Como infelizmente não faz parte da cultura brasileira, mesmo entre “entusiastas militares”, a memória do nosso Exército, a lembrança de nossas próprias unidades militares e seus feitos, genericamente lembramos da II Guerra Mundial apenas dos termos “FEB” e “Pracinhas”, resumindo simploriamente os feitos de nossos soldados através dos tempos.
Reforçando então nossas lembranças, ontem, há 66 anos, o 1/11o, 2/11o e o 3/11o RI fazia história em Montese, Itália.
Em homenagem ao Regimento Tiradentes e seus homens, segue um resumo de sua fundação e história.
O 11º RI com sede em São João del-Rei, Minas Gerais, foi organizado em 1º de janeiro de 1920. Motivou a sua organização, o anexo ao Decreto Nº. 13.916, de 11 de dezembro de 1919, tendo sido designado os 51º e 54º BC para sua constituição, com sede definitiva em São João del-Rei. O 54º BC, por essa ocasião, encontrava-se em Niterói, deixando de, na época da organização, incorporar-se ao novel Regimento, com seu II Btl. O II Batalhão ficou sem efetivo e com sede provisória em Queluz, Minas Gerais. O primeiro comandante do 11º RI foi o Coronel Ernesto Carlos Cezar.
O 11º RI tem uma página brilhante e imorredoura na História do Brasil, por suas atuações destacadas nas diferentes contendas internas, em defesa da soberania nacional. É tido como um dos mais disciplinados Corpos de todo o Exército e, da fama de seu nome e tradição, resultou o ter sido escolhido para bater-se ao lado das nações amigas, como Unidade Expedicionária.
Comemoramos, nesta data, um fato histórico ocorrido há sessenta e cinco anos, incontestavelmente um dos maiores feitos da Força Expedicionária Brasileira (FEB) em sua gloriosa campanha na Segunda Guerra Mundial: a tomada de Monte Castelo.
A conquista daquelas alturas era fundamental para as tropas aliadas. Significava a consecução da 1ª fase do Plano Encore do IV Corpo-de-Exército / V Exército norte-americano, que era romper a Linha Gótica inimiga.
Após tentativas infrutíferas de conquista daquele objetivo, Monte Castelo passou a ser um desafio. A vitória serviria como afirmação da capacidade combativa de nossa gente. Nessa bela página da história militar brasileira, além das manifestações de bravura dos nossos combatentes, ficaram marcadas as lições de perseverança e denodo no cumprimento da missão.
Assim, no dia 21 de fevereiro de 1945, o ataque coordenado levado a efeito pela 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária transformou-se no primeiro combate bem sucedido na batalha dos Apeninos. Superando os rigores do inverno, a resistência do inimigo e as dificuldades impostas pelo terreno, soube o soldado brasileiro se impor. Finalmente, ao fim daquele dia, a bandeira brasileira passou a tremular no alto daquela elevação.
A par da importância que a conquista desse objetivo representou para o prosseguimento das operações das forças aliadas, Monte Castelo serviu para demonstrar a coragem, a determinação e a fibra dos “pracinhas”, perpetuando o inquestionável valor do soldado brasileiro.
Ao lembrar do aniversário da Tomada de Monte Castelo, o Exército Brasileiro rende justa homenagem aos bravos combatentes da FEB. Soldados que lutaram pela democracia e retornaram à Pátria com a convicção do dever cumprido, exemplos perenes para todas as gerações de brasileiros.
FONTE: Exército Brasileiro
NOTA DO EDITOR: Aposto com vocês que nenhum canal de TV vai mostrar uma reportagem referente à data comemorativa de Monte Castelo até domingo.
Ocorreu no dia 07 de janeiro a passagem de Comando do 1° Batalhão de Aviação do Exército, e o ForTe participou das solenidades que ocorreram nas dependências do Batalhão Falcão, no Comando de Aviação do Exército.
Assume o 1° BAvEx o TC Silva Júnior, comandante substituto, no lugar do Cel. Guilherme, comandante substituído, que foi transferido para o Gabinete de Comando do Comando do Exército em Brasília.
