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Helicópteros AH-1 SuperCobra que interessam ao EB têm itens de modernização disponíveis

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AH-1W SuperCobra
AH-1W SuperCobra

Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres

O Ministério da Defesa da Jordânia está empenhado em atualizar parte dos seus helicópteros de ataque AH-1F Cobra para um novo padrão que incorpora muitos recursos semelhantes, ou totalmente idênticos, àqueles do mais recente modelo AH-1Z.

De acordo com uma reportagem de Joseph Trevithick, publicada no último dia 4 pelo portal de notícias The War Zone (thedrive.com), o pacote de atualização poderia servir como modelo para outros países que buscam modernizar os seus AH-1s, ou para corporações militares que consideram comprar os Cobras pela primeira vez.

Trevithick lembra, especificamente, o interesse demonstrado nas aeronaves AH-1 Whiskey (AH-1W), em março último, pelo Exército Brasileiro – e o fato de os brasileiros terem acabado de comprar o porta-helicópteros britânico HMS Ocean (que no próximo dia 29 será rebatizado PHM Atlântico).

De acordo com o articulista, no início deste ano, segundo um inventário mensal da Força Aérea dos Estados Unidos, já havia mais de 30 “Whiskey Cobras” estocados no setor Bone Yard da Base Aérea de Davis Monthan, no estado do Arizona.

Mês passado, a Aviação Militar Jordaniana exibiu um dos seus helicópteros AH-1 modificados durante a Exposição Bienal de Operações Especiais (SOFEX), promovida por seu Ministério da Defesa no aeroporto de Marka, da capital Amã

Em seu texto Trevithick menciona um relatório da Aviation International News, que informa: a Jordânia recebeu dois Cobras modernizados da empresa americana Science & Engineering Services(SES), contratada para gerenciar a atualização dos sistemas da aeronave, mas eles ainda terão que voltar para os Estados Unidos a fim de realizar testes adicionais de fogo real. Depois disso serão empregados no adestramento de tripulações jordanianas.

A Jordânia planeja, no momento, revitalizar 12 helicópteros AH-1Fs, mas tem uma certa quantidade de modelos E e F adicionais em serviço – incluindo 16 adquiridos de Israel em 2015, que também poderiam passar pelo programa de atualização.

Mudanças – As aeronaves remodeladas serão significativamente mais capazes do que a versão F. A nova configuração contará, entre outras modificações, com:

(A) Um sistema integrado de Aviônica de arquitetura concebida pela Northrop Grumman, que é o mesmo encontrado na versão AH-1Z Zulu Cobra, também conhecida como Viper, da Bell.

Esta suíte possui um sistema de navegação inercial LN-251 que emprega um giroscópio de fibra óptica.

Outra vantagem importante: ela substitui vários sistemas analógicos existentes nos cockpits dianteiro e traseiro do helicóptero por grandes monitores multifunção, de tela plana, fornecidos pela empresa americana L3.

(B) Novos rádios AN/ARC-210 da compnhia Rockwell Collins.

De acordo com Trevithick, essa atualização reduz significativamente o esforço dos operadores, que não precisam mais acompanhar as leituras no painel de instrumentos da aeronave, a partir de uma variada mistura de medidores analógicos, equipamentos óticos e antiquadas exibições de heads-up.

O Exército dos EUA está colocando seus antigos Black Hawks UH-60 em um programa de atualização similar ao dos Cobras versão Whiskey, considerado de custo relativamente baixo para o benefício que vai proporcionar a máquinas poderosas e caras do tipo de um UH-60.

Os helicópteros jordanianos modificados também contam com um modelo aperfeiçoado do sistema de alerta de aproximação de mísseis OrbitalATK AN/AAR-47, juntamente com um dispensador de flares e chaffs AN/ALE-47 da Extant Aerospace. Mas não está claro se há atualizações adicionais no conjunto de sensores defensivos da aeronave, ou sistemas de contramedidas planejados para o futuro.

