Home Asas Rotativas Helicópteros AH-1W SuperCobra do USMC serão vendidos a clientes internacionais

Helicópteros AH-1W SuperCobra do USMC serão vendidos a clientes internacionais

9462
164
AH-1W SuperCobra

O Jane’s noticiou que helicópteros AH-1W do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC) devem ser oferecidos aos clientes como vendas militares estrangeiras (FMS) ou de venda comercial direta (DCS), pois os helicópteros de ataque serão progressivamente aposentados do serviço em favor da última versão da variante AH-1Z Viper.

Conforme observado no site de Oportunidades de Negócios Federais (FedBizOpps) que listou a venda planejada, os helicópteros serão primeiro equipados com um novo cockpit “glass” e treinamento de pilotos / mantenedores será fornecido a potenciais clientes. O The Naval Air Systems Command (NAVAIR) em apoio do H-1 Light Attack Helicopter Program Office (PMA-276) realizará um dia da indústria em 24 de janeiro para as partes interessadas neste trabalho de atualização.

Tendo entrado em serviço com o USMC em 1986, a AH-1W é uma variante altamente capaz do AH-1 Cobra da era do Vietnã que ainda está em serviço global com países como Bahrein, Irã, Japão, Jordânia, Quênia, Paquistão, Coréia do Sul, Taiwan, Tailândia e Turquia. O excedente de SuperCobras poderia reforçar algumas dessas frotas existentes ou fornecer uma nova capacidade de ataque rotativo dedicada a um novo cliente.

Propulsado por motores gêmeos General Electric T700-GE-401, o AH-1W tem uma velocidade máxima de 147 nós, um alcance de 256 milhas náuticas (474 ​​km) e um teto de serviço de 18.700 pés (limitado a 10.000 pés por requisitos de oxigênio), tudo em uma configuração básica de combate.

Com um peso máximo de decolagem de 6.697 kg, a aeronave está equipada com um canhão Gatling de 20 mm, montada no nariz com 750 projéteis e tem quatro estações de armas externas que podem disparar foguetes de 70 mm e 127 mm, mísseis ar-superfície TOW e Hellfire, mísseis ar-air Sidewinder e mísseis anti-radiação Sidearm. Está equipado com um sistema de designção de alvos noturno / FLIR que fornece recursos de localização / designação a laser e câmera.

164 COMMENTS

  1. O Brasil não tem a intenção de adquirir alguns vetores, para o Programa HX-BR de novos helicópteros de ataque para a Marinha do Brasil? Não seria o momento certo para estas aquisições?

  2. Uma compra dessas, por menor q seja o efetivo, deveria ser avaliada.
    Uma comissão da AvEx e Av Aeronaval deveria rumar pra lá agora.
    É um aumento de capacidade enorme. Tanto em Manobra, apoio de fogo, inteligência, proteção (AAe).

  3. Agnelo e XO, não ouviram nenhum murmurinho aí nas suas respectivas forças?
    Também sou a favor da compra dos helis de ataque. Se esse estiver com um bom preço, modernizado (penso eu que deveria custar, no máximo, metade de um novo), viria a calhar.
    .
    Agora se o preço da modernização estiver muito alto, melhor o EB comprar um novo, mais para frente. E a MB pode esperar ainda mais, dado que não me parece ser prioridade dela.

  4. Estes helicopteros da versão AH-1W são evoluções do Bell Huey que conhecemos bem com dois motores do Sea Hawk, não devem ser caros de operar e poderiam ser úteis aqui, se pudemos pagar a modernização dos cockpit dos HA-1 e HM-1 do EB se realmente interessar podemos pagar a modernização dos AH-1W.
    .
    Cockpit analógico do AH-1W, que pode ser usado ainda com atualizações.
    . http://imgproc.airliners.net/photos/airliners/6/8

    Modernização oferecida para os AH-1W no padrão AH-1Z que os EUA converteu 37 unidades, pelo padrão não pode ser barato, muda radicalmente com o uso de sidestick e glass cockpit.
    . http://www.airwar.ru/image/idop/ah/ah1z/ah1z-5.jpg
    .
    Mas pode ser feita uma modernização parcial de cockpit que seja mais barata que elevar ao padrão AH-1Z, tudo depende do $$$ disponível.

  5. Só tem vantagens pra todo mundo :
    1 – A MB vai ter helis de ataque para o ex-Ocean;
    2 – O EB pode ter sua cavalaria aérea;
    3 – A FAB faz um hi-low com o AH-2
    Só partir na frente e escolher as células a dedo.

  6. Delfim, a FAB vai se livrar, assim que as “amarras políticas” permitirem dos inoperáveis MI35, alias, a FAB não tem missão anti carro a cumprir, é coisa para a turma do Agnelo, e assim será em breve.

  7. A propósito, a piada que corre nos corredores, é de que a FAB vai emprestar a MB, os AH 2 para “povoar” o Ocean.
    Comandante Monteiro não vai gostar…..

  8. Quanto a FAB eu não sei, mas que para M.B e pro E.B eles cairiam como uma luva, a marinha poderia operar elas no Ocean, para isso seriam no mínimo 24 cédulas operacionais.

    Uma excelente compra, um verdadeiro negócio da China … acredito que não existem melhores oportunidades no mercado internacionais, o ideal seria 48 unidades, 12 para a marinha, 24 para o exército e 12 para ficarem estocados em uma reserva .

    Alguém sabe quantos cédulas estarão disponíveis ?, e se possível a expectativa de valor ? …. GRATO

  9. O AH-1W daria um respeitável poder de fogo ao recém adquirido Ocean da Marinha Brasileira e seria muito útil no apoio aéreo dos nossos fuzileiros navais, porém, até onde sei, o interesse maior neste momento, por helicópteros de ataque, é do Exército Brasileiro, o que daria a aviação do exército, um baita salto, levando-se em consideração, que a Força opera o modelo Esquilo, adaptado para ataque. Esses AH-1W do US Marine Corps, se estiverem bem conservados e como a venda é via FMS, seria lastimável e uma grande perda de oportunidade, caso o Brasil não adquira ao menos umas 24 unidades, seja para a Marinha, seja para o Exército, ou quem sabe ainda, o Governo possa adquirir unidades para as duas Forças. Espero profundamente que essa oportunidade não passe batido! Estou na torcida!

  10. Rafael
    Ainda não ouvi nada dos colegas ainda.
    Mas concordo q se a modernização formuito cara, pode sair um A-12 novamente… aí não é o caso.
    Sds

  11. Duvido muito que o Exército Brasileiro esteja considerando algum dia, a aquisição de helicópteros russos. Eu só gostaria de saber o que realmente a FAB tem a dizer sobre os seus Mi-35, entubados a força, por pura politicagem do “nine fingers”, na época.

  12. Detalhe importante.
    .
    A motorização dos Bell AH-1W é a mesma dos Sikorsky SH-60 Seahawk:
    General Electric T700-GE-401.
    Mesma família de turbinas T-700 do Sikorsky UH-60L Black Hawk:
    T700-GE-701C.
    .
    Seahawk na MB.
    Blackhawk no EB e na FAB.
    .
    Perguntem ao Juarez sobre a logística… 🙂
    .
    Saudações,
    Ivan, do Recife.

  13. 6 a 8 pra MB …tendo embarcado sempre 4 no ”Ocean” .. mais 16 pro EB ,,, 8+8 .. talvez equipando 2 BAvEx … no caso .. o 1(SP) e o 4 (AM ) .. cria-se doutrina com isso e mais a frente se pensa em algo novo , q pode ser o próprio AH-1Z Viper .. FAB acho desnecessário .. pela dupla MI-35 + A-29

  14. Quanto a “ideia” de realocar uns MI35 da FAB no Ocean … Pra mim ,mero mortal, seria uma boa … Pois o próprio MI35 e perfeito pra operações COIN … Ou se quiser pensar numa hipotética ação assalto a um navio qualquer ( piratas por exemplo) .. entre outras coisas …pois o mesmo alia .. transporte … Ataque … E boa blindagem … Tudo isso num único Heli … N existe nada parecido com isso …. Único problema é .. ele está apto a “vida no mar”? …. CFN agradece

  15. Bruno, pousa a tua anv no mundo realidade orçamentária Brasil, a MB não tem dinheiro nem para largar um”pum” sequer depois da compra do HMS Ocean. Ela, MB tem no inventário os Esquilos mais velhos em operação, estão na capa da gaita, e não há recursos para substitutos e olha que os dos esquadrões distritais são vitais para o SAR, imagina, mesmo que” de grátis” absorver os AW 1W, arrumar dinheiro para fazer um IRAN neles e ainda modernizar, nem a pau Juvenal.
    O EB, idem, tá fazendo modernizações de conta gotas, estão pelas tabelas com aquelas bost……as daquelas kombis que são dão piti e gastam. O EB pode até receber como doação e agendar uma mod para 2020 de umas oito células no pau da goiaba e olhe lá. Precisaria se livrar pelo menos dos Super Puma par abrir uma brecha no orçamento.
    Bruno, memoriza:
    Ter, comprar, modernizar ou ganhar de presente, não significa poder manter e operar, porque dinheiro não dá arvore e não cai do céu.

  16. mais viável para economizar recursos seria pensarmos em operação conjunta entre o E.B. e Marinha de células desse excelente HEL. so para pensar qual seria o pacote de armamentos que os EUA liberariam a nos, “TOW II”?!!!!!, suíte de EW?

  17. O ideal para mim seria o número de 48 unidades, apesar de ser muito pouco provável que isso se concretize pelos custos e logística .

    ■12 para MB, sendo 6 permanentemente embarcados no Ocean + 6 para demais usos, em tese poderiam em caso de necessidade serem usados no próprio Bahia

    ■mais 24 para o E.B 12+12 para emprego pleno, ambos poderiam ser usados na região Norte podendo ser desdobrados 6+6+6+6 em bases distintas para melhor cobrir a região amazônica

    ■12 para reserva para ficarem estocados e servirem de reposição em caso de nescessidade tanto pela MB quanto pelo EB

  18. Nobre Juerez …novo n vamos ter .. e desejo n e poder ..,pois n sabemos nem se nossas forças vão se interessar por tais helis ( afinal ja deixaram o CH-47 passar por exemplo.. ) … venda via FMS pode ser sim uma opção .quanto aos numero q citei seria o ideial ….volto a repetir , e mera ideia e opção q pode estar surgindo no horizonte pras nossas forças (talvez essa opção esteja disponível la pra 2019 ) … tb n vejo la mts países q possam se interessar por tais helis usados .. quem tem ta partindo pra programa próprio .. ja tem em uso .. ou comprando algo novo ..mercado restrito tb , vai mt do .. ”pra quem vão oferecer primeiro ” .. quanto ao MI-35 q citou a cima ..postei msg mais ficou retido na moderação .. mesmo q tirem como piada .. e sim uma boa, tb .. vai mt na visão de cada um

  19. Fellipe Barbieri 23 de Janeiro de 2018 at 19:30

    Não entendi, Felipe. Não creio que a logística desses Super Cobras seria um problema. O comentarista Ivan postou mais acima, que os motores desses helicópteros são os mesmos do Black Hawk e Sea Hawk, que o Brasil já possui, então pelo menos a logística seria tranquila.

