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EUA vão doar mais equipamentos ao Exército Brasileiro

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M198 de 155 mm
M198 de 155 mm

O Jane’s noticiou que os Estados Unidos deverão doar 120 obuseiros rebocados M198 155 mm, 200 veículos blindados de comando M577A2 e seis veículos blindados de recuperação M88A1 (ARV) para o Exército Brasileiro como excesso de artigos de defesa (EDA – Excess Defense Articles).

Se a transferência for aprovada, as cartas de oferta e aceitação serão assinadas com os Estados Unidos através da Comissão do Exército Brasileiro em Washington, DC.

O Brasil só será obrigado a pagar pelo custo de embarque e manuseio dos itens, que serão fornecidos pelos excedentes dos EUA em estoque.

O Brasil solicitou os M198s, M577A2s e M88A1s em outubro de 2016, junho de 2017 e julho de 2017, respectivamente, segundo o Jane’s.

M577A2
M577A2
Um M88A1 içando um M109
Um M88A1 içando um M109

203 COMMENTS

  1. 👏👏👏👏 rapaz qual será o interesse dos EUA nessa doação? Um eventual apoio a uma intervenção na Venezuela??? Mas de qualquer forma thanks USA , podia ver também uns hummvee nesse ” bazar de caridade ” do Trump.

    • Acho que o maior interesse é em relação a contratos de modernização e manutenção.
      Apesar do Brasil já ter m113, com certeza grande parte das manutenções e peças devem vir dos EUA.

        • Mesmo que as peças sejam fornecidas pelo FMS,e a manutenção seja feita por aqui, “alguém” vai ganhar uma grana a necessária modernização desses equipamentos. Essa é uma estratégia eficiente para manutenção de “reservas de mercado” além de manter um “teto tecnológico”, garantindo que o país esteja sempre atrás.

    • A Venezuela hoje é uma fonte de estorvo político para USA/Trump, mas os problemas da Venezuela afetam muito mais os venezuelanos que as relações com os USA e demais países democráticos. O Brasil não fará nada mais que soltar notas de lamento pela degradação da sociedade venezuelana.

      • Delfim acertou na mosca! Aliás doar faz bem, fica bem na foto né? A MB precisa doar o A-12 urgentemente! Podia ser ao hermanos né? hehehehe

    • Humvees são uma porcaria. Já foram descomissionados em muitas unidades da Força nos EUA pelos altos custos e complexidade na manutenção e operacionalmente pela falta de seteiras adequadas para o emprego destes veiculos.

  2. Está aí o grande satã do norte doando obuseiros para a melhor artilharia da América Latina. Apesar disso, os M198 irão cobrir certa deficiência de equipamentos do tipo no Exército Brasileiro, e são extremamente bem vindos, até pelo maravilhoso número de 120 unidades, isso sem contar os outros veículos que também serão doados.

    E vejam: é uma DOAÇÃO. Que outro país fez algo semelhante pelo EB ou pelas forças armadas brasileiras?

    • É obviamente uma relação ganha-ganha. Os EUA ganham um cliente para a industria deles de peças de reposição e modernização. E o Brasil ganha um equipamento em bom estado.
      Nesse ramo ninguem dá nada de graça, sempre tem algum interesse comercial ou diplomatico por trás. Mas como disse, é uma relação boa para as duas partes.

      • É verdade Ozzy, porém acho que algum eventual ganho diplomático advindo desta doação será tão pequeno e restrito (o que o Brasil pode oferecer em troca?) que, para mim, na prática os EUA não ganharão nada em troca. É algo tão positivo para o EB que, se em vez de uma doação, fosse cobrado um valor simbólico, continuaria sendo ótimo para nós.

        No mais (comentário geral): não se olha os dentes de cavalos dados. Em outras palavras, espero que não se critique essa doação de forma similar às críticas anteriores, como de veículos remuniciadores ou de obuseiros M109 fornecidos pelo US ARMY ao EB. Eles poderiam nem ter nos fornecido esses equipamentos, ou, ainda, cobrado algo por isso, então penso que qualquer coisa que vier (praticamente) será boa para o EB.

      • Ozzy, o Brasil já é capaz de produzir a munição utilizado por esses equipamentos e fazer manutenção no veiculo. Tanto que o Brasil está modernizando seus M-113.

        O custo de deixar esses equipamentos armazenados é alto. Então porque não firmar mais relação com a maior potência da América Latina.

    • Seu comentario significa o mesmo que o abanar do rabinho de um cachorro após receber um daqueles biscoitos coloridos de 1 real que ficam em potes encima do balcão do pet shop.

      • sub-urbano

        Até porque, manter esses itens parados custa dinheiro. Eles fazem relatórios sobre as possibilidades de vendas desses equipamentos em estoque, e quando percebem que possuem mais do que podem vender (a curto e médio prazo), acabam doando para nações amigas. Além disso, tem a Venezuela e a influência/interesse dos chineses e dos russos naquele país, que coloca as anteninhas do EUA em modo de alerta. Se houver alguma ação sul-americana contra a Venezuela, e a China e a Rússia colocarem as asinhas de fora, podemos esperar uma doação dessas por dia!

        • Muita gente quer poucos conseguem, e se tiver de ser usado em algum conflito realmente funciona como elemento dissuasivo.

      • Doa quem pode, recebe quem precisa e não pode comprar.

        Simples assim.

        Muito bem vinda a doação e tomara que não tarde a virem outras.

  3. Esses M198 são urgentes. A nossa artilharia de tubo está de certa forma ainda na 2ª guerra mundial.
    Mas espero que os M101 e M114 retirados não virem sucatas. O EB poderia criar um batalhão para dar manutenção neles e mante-los em estado operacional, pois em epoca de guerra ainda seriam de grande valia para reforçar posições defensivas.

  4. Que venham mais….sejam bem vindos, tenham ótima adaptação e sejam bem empregados.
    Para os críticos, assim como sou em dados momentos, temos que combinar, a ajuda vem!
    Em que outra situação poderíamos adquirir por exemplo o HMS Ocean, que pese por um preço vantajoso, tal meio se não fossemos vistos como pêndulo amigo na América do sul.
    No fim, a crise da irmã Venezuela está nos beneficiando…pena que o povo de lá está pagando o pato de mais um desgoverno de esquerda!

  5. Nem dá para questionar o avanço que teremos com o M-198, alguém sabe dizer se 120 peças é suficiente para dotar todos os GAC?

