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Exército Brasileiro apreende quase 2 toneladas de Skunk, Fuzil AK-47, pistola e munição em embarcação no Rio Içá

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Tabatinga (AM) – Durante Operação de Reconhecimento de Fronteira (ReFron) no Rio Içá, militares do 2° Pelotão Especial de Fronteira-Ipiranga/AM deram “voz de parada para revista” aos 3 ocupantes de uma embarcação do tipo “canoão”, que responderam com tiros contra a tropa. Em legítima defesa e em cumprimento do dever legal, os militares reagiram à ameaça de forma proporcional. Um colombiano foi detido e a embarcação apreendida com 1.859 kg de Skunk, um Fuzil AK-47, com três carregadores, uma pistola Beretta 9mm, munição calibre 5,56mm e 9mm.

Essa foi a 4° apreensão realizada pelo Comando de Fronteira Solimões/8° BIS, subordinado a 16° Brigada de Infantaria de Selva, somente neste ano.

O Exército Brasileiro, por intermédio do Comando Militar da Amazônia, intensificou as ações de combate aos crimes transfronteiriços com a chegada de equipamentos de alta tecnologia, no contexto da Operação Ágata. Somente na área de responsabilidade do Comando Militar da Amazônia, já foram realizadas 5 apreensões, totalizando 5,3 toneladas deste tipo de droga, no primeiro mês do ano.

O Exército Brasileiro, em parceria com Órgãos de Segurança Pública Federais e Estaduais, atua diuturnamente na garantia da soberania nacional nas faixas de fronteiras e na proteção de nosso povo, reafirmando sua dedicação, profissionalismo e compromisso com a Pátria no combate a ilícitos, favorecendo a sociedade brasileira.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

23 COMMENTS

  1. Imagina ai se o exercito tivesse condições suficientes de montar uma barreira em toda divisa entre outros países? A quantidade de armas e drogas e entre outras coisas que eles não conseguiriam? Isso ai é um fio de cabelo dentro de uma piscina cheia de cabelo… Mas infelizmente falta iniciativa do governo, falta dinheiro (que tem), falta interesse! Os menos culpados nisso tudo são os militares.

  2. Os militares brasileiros estão de parabéns, trabalhar sem estrutura e pessoal é terrível, imagina se toda essa quantidade de equipamento e tropa concentrado no Sul e Sudeste fosse deslocado para fazer a diferença na Região Norte?? Teríamos muito mais apreensões!!!. De quê adianta milhares de soldados onde não é necessário???

  3. Isso não é função para o EB, isso é função para a Polícia Federal.
    Em um futuro próximo veremos militares do EB envolvidos com traficantes informando onde haverão operações.
    Vai acontecer o que aconteceu no México onde existem de Soldados a Generais envolvidos com os Carteis.

  4. pgusmao, boa tarde.
    A infraestrutura na Amazônia nao comporta efetivos gigantes sem custos elevadíssimos.
    Mais mobilidade fluvial e aeromóvel é mais importante.
    Sds

  5. Walfrido Strobel 1 de Fevereiro de 2018 at 13:59
    Um dos narco grupos do México – Los Zetas – foi fundado por desertores do exército mexicano, entre eles alguns do “Grupo Aeromóvil de Fuerzas Especiales”.

  6. De acordo com O Globo, apenas 4% das fronteiras do Brasil são monitoradas.

    Eis que surge a pergunta: É possível minar toda a fronteira brasileira? Ou pelo menos uma parte dela?

    Sei que tem muito problema com as minas terrestres, mas se o Exército Brasileiro minasse as áreas mais distantes quais seriam as implicações? São locais inabitados.

  7. Selva!

    Bravo, ótimo serviço!

    Como sempre, bandidos reagindo contra quem pode lhes destruir. Bandido sul-americano é burro mesmo! Estão achando que o EB morreria de medo e daria meia-volta? Perigoso alguém ter morrido e virado comida de peixe.

    É para isso que querem o Brasil na RCA, para nos drenarem recursos e pessoal úteis onde se fazem necessários.