  20. Juarez,
    Quais células?
    AH+1W ou EC725?
    .
    Fellipe Barbieri,
    Ainda bem que você não pensou em destinar alguma coisa para FAB.
    Detesto este negócio de dividir qualquer coisa ‘irmamente’ (helicópteros ou qualquer coisa) entre as forças armadas como se fossem meninos mimados que precisam ser agradados igualitariamente.
    .
    Abç.,
    Ivan.

  21. Os caras falam como se fosse um delírio orçamentário manter 20 e tantos míseros super cobra… Vocês acham que a hora/vôo dele é muito mais cara que um black hawk? Ou que de um EC725? Não muda QUASE nada, quem opera black hawk e kombis a rôdo, tem cacife para operar duas dúzias de super cobras.

  22. Na verdade o clássico míssil antirradiação puro está em vias de ficar na história. Antes, era o único modo de neutralizar uma estação de radar a grande distância, com a irritante característica da ação ser interrompida pelo desligamento puro e simples do radar. Hoje, a origem das emissões podem ser trianguladas a grandes distâncias e armas guiadas com orientação terminal com formação de imagem podem ser lançados trancando nos emissores independente deles estarem emitindo ou não.
    O míssil antirradiação de curto alcance SideARM foi uma má ideia desde o início. Ele permitia engajar os veículos antiaéreos do Pacto de Varsóvia dotados de radar banda X e Ku em distâncias não muito maiores que os possíveis com o contemporâneo míssil Hellfire. Se provou uma arma pouco útil!
    De bem intencionados o inferno tá cheio.

  23. Lucas Schmitt, também penso igual e a questão do dindin (que temos mas os políticos seguram)vai acabar assim que uma leva de legítimos brasileiros nos governar.
    Pra mim umas 36 aeronaves (12 pra MB e 24 pro EB) já estaria de bom tamanho pra se criar doutrina e no futuro se adquirir mais .

  24. Ivan … não penso na FAB pois acho que esses helicópteros jamais deveriam ser operados pela força aérea, a marinha tem necessidade por conta do Ocean, já o exército tem a necessidade natural e é quem usaria de maneira mais natural e eficiente .

    As necessidades da MB é menor (em quantidade) do que a do E.B … acredito que mesmo que se tivessem recursos não se devesse comprar mais do que 12 unidades, o Ocean não presisa de mais do que 6 ou 8 helicópteros de ataque . já no E.B qualquer ajuda é bem vinda, 12, 24, 36, 48, quanto mais melhor, mas acredito que 24 seria o número mínimo .

    Silva … desculpa se me expressei mal, mas o que eu quis dizer é que eu acho que seria pouco provável a manutenção de 36 operacionais + 12 estocados pelo custo de operação em si e não pela logística propriamente dita .

    Mas uma coisa eu digo pó todos, dizerem que não temos como comprar e manter esses helicópteros mesmo eles sendo uma necessidade de primeiro grau é assinar atestado de incompetência .

  25. Lucas, a hora de voo do AH 1 W é quase o dobro do BH. Comparar com as Kombis, sobre as quais ainda não temos a compilação final do fly way(mais deve ser algo megalodontico) não é correto.
    A anv de ataque orgânica demanda muitas horas/homem de manutenção, tem vários sensores e armamentos que demandam manutenção especializada, pontual e detalhada, e isto tudo custa muito dinheiro.
    Só para tu teres uma ideia: A hora de voo do apache anda beirando os US$ 40.000, não é para qualquer um.
    Ahh, a propósito, não operamos EC 725, tentamos mantê-los na linha de voo a muito custo, muita dor de cabeça, e muito desleixo da Apertaparafusobras.

  26. Em algumas das revistas que tenho (é uma pilha mas não sei me lembro qual revista) me recordo de uma matérias em que oficiais comentavam sobre a escolha do “AH-2 Sabre” e do EC-725 Caracal.

    Para o Helis de ataque, se não engano, as especificações da FAB comentada pelo materia, era de um Helicóptero de Ataque, de “grande” autonomia, pois previa-se o emprego na região amazônica, que tivesse uma velocidade sustentada capaz de acompanhar aviões monomotores de baixa velocidade (na revista citava mas não me recordo) para auxiliar em missões de interceptação e defesa aérea e capaz de oferecer grande volume de fogo em missões de apoio a tropas (missão secundário). A capacidade de combate antitanque não era determinante pois não se previa o emprego da aeronave, devido o ambiente amazônico, mas sabia-se que provavelmente o modelo escolhido o teria. Segundo a revista, o Mi-35 enquadrava-se perfeitamente nas especificações, tanto é que o preço pago pela FAB foi perto do custo de um Viper ou Mangusta, cita a matéria. Também tinha o fator político do Brasil comprar Helis da Rússia em troca deles comprar carne do Brasil, mas isso não falou na matéria, mas ficamos sabendo depois.

    Já para a escolha do EC-725, na época era a melhor opção de custo/benefício. O Merlin ainda estava em fase de implementação na UK e os custos estavam muito fora da curva. Na matéria, afirmaram que era a maior proposta, seguido do NH-90 (que se não me engano, depois saiu da concorrência em detrimento ao EC-725). Havia também o S-92, inclusive a Embraer ensaiou participar do projeto fornecendo trens de pouso e um lob da Sikorsky para nossos políticos, mas na matéria citou-se que era um projeto e havia preocupação dos militares com os custos. Mais ou menos na palavra do oficial (vou ver se acho a revista), os EUA aparentam não tem preocupação com os custos no desenvolvimento de equipamento militar e não é a realidade brasileira. Aliás, quando supostamente foi oferecido a participação do Brasil no F-35 ao então ministro Jobim, um dos motivos que teria desestimulado nossos militares, era a preocupação com os custos do programa, que para a américa, não tem limite, eu li em outra revista, mas isso é outro assunto.
    Então, a melhor proposta era a da Eurocopter EC-725, aliado a isso, a França iria desativar a produção do Super Cougar/ Caracal, sem clientes estrangeiros. O contrato do Brasil foi que manteve a linha aberta para atender a demanda. O EC-725 também tinha uma grande capacidade de transporte de tropas, que o colocavam praticamente na mesma classe de helicópteros de maior porte. Também havia na época a possibilidade de produção no Brasil que acabou se concretizando. Me recordo que os planos da Eurocopter era de eventualmente transferir a produção para o Brasil na Helibras e encerrar a produção na França para focar em outros projetos. Caso houvesse algum cliente estrangeiro, a venda seria concretizada pela fabrica no Brasil, não sei se ainda são estes os planos deles.

  27. Muito do valor desse helicóptero vem de seu sistema de canhão, o sistema M-197 (ou uma variação do mesmo), embora pareça pesado e muito grande, quando visto de perto perde-se essa impressão, o sistema é mesmo compacto.
    Essa torre, no ventre de um Super Tucano, não obstante, algo de impraticável, traria uma mobilidade à aeronave somente vista no North American Rockwell Bronco.

    https://www.youtube.com/watch?v=y11-H7usthw

  28. Amigo Bosco!
    Complementando.
    Hoje (salvo engano) so temos duas armas “eficientes” contra radares – ALARM e Kh-58UShKE (Todas as outras foram muito bem catalogadas e … resolvidas). Porem .
    Um paraquedas do ALARM tem RCS bem maior que é declarada e ja foi posto em todas as bibliotecas AA russas. E o Kh-58 – tem pontos mortos onde pode ser interceptado.
    Aguardaremos a próxima fase.
    Um grande abraço!

  29. Juarez, eu não pesquisei, mas o Guilherme Wiltgen afirma, com suas fontes, que a hora/vôo dos black hawks americanos é de 6k dólares, enquanto a hora/vôo dos AH-1W super cobra é de 7,1k. Para mim, é algo irrisório.

  30. Lucas,
    Mas tem que levar em conta que a hora de vôo nos EUA é mais barata do que aqui (escala, custo-Brasil, etc.). Mas, de fato, não deve ser muito mais caro do que gastamos aqui.
    .
    Mas, a bem da verdade, o principal motivo para não termos um heli de ataque foi a compra dos EC-725, que sugou e suga enormes recursos.

  31. Juarez,

    EC725 está dando b.o. por causa do incidente do piano? Que o rotor desprende da anv e cai como piano? E agora tem que conferir os tuxo e parafuso toda seg quar e sexta?

    Brilhante recauchutagem essa história de EC725…

    Abs

  32. Scud,
    Nessa eu respeitosamente ouso discordar. rsss
    Pra mim o mais avançado míssil antirradiação “puro” é o HARM AGM-88 D e sua versão “impura”, o AGM-88E , também denominado de AARGM.
    O ALARM não está mais sendo fabricado e não é mais operado pela RAF.
    Um abraço.

  33. Bosco 23 de Janeiro de 2018 at 20:34
    Na verdade o clássico míssil antirradiação puro está em vias de ficar na história. Antes, era o único modo de neutralizar uma estação de radar a grande distância, com a irritante característica da ação ser interrompida pelo desligamento puro e simples do radar. Hoje, a origem das emissões podem ser trianguladas a grandes distâncias e armas guiadas com orientação terminal com formação de imagem podem ser lançados trancando nos emissores independente deles estarem emitindo ou não.

    Em tese, é possível fazer SEAD/DEAD com SDB com vantagens em relação aos misseis anti-radiação. Além de ser muito mais barato, é possível levar o quádruplo de misseis, e ainda ter mais flexibilidade.

  34. Jacinto,
    Exatamente! A modalidade DEAD tem sido preferida à SEAD, claro, não que seja de todo possível.
    Os mais novos mísseis antirradiação dotados de navegação por GPS têm chances de neutralizar seus alvos mesmo se não emitindo. Antes, isso não era possível senão numa distância muito curta, o que expunha o atacante.
    O mais novo AARGM tem radar milimétrico e tranca no emissor mesmo que silente.
    As bombas JDAM (inclusive a versão ER), JSOW e as que você citou, as SDBs, podem ser lançadas em grande quantidade contra os radares independente deles estarem emitindo, saturando de aço e fogo toda a área provável da posição do radar. A nova SDB 2 então, consegue “enxergá-los” e se dirige diretamente a eles.
    Como disse um general israelense, a melhor arma contra radares é uma bomba de 2000 libras.
    E os radares com capacidade SAR conseguem identificar radares a mais de 100 milhas mesmo que não estando emitindo, de modo a atacá-los com armas de precisão.
    O AARGM (HARM E) pode ser utilizado contra qualquer alvo no campo de batalha. É uma das principais armas hoje do arsenal americano. Consegue atingir, por exemplo, um lançador de Scud no limite do alcance em que ele é detectado pelo radar do caça no modo SAR (abertura sintética), a cerca de 100 milhas.
    Mesmo o HARM D, dotado só de navegação por GPS, é pensado em ser utilizado como arma de ataque de longa distância contra alvos em geral, como por exemplo, uma base aérea, a umas 80 milhas de distância. É tão preciso quanto uma SDB ou JDAM, com a vantagem da velocidade Mach 3 e com quase o dobro do alcance de uma SDB.