    • Engraçado,

      Quando o Chile recebeu 24 M109A5 dos Estados Unidos e todos os seus C-130 atualmente ativos (menos de 7) pelo mesmo programa (EDA) ninguém chamou o chile de mendigo, chamou de potência regional, pés no chão, exemplo a ser seguido.

      Vai catar coquinho fera, vai!

    • Mendigo…talvez porque nos ultimos 16 anos não foram muito bons, não é mesmo? Cai na real meu amigo! Espero que esteja escrevendo de algum PC, notebook ou celular fabricado na Russia!

      • Tem aquela velha frase que diz: você calado é um poeta.
        Cabe perfeitamente a essa postagem.
        O Brasil também já fez doações de equipamentos militares a países vizinhos, então acho que não somos tão mendigos assim.

  6. Acho uma boa prática nos equipar com material de “segunda” mão. O custo é menor e nos matem mais ou menos atualizados. E para a eventualidade de uma guerra com algum vizinho não estaremos tão atrasados. Isso dá e sobra para o nosso gasto no momento.

  7. Eu preferiria que estivéssemos comprando o M-777 mas para quem está ainda usando os vetustos M-114 os M-198 estão de ótimo tamanho

  8. O fato é que depois de depor Dilma, prender Lula e operação lava jato, as relações com os EUA estão muito mais favoráveis a medida q se afasta mais ainda do bolivarianismo. São grandes oportunidades pra ambos aproveitarem, EUA querem o Brasil do seu lado, ainda mais cm a crise venezuelana, e para o Brasil, é muito mais vantajoso, a matéria é prova disso.

    • Que viagem doida, hein, cidadão? Há pouquíssimo tempo os EUA meteram taxação no aço brasileiro, algo que vai dar muito mais prejuízo do que a vantagem dessas doações. Os interesses deles estão em primeiro lugar. Dilma ou o vampirão na presidência não mudam isso.

  9. Seria legal se eles doacem algumas dezenas de milhares de M-16A4 que estão saindo de serviço do us army porque os nossos FAL tão no osso do osso e se esperamos os IA2 da imbel nossos soldados vão ter que atirar de estilingue

  10. Maldituzamericanu malvadiu, bobu, feiu, chatu i cumedô di beicum, qui qué vendê peça pra zenti i fica duandu essas velharia di grátis pra zenti, bastardus, a luta continua cumpanherus!

  11. Muito bom!
    Se vierem mais uma centena de 198, seria maravilhoso.
    Atualizaria quase tudo, ainda teríamos reserva.
    Já que é para sonhar, mande os cobras no pacote.

  12. Renova quase toda nossa artilharia. Motivo de foguetes se forem 120. É um salto de 40 anos no que vinhamos usando. So acho exagerado o numero de veículos de comando.

    • Todas as unidades SR recebem. São 2 a 4 por OM para C2. E mais os Amb.
      BIB, RCC,RCB, GAC AP, Btl Eng Cmb Bld, Cia Com Bld etc.
      Sds

  13. Que eu saiba o Brasil já é capaz de produzir a munição utilizado por esses equipamentos e fazer manutenção no veiculo. Tanto que o Brasil está modernizando seus M-113.
    Deveriam saber que o custo de deixar esses equipamentos armazenados é alto. Então porque não firmar mais relação com a maior potência da América Latina.

    As pessoas tentam qualquer motivo para odiar os americanos, mesmo eles doando equipamentos para o Brasil.

  14. No aguardo de novas notícias sobre os AH-1 W , no andar da carruagem acredito que o negócio sairá assim como o foi o dos Sherpa.
    Vamo que vamo EB!!!

  15. Só eu e o Humberto que achamos exagerada esta quantidade de M577 (200 und.) ??
    Acredito que grande parte será usada para spare.

    Sds.

  16. Salto de qualidade enorme aqui na América do Sul. O exército só tem a ganhar com esse material vai ampliar o modo atuação de projeção no terreno. E ainda uma arma testada e aprovar em guerras reais. KC 390 seria capaz de lançar quantas unidade em cada voo.

  17. “O Jane’s noticiou que os Estados Unidos deverão doar”
    .
    “120 obuseiros rebocados M198 155 mm,” (…)
    Pesadão, mas confiável. O maior problema do M-198 era o seu peso, que exigia helicóptero pesado como o CH-53E Super Stallion (US Marines) ou CH-47 Chinook (US Army).
    – Peso total – 7.154 kg (15,772 libras);
    – Comprimento – em combate 11,0 metros e para transporte 12,3 metros;
    – Comprimento do cano – 6,09 metros (19,98 pés);
    – Largura – para transporte 2,8 metros;
    – Altura – para transporte 2,9 metros;
    – Equipe da peça – 9 militares.
    Importante observar que o Exército Brasileiro possui HOJE no seu inventário 92 (noventa e dois) obuseiro M114 de 155mm, um modelo que entrou em serviço no ano de 1942. Evidentemente os brasileiros são mais novos… possivelmente da Guerra do Vietnã… quem sabe.
    Com 120 M198 é possível substituir todos os veneráveis M-114, com possibilidade de completar unidades que eventualmente estejam incompletas (menos de 12 peças), bem como um ganho de alcance normal da peça, que passa dos atuais 14.600 metros para 22.400 metros.
    É para comemorar.
    .
    “200 veículos blindados de comando M577A2” (…)
    A dúvida aqui é a quantidade.
    HOJE o Exército Brasileiro opera 34 blindados posto de comando do tipo M577A2 (oriundos dos amigos ianques), incorporados recentemente. Uma inovação, na verdade, pois apenas o Corpo de Fuzileiros Navais operava este modelo no Brasil.
    O M577 seria um veículo para compor a companhia de comando de unidade (Batalhão, Regimento e Grupo de Artilharia) ou grande unidade (Brigada) dotada de veículos com esteira (‘lagartas’). Nas ordens de batalha que tenho visto (EUA e outros) são normalmente 3 (três) veículos por companhia de comando.
    As unidades blindadas (tração de esteira) do nosso EB seriam:
    – 4 BIB (Batalhões de Infantaria Blindada);
    – 4 RCC (Regimentos de Carros de Combate);
    – 4 RCB (Regimentos de Cavalaria Blindada);
    – 6 GAC (Grupos de Artilharia de Campanha), equipados com M109 e M108, mas não tenho certeza do total de unidades.
    As grandes unidades com blindados tracionados com esteira seriam:
    – 2 Brigadas Pesadas (Infantaria Blindada ou Cavalaria Blindada);
    – 4 Brigadas de Cavalaria Mecanizada.
    Aproximadamente, são 24 postos de comando blindados, cada um com 3 (três) M577A2 em uma projeção otimista, o que fecharia algo como 72 blindados. Se colocarmos 5 (cinco) blindados por PC seria um total de 120 blindados.
    A possibilidade que vislumbro é utilizar os demais M577A2 nos comandos das baterias de artilharia equipadas com os atuais e futuros M109 de 155mm.
    Outras duas possibilidades são:
    – Vamos ter um monte de blindados de reserva; ou
    – O número de 200 ser um equívoco da Jane’s.
    Essa uma questão interessante para tentarmos desvendar…
    .
    “e seis veículos blindados de recuperação M88A1 (ARV).”
    Estes são ótimos e necessários.
    O Exército Brasileiro HOJE alinha apenas 4 (quatro) M88A1 ‘armored recovery vehicles’ (ARV), que é um veículo de resgate e engenharia baseado no chassi e conjunto mecânico (motor, caixa de mudança e suspensão) do robusto M-60 Patton, nosso velho conhecido.
    Além dos M88 o EB opera cerca de 14 leves M578 (derivados do M113) e 17 blindados derivados do Leopard 1.
    Contudo, parece ser pouco. Este acréscimo de 6 (seis) M88A1 seria bem vindo, sendo um veículo ainda operacional em vários exércitos do mundo.

