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Iveco vai exportar o blindado Guarani

A Iveco Veículos de Defesa, coligada do grupo Fiat, vai levar para o mercado internacional o novo blindado brasileiro Guarani, veículo padrão do Exército que pretende desenvolver dez diferentes configurações a partir da versão básica. O primeiro cliente externo será a Argentina, que finaliza um pedido de 14 unidades.
O diretor-geral da empresa, o engenheiro Paolo Del Noce, identifica outras “boas possibilidades” de negócios no Chile, Colômbia e Equador – os três países lançaram programas para a substituição de suas frotas.

O Exército brasileiro vai receber 2.044 blindados até 2029, em grupos de 100 unidades por ano. O valor total da encomenda bate em R$ 6 bilhões – cerca de R$ 2,9 milhões cada. A linha de montagem da Iveco Defesa fica em Sete Lagoas, a 70 quilômetros de Belo Horizonte. A compra do lote inicial de 86 unidades foi formalizada pelo governo no dia 7 de agosto. Parte da fatura de R$ 240 milhões cairá na conta do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) – Equipamentos. Na sexta-feira (07), em Brasília, durante o desfile oficial da Independência, o blindado Guarani participou pela primeira vez da solenidade, apresentado com o canhão israelense UT-30/Br de 30 mm.

Organizações como o Centro de Estudos Estratégicos e de Defesa da Universidade de Georgetown sustentam que a demanda mundial, exceto Estados Unidos e Rússia, para blindados médios, será de 20 mil veículos encomendados até 202o ou 2022. Pelo valor médio, estarão em discussão recursos da ordem de US$ 30 bilhões, ou cerca de R$ 60 bilhões. Paolo Del Noce acredita que o produto brasileiro possa entrar nessa disputa. “Trata-se de um veículo com potencial de gerar interesse no mercado mundial”. Embora o Guarani seja propriedade intelectual conjunta do Exército e da Iveco, Del Noce acredita que poderá atender as necessidades da Marinha para equipar os Fuzileiros Navais. “Nosso modelo é anfíbio para aplicações fluviais, todavia podemos adequá-lo ao emprego no mar”, disse.

A Fiat-Iveco inaugura até dezembro a fábrica dedicada aos produtos de defesa, dentro do complexo de Sete Lagoas. O investimento, segundo Del Noce, é de R$ 55 milhões. “Quando as linhas de produção estiverem atuando a plena capacidade, o número de fornecedores imediatos será superior a 110, e os indiretos serão mais de 600″, sustenta. O índice de participação dos componentes nacionais é de 60% no Guarani. O Guarani é, a rigor, uma Viatura Blindada de Transporte de Pessoal – Médio sobre Rodas, um VBTP-MR. Terá navegador GPS, sensores de detecção laser e sistema ótico de visão noturna.

FONTE: O Estado de S. Paulo

NOTA DA EDITORA: Você encontra mais informações sobre as capacidades e empregos do Guarani na reportagem da 5ª edição da revista impressa Forças de Defesa.

 

Os exércitos dos países mais desenvolvidos do mundo, inclusive a Rússia, vêm reduzindo suas frotas de tanques de guerra, substituindo-os por veículos blindados sobre rodas.

Nos últimos dois anos, engenheiros e projetistas da Voênno-Promichlennai Kompânia (Empresa de Equipamentos Militares) criaram três máquinas do gênero.

A pedido da revista Expert, o diretor-geral da companhia, Dmítri Gálkin, falou sobre novos projetos, potencial de exportação e concorrência com os principais fabricantes mundiais.

Expert: Sua empresa pode construir um veículo blindado que esteja em plena conformidade com os mais rigorosos padrões da MRAP – Mine Resistant Ambush Protected (Blindado Resistente a Minas e Ciladas, em tradução livre)?

Dmítri Gálkin: Hoje, talvez somos a única empresa da Rússia a possuir um conjunto completo de conhecimentos tecnológicos no domínio de veículos blindados leves sobre rodas. Temos parceria com muitas empresas na Rússia e no exterior, sobretudo europeias e israelenses, por meio de contratos para o desenvolvimento conjunto de componentes, sistemas e subsistemas de veículos blindados, fora os contratos para entrega de produtos prontos.