Na aparência externa, a mudança mais visível é a substituição, feita pela SES, da Unidade de Mira Telescópica original (TSU), pela nova torre do sensor L3 Wescam MX-15D, semelhante em forma e função ao Sistema de Mira de Mira da Lockheed Martin AN/AAQ-30A.

A TSU foi concebida para guiar, especificamente, o míssil anti-tanque TOW – o que dispensou o rastreamento óptico que cabia ao artilheiro do helicóptero, até que o míssil alcançasse seu alvo.

O novo sistema Wescam MX-15D opera com câmeras eletro-ópticas e infravermelhas, além de um designador de laser. Essa combinação de recursos não apenas torna o equipamento mais flexível do que a antiga TSU, mas também amplia enormemente a capacidade da tripulação de usá-la para missões de reconhecimento e vigilância, bem como para a aquisição de alvos.

AH-1Z equipado com foguetes guiados a laser APKWS II
AH-1Z equipado com foguetes guiados a laser APKWS II

Armas – Os novos AH-1 da Jordânia combinam o novo sistema de sensores com mísseis Hellfire e os foguetes guiados a laser tipo APKWS II (Advanced Precision Kill Weapon System II).

Os populares Hellfires já são oferecidos em diferentes modelos. A Jordânia optou pela variante AGM-114R, que combina uma ogiva anti-tanque com um acionador de fragmentação, para uso contra veículos blindados e alvos flexíveis.

Outras opções incluem a ogiva AGM-114K, projetada para resistir a recursos como a blindagem reativa explosiva, e a AGM-114N termobárica, ideal para neutralizar veículos de baixa proteção estrutural e seus tripulantes.

Os pequenos foguetes APKs IIs combinam um sistema de orientação a laser com a eficácia das ogivas existentes nos vetores calibre 70 mm, o que resulta em munições de baixo custo, apontadas com precisão e aptas a danificar uma grande variedade de alvos.

Como os AH-1s poderão carregar pods com sete ou 19 desses foguetes, em vez de apenas quatro Hellfires, isso aumentará drasticamente o número total de targets que eles serão capazes de alcançar. E há sempre o canhão de cano M197 de 20 mm do nariz da aeronave também.

Não é difícil imaginar outros recursos modernos, como um sistema direcional de contramedidas infravermelho (DIRCM) – para despistar derrotar mísseis antiaéreos guiados por infravermelho –, tornando-se disponíveis para o Cobra no futuro. Ou um novo sistema de canhão.

Diferentes empresas vêm anunciando programas de up-gunning, incluindo trocar o M197 de 20 mm pela metralhadora M230 de 30 mm, arma-padrão do AH-64 Apache.

O valor exato da conversão de um AH-1F jordaniano em uma máquina de eficiência comparável à do AH-1Z é ainda desconhecido.

O custo unitário de um AH-1W ao ser lançado pela Bell Helicopter, em 1986, girava em dos 22 milhões de dólares (em valores de 2018). Um AH-1Z novo custa mais de 30 milhões de dólares (estimativa para o ano fiscal de 2019).

75 COMMENTS

  1. A gente tem que comprar todos antes que percamos essa oportunidade de ouro, o Brasil não pode deixar escapar essa, será uma nova era, esses helis são sensacionais, é a chance de termos um heli de ataque realmente efetivo.

    • Rafa,

      Em linhas gerais, o ‘Aligattor’ é algo mais performante e leva armas mais pesadas como o míssil Kh-25.

      Em teoria, o helicóptero russo pode ser utilizado contra alvos mais “duros”. Mas no tange a luta anti-carro, ambos fazem virtualmente o mesmo…

        • Obrigado, Bosco.

          Desconhecia essa informação.

          Se é assim, então teoricamente não há qualquer limitação que seja verdadeiramente significativa entre ambos no que tange aos tipos de alvos que podem engajar.