    Em tempo.
    Os exércitos que estão operando MBTs – Main Battle Tanks super pesados, como os M-1 Abrams, Leopard 2, Merkava e outros, optaram por armored recovery vehicles (ARV) mais pesados que aqueles derivados dos MBTs geração anterior, como os M60 e Leopard 1.
    O US Army e US Marine Corps adotaram uma versão maior e mais poderosa do seu Recovery Vehicle, o M88A2 Hercules. Mas é outra história.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, o Antigo.

    • os GAC AP serão 10. Pode ser que seja parte usada para veiculo remuniciador dos obuseiros AP. Não tem espaço pra 200 em uma ordem de batalha razoável. Vamos aguardar e ver, mas acho que o número está errado.

  18. Falando em FMS, os americanos possuem atualmente MBTs Abrams em estoque?
    O ideal para nós seria comprar Leopards 2 usados, mas com a ameça Putin na Europa, quem vendeu vendeu, quem não vendeu não vende mais (talvez só a Espanha).

    • Possuem. Construíram mais de 7.000. E tem cerca de 4.000. Devem ter em estoque.
      Não sei se produziram mais q isso.
      Sds

  19. A Artilharia de Campanha vai melhorar muito, mas a minha grande preocupação é a Antiaérea, não podemos depender só da FAB, ainda mais se ficarmos só nos 36 Gripen…

  20. Equipamentos muito mais modernos do que o exército dispõe hoje. Sem custo de compra, só despesas de transporte e manutenção… Ótima notícia!!!

  21. Ozzy 22 de Maio de 2018 at 18:42

    Falando em FMS, os americanos possuem atualmente MBTs Abrams em estoque?

    Sim ,recentemente os Gregos pegaram uns 400, se não estou enganado. Para nós???

    Calma, tudo tem o seu tempo, e ele é senhor de todas verdades.

    O ideal para nós seria comprar Leopards 2 usados, mas com a ameça Putin na Europa, quem vendeu vendeu, quem não vendeu não vende mais (talvez só a Espanha).

    Exatamente, mas o que você prefere:

    Um Leo2A4 custando ai uns 2,5 a 3 milhões de euros, tendo que gastar mais um tanto para por em ordem de batalha, ou um M1A???? de “grátis” pagando o over haul, e o frete????

    • Abrams? Sei não, hein Juarez…

      Outro dia tava vendo o processo de revisão deles em um programa do Discovery. Parada de dois meses. O bicho é desmontado peça por peça.

      Em particular a turbina.

      • O problema do Abrams é o peso. ele é simplesmente inviável por causa das pontes que temos no pais, a maioria esmagadora não suporta nada com mais de 42T e o Abrams… bem a criança pesa bem mais que 55T… alem de que todos sabemos como é nossa malha ferroviária

        • Já houveram milhões de discussões sobre esta questão de peso,pontes e malha viária, não são justificativa pra não se operar um MBT qualquer que seja nem aqui e nem na China.

  22. Colombelli véio, xirú de guerra, eu te falei lá atrás, aqui mesmo neste espaço a mais de ano.
    O EB andava troteando nos arsenais do US Army olhando artilharia rebocada.
    Ta aí Índio véio, cobra morta e pau mostrado.
    Faltam agora a publicação dos M 119 e dos Hummvee.

  23. Torcer que as boas relações com os EUA continuem e que melhorem mais ainda com o próximo governo.

    Que as forças armadas do Brasil continuem a visitar os estoques excedentes dos EUA, deve ter muita coisa boa, barata e útil por lá.

  24. Contrariando alguns dos srs acho que a Dilma,comprou os grispen,que se arrastou pelo governos de FHC, é Lula é comprou os sub e itaguai.Os equipamento que estão sendo doados e por questão geopolíticas reforçar um aliado em relação a Venezuela em caso de intervenção.Falo isto pois o temer não vejo com essa força toda,e seja como for parece que segundo as pesquisas não estaria o eleito alinhado a esse governo.Acho que e mais mérito do EB,MB.

    • A Dilma “comprou” o Gripen, pois era uma situação que tinha que ser decidida, não tinha mais como empurrar com a barriga, e quem decidiu pelo caça foi a FAB, pois se dependesse do governo, iriam tentar empurrar o que pagasse alguma propina, quanto aos submarinos, novamente, era uma questão que precisava ser resolvida e foi decidida de modo que trouxe “benefícios” ao partido que estava no governo, fizeram por que tinham interesses próprios.

  25. Pow levando equipamento bom assim e di grátis. Ai sim. O EB pra não ficar pra trás deveria anunciar logo a compra dos Super Cobra…

  26. Gente,
    Tô aqui feito doido procurando por esse tal de “Grispen” que de vez em quando voa por aí e não encontro nada ! KKKKKKKKK.
    Grande doação essa para a Poderosa, que estava mais que precisando.
    Vamos esperar que venham outras.

