Terremoto no Haiti – Complemento

O Comando do Exército informa que, no início da tarde de hoje desembarcaram no aeroporto de Cumbica-SP, dezesseis militares, a seguir nominados, feridos durante o terremoto ocorrido no Haiti:

- Ten Cel ALEXANDRE JOSÉ DOS SANTOS;

- Cap RENAN RODRIGUES DE OLIVEIRA;

- 1º Ten RAFAEL ARAÚJO DE SOUZA;

- 1º Sgt RÔMULO CESAR DE MIRANDA CARVALHO;

- 3º Sgt TARECK SOUZA DE PONTES;

- 3º Sgt GILBERTO EMÍLIO MARAFON;

- 3º Sgt WILLIANS MENDES PEREIRA;

- 3º Sgt CARLOS ALBERTO FONSECA;

- Cb ADRIANO DE BARROS CAVALCANTE;

- Cb EUGENIO PESARESI NETO;

- Cb LAUIS PAULO DAS CHAGAS LIMA;

- Cb CARLOS MICHAEL PIMENTEL DE ALMEIDA;

- Cb ALCIBIADES ORLANDO DOS SANTOS FERREIRA;

- Sd DANIEL COELHO DA SILVA;

- Sd DIOVANI DE SOUZA SILVA THOMAZ; e

- Sd WELINGTON SOARES MAGALHÃES.

Seis militares com ferimentos de menor gravidade permanecem no aquartelamento do BRABATT, um militar continua baixado no Hospital Argentino, em Porto Príncipe, e dois em hospital na República Dominicana.

As buscas aos quatro militares desaparecidos continuam.

Brasília, 15 de janeiro de 2010.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

EXÉRCITO BRASILEIRO – BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA

FONTE: Exército Brasileiro

Estado geral dos feridos militares que regressaram é bom, diz médico do Exército

Dezesseis militares feridos no terremoto que atingiu o Haiti desembarcaram às 12h36 de hoje na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos. As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Área de São Paulo, no bairro do Cambuci, na capital psulista.

O médico do Exército que atendeu os feridos ainda a bordo da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fez uma primeira avaliação dos militares.

“O estado deles, no geral, é bom. Eles passarão por um rastreamento para verificar traumas cranianos e farão exames de sangue e tomografia”, disse o major Carlos Pama “Há vários casos de fraturas e escoriações, mas que já estão sendo atendidos por nossa equipe médica”, complementou o oficial do Exército.

FONTE: CECOMSAER

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WASHINGTON – Os Estados Unidos enviarão mais navios de guerra, helicópteros e equipamentos militares ao Haiti nos próximos dias, o que fará o total de soldados americanos no país passar de mil 1.000 para 10.000 até segunda-feira, informou o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Mike Mullen.

Já o secretário de Defesa, Robert Gates, que acompanhou Mullen em uma entrevista coletiva, negou que os militares americanos no Haiti esteja sendo vistos como integrantes de uma força de ocupação pelo país caribenho. “Não acho que eles nos vejam assim”, disse o chefe do Pentágono.

“Como estamos dando atendimento médico e distribuindo água e alimentos, acho que a reação (do povo haitiano) é de alívio, ao ver que os EUA dão eles este tipo de ajuda”, disse.

Ajuda financeira

Depois do forte terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira, houve uma grande mobilização internacional de ajuda e as doações ao país já superam US$ 500 milhões – ou mais de 50% do orçamento do país (US$ 967,5 milhões em 2008).

A ajuda de EUA, Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento equivalem a US$ 400 milhões desse total.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na quinta-feira o envio de US$ 100 milhões, afirmando que ela é uma “ajuda inicial” para apoiar os esforços de assistência humanitária no Haiti.

Também na quinta-feira, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que a instituição oferecerá US$ 100 milhões “de forma imediata” para o Haiti se recuperar do terremoto da terça-feira.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou a doação emergencial de US$ 200 mil para os trabalhos humanitários mais imediatos, mas deve mas deve desbloquear US$ 90 milhões dos US$ 330 milhões que tem em carteira para desenvolvimento do Haiti, que é o país mais pobre das Américas. O montante será usado nos trabalhos de reconstrução mais prioritários do país caribenho.

Além disso, o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, anunciou que espera aprovar mais US$ 128 milhões em novas doações ainda neste ano.

A liberação de US$ 100 milhões em recursos emergenciais do Banco Mundial foi anunciada na quarta-feira. A instituição também está avaliando um fundo especial de reconstrução.