          Ocorre que, na minha percepção, as últimas variantes do Kh-25 são mais sofisticadas, possuindo radar ativo, IIR e correção de curso por GPS ( variantes MS e MSE ), o que, entendo eu, permite maior flexibilidade no engajamento, haja visto proporcionar melhor oportunidade para que a plataforma lançadora abandone a área logo após o lançamento.

          As últimas variantes do Maverick, até onde sei, são guiadas a IR, CCD e laser ( e olhe que havia proposta para uma variante com radar ativo de ondas milimétricas, mas parece que realmente abandonaram ).

          Saudações.

  2. Acredito que, ainda mais importante que o vetor em si, é a criaçao de uma doutrina que esses helis trarão ao exercito e marinha.

    SRN

  3. Seria interessante também substituir o rotor principal de duas pás pelo de quatro pás do Viper.

    Quanto aos Whiskeys já no AMARG, melhor pegarmos os 30 (15 para o EB e 15 para a MB).

  4. Traz os AH-1W para o Brasil sem modernização, só com um bom pacote de armas e munições e daqui a 5 anos passa essas mesmas aeronaves por modernização pois, até lá a Aviação do Exército Brasileiro saberá melhor o que precisa ser modernizado e já terá criado varias doutrinas para uso desse helicóptero

  5. Estes vetores chegarão sem mísseis hellfire nem qualquer outro armamento de nível mais elevado. Simplesmente por que a restrição é clara para todos os países da América do Sul. Armamento de ponta somente para sheiks árabes, europeus ou aliados ricos com participação em projetos conjuntos.

    • Russian Bear,

      Não creio nessa “diretriz”, visto que não é isso o que demonstram os F-16 C/D dos chilenos, dotados de AIM-120C.

      Considerando o tipo de armamento já presente na América Latina e no Brasil nesse seguimento ( misseis Ataka ), não há razão para os americanos não liberarem ao menos misseis TOW e ‘Hellfire’ das variantes mais simples…

        • Sim, Bosco. Por certo.

          Apenas acredito que podem encasquetar com as variantes dotadas de radar de ondas milimétricas.

          De toda a sorte, penso que o preço, e não o congresso americano, seria o principal elemento limitador. Certamente as variantes guiadas a laser são mais em conta…

          Imaginando comprarem os ‘Super Cobra… Se vierem mesmo os ‘Hellfire’, talvez tragam um punhado do ‘F’ e do ‘K’, ou talvez do ‘R’, que certamente são as variantes mais acessíveis.

          • RR,
            Sei que você sabe mas vale comentar. Há um pod que o Super Cobra pode levar contendo um radar de onda milimétrica que o habilita a usar o Hellfire Longbow que possibilita ataques simultâneos contra alvos múltiplos / todo tempo.
            Até onde eu sei nem o USMC o adquiriu e eles não adotam o Longbow.

          • Em tese a variedade de armas do Super Cobra é:
            Mísseis antiaéreos:
            -Sidewinder AIM-9L/M
            Mísseis antirradar:
            – SideARM (retirado)
            Mísseis contra alvos na superfície:
            -TOW II
            -Hellfire II
            – Hellfire Longbow (desde que combinado com o pod)
            -Maverick
            Foguetes:
            – casulo com 7 foguetes de 70 mm
            -casulo com 19 foguetes de 70 mm
            -casulo com 4 foguetes Zuni (130 mm)
            Canhão:
            – M-197 de 20 mm, 3 canos, e 750 cartuchos

            *os foguetes de 70 mm podem receber módulos (kits) de orientação a laser (APKWS, DAGR, TALON, etc.)

    • Russian,
      A pessoa ser desinformada e querer se meter em foruns de discussão cuja tema é “defesa” é até aceitável já que ninguém sabe tudo de tudo, mas postar comentários claramente sem base alguma é uma ofensa aos outros participantes.
      Não há nenhuma base real nessa sua afirmação e só mostra um alto grau de xenofobia. Feio! Muito feio!!!
      *Sem falar que nossos oficiais do Exército não são imbecis e não irão adquirir um helicóptero que tenha como característica ser um vetor de míssil antitanque pesado e este nos ser negado.

