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Defesa Antiaérea sob medida! Índia testa SRSAM Akash com novo ‘seeker’

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Akash

Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres

O Exército Indiano está incorporando os mísseis antiaéreos de médio alcance Akash, designados como Short Range Surface to Air Missile (SRSAM). Desenvolvidos pela Organização para Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) do Ministério da Defesa (MoD) indiano, o Akash (em sânscrito, “Céu”) foi concebido para atingir alvos a média distância (25/30 km), mas também pode interceptar targets que se movimentem a baixa altitude – sejam eles drones, helicópteros ou aviões de combate.

O Akash foi testado pouco antes do Ano Novo, dotado de cabeça buscadora (seeker) por radiofrequência de projeto indiano, e acabou abatendo um drone-alvo tipo Banshee. A incorporação do novo seeker por radiofrequência tende a melhorar a precisão e a confiabilidade do sistema.

No início de 2016, o MoD indiano abriu uma concorrência para adquirir mísseis de defesa contra ameaças aéreas a 15 km de distância. O evento atraiu o interesse dos fabricantes de vetores Spyder (israelense), TOR M1 (russo) e BAMSE (sueco), mas o certame nunca foi concluído, e acabou cancelado.

Fontes industriais informaram aos jornalistas indianos que, equipado com uma “cabeça-de-guerra” de 60 kg de alto explosivo acionada por espoleta de proximidade, o Akash revelou-se eficaz até mesmo na destruição de pequenos alvos – como veículos aéreos não tripulados de tamanho médio – a não mais de 200 m de distância do lançador.

Akash Mk2 – Coerente com sua Doutrina de Defesa Antiaérea – que privilegia o emprego de mísseis construídos em seu país –, o Exército indiano irá implantar um míssil superfície-ar de reação rápida (QRSAM) desenvolvido pela DRDO para fornecer cobertura de Defesa Aérea a tropas em movimento, enquanto modelos de vetores mais pesados – como o Akash e o MR-SAM indo-israelense – serão reservados à proteção de contingentes estacionados e instalações militares.

A DRDO também está trabalhando no Akash MK2, que virá com o lançador tipo canister, e uma faixa de alcance em torno dos 35-40 km – o vetor de melhor alcance antes do MR-SAM, concebido para alcançar alvos em torno dos 70 km.

53 COMMENTS

  1. Eu diria q a AAe é o mais vital de resolvermos, se o SISFRON já estivesse pronto. Em termos de urgência, o cuidado com os crimes transfronteiriços merecem atenção especial.

  2. Sistemas de AA são vitais no cenário atual de um conflito militar, eu diria que desde a Guerra dos Seis Dias a cobertura anti-aérea passou de um fator secundário e passou a ser o fator predominante … a cobertura aérea a colunas blindadas deve ser uma prioridade, de preferência deveria ser em camadas, um sistema de ponto e pessoal Igla e Gerard, depois teríamos que ter sistema de médio/longo com 30 a 60 km de alcance, além disso teríamos que ter sistemas de cobertura estratégicos como Patriots ou S-300 que seriam responsáveis por defender grandes cidades e pontos estratégicos …

    Nós temos apenas sistemas de defesa de ponto e em tese a defesa AA é responsabilidade de aeronaves, mas isso é mais caro e nem sempre tão eficiente, sistemas AA devem ser uma prioridade, o problema é que em nossa situação tudo está em estado emergencial.

    Quanto a Índia nada demais, continua adquirindo aquilo que não pode fazer, escolhendo parceiros para participar de projetos e ganhar experiência e fazendo sistemas locais de maneira contínua e sem megalomanias ou gambiarras, o interessante é que China e Índia aprenderam na mesma escola militar a Russa, ou então soviética, mas a Índia tem trocado experiências com outros fornecedores e buscado desenvolver uma doutrina própria … outro ponto que ajudou a Índia foi a dissolução da União Soviética que permitiu que a Índia tivesse acesso a tecnologias sensíveis até então secretas, não foi tão bem aproveitada mas mesmo assim trouxe avanços em determinadas aéreas …

