frente, todos MBT são vulneráveis mesmo ali, aos modernos misseis AC. Na instrução básica do combatente, é ensinado que o CC deve ser atacado nas seteiras, sensores, lagarta e traseira. Uma granada de bocal lançada por um fuzil para um se atingir a lagarta. Depois é so ajustar a artilharia. Claro que isso não pode ser feito facilmente, mas hoje realmente o missil está em vantagem. Mas voce tem razão, o CC tem uma função que é insubstituível, e ela ainda pode ser cumprida no cenário atual, devendo ser feitas adaptações táticas e doutrinárias para mitigar o obstáculo das armas AC. Os paises europeus que abdicaram total ou parcialmente do CC estão pagando um preço caro por isso.

  62. Grato Colombelli …

    A minha humilde opinião pessoal é que deveríamos comprar um novo tanque a partir de agora, nem que seja em um rimimo de 40 ou 60 unidades ao ano, ao longo de 5 ou 7 anos já teríamos ao menos 240 tanques disponíveis, pois acredito em um pensamento a longo prazo … talvez eu esteja errado, mas considero o M60 um carro obsoleto, ou pelo menos de uma geração anterior a que eu gostaria para o Brasil .

    De fato os Leo 2A4 estão sendo disputados na unha, mas acredito que existem opções, posso estar errado, mas eu acho que a Coreia do Sul tem algumas centenas de K1 disponíveis em excelente estado, e este deveria ser levado em conta, ele tem até a vantagem de ser mais leve que o Leo 2 e muito mais leve que o Abrams … pois uma das causas de nossa situação melancólica na área militar se deve a sempre estarmos remendando os remendos, e nunca pensamos a médio longo prazo, a solução definitiva está sendo sempre postergarda . acredito que se o Brasil não começar a usar um tanque moderno nos próximos 4 ou 5 anos, não iremos nunca mais ter um tanque, acredito que depois que os Leo 1A5 derem baixa iremos por Guaranis com canhões em seu lugar …

    Agora se daqui a 15 ou 20 anos quando os Leo 2A4 já estiverem no osso algum general decidir comprar um lote e ninguém citar o problema do peso eu vou pegar as medalhas, estrelas e condecorações e enfiar no $&$€ de alguém, nem que seja no meu … porque o Brasil tem dessa coisas né.

  63. Fellipe o m60 ainda é utilizado por dezenas de paises em todo mundo,a sua versao atualizada é excelente e continua sendo um cc respeitavel frente ate mesmo cc’s mais modernos(como um colega disse acima,durante a operacao eufrates shield na siria,a turquia perdeu 10 de 20 leo2 enviados e apenas 3 de seus m60,foi uma humilhacao tao grande que os alemaes pediram uma revisao completa da sua frota de leos2 com a montadora,o chile tbm fez o mesmo logo depois)

  64. Ps.sim os comandantes turcos foram incompetentes,e sim os kurdos estavao bem armados,mas isso senhores serve de perfeito exemplo a tudo que o colombelli disse acima,ter um veiculo mais moderno nao necessariamente lhe garante uma boa atuacao em campo de batalha,mto menos uma vitoria contra seu inimigo

  65. colombelli, respeito que treinamento é vital mas só isso também não vence combate.
    Sem querer me alongar…mas estamos atras deles em praticamente tudo.

    Melhor Doutrina em material velho”ultrapassada” não é muita coisa!

    Como exemplo só agora recebemos os M109A5 e o Chile e Venezuela já operam os seus M109A5 e MSTA s anos na nossa frente…Fora BM-30 e BM- 31 da Venezuela e os LAR-160 do Chile.

    A artilharia antiaérea da Venezuela é infinitamente superior a nossa.

    A infantaria deles nos anos 90 já possuíam como exemplo Mínimi… Algo que só começamos a receber pouco tempo atrás.

    O mêsmo vale a infantaria chilena… fora que ambos possuem bem mais que centenas de mísseis anti tanque…

    Isso se colocarmos que as forças aéreas dos dois são superiores a nós.

  66. A culpa não são dos nosso militares… ou até em parte são. mas querer tampar sol com o mesmo papo de termos melhor doutrina… Se formos só nessa lógica muita coisa pode dar errado.

  67. Felipe, creio que o K1 ainda seria uma hipótese demasiado cara. Daqui 20 anos a hipótese seria ja de adquirir os 2A5 pra cima. Quanto a tanque moderno, é preciso definirmos o que se entende por isso, pois se levarmos em conta as capacidades mais importantes como visão noturna e tiro em movimento do Leo 1A5 é um CC moderno, o que ele não é é um carro de primeira linha.
    Na verdade o EB ja esta estudando o que fará adiante. A vida útil dos A5 é programada para 15 anos, termo este que não é peremptório e pode ser dilatado. Mas isso não significa que se deva deixar pra em cima da hora pra se buscar uma alternativa. Daqui 5 ou 6 anos o EB devera buscar uma definição do que pretende. Aguardar baixa de algum CC, efetuar up grade dos que vier adquirir ou não, ou quem sabe fazer uma parceria para desenvolver um CC médio.
    Não há espaço para grandes improvisos.