Os militares precisam de um material de guerra moderno de classe mundial. Mas não devemos nos limitar a uma simples compra de veículos prontos do Ocidente. Isso não aumentará nosso potencial defensivo nem nos ajudará a desenvolver nossa indústria bélica. Portanto, optamos por trabalhar em conjunto com os estrangeiros, para adquirir tecnologias e conhecimentos de engenharia, bem como desenvolver nossa produção.

Acreditamos que essa forma de cooperação é mais eficaz. Essa opinião não é só minha, mas de todos os profissionais da indústria de guerra nacional, e é apoiada pelo governo.

Expert: Vocês já têm algum veículo pronto?

D.G.: Sim, o Medved (urso, em português), que não possui similares na Rússia. Ele foi fabricado a pedido do Ministério do Interior e é capaz de resistir à explosão de uma mina anticarro. Também tem proteção contra balas B-32 de espingarda SVD.

No futuro, planejamos dotá-lo de proteção contra as balas perfurantes de metralhadora de 12,7 mm e de outras armas de fogo de grosso calibre. Esse novo veículo estará completamente de acordo com os padrões MRAP. Mas o Medved é um carro de outra categoria, é mais pesado que o Tiger, possuindo em seu interior 11 metros cúbicos de espaço, suficiente para alojar um grupo de combate ou um posto de comando ou um terminal de comunicações e assim por diante.

Com tudo isso, o Medved, contrariamente ao veículo blindado de transporte de pessoal (VBTP), pode andar nas estradas comuns destinadas ao trânsito rodoviário.

Expert: Quais são as expectativas de vendas para essa máquina?

D.G.: Acho que a proporção entre as vendas externas e internas desse veículo será de 50 para 50. Nossos principais clientes serão o Cazaquistão, Azerbaijão e Uzbequistão. Esses países têm dinheiro e já compram nossos veículos em quantidades maiores do que as estruturas de segurança e defesa russas. Teremos, sem dúvida, clientes na África e no Oriente Médio. A América Latina também tem mostrado ultimamente grande interesse por nossos produtos.

Expert: A empresa também está desenvolvendo novos projetos para veículos de guerra?

D.G.: Estamos realizando trabalhos de pesquisa e desenvolvimento no âmbito do projeto Bumerangue para o Ministério da Defesa. Mas não posso divulgar as especificações técnicas da nova plataforma. Posso dizer apenas que servirá de base para a construção de veículos de combate e apoio completamente novos que terão a mesma fórmula de rodas do VBTP antigo, ou seja, 8×8.

Nossa ideia é fazer com que todos os veículos, sejam de combate, de apoio de fogo ou técnico, reconhecimento ou apoio logístico etc, utilizem uma mesma plataforma.

Posso dizer que o novo veículo irá substituir todos os VBTP e os veículos blindados que utilizam sua plataforma, inclusive os VBTP-80 e VBTP-82. Os dois primeiros veículos novos devem estar prontos já em 2013.

FONTE: Gazeta Russa

VIDEO: Worldwide Defense

 

Mais CLAnfs para os Fuzileiros Navais

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Agência norte-americana notificou Congresso dos EUA sobre possível venda de 26 CLAnfs ao Brasil, via FMS

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Na terça-feira, 31 de julho, a DSCA (agência norte-americana de cooperação em defesa e segurança) notificou o Congresso dos Estados Unidos sobre uma possível venda, via FMS (vendas militares ao exterior) ao Governo Brasileiro de 26 veículos de assalto anfíbio e equipamentos associados, partes, treinamento e apoio logístico. O valor da venda é estimado em 233 milhões de dólares (cerca de 475 milhões de reais).

A denominação AAV – “Assault Amphibious Vehicle” (veículo de assalto anfíbio) usada nos EUA equivale, no Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, a CLAnf: Carro sobre Lagarta Anfíbio.

Os AAVs solicitados são da configuração RAM/RS (Reliability, Availability and Maintainability/Rebuild to Standard), o que indica veículos revisados / reconstruídos. A requisição do Governo Brasileiro dos AAVs inclui a modernização da atual frota brasileira para a configuração RAM/RS. Também inclui armas, munição, sobressalentes, equipamentos de apoio, de testes, ferramental, dados técnicos e publicações, assim como outros elementos relacionados de apoio logístico.

Ainda segundo o informe da DSCA, o Brasil vai utilizar esse equipamento para ampliar seu inventário de veículos anfíbios, além de modernizar e reforçar sua capacidade operacional anfíbia.