As nove horas da manhã, ocorreu a passagem aérea de Comando, tendo o Maj. Rodrigo (sub-comandante do 1° BAvEx) apresentado a tropa ao TC Silva Júnior, para que e em seguida, o Cel. Guilherme ordenasse o embarque dos tripulantes em suas aeronaves.


A passagem aérea de Comando é uma tradição nas unidades aéreas militares, quando o comandante substituído passa o Comando de sua Unidade ao comandante substituto, que a assume em voo.
Nesta cerimônia, com cobertura exclusiva do ForTe, foi realizado o voo de formatura em coluna tática pela Esquadrilha Falcão, composta por 14 aeronaves dos modelos HA-1 Fennec e HM-1 Pantera.


Este voo foi abrilhantando pela presença de vários ex-comandantes do 1° BAvEx, em especial a do Cel. Telles (1° comandante do 1° BAvEx) que juntamente com os demais ex-comandantes, participaram do voo como 2P.

Tivemos o privilégio de embarcar no HM-1 Pantera, pilotado pelo Gen. Peternelli (também um dos ex-comandante do 1° BAvEx e atual Comandante da Avex) para participar deste voo e registrar a passagem aérea de Comando.
Tendo a aeronave do Comandante da AvEx ocupado a sua posição no dispositivo, inicia-se a cerimônia de passagem aérea de Comando.
O HM-1 Pantera EB-2024 pilotado pelo Cel. Guilherme, deixa a liderança da Esquadrilha Falcão e se desloca para o seu lugar no dispositivo (a esquerda da aeronave do Comandante da AvEx).
Em seguida, o HM-1 Pantera EB-2012 pilotado pelo TC Silva Júnior, abandona a penúltima posição da Esquadrilha e se posiciona a direita da aeronave do Gen. Peternelli, ficando as aeronaves dos comandantes, substituto e substituído, hoverando uma de frente para outra.
Ao fim da passagem aérea de Comando, as aeronaves trocam de posição e o novo Comandante assume, pela primeira vez, o comando de sua Unidade, liderando a Esquadrilha Falcão para uma passagem baixa sobre a pista do CAvEx.
Após o pouso, o Cel. Guilherme e o TC Silva Júnior, foram recebidos com muita emoção pelas as suas famílias no pátio das aeronaves e, em seguida, se juntaram ao Comandante da AvEx, ex-comandantes e demais tripulantes para uma foto histórica no interior do hangar do 1° BAvEx.


Vídeo da Passagem Aérea de Comando
Cerimônia de Passagem de Comando

Antes da cerimônia militar, foi realizada a inauguração da foto oficial do Cel. Guilherme, pelos seus filhos e esposa, que permanecerá exposta na galeria de fotos dos ex-comandantes do Batalhão Falcão e também o recebimento do Distintivo de Comando.


As 17:30hs, deu-se a cerimônia militar de passagem de Comando, na presença de diversas autoridades militares e convidados.




NOTA DO EDITOR: Agradecemos ao Cel. Guilherme por toda a colaboração que nos deu durante o seu Comando, tendo a certeza de que teremos no TC Silva Júnior a continuidade deste trabalho junto ao 1° BAvEx. Desejamos aos Comandantes substituto e substituído muito sucesso nesta nova etapa de suas carreiras no Exército Brasileiro.
Agradecemos também ao Cap. Bruno Lopes (RP do 1° BAvEx) pelo apoio na realização desta cobertura.
FOTOS E VÍDEO: Guilherme Wiltgen/ForTe
(19 de novembro de 2009)
Marinheiros, Soldados e Aviadores do Brasil, servidores civis deste Ministério, homens e mulheres que honram e defendem nossa Bandeira, fazemos hoje pausa e reverência para o nobre pendão de nossa Pátria, renovando, uma vez mais, a atitude contrita e disciplinada que nos norteia a vida.