  6. Israel “vendeu” 16 unidades do SC para Jordânia ?

    Poxa, pensei que fôssemos anti árabe, musulmanis, etc….

    Pois é, não estar contra Israel tem suas vantagens.

    Basta não estar contra.

    Não precisa estar a favor.

    Basta não estar contra.

    Shalom

  7. Por mim, seriam 8 para o EB ter pelo menos 6 a disposição e iniciar sua doutrina operativa, complementando o pacote com 5 helicópteros para a MB ter capacidade de embarcar 3, no seu novo navio. Se fugir muito dessas quantidades, vira viagem…

  8. Pergunta leiga não seria mais vantajoso se os mesmos fossem armados com a linha de foguetes fabricados no brasil, SBAT-70 e Skyfire 70 ou vão ter que usar o que vier com eles mesmo.

    • Epsilon,
      Os foguetes brasileiros utilizam as mesmas interfaces dos Hydra 70 americanos. Em tese podem usar até os módulos de guiagem disponíveis (APKWS, DAGR, LOGIR, TALON, GATR, etc)

  9. Os batalhões de aviação do EB estão concentrados em Taubaté e Manaus, ou existem outras bases? Se forem adquiridos, estes Super Cobra deveriam ser lotados onde?

    • O 3º BAvEx está em Campo Grande.
      Depende da intenção para o emprego.
      Campo Grande é o mais centralizado.
      Taubaté é onde estão dois Btl e perto da Bda Inf L Amv, principal cliente da AvEx

  10. Como tudo no Brasil a coisa é bananeira…

    E mesmo os militares por mais que tentem se colocar como uma “casta” a parte são iguais aos civis na falta de planejamento.

    Estes helicópteros estão em péssimas condições, mas vão reformá-los e entregá-los como novos…

    Ham ham…claro…

    Se esta reforma os fosse colocá-los como novos ou mesmo valesse a pena o USMC não os teria descartado. Os Marines, atualmente tiram até Hornet do deserto, para voar.

    Alguns anos atrás foi decidido em torno do Hind. Por imposição política ou não, com chantagem ou não, com a melhor decisão ou não..

    Ficamos amarrados a eles…

    DUVIDO que estes Cobras mesmos recauchutados estarão em melhores condições que os Hinds novos..

    Se o problema do Hind é o suporte e a relação com os russos…

    Simples..

    Compra pelo menos mais umas 2 dúzias de Hinds, mas tira os russos do caminho operacional.

    Liga para Jerusalém ou qualquer um outro e resolve o problema.

    Mais negócio que mais lixo recauchutado.

    • Eu não faço a mínima ideia da situação de possíveis Super Cobras que possam estar disponíveis para a venda mas devo confessar que nunca gostei dessa história de comprar aeronaves usadas. No máximo aceitava a possibilidade de caças usados como “tampão” por não mais que 5 ou 6 anos. E olhe lá!!!
      Usados pra mim é navio (e com pelo menos ainda metade de tempo restante desde a primeira comissão, que representa no máximo 20 anos para uma fragata ou destróier) e veículos blindados.

  11. O Hind foi comprado com a interferência direta do Nove dedos apedeuta, nada a ver, a FAB não os queria, mas mesmo assim são bons? São, claro, mas não eram os melhores para o Brasil, esses super-cobras sim. Dizer que eles foram usados até o osso e que vão chegar esmerilhados é mera suposição, cadê as provas? Os americanos compram tantos armamanetos que muito são enviados para o AMARG até sem uso, muitos equipamentos que estamos comprando via FMS estão novos, ou quase, não vejo nenhuma razão para supor que esses helis venham moídos e mastigados, até por que nossos milicos vão até lá escolher os melhores, sendo que os piores podem ser usados como fonte de paçs, não tem nenhum mistério, vão checar bem antes, exatamente o que a gente faz quando vai comprar um carro usado, o resto é adivinhação.