  27. Juvenal Santos 22 de Maio de 2018 at 19:59

    Hummvees??????? O Brasil tem interesse neles????? Eu acho excelente, se for verdade…

    Juvenal, neste momento há uma discussão dentro do EB entre a ala dos oficiais com pés no chão, olhos na realidade e mão no bolso e os viajantes do mundo “hellmanns”. Tudo leva a crer que induzidos pelo senhor das decisões sábias,o bolso, poderemos receber alguns Hummvees a troco de banana, ao invés de pagar meio milhão euros pelo candango da Barbie travestido de jipe blindado.

    • Pois é Juarez,
      .
      Importante destacar que no US Army os M119 (L119 na denominação inglesa) são tracionados pelo M1097 High Mobility Multi-Purpose Wheeled Vehicle (HMMWV), uma versão do seu – e meu também – “cobiçado” 😉 Humvee.
      .
      Abç.,
      Ivan, an oldinfantryman.

  28. Os USA estão achando que a coisa vai esquentar na Venezuela. Trump vai precisar de brasileiros pra dar volume ou servir de bucha.

  29. Grande parte dos M-577 poderiam ser convertidos e utilizados como ambulâncias, tendo em vista que o EB tem uma carência muito grande de veículos desse tipo com lagartas e além de tudo é óbvio que muitos viram como fonte de peças.
    Alguém acha algo diferente?????

    • Ainda assim o numero é bem elevado. Nem se todas Cia Com blindadas e Cia de Comando e todos grupos de comando dos esquadrões e cia blindados o recebam daria pra tudo isso, mesmo com ambulâncias e B logs ainda contabilizados.

  30. Eu que servi anos no EB, e não lembro de tantas doações dos EUA.

    Não acho que seja alguma futura interversão na Venezuela como dizem, até porque a Venezuela não vem ameaçando ninguém, a não ser histeria da mídia brasileira.

    Eu acho que são por dois motivos:

    1º – Brasil comprou muito material bélico nos últimos anos como Siroco, HMS Ocean, RFA Sir Galahad, MI 35, Gripen, Leopard 2, Gepard, Scorpenes, IGLAS, OPV BAE Systems, RBS 70, Mirage 2000C……..tanta coisa que não me lembro.

    Quase nada das mãos dos EUA, e o Brasil comprava muito deles no passado.

    2º Doação também vem venda reposição de peças e atualizaçãos

  31. presente de grego. outro cavalo de Troia. eua doando equipamento belico?ou é para ajudar a propria industria belica, com venda de peças de reposição e munição, ou o mais terrivel ter aliado em caso de interveção militar em algun pais

  32. Boa noite. A qtd de m577 é grande mesmo, mas creio, assim como outros aqui, que serão utilizados como VBE , seja Amb, Ofc, ou VBNE mesmo(muito necessário em operações por parte dos BLog e logística interna dos RCC e BIB). Com o novo manual de logística, de 2013 ou 14, os blog (que desdobram a blb) que tem que levar o Sup (Cl I, II, V, VIII e IX por exemplo) na ATE ou AT da OM apoiada -sistema push (logo, mais ao alcance do Inimigo), e não mais o contrário, sendo necessário assim meios com boa capacidade de carga e proteção, como estes M577 ai. Tal deficiencia de meios de transporte bld sobre lagarta em Bda Bld para atividades logísticas já foi levantada em operacoes/adestramentos recentes que empregaram a nova doutrina na área Log.

  33. Sem querer ser chato, mas já sendo.
    Há um erro de concordância logo na primeira linha do texto.
    Os Estados Unidos deverão doar. Quem deverá doar. R- Os Estados Unidos, ou seja sujeito simples, apesar de está no plural.
    O certo seria: Os Estados Unidos deverá doar…
    Quanto a notícia, uma boa para o exército brasileiro

  34. Vejo muitos criticando a doação dos obuseiros pelos EUA !gente são 120 obuseiros! cada GAC possuem 12 peças ou seja vc equipa 10 GAC com 155mm; servi 11GAC Grupo Montese; Deodoro – RJ e sim as peças de artilharias já estão obsoletas e esses novos obuseiros serão sim muito bem vindos com preço de apenas o transporte ou seja praticamente de graça e sim concordo com a opinião q os atuais 155mm q se encontram no Brasil continuem ativos mais para um segunda linha de defesa.

  35. Acho que alguns desses M577 vão acabar no CFN.
    Só um palpite.

    No mais, como pode ter gente criticando uma DOAÇÃO dessas? Tem que ser muito fanático por ideologia pra achar defeito num negócio desses.

  36. Que triste saber que os militares do Brasil AINDA precisam receber equipamentos do FMS para complementar e (acreditem se quiserem!) modernizar o que possuem. Nada nesse país funciona como deveria, e as Forças Militares são apenas mais um lamentável exemplo. Mendigando um pouquinho nos EUA e com compras de oportunidade, vão fazendo o que é possível para equipar Forças Armadas mal equipadas, mal preparadas e desmotivadas. Realmente, é de entristecer qualquer um.

    • Se fosse russo ou chinês o senhor estava batendo palmas.

      Estamos dando salto em qualidade, quantidade, e com um ótimo custo beneficio, isso que importa.

      Em paralelo, continua a produção do Guarani , que deverá passar de 360 unidades no total este ano, e são novos de fabrica e feitos aqui com 80% de conteúdo nacional.

      • Ao contrário, meu amigo. Eu bateria palmas se esses equipamentos fossem comprados novos. De preferência, fabricados aqui. Nunca deixe o seu fanatismo ideológico atrapalhar o seu raciocínio.

        • Fabricados aqui? Para quem comprar, lá fora? O EB compra umas unidades e pronto, fecha a linha de produção. E leva duzentos anos para comprar de novo.Acham que produzir algo militar é fácil, e tem venda garantida.

          • Tem equipamentos que valem a pena e outros não. Ninguém aqui falou que é fácil ou barato produzir equipamentos militares. Mas se fabricar não valesse à pena, ninguém fazia. Está mais do que na hora do Brasil começar a recriar a indústria bélica nacional e aproveitar os lucros vindos dessa nova corrida armamentista.

  37. Com tanta benevolência assim, é de se estranhar.
    Ou querem minimizar o desgaste causado pelas recentes informação de espionagem e sabotagem, ou estão sabotando outro ponto produtivo nacional.
    Como dizem em minha amada Minas Gerais ” fruta madura na beira da estrada ou está bichada ou tem marimbondo”.
    E nós mineiros desconfiados por natureza não acreditamos em papai noel e muito menos em coelhinho da páscoa.