FONTE: DSCA

Guarani atrai interesse de Argentina e Chile, segundo revista

Desenvolvido pelo Exército em conjunto com a Iveco, do grupo italiano Fiat, o blindado Guarani tem atraído interesse de países vizinhos empenhados em reequipar suas Forças Armadas. A Argentina e o Chile podem receber até 20 unidades do veículo, para utilizá-las em missões conjuntas de paz da ONU. O Exército brasileiro já encomendou 40 Guaranis, por R$ 342 milhões.

FONTE: IstoÉ Dinheiro(nota de Denize Bacoccina, com título original de “Blindado tipo exportação”)

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BAE/IVECO Super AV 8×8

Dica do leitor Maurício R., o veículo blindado BAE/IVECO Super AV 8×8, muito parecido com 6×6 VBTP-MR Guarani projetado para o EB.

Quais as vantagens/desvantagens da configuração 8×8 em relação à 6×6?

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‘Tanques de guerra verdes’ são testados nos EUA

Um tanque de guerra “verde”, que usa um motor híbrido, movido a diesel e eletricidade, já estaria sendo testado pelo Exército americano, de acordo com informações da empresa de defesa e tecnologia BAE Systems, que desenvolveu o veículo.

A empresa afirmou que o novo tanque é entre 10% e 20% mais eficiente no uso de combustível e mais rápido do que os carros de combate convencionais, impulsionados por diesel.

O veículo pesará 63 toneladas, transportará 12 soldados e integrará os planos futuros de combate dos Estados Unidos.
O novo Veículo de Combate por Terra (GCV na sigla em inglês) terá um motor diesel gerador de eletricidade incorporado a um tanque mais rápido do que o tradicional.

Segundo o fabricante, ele será mais eficiente, ágil e terá mais força de aceleração graças a seu sistema elétrico que permitirá ainda a incorporação de novas tecnologias.

A ideia também é que o tanque possa ser usado como uma espécie de gerador elétrico em acampamentos militares.
Outra vantagem, assegura a empresa, é que ele será bem mais silencioso que os tanques impulsionados por diesel, o que ajudaria em manobras táticas.

Além disso, teria uma durabilidade de 30 a 40 anos e sua tecnologia será adaptada a desenvolvimentos futuros que permitam aumentar sua eficiência.

‘Vida ou morte’

O preço ainda não está definido, mas alguns analistas calculam que ficará entre US$ 12 milhões e US$ 17 milhões por veículo, quase quatro vezes mais do que custam os tanques atuais.

Se a transição for efetivada, eles devem substituir os atuais veículos Stryker e Bradley usados pelo Exército americano.

Dispor de veículos eficientes em termos de energia é estrategicamente importante para os militares dos EUA.
Os custos com combustível são consideráveis. Mas em conflitos como os do Iraque e Afeganistão, contar com fontes de energia alternativa também é uma questão de vida ou morte.
Como disse em 2012 o general aposentado Steve Anderson, que serviu como chefe de logística no Iraque, cerca de mil soldados morreram no Iraque e no Afeganistão enquanto transportavam combustível.

Anderson também calculou que o Departamento de Defesa gastou cerca de US$ 20 milhões no Iraque em barracas e estruturas móveis dos acampamentos. A maior parte deste dinheiro foi usado para comprar o combustível usado para resfriar ou aquecer os locais.

Ambiente

Para o ambiente, a escolha destes veículos pode ser uma boa notícia.
“A mudança do Exército americano para veículos elétricos e tecnologias verdes é importante”, diz Miriam Pemberton, do International Study Center de Washington.
“Tudo o que os militares americanos façam para reduzir suas emissões terá um impacto significativo”, afirma.
“Este impacto seria ainda maior se os militares priorizassem tecnologias que pudessem ser usadas para fins civis.”
“Isso asseguraria que a mudança contribuiria para reduzir as emissões em toda a nossa economia. Os próprios militares consideram as mudanças climáticas como uma das maiores ameaças para a segurança”, completa ela.

FONTE: BBC / COLABOROU: Flighter

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Rio – Uma comitiva da Secretaria de Segurança, que inclui o secretário José Mariano Beltrame, viaja este sábado à África do Sul, para fazer a última análise antes de comprar os novos blindados para as polícias Militar e Civil. É a nova geração de Caveirões – mais compactos, ágeis e velozes – que chega para substituir os atuais, evolução de carros-fortes adaptados.