Vemos a Bandeira Nacional e rememoramos suas raízes. O verde, cor da Casa dos Bragança e de nossas pujantes matas. O amarelo da Casa dos Bourbon, retrato presente de nossas riquezas naturais e do generoso sol que nos ilumina. Na esfera azul, o céu da Proclamação da República, as estrelas representativas dos Estados brasileiros. E no Cruzeiro do Sul, a trave vertical a apontar ao alto e nos lembrar de Deus, da fraterna união entre os povos e do futuro alvissareiro reservado àqueles que souberem fazer da Ordem o caminho honrado para o Progresso.
Vemos na Bandeira os heróis de nossa terra, a garra de nossos atletas e a prosperidade de nossos filhos. Vemos na Bandeira, ainda, o orgulho cívico de nosso povo, as luzes de nossa cultura, a riqueza dos nossos ideais e a solidariedade das missões de paz.
À Bandeira ofertamos o preito de amor e lealdade dos que aqui perfilam, os testemunhos de glória do passado e a infatigável luta pelo Brasil melhor no amanhã.
Todos nós, que servimos à Defesa da Pátria e formamos juntos nesta data, prosseguimos resolutos no cumprimento do dever e renovamos o juramento eterno de mantê-la impoluta e invicta a iluminar o futuro de nosso Brasil.
NELSON AZEVEDO JOBIM
Ministro da Defesa

Brasília (DF) – No dia 19 de novembro, presidida pelo Comandante do Exército, General Enzo, foi realizada a solenidade comemorativa ao Dia da Bandeira no Quartel-General do Exército. A Bandeira Nacional foi hasteada ao meio-dia pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, General Darke. Na oportunidade, as Bandeiras inservíveis foram incineradas.
A Bandeira do Brasil foi criada em 19 de novembro de 1889, quatro dias depois da proclamação da República. Ela foi projetada por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos. O desenho foi feito por Décio Vilares e a inspiração veio da bandeira do Império, desenhada pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret, com o círculo azul e a frase positivista “Ordem e Progresso” no lugar da coroa imperial. A única alteração na Bandeira Nacional, desde então, foi em 1992, quando a Lei Nr 8.421, de 11 de maio de 1992, fez com que todos os novos Estados brasileiros, bem como o Distrito Federal, fossem representados pelas estrelas, bem como Estados extintos fossem suprimidos de sua representação.

FONTE: EB
Pedimos aos nossos leitores que se contenham e façam comentários de alto nível, pois este site também é frequentado pelo público feminino.
COLABOROU: KeplerK
Desfile dos 60 anos da Revolução Chinesa. Comparar com o nosso desfile de 7 de setembro…
COLABOROU: Edilson Moura
No dia 04 de setembro, foi realizada a formatura em comemoração ao 23° aniversário de recriação da Aviação do Exército.
A cerimônia ocorreu no hangar do 2° e 3° BAvEx e contou com a presença de diversas autoridades civis e militares como o Gen. Ex. Esper, Comandante do CMSE (Comando Militar do Sudeste), o Sr. Roberto Peixoto, Prefeito de Taubaté e diversos representantes do EB, MB e FAB.
Ocorreu também a inauguração do prédio da Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx) nas dependências do CAvEx.
Após a cerimônia, aconteceu o desfile da tropa e dos pioneiros da AvEx, oficiais da ativa e da reserva que já passaram pela Aviação do Exército.
Infelizmente o mal tempo prejudicou o desfile aéreo, ficando o mesmo restrito a passagens de um HM-1 Pantera e dois HA-1 Fennec, todos do 2° BAvEx.
Nota do Blog: Encerramos as comemorações pelos 23 anos da Avex com este post, agradecendo a colaboração que tivemos dos TC Guilherme, Paulo Ricardo e William (Comtes. do 1°, 2° e 3° BAvEx respectivamente), TC Castro (Comandante do CIAvEx), Majores Navarrete (Com. Social do CAvEx), Brilhante (RP 2° BAvEx) e Lotufo (SubComte. do 3° BAvEx), Capitães Müeller e Zielinski (1° e 2° BAvEx respectivamente) e Sgt. Fambre (2° BAvEx), pela colaboração para realização destas matérias.