    • Não precisa de gente de fora vir aqui sabotar não Fox,o próprio brasileiro faz todo dia isso.Principalmente os políticos, e quem vota neles.

    • Todo mundo sempre soube da espionagem. O governo Brasileiro sabia e é obvio que todas, todas potências sem exceção espionaram o programa espacial e nuclear do Brasil. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, até porque os pedidos de itens não são de agora e ja estavam listados como aceitos a bastante tempo.

  38. Ótima notícia! Com relação ao M577, além das cias de cmdo, nós temos Cias de Com bld que operam o M113 na base do improviso e com uma dotaçao de viaturas blindadas insuficientes, temos Bias AAAe Bld que tem carência de um posto de comando bld.
    O M88 é uma viatura que vai dar um verdadeiro suporte aos M109. Num futuro próximo teremos GAC com M109 A5, M992, M113 e M577.
    O M198 Vai trazer Novo alento às unidades de artilharia.

  39. Disseram tudo Gabriel e Rodrigues!
    Basta ver alguns comentários aqui do fórum.
    Apoiam a aquisição/ doação em detrimento de desenvolvimento local/aquisição de material nacional.
    Gerando empregos altamente qualificados, geração de alto conteúdo tecnológico nacional, balanceamento da balança comercial, diversificação da pauta de exportações etc..
    Mas realmente não compensa desenvolver localmente para adquirir algumas unidades tsc tsc !
    Usando o refrão de um amigo de outro fórum ” O problema do Brasil é o Brasileiro”!

  40. “Alex Melo 22 de Maio de 2018 at 15:07
    Nem dá para questionar o avanço que teremos com o M-198, alguém sabe dizer se 120 peças é suficiente para dotar todos os GAC?”

    Sua questão é bem debatida na matéria anterior sobre o assunto, na qual há excelentes comentários de colegas que se desdobraram para mapear todos os GA do EB e fazer as projeções de necessidades para renovação pelos M-198:

    http://www.forte.jor.br/2018/04/30/janes-exercito-brasileiro-busca-obuseiros-rebocados/

  41. Um velho e finado amigo sempre dizia… pra quem não tem nada a metade é o dobro! é obvio que essas doações tem vários objetivos sejam eles comerciais, diplomáticos e etc… mas o importante é que estamos lucrando também.

  42. Isto é uma política de estado lá deles. Reforçar os aliados. Eles não se preocupam se por algum tempo o governo local esteve ocupado por “anti capitalistas”, que são “contra” o capitalismo, mas só para o povo. Para si, querem o melhor deste mesmo capitalismo.
    O que eles querem é impedir a influência de outras potências na região, tipo Rússia ou China. Se ganharem algum troco na modernização destes meios, é lucro.
    Em relação a nós, quanto menos o Brasil precisar investir em defesa, mais vai sobrar para resolver outros problemas igualmente urgentes.

  43. Colombelli e Juarez,
    (22 de Maio de 2018 às 19:36)
    .
    US Army tem no seu inventário ‘apenas’ a versão M119, correspondente ao L119 inglês que foi desenvolvido a partir do inicial L118 Light Gun para disparar todas as munições standard da OTAN (105mm para canhões e obuseiros de campanha).
    .
    L118 Light Gun:
    Foi desenvolvido pelo Royal Armament Research and Development Establishment (nome pomposo) e fabricado pelo Royal Ordnance Factory, que depois passou a fazer parte da BAE Systems Land and Armaments.
    Como vocês sabem, o Exército Brasileiro comprou e opera esta arma inglesa faz muito tempo. Contudo, pelo que lembro, eram apenas 36 (trinta e seis) unidades divididas em 3 (três) GACs, mas na Wikipedia (inglesa e portuguesa) relatam que são 54 peças.
    .
    M119 howitzer:
    Seria a designação DoD norte americano para o L119 light gun.
    Esta versão usa munição diferente do L118, porém talvez até de mais fácil aquisição, sendo padronizada com a OTAN. Foram atualizados, na sequencia M119A1, M119A2 e M119A3, operando as seguintes munições:
    – M1 high explosive;
    – M314 illuminating;
    – M60/M60A2 smoke cartridge;
    – M913 HERA com alcance de 19,5 km;
    – M760 HE com alcance de 11,5 km;
    – M1130A1 HE PFF BB com alcance de 17 km.
    Importante destacar – (Juarez adorar…) – que no US Army são tracionados pelo M1097 High Mobility Multi-Purpose Wheeled Vehicle (HMMWV), uma versão do bom, velho e “cobiçado” 😉 Humvee.
    .
    Assim sendo, dentro da boa expectativa ‘juaresca’, desconfio que se vier, será o M119 (na versão A2 pois A3 é muito nova), com seu veículo trator, o M1097.
    .
    Claro que vocês sabem de tudo isso.
    Mas é interessante registrar.
    .
    Forte abraço,
    dos Caetés para os Charruas,
    Ivan, do Recife.

    • Ivan, aqui são 02 grupos a 03 baterias de 06. O M119 tem tubo menor e alcance menor que o L-118. Se for o L-118 como disse o general que virá não há estoques ingleses e seriam novos. Se for o M-119 serão usados e dos EUA.

      Ou suspeito em mais 36 para mais dois grupos. O número 54 é porque o CFN tem 18 também.

    • A diferença básica entre o L118 e o M119 é que o primeiro utiliza munição encartuchada desengastada, onde o projétil é inserido e o estojo vai logo a seguir. Já o M-119 é encartuchada engastada, send o conjunto projétil/estojo inseridos juntos (acoplados).