  8. Walfrido, nesse tópico eu discordo um pouco de você. Na faixa de fronteiras internacionais até 150 km de seus limites, no espaço aéreo e no mar territorial e ZEE as FFAA tem que ter poder de polícia também, é questão de segurança nacional. Por aí entram drogas, armas, etc. que o efetivo e meios da PF isoladamente não tem como reprimir. Esses delitos transnacionais “alimentam” as contravenções penais em território nacional, atentando contra a segurança pública e exigindo esforços quase sempre insuficientes das polícias para sua repressão.

  9. Complementando meu post anterior, gostaria de deixar claro que não concordo com FFAA em missões de GLO nem atuando como polícia ostensiva atuando como órgão de segurança pública, não é sua missão nem sua vocação. Agora casos como o da matéria, para mim, é questão de segurança nacional, aí é outra história…

  10. Parabéns ao EB e seus guerreiros de fronteira pelas beiradas deste imenso Brasil. Tem que melhor equipar e manter estes pelotões de fronteira pois ali é terra de ninguém é o pau quebra de formas que nem imaginamos.

  11. O Exército está de parabéns se essa droga passa dará baita dor de cabeças as nossas famílias ,pois o problemas é de todos e não só das forças de segurança.Devemos dar maislanchas blindadas ão pessoal do exercito.Eu penso que se fizemos um desmatamento ordenado em áreas de fronteiras cercas de arame farpado e com uma estrada adjacente nos principais pontos,e auxiliamos as forças policiais e armadas dos nossos vizinhos inclusive com equipamentos,claro com auxilio dos EUA,ou mesmo china,tornando a droga cara,pois ela chega barata é farta.Pensem srs.no tempo da ditadura eram poucos usuários porque.não sou a favor de ditaduras,mas tinha coisas que fiuncionavam

  12. gostaria de saber qual embarcação nossos soldados usaram nesta abordagem???? Precisamos de barcos potentes e blindados e com MAG 7.62 acompanhado de .50

  13. Existe tanto ” trabalho ” nas fronteiras do Brasil que não existe espaço para missões de paz no exterior. A verdadeira guerra está em nosso próprio espaço territorial.

  14. Interessante é o Brasil importar maconha com tamanha produção aqui.
    Para diminuir o tráfico bastaria liberar como fizeram vários estados norte-americanos, o pessoal está plantando em casa, pode comprar as sementes pela internet.
    No Sul é mais comum a prensada que vem misturada com um monte de coisas entre nicotina, alcatrão para conservar e poder ficar compactada e prensada e até farelo de crack para aumentar o vício e diminuir o efeito sedativo da maconha, pois a maconha deprime e o crack é estimulante.
    Aqui no Nordeste é mais comum a natural vinda do norte da Bahia e Pernambuco, que são ramos secos sem aditivos, mas não dura tanto quanto a prensada nos períodos úmidos, além de ocupar um volume maior.

  15. Boa tarde
    Agnelo, as instalações quase nunca são ocupadas pela PF (rs)
    Fresney, a embarcação varia muito conforme a calha do rio, hoje na amazônia, o consenso é a voadeira com motor de 40hp, por ser leve, pequena e barata de comprar e operar, além de ter peças de reposição no mercado civil. Um exemplo, pra quem já viu a calha do rio negro, rio oiapoque ou outros rios com uma imensidade de corredeiras é simplesmente impossível e inviável operar qualquer outro tipo de embarcação se não a voadeira, dependendo é claro da porção da calha, e é comum ver casos onde embarcações caras como a Guardian foram perdidas em acidentes relacionados a colisões em pedras nos rios.

  16. As fronteiras brasileiras são enormes, é impossível a PF ou as Forças Armadas se fazerem presente nelas, primeiro não temos efetivo para isso, segundo que o elemento geográfico é um complicador, agora é sabido qual é o destino dos armamentos e das drogas que entram no país. O problema é que há todo um esquema de corrupção em todas as esferas do poder público que da viabilidade para que, após entrarem em nosso território, as drogas e armas sejam entregues aos seus compradores. Aí é que complica. Acredito que os órgãos federais podem melhorar o monitoramento das fronteiras empregando mais tecnologia, mas que entender que sempre haverão muitas brechas para quem estiver disposto a usar a mata para encobrir seus atos ilícitos, é impraticável, mesmo para o EB ser onipresente em mata fechada.

  17. No barco haviam três ocupantes e um foi preso. Como estavam em barcos no meio do rio, para onde teriam ido os outros dois? Belo serviço, parabéns! Pena que não foi “completo”.

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