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O Ministro da Defesa da Bélgica propôs retirar metade dos 580 soldados que o país possui no Afeganistão no próximo ano.

O ministro da Defesa Pieter De Crem, disse neste domingo que a retirada estaria em consonância com o anúncio feito pelo presidente Barack Obama de dar início à retirada das tropas dos EUA no próximo mês. Washington pretende reduzir em um terço de seus 100.000 soldados no próximo verão.

A Bélgica junta-se ao crescente número de países da OTAN com a intenção de retirar um grande número de tropas do Afeganistão. Membros europeus da OTAN e aliados de vários outros países parceiros contribuem com cerca de 40.000 soldados para a força da ISAF.

Metade das tropas belgas fornecem segurança para aeroporto de Cabul. Os demais estão baseados principalmente em Kandahar, no sul, de onde operam os seis caças F-16 do país.

FONTE: CBS

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O presidente americano, Barack Obama, deve anunciar em pronunciamento na noite desta quarta-feira a retirada de 10 mil tropas do Afeganistão já neste ano, e mais 23 mil até o fim de setembro de 2012, anteciparam autoridades ao jornal “The Washington Post” sob condição de anonimato.

Até então sabia-se dos planos de retirar ao menos 33 mil tropas até o prazo final de 2012, mas o trecho do discurso vazado pelos membros do governo mostra que o presidente está disposto a antecipar ainda mais o início da retirada americana quase dez anos após o 11 de setembro de 2001.

O secretário de Defesa, Robert Gates, defendeu recentemente uma redução mais lenta, para evitar a reversão dos avanços no terreno.

Os cerca de 30 mil militares foram enviados ao Afeganistão no final de 2009, como um reforço adicional (movimento conhecido como “surge”, em inglês).

No total, os EUA mantêm no Afeganistão 100 mil tropas, cujas operações custam aos cofres públicos americanos cerca de US$ 10 bilhões por mês.

De acordo com o “Post”, a expectativa do Pentágono era de que a maior parte das 33 mil tropas ficassem em solo afegão ao menos até o fim de 2011.

No entanto, Obama parece ter cedido à crescente pressão dos congressistas americanos, cujo argumento é de que o país, que ainda amarga os reflexos da crise econômica de 2008, não pode manter o nível dos gastos com a guerra.

CRONOGRAMA

Em seu pronunciamento marcado para as 20h de Washington (21h em Brasília), Obama irá apresentar mais detalhes sobre o plano para a retirada das tropas americanas da Guerra do Afeganistão.

Pressionado pelo Congresso e pela opinião pública a encerrar o impopular e custoso conflito iniciado há dez anos, Obama vem buscando um equilíbrio entre os conselhos dos seus assessores militares, que querem uma desocupação gradual, e os argumentos dos seus assessores políticos, favoráveis a uma desocupação rápida –o que poderia ter um efeito positivo à campanha eleitoral de 2012.

“Ele tem preparado sua decisão ao longo das últimas semanas, e finalizou essa decisão hoje”, disse o porta-voz da Casa Branca Jay Carney na terça-feira.

Os chefes do Pentágono temem que uma desocupação rápida demais reverta os avanços obtidos pelos EUA contra a insurgência do Taleban no Afeganistão, que atualmente tem grande força.

Por outro lado, a morte de Osama bin Laden no Paquistão, no mês passado, reforçou dentro do governo a tese de que já houve progressos suficientes na luta contra a Al Qaeda, permitindo uma retirada mais acelerada das tropas.

A tese da maioria dos congressistas, segundo analistas, é de que o país não pode mais arcar com operações para a estabilização do Afeganistão, e que só há justificativa para manter um pequeno contingente cujo objetivo é conter os avanços da Al Qaeda.

FONTE: Folha.com

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Bombardeios das forças de líder líbio deixam ao menos dez mortos e 40 feridos em Misrata, terceira maior cidade do país

Em uma gravação de áudio divulgada pela TV estatal, o líder líbio, Muamar Kadafi, advertiu nesta sexta-feira que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) será vencida e não poderá fazer nada para mudar seu regime na Líbia.

“Não queremos reconciliação nem diálogo. Estamos em nosso país e insistiremos em ficar aqui até a morte. Eles serão vencidos. A Otan será forçosamente vencida”, afirmou o coronel. “Estamos decididos a não mudar nada em nosso país se não for por vontade própria e longe dos aviões da Aliança”, afirmou.