    ENQUANTO ISSO EM BANANIA UM EX-MINISTRO DAS REVELAÇÕES EXTERIORES DIZ QUE DEVERIAMOS VOLTAR A TER PROTAGONISMO E COMEÇAR METER O BEDELHO IGUAL UZAMERICANU. .. AI AI AI

    E O BAILE CONTINUA …

  3. Listinha básico dos mísseis sup-ar com aspiração de ar (propulsão ramjet) :
    RU: Bloodhound, Sea Dart
    EUA: Bomarc, Talos
    URSS/Rússia: SA-4, SA-6
    Índia: Akash

    O Akash é visivelmente uma cópia (autorizada??) do SA-6. Ambos têm o booster de foguete sólido integrado ao míssil (e não um booster ejetável) cuja câmara serve de câmara de combustão do ramjet após a queima do propelente.

    A vantagem desse tipo de propulsão , em tese é que permite um maior alcance máximo e uma maio NEZ . Essa vantagem não está clara no caso do Akash.

  4. Outro único míssil antiaéreo que tem motor aspirado é o Meteor. Esse, ar-ar, e com um motor sólido de ducto e não um ramjet líquido como os demais.

  5. E só no sentido de colaborar, o texto diz que foi acrescido um seeker de radiofrequência, o que quer dizer que o míssil foi dotado de um sensor (seeker) de radar ativo.
    As versões iniciais (correntes) são guiadas unicamente por comando. Mas precisamente por COLOS (comando fora da linha visual). Agora, ao sistema de comando foi acrescido o radar miniatura próprio.

  6. Eu ainda acho que a India não tem uma base cientifica-industrial para se aventurar em projetos tão complicados. Akash, Tejas, Arjun, HJT-36 etc…

  7. Cristiano, bom dia.
    A Índia tem sido um polo de informática e telecomunicações muito grande. É provável q possam produzir coisa boa.
    Sds

  8. enquanto o brasil tiver comandantes covardes que se escondem num momento critico, nossa defesa AA será feita por Iglas e RBS70… e olhe la…
    Pais serio começa com FFAA serias, que protegem o Pais de bandidos… no nosso caso eles são coniventes com a corrupção e violência no Pais…

  9. wwolf22 8 de Janeiro de 2018 at 7:10

    enquanto o brasil tiver comandantes covardes que se escondem num momento critico, nossa defesa AA será feita por Iglas e RBS70… e olhe la…
    Pais serio começa com FFAA serias, que protegem o Pais de bandidos… no nosso caso eles são coniventes com a corrupção e violência no Pais…

    É bom relembrar que os “pais da república”(os generais que depuseram Dom Pedro II) eram filhos de latifundiários (os coronéis da guarda nacional do império). Por tanto os militares brasileiros jamais defenderam o povo, e sim interesses próprios desde o século 19.
    Não espere mudanças do “status quo” no Brasil.

  10. Lembrando que o vale do silício só é o que é por causa dos indianos e que existem escolas politécnicas que produzem engenheiros “world class” em Nova Dheli. O problema é que muitos estudam lá, gastam grana pacas do governo indiano e dps vão fazer dinheiro nos USA

  11. Prezado Cristiano
    A Índia já ganhou 9 (nove) prêmios Nobel.
    Na América do Sul temos Argentina (2), Chile (2), Peru (1) e Venezuela (1).
    E o Brasil? O Brasil? Tadinho do Brasil……

  12. India, pais com todos os problemas que temos (corrupção, burocracia, pobreza, má administração, criminalidade, falta de serviços básicos, etc ) com um PIB menor que o nosso mas consegue produzir MBTs, Caças, Navios de escolta, sistemas de defesa antiaérea e tudo mais. Difícil de entender.