  68. Arariboia,descordo parceiro,o Leo2 pelo que se pode ver é bem super valorizado comparado ao que ele realmente pode oferecer,quanto a forca aerea me desculpe mas dizer que a forca aerea chilena e venezuelana estao na nossa frente é piada ne,o brasil em 1.ano vai estar operando caças de geracao 4++,enquanto tanto o chile quanto a venezuela operam cacas de 4 geracao de um lote inicial dos paises originais,inclusive alguns su 30 venezuelanos possuem visores analogicos,isso sem contar com nossa superioridade em asas rotativas,transporte e guerra eletronica. Novamente venho falar sobre a vantagem que o brasil possui em artilharia de loga distancia,de que adiata o chile ou a venezuela possuirem um tanque supostamente superiores aos nossos,mas que podem ser atingidos de longe por uma bageria de astros 2020? Entende,ter um equipamento mais novo nao quer dizer que voce possui superioridade. Novamente ponho come exemplo o caso mais recente da turquia em que esta perdeu 50% de sua forca de leo2(que quase todo dia que se passava de operacao um virava lata de reciclagem),mas so perdeu 3 de uma forca de 30 M60 modernizados(que operavam no mesmo ambiente e lado a lado com os leo 2)
    Alem do que é sim necessario consideram a experiencia do colombelli,o cara trabalha com isso,e se ele diz uma coisa é porque mto provavelmente ela é verdade

  69. Araribóia, dê uma pesquisada. Não se vê um exercício respeitável na FA da Venezuela. É um tigre de papel. Tudo pra desfile. Isso ai esta longe, muito longe de ser operacional.

    Nem a FACH e nem a FAV superam a FAB. Ainda que tenham vetores mais modernos ( por enquanto) os números e a capacitação contam muito e por isso estamos bem a frente ainda. Os SU venezuelanos nem pra interceptar um teo -teco se prestaram. Tiveram de mandar um F-16. Se escondem nos exercícios internacionais.

    E os Leopards 1A5, como bem ressaltou o RR não ficam a dever muito para os T-72 Venezuelanos. Nossa doutrina e treinamento é infinitamente maior do que o deles. Em campo de batalha nos seriamos os israelenses e eles os árabes.

    Minimi é só uma opção. Não muda nada no cômputo do GC. Eu prefiro enfrentar uma Minimi do que um FAP. Trata-se apenas de uma opção decorrente de mudança do fuzil e da doutrina. Aliás a infantaria blindada e a cavalaria blindada ja tem a MAG no Pelotão.

    AA de misseis tem validade. A deles ja está chegando neste limite e não terão dinheiro pra renovar. As FA da venezuela pouco treinam. Sem isso e sem doutrina a melhor arma é apenas um componente.

    A venezuela hoje é quarto pode a AL e ouso dizer que talvez o quinto. So embuste.

    Os obuseiros mais modernos não apagam a diferença de quantidade de artilharia.

    Uma força combatente é mais que números ou qualidade de armas. É um amalgama disso mais treino, doutrina, capacitação pessoal, capacidade de comando e de dar suporte ao combate dentre outras coisas.

  70. povo, esqueçam venezuela. em 2016 eu tive a oportunidade de participar de um exercício conjunto com os hermanos. os caras enviaram um destacamento de forças especiais.
    velho, deu pena. eles tem um coração muito bom, mas conhecimento técnico e pratico nenhum. doutrina, meios de emprego, logística, hipóteses de emprego nem se fala.
    o comandante deles conversando comigo me mostrou uma carteira cheia de dólares, disse que dinheiro eles tem, mas não tem o que comprar.
    pra fechar com o 10, na hora da partida, os caras se livraram de tudo que podiam, guardando apenas um uniforme completo e a mochila, depois disso foram no mercado e entulharam papel higiênico e comida enlatada aos montes na bagagem.
    venezuela é um estado falido, esqueçam venezuela.

  71. Leopard M1a5 é o que dá para comprar, usar e manter, com as verbas disponíveis, na quantidade necessária.
    .
    E ainda temos os Sabres, A-29 e A-1 para fustigar pelo céu.
    .
    Paraguay com problemas com guerrilha de esquerda ? No norte ? Fronteira com Bolívia ?
    Haverá mais uma Guerra do Chaco ?