Outras doações de países e instituições

- Brasil: US$ 15 milhões
- ONU: US$ 10 milhões
- Grã-Bretanha: US$ 10 milhões
- Austrália: US$ 9,3 milhões
- Fundo para Segurança de Risco de Catástrofes do Caribe (CCRIF, em inglês): US$ 8 milhões
- Irlanda: US$ 5 milhões doados por empresas para a reconstrução das telecomunicações
- Canadá: US$ 4,8 milhões
- União Europeia: US$ 4,37 milhões
- Espanha: US$ 4,37 milhões
- Holanda US$ 2,9 milhões
- Alemanha: US$ 2,17 milhão
- Dinamarca US$ 2 milhões
- Itália US$ 1,5 milhões
- China: US$ 1 milhão
- Goldman Sachs: US$ 1 milhão
- Suécia: US$ 1 milhão

Outras

- Cruz Vermelha: US$ 5 milhões em doações coletadas por mensagem de texto
- Golfista Tiger Woods: US$ 3 milhões
- Atores Angelina Jolie e Brad Pitt: US$ 1 milhão
- Magnata americano Ted Turner: US$ 1 milhão

FONTE: Último Segundo, com informações de AP, Reuters e AFP

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Bandeiras a meio pau - foto José Cruz - Agência Brasil

Governo quer mostrar apreço às Forças Armadas e Lula deve comparecer à homenagem

vinheta-clipping-forteO governo federal e as Forças Armadas preparam homenagens de heróis para os militares mortos no Haiti. O traslado dos corpos está sendo providenciado pela ONU, responsável pela missão de paz no Haiti, à qual os militares serviam. A data ainda não está definida.

A programação será preparada pelo Palácio do Planalto em parceria com o Ministério da Defesa e terá como ponto alto uma solenidade coletiva, que será realizada, possivelmente, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ato deverá ocorrer na Base Aérea de Brasília, de onde os corpos seguirão para ser enterrados em cerimônias militares individuais nas cidades de origem ou em locais indicados pelas famílias.

O Palácio do Planalto quer usar o ato para demonstrar apreço às Forças Armadas, com as quais o governo tem tido nos últimos tempos um estremecimento de relações – por causa do Programa Nacional de Direitos Humanos. A ideia é que todos os corpos sejam trasladados num mesmo voo.

Como há desaparecidos, é possível que haja uma segunda cerimônia, posteriormente. O cerimonial incluirá uma salva de tiros e a execução do toque fúnebre, durante o qual um grupo de cadetes levará o caixão envolto na bandeira do Brasil até o túmulo. Nesse instante, a bandeira é retirada do caixão, dobrada e entregue à família. A responsabilidade pelo cerimonial deverá ficar com o Comando de Operações Terrestres do Exército.

A tragédia no Haiti deixou até agora um saldo de 14 militares brasileiros mortos, além de 4 desaparecidos e 25 feridos. Desses, três estão em estado grave. Dois deles foram levados para a República Dominicana e um está no Hospital das Forças Armadas da Argentina, o mais estruturado em funcionamento no Haiti.

Os outros 22, com ferimentos de menor gravidade, foram transferidos para o serviço médico do próprio Batalhão Brasileiro (Brabatt), depois de medicados no hospital argentino.

Ainda está desaparecido o diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, vice-representante especial da ONU no Haiti.

FONTE: O Estado de São Paulo

FOTO: Agência Brasil – J. Cruz

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Pto forte 22 casa azul - foto via sangueverdeoliva

vinheta-clipping-forteDos 14 mortos confirmados até ontem entre os militares brasileiros no terremoto do Haiti, nada menos que 10 perderam a vida em um único local: o Ponto Forte 22 (uma espécie de posto avançado), mais popularmente conhecido como Casa Azul, em Porto Príncipe. O prédio ruiu na terça-feira, sepultando os soldados. Estive no local em abril de 2007, acompanhando as tropas brasileiras da Minustah, e me surpreendi com a quantidade de furos de bala espalhados pela construção – pintada, como o nome indica, de azul. Nos andares inferiores, uma pequena guarnição descansava. No piso superior, militares apontavam suas armas para Cité Soleil, um aglomerado de favelas à beira-mar, na época recém-pacificado. A tomada da Casa Azul pelos brasileiros, em janeiro daquele ano, foi, justamente, fundamental para pacificar Cité Soleil. Até então, o edifício de três andares era utilizado por gangues para dominar a principal estrada do país, a Rodovia Nacional 1.