  35. Rafael Oliveira 23 de Janeiro de 2018 at 17:56

    “Agnelo e XO, não ouviram nenhum murmurinho aí nas suas respectivas forças…”

    Nada, meu caro… claro, a notícia évrecente, mas não acredito que venham… o Ocean foi adquirido porque o valor foi subsidiado para o orçamento desse ano… atualmente, não tem gordura para empregar em oportunidades como essa… abraço…

  36. XO,
    Também acho difícil, com a compra do Ocean e o andamento do processo da Tamandaré, os recursos da MB devem estar escassos no momento e não deve ser fácil pedir uma grana extra para o Meirelles – e ainda ela está tocando a modernização dos Lynx e do Turbo Trader. Acredito que se a MB for comprar algum helicóptero nos próximos anos, será para substituir o Esquilo e/ou Jet Ranger.
    .
    Aldo,
    Devem estar sim. Mas devem vir de graça, somente pagando a revitalização/modernização, inclusive com motores novos. Talvez compense. Talvez não.

  37. Silva,
    Não vejo porque não! Eles já os venderam a mais de 30 países e se venderem seus AH-1 tem que estar atrelado aos Hellfires.
    E esses mísseis deixaram de ser itens sensíveis há muito tempo.

    Augusto,
    Apesar de haver armas competentes anti-PGM em terra (no mar há várias) , como o sistema Pantsir, a verdade é que essa não é uma prática corrente. É completamente ineficiente e não há doutrina que estabeleça essa prática como regra. Mesmo porque qualquer sítio que seja defendido por um sistema com capacidade anti-PGM seria atacado de modo a saturar o sistema e isso pode ser feito facilmente.
    Hoje, a defesa se concentra nos drones, nos mísseis balísticos, nos mísseis cruise e nas aeronaves atacantes.
    Talvez no futuro com a generalização de armas de energia direta (lasers) ou com a generalização de pequenos mísseis de baixo custo, como o futuro MHTK, a interceptação de armas guiadas lançadas por aeronaves possa realmente fazer diferença.

  38. Precisa fazer uma CPI dos AH2 Sabre, o comprinha mais estranha, um helicoptero com DNA anti-tanque, empregado na Amazonia, que carrega menos tropas que o necessário, com uma logística de peças prá lá de complicada, sendo um “alvo” difícil de ser visto (IMO – Ironic mode on) e com um histórico de disponibilidade guardado a sete chaves numa “caixa preta” perdida nas Fossas Abissais mais profundas do Oceano Pacifico. Depois a turma reclama que não tem grana para voar…

    Alguém já viu um bicho desses a voar aqui no Sudeste? Em algum “Domingo Aéreo” qualquer?

  39. RICARDO BIGLIAZZI 24 de Janeiro de 2018 at 8:13
    Sobre a disponibilidade dos Sabres da FAB, já houveram comentários em debates espalhados pela TRILOGIA inúmeras vezes e com dizeres variando entre muito boa e ou ruim. Mas a questão não são as aeronaves e sim o pós venda russo.

  40. um amigo meu piloto falou que não há padronização dos instrumentos do MI-35 em um é de um jeito em outro de outro jeito, coisa da produção da Mãe Russia, acho que cada piloto ou fabrica tinha um jeito de produção, se é assim com o cokpit imagina o resto.

  41. Bosco sobre mísseis anti radiação o KH-31P/PD é a arma padrão do SU-3OSM e SU-34 podendo levar seis e oito delas cada. Possuem velocidade Mach 2 e alcance dos acima dos 120km.

  42. Juarez 23 de Janeiro de 2018 at 18:26
    Delfim, a FAB vai se livrar, assim que as “amarras políticas” permitirem dos inoperáveis MI35, alias, a FAB não tem missão anti carro a cumprir, é coisa para a turma do Agnelo, e assim será em breve.

    Amigo, o Esquadrão Poti está com 100% de disponibilidade, repito, 100%! O Hind vai muito bem aqui, obrigado.

  43. Gustavo
    Se os Mi-35 vão bem, isso é bom. Além de mais poderosos, podem fazer SAR em locais de risco com sua capacidade de tropa.

  44. Vou além e digo que se não fosse o pós venda ruim(?) dos russos e possível fosse, acredito até que a FAB poderia encomendar mais alguns MI-35 pois já possui doutrina com a aeronave que como citado acima vai bem de disponibilidade e é uma bela máquina.
    Mas dentro do tópico, espero ver alguns Cobra nas cores do EB vai ficar 10.
    Titio SAM é bão pra dana!!!rs

  45. Gustavo 24 de Janeiro de 2018 at 9:41
    Juarez 23 de Janeiro de 2018 at 18:26
    Delfim, a FAB vai se livrar, assim que as “amarras políticas” permitirem dos inoperáveis MI35, alias, a FAB não tem missão anti carro a cumprir, é coisa para a turma do Agnelo, e assim será em breve.

    Amigo, o Esquadrão Poti está com 100% de disponibilidade, repito, 100%! O Hind vai muito bem aqui, obrigado.

    Caro Gustavo, poderia nos dar informações de suas fontes, para você garantir que os 12 AH-2 da FAB estão operacionais?
    100% de disponibilidade significa que todos os 12 estão disponíveis para voo. Isso é praricamente impossível, com qualquer aeronave, pois sempre há uma, ou mais, passando por inspeções calendáricas, de diversos níveis. Em algum momento, e por curto período, esses 100% podem ser alcançados….mas é algo muito pontual e raro.
    Aqui em Santa Maria, já vi todos os tipos de helicópteros da FAB, em operações ou deslocamentos. Até os H-36 já vi por aqui, mais de uma vez. O único que nunca vi por essas bandas foi o AH-2. Alias, é bem raro ver esse heli operando fora de sua região. Isso tem algo a ver com sua disponibilidade ou algo do tipo? Não sei! Mas que ele não voa muito pelas outras regiões do país é uma certeza.

  46. Flanker, boa tarde
    Uma dica de quem já operou aeromóvel. Se hoje vc tem 100% de disponibilidade, amanhã vc terá 100% de indisponibilidade. A diagonal de manutenção é inabalável, sob risco de acidente. E como Heli foi feito pra cair, é morte na certa.
    Uma Força de Heli pode, como dito acima, pontualmente, ter 100% voando, para uma determinada operação MUITO importante, se não vital, e logo vai a 50% a 60 %, deixando aeronaves paradas ECD substituir as outras que entrarão na manutenção.
    Esse pontual é muito rápido. MUITO rápido.
    Sds

  47. Não sou especialista, mas já fui do departamento de manutenção de uma grande indústria de auto-pecas, sempre haverá algo em manutenção preventiva. Isso de 100%, como foi dito é impossível.

    Mas sempre que falamos desse helicóptero russo, sai briga. Sempre aparece gente mais especialista que o pessoal militar afirmando que estão mentindo. Isso cansa.

    Espero que compremos esses super cobras, mas que seja em uma quantidade razoável.

  48. “Gustavo 24 de Janeiro de 2018 at 9:41
    Juarez 23 de Janeiro de 2018 at 18:26
    Delfim, a FAB vai se livrar, assim que as “amarras políticas” permitirem dos inoperáveis MI35, alias, a FAB não tem missão anti carro a cumprir, é coisa para a turma do Agnelo, e assim será em breve.

    Amigo, o Esquadrão Poti está com 100% de disponibilidade, repito, 100%! O Hind vai muito bem aqui, obrigado.”

    Qual sua fonte para essa informaçâo ?

    Não é o que um Fabiano Oficial Superior (Coronel) afirma:

    “Rinaldo Nery 17 de dezembro de 2017 at 10:21
    Marcos, Facebook não é informação oficial. Infelizmente, essa disponibilidade 100% não durou muito.”

    http://www.aereo.jor.br/2017/12/16/revisao-dos-helicopteros-mi-35p-do-comando-aereo-do-chipre/

  49. Vamos ser sinceros, ter esse helicóptero de ataque no Atlântico Sul (antigo Ocean) seria algo fundamental, daria um poder de fogo bem interessante para ajudar os fuzileiros navais. Não precisa de muitos, apenas uns 6 no Atlântico Sul, mais uns 2 de reserva e treinamento e peças de reposição. Isso não é o fim do mundo!

  50. Na minha humilde opinião:

    Caso as aeronaves estejam em boas condições, ficaria 12 para exército, 12 aeronáutica e 06 para o porta avião que vem por ai.

  51. Senhores,

    Na minha humilde opinião, as forças armadas do Brasil e não só do Brasil, mas dos países da América do Sul, devem ser preparar, se armar e muito, para um grande conflito na próxima década.

    Por que?

    Oras, os orientais estão se armando com tudo que o podem, com seu incrível poderio econômico, formando uma formidável máquina de guerra, bom mas para que estão fazendo isso esses caras? Para “tirar onda”? Para “se mostrarem ao mundo”? Com certeza, NÃO!! Olhem o passado, vejam a história das grandes guerras mundiais como foi os anos pré-guerra, de como os principais atores dos conflitos mundiais fizeram… Os caras estão montando uma máquina de guerra para combater o Ocidente (o qual fazemos parte) para tomar o lugar dos EUA, e já “fecharam” o pacífico para eles, e tenham toda a certeza virão atrás de nós (América do Sul e Atlântico do Sul) atrás de comida, matéria-prima, e petróleo para sustentar sua máquina de guerra e seus povos, aliás já estão fazendo isso comprando terras, indústrias e setores de serviços no Brasil.

    Não sou vidente kkkk… Mas simplesmente tem coisas que não precisamos passar para advinhar, tipo neste mês vai chover em algum lugar, ou não precisamos ver a energia para saber que la existe e por isso não precisamos enfiar o dedo na tomada não é mesmo?

    Então, senhores, se grana é curta, em vez de gastarmos 400 milhões de dólares para enviar 750 soldados brasileiros para se aventurarem na República Centro-Africana, para num futuro entrarmos no Conselho de Segurança da ONU, que gastemos comprando os SUPER COBRA, equipando o nosso exército e marinha, com verdadeiros helicópteros de ataque, até porque em caso de 3GM, depois, com certeza, este conselho será refeito com os VENCEDORES do conflito, espero que nosso Brasil, si, sim entre os ganhadores.

    Tudo pela Pátria! Brasil acima de tudo, só abaixo de Deus!

    Abraço

  52. Flanker 24 de Janeiro de 2018 at 10:44

    Foi atingido em meados de 17, informações de um amigo mec.
    Obviamente se trata de uma situação pontual, porem, a disponibilidade destes meios no POTI é bem superior a 60% – Que me deixou intrigado – Mas este numero exato, eu não tenho.

  53. Anotem ai:

    12 a 24 células para o EB desta aeronave em 2019!!!

    Caiu como uma luva igual ao Ocean. Oportunidade imperdível !

    MB com AH-1 é viagem na maionese!!