Após inúmeras análises e testes, o veículo blindado favorito dos policiais é o Maverick, da empresa sul-africana Paramount. “É o melhor, preenche todos os requisitos”, afirmou ao IG um dos envolvidos na escolha técnica. Há uma licitação em curso, da Secretaria de Segurança (Seseg), ainda sem resultado anunciado.

Há urgência. No dia 6, a Seseg publicou “aviso de processo de aquisição de veículo blindado de uso policial”, informando que, “em razão da necessidade imediata, (…) iniciará o processo de aquisição de veículo blindado pesado de uso policial, adequado às características próprias das operações policiais desempenhadas pelo Bope”. Os fabricantes interessados deveriam apresentar a proposta até terça-feira.

É para acertar os últimos detalhes e especificações técnicas que Beltrame, os comandantes do Bope, tenente-coronel Renê Alonso, e do Choque, tenente-coronel Fábio Souza, e uma equipe da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), unidade de elite da Polícia Civil, vão à África.

Demanda antiga do Bope

A Secretaria de Segurança do Rio vem estudando, há anos, diversos modelos de blindados. Com a ascensão do ex-comandante do Bope, coronel Alberto Pinheiro Neto, à chefia do Estado-Maior da PM, demandas do gênero para as unidades especiais ganharam força e velocidade.

Inúmeros modelos foram analisados

 O Bope já recebeu o russo Tigre, da Rosboron Exports, para teste. Também foram avaliados a carros da francesa Panhard, o sul-africano Gila, os britânicos da BAE RG 31M e RG32M e o israelense Sand Cat, além do Vespa (Viatura Especial de Patrulhamento) 02, modelo desenvolvido pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx), em cooperação com a Autolife, em São Paulo.

O Maverick é o favorito dos policiais e foi aprovado nos testes intensos – inclusive de tiros – a que foi submetido. Durante o processo de seleção, a Paramount trouxe ao Brasil um blindado montado e outro desmontado, em um contêiner, para as autoridades analisarem, o que foi visto como uma demonstração de empenho e boa-vontade. Tendo o prazo para propostas expirado, a viagem é sinal de que o sul-africano é a provável escolha definitiva.

O Maverick é capaz de transportar 12 homens e tem a proteção balística exigida pela PM, resistente a disparos de metralhadoras calibre .30 e fuzis 7.62mm, e resistência a explosões de granadas e bombas. Ao menos dez unidades devem ser compradas pela Secretaria de Segurança para Bope, Choque e Core.

O veículo atende às necessidades das unidades de elite, que estavam em busca de um carro de transporte blindado menor, mais moderno, ágil e com maior manobrabilidade em ladeiras e espaços limitados, adequado às favelas. O robusto Maverick tem motor a diesel e tração 4×4 com transmissão automática, o que facilita o desempenho em qualquer terreno. Outro fator importante é a existência de peças de reposição no Brasil.

Atendendo às necessidades do Batalhão de Choque, um ou dois veículos receberão uma torre com jato de água, para o controle de distúrbios.

Um ponto de preocupação no carro original eram as 11 janelas, que, embora deem ótima visibilidade para a equipe, são consideradas grandes demais pelos policiais – nos atuais Caveirões as escotilhas são pequenas. Também são blindadas, mas a questão é se haverá viabilidade econômica de substituí-las, no caso de necessidade.

Diante dos pedidos da polícia do Rio, a Paramount se comprometeu a diminuí-las. Uma câmera ainda pode ser instalada na traseira para melhorar a visibilidade do motorista.

FONTE:  O Dia Online – As informações são  do repórter Raphael Gomide, do IG / COLABOROU: Paulo Renato

ARLINGTON, Virgínia – A BAE Systems, em parceria com o Exército Brasileiro, modernizará 150 veículos blindados M113, usados no transporte de pessoal, com base em um contrato militar avaliado em US$ 41,9 milhões.

O Exército Brasileiro atualizará os veículos M113B para a configuração M113A2 Mk1. Nestes trabalhos, os cascos, escotilhas e rampas dos veículos serão reutilizados, enquanto que os demais componentes, inclusive os motores, as transmissões e os sistemas de refrigeração, serão substituídos ou reformados. A BAE Systems fornecerá os materiais necessários para os trabalhos de modernização, assim como ferramentas e peças sobressalentes. A empresa também transferirá tecnologia e treinará o Exército na manutenção e modernização destes veículos.