  72. Se há guerrilhas comunistas no Paraguai, sabe-se lá se com a ajuda da Bolívia e da Venezuela, o Brasil deveria entrar com tudo.
    Ser a potência da região como falou Amorim.
    Mandar para lá uns 10.000 homens, tanques, helicópteros, tudo o que for necessário para cortar essas ervas daninhas…
    O EB foi muito bem sucedido contra os guerrilheiros do Araguaia que foram devidamente do eliminados, a despeito da choradeira de muitos pais que se queixam que não puderam enterrar seus inocentes filhos que entraram para uma guerrilha, pegar em armas… Coitadinhos…
    Tão inocentes…

  73. Colombelli e demais, há kits de modernização para o M-60 que o eleva a um padrão muito mais capaz que o Leo 1A5 porém não é barato e creio que se o EB adquirir mais unidades e modernizar, estes serão a ponta de lança tornando os Leo 1A5 secundários devido as capacidades distintas dos MBT’s.
    No mais conforme massivamente explicado,e muito bem claro, o Brasil é sim o chefão da AL e a Venezuela tomaria um pau se atrevesse a nos enfrentar bélicamente.

  74. Senhores
    Quanto a Venezuela, 5745 já exemplificou com sua experiência, o q ouvi de companheiros q fizeram cursos e foram instrutores lá corroboram com este testemunho.
    O Chile tem equipamentos e doutrina. Se me permitem a correção de um comentário, treinam e sua FA é bem capacitada, mas já foi explorado, são pequenos e não tem a pujança logística nossa.
    Sds

  75. Dodo,
    Põe pelo menos mais 4 anos na sua conta para a FAB ter o Gripen operacional – veja o cronograma oficial, para maiores detalhes e não desviar a conversa. Até lá, o F-16 chileno será, efetivamente, o melhor vetor na América do Sul.
    Quanto ao Astros, os chilenos também tem lançadores de foguetes. Veja um comentária antigo do Roberto Lopes:
    Roberto Lopes 18 de Fevereiro de 2015 at 17:00
    Boa tarde,
    Ao forista Wolf:
    O SLM FAMAE é, hoje, o sistema de saturação de artilharia de maior alcance (nominal) da América do Sul: 150 km. Há dúvidas, entretanto, quanto ao seu alcance eficaz.
    No Exército chileno ele é conhecido COMO “Filho do Rayo”, que foi um sistema de relativamente baixo alcance (40 km) desenvolvido pelos chilenos no final dos anos de 1980.
    Em 1992 eu trabalhava na Avibras quando a empresa recebeu a visita do coronel Alberto Fuenzalida, chefe do programa Rayo.
    Fuenzalida queria propor uma parceria da FAMAE com a Avibras para o resto do desenvolvimento do Rayo, coisa que o então presidente da Avibras, engenheiro João Verdi Leite, não aprovou.
    Eu cheguei a perguntar a Verdi porque ele relutava em seguir com essa sociedade. Ele me respondeu somente: “Eles (chilenos) não têm dinheiro…”
    Talvez não tivessem dinheiro, mas tinham determinação, tanto que o SLM FAMAE é, hoje, uma realidade, e o Sistema Astros, da Avibras, patina para avançar além da munição SS-80.
    .
    Antes que fale no míssil Matador de 300km de alcance, saiba que ele ainda não está pronto (e tenho dúvidas se um dia ficará).
    .
    Em termos de material, os chilenos estão bem melhores do que a gente, exceto quanto a helicópteros. As vantagens do Brasil são o tamanho do território, da população, da economia e do parque industrial e, talvez, treinamento.

  76. Prezado Antônio
    O Brasil não pode simplesmente invadir o Paraguai para combater guerrilheiros. Primeiro o governo paraguaio precisa pedir ajuda (duvido que peça) e depois o congresso brasileiro precisa autorizar. Até porque eles não estão agindo no Brasil.
    A matéria sobre a oferta dos blindados fala em combater guerrilheiros como um motivo para a compra. Num comentário bem lá em cima, pedi para os colegas especialistas dizerem se estes blindados são adequados para combater guerrilha. Ninguém respondeu. Acho que não.
    Quanto à guerrilha do Araguaia, era território brasileiro. São duas situações bem distintas. E o Exército usou apenas infantaria. Aliás, a tal guerrilha era apenas um bando de “comunistas” treinados em Cuba, mal armados, que queriam apenas fugir. Mais esperto foi o Zé Dirceu, que fez uma plástica e refugiou-se no interior do Paraná.
    Numa posterior entrevista o mesmo Zé Dirceu disse algo mais ou menos assim:
    – Fazer parte da guerrilha era adquirir uma passagem para o cemitério.
    Abraços.

  77. Eu não acredito que o Leo 1A5 seja uma arma tão eficiente para combater guerrilhas, na verdade uma coluna de blindados como os Leo 1A5 seriam a última opção, guerrilhas não costumam ter blindados e fortificações e jamais lutam criando as tradicionais “linhas” … a tática de guerrilha usa da mobilidade e de pequenos grupos com armas ligeiras, os ataques costumam ser repentinos e não visam a conquista de território em um primeiro momento … a principal arma contra uma guerrilha é a inteligência e redes de espionagem e informações, assim que fosse detectado um acampamento de uma guerrilha em um território se deve pensar em um ataque aéreo combinado com forças terrestres para cerco ao local .