Kadafi pediu aos líbios que se preparem para libertar seu país. “Preparem-se, homens e mulhers, para libertar toda a Líbia. Em um tom de voz elevado, o líder líbio disse que os que abandonam o regime “são tão covardes quanto os que usam armas” contra ele, em referência aos rebeldes líbios.

Kadafi ressaltou que suas forças resistirão e combaterão e advertiu que, se os aliados utilizarem tropas terrestres, serão enfrentados, embora tenha dito que eles “não se atreverão porque são covardes”.

Os aviões da Otan voltaram a atacar a capital do país, Trípoli, nesta sexta-feira, especificamente um bairro do sul da cidade, e também uma região perto de Kikla, a cerca de 150 quilômetros da capital.

Ataque a Misrata

Bombardeios das forças de Kadafi sobre a cidade de Misrata, no oeste do país e em poder dos rebeldes, deixaram dez mortos e 40 feridos nesta sexta-feira, anunciaram fontes dos rebeldes líbios.

Segundo Ahmed Hassan, todas as vítimas eram civis que foram atingidos por foguetes do tipo Grad 45 quilômetros ao oeste da cidade. Um vítima era uma mulher, que foi encontrada nos escombros da própria casa.

Hassan afirmou que Misrata – a terceira maior cidade da Líbia – é alvo dos bombardeios quase diários das forças de Kadafi e que, nesta sexta-feira, não aconteceu nenhum ataque da aviação da Otan.

FONTE: Com EFE e AFP

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Apaches rumo à Líbia

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Sérgio Paulo Muniz Costa*

A publicação pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), sediado em Londres, da análise dos arquivos do computador do guerrilheiro Raul Reyes, morto no dia 1º de março de 2008 em território equatoriano, expôs como agendas políticas presidenciais condicionam ações de países sul-americanos em relação às FARC. Aponta-se ali desde cumplicidade de governos com a guerrilha colombiana até a carona midiática na libertação de reféns. Causadora de constrangimento em chancelarias da região, a divulgação noticiada não traz até aqui grandes novidades no front da segurança regional.

Mas fatos políticos (como esse) existem para provocar resultados e seria bom se o Brasil prestasse atenção ao recado embutido em relação “ao seu quintal”. O tal do quintal, para ficar apenas no doméstico, é um vasto território com enormes anecúmenos, pontilhado de cidades problemáticas, onde o estado tem dificuldades para impor a lei, e articulado com vizinhos assolados por guerrilhas e criminalidade que configuram ameaças à nossa segurança.

Para completar o horizonte carregado, aduza-se uma copa do mundo, uma olimpíada e um terrorismo internacional nada preocupado com o politicamente correto. Nesse quadro, as recentes decisões do estado brasileiro sobre extradição, fronteiras, defesa e segurança pública podem estar enviando sinais errados quanto à determinação do país em exercer soberanamente suas responsabilidades pela segurança nacional, e por que não dizer, regional.

Tudo indica que seja necessária uma corajosa revisão do processo decisório governamental imbricado nas áreas de defesa, segurança e relações internacionais. Um governo democrático se sustenta em partidos, claro, mas a política de estado que lhe cabe implementar desaconselha a ação de grupos de pressão numa área onde estados tomam decisões baseadas em elaborado cálculo. O fiasco brasileiro em Honduras deveria servir de lição.

A tradicional bonomia brasileira não irá conjurar os riscos que rondam o país.
Tampouco a militância ideológica que se espraia pelos poderes da República e os constrange na conveniência da imagem irá contribuir para as decisões substantivas que se avizinham. No cenário imediato, não é razoável imaginar que abrir mão de poder militar dissuasório, esterilizar fronteiras com terras indígenas ou tergiversar sobre terrorismo manterá o equilíbrio precário entre a política e a demanda social por segurança.

Quintal sem cerca e sem dono vira terreno baldio, algo que vale para as relações de bairro e internacionais. Mas o vazamento mais grave do guerrilhaleaks talvez não tenha sido o rol de inconfidências reveladas no computador capturado, e sim a água que vem fazendo a iniciativa brasileira de promover uma união de nações sul-americanas e sua correspondente estrutura de defesa e segurança, já tida por legítima e louvável. Ela não deveria chegar a um admirável lugar nenhum.

* Sérgio Paulo é Historiador, membro do CPE da UFJF, pesquisador de Segurança e Defesa do CEBRI e responsável pela Clio Consultoria Histórica. Foi Delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, órgão de assessoria da OEA para assuntos de segurança hemisférica.