“Este trabalho de modernização de baixo custo oferece vários benefícios ao Exército Brasileiro, inclusive melhor desempenho e confiabilidade do veículo”, disse Joe McCarthy, vice-presidente e gerente geral da área de Veículos de Combate da BAE Systems. “Há décadas que exportamos e modernizamos os veículos M113. O Exército Brasileiro adquiriu os M113s do Exército Americano, no início da década de 70. Este programa de reforma e atualização modernizará os veículos, estendendo seus serviços significativamente, em linha com a estratégia de defesa nacional do País e contribuindo para a ampliação de sua capacidade de defesa”.

De acordo com o contrato, o trabalho será executado nas instalações do Exército Brasileiro, em Curitiba, e deverá ser concluído em novembro de 2014.

O M113 faz parte da maior família de veículos blindados sobre lagartas do mundo e totaliza mais de 80 mil veículos, com 40 variantes, distribuídos mundialmente. Ele é capaz de transportar 12 soldados além do motorista, fazer operações anfíbias e grandes viagens atravessando terrenos difíceis. Além disso, pode adquirir altas velocidades rodando sobre estradas bem mantidas.

Desde 1998, a BAE Systems vem fornecendo suporte às Forças Armadas do Brasil para armas, radares e veículos blindados, a partir de seu escritório em Brasília.

No início do ano, a Embraer, empresa brasileira fabricante de aeronaves, e a Força Aérea Brasileira selecionaram a BAE Systems para fornecer os sistemas eletrônicos de controle de voo para a aeronave militar de transporte KC-390.

Divulgação: Gaspar e Associados Comunicação Empresarial

Generalidades sobre as Munições do CC Leopard I do EB

Tiro 105mm APDS-T

A – A APDS-T é o principal projétil Anti-Carro da VBC Leopard.
B – Segurança:
1 – Tempo de Paz – É proibido o tiro quando o pessoal se encontra exposto dentro da zona que se estende sobre uma profundidade de 1000m a partir da boca do canhão sobre uma largura de 70m em ambos os lados e a partir da linha de tiro.

2 – Tempo de Guerra – Esta munição será atirada mesmo se o pessoal amigo se encontrar exposto à frente da VBC; se possível, será prevenido a colocar-se em posição abrigada, antes da abertura de fogo.

Tiro 105mm HEAT

A HEAT é o projétil Anti-Carro complementar ao APDS-T. Ele é utilizado quando o APDS-T não é eficaz, em particular contra a face dianteira das torres dos carros pesados. O HEAT-T tem também um efeito explosivo e pode ser empregado contra objetivos não blindados.
OBS.:
1 – Os efeitos de perfuração são bastante análogos aos da APDS-T.
2 – A probabilidade a acerto no alvo no 1º tiro é bem menor que com a APDS-T principalmente acima de 1500m.

Tiro 105mm HEP-T

A – A HEP-T é essencialmente um projétil Anti-Pessoal e Anti-Material não blindado ou levemente blindado.
B – Ela pode, entretanto, ser utilizada como munição Anti-Carro, em caso de urgência ou de necessidade. Por exemplo, quando um Carro de Combate inimigo aparecer repentinamente dentro do alcance e quando:
– o canhão d Leopard já se encontra carregado com a HEP-T
– ou que não há nenhuma outra munição Anti-Carro embarcada ou ao alcance da mão.

C – Tendo em conta a velocidade reduzida da HEP-T, o tiro sobre alvos móveis com esta munição é dificultado acima de 1000m e contra objetivos que se movam rapidamente. Dentro dessas circunstâncias, é preferível utilizar a HEAT-T.

Tiro 105mm Fumígeno (WP)

A – Este projétil permite principalmente incendiar as zonas do terreno e material inimigo exceto Carros de Combate e demarcar alvos. Será sobretudo empregada para ocasionar os incêndios.
B – Não se pode utilizar:
1 – Para a criação imediata de uma reação fumígena a curta distância ao abrigo do qual o carro de combate amigo possa se desdobrar para uma posição de tiro mais favorável ou ocultar-se. Os lança-fumígenos da torre são reservados a este emprego.
2 – para a criação de cortinas de fumaça densas e de longa durabilidade do qual os Tiros 105 mm Fumígenos (HC)é previsto.

Tiro 105mm Fumígeno (HC)

A – Esta munição não se encontra mais como orgânica da VBC, porém ainda existem estocadas nas reservas regimentares. Ela é fornecida segundo as necessidades de um Esquadrão de Carros de Combate encarregado de criar uma cortina de fumaça densa e de suficiente durabilidade.
B – O tiro desta munição é feito com instrumentos de tiro indireto com clinômetro e tabela de tiro.