    Mas eu acredito que qualquer que seja a guerrilha paraguaia vai se ultilizar da porosidade da fronteira com a Bolívia e concentrar suas bases em território boliviano sob proteção ou inércia do governo do Evo Morales, neste caso o ideal seria uma ação militar “secreta” e combater o inimigo infiltrando pequenas unidades em território boliviano agindo como uma “guerrilha anti-guerrilha” … a outra opção seria criar uma presença militar permanente com postos fds fronteira e bases, mas não é sempre tão eficiente e custa caro …

    O Paraguai é uma peça chave regional e caso uma guerrilha de viés socialista ganhe o poder no Paraguai isso seria perigoso para Argentina e até mesmo Brasil, deveríamos oferecer ajuda ao governo do Paraguai mesmo que apenas na área de inteligência …

  78. Pode ser ate viagem….mas o EB nao poderia considerar blindados russos ,eles tem muitos estocados e a preço acessivel e tambem estao na faixa de peso adequado ,por exemplo o t72 .se e pra ter quantidade….

  79. Aos companheiros de fórum, em primeiro lugar um excelente 2018 a todos nós. Vocês poderiam falar brevemente sobre o M-60? Dados como tamanho, peso, armamentos, quem fabrica, modelos, preço médio de mercado, etc…?

  80. Pequim leia os comentários na postagem”General Dynamics vai modernizar tanques M1A1 Abrams do US Army”, eu postei um texto enorme que copiei sobre o M60 e suas modernizaçoes possíveis.

  81. Não acho uma boa o Paraguai adquirir , o orçamento deles é pequeno e manter essas viaturas vai ser caro além de ser um tanque ultrapassado. Em minha opinião se o Paraguai for adquirir um tanque, que seja um tanque médio de combate como o B2B indonésio.
    Mas a melhor opção para o Exército paraguaio é equipar viaturas leves com armamento anti-tanque, sairia muito mais barato!

  82. Rafael oliveira,me desculpe mas está redondamente enganado,o famae melhor que o astros 2020 ? O astros 2020 ainda nao sair do papel e o famae ja ser uma realidade ? O famae ter maior alcançe qud o sistema astros 2020(um dos melhores sistemas de lancamdnto de fogetes do mundo), What ? Em que mundo o sernhor esta vivendo ? E amigo acho que o senhor nao sabe mas os primeiros gripen fabricados na suecia chega em 2019 para equipar o 1 esquadrao de defesa aerea em anapolis,isso nao é plenamente operacional ? Por acaso a fab vai deixar eles parados em um hangar por 3 anos apos recebe-los ? WTF. O senhor viajoulegal em seu comentario parceiro,alem do que,os f16 chilenos possuem um problema serio,sao usados e de um lote da decada de 80 o que significa que muitos ainda possuem sensores analogicos(coisa que nem os f5 modernizados possuem mais). Tem um pessoal que sisma em achar que o chile é uma superpotencia militar,os caras possuem poucos vetores e mtos estao com problemas como o amigo comentou acima sobre as dificuldades em manter operantes os leo2,o Brasil é e continuara sendoa melhor,mais bem equipada e poderosa forca militar da regiao(por mais que alguns politicos e cidadaos brasileiros tentem lutar pelo o contrario)
    BTW,o missil matador esta em faze final de avaliacao no CADIM e esta previsto sua entrada em servico ainda no final de 2018

  83. Prezados, guerrilha não se combate com blindados. Se usa FE, infiltração, emboscadas e uma outras coisas que não vem ao caso declinar muito pormenorizadamente. Uma aquisição de blindados pelo Paraguai certamente não teria como motivo real guerrilhas.

    Os depoimento e informação supra acerca da Venezuela so corroboram o quanto eu disse. É embuste. Chaves e Maduro aparelharam o estado com militares e estes hoje querem saber é de ganhar dinheiro. Um país que não nem papel higiênico não faz guerra contra ninguem.

    Quanto ao Chile, tem quantidades de alguns itens modernos, doutrina e treinamento, embora eu aqui repita que nunca vi um exercício de envergadura lá e são estes exercícios que formam o comando e viabilizam as operações conjuntas, onde surge o verdadeiro poder militar. Porém são muito pequenos se comparados a nós.

    O M-60 iguala ou supera ao Leo 1A5, mas agora que fechamos com os alemães ficaria dificil mudar. Mas isso não invalida a formação de uma reserva blindada com eles. CC não é como fuzil ou munição que voce produz rápido. Precisa ter estoques e não se compra no mercado da esquina e nem vem no sorvete seco.
    Reservas de artilharia e blindados são imprescindíveis. Roraima clama por um RCB ou RCC também. Hoje temos 273 carros. A dotação seria 320. Ainda que ela seja atingida com um novo lote de leopards, uma reserva de 74 a 108 carros formando dois RCC com o M-60 seria muito bem vinda, ficando um deles em Formosa, mais centralizado e um no Saicã. Sai baratíssimo. Talvez até ganhássemos eles e ainda sobrasse pra alguma modernização.