O promotor do Tribunal Penal Internacional (TPI), Luis Moreno Ocampo, anunciou nesta segunda-feira que pediu a prisão por crimes contra a humanidade do ditador líbio Muammar Gaddafi, além de seu filho mais velho, Seif al Islam, e do chefe dos serviços de inteligência de seu regime, Abdallah Al Senusi.

“Com base nas provas obtidas, o escritório do promotor pediu à Câmara Preliminar Nº1 que emita ordens de prisão Muamar Gaddafi, Seif el-Islam e Abdullah al-Sanusi”, declarou Moreno em uma entrevista coletiva em Haia, onde fica a sede do TPI.

Ocampo declarou que Gaddafi “ordenou pessoalmente” ataques contra os civis na Líbia e que Saif al Islam – que, antes do início do conflito na Líbia era considerado o suposto sucessor pai – é o “primeiro-ministro de fato” na Líbia, enquanto Senussi – que é casado com uma irmã do líder – é a “mão direita” do coronel e o “executor” de suas ordens contra os civis.

“Temos evidências diretas de que Muammar Gaddafi ordenou ataques contra civis, de que Saif al Islam organizou o recrutamento de mercenários e outras evidências diretas da participação de Senussi nos ataques”, disse Ocampo.

O promotor do TPI abriu uma investigação em 3 de março para apurar os crimes contra a humanidade cometidos na Líbia desde fevereiro. A investigação tinha como alvo oito personalidades líbias, entre elas Gaddafi e três de seus filhos. Segundo informações da rede “Al Jazeera”, o dossiê da investigação teria 74 páginas.

Desde então, o escritório do promotor efetuou 30 missões em 11 países. Foram examinados mais de 1.200 documentos, incluindo vídeos e fotografias. Também entrevistaram 50 pessoas, algumas delas testemunhas oculares. Por motivos de segurança, testemunhas na Líbia não foram interrogadas.

Entre as denúncias do TPI estão o ataque a civis em vias públicas, disparos contra manifestantes com armas de fogo, uso de armamento pesado em funerais e uso de franco-atiradores nos protestos.

Agora, os juízes do tribunal vão decidir se aceitam o pedido do promotor, rejeitam ou solicitam informações adicionais. A pena máxima que o TPI pode impor é de 30 anos, mas o tribunal aplica também prisão perpétua em casos de “extrema gravidade”.

O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, parabenizou a denúncia de Ocampo e disse que isso envia a Gaddafi a mensagem de que seus crimes não ficarão impunes. Em sua declaração, Hague disse que “a situação dos direitos humanos no oeste da Líbia é de grave preocupação”, e destacou que o Reino Unido esteve “na vanguarda” dos esforços da ONU para tentar combater a repressão por parte das forças de segurança líbias contra os civis.

Gaddafi é o segundo chefe de Estado contra quem o tribunal pediu uma ordem de detenção. O anterior foi o presidente do Sudão, Omar Hassan Ahmad al Bashir, acusado de genocídio pelos crimes cometidos na região de Darfur, que recebeu uma ordem de detenção do TPI em julho de 2008, apesar de se manter no poder em seu país.

Pelas regras do TPI, os países membros do Tratado de Roma são obrigados a entregar os acusados de crimes contra a humanidade. Caso contrário, como é o da Líbia e do Sudão, a decisão de entregar ou não o condenado não é do tribunal, e sim do país em questão. Ainda no caso de condenados em países que não aderiram ao tratado, os acusados ficam proibidos de deixar o país, sob o risco de serem presos.

Devido à condenação do presidente do Sudão, em 2009 a União Africana encerrou sua cooperação com o TPI por não concordar com a decisão do tribunal.

Novos ataques em Trípoli

Nesta segunda-feira, a Otan voltou a atacar os subúrbios ao leste de Trípoli, onde uma instalação de radar foi parcialmente destruída, informaram à AFP moradores do bairro de Tajura que fica a 15 km da capital.

Uma estação de radar, instalada no meio de várias casas, foi destruída em Tajura, segundo os moradores, que ouviram três fortes explosões. Outras detonações foram ouvidas mais ao leste. Tajura abriga várias instalações militares e radares. O bairro é atacado quase todos os dias pela coalizão internacional presente na Líbia para impedir que o regime de Gaddafi ataque os civis. *

FONTE: UOL notícias, com agências internacionais

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Ao menos quatro pessoas ficaram feridas neste sábado no ataque de um grupo de insurgentes talibãs a um prédio perto do escritório do governo estadual na cidade de Kandahar, no sul do Afeganistão, informou à Efe uma fonte oficial.