  13. Prezado Cristiano,
    A India é a terceira maior economia do mundo por paridade de poder de compra e a sexta ( ultrapassou a França ano passado e fatalmente passará o Reino Unido esse ano ) no método nominal, usualmente utilizado no Ocidente. É o país que mais forma engenheiros no mundo, muitos deles de alto nível, basta ver a influência indiana no Vale do Silício americano. Se não estou enganado, o Vale do Silício indiano , na região de Bengaluru ( ex Bangalore ), sul da Índia, só perde para o americano.
    O problema é que , por décadas, a produção militar estava limitada à organizaçoes públicas, que, como as brasileiras, são famosas pela burocracia e morosidade. O Governo atual está mudando isso rapidamente e a produção militar melhorou bastante, em qualidade e quantidade. Há planos para tornar a Índia totalmente independente de fornecedores estrangeiros até 2025.

  14. João, interessante o seu post sobre prémios Nobel, fui procurar na Wikipedia, achei uma situação ainda mais avassaladora:
    Laureados com o Nobel por país – Argentina‎ (5 P)
    Laureados com o Nobel por país – Bangladesh‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Birmânia‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Chile‎ (2 P)
    Laureados com o Nobel por país – Costa Rica‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Gana‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Nigéria‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Paquistão‎ (2 P)
    Laureados com o Nobel por país – Peru‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Quênia‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Timor-Leste‎ (2 P)
    Laureados com o Nobel por país – Venezuela‎ (1 P)
    Laureados com o Nobel por país – Vietname‎ (1 P)

    É muita humilhação!!!!!!!!!

  15. Timor leste com 02 prêmios…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Realmente a situação é complicada!

    Jajá aparecem aqueles que acham melhor jogar a culpa no árbitro…afinal, na visão deles, isso tudo não passe de política barata…e o Brasil não seria assim tão bom de política barata!

  16. Carlos Crispim
    Desculpe a falha de novo.
    Era para me dirigir a você e não ao Felipe Morais. Não que ele não merecesse, mas é que você fez uma referência direta a mim.

    “Desculpe a nossa falha.
    A Argentina recebeu 5 prêmios e não 2.”

    Abraços aos dois

  17. Mestre Bosco,
    .
    Curiosamente – mas tem tudo haver – a Índia foi e ainda é um grande operador do SAM russo/soviético 2K12 “Kub”, ou, na nomenclatura da OTAN, SA-6 “Gainful”.
    (Assim como de outros muitos sistemas antiaéreo de Moscou.)
    .
    O “Akash é visivelmente uma cópia do SA-6”; mas seu recheio eletrônico tem evoluído, assim como seus sensores externos (radares), sistemas de controle de fogo e de gerenciamento de defesa aérea, bem como seus veículos lançadores.
    .
    Apenas como curiosidade, enquanto os “Gainful” soviéticos usavam um resistente blindado baseado no tanque leve PT-76 e canhão antiaéreo ZSU-23-4M ‘Shilka’, os Akash do exército indiano estão montados em veículos derivados do T-72. São, portanto, muito mais móveis no terreno, capazes de acompanhar as formações blindadas por onde elas trafegarem.
    .
    A Índia, neste produto, procurou partir de um sistema de armas importado que dominava, possivelmente com algumas licenças de produção, para um sistema antiaéreo nacional completo.
    Como o 2K12 “Kub” (SA-6) tiveram sucesso entre eles e também alhures (Oriente Médio), dar prosseguimento a modernização dos mesmo parece racional, mesmo que resistindo a ‘tentação’ de importar os russos 9K37 “Buk”, na nomenclatura da OTAN, SA-11 “Gadfly” e SA-17 “Grizzly”.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, an Oldinfantryman.

  18. O Brasil deveria fazer essas parcerias que a índia vez,ela já tem até subnuclear.Apesar que eu ache que ela gasta muito com arma e com um povo faminto e sem teto.Não adianta a gente culpar o EUA por a gente não conseguir avançar aqui os projetos são descontinuados parados e abandonados ou então entram em marcha lenta.Por isto eu acho que a gente tem as vezes comprar material militar.No caso da defesa antiaérea a Venezuela que muitos dos sr.criticam até com certa razão tem uma defesa de médio alcance muito superior a nossa, é provavelmente a defesa de ponto também e superior.O Brasil pleiteava agora não sei uma cadeira de membro permanente na onu,com essa forças armadas duvido que consiga.

  19. Sobre Prêmios Nobel, se tirar os da Paz esses números dos países subdesenvolvidos caem. E se tirar os de Literatura, despencam, sobrando pouquíssimos laureados.