  54. A única coisa discutível de se usar heli de ataque em embarcações seria uma necessidade naval de se usar helis multimissão (ASW, ASuW, resgate, etc).
    .
    O Cobra consegue ser superior a um Blackhawk configurado para ataque ?
    .
    O Min.Def. deveria uniformizar aquisições. Quantos modelos de heli se usam nas 3 Forças ? Isto é um pesadelo em termos de aquisição, formação, manutenção… com o aperto que se avista, o MD deveria assumir tal responsabilidade.

  55. Malásia e Filipinas tbm talvez, a ultima tem feitos muitos exercícios com os marines ultimamente e comprado materiais iguais, n me espantaria ter o mesmo heli.

  56. Mas o que eu queria mesmo era ver a Ucrânia comprando esses bichinhos, provavelmente nunca acontecera. Ia dar uns 300 comentários entre russofilicos e americamfilicos aqui no site.

  57. As forças armadas brasileiras são a “Índia” dos helicópteros. Inclusive, não conseguiram nem unificar os códigos para aeronaves similares nas diferentes forças. Um a mais ou a menos tanto. faz.

  58. camargoer 24 de Janeiro de 2018 at 16:01

    Não entendi sua observação. Padronizar as aquisições de helicópteros para as três forças, não seria algo difícil, para não dizer impossível, devido ao fato de que cada Força tem necessidades e requisitos distintos? Ou não é bem assim?

  59. Perfeito Silva, sou a favor de no futuro criarem uma escola de formação única na etapa básica e depois cada Força segue conforme suas necessidades, igual ao Reino Unido.

  60. Augusto L 24 de Janeiro de 2018 at 15:32
    Augusto, a Ucrânia mais cedo ou mais tarde deverá comprar helicopteros pois só lhe restaram velhos Mi-8, e deverão ser ocidentais, pois não existe possibilidade dos russos lhe venderem algo para uso militar e não fabricam.
    A sua ultima compra para a Força Aérea foi de UAV, seu único UAV que são modelos AeroVironment RQ-11 Raven de 2 kg lançados com as mãos, no mais todo equipamento é russo ou ucraniano.

  61. É Walfrido pensei justamente isso, mas com a situação naquelas bandas acho dificil, ainda mais equipamento americano. Mas esses helis deve ir a maioria para paises asiáticos( estou falando da Ásia como um todo) os únicos paises fora da Asia q podem se interessar são justamente o Brasil,Polonia,Ucrania e Marrocos.

  62. Marcelo Andrade
    Já se pensou na escola única, mas as especificidades de cada Força para uma segunda fase de formação, exige q cada Força tenha seu próprio centro de formação.
    Neste ponto é q leva a cada Força permanecer como está, pois já se adianta o q seria ensinado depois.
    Alem disso, acabaria tendo q existir um quarto centro de formação ou sobrecarregar algum já existente.
    Só no EB, além do Básico, sei q tem o Piloto de Combate, o Avançado de Aviação e mais os específicos de voo com OVN etc.
    Talvez, para a Inglaterra q já teve uma quantidade de helis bem maior, formando muitos pilotos por Força, vale ter um básico conjunto. Aqui, o ganho é pouco, se é q tem.
    Sds

  63. Silva, várias classes podem ser padronizadas. Uma aeronave com requisitos próprios e específicos seria a exceção.
    O Brasil já começou a fazer isso com os Caracal. Pena que escolheram um helicóptero problemático.
    Todas as forças usam Esquilo/Fennec. E Blackhawk/Seahawk. E Puma/Super Puma.
    O Jet Ranger poderia ser trocado por Esquilo/Fennec.
    O Lynx poderia ser trocado por Phanter navalizado. Ou o EB poderia usar o Lynx, como no RU. Mas, nesse caso, até acho que cabe abrir exceção.
    Sobra o Hind na FAB que foi uma escolha política.
    EC-135 da FAB é do GTE então foi uma compra para agradar políticos.
    O problema é que parte das aeronaves são novas e, portanto, não vale a pena substituir. Acredito que a padronização venha com as compras futuras, planejadas, em vez de compras esparsas, feitas pelas FAs sem levar em conta os interesse de suas co-irmãs.

  64. Agnelo,
    Não seria possível fazer a 2ª fase do treinamento nas unidades operacionais?
    Mais ou menos o que a FAB faz com os pilotos de aeronaves de asa fixa. Ensina o “básico” (que nem deve ser tão básico assim) e depois manda para a unidade que aperfeiçoará o treinamento (caça, transporte, etc).
    Fora que, parece-me, poderiam também dar uma formação básica em helis que todas possuem, como o Caracal.
    Olhando de fora, concentrar a instrução básica em uma única OM é economicamente vantajoso (a do EB em Taubaté seria ideal). Separa-se Esquilos só para isso e há menor quantidade de pessoal, principalmente nos cargos administrativos.
    O MD já deve ter feito estudos, pois essa ideia já circula há alguns anos nos fóruns e revistas especializadas.
    O “Piloto de combate”, que é do EB, poderia aparecer aqui e comentar.
    Saudações.

  65. Agnelo Moreira 24 de Janeiro de 2018 at 18:30
    Uma pergunta totalmente fora da matéria, é possível ser oficial ou sargento temporário do EB nos setores de infantaria, cavalaria,comunicação etc…? Sei que é possível nos setores “administrativos” como administrador, economista, contador etc…
    Desde já obrigado!

  66. Amigo Bosco!
    ALARM (mesmo sem sendo produzido) é muito mais interessante que HARM na minha humilde opinião e opinião dos usuários dos sistemas AA S-xxx.Exatamente pelo fato de capacidade de entrar na zona morta (funil) dos sistema AA de cobertura de fabricação russa. Pelo que sei os ingleses estavam procurando a solução para substituir ALARMs pelo Meteoro ARM.Nao sei se estão adiantados..
    Uma pratica (Irauqe) mostrou que milhares de HARMS disparados tiveram uma porcentagem tão baixa que somente resta “abraçar e chorar”.Lembrando que cada HARM custa um ponto de carga num caça e de 300 mil a 1(hum !!!) Mi de presidentes mortos.
    Exemplo da Jugoslávia (no Iraque nao foi muito diferente).
    Foram disparados dezenas de HARMs (ok , não foram as Mk D , mas ..) na direção de uma P-18 (é um troço tipo esse dai : https://ic.pics.livejournal.com/vpk_armenii/65408913/31448/31448_original.jpg) da região. Nenhum deles chegou a atingir o sistema pois o DIAGRAMA COSSECANTE é formada por … reflexo da terra(!!). Logo o HARM mirava no meio da formação a centenas de metros da estação.
    Com algumas alterações hoje temos uma situação compatível.Como falei antes – “muito bem catalogadas e … resolvidas” por meio dos sistemas de EW e contramedidas.So temos que esperar algum conflito para saber do resultado..
    OBS : ALARM é muito mais interessante e vai ser um alivio para os russos se OTAN tirar ele da linha de frente. Ele poderia ser um “exterminador da cobertura” das S-xxx.
    Um grande abraço!

  67. “Agnelo 24 de Janeiro de 2018 at 11:37
    Flanker, boa tarde
    Uma dica de quem já operou aeromóvel. Se hoje vc tem 100% de disponibilidade, amanhã vc terá 100% de indisponibilidade. A diagonal de manutenção é inabalável, sob risco de acidente. E como Heli foi feito pra cair, é morte na certa.
    Uma Força de Heli pode, como dito acima, pontualmente, ter 100% voando, para uma determinada operação MUITO importante, se não vital, e logo vai a 50% a 60 %, deixando aeronaves paradas ECD substituir as outras que entrarão na manutenção.
    Esse pontual é muito rápido. MUITO rápido.
    Sds”

    Sim, Agnelo! Concordo plenamente! Por isso questionei o Gustavo sobre a disponibilidade de 100% citada por ele. Sempre há, salvo raras exceções, por alguns poucos dias, uma, duas, ou mais aeronaves em manutenções, programadas ou não. Uma disponibilidade de 80% já é algo acima da média. Os H-60L do Pantera, aqui de SM, tem algo sempre em torno de 60 a 75% de disponibilidade, ou seja, das 8 células da dotação total do esquadrão, tem disponíveis sempre entre 5 e 6 células. Às vezes podem ter 7……mais raramente ainda as 8. Mas isso é muuuito raro!

  68. Scud,
    Mísseis antirradiação são utilizados tipicamente em missões SEAD onde combinados com ataque eletrônica visam paralisar momentaneamente a efetividade de uma IADS de modo a que um pacote de ataque passe. Os radares e os lançadores de mísseis não são os alvos primários.
    Em vista disso não se pode dizer que houve falha tão gritante dos mísseis HARM já que eles erraram porque os radares foram desligados. Também houve na Iugoslávia a utilização maciça de “sedutores” eletrônicos que imitavam as emissões de um radar verdadeiro. A versão utilizada não tinha GPS e não tinha software capaz de diferencia o engodo do radar real e muito menos um radar ativo milimétrico capaz de “enxergar” o alvo. Mas mesmo assim, os radares reais eram desligados e não se pode falar da ineficiência do HARM.
    E eu considero que o HARM seja o mais avançado míssil antirradiação exatamente por ser o mais testado em combate real, tendo sido fabricados mais de 25 mil sendo que cerca de 1000 foram utilizados em combate. Hoje há pelo menos 6 versões do HARM que paulatinamente foi sendo aperfeiçoado. As versões D são dotadas de orientação GPS e têm chances reais de neutralizar radares silentes, desde que estáticos. Já a versão E (AARGM) tem o seeker passivo combinado com um radar ativo milimétrico adicional (semelhante ao do míssil Longbow) que permite atingir alvos diversos e não só radares, inclusive alvos em movimento.
    Ambas versões do HARM, o D e o E, são aptos a operações DEAD, não se limitando às operações SEAD. As operações DEAD, como você sabe, têm como objetivo a destruição da IADS como objetivo primário. Ou seja, o pacote de ataque tem como objetivo não “passar” incólume pela IADS mas sim, atacá-la e destruí-la.
    Nesse tipo de missão um míssil antirradiação convencional e aeronaves de ataque eletrônico são utilizadas mas são combinados com outros meios de modo a neutralizar definitivamente os meios antiaéreos do inimigo. Esses meios são os mísseis HARM mais avançados (D e E), as bombas JDAM, SDB, JSOW, WCMD, mísseis despistadores tipo MALD, etc.
    Um abraço.