  44. Tudo o que vier dos estoques dos EUA será muito bem vindo. Infelizmente os ultimos anos não tem sido bons e claramente nossas FAs sofreram e sofrem ainda hoje. Precisamos de equipamentos modernos ou melhores do que temos hoje para ontem! Agora…pés no chão…os EUA estão fazendo isso por um motivo, se é para manter influência na região, fortalecer o Brasil para uma eventual intervenção ou simplesmente melhorar os custos dos estoques americanos…não sei mas eles sempre fazem algo com intenções por trás. Não fico preocupado pois isso chama-se “estratégia” e “planejamento”, o que poucas instituições brasileiras possuem. Que venham mais e que estejamos preparados para o futuro! Provavelmente teremos que estar…

  45. Infelizmente, alguns foristas criticam a doação sob o argumento de que esse equipamento inibe a produção nacional… Bem, se houvesse alguma notícia de estudo do EB ou entidade privada para o projeto e fabricação desse tipo de equipamento militar, acredito que a crítica poderia, em tese, ser correta… Mas, no caso em concreto, o que sabemos – eu, pelo menos – é que esse tipo de equipamento militar não consta de nossos projetos em curso ou previstos para ocorrer algum dia. Logo, a doação é mais do que bem vinda, notadamente, quando não temos a mínima expectativa de produzi-los nós mesmos. O resto é discussão ideológica vazia de conteúdo. SDS.

  46. João Adaime disse:
    Em relação a nós, quanto menos o Brasil precisar investir em defesa, mais vai sobrar para resolver outros problemas igualmente urgentes.

    Tipo o que João?
    Verbas de campanha para partidos políticos? engrossar a renda dos 5% que deteem mais de 90% do PIB nacional?
    Ajudar amigos em decretos dos portos?
    Pedir ex generais para reformar a casa da filha ?
    Aumentar verbas para auxilio paleto, moradia, viagens aéreas etc..?
    E ainda tem gente que culpa apenas os ex governos ditos de esquerda, da falta de caracter da sociedade nacional.
    Esquecem que no governo dos ex políticos ditos de esquerda, foi o governo que as FAAs mais tiveram investimentos ( Prosub, FX, Astros 20202 etc).
    E nos governos ditos de direita desse país, sempre tivemos desnacionalização e corrupção desenfreada (apesar que a corrupção desenfreada não tem partido nesse país).
    Ou se esqueceram dos anões do orçamento, máfia dos sangue sugas, do INSS, privatização das teles, mensalinho mineiro etc.
    Triste a cegueira ideológica e estratégica desse povo !

    • Caro Foxtrot
      Eu esperava mesmo que alguém reclamasse do meu último parágrafo.
      Tudo isso que você citou, eu concordo.
      Na minha modesta opinião, a única solução para o Brasil é fazer uma Queda da Bastilha por aqui também. Em um mês a gente consertaria os 500 anos de desmandos e falcatruas.
      Abraços

  47. Oficializando esta aquisição o EB terá a mais poderosa artilharia da região, o salto em qualidade será muito importante e principalmente, a baixo custo…..agora seria interessante a aquisição de um lote de CH-47D Chinooks, estes dariam uma grande mobilidade a estas novas aquisições entre outras funções….

  48. Pessoal, acho que muita gente não sabe o que é Foreign Military Sales (FMS), eu não sabia, mas procurei compilar o básico aqui: Como os americanos são super práticos, eles criaram esse programa para vender direto aos países que interessam aos EUA, qq que seja o motivo, sem lidar com empresas, é uma operação governo a governo, simples, direta e rápida. As armas estão longe de ser “sucata” ou “lixo”, são provenientes de estoque e podem até ser novas em folha, o comprador paga os custos da venda, de modo que o vendedor (EUA) não tenha nenhum prejuízo, tem uma frase ótima, bem americana: A política do programa é “Nenhum Lucro, Nenhum Prejuízo para o USG” , é simplesmente genial. Outra grande sacada, a modernização, atualização ou upgrade, se houver necessidade, tem que utilizar mão-de-obra americana, ou seja, tem que ser feita lá, o comprador, novamente, é quem paga, o que estimula a indústria local. E o Comprador tem oportunidade ímpar de adquirir equipamentos de primeira linha, por um preço beeeeeem em conta. Genial, não? Não sei se o Brasil tem uma política semelhante, mas os americanos tem, e acho que é por isso que eles são grandes, ajudam quem precisa, sem jogar o dinheiro do contribuinte no ralo.

  49. Muito bem Juvenal, foia fundo na pesquisa e a luz se fez. Agora, veja que os os discípulos do babalorixá de Garanhuns aqui do fórum, acham isto o fim do mundo. Nós não produzimos obuseiros, em nem temos escala de uso para produzir nem que seja sob licença.
    A Índia, até pouco tempo, para os mujahedins do do ABC Paulista, eram as uma FAs que deveríamos seguir o “exemplo”, bom, os mesmo a pouco tempo compraram um bom lote de M 777, de pratelerex, ou seja, viram a “luz”.
    Para estes iluminados o pau que bate em Chico, não bate em Francisco.
    Juvenal, me nobre, o tempo, sempre eles, senhor de todas as verdades.

  50. Rafael M. F. 23 de Maio de 2018 at 8:41

    Abrams? Sei não, hein Juarez…

    Outro dia tava vendo o processo de revisão deles em um programa do Discovery. Parada de dois meses. O bicho é desmontado peça por peça.
    Rafael, vi este programa também, aonde eles voltam para um fábrica especializada em remanufaturar, porém aquilo é um over haul completo, junto com modernização.
    Sabe quanto temo levaria isto em outra veiculo ou país, no mínimo o dobro tempo.

    Em particular a turbina.
    Sim a turbina é complicada, de alto consumo, mas é poli combustível, engole de QAV, diesel, marpol e até urina de camelo.
    Se vierem de graça dá para queimar diesel um bom tempo até chegar no número a pagar por um Leo 2A4 e sua revisão.

    • Juju,
      Não sou da área mas pelo que eu entendo, apesar do maior custo de aquisição e de consumir mais a turbina a gás é modular e mais fácil de manutenir, principalmente em campo.
      E o que mais desgasta são as pás do compressor, que são de fácil substituição quando já muito desgastadas.

  51. Tom, o bolso vazio e o senhor de todas necessidades, e leva ao pragmatismo.
    A KMW, não poderia ser diferente, quer a nossa carteira, mas ela esta vazia, então…….

    • Pois é Juarez, já pensou uns 100 Abrams por estas bandas ou mesmo 220 substituindo todos os Leo 1A5???
      Sonhar ainda é grátis!!!rs
      A propósito o nick GengisDu estou usando para substituir de vez o Tomcat só que ao comentar do smartphone acaba saindo o Tom.rs

      • Seu nick antigo era uma beleza, mas o novo gravatar tá lindo tb, mas o novo nick tem algum significado com o Gripen que não peguei?