  84. Tomar 3.7 você vai querer pastel de flango com catupili ou sem catupili? Tlês leal. Kkkkkk. Desculpe a brincadeira, mas é saiu “Pequim ” ao invés de Sequim na sua resposta. Vi sua postagem. Obrigado. Colombelli e Agnelo, será que não haveria a possibilidade de se adquirir um lote de Leos 2a4 por meio de financiamento?

  85. Sequim, há poucos disponiveis e são muito caros. Não agregariam tanta diferença pelo custo e demandariam adaptações relativamente caras de material de apoio. Melhor por recursos no Guarani para não deixar o programa morrer.

  86. Sobre blindados para o EB, eu acharia interessante os CV-90 120T. Com peso entre 30/35t, moderno e com canhão de 120mm atenderia aos requisitos de peso do EB e elevaria o poder de fogo da força. Não sei o custode aquisição, mas valeria uma analise.

  87. Pequim,digo Sequim,rs a culpa é do editor de texto de smartphone que é uma @%$sta.
    colombelli 7 de Janeiro de 2018 at 18:00
    Comentário,como sempre, irretocável e pontual.

    Sds.a todos.

  88. Qualquer mudança envolvendo CC, que envolva um transporte de 50 tons ou mais vai implicar em uma mudança paralela nos B Logs que apoiam, pois a maioria das pranchas rebaixadas do EB e ainda os próprios “cavalinhos” que não tem CMT adequado para tolerar o PBT do CC combinado com o da prancha e o peso dele próprio. Quando o EB movimenta os M 60 é uma novela daquelas, imaginem um um CC de umas 65 tons.
    Lembrem-se: Não basta comprar, tem que poder manter operar e TRANSPORTAR.

    G abraço

  89. Muito bem lembrado pelo Juarez. E no sul e e centro oeste ainda temos uma malha ferroviária relativamente operante de forma que boa parte do transporte pode ser feita por este meio. Já se formos tomar por base o norte, restaria o transporte rodoviário, muito mais complicado e suscetível de obstáculos. Pensem época de chuvas como seria

  90. Colombelli,

    Eu estava dando uma lida na edição vigente do PEEX 2016-2019 e encontrei isso aqui:
    “g. Finalmente, cabe destacar que esta 3ª Edição do PEEx foi motivada pela restrição orçamentária
    imposta pela Emenda Constitucional nº 95/2016. Desse modo, foram retiradas Atividades Impostas em relação à versão anterior (2ª Edição), as quais serão a base para a confecção do PEEx 2020-2023 e estarão disponíveis na Intranet do EME.”

    E aí, remete-se a 2ª Edição
    Ela é bastante extensa, vou colocar aqui projetos importantes que foram postergados para o próximo PEEX (2020-2023) e que respondem aos questionamentos de algumas pessoas, inclusive a minhas:

    1.1.4.1 Estudar a transferência de uma Bda C Mec para o CMNE.

    1.1.4.3 Estudar a rearticulação do CMO e entre este C Mil A e o CMA.

    1.1.4.6 Transformar o 1º RCMec em 1º/1º RC Mec, em Itaqui/RS.

    1.1.3.12 Estudar a implantação de Esqd C Mec no Acre e no Amapá.

    1.1.3.14 Realizar estudos para a implantação de um Cmdo Bda Inf Sl em Rio Branco/AC.

    1.1.2.1 Prosseguir na implantação, na 6ª RM, do núcleo da GU Inf em Salvador/BA.
    1.1.2.2 Prosseguir na implantação, na 10ª RM, do núcleo da GU Inf em Fortaleza/CE.
    1.1.2.10 Concluir o estudo da junção das 7ª e 10ª RM e iniciar sua experimentação.

    3.1.1.8 Reestudar a implantação da nova sede do Cmdo da 18ª Bda Inf Fron.

  91. Manuel Flávio 8 de Janeiro de 2018 at 2:29
    Bacana hein isto que vc compartilhou, então como bem pensado ae pra cima, o EB tem clara percepção de possíveis pontos sensíveis a serem tratados no que tange a sua distribuição no nosso vasto território.

  92. Manuel
    Essa situação da Bda CMec foi adiada.
    Acredito q um dos motivos dela estar no CMNE, seria ficar mais próxima ao CMA, além de mais força na proteção da Foz do Rio.
    Sds