  69. ScudB 24 de Janeiro de 2018 at 21:40
    O que acontece é que os radares que a Iugoslávia usava operam na banda VHF, que o pessoal hoje gosta de chamar de “radar de baixa frequência” – o que é meio irônico porque VHF significa “very high frequency”. A questão é que esta frequência é bem peculiar: ela tem um efeito ressonante que, por exemplo, o torna muito sensível, a ponto de ser eficaz para detectar aeronaves furtiva. É uma faixa ótima para radares de busca. Contudo, as mesmas propriedades que tornam esta frequência boa para a detecção de aeronaves, prejudicam a resolução, ou por outras palavras sua precisão. Um radar de VHF normal te dá a posição de um avião com margem de erro de centenas de metros o que está muito bom para um radar de busca. E aí é aquela coisa: a imprecisão inata desta frequência prejudica, tanto o radar emissor quanto o míssil anti-radiação. Ou por outras palavras, contra um radar de baixa frequência, os Harms não funcionam bem; eles herdam a imprecisão inata da frequência. Os Harms são otimizados para as frequências mais altas, que pela sua precisão são usadas como diretores de tiro: a mesma precisão que permite guiar um míssil também beneficia o Harm.
    Esta é uma questão física e os EUA conhecem esta limitação que não é do Harm, mas de todos mísseis anti-radiação. O que ocorre é que os EUA e o Reino Unido têm doutrinas diferentes para a utilização deste tipo de míssil. Os EUA apostam mais no SEAD, ou seja a supressão: mais importante do que destruir um radar de busca é impedir que o radar diretor de tiro seja utilizado e por isso sempre que eles detectavam uma emissão de radar potencialmente perigosa eles disparavam o Harm. Se o HARM e evitava a utilização do radar de direção de tiro, ele cumpriu a suma missão. Destruir o radar e um bônus. Haja $$$. Os britânicos, com orçamento menor, preferiam dar mais ênfase ao DEAD, a destruição dos radares e por isso eles fizeram o ALARM com seu paraquedas: com mais tempo no ar, deslocando-se de forma relativamente lenta por conta do paraquedas, a triangulação é melhor e o ALARM tem mais condições de obter um melhor posicionamento do radar, mesmo os de baixa frequência e de o atingir.
    As limitações dos misseis anti-radiação são bem conhecidas especialmente contra países desenvolvidos.
    O HARM ou o ALARM e os mísseis anti-radiação em geral seriam terrivelmente eficazes (no que se propõem a fazer) contra as forças armadas de 95% dos países do mundo, mas contra aqueles 5% realmente poderosos… nem tanto.

  70. Observador, assino embaixo.

    Enquanto o pessoal dá aulas magistrais (muito instrutivas) sobre os equipamentos, a geopolítica e a doutrina de defesa ficam um pouco esquecidas.

    Sua avaliação é perfeita: os anos pré-guerra se repetem em nossos dias – a escalada armamentista sino-russa, o enfraquecimento moral e bélico dos futuros “castigados” (marcados para morrer – as guerras são táticas de dominação dos senhores do mundo, jogos de cartas marcadas ), a expansão imperialista por matérias-primas, subversões em outros, etc nos sinalizam que a 3GM chegará aqui. Isso não ficará só na guerra fria. As ameaças chinesas são muito mais impiedosas e de longo alcance do que de nazistas ou até de russos.

    A África e a América serão a horta da China, e os chineses poderão ocupar este protetorado e até haver um conflito com outras potências que queiram destruir a infra-estrutura e as fontes de recursos deles aqui.

    Nós já estamos fadados a sermos os derrotados e dominados por eles. Ninguém liga o armamentismo chinês de projeção de força ao TO no Atlântico Sul, só aos EUA no Pacífico Norte (os outros vizinhos da China estão se precavendo, ao contrário de nós, cuja doutrina de defesa parece ser a mesma do tempo do Império – preocupada só com os vizinhos fronteiriços).

    Também não custa recebermos dezenas de milhões de imigrantes chineses e virarmos uma minoria dominada em nosso próprio território – eles fazem isso onde ocupam.

    Temos que focar na defesa contra invasores muito poderosos – seja a China, Rússia ou toda a UNASUL junta com Cuba. Virar guarda nacional/costeira/de fronteira e SAR não basta. Aproveita para dar emprego a muita gente, impulsiona a indústria de defesa, etc.

  71. Jacinto,
    Em relação às deficiências dos mísseis AR em relação aos que operam radares de baixa frequência houve para compensar a inclusão do GPS e mais recentemente do seeker adicional baseado num radar ativo de OM. As grandes antenas desses radares se tornam alvos maravilhosos a esses mísseis.

  72. Bosco e ScudB

    Já que você estão falando de supressão de defesas inimigas, hoje em dia eu prefiro a abordagem israelense do tema através de drones suicidas como os IAI Harpy/Harops, que além de mais baratos me parecem mais efetivos ante a possibilidade de saturar as defesas com os mesmos

  73. S-88,
    O uso de drones é interessante mas é mais específico para aquele teatro de operações dos israelenses, com aqueles países todos concentrados.
    No caso de um ataque clássico de caças de alto desempenho o míssil ar-sup antirradar de alta velocidade se mostra útil, claro, de preferência combinado com supressão eletrônica, utilização de mísseis despistadores, etc.
    *Os americanos estão colocando ogivas explosivas e seekers terminais por imagem IR nos seus mísseis despistadores MALD ADM-160. Combinados com a versão clássica que emula um caça ou bombardeiro e a versão J que produz interferência eletrônica, essa versão terá o potencial de deixar a defesa AA completamente em “pânico” (plagiando o SputinikNews. rsrss)

  74. Uma coisa ninguém ataca radares de alerta aéreo antecipado com misseis AR, vc usa misseis de cruzeiro contra eles ou os interfere na sua comunicação com os EC-130H Compass Call.

  75. Amigos,
    .
    Mísseis ‘antirradar’ (primariamente fixam a radiação dos radares catalogados), com o HARM, ALARM e Kh-58UShKE, tem como missão principal ‘manter as cabeças dos inimigos abaixadas’.
    .
    Realizando SEAD, mesmo que potencialmente, facilitam a DEAD.
    .
    Nenhuma força aérea de respeito pode prescindir destes sistemas de armas, mesmo que priorizem outras armas para destruir as posições antiaéreas inimigas.
    .
    De certa forma a existência destes mísseis cria uma variável de risco que uma IADS – Integrated Air Defense System simplesmente tem que considerar.
    .
    Sds.,
    Ivan.

  76. Tem que colocar na Polícia do RJ depois que saquearam o estado a bandidagem esta fazendo a festa. Manda meia dúzia para fuzilar traficante aí sim é de boa utilidade

  77. Colocando uma malagueta no prato, e aqueles helicópteros que o Egito comprou dos russos para o Mistral, é furada?
    Cada vez que vejo fotos ou vídeos dele (KA-52) na web, acho eles lindos e medonhos ao mesmo tempo.

  78. Amigos Bosco e Jacinto!
    São particularidades.
    VHF foi somente um exemplo.Um numero alto desses misseis fabricado e disparado ja indica um certo fator de “desconfiança” da eficiência.Na lembro os números com precisão mas so no Iraque é so da Mk B foram 585 lançamentos. Na Iugoslávia – compatível com índice de “sucesso” abaixo de 48% para critério “chegou no ponto”eficiência de switch-off mal passou de 20% com desligamento operacional por mais de 4 horas.Lembrando de quase 2000 artefatos AR no total – é muito!Ate para orçamento trilionário.
    Hoje , com Mk E/D temos os mesmos desafios : uns tem pau e os outros -escudo. Tem GPS sistema IR/Optica – do outro lado te “desligamento de GPS” , sistemas tipo 34Ya6 “Gazetchik” e ate as promissoras Elabuga e Rtut.
    Por tanto , um ALARM com capacidade de entrar no “funil de impunição” , por mim , vai fazer falta. E o Kh-58 tem algumas vantagens em relacao de distancia e velocidade. Por isso inclui na lista dos “queridinhos”.OK?
    Um grande abraço!

  79. Um helicóptero EC725 do exército acabou de sobrevoar a minha casa, ele está o dia todo voando, deve estar em treinamento com o pessoal aqui do 19º B I Mtz, visualmente falando é um helicóptero bem bonito e imponente.

  80. IVAN BC
    Sim.
    Tem muitos oficiais e sargentos temporarios combatentes.
    Os oficiais são oriundos dos CPOR e NPOR. Ao se alistar, se o jovem for universitário, ele não serve como recruta, mas como aluno de Curso de Formação de Oficial da Resrva. Ao término do curso, de acordo com a classificação e voluntariado, do primeiro ao último escolhe se quer servir como Oficial Trmporario ou não. Ele serve até mais 7 anos, chegando a 1o Ten. Participam das Operações e exercícios normalmente, após um preparo inicial.
    Os sargentos temporarios sao oriundos dos melhores Cb e Sd do efetivo profissional, q fazem provas internas e realizam o Curso de Formação de Sargento Temporário. Ficam até 8 anos.
    Normalmente, o efetivo de carreira e temporário é meio a meio. Mas a proporção vai mudar pra
    Mais temporários.
    Sds

  81. Rafael, boa tarde
    Piloto de Combate poderia falar melhor.
    Mas acredito q as unidades são
    Muito sobrecarregadas com seu adestramento e operações.
    Um colega me disse q passou mais de 200 dias fora de casa em 2016.
    Mas o problema principal seria a Seção de Doutrina longe do instrutor. Quem trás as técnicas e doutrinas atualizadas ficaria “longe” de quem ensina.
    São ideias minhas.
    Como vc disse, Piloto de Combate poderia dar uma palha.
    Sds

  82. ScudB os misseis modernos tem sistemas de proteção aos sistema de gps. Qual ira sistema funcionar o do míssil ou os de interferência so uma guerra pra provar. Alem do mais radares que não são de baixa freqüência o missil não erra so se o operador desligar o sistema. Bom com os israelenses em 82 funcionou perfeitamente e com os americanos na Líbia tbm, os de Israel em 82 nem haarm foram, foram misseis mais antigos e na Iugoslávia não tinha um deserto era uma área cercada de montanha e floresta era facil esconder os sistemas AA e quando disparado um missil ar o sistema era desligado, as AA fixas foram destruídas no começo da operação mas a estratégia dos sérvios fez a Otan mudar a estrategia para bombardeamento da infraestrutura e economia da Servia. So um dado 85% das defesas AA sairam ilesas

  83. Boa noite Prezados Colegas!

    Tentando contribuir em algo para a discussão, gostaria de tecer alguns comentários sobre compra de oportunidade e, posteriormente, sobre o nosso Centro de Instrução.

    Hoje nossa AvEx tem carência de uma Anv Atq dedicada… Mas a missão de Rec Atq é cumprida com nossos Fennec… Melhor meio? Não… Mas se combate com o que se tem… Conhecemos o potencial e as deficiências deste vetor…

    A otimização de nossa capacidade de reconhecimento e ataque é um dos objetivos perseguidos pelo CAvEx. A prova disso é que uma Seção do EM/CAvEx é dedicada aos projetos futuros. Dentro deste escopo, temos mandado nossos pilotos e engenheiros com curso de Ensaios em Voo realizar avaliações de Aeronaves de Ataque “puro sangue”. Já foram avaliados, por exemplo, aeronaves nos USA, Rússia e Itália. Os ROB estão estabelecidos, e os estudos de viabilidade seguem sendo feitos.

    Uma aquisição deste porte não deve ser avaliada somente pelo valor pedido… E a logística? E a disponibilidade? E o armamento? Diferente do nosso carro na garagem, que é só levar no mecânico da esquina, uma máquina deste porte requer alto investimento na estrutura de suporte… A aviônica, o suprimento, o cuidado específico destinado aos instrumentos elétro-óticos, a capacitação de nossos especialistas… Tudo isso deve ser avaliado e pesado numa decisão tão importante…

    Não me posiciono contra a aquisição… Até porque, como Piloto de Rec Atq, gostaria muito de voar uma aeronave dedicada para cumprir missão… O que digo aqui é que se deve ter algo muito bem fundamentado para apoiar uma decisão deste nível, de forma a garantir a viabilidade da implantação de tal projeto.