– O prédio era mais alto do que os demais. De lá, as gangues disparavam contra alvos na estrada e dificultavam o trânsito das tropas – lembra o coronel Pedro Aurélio de Pessoa, comandante do Centro de Instrução de Operações de Paz Sergio Vieira de Mello.

Conquistada, a Casa Azul passou a ser uma base avançada estratégica, que abrigava em torno de 20 militares:

– Era um local que irradiava segurança para a população do entorno. Deixamos as marcas de tiros na fachada para que os habitantes não se esquecessem o motivo de estarmos lá – conta Pessoa.

Abalo histórico para o Exército

A força da natureza acabou gerando nos soldados brasileiros mais traumas do que todas as incursões militares realizadas após a II Guerra Mundial.

Nunca, em tempos de paz, o Exército do Brasil sofreu um revés como o provocado pelo terremoto no Haiti. Tanto que, ao visitar o Batalhão Brasileiro em Porto Príncipe, ontem, o ministro da Defesa Nelson Jobim ressaltou que “muitos estavam deprimidos pela perda de companheiros”.

Os 14 mortos, quatro desaparecidos e 14 feridos contabilizados pelo Exército são uma derrota histórica, para um inimigo contra o qual não há preparo bélico possível. Desde a última guerra mundial, quando o país perdeu mais de 400 militares na Itália em luta contra os nazistas, não morriam tantos pracinhas brasileiros em ação.

– Estamos no Haiti desde 2004, levando tiro, e nunca tivemos um combatente morto pelo inimigo, nunca fomos derrotados em combate. Para desastres climáticos, não há treino que prepare. Um militar não espera que o teto desabe sobre sua cabeça – desabafou o general da reserva Gilberto Figueiredo, presidente do Clube Militar, entidade porta-voz oficial das Forças Armadas.

O gaúcho Figueiredo está correto. O desastre provocado pelo terremoto não tem precedentes nem no Haiti, nem nas outras Missões de Paz nas quais o país se envolveu desde a II Guerra. Em Angola, onde soldados brasileiros permaneceram por três anos, o Brasil perdeu três militares – dois por malária, um abatido a tiros por saqueadores. Em Moçambique, não ocorreram baixas fatais, tampouco em Timor Leste, para ficar nas incursões recentes.

Nelson Düring, diretor do site especializado Defesanet.com.br, nota que a tragédia no Haiti acontece numa missão em que tudo deu certo para o Brasil. Ele diz que o pânico das Forças Armadas é ter de explicar à nação quando caixões com militares começarem a desembarcar.

– O curioso é que o túmulo de tantos soldados, agora, tenha sido o Ponto 22. Justamente o local da maior vitória brasileira no Haiti, o forte conquistado em fevereiro de 2007 às gangues, coroando a missão maior dos brasileiros, de dar segurança àquele povo – lamenta Düring.

Militares têm retorno adiado

Os 41 militares que estão lotados no Comando Militar do Sul e participam da missão da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti não retornarão ao Brasil no sábado, como previsto. Eles completaram os seis meses de missão no país e o comando preparava sua recepção no país, mas o terremoto que atingiu o Haiti na terça mudou os planos. Não há nova data prevista para o retorno.

O chefe da Comunicação Social do Comando Militar do Sul, coronel Sylvio Cardoso, disse que a permanência deve considerar que o grupo tem experiência no país, por integrar a Companhia de Engenharia Haiti.

FONTE: Zero Hora, via Resenha CCOMSExNotimp

FOTO: Portal sangueverdeoliva – Haiti – Operações de Manutenção da Paz (foto tirada em ocasião de visita de equipe do Domingão do Faustão e cantor de rap MV Bill, em março de 2009)

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Ministro da Defesa e comandantes do Exército e da Marinha na chegada ao Haiti  - Roosewelt Pinheiro - Agência Brasil

Brasília – O número de militares brasileiros mortos durante o terremoto da última terça-feira (12) no Haiti subiu para 14, de acordo com nota divulgada hoje (14) pelo Ministério da Defesa. São eles:

- 1º Tenente Bruno Ribeiro Mário, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- 2º Sargento Davi Ramos de Lima, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- 2º Sargento Leonardo de Castro Carvalho, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- 3º Sargento Rodrigo de Souza Lima, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- Cabo Douglas Pedrotti Neckel, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- Cabo Washington Luis de Souza Seraphin, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- Soldado Tiago Anaya Detimermani, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- Soldado Antônio José Anacleto, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- Soldado Felipe Gonçalves Julio, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- Soldado Rodrigo Augusto da Silva, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).