  20. Ivan,
    Quando me referi aos Akash ser uma cópia do SA-6 foi uma referência específica ao sistema de propulsão. O sistema de orientação do SA-6 era por radar semiativo.
    Interessante os indianos terem insistido na propulsão ramjet quando os russos trocaram o Kub pelo Buk (de propulsão sólida).
    Um abraço.

  21. Enquanto isso, nossa defesa antiaérea é um guarda-chuvas.

    Se o tal BRICS funcionasse mais para nos beneficiar do que prejudicar, faríamos alguma parceria tecnológica com Índia e África do Sul, porque China e Rússia só querem dominar os outros membros.

  22. Tenho estudado a India a China e o Paquistão por um bom tempo e continuo achando que a India está querendo dar um passo maior que a perna na área militar.
    Ok a India já ganhou vários prêmios nobel é um destaque na área de telecomunicações e informática oque isso tem haver com a qualidade dos seus produtos de defesa.
    Tirando a área nuclear quais os sistemas de defesa 100% indianos são comparáveis qualidade aos análogos russos, americanos, europeus ou israelenses?

  23. Cristiano,
    Não acho que ser 100 % seja determinante para se estabelecer a expertise indiano no setor de defesa.
    O leque de produtos indianos no setor de armas guiadas é bem amplo, tando com produtos já em operação quanto em vias de.
    Exemplo: Brahmos, Barak 8, Astra, Akash, Nag/Helina, Pritivi, Agni, etc.

  24. Cristiano,
    Mas também comparar com esses aí é “froide”. rsrsss
    A Índia se compara mais ou menos à Turquia, Coreia do Sul e Japão.

  25. Bosco,
    Você chegou no ponto do meu primeiro post. A India sozinha não tem condições se desenvolver produto de defesa de classe mundial.
    O meu segundo ponto que eu queria mencionar é que países como a África do Sul, Coréia de Sul, Japão etc… tem muito mais pra mostrar que a India com seus 9 prêmios nobel e seus pólos em informatica e telecomunicações.

  26. Amigo Ivan!
    Tem uma confusão danada por ai..
    PT-76 (Objeto 740) deu a origem ao chassi ASU-85.
    Asu-85 deu a origem ao chassis de radar 1S91(chassi GM-568), Shilka (GM-575) e lançador 2P25(GM-578).Mas : nenhum deles era próximo ao PT-76 pelo tamanho , peso , motor , transmissão e etc..Era uma evolução de proporção de um Honda Civic de 1972 e 1984. Comparando , é claro..
    Outra.
    Akash é baseado no SUCESSOR de PT-76 – BMP-1/2!
    http://www.armyrecognition.com/images/stories/asia/india/missile_vehicle_system/akash_bmp-1/Akash_surface-to-air_defense_missile_system_BMP-1_tracked_chassis_India_Indian_army_military_equipment_defense_industry_001.jpg
    Facilmente reconhecível pelo numero e desenho das rodas e bico.
    Um grande abraço!

  27. Eles tem SSBM, inclusive lançados por SSN, e ai ?

    Nas ollimpíadas de matemática, física e TI os caras estão sempre entre os melhores,

    pobre Índia, viva o Br ….

  28. Prezado Cristiano
    A Índia, com todos seus problemas, é um exemplo para países que vivem de xororô.
    Ela colocou uma sonda na órbita de Marte. E conseguiu isso já na primeira tentativa. Está desenvolvendo seu próprio ônibus espacial e um sistema próprio também de navegação por satélite.
    Sua fabricante de automóveis Tata comprou as marcas Jaguar e Land Rover.
    E por aí vai.
    Abraço