    __________________________

    Agora sobre nosso Centro de Instrução, e a idéia recorrente de se criar um Centro Conjunto.

    Não se ouve falar sobre a criação de um Centro Conjunto para formar os Operadores Especiais das 3 Forças… Por que não? Porque EB, FAB e MB tem emprego bem específico para seus FE, Para-SAR e MEC…

    Igual raciocínio pode ser aplicado aos Operadores de Anv de Asas Rotativas… Cada Força emprega suas Anv para missões com características diferentes… A fase comum, por assim dizer, se resumiria a, no máximo, 30% da carga horária de formação…

    Ainda, acredito que a grande maioria dos Srs imaginem que nosso Centro de Instrução é como uma auto-escola aérea… Ledo engano… No CIAvEx são formados e especializados todos os recursos humanos da AvEx… O Sgt de Aviação é formado no nosso CFS… A especialização de nossos quadros de manutenção e de apoio também. SAR, Controlador de Tráfego Aéreo, Inspetor de Manutenção, por exemplo, são formados aqui…

    Para os oficiais, temos a formação dos Gerentes de Manutenção e os cursos de Pilotagem, além do Avançado de Aviação, curso que habilita o oficial a comandar Unidade Aérea e a trabalhar como Ligação junto a Grandes Comandos Operativos.

    No último ano foram mais de 40 cursos e estágios, e mais de 500 alunos formados, inclusive de Forças Co-Irmãs, Forças Auxiliares e Nações Amigas…

    Sobre a formação do piloto ser feita na Unidade Aérea, perderíamos muito em qualidade. Hoje, o piloto é formado piloto básico, já com a qualificação NVG e IFR. Segue para a Unidade por um período e regressa para o Curso de Piloto Tático, onde ele aprende a realizar o voo militar (voo tático, tiro de Mtr e Fgt, etc…), depois ele realiza o Curso de Piloto de Combate, de onde sai habilitado a comandar Companhia de Helicópteros em combate. Ele pratica, neste curso, todas as operações aeromóveis doutrinárias em um quadro de Operações no Amplo Espectro. No CPC, conseguimos colocar até 16 aeronaves para que o aluno cumpra suas missões de combate, além do precioso apoio prestado pela nossa Divisão de Simulação, que otimiza nossa instrução e potencializa o efeito do ensino-aprendizagem…

    Se esses cursos fossem realizados no BAvEx, além da grande carga que a OM receberia, perderíamos em qualidade e padronização, o que é inadmissível…

    _____________________

    Por fim, deixo claro que minhas opiniões aqui expressas são exatamente OPINIÕES, e não refletem necessariamente, a opinião do EB ou do CAvEx…

    Sigo à disposição para continuarmos nesse saudável debate!!!

    Saudações a todos!!!

  84. Gustavo, eu não sei que te disse estas bobagens de disponibilidade 100%, pois isto NON ECXISTE, principalmente com Mi 35 e com nenhum outro, pois não é assim que a diagonal de manutenção funciona, nem com a técnicas plug and play russas, nem com o fake Distância chingando a gente em cirílico, inglês, mongol e não sei mais quais línguas:
    Nos temos TRES tipos diferentes de células de MI 35. As quatro primeiras etapas para ser Iraquianas, as quatro seguintes eram para um país da África, somente as últimas quatro foram construídas para a FAB.
    Aquilo já é ruim ficou pior ainda, pois entre elas vários componentes elétricos, hidráulicos, eletrônicos e inclusive motores tem diferenças construtivas.
    Gustavo hoje tem seis na linha de voo, quatro voando e seis na “conserva” porque na hora do IRAN eles vão ser encostados um após o outro.
    Os Russos querem que levemos para lá, a fim de padronizar as células, isto me fez lembrar a conversa de loucos dos maníacos esquerdistas,capitaneados pelo pseudo jornalista especializado, o Pepe que berrava que toda a logística feita no Brasil e quem duvidasse seria queimado como herege.
    Aí Gustavo veio o tempo, senhor todas as verdades e as mentiras dos russos vigaristas e seus papagaio a soldo como o Pedro o “lixo” foram mais uma vez descortinando.
    Agora, os Ucranianos andaram por lá propondo dos grade nas células para trazê-los para o padrão inferior.
    Gostou Gustavo??? Não, pois é, não esqueça você como contribuinte esta pagando toda esta sacanagem.
    Gustavo, não esqueça:
    O TEMPO E SENHOR DE TODAS VERDADES…..

  85. Amigo Augusto L!
    Mesmo sem pontuação entendi a maior parte 🙂 ..
    Sei que “arma” de GPS tem um tranco para continuar “voando”.
    Mas os sistemas EW tb tem um sistema que “não deixa” o GPS saber que foi jammeado. E ai ?Como fica?
    No resto , de fato , mais uma concordo com Você. Fica ate estranho 🙂
    Um grande abraço!

  86. ScudB, fico meio perdido quando faço texto grandes, tenho preguiça de rever pra olhar os erros ortográficos. Sobre o sistema ew conseguir fazer com o gps inimigo não saiba que esta sendo jammeado é um ponto dificil, ja que as frequências militares são muito mais seguras que as civis e ainda o sistema anti-jammer do gps funciona trocando as frequencias, como o sistema ew vai interferir se ele n sabe qual frequencia usar ? Como eu disse so uma guerra pra tirar essa duvida, ai sim saberiamos qual ira realmente funcionar.

  87. E ainda tem a opção de conexão via datalink com o satelite que apesar de ser complexa é possivel, tornando a conexão praticamente imune jamming.

  88. M.Silva 25 de Janeiro de 2018 at 14:38

    O texto do Cel. Gelio é lúcido e bem explicativo sobre o que nós abordamos, M.Silva, e perfeito a sua interpretação.

    Abraço

  89. Piloto de combate, Ângelo e outros da area, não seria viável então força os padronização dos procedimentos, para criação de um centro de instrução comum ?

  90. Obrigado Agnelo e Piloto de Combate,
    Piloto de Combate mas por que a formação do EB é diferente da MB e da FAB? Não entendi porque um piloto do EB pilotaria de forma diferente dos demais (claro que algumas missões podem ser mais específicas, mas imaginava que seriam uma minoria e não a maioria da carga horária da formação) ? E por que há essa necessidade de ter uma instrução diferente (em especial comparando com a MB, pois na FAB eles já teriam voado asa fixa antes)? E os mecânicos, acredito que o serviço seja o mesmo, então porque não podem ser formados numa mesma escola? A seu ver, é impossível padronizar a formação (currículo do curso)?
    Há intercâmbio entre as Forças? Pilotos, mecânicos, comandante de base aérea fazem cursos juntos ou passam um tempo em OMs de outra Força para compartilharem conhecimento, aprendendo e ensinando?

  91. Juarez 25 de Janeiro de 2018 at 22:23
    Que brabo hein , nem sonhava com um trem desse, tres lotes de Mi 35 cada um distinto do outro é sacanagem da braba. Isso que é entubar.

  92. Já que tocaram no assunto,e aproveitando o ensejo, quanto que custou aos cofres do tesouro nacional a entubada do MI-35. Não me recordo dessas cifras. Um saudoso abraço!

  93. Rafael, entendi o seguinte.
    Piloto de Combate me corrija, por favor.
    1) São muitos cursos com elevados efetivos para distribuir para as unidades.
    2) A padronização é importantíssima, pra ter diferentes formações pelas unidades.
    3) A continuação da formação, além da fase inicial é bem grande e precisa de infraestrutura e pessoal pra isso.
    4) por tudo isso, cada Força precisa de seu centro de formação. E perderia a racionalização de efetivo e meios, tendo um 4o centro.
    Sds

  94. Agnelo,
    Você aclarou melhor os pontos para mim.
    O que eu pensei para cada item:
    1) Uma unidade bem grande que comportasse os efetivos a serem formados. Talvez eu não tenha noção do tamanho e seja realmente inviável.
    2) seria mantida uma padronização (não sei se houve uma confusão no seu comentário padronização/diferentes).
    3) Ok, pensei que seria possível nas unidades operacionais, mas se não é, não tem o que fazer.
    4) Se mistura com o item 4. Se cada Força continuar precisando de um centro, realmente não faz sentido “unificar”, pois seriam 4 centros em vez dos atuais 3, como você bem apontou.
    Abraço!

  95. A proposta de unificar instrução básica em asas rotativas não me parece ruim, nem seria necessário mais um centro para isso, poderia ser feita pela FAB para as demais Forças. Os pilotos seriam então incorporados aos esquadrões de suas respectivas armas, e aprenderiam a doutrina de cada missão específica voando com pilotos veteranos.

  96. Agnelo Moreira 25 de Janeiro de 2018 at 16:52
    Obrigado pela resposta, sempre prestativo.
    Uma dúvida, então para oficial combatente temporário existe apenas essa janela de oportunidade? Alistamento militar com 18 anos e estar fazendo curso superior?
    Desde já obrigado!

  97. Fui pesquisar mais a fundo como é la no RU e vi que são 3 centros o da RN e do exercito são avançados e o da RAF instrução básica pros 3 ramos mais a avançada da própria Raf.

  98. Augusto L 26 de Janeiro de 2018 at 18:12, sua pesquisa vem de encontro à minha proposta acima…O objetivo seria EB e MB não precisar manter esquadrões de instrução, direcionando seus recursos para os esquadrões operacionais.

  99. Prezado Camarada Agnelo;

    Excelente síntese!
    __________________

    Rafael;

    A técnica de pilotagem é praticamente a mesma… Seja no aeroclube do Burundi, seja na USAF, se pilota uma máquina conforme seu manual… A grande diferença vem das Táticas e Procedimentos que cada Força precisa empregar… Esta diferença vem do fato que cada FA opera em um ambiente… A grosso modo, MB opera em ambiente Naval e Anfíbio, a FAB em operações Aeroestratégicas e Aerotáticas (buscando atingir os Centros de Gravidade inimigos), e a AvEx proporciona a aeromobilidade orgânica aos Grandes Comandos Operativos, (normalmente níveis tático e operacionais)… São características operativas bem diferentes… Eis o porque da diferente grade de formação…

    Sobre intercâmbios, sim ocorrem! Via de regra, pilotos da FAB e da MB vem cursar o Curso de Piloto Tático e o Curso de Piloto de Combate… Sempre mandamos pessoal para cursos e instruções na FAB e MB… Além dos pilotos que mandamos sempre ao exterior para realizar cursos e intercâmbios… Para exemplificar, já recebemos comitiva do 160th SOAR aqui em nossas instalações para intercâmbio doutrinário!