De maneira simultânea, outro grupo de insurgentes atacou o prédio dos serviços de inteligência afegãos e um complexo policial nos arredores da mesma cidade. Segundo a fonte, na área foram escutadas explosões e tiroteios.

Al Qaeda

A insurgência talibã do Afeganistão assegurou neste sábado que a morte do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, “dará um novo impulso” à luta contra as forças dos Estados Unidos e da Otan.

Em declarações à Agência Efe, o porta-voz talibã Zabiulá Mujahid qualificou a morte de Bin Laden de “grande tragédia” para o movimento insurgente afegão.

Os fundamentalistas do país asiático haviam optado até agora por não se pronunciarem sobre a morte de Bin Laden, alegando que não havia provas que confirmassem isso.

Neste sábado, porém, Mujahid aceitou como válida a confirmação emitida ontem pela Al Qaeda indicando que Bin Laden foi abatido em uma operação de forças especiais dos EUA na segunda-feira no norte do Paquistão, e defendeu “um novo impulso” à luta contra as tropas estrangeiras desdobradas em solo afegão.

Em comunicado enviado na noite desta sexta-feira, os talibãs afegãos argumentaram que os EUA estão enganados se acreditam que “a moral e os combatentes do movimento insurgente ficarão debilitados” após a morte de Bin Laden, e disseram que isso “guiará centenas a tomarem o caminho do martírio e do sacrifício”.

“A história do islã sempre guardará viva sua memória”, assegurou o movimento.

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, dissera na segunda-feira que Bin Laden foi castigado por suas ações e exortou os fundamentalistas a tomarem nota de sua sorte para que se unam ao processo de paz impulsionado pelo Governo afegão.

Os EUA invadiram o Afeganistão há quase uma década, pouco depois dos atentados do 11 de Setembro e de acusarem o regime talibã — então no poder — de dar refúgio a Bin Laden em território afegão.

FONTE: Folha.com

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SANAA – Um líder da Al Qaeda da província de Abyane, no Sul do Iêmen, prometeu hoje vingar a morte do fundador da rede, Osama bin Laden, que foi alvo de operação militar norte-americana no último domingo. Bin Laden vivia com parte da família em uma mansão, a 100 quilômetros da capital do Paquistão, Islamabad.

O líder tenta manter o anonimato e avisa que a Jihad (guerra santa) não vai parar. Segundo ele, a Aqpa, um dos braços da Al Qaeda, prepara um plano de ação para continuar com a Jihad.

De acordo com as autoridades dos Estados Unidos, as promessas de vingança por causa da morte de Bin Laden não são uma novidade. Um preso de Guantánamo, Sharif al Masri, apontado como jihadista egípcio e detido no Paquistão em 2004, afirmou que se Bin Laden fosse capturado ou assassinado uma bomba nuclear seria detonada nos Estados Unidos. A ameaça foi feita em setembro de 2008.

Outro preso, Abu Faraj Al Libi, um líbio de 41 anos, considerado um dos presos mais valiosos de Guantánamo, especialista em temas nucleares, químicos e bacteriológicos, também forneceu informações às autoridades norte-americanas, segundo relatos.

FONTE: Agência Brasil

Nos dias 14 e 15 de abril, cerca de 800 militares da 11ª Brigada de Infantaria Leve, Brigada Anhanguera, realizaram exercício para a Missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) a ser executada no Complexo do Alemão e da Penha.

O exercício ocorreu na cidade de Campinas, nas comunidades da Vila Brandina, do Morro do Querosene e do Buraco do Sapo e contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo, como é rotina nesse tipo de missão.

O objetivo do exercício é doutrinar a tropa para a realização da Operação Arcanjo, que consiste da continuidade da ocupação do Complexo do Alemão e da Penha e está prevista para iniciar no mês de maio, estendendo-se até o mês de agosto e constará, principalmente, de operações de busca e apreensão, patrulhamento e policiamento ostensivo até que a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) termine a formação dos policiais que irão atuar nas UPP’s (Unidades de Polícia Pacificadora).

A Operação Arcanjo iniciou com militares da 1ª Brigada de Infantaria Paraquedista e, em seguida, passou a ser executada por militares da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada que será substituído pelo contigente formado por militares da 11ª Brigada de Infantaria Leve.

Fonte / Fotos: Exército Brasileiro e RAC

Nota do Editor: aos bravos soldados, em especial aos amigos do 2º BIL, Batalhão Martim Afonso, desejamos boa sorte no cumprimento da missão.

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