  93. Dodo, antes de escrever que alguém viajou, pesquise um pouco.
    Pelo jeito você não foi ler o cronograma do Gripen feito pela FAB. Em julho de 2019 ocorrerá o voo da 1ª aeronave da FAB. Caça não é carro que sai da fábrica, você compra e sai voando. Veja o comentário do Nunão:
    “Nunão 4 de outubro de 2017 at 22:18
    Adriano A. R., pelo que sei (e o cronograma da matéria corrobora) não há novidade alguma nisso: a primeira entrega para a FAB é em 2019, de aeronave para validar os sistemas da versão brasileira. Testes e validação etc não é trabalho normalmente feito em esquadrão de combate, como é o caso do 1º GDA em Anápolis, é trabalho para se realizar voando a partir das instalações da Saab em Linkoping (Suécia) ou da Embraer em Gavião Peixoto (Brasil) ou de ambas, podendo envolver também o DCTA em São José dos Campos, conforme for estabelecido na campanha de teates.
    .
    Já as primeiras entregas de aeronaves para esquadrão de combate serão em 2021, aí sim em Anápolis, para atingir capacidade inicial de combate em 2022, o que já está divulgado há uns dois anos, pelo que me lembro.
    .
    Ou seja, não há nenhuma mudança significativa, por enquanto, no cronograma que já divulgamos aqui no site há um bom tempo.”
    .
    .
    Sobre o SLM FAMAE apenas reproduzi informações do jornalista Roberto Lopes. Há vídeos do sistema na internet. Por se tratar de um projeto novo, não é tão “famoso” quanto o Astros. Porém, uma coisa não deixei claro – ele ainda não está operacional – ficou pronto em 2014 e está sendo testado. E antes que diga que o Chile não tem nada, tem o LAR-160, Israelense, mais antigo. E a minha crítica ao Astros é que o maior alcance de um foguete dele, por ora, é de 80km e não que o sistema não presta. Tomara que o Matador entre em serviço em 2018. Torço por isso.
    .
    Mesmo supondo que o F16 MLU tenha problemas, o Chile tem 10 F-16 C/D 50/52 Plus, comprados novos, entregues em 2006.

  94. Eu acho bom Agnelo a transferência de uma Bda Cav. Mecanizada para o NE por um motivo que uma vez eu já comentei:

    O NE já tem o equivalente a 4 Bdas, e acho que não vão reduzir porque elas já são bastante demandadas em tempos de paz, ao passo que no Rio Grande do Sul existe uma grande concentração de brigadas. E o EB pode ficar sem um Brigada de Infantaria, ao passo que de Cav. Mecanizada, não.
    Ainda bem que o projeto só foi adiado.

    Abraços

  95. Olá Colegas.
    Se a America do sul não fosse essa bagunça politica e administrativa o Brasil poderia liderar um programa de um CC na faixa de 40/45 t. com seus melhores parceiros afim de criar uma escala de quem sabe 2 mil unidades, baixando assim o preço da aquisição e manutenção dos mesmos, seria bom para nossas empresas e tudo mais… esse carro claro pensado para as necessidades e características sul americanas.
    em relação ao peso do meio ser tão proibitivo, não vejo dessa forma, a não ser que os equipamentos logísticos do EB sejam o motivo dessa limitação, a nossa malha viária suporta sim! pega qualquer estrada de roça onde é retirado madeira e vão ver o peso com que sai os caminhões, nossas estradas principais então nem se fala! não conheço um ricão desse país que seja respeitado os limites de peso, meia hora no youtube e vão ver… Claro nossas estradas são ruins por conta disso mais não vai mudar muita cosa se o CC tem 40 ou tem 50 toneladas. que fique claro que estou desconsiderando a região amazônica, uma vez que densa floresta é complicado para qualquer CC… mas lá também pelo que sei temos uma doutrina adaptada para aquela situação.
    como já foi falado aqui era hora de começar a se pensar em comprar umas poucas unidades ano após ano de um meio mais moderno afim de aos poucos modernizar a força de MBTs

  96. Limite viário é peso por eixo. Eixo com 4 rodas tem um limite de 10 tons. Mas uma carreta de 3 eixos com um cavalo mecânico com um eixo de 2 rodas mais dois de 4 rodas, tem um limite de 42 tons em vez de teóricas 55 tons.
    Mesmo um “treminhão” de 3 carretas e 9 eixos, mais os eixos do cavalo mecânico, está limitado a um máximo de 72 tons.

  97. Gente essa questão de peso secresolve com a compra por parte do EB de cavalos mecânicos como os Volvo de 750 vc que tem na Transpess uma empresa de logística com sede aqui em Betim. Com certeza é um investimento caríssimo que elevaria , junto a outros fatores já citados acima, o custo da aquisição de um MBT mais pesado, mas não pode ser o motivo exclusivo ou impeditivo.