Tiro 105mm de treinamento

A – O Tiro 105mm DS-T – O DS-T é utilizado em treinamento como projétil em substituição APDS-T. Sua balística é + idêntica a da APDS-T em distâncias inferiores a 1500m. Ela não tem possibilidade de perfuração Anti-Carro.
B – Tiro 105mm HEAT-T inerte – O HEAT-T inerte é utilizado como treinamento mesmo contra alvos móveis como substituição a HEAT-T. Sua balística é idêntica a da HEAT em qualquer distância.

Princípios de Emprego

Generalidades concernentes ao emprego

A – A escolha da munição é uma responsabilidade do Cmt CC.
B – A abundância e a complexidade dos fatores a serem apreciados pelo Cmt CC para decidir a escolha, não permite estabelecer regras rígidas.
C – O Cmt CC terá todas vezes e sempre em memória os grandes princípios abaixo.

Princípios de emprego

A – Em razão da fraca dotação de APDS-T e tendo em conta do feito que esta munição alcança a alça de combate da mais elevada, é desejável reservar esta munição para engajar os objetivos blindados médios e pesados que se apresentarem a uma distância inferior a 2000m.
B – A APDS não será utilizada contra um blindado pesado acima de 2000m, contra um blindado médio acima de 2500m (potência de perfuração insuficiente).
C – Um alvo móvel não será engajado
Acima de 2000 m com Mun APDS ou HEAT
Acima de 1000 m com Mun HEP
A probabilidade de acerto é muito pequena.

Tabelas de emprego das munições

A – Observações:
1 – Estes dados são destinados a orientar os usuários, mas não devem ser considerados como diretivas imperativas.
2 – Os alcances máximos de engajamento citados tendo em conta, não somente a eficácia de tiro das munições, mas também a probabilidade de acertos. (alta probabilidade).

Tabelas de emprego das munições

A – Observações:
1 – Estes dados são destinados a orientar os usuários, mas não devem ser considerados como diretivas imperativas.
2 – Os alcances máximos de engajamento citados tendo em conta, não somente a eficácia de tiro das munições, mas também a probabilidade de acertos. (alta probabilidade).

Tiros de exercício

Tiros de manejo

FONTE: Informatbel – Escola de de Material Bélico

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Na sede do Comando de Arsenais, situado na localidade de Boulogne, foi realizada recentemente uma exposição para apresentar formalmente o projeto de modernização do Tanque Médio Argentino, de acordo com o Exército Argentino.

Esta apresentação contou com a presença do Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, o general Carlos Ignacio Barchuk Br, o CEO de Material, o general Carlos Federico Br Peretti, Director Geral da Organização e Doutrina, o general Jorge Br Gabriel Guerrero e membros da Elbit Systems empresa israelense, a quem cabe aproposta apresentada entre final de 2010 e início de 2011, para atualizar o tanque-expostos detalhes do plano, ao secretário de Planejamento do Ministério da Defesa, o Sr. Julio Oscar Cuattromo.

A introdução foi dada pelo líder do projeto, disse, o coronel John Simoncelli, que se refere aos domínios abrangidos pela modernização dos diversos sistemas que compõem o Tanque Médio Argentino, projetado na década de 70.

Esta é a primeira fase da sua modernização e espera-se que no primeiro semestre de 2012, a maioria da frota de TAMs do Exército Argentino já esteja operacional com a nova tecnologia israelense usada em seus tanques ‘Merkava’ .

FONTE: M. Borch, Buenos Aires  (Infodefensa.com)

 

Dirección General de Represión del Tráfico Ilícito de Drogas (Dgrtid) do Uruguai e efetivos da Guardia Republicana, realizaram uma operação de grande escala em uma chacara situada na cidade de Toledo Chico, departamento (Estado) de Canelones. Foi a estréia em combate dos veículos russos GAZ-2975 “Tigr” recentemente adquiridos pela Guarda Nacional uruguaia

Os blindados realizaram o asalto a propriedade, percorrendo sem problemas o seu terreno acidentado (montes, desniveis e outros) que proporcionava proteção natural aos meliantes.

 

Na operação foram apreendidas seis pessoas de diferentes nacionalidades, 500 quilos de maconha, 1 quilo de cocaína e vários veículos, entre os quais se destacan 3 caminhões de grandes proporções.