  29. ScudB,
    (8 de Janeiro de 2018 at 23:06)
    .
    Tovarich ScudB, a confusão não é minha. 🙂
    É deles.
    .
    PT-76 (útil tanque anfíbio), ASU-85 (verdadeiramente aerotransportado), 2K12 “Kub” (transporte do radar ou TEL), Shilka (gosto deste sistema AAe) ou até mesmo o confiável e útil MTLB (APC) bebem da mesma fonte.
    .
    Você comparou com Honda Civic de diferentes gerações.
    Prefiro comparar com uma plataforma de automóvel da qual se constrói várias versões, inclusive com comprimentos diferentes.
    No caso em tela, há variações no número de rodas, na motorização, mas é tudo mais do mesmo… o que é ótimo… retira o máximo de um projeto.
    Pragmatismo russo que admiro.
    .
    Mas com relação ao Akash há uma dúvida.
    Você escreveu:
    “Akash é baseado no SUCESSOR de PT-76 – BMP-1/2!”
    Bate com o que havia visto em anos anteriores, inclusive com fotos do TEL (Transporter Erector Launcher) baseados no BMP-1, por ter melhor capacidade de deslocamento todo-terreno.
    (Justamente a foto do seu link.)
    .
    Porém, sempre tem um porém na Índia, recentemente encontrei referencias à utilização de um veículo (TEL) derivado do T-72, justamente para dar ainda mais mobilidade:
    http://www.airforce-technology.com/wp-content/uploads/sites/4/2017/09/2l-image-5.jpg
    .
    Desconfio que o Exército Indiano utiliza os dois veículos (TEL) em unidades distintas ou, quem sabe, deixou os derivados do BMP-1 na fase de pré produção e vai seguir em frente como derivados do T-72.
    .
    É algo interessante para averiguar.
    Talvez suas fontes em Moscou possam nos ajudar.
    .
    Saudações,
    Ivan Ivanovich. 😉

  30. Em tempo.
    .
    TEL (Transporter Erector Launcher) baseado no T-72 é para a versão do SAM Akash adotado e comprada para o Exército. Eles, os indianos, chamam de Army Self-Propelled Launcher (ASPL), que podem apontar para 360º; sendo o radar de
    .
    A Força Aérea da Índia, pelo que encontrei, usa outro tipo de lançador, rebocado como um trailer e chamado de Akash Air Force Launcher (AAFL).
    .
    Curiosamente o radar de bateria ‘Rajendra’, classificado como Battery Level Radar (BLR), na versão da Força Aérea é montado em um veículo derivado do BMP-2 e chamado Battery Level Radar-II.
    O do Exército é (ou será) montado em um chassi derivado do T-72 e chamado de Battery Level Radar-III.
    .
    Mas, como é na Índia, pode ser tudo diferente…
    … ou não!
    .
    Sds.,
    Ivan, o Antigo.

  31. Existe algum protocolo atual que proíba bombardeiros na América do Sul e como nossas forças pode manter longe um porta aviões extrageirao por uma semana em nossa costa com limitação de distância de nossos mísseis. Como afundar um porta aviões americano?

  32. “Como afundar um porta aviões americano?”
    .
    Com torpedos…
    Assim como foi na 2ª Guerra Mundial.
    .
    Só que eles tem muitos (porta aviões)
    Assim como foi na 2ª Guerra Mundial.
    .
    E ficam chateados quando afundam seus navios.
    .
    Mas qual sua preocupação?
    Quais os alvos dos ianques por aqui?
    Talvez as fábricas da General Motors, ou da Ford;
    Talvez a Embraer, que compra insumos americanos;
    Talvez a CELMA de manutenção de turbinas, que é da GE;
    Quem sabe os laranjais e as processadoras de suco de laranja, que eles adoram.
    .
    “Um porta aviões americano” ou vários é a menor de nossas preocupações.
    Tem coisa muito mais grave, tanto em terra como no mar, que não estamos tomando conta adequadamente, inclusive dando voz e espaço para muita ONG e vizinhos boquirrotos.
    .
    Hoje, nosso maior inimigo é interno.
    Infelizmente.
    .
    Mas vamos voltar ao tema:
    SAM indiano AKASH.
    .
    Saudações,
    Ivan, o Antigo.

  33. Amigo Ivan!
    A ultima noticia sobre T-72 como chassi para (naquela epoca ainda Akash MK2) foi em 2011.
    Nos últimos meses os indianos so estavam falando sobre a prancha de rodas. Inclusive isso tem uma boa correlação com situação problemática em geral com parque “debilitado” dos T-72 e futuro incerto dos Ajuns Mk2 ou T-90..
    Um grande abraço!