    __________________________

    Adriano;

    Sobre a idéia de pilotos novos aprenderem com pilotos veteranos em Unidade Aérea Operacional… Já operei com exércitos onde se utiliza este procedimento… Nítida a diferença de desempenho entre quem faz isso, e quem aprende de modo formal… Não podemos ensinar durante uma operação, nem podemos onerar a Unidade Operacional com isso… O foco da tripulação deve ser na Operação, e não no Ensino… Além disso, a instrução realizada em ambiente escolar tem benefícios que não podem ser postos em segundo plano…

    Espero ter esclarecido algo!

    E sigamos na discussão!!!

  100. Entendi, Piloto de Combate, mas se o modelo que o Augusto L pesquisou é eficiente para as FFAA britânicas, poderíamos fazer algo do tipo. Abraço e grato pela explicação.

  101. Complementando meu post anterior, o aprendizado formal das missões (tática), penso eu, teria que ser no helicóptero de esquadrão operacional, ou não? Nesse caso, a instrução básica poderia ser compartilhada…

  102. Adriano, o aprendizado formal ocorre nos cursos… A vivência e o tempo trarão ao piloto a experiência… Mas o curso é onde o piloto aprende a cumprir missão…

    Compartilhar a instrução básica é possível? Lógico que sim! Ano passado formamos 3 marinheiros, mas foi por outros motivos! Meu questionamento é: se já temos a estrutura para ministrar os cursos, que racionalização é essa que iria gerar mais gasto?

  103. Piloto de combate,
    Muito obrigado.
    Como a MB não comprou novos helicópteros para instrução, já imagino o motivo para o EB ter formado 3 marinheiros.
    Aliás, quantos pilotos o EB forma por ano, em média?
    No mais, concordo totalmente que deve haver um curso básico ministrado em unidade específica. Aprender com veteranos não é a mesma coisa. Ao mesmo tempo que eles podem ensinar macetes fruto da experiência profissional, provavelmente vão esquecer de ensinar algumas coisas que quem é dedicado apenas à função de instrutor não deixaria passar.

  104. Rafael, excelente conclusão!

    Importante ressaltar que, mesmo após o curso, o piloto ainda está em formação… Num processo que chamamos Elevação Operacional… O curso fornece ao piloto o cabedal técnico, tático e procedimental do voo de combate…

    Durante a Elevação Operacional, ele segue sendo avaliado no âmbito de sua Unidade Aérea, com finalidade de ser “promovido” a Comandante de Aeronave e Instrutor de Voo. Esta avaliação é realizada na própria UAe, e homologada pelo Conselho de Voo…

    Formamos de 10 a 20 pilotos por ano!
    ________________

    Adriano, ao invés do “deixa pra lá”, pq não deixa sua opinião ou experiência…

    O que quis dizer é que entendo por racionalização FAZER MAIS COM MENOS. Caso tivéssemos um Centro Conjunto, teríamos que mandar os pilotos pra lá… E isso custa $$$… Esta solução, já debatida, seria uma racionalização à lá Política Brasileira… FAZER O MESMO PAGANDO MAIS…

  105. Piloto de combate, a minha pequena experiência se resume a instrução para PP há vinte e tantos anos, e, limitado a ela, não me considero habilitado a debater com profissionais da área militar. Se você permitir uma observação, eu não propus um Centro Conjunto, a ideia seria utilizar o 1º/11º GAv da FAB para a instrução básica dos pilotos de “avião de rosca” das três Armas. Imagino que haveria uma redução de custeio (CAPEX e OPEX) pela extinção de esquadrões de instrução da MB e do EB, que seriam melhor empregados nos esquadrões operacionais das mesmas. Obrigado à sua consideração, abraço!

  106. Prezado Companheiro Piloto Adriano;

    Como expliquei anteriormente, somente a instrução básica não é suficiente ao Piloto Militar.

    Diferente do Piloto Comercial ou do de Linha Aérea, não é possível concluir a formação junto com a operação.

    É necessário que o Piloto Militar conclua sua formação em ambiente escolar, para que se utilizem as ferramentas adequadas ao processo ensino-aprendizagem, e não se onere o lado operacional. Imagine ir para uma operação na favela com um piloto ainda em formação.

    Os Centros de Instrução não se limitam a formar pilotos, e sim vários outros especialistas de aviação. Por este motivo, eles não serão extintos,

    Por isso reafirmo que não é racional reunir pilotos-alunos das 3 Forças por alguns meses, ministrar-lhes a fase básica (manobras elementares, fechando no voo solo), e após isso transferí-los novamente, desta vez para a formação específica em sua força de origem…

    Bons voos!!!

  107. Somente a instrução básica e IFR pode ser padronizada. Uso de NVG também. A FAB empregará sua aviação de asas rotativas, em combate, somente para Resgate.

  108. Juarez, quem sabe da disponibilidade do POTI é um tal de Cesar Pereira, que posta por aqui. Também foi na onda do Facebook e “dum amigo que falou”, igual ao Gustavo. Meu filho tá trabalhando no GLog da Ala 8, e pedi pra olhar no SILOMS. Só não poderei postar aqui, óbvio. Mas também concordo que não é das melhores, infelizmente.

  109. Senhores,formação básica de ponto de asa rotativa deveria ser terceirizado, explico:
    Utilizar os aeroclubes para formação básica e e criar uma unidade de formato de voo de militar, formando.lilotos das três armas e mais fãs polícias civis e militares. Nas FAs os esquadroes de formação básica seriam convertidos em esquadroes de formação operacional.
    O resto e com versa para manter estruturas redundantes,caras e ineficientes.

  110. Caro Rinaldo, uma duvida em combate a Fab não transportaria as Fes em ações diretas? Eu ja vi fotos de BH da Fab levando Fes do EB.

  111. Eu vou recolocar o meu post anterior, pois li, digitei da bosta do celular e ficou um lixo de compreender:

    formação básica de piloto de asa rotativa não necessita de três estruturas de formação militares diferente, a solução está na iniciativa privada, contratando aeroclubes para fazer a formação básica, depois criando um centro de aperfeiçoamento e formação de doutrina militar de voo para formar pilotos da três FAs, das policias civis e militares, centro este que teria três estágios de formação, sendo o primeiro de conversão para o voo militar, estágio este em que os pilotos da policias sairiam formados, o segundo de emprego de armamento, aonde os de mais pilotos das três forças sairiam com formação e um terceiro estágio, aonde somente os pilotos da MB seguiriam para fazer a conversão para o voo embarcado.
    em seguida estes pilotos seguiriam para suas unidades e fariam tão somente a conversão operacional.
    Esta escola seria formada por instrutores das três forças armadas e das policias, a formação de todos seria rateadas entre as três forças e as policias dos respectivos estados quer estiverem se formando.
    Uma nica doutrina, uma única anv de formação básica, e uma única anv de formação avançada. um único centro de apoio logístico e manutenção.
    Como funciona hoje:

    Cada centro com uma doutrina de formação, com anv de formação diferentes, centros logísticos apoio diferente e redundantes.
    Resultado: Falta total de recursos para formar e principalmente para manter as anvs, exemplo prático:

    Porque vocês acham que a PM Paulista andou formando marinheiros????/

    Por camaradagem?? Calor que não, foi porque a MB não tinha Jet Ranges em condições operacionais para formação dos pilotos e olha que ele é barato e fácil de manter e operar.

    para piorar as cosias, tanto FAB quanto MB, os pilotos são formados em uma anv e vão para os esquadrões pilotar outra completamente diferente, na MB, saem do jet Ranger, vão para o Esquilo mono, ou Esquilo “gono”, na FAB saem do esquilo mono e vão para BH e Kombi,o quadro da dor.
    Resumindo:
    Ninguém está muito preocupado em sentar na mesa e ver o que é possível racionalizar, padronizar e se utilizar das mesmas doutrina de formação e principalmente de MANUTENÇÃO para diminuir custos, é cada um por si e Deus para todos, depois é aquele rio de lágrimas porque não tem horas suficiente no esquadrão, mas porque que não tem???
    Ora bolas, porque consomem um parte expressiva das horas de voo formando e convertendo novinhos, aí não tem horas que cheguem, simples como tal.
    A solução tem dois caminhos e ações que tem que ser tomadas, que passam pela criação do centro de formação e um cuiudo Mindef que faça os três CECH sentarem na mesma mesa e delinearem o que é possível padronizar em termos de anvs, mas lamentavelmente não há interesse dos militares ainda por cima, nos últimos anos ouve interferência política nas compras e entubações de merdas e porcarias inoperáveis como o Mi 35 e aquelas kombis em serventia, então, meus amigos, se contentem em pagar a conta, e o que nos resta, porque não vejo ninguém querendo mexer nisto, pelo menos para melhor.

    G abraço

  112. Prezado Juarez;

    Sobre sua última postagem, permita-me algumas considerações.

    Inicialmente, qual o Custo x Benefício da implantação de uma estrutura como a que vc propôs… Será que o alto custo de implantação compensaria tão pequena redução de custos? Lembre-se que, conforme já citei, na estrutura atual são formados inúmeros especialistas além de pilotos e mecânicos. Elas não seriam desfeitas… Seriam transferidas também… Ou devemos formar nosso SAR com o Bear Grylls? Podemos formar o abastecedor no Posto Ipiranga? Eles saberiam operar um FARP?

    Será que terceirizar a formação seria assim tão barato? Sugiro pesquisar o quanto qualquer PM paga por hora de vôo (logicamente aquelas PM que tem seus helicópteros via leasing ou aluguel)… No mínimo o dobro do custo do que sai para uma de nossas FA.

    Será que este molde proposto basta ao piloto militar? É só voar, atirar, e pousar no navio para os pilotos aeronavais? Tão simples assim? Estás equivocado caro colega…

    O piloto militar voa, atira, navega no terreno, comanda, coordena com as tropas de superfície, conduz fogo de artilharia e aerotático, infiltra atrás das linhas inimigas, conhece a manobra dos mais altos escalões, entre outras competências. Este processo, no EB, leva cerca de 4 anos… Isso mesmo… Entre a 1ª aula de aerodinâmica e a elevação a Piloto Operacional, cerca de 4 anos de muito estudo e aplicação.

    Sobre formação de Pilotos Policiais, não entrarei nesta seara… Mas cada PM tem necessidades específicas… A PM do RJ e a do PI têm necessidades e possibilidades bem diferentes, por exemplo… Porém o voo policial tem características MUITO diferentes do voo militar… Já operei com a PM de diversos estados, e posso afirmar que NUNCA a PM realizará o voo militar… Além das características de missão, ainda são regimes jurídicos diferentes… Um sob a égide do DICA e outro sob as leis de nosso Estado Democrático de Direito…

    Doutrina única? Pra que? Cada Força tem um emprego bem característico e diferenciado… Como já falado aqui, a fase elementar, o IFR, o NVG, a navegação por contato são iguais para as 3 FA… Mas isso é técnica… O emprego doutrinário é outro assunto… E deve ser bem específico a cada Força…

    Por último, os MI35 e os H225M não são porcarias sem serventia e inoperáveis… Independente de qualquer consideração sobre aquisição, as Forças fizeram suas limonadas com o que foi recebido e eles estão voando e combatendo, e MUITO…

    Saudações!

  113. O que o Juarez está falando é semelhante ao treinamento primário do US Army e da USAF para asas rotativas, que era feito até o início da década passada.