  12. Pessoal, quais são os mísseis anti-aereo de curto alcance usados atualmente, refiro-me a mísseis similares ao stinger, aliás, o stinger é produzido ainda? Desculpa a pergunta sem nexo com a matéria.

    • Ivan, os similares ao Stinger e aos Iglas são:
      Stinger – USA
      Igla e Verba – Rússia
      Grom -Polônia
      Anza- Paquistão
      QW-1 e FN-6- China
      Type 91- Japão
      Chiron – Coreia do Sul
      CA-97 – Romênia
      Misagh – Irâ

      O Stinger ainda é fabricado sim.

        • Tem também o Mistral mas que por pesar 20 kg não se enquadra na faixa de “manpads” como o Stinger e o Igla e sim na de “crewpads”, como o RBS-70 ou o Starstreak, que exigem um pedestal para o lançamento.
          Em relação aos manpads térmicos, a grande maioria são variantes ou do Stinger ou do SA-7 e Igla.
          Há vários outros fabricantes menores baseados no SA-7, incluindo no Egito, CN, Iuguslávia, etc.
          Quanto aos manpads com orientação por laser ou radiocomando basicamente são esses: Blowpipe e Javelin (radio comando/SACLOS), Starbust (laser beam rider). Todos britânicos!

  13. Eu já postei esse artigo, mas vale a pena reiterar. De acordo com a edição de Abril da Revista Asas:
    “Orientado pelo Comandante da AvEx, o Grupo de Ensaios e Avaliações GEA, revisou e emitiu os requisitos a potenciais para uma aeronave moderna de ataque ao solo, assim foi testado o Bell AH -1Z viper. De acordo com o Major Thiago Fatorelli que é chefe do GEA da AvEx, obtiveram os resultados melhores possíveis após uma avaliação sumária do AH-1Z Viper para o emprego de aeronave de ataque da AvEx. O AH-1Z foi testado pelo GEA no Esquadrão de Helicópteros Leves de Ataque 469, do USMC, baseado em Camp Pendlenton, na Califórnia EUA. E os AH-1Z Viper que serão adquiridos pela AvEx são os mais modernos, mísseis ar-ar AIM-9, ar-solo AGM-114 Hellfire e pods de Foguetes de 70mm Mk-66” Motores GE T700-401 novos.
    A escolha pelo AH-1Z pelo Brasil já foi feita agora só falta os preparos para a logística de compra.

      • Boa noite, Manuel Flávio. Eu li a sua resposta no trabalho e fiquei louco para chegar em casa e ler a revista para corrigir a informação. Você tem razão a edição da revista Asas é a número “100”, Páginas “52 a 59” a reportagem do AH-1Z, de “Março de 2018”, tem um Su-30SM na capa. Peço Desculpas, não é de Abril como eu coloquei. Ali tem bem explicado os helis que a AvEx irá adquirir, motores novos, mísseis estruturas etc.
        E valeu a lembrança, eu estava crente que era a de Abril, mas é a de Março edição n°100.
        Ate mais.

        • Eu tenho a revista. O Viper foi muito bem na avaliação da AvEx. Apenas em um tipo de manobra ele teve o desempenho adequado. Em todas as outras a aeronave teve desempenho desejado.

          E olha que a AvEx testou com as turbinas de 1.690 shp. Atualmente são dotados com as T-700-401C, de potência de 1.890 shp.

          O Viper seria um excelente helicóptero para o Exército. Talvez a melhor alternativa.

    • O que o USMARINE estão ofertando são AH-1W Super Cobra e não o AH-1Z. Os Whiskys são dos estoques (refugos) que não foram aproveitados para modernização ao padrão Zulu.

      • Eu tenho a revista e não encontrei o trecho que o Ivan transcreveu.

        Estou no aguardo da resposta dele já que a informação contida no trecho é importante.

      • Welington Góes, de acordo com o Major Thiago Fatorelli que é chefe do GEA da AvEx, o Modelo testado e aprovado é o AH-1Z Viper, com motores novos GE, estrituras novas, armamentos completos.