  98. Rafael oliveira,o primeiro gripen E ja esta operando e seu primeiro voo ja foi realizado a uns 3 meses,inclusive o poder aereo fez uma reportagem em que cobriu o teste,portanto nao faz sentido dizer que em 2019 teremos apenqs voos testes de prototipos se isso ja está sendo feito. Os primeiros avioes vao ser entregues a fab em 2019 para operacoes aereas,o que vai sair em 2021 que é o que vc esta se confundindo,é o primeiro caça fabricado em gaviao peixoto,isso pq até 2021 os avioes em operacao pela fab serao produzidos la na suecia
    Sds

  99. tomcat3.7

    O seu comentário é exatamente o que eu acredito, não existe a menor possibilidade o peso por si só ser um impedimento para comprarmos novos blindados, dezenas de países possuem blindados com mais de 50 tons e não seria justamente nós os únicos no mundo que estaríamos fadados a não possuirmos pelo impedimento do peso … quando a valores eu sei que US$ 2 milhões não é um dinheiro de pinga em nenhum lugar do mundo, mas o Brasil tem um dos 10 maiores PIB do mundo, e mesmo com a crie o não deixamos de ser relevantes, seria tão irreal assim o Brasil comprar 120 ou 240 tanques usados de melhor qualidade ?…

    Eu fiquei sabendo que que Coréia do Sul estaria oferecendo cada K1 a um preço de US$ 1,5 milhão … se comprarmos 240 o preço seria algo entorno de US$ 500 milhões já com ferramental, provavelmente os coreanos nos oferecerão um financiamento amigável por vários fatores .

    Sei que nosso TO é a América do Sul, mas será que teremos que ficar eternamente nos nivelando por baixo com nossos vizinhos …

  100. Dodo, ele não esta´operando. Apenas começou os testes de certificação. Demora para obter IOC e, mais ainda, o FOC. E ele é do modelo sueco, diferente do modelo brasileiro que, por exemplo, tem WAD.

  101. Tomcat3.7,não é necessário um cavalo com 750 HPS. Hoje a maioria dos cavalos mecânicos do EB tem entre 380 e 420 cvs. Para puxar uma prancha 5 eixos, com cavalo trucado e traçado, com redução nos cubos, um motor de 500hps vai tranquilo.
    O problema é que a espinha dorsal de transporte pesado do EB está ancorado nos “chaleirao 40” que com 42 tons já abre o bico.

    G abraco

  102. Dodo 8 de Janeiro de 2018 at 11:38

    Você está enganado nas datas. EM 2019 entrará em operação o primeiro Gripen para FAB com instrumentação para testes e certificações (matrícula FAB 6001). Em 2021, pelo cronograma, serão entregues o primeiro, e mais 10 células, para o GDA, em Anápolis, entre outubro e novembro daquele ano.Todos esses serão fabricados na SAAB, na Suécia. Em outubro de 2021 voará o primeiro Gripen biposto, com instrumentação para testes, e em 2022 será entregue o primeiro Gripen monoposto fabricado na Embraer. O primeiro biposto será entregue para operação na FAB em 2023 com a ultima biposto sendo entregue em 2024.

  103. Até a Bolívia ou o Paraguai andam adquirindo material bélico, menos o Brasil.

    Vamos lutar contra a dengue e contra a fome (distribuir cestas-básicas e água potável em caminhões-pipa), e vamos nos encolher diante de qualquer um.

  104. M.silva,se for pra ficar falando asneiras e baboseiras como sempre melhor nem participar,aqui estamos tendo um interessante debate serio

  105. Flanker,o que me confunde é que nosite da fab eles falaram que o voo do primeiro gripen da fab foi feito em outubro de 2017,inclusive teve uma materia sobre isso no noteaer daquele mes falando sobre isso,a verdade é que a cada pessoa que eu converso me da uma data diferente kkkkk

  106. Com base no que foi dito aqui, seria muito interessante aquisições de lotes de M-60, modernizando-os quantos e como dessem para ser modernizados. Pelo que li, tais tanques são confiáveis, úteis, baratos de adquirir e fáceis de manter.

  107. Para quem já falou por aqui que o AVTM300 e o GripenNG estão operacionais reclamar de que outros comentaristas estão dizendo asneiras beira o nonsense.

  108. manuel,. esta estória de mudança de brigadas ja faz mais de uma década que falam da paraquedista para Goias, coisa que seria até mais necessária. É um devaneio completo dado os custos.

    Felipe, 1,5 milhão ainda é muito caro pra nossa realidade. E haveria custos de implantação de nova logistica associados. Pro futuro poderá ser uma hipotese o K1 neste preço.

    Tomcat, o peso não é fator limitante, mas ele deve ser tomado em linha de conta para aferirmos os custos indiretos de materiais que teria de ser adquiridos, seja de transporte, seja de engenharia.

  109. Tukhav,cometer erros escusaveis baseando-se em dados de fontes serias é uma coisa(fab afirmando o inicio do recebimento do caça em 2019 e o CETEX na marambaia se encontrar em estagio avançado dos testes do missil avt 300 ),ficar propositalmente falando asneiras(sem nenhuma base empirica e muitas vezes falaciosas que so demonstram ignorancia em assuntos militares como ja foi comprovado varias vezes por forristas especializados no assunto ) que constantemente buscam fugir do conteudo abordado e forçar sua visao e opiniao politica em um blog focado em assuntos miliatares é outra completamente diferente. Tomando como base os seus comentarios e os do senhor M.silva posso garantir que voces se englobam no segundo grupo