    Começavam de baixo em conjunto e com instrutores militares, mas da reserva.

    Hoje em dia, semelhante e mais extenso ainda porque está atrelado a operacionalidade é o modelo inglês, com dois comandos únicos para as três forças armadas:
    Defence Helicopter Flying School e o Joint Helicopter Command

    Aqui no Brasil as FFAA tem uma certa alergia a padronização e seria função do MD chegar junto e impor algo do tipo…

    Nem os padrões de camuflagem são únicos…

    Acho que uma padronização teria que começar por aí, até um dia chegar na linha de vôo.

  114. Há alguns anos, tentaram terceirizar parte da manutenção do esquilo em uma das forças.
    Dentro da ideia de alguma empresa com pessoal da reserva conseguir.
    Resultado… quem ganhou a licitação da manutenção foi uma empresa q faz manutenção de aeronaves q transportam “bacanas” de um lado pra outro.
    Resultado:
    Aeronaves q são extremamente exigidas (tipo em um rali) sendo manutenidas por especialistas em carros de passeio.
    Senhores
    Certas soluções no Brasil não dão certo…
    Sds

  115. Caro piloto de combate!

    Inicialmente, qual o Custo x Benefício da implantação de uma estrutura como a que vc propôs… Será que o alto custo de implantação compensaria tão pequena redução de custos? Lembre-se que, conforme já citei, na estrutura atual são formados inúmeros especialistas além de pilotos e mecânicos. Elas não seriam desfeitas… Seriam transferidas também… Ou devemos formar nosso SAR com o Bear Grylls? Podemos formar o abastecedor no Posto Ipiranga? Eles saberiam operar um FARP?

    Cidadão, como é que tu afirmas que é um “alto custo”, se tu não sabes qual é este custo, mas eu vou te ajudar:

    Não se cria nada de estrutura física nova, se aproveita a estrutura existente na BANT, extinguindo o 11º e o centro ocuparia a área física hoje ocupada por este esquadrão, se valendo inclusive de parte de sua dotação de pilotos e de apoio logístico, portanto não seria necessário o Bear Grylls, e nem o Posto Ipiranga, seria necessária romper com o “clube do bolinha” e das despesas geradas por ele para formar três pilotos do mesmo país, com a mesma bandeira no braço, porém hoje parecendo serem três forças de três países diferentes, mas seis demanda, tempo, trabalho, dedicação e principalmente VONTADE.

    Será que terceirizar a formação seria assim tão barato? Sugiro pesquisar o quanto qualquer PM paga por hora de vôo (logicamente aquelas PM que tem seus helicópteros via leasing ou aluguel)… No mínimo o dobro do custo do que sai para uma de nossas FA.

    Sim, é mais caro, mas eu tenho certeza que a conta não esta e que tu jogou este número no ar para crizr confusão na cabeça dos demais, mas eu vou esclarecer:
    Aprender a voar asa rotativa em um aeroclube se valendo de uma anv de baixo custo de operação com contrato de cinco ou mais anos propiciaria um ganho em escala para que fornecer o serviço e vai baratear por demais este custo, e obviamente que o amigo repassa a conta “fly way”, vamos na sua conta de panaderia o custo real da hora de voo, que a FAB agora começou a praticar que é colocar dentro do fly way todo o custo de manter o esquadrão operacional, a faxina, o mat. de higiene, a luz, a agua, salários, encargos, terceirizados, manutenção de anv e prédios. Acredito que vocês aí no Bavex ja tenham feito esta conta, apenas ainda no tiveram a coragem de mostrar ela.

    O piloto militar voa, atira, navega no terreno, comanda, coordena com as tropas de superfície, conduz fogo de artilharia e aerotático, infiltra atrás das linhas inimigas, conhece a manobra dos mais altos escalões, entre outras competências. Este processo, no EB, leva cerca de 4 anos… Isso mesmo… Entre a 1ª aula de aerodinâmica e a elevação a Piloto Operacional, cerca de 4 anos de muito estudo e aplicação.

    Ok, igual a qualquer piloto Americano, Canadense, Aussie, Inglês, Francês e por ai vai, sem problema algum de parte desta formação ser feita no segundo etstágio do curso de formação.
    Agora, diga aí porque vocês levam quatro anos para atingir este nível, além da parte teórica???/

    Porque a horas de voo de vocês, que já são ínfimas, são carcomidas em formação destes pilotos, restando ao esquadrão a miséria.

    Sobre formação de Pilotos Policiais, não entrarei nesta seara… Mas cada PM tem necessidades específicas… A PM do RJ e a do PI têm necessidades e possibilidades bem diferentes, por exemplo… Porém o voo policial tem características MUITO diferentes do voo militar… Já operei com a PM de diversos estados, e posso afirmar que NUNCA a PM realizará o voo militar… Além das características de missão, ainda são regimes jurídicos diferentes… Um sob a égide do DICA e outro sob as leis de nosso Estado Democrático de Direito…

    Sim, pergunte a PM do RJ como estão voando e treinando????

    NBA, OVN, blindagem, curva do homem morto..e por aí vai.

    Doutrina única? Pra que? Cada Força tem um emprego bem característico e diferenciado… Como já falado aqui, a fase elementar, o IFR, o NVG, a navegação por contato são iguais para as 3 FA… Mas isso é técnica… O emprego doutrinário é outro assunto… E deve ser bem específico a cada Força…

    Tu és novinho, eu vou te contar uma histórinha:

    No inicio da decada de 2000 foi feito um treinamento e Manaus que abrangeu os três esquadrões de hleis sediados lá, com a coordenação de solo do GCC. Em um determinado nível do treinamento o controlador de uma informação na fonia aos pilotos para mudarem um posicionamento tático, resultado:

    Cada um reagiu de uma forma, e tivemos tres reações diferentes, se fosse missão real em combate, tinha da do merda.
    padronização de doutrina Piloto de Combate serve para isto para uniformizar procedimento e permitir que as forças interajam entre si em combate. Veja que no HMS Ocean era fato corriqueiro operarem anvs do RN, da RAF e do British Army, todos tutelados pelo controlador aéreo do navio, sem problema algum.

    Por último, os MI35 e os H225M não são porcarias sem serventia e inoperáveis… Independente de qualquer consideração sobre aquisição, as Forças fizeram suas limonadas com o que foi recebido e eles estão voando e combatendo, e MUITO…

    Eu diria que a Kombi é a limonada mais cara e mais azeda do mundo, e como tu deves bem saber, o apelido na Avex é “Super Pane” não cumpre a missão adequadamente e vai levar o orçamento de custeio de vocês para a estratosfera.Quanto ao MI 35, eu já expliquei que ter três tipos de células construtivas junto com a “laboriosa” logística Russa está levando a inoperabilidade da anv, agora se o amigo quiser, eu tenho de fonte segura que a FAB repassa a custo zero, inclusive entrega a domicílio, mas te informo que foi oferecido ao Charlie Eco e este declinou agradeceu, disse que recém tinha jantado.
    Caro Piloto de Combate, seguramente tu deves ser bem mais novo do que, com melhor formação, como melhores aptidões até, mas a enciclopédia da vida vai te mostrar a dura e cruel realidade.
    A Avex tomou no fiofó de fiu a pviu com os Panther, pois a medida que iam atingindo o IRAN foram sendo enscados por falta de dinheiro para efetuar a grande inspeção, nunca cumpriram a missão de levar um GC equipado, então mentes iluminadas vão lá, pagam um pote de ouro por uma modernização e não levam em conta aquela continha b´sica de física e mecânica de que quando se aumenta a potência de um motor a que se dar mais de beber para a “criança”, então para manter a a autonomia com ele full payload seria necessário aumentar a capacidade tanque, mas como não havia espaço, vocês ficaram com uma Ferrari para correr somente dez voltas.
    Desejo toda a sorte do mundo para vocês com a Kombis e seus Gordinis tunados, vão precisar de muita.

    G abraço

  116. Para finalizar a discussão sobre sobre uma unidade de formação única que é aqui off topic, e antes que que os editores percam a paciência, finaliza dizendo:

    Este “ranço” da caserna quando tocamos neste assunto está intimamente ligado ao corporativismo vigente e ao encerramento de determinadas “boquinhas”, postos(não o Ipiranga), estruturas, e muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiita gente vai deixar de ganhar dinheiro, aí o lobby fala mais alto que a razão. Provavelmente Aussies, Canadenses, Americanos, parte dos Europeus estão errados e nós com nossa “larga e farta experiência militar” estamos certos.

    G abraço
    Provavelmente americanos, parte do europeus,

  117. Juarez, se deu “caca” lá em Manaus é porque uma tal de II FAE, a antiga “dona” dos Esquadrões de asas rotativas não fez o dever de casa. Isso é básico. Não foi o que ocorreu na última CRUZEX, quando treinaram Combate SAR.
    O novo Chefe do Estado-Maior de Operações Combinadas do MinDef, futuro TB Baptista Jr. (será promovido no próximo dia 31/03) não terá nenhum pudor em implementar essa idéia de um centro conjunto. Essa idéia existe há tempos. E, quanto à doutrina há algumas diferenças entre as Forças. É normal.

  118. Agnelo Moreira 28 de Janeiro de 2018 at 17:39

    O problema não é a solução, que funciona em outros países..

    O problema é o Brasil

  119. Cel, teve ensaio, brifing e o GCC cantando ponto a ponto, mas hun, o senhor sabe né, os “Imperiais” não são fáceis.
    Cel, é óbvio que determinados procedimentos, principalmente TO embarcado são diferentes, mas tem muiiiita coisa que nós poderíamos racionalizar e padronizar.
    Aqui os interesses se sobre saem sobre a razão e a operação. lembra do radar do SC 105 Cel??? Falei para o senhor, ta lá aquela bost…cheia de panes, e um passando a bola para o outro, e agora confirmaram a terceira células, que força da Airbost……hem coronel…

    g abraço

  120. Este tema é um dos poucos em que eu estou de acordo com o Juarez.

    A padronização e unificação de meios e treinamento (pelo menos na parte inicial) da aviação de asas rotativas poderia ser (na minha interpretação) unificados. A logística e a integração operacional agradecem (e muito).

    É o que eu penso.

    Até mais!!! 😉

  121. A briga vai ser feia são muitos países que vão se interessar,se o Brasil sair com 12 ,6 para a MB e 6Para o EB,tá de bom tamanho mas se puder ser mais melhor.O Oceam armados com os 6 ,com os 12 de outros modelos está pronto sua carga.

  122. Sinceramente um esquadrão único para operar para as 3 forças, Helicópteros de Ataque é mais para o EB e CFN (terrestre), quanto a formação unica também não só na Aviação na Antiaérea também.

  123. Não copncordo que para adquirir um helicóptero tem que vender os mi-35,isto é bobagem pois as forças armadas as 3 são fracas em helicópteros,podem adquirir estes no maior numero possível que vai ter uso.principalmente agora que adquirimos um porta helicópteros, e podemos adquirir as type-23 que tem hangar para operar helicóptero.srs não estou vendo a logica em ter menos se podemos ter mais.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here