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O Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), foi criado no dia 26 de setembro de 1991 e efetivado no ano seguinte em Taubaté, tendo suas origens no Núcleo do Centro de Instrução de Aviação do Exército, implantado com o objetivo de iniciar os trabalhos que permitiriam a criação do CIAvEx.
Enquanto as suas instalações estavam sendo construídas, os primeiros instrutores eram formados na Marinha do Brasil e na FAB, para depois se incorporarem ao efetivo do CIAvEx.
Em suas missões, a Esquadrilha de Helicópteros de Instrução (EHI), também conhecida como Esquadrilha Pégaso, utiliza os helicópteros HA-1 Esquilo, ministrando cursos e estágio, visando à formação, especialização e aperfeiçoamento de pilotos e tripulantes para Avex, bem como a sua habilitação para ocupação de cargos e o desempenho de funções ligadas à mesma.
O CIAvEx disponibiliza os seguintes cursos e estágios:
- Oficias: Curso de Piloto de Aeronave (CPA), Curso de Piloto de Combate (CPC), Curso Avançado de Aviação (AAv), Curso de Gerência de Manutenção de Aeronaves (GMN), Curso de Gerência de Manutenção de Aviônicos (GMA), Curso de Gerência Administrativa de AvEx (GAM), Estágio de Pilotagem Tática (EPT) e Estágio de Operações Aeromóveis (OAM)
- Sargentos – Aviação Manutenção: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Mecânicos de Aviônicos (MVN), Curso de Mecânicos de Aeronaves (MAE), Curso de Mecânicos de Armamento de Aeronaves (MAA), Curso de Inspetor de Aviação Manutenção (IAM) e Estágio de Manutenção 2° Escalão (EMS)
- Sargentos – Aviação Apoio: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Transporte Aéreo, Suprimento e Serviço Especial de AvEx (TAS), Curso de Controlador de Tráfego Aéreo (CTA), Curso de Metereologista da Avex (MET), Curso de Informações Aeronáuticas (AIS), Curso de Combate a Incêndio Bombeiro Resgate e Prevenção de Acidentes (BRP) e Estágio de Operações Aeromóveis para não Especialistas em Aviação (SAM)
- Civis – Cabos e Soldados de todas as Forças: Curso de Formação de Sargentos (CFS)
A EHI opera hoje 15 HA-1 Esquilo e 01 HA-1 Fennec (configurado para OVN), tendo ainda a previsão de receber dois HM-1Pantera para serem utilizados na instrução de voo.
FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe
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Desde a sua ativação, em 15 de dezembro de 1993, o 4° Batalhão de Aviação do Exército (4° BAvEx) ocupou provisóriamente as instalaçãoes cedidas pela FAB na Base Aérea de Manaus. Através de um acordo inter-ministerial, foi cedido ao EB um espaço, adjacente à pista já existente na BAMN, onde foram construídas as instalaçãoes definitivas do 4° BAvEx.
Devido a imensa áera onde atua, o 4° BAvEx tem uma rotina operacional intensa, mas com elevado índice de segurança proporcionado pela mentalidade operacional e de manutenção desenvolvida, conquistado nestes anos de operação com aeronaves de alta tecnologia, como os HM-1 Pantera, HM-2 Black Hawk e HM-3 Cougar.
Entre as suas principais missões estão as de suprir as Unidades Apoiadas do Exército e Unidades Aéreas da Marinha e Aeronáutica na Amazônia, evacuação aeromédica (EVAM) e apoio a comunidade, inclusive em campanhas de saúde pública e situaçãoes de calamidade.
Denominação Histórica – Batalhão Cel. Ricardo Pavanello
Entusiasta da Avex na Amazônia, o Coronel Ricardo Felippe Albrecht Pavanello, tornou realidade a viabilização da criação e implantação da OM nas instalações atuais, ao mesmo tempo em que tornou e fortaleceu o espírito de corpo do 4° BAvEx.
O Cel. Pavanello faleceu em decorrência de uma acidente, apenas quinze dias depois da passagem de Comando da Unidade.