  34. João,
    A única chance de afundarmos ou mesmo atingir um porta-aviões americano é utilizando submarinos e ataque torpédico. Pelo ar e pela superfície não tem jeito.

  35. Tovarich ScudB, 😉
    .
    Akash Air Force Launcher (AAFL) é a plataforma transportadora e eretora dos mísseis antiaéreos Akash para a Força Aérea da Índia, na verdade um trailer sobre rodas rebocado por caminhões pesados, mas com uma estrutura para 3 (três) mísseis prontos para disparar.
    .
    Faz sentido, na medida em que (2) duas baterias, cada uma com 4 (quatro) lançadores para 3 (três) mísseis, são integradas em um esquadrão de defesa aérea da força aérea.
    Para proteção de base aérea não precisa de um blindado todo terreno.
    .
    Army Self-Propelled Launcher (ASPL) é a plataforma do Exército Indiano, também com 3 (três) mísseis por lançador e, sim, montado sobre veículo blindado.
    Como encontrei fotos do TEL montado sobre chassi baseado no BMP-1 e no T-72 fica difícil saber o que está valendo de agora em diante.
    Se suas fontes ‘moscovitas’ informam uma dificuldade em dispor de plataformas montadas em uma base de T-72 é um fato interessante.
    .
    Em tempo, o Regimento Akash no exército alinha cerca de 4 (quatro) baterias, cada uma com 4 (quatro) lançadores para 3 (três) mísseis, montados sobre veículos blindados de esteira para mobilidade tática, ou seja, acompanhar as formações blindadas.
    .
    Parece racional:
    – Akash Air Force Launcher (AAFL) mais leve com mobilidade estratégica;
    – Army Self-Propelled Launcher (ASPL) mais pesado com mobilidade tática.
    .
    Sds.,
    Ivan, um antigo infante.

  36. Mestre Bosco,
    .
    “E bota “chateados” nisso.”
    .
    Acho que da última vez afundaram todos os porta aviões do inimigo deles e ainda detonaram várias cidades.
    .
    Abç.,
    Ivan.

  37. Obrigado Ivan e Bosco. Ivan só queria saber como vencer a barreira deles, não tenho nada contra empresas e governos, apenas acredito que não deveríamos ter limitacao de distância. Foi uma ideia hipotética, tipo independence day, como vencer uma situação. Não coloquei outros países pois sei que são porta aviões diferentes e estratregias diferentes.

    Talvez a pergunta seria como chegar perto com mísseis e torpedos?

  38. Com submarinos…
    Assim como foi na 2ª Guerra Mundial.
    .
    😉
    .
    Na verdade contra uma Força Tarefa centrada em um (ou vários) super porta aviões o que se buscava era um ataque de saturação, com tantos vetores convergindo que superassem as defesas.
    Apenas os soviéticos poderiam reunir uma força suficiente para saturar as defesas aeronavais.
    .
    A outra forma é na surdina…, de emboscada;
    com submarinos e torpedos. 😉
    .
    Mas o revide seria total.

  39. Torpedos estão se tornando mais sofisticados e inteligentes. Mas, para atingir um navio de grande porte será necessário uma salva de misseis inteligentes do tipo RBS Suecos ou coisa melhor. Exocet e Harpoon estão entrando para coleções de museus navais.

  40. Na doutrina soviética para “exterminar” um PA era previsto salva de 70 a 100 mísseis AN do tipo Bazalt, Granit ou Vulcan (P-500, P-700 ou P-1000) de todos os meios concentrados na região.Primeiros ataques sempre estão direcionados aos navios da escolta de frente por ultimo chegando no alvo principal.No meio disso um par de submarinos realizam um ataque de dúzia de torpedos aproveitando um caos acústico e distração aérea.
    Na teoria..
    Na pratica existem casos quando submarino soviético(K-314) emergiu no meio do grupo de escolta se chocando com PA Kitty Hawk.
    Off-top finalizei.

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