  52. Se é plano do EB transformar, pelo menos, 5 brigadas de infantaria motorizada em infantaria mecanizada, sugiro que, os M198 que virão compor os cinco GAC AR 155mm sigam para os GACs orgânicos dessas, pois assim essas unidades ganham em poder de fogo e alcance para manobra em profundidade e o resto para as AD, os L118 da 15a Bgd Inf Mec poderiam seguir para a 12a Leve ou para os Pqdts, pois tem maior alcance que os M56 usados nessas uniidades (21km contra 10km) e são helitranportáveis pelo H225M e, os 60 M109 A5, que receberemos desse último lote que virá sigam para os GACs das 4 brigadas de cavalaria mecanizada (num total de 48) e o resto se junte aos A3 para peças sobressalentes. Assim como os M577 sigam para todas essas unidades e o que sobrar desses também siga para spare ou auxiliares.

  53. Super ,mega Off;
    Acabei de ler sobre ampliação na oferta de AH-1 W para 26 aeronaves, sendo 13 pro EB e 13 pro CFN e tudo indica que já estão nas tratativas e tal e que serão modernizados antes de vir e com foguetes guiados e os pilotos treinados lá tbm.
    Vamo que vamoooooo!!!!!!!

    • Espero que tenha razão Gengis, pois não temos noticia de bordo aqui na Briosa sobre o assunto, aviadores navais também fazem parte daquele comitê de avaliação nos EUA, no entanto, nada nos foi noticiado, ainda sim, ninguém daquela comitiva já retornou. O Imediato daquela comitiva foi meu Instrutor na Escola, vou procurar me informar melhor.

    • Li a mesma notícia agora no início da manhã… Será que é verdade??? Se for, é mais um motivo para comemorações!!!

    • Não vi essa norícia. Mas, só um reparo: se vier alguma coisa, fora para o EB, será para a MB, visto que a Força Aeronaval é da MB e não do CFN. Os Fuzileiros, no Brasil, não são uma Força independente, sendo subordinados à MB, são parte integrante desta. Se confirmada a notícia, o certo seria dizer que seriam 13 para o EB e 13 para a MB.

      • Consta na notícia que é pra aviação naval da MB e não fuzileiros. Também não devem ser 13 e 13 para cada, mas algo como 14 e 12 ou 16 e 10, pro EB e MB respectivamente.

        Segundo lá consta, estaria adiantada a negociação inclusive com boa recepção do oficialato da MB

    • joga entre 36 e 72. Na verdade se tivermos 10 grupos AP com M109, 09 ou 10 Grupos com M-198, e ressalvados os 02 grupos com L-118 e 05 com M-56, sobra 01 ou 02 grupos para serem equipados e como os outros dois ja tem 18 peças seria na faixa de 36 no máximo.

      Hipotese diversa ocorre se forem substituir os M-56.

  54. Nesse momento que estamos sem grana pra investimentos e uma ótima notícia. Os EUA sabem que russos e chineses andam juntos, nos árabes não se pode confiar e os europeus estão afrouxando… Resta o gigante brasileiro como aliado… E inevitável que a China domine a africa e Ásia, os russos partiram pra cima da europa… Nos teremos que nos defender juntos….

  55. Falando em Abrams:

    Em 2017, o Marrocos solicitou 222 carros de combate M1A1 Abrams dos excedentes americanos.
    Foram disponibilizados 162 blindados que foram avaliados em U$$ 38.773.711,80 ou U$$ 239.343,90 por blindado.

    Quanto o Marrocos irá pagar por isso? Enfardamento, acondicionamento, manuseio e transporte, bem como reforma, se aplicável.

    Print do pedido: https://i.imgur.com/GDBEsDx.png

  56. Quanto aos obuseiros, a EsSA não é dotada de 155mm, certo? Apenas a AMAN, me corrijam.
    Com 120 da pra substituir todos os M114 do EB, inclusive os da AMAN. E creio que sobraria 6 pros Fuzileiros. Palpite meu.

  57. Creio que com 120 se mobiliam 09 grupos a 12 peças e ficaria ainda 12 que podem ser locados na AMAN, ESA ( no tempo que cursei era assim), e escola de material bélico.

    Ai teriamos 28 grupos: 10 com o M109 A3 e A5 ( cavalarias e infantaria blindadas), 09 com o M-198 ( prioridade pras AD), 05 com o M-56 ( selva e Leve), e 04 com o L118/M119 ( infa mecanizadas), sendo destes ultimos, 02 mobiliados agora, e todos os 04 com 18 peças.
    E mais 02 GLFM.

    • Colombelli, aproveitando a sua explanação, como o EB está em termos de morteiros? Li há vários anos que o EB adquiriu um lote da Imbel e depois nunca ouvi ou li mais nada a respeito.

      • AL morteiros de 81 e 60 o arsenal de guerra está produzindo modelos nacionais novo, com projeto nosso. Não tenho conhecimento da escala de produção.
        Os de 120 estavam fazendo média de 20 por ano e deve ter algo em torno de uns 140, sendo 12 deles na artilharia e o resto em pelotões de morteiro pesado de OM de infantaria e cavalaria.

  58. Bosco 24 de Maio de 2018 at 10:41

    Juju,
    Não sou da área mas pelo que eu entendo, apesar do maior custo de aquisição e de consumir mais a turbina a gás é modular e mais fácil de manutenir, principalmente em campo.
    E o que mais desgasta são as pás do compressor, que são de fácil substituição quando já muito desgastadas.
    Boscolino! É isso aí meu mestre. As turbinas tem melhor acessibilidade, maior facilidade de manutenção, menor peso, porém requerem pessoal altamente qualificado e tem um custo um pouco maior, mas bem administrada, compensa.

  59. Colombelli, vou te dar um número “bonito” de M 119:

    Entre 48 e 54 unidades. Tá valendo a cachaça, lá no Ipiranga do trevo de Cachoeira.

  60. Eu vou de 36 ou 54 que fecha grupos certos de 18. Dois ou 3. Mas é bom realçarmos: M-119 não é o L-118. General trocou bolas na entrevista que deu falando de L-118.