  110. Colombelli, a forma mais viável de transferir unidades é o EB vender suas propriedades em cidades mais valorizadas (SP, RJ, etc) e receber terrenos em municípios menores (prefeitos e governadores costumam aprovar esse tipo de doação, em troca da renda trazidas pelos militares).
    O mesmo vale para as demais Forças

  111. Exato Rafael. Penso que antes que uma brigada de cavalaria, a 9 e a paraquedista devem ser removidas do RJ. sobretudo a primeira, pois com a mecanização precisará de espaço. Ambas tem seu treinamento prejudicado por estarem dentro de um centro populacional grande. Acabam fornecendo os soldados do tráfico e em Goias ou Tocantins, ou mesmo no MT estariam melhor posicionadas como reservas estratégicas. Porto hoje não é mais uma necessidade, pois qualquer local do país é atingível mais rápido e com menos risco por via rodoviária ou ferroviária.
    E se for pra transferir uma brigada de cavalaria, que seja direto para Roraima.
    Não entendi so o ” 1.1.4.6 Transformar o 1º RCMec em 1º/1º RC Mec, em Itaqui/RS.”

  112. Colombelli, se o EB vai transferir a Brigada de Infantaria PQD do RJ para GO, eu não sei. Se estuda há um bom tempo. Mas a FAB já decidiu que vai transferir o 1° GTT do RJ para Anápolis. Inclusive, vai ser a primeira Unidade a receber o KC-390, nesse ano de 2018 e, segundo os planos, a Unidade já vai estar baseada em Anápolis.

  113. Dodo 8 de Janeiro de 2018 at 14:29

    Não sei falar sobre essa informação do Notaer, mas o primeiro Gripen da FAB ainda não está pronto. Está sendo montado na SAAB e vai começar a operar, instrumentado, em 2019.
    As informações que te passei foram retiradas do material “Dimensão 22”, da própria FAB. Ali está o cronogram oficial do programa Gripen NG para a FAB.

  114. Flanker, torço muito por isso. vejo a brigada PQDT como uma GU que deveria ser formada por voluntários de todo país, com um “forte” a ela consagrado perto de Anápolis e onde tivesse área para treinar, deixando de ser formadora da mão de obra do tráfico.

  115. Colombelli,

    Eu espero que a Cav. Mecanizada ocupe o lugar de uma outra Bda no NE. Aliás, não creio que seja a intenção do EB ter 5 Bdas no NE.
    O caso da transf. da Bda PQD para o Planalto Central é diferente, é mais difícil pois ela não iria ocupar o lugar de uma outra Bda. O custo para a instalação seria um absurdo de caro, dinheiro que para essa década, a gente não tem.

  116. Colombelli,

    O trecho que vc não enrtendeu “1.1.4.6 Transformar o 1º RCMec em 1º/1º RC Mec, em Itaqui/RS” é porque ele irá perder os outros esquadrões para serem enviados ao Amapá e ao Acre.

  117. A transferência do 1º GTT para Anápolis consta tanto na edição que está nas bancas da revista ASAS, quanto na publicação da revista T&D de setembro do ano passado.

    Tratam-se de notícias recentes e confirmadas. É uma esperança que a Bda PQD sairá num futuro do RJ (Graças a Deus..)

  118. Manuel, suspeitei que fosse algo do gênero, mas um R C Mec desdentado é melhor transformar em esquadrão autônomo. Acho que se pode se pensar em transferir um C Mec pro nordeste se pode priorizar antes da PQDT ( e a 9a) pra sair do RJ, onde, além de não serem úteis ( exceto para ser polícia, coisa que não deveria ocorrer), ainda tem seu treinamento prejudicado. Se tem dinheiro pra transferir cavalaria ( que é mais caro) deve ter para a infantaria. Salvo se tem pressão de gente que não quer sair do RJ. Ai precisa ter comando de coragem.

  119. Sou Morador do Rio !!
    Pelo q Eu soube; Existem Planos para se Levar a Bda PQDT para GO !!
    E no Lugar dela se Criaria uma Bda LEVE !!
    Não Acredito q a 9 Bda; saia do RJ !! pois Realmente ela é Estratégica Até Mesmo
    pela Situação de “Descontrole” da Criminalidade no RJ !! A 9 Bda e a Bda PQDT;
    são Essenciais Nessa Missão !!
    Até Onde EU sei; a 9 Bda está sendo Transformada aos Poucos em “Mecanizada” !!

  120. Jorge, isso não é missão do EB e muito menos justificativa para lotação de OM. Criminalidade é problema de polícia.
    De fato a 9 brigada é reserva estratégica e ainda mais por este motivo deveria estar centralizada no país e mais proxima das zonas de emprego em sua missão fim ( que não é ser polícia ou reserva do Estado federado), Mecanizada então, ainda mais razão há, pois treina-la no RJ será um parto.
    A utilização destas forças como bucha de canhão para o problema da criminalidade ja está sendo alvo de corretas críticas do comandante.

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