Em reconhecimento ao trabalho em prol da AvEx, o Exército Brasileiro designou o então 4° BAvEx a denominação histórica de Batalhão Coronel Ricardo Pavanello, uma justa homenagem ao aviador militar, um dos pioneiros da recriada Aviação do Exército, que serve de exemplo a todos que serviram ou servem no 4° BAvEx.
O helicóptero Sikorsky Black Hawk (HM-2) foi desenvolvido desde o início para ser aeronave militar e as aeronaves da AvEx são da versão de exportação, denominadas S-70, apresentando algumas diferenças em relação ao UH-60 Black Hawk do US Army.
Adquiridos inicialmente para emprego na Misão de Observadores Militares Equador-Peru (MOMEP), ao final da missão, passaram a integrar a frota de helicópteros do 4° BAvEx.
Impulsionado por dois motores GE T700–701C de 1.940 shp cada, a sua missão principal é o transporte de tropa, sendo capaz de conduzir até quatorze soldados totalmente equipados, além da tripulação da aeronave (1P, 2P e MV), podendo ser equipado com diversos tipos de armamento, inclusive mísseis anti-tanques.
A aeronave está equipada para realizar voo IFR (por instrumento) e foi a primeira aeronave configurada a utilizar OVN (óculos de visão noturna), inaugurando uma nova “visão” na AvEx.
Atualmente tanto os 04 HM-2 Black Hawk quanto os 04 HM-3 Cougar estão configurados para o uso do OVN.
O HM-2 Black Hawk foi carinhosamente apelidado por seus tripulantes de Acari-Bodó, ou simplesmente Bodó, por sua semelhança física ao peixe típico da região amazônica, dotado de grande resistência.
Fotos: Aeronaves – Guilherme Wiltgen/ForTe, do Cel. Pavanello – 4° BAvEx.
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O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3° BAvEx) é uma das mais recentes unidades aéreas surgidas com a última reestruturação pela qual passou a Aviação do Exército, sendo criado em 17 de agosto de 1993, data em que comemora seu aniversário.
Integrando a Força de Ação Rápida (FAR) do Exército, cuja missão é atuar rapidamente onde houver conflitos no território nacional, a unidade é composta de profissionais adestrados na arte de voar e fazer voar o helicóptero Pantera e hoje possui dez HM-1 Pantera e seis HA-1 Fennec.
É uma OM destinada ao emprego em ações de combate, e o eventual emprego de meios desta Unidade em missões de apoio ao combate e/ou missões de apoio logístico é uma decisão de Comando, que pode se justificar conforme as circunstâncias.
Desde 17 de janeiro deste ano, o 3° BAvEx possui um destacamento composto por cinco aeronaves HA-1 Fennec operando no complexo do Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande/MS, para onde o Batalhão será transferido, tão logo estejam prontas as instalações que estão sendo construídas em uma área da Base Aérea de Campo Grande (BACG).
A unidade realiza os seguintes tipos de missões: Além das missões de apoio à Força Terrestre, o 3º BAvEx se destaca também pelas de caráter humanitário, tais como de evacuação aeromédica (EVAM), e de apoio à comunidade. Exemplos disso foi a missão de apoio ao governo do Paraná, em 1994, transportando um reservatório de água de 20.000 litros permitindo o fornecimento de água potável para toda comunidade de Superagui (litoral paranaense), sua atuação de combate ao fogo na região da reserva de Monte Pascoal em 1995 e a operação de apoio durante a enchente que assolou o litoral paulista em 1996.
O Batalhão Pantera, participou de grandes operações militares do Exército, tais como: a Operação Surumu, em 1994 na região amazônica; a Operação Rio, em 1995 e a Operação Tarauacá em 1995, realizada também na região amazônica.
Seus integrantes estão conscientes de que o Exército vive uma época em que a sociedade brasileira e o mundo redefinem conceitos e objetivos. Hoje, mais do que nunca, será verdadeiramente soberano o país cujo Exército dominar a 3ª dimensão do campo de batalha, o espaço aéreo.
FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe
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O 2° BAvEx (Batalhão Guerreiro) , foi recriado em 17 de agosto de 1993 e recebeu a denominação histórica ” Batalhão Casimiro Montenegro Filho”.