    • Sim.
      Provavelmente trocou a nomenclatura dos canhões.
      Mas são excelentes, tanto o ‘britânico’ como o ‘americano’.
      Temos uso para qualquer um dos dois.
      .
      Quantidade?
      Estou com Colombelli.
      Múltiplo de 18 (dezoito), perfazendo Grupos de Artilharia de Campanha com 3 (três) baterias a 6 (seis) peças cada.
      .
      Na verdade gostaria de ver as baterias de 155mm (todas) também a 6 (seis) peças.
      Ficariam 2 (duas) seções com um total de 4 (quatro) peças ativas – com pessoal ativo – e 1 (uma) seção com 2 (duas) peças na reserva – com pessoal da reserva – para ser mobilizada em caso de necessidade.
      .
      Entendo que bateria com 4 (quatro) peças seria o mínimo.
      Mas uma bateria com 6 (seis) peças estaria usando melhor os recursos de comando e controle – que sonho venha a ser no futuro C4 (comando, controle, computação e comunicação) – da seção de comando e serviço da bateria.
      Considerando apenas o comandante da bateria, normalmente um capitão, com sua equipe, pode comandar apenas 4 (quatro) peças ou até 8 (oito) peças.
      .
      Imagino que uma estrutura de 4 + 2 seria mais flexível, com o mínimo em tempo de paz e usando o máximo em tempo de necessidade.
      .
      Forte abraço,
      Ivan, do Recife.

  61. Boa noite amigos, estava pensando aqui: não seria o caso de adquirir 24 L118/M119 (esse ultimo sendo o mais provável) para mobiliar tanto o 20° GAC L quanto o 8º GAC Pqdt, movendo seus M56 (também 24 peças, salvo engano) para compor dois novos grupos de artilharia de selva para duas das três brigadas de selva que estão sem grupos. O que pensam?

  62. Não aposto que o general trocou as nomenclaturas. Acredito no L118 para 4 grupos a 18 peças. Nos grupos AP o ideal é 18 M 109. Muito se fala em mobiliar os GAC das bda de Cav Mec com os M109 . Mas será que os M 198 por serem AR, não seriam mais adequados para acompanhar os blindados sobre rodas?

    • Sílvio,

      Lembre que o L118 é inglês do Royal Army.
      Será que Londres estaria pensando em doar para o Brasil.

      O americano que é material excedente é o M119.
      Este sim poderá ser doado.

  63. Meu nobre conterrâneo, tenho total ciência do que estamos debatendo aqui. Quando citei o L118, falava de peças novas. Com $130 milhões se mobiliará 04 GAC a 18 peças. A munição é fabricada pela MB e tem um alcance superior. Sem contar que iriamos padronizar com os 36 já em uso no EB e 18 no CFN
    Grade abraço, Ivan do meu querido Recife

  64. Prezados, hoje quem opera o L-118 são duas brigadas que tem previsão de mecanização. Desta forma, aposto em 03 grupos a mais para padronizar as infantarias mecanizadas com este meio. Os dois grupos existentes são de 18 peças em 03 baterias. Ai sobraria material para criar mais um de selva. Faltam 04 agora.
    Se formos manter isso de 18 peças por grupo do L-118, precisamos mais 54. Se formos conceber grupos a 12, mais 24.
    Os AP é certo que serão para brigadas de cavalaria e infantaria blindada, inclusive suas AD.
    So pra lembrar, o M-119 tem alcance de 14 km e dispara munição encartuchada e todos padrões OTAN. O L-118 dispara munição desencartuchada e desengastada com alcance máximo de 20 km, pois tem tubo com maior quantidade de calibres. O acionamento é elétrico se não me engano, mas é confiável.
    O M-119 tem estoque dos EUA usados ( talvez algo em torno de 400 peças). O L118 so novos. A Colômbia pagou US$ 1.8 milhão por cada obuseiro francês de 105 mm novo, o que dá um parâmetro.

  65. Seria muito bom se, estes M198 fossem para os GACs das brigadas de infantaria mecanizada que serão criadas com a implantação do Guarani, como é o caso da 15a Bgda Inf Mec, que utiliza hoje o L118, conferindo assim maior poder de fogo ao apoio destas unidades, assim como maior alcance para suas manobras em profundidade. Estes obuseiros de 105mm poderiam ser transferidos para a Brigada Paraquedista ou para as brigadas leves, pois têm maior alcance que os M56 (21km contra 10km) e estes últimos poderiam seguir para as 2 brigadas de infantaria de selva que ainda não possuem GACs.

  66. Se me permitem a humilde sugestão, acho que o ideal seria:
    M109 A5+ para as brigadas de cavalaria e infantaria blindadas. Por ser o melhor que teremos.
    M109 A5 para as brigadas de cavalaria mecanizada. Por sua grande mobilidade.
    M198 para as brigadas de infantaria mecanizada. Por seu maior alcance em relação ao L118.
    L118 para as brigadas de infantaria leve e paraquedista. Pelo ter maior alcance que o M56.
    M56 para as brigadas de infantaria de selva. Por ser desmontável para transporte.

    • Ricardo na verdade o M-198 não tem alcance muito maior que o L-118 salvo se este ultimo também usar munição assistida.

      Mas é preciso recordar que raramente os obuseiros atiram no alcance máximo. As missões de fogo ficam na faixa dos 10 km em maioria. Logo o alcance maior não é um fator muito seguro na alocagem dos meios.

      Uma coisa que deveria ser feita é transpor os meios da 12 Brigada que será a priori mecanizada, para a brigada de montanha, que a despeito de ser leve ainda opera M-101.

      As peças de 155 AR devem ter prioridade nas AD (artilharias divisionárias) que não sejam blindadas.

      • Os nossos M-56 estão de bom tamanho para a infantaria de selva? O número é bom? Ou deveríamos ter mais deles, ou troca los.

  67. Obrigado pela elucidação, Colombelli! É sempre bom ter, colegas como vc, prá nos orientar em dúvidas e questões que pouco entendemos ou dominamos! Vi há algum tempo um estudo sobre a questão da vontade de padronização, por parte de certas forças armadas, do calibre 105mm para a de 155mm, mais capaz, não só pelo poder de destruição, mas também pelo fato de permitir uma gama ou leque maior de munições! Não achei de todo mal a idéia! E acho que, de repente, pelo fato da possível quantia de 120 peças, de termos o bastante para as ADs e, uma boa quantia para permitir uma artilharia mais poderosa e flexível em nossas brigadas de infantaria mecanizada! Já havia notado essa discrepância a respeito do nosso 4° GAC Lv e concordo com vc! Afinal seria melhor eles equipados com M56, pela natureza de seu ambiente de combate, assim como a 12a com o L118, que é helitransportável e tem maior alcance, se não me engano, comparado ao seu atual staff, o M56.

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