        • Eu sei disso, Ivan, acontece que o que está em voga não é aquisição de helicópteros novos, pois o próprio EB tem interesse em outro modelo, o A-129 Mangusta (mais em conta de adquirir, manter e operar). O que está em voga, no momento, é a aquisição dos estoques dos USMARINEs de AH-1W usados e não de AH-1Z novos.

          • A próxima edição da revista ASAS conterá a avaliação do Mangusta/ATAK realizada pela AvEx.
            E Major Fatorelli, Chefe do GEA está escrevendo uma série de matérias (uma em cadsa edição) descrevendo os testes realizados pela AvEx dos helicópteros de ataque.
            Como já foi publicado a do Viper e a do Mi-28, só falta o daquele.

            Comparando os pontos avaliados citados pelo Fatorelli, o Viper foi superior ao Mi-28.
            Entretanto o heli russo foi parcialmente avaliado. Interessante foi que a AvEx não voltou para avaliar o restante kkkk.
            Pareceu que não gostou muito.

          • Quando o Major disse que quando pilotava o Mi-28 parecia que estava dirigindo um M113 não contive a gargalhada…

  14. Até o advento do F5 BR forever e do A4 BR semper – não tinha dúvidas, concordava com a opinião do Bosco mas agora… continuo concordando. SE eles não estiverem em excelentes condições – o que pelos comentários não parecem estar, não parece ser uma boa opção. Se é para criar doutrina por que então não se gastar com menos unidades mas com capacidade muito melhor? E fazer um planejamento de aquisição de longo prazo.
    Sds.

  15. Bom. Há varias considerações a serem levadas.
    – Se o estado desses SC não estiverem em boas condições, melhor esquecer. Mas tendo muitos outros países interessados (o Chile é um deles), em adquirir via FMS este helicópteros opino que devemos aguardar as inspeções do GEA do EB pois até agora, estes que estão estocados não foram ainda avaliados.

    No mais é aguardar essas avaliações.

  16. Claro que os Marines estão despachando… Já tem o contrato dos novos helicópteros garantido e estão recebendo!
    .
    Estão indo atrás de Hornet pq o F-35B não fica pronto nunca…
    .
    Estamos modernizando Lynx, pra durar mais trocentos anos. Todo mundo acha vantagem nesse caso.

    • O problema é o F-35C, com o qual o USMC seria entubado para atender as necessidades da aviação naval.
      Ficou tão problemático, até p/ um F-35, que a aviação naval saiu correndo atrás do SH Block III.

  17. Que venham logo e modernizados e que compremos o que estiver disponível pois estas ofertas de certos equipamentos não aparecem todo dia.

  18. “E fazer um planejamento de aquisição de longo” Eis AI o problematic, meu Caro. Sempre essa te criar doitrina, e partem para a compra de meios usadissimos. Nāo vou malhar não, mas deveria haver um plano a largo prazo para aquisição de meios novos, no estado da arte. Tio Sam venderia quase tudo o que o Brasil quisesse. E essa de “no tem dinheiro” tambem nāo de mais não. Rarissimo o dia que no leio manchete de milhoes de Reais desviados ou desaparecidos.

  19. Helicóptero lindo! Acho que além de atender ao EB, atenderia à MB, com a aquisição do Atlantico, pois seria uma aeronave de ataque e apoio aéreo rápido para qualquer operação da MB.

  20. Pelo Plano de Obtenção de Capacidades Materiais do Exército para a AvEx estava prevista a aquisição de 12 helis de manobra que estavam sendo avaliados. Seria possível, na esteira dos AH-1, virem também via EDA e FMS, alguns UH-1N ou UH-60L excedentes? Ou isso foi deixado de lado pelas condições econômicas?

  21. Pessoal alguém tem notícias sobre essa aquisição dos AH-1s…será que emperrou ou poderemos sonhar com alguns desses belos e eficientes vetores voando com as cores do nosso querido EB…

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