- Cabo Ari Dirceu Fernandes Junior, do 2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em São Vicente (SP).

- Soldado Kleber da Silva Santos, do 2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em São Vicente (SP).

- Subtenente Raniel Batista de Camargos, do 37º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lins (SP).

- Coronel Emilio Carlos Torres dos Santos, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília (DF).

O comunicado informa também que quatro militares continuam desaparecidos:

- Coronel João Eliseu Souza Zanin, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília (DF).

- Tenente coronel Marcus Vinícius Macedo Cysneiros, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília (DF).

- Major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho, do Departamento-Geral do Pessoal, sediado em Brasília (DF).

- Major Márcio Guimarães Martins, do Comando da Brigada de Infantaria Paraquedista, sediada no Rio de Janeiro (RJ).

Dos 14 homens feridos, dois serão repatriados para o Brasil e dois foram estão internados na República Dominicana, país vizinho ao Haiti.

FONTE/ FOTO (Ministro da Defesa, Nelson Jobim , Comandantes do Exército, general Enzo Peri, e Comandante da Marinha, Júlio Soares de Moura Neto, na chegada à base brasileira no Haiti -  Roosewelt Pinheiro): Agência Brasil

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Prioridade no momento é enviar alimentos do estoque do governo e garantir trabalho de brasileiros que já estão no país

Brasília, 13/01/2010 – O Ministério da Defesa informa que a prioridade do governo brasileiro, neste momento, em termos de ajuda humanitária às vítimas do terremoto que atingiu o Haiti, é enviar água e alimentos disponíveis no estoque do governo e garantir o trabalho dos brasileiros que já estão naquele país.

A primeira aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) parte do Rio de Janeiro para Porto Príncipe agora à noite (previsão de decolagem 21 horas) com 13 toneladas de suprimentos, água e alimentos, para as tropas brasileiras. A aeronave deve pousar amanhã cedo na capital do Haiti.

A segunda aeronave da FAB deve partir amanhã, em horário a ser confirmado, levando a bordo profissionais da Defesa Civil do Rio de Janeiro e cães farejadores, além de equipamentos e suprimentos (alimentos, remédios e água).

A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) também já colocou à disposição 14 toneladas de alimentos (açúcar, leite em pó, sardinha e fiambre) para as vítimas do terremoto.

A avaliação do Ministério da Defesa e das Forças Armadas é que não há condições, no momento, de organizar doações de alimentos, água, roupas ou outros materiais arrecadados por terceiros e nem de armazená-los e distribuí-los no Haiti. O governo ainda não tem uma avaliação precisa das reais necessidades da população haitiana e é preciso aguardar o momento oportuno para organizar e, eventualmente, despachar àquele país doações encaminhadas por terceiros.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Defesa

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saoluiz

A cidade de São Luís do Paraitinga, a 182 km da capital paulista, enfrenta a maior tragédia de sua história devido às enchentes que ocorreram na região e deixaram mais de 4 mil pessoas desabrigadas e desalojadas.

A Cruz Vermelha Brasileira – Filial do Estado de São Paulo mobiliza-se em uma Campanha de Ajuda Humanitária que prioriza o envio de voluntários e donativos aos afetados no local.

As prioridades de doações no momento são alimentos de fácil preparação e consumo, leite longa vida, itens de higiene, limpeza e materiais de Primeiros Socorros.

Doações em dinheiro podem ser feitas através do banco Itaú, número 341, agência 6480, conta corrente 06310-3. Nosso CNPJ é 07.127.753/0001-01.

Para a entrega e distribuição das doações contamos com as Filiais Municipais de Jacareí e São José dos Campos. Estão presentes em São Luiz do Paraitinga 15 voluntários a fim de prestar auxílio à Defesa Civil em relação a coordenação de voluntários, abrigos e pré-atendimento hospitalar para às vítimas.

A Cruz Vermelha é uma instituição sem fins lucrativos que está presente em 185 países e tem como missão atenuar o sofrimento humano com toda a imparcialidade, sem distinção de raça, religião, nacionalidade, nível social e opinião política.

A Cruz Vermelha de São Paulo conta com voluntários de todas as idades e diversificadas formações como: bombeiros, médicos, socorristas, enfermeiros, administradores, professores, etc.

http://www.cvbsp.org.br/