Fonte: (Infodefensa.com) G. Porfilio, Montevideo.

 

Exército colombiano renova os seus misseis antitanque

O Exército da República da Colômbia abriu uma concorrência para substituir progressivamente os seus misseis BMG-71 TOW 2A –ERA por  até 300 unidades de um modelo leve de quarta geração com alcance máximo de 8.000 metros capaz de ser montado em  viaturas 4×4. O candidato preferido é o israelense Spike nas versões ER/MR.

Fonte: E. Saumeth (Infodefensa.com)

 

O Exército da Colômbia está cogitando trocar as suas viaturas 8×8 M-113A/A2 e Urutu. A pre-seleção inclui o General Dynamics M1126 STRYKER, o PATRIA AMV e o STE Terrex Infantry Fighting. Há informações de que as provas devem começar dentro de dois meses, embora as mesmas informações afirmem que há inclinação pelo modelo norte-americano.

Fonte: E. Saumeth, Bogotá  (Infodefensa.com)

 

 

No mês corrente, o Real Exército da Suécia empreendeu  um dos exercícios conjuntos de combate para a sua reserva. A ação durou três semanas.

Na primeira semana houve ambientação com os meios de combate, notadamente os carros de combate Strv 90. Já durante a segunda semana, houve reconhecimento de terreno, com os veículos de combate do Regimento P7 “Södra Skånska”  a seguir saindo para o polígono de tiro, onde munição real será empregada, visando a proporcionar ao adestramento um grande nível de realismo. A terceira semana é dedicada aos cuidados de saúde, treinamento adicional e à desmobilização.

Fonte: Real Exército da Suécia

 

Marambaia (RJ)– No dia 11 de outubro, o Centro de Avaliações do Exército (CAEx) realizou uma exposição dos mais recentes materiais de emprego militar a serem adotados pela Força Terrestre. Na ocasião, foi realizada a demostração de tiro real da nova Viatura Blindada de Transporte de Pessoal Guarani.A Viatura Blindada de Transporte de Pessoal – Média de Rodas (VBTP-MR), Guarani, atualmente em fase de avaliação no CAEx, pesa 18 toneladas, tem capacidade para transportar onze militares, é anfíbia, possui proteção balística contra munição calibre 7,62 mm perfurante e pode alcançar a velocidade de 100 km/h. Dotada de uma torre com canhão 30 mm, o Guarani executou disparos em alvos fixos a 150, 500 e 1.500 m, e atingiu precisamente alvos móveis localizados a 1.000 m, rastreando-os automaticamente por meio de mira eletrônica. A VBTP Guarani é um projeto do Centro Tecnológico do Exército em parceria com o Consórcio Fiat-Iveco.

FONTE: EB

 

13º RCMec – Adestramento de pelotão

Na manhã de terça-feira (11) o 13º Regimento de Cavalaria Mecanizada – 13º RC Mec de Pirassununga iniciou uma “operação” de “Adestramento de Pelotão de Cavalaria Mecanizada”. Esse evento ocorre anualmente e oficiais de comando do exercício estiveram presentes no local como o Major Sergio Santos e o Capitão Bragança, comandante do esquadrão.

Participaram do treinamento 140 homens com a simulação realizada no bairro Jardim Petrópolis, às 7h30 da manhã. Os moradores ficaram surpresos ao acordarem pela manhã com blindados tipo Urutu e os ágeis Cascavéis alem de muitos soldados que simulavam uma reocupação da área do treinamento.

O exercício foi muito real inclusive com o uso de munições de festim de calibres maiores. Os carros de combate percorreram as ruas da cidade de Pirassununga no deslocamento do local do treinamento e no seu retorno ao quartel, chamando a atenção da população por onde passavam.

FONTE/FOTOS: www.difusorapirassununga.com.br

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O US Army será reequipado com uma versão melhorada da viatura 8×8 M126 ”Stryker”, veículo padrão de sete Brigadas daquela Força Terrestre, cada uma com 350 unidades. O destaque da nova versão é a nova carcaça, redesenhada em forma de cunha (ou em “V”), resultado das experiências em combate no Afeganistão. Espera-se que o novo design melhore a proteção contra explosivos improvisados – ou IEDs - empregados pelos rebeldes afegãos, que vitimaram 21 militares e feriram outros 40.

FONTE: US Army

 
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