Esta homenagem evoca os fatos notáveis nacionais, ligados com a história do 2° Regimento de Aviação do Exército, ao Marechal Casimiro Montenegro Filho, no intuito de manter viva no Exército do presente, as tradições do seu passado.
Os fatos marcantes na vida do Marechal vão, desde a sua formação na 1ª Turma de Aviação do Exército, na Escola Militar do Realengo (atual AMAN), passando pela criação e voo inaugural do Correio Aéreo Militar (atual CAN), seu primeiro Comando do Núcleo do 2° Regimento de Aviação Militar, de 1933 a 1936, sua formação na 1ª Turma de Engenharia Aeronáutica , criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e do Centro Técnico Aeroespacial (atual DCTA) até se tornar patrono da Engenharia Aeronáutica.
A criação do 2° Esquadrão de Aviação do Exército, foi fruto do desmembramento do 1° Batalhão de Helicópteros e teve origem na 1ª Companhia de Helicópteros de Manobra e na Companhia de Comando e Serviço do então 1° Batalhão de Helicópteros.
O 2° BAvEx iniciou suas atividades em 10 de fevereiro de 1994 e comemora o seu aniversário em 14 de março, data esta em que cumpriu a sua 1ª Missão Aérea, prestando apoio a 26ª Brigada de Infantaria Para-quedista.
A partir de 1° de janeiro de 2005, mudou a sua designação de 2° Esquadrão para 2° Batalhão de Aviação do Exército e também é conhecido como Batalhão Guerreiro.
Possui em sua dotação sete aeronaves HM-1 Pantera, seis HA-1 Fennec e 04 HM-3 Cougar.
Dos seis HA-1, três aeronaves já se encontram configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e uma quarta já está em processo de configuração. Os quatro HM-3 Cougar estão configurados para utilização de OVN.
O 2° BAvEx possui as seguintes subunidades:
01 Esquadrilha de Comando e Apoio,
01 Esquadrilha de Helicópteros de Reconhecimento e Ataque (EHRA);
02 Esquadrilhas de Helicópteros de Emprego Geral (EHEG) e
01 Esquadrilha de Manutenção e Suprimentos (EMS)
No emprego em combate, a AvEx realiza o voo tático, realizado à baixa altura, que vem a imprimir à Força Terrestre, grande mobilidade, versatilidade e poder de combate. Para isso, o 2° BAvEx precisa estar sempre preparado e conta com um efetivo com grande capacidade profissional e em constante adestramento.
O Batalhão Guerreio desenvolve grande atividade junto as unidades do EB em todo o território nacional e também à comunidade civil, cumprindo missões de apoio em situação de calamidade pública, com a ocorrida em Santa Catarina, onde a primeira aeronave da AvEx a chegar foi o HM-1 Pantera EB-2014 (Guerreiro 14).
FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe
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Pioneira das unidades aéreas da Força Terrestre, o 1º BAvEx (1° Batalhão de Aviação do Exército), foi criado em 03 de setembro de 1986 e começou a se organizar em Taubaté/SP, em janeiro de 1988, fazendo assim com que a Aviação do Exército ressurgisse, após um longo tempo de desativação.
Em 21 de abril de 1989, recebeu o primeiro helicóptero da AvEx, o HA-1 Esquilo EB 1001 e iniciou suas operações aéreas.
Em 1990 e 1993, sofreu transformações organizacionais e mudanças de denominação, proporcionando condições para a criação das demais OM da AvEx, passando inicialmente a ser o 1º Batalhão de Helicópteros e no início de 2005 voltou a sua denominação original: 1º Batalhão de Aviação do Exército.
Hoje, dotado de sete aeronaves HA-1 “Fennec” armadas com lançadores de foguetes de setenta milímetros e com metralhadoras axiais de calibre .50 (12, 7 mm), destas sete, duas possuem imageador térmico (FLIR) e cinco estão configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e onze aeronaves HM-1 “Pantera” armadas com metralhadoras laterais, mantém-se em constante adestramento para cumprir missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico.
Com os seus meios orgânicos atuais, está em excelentes condições para executar o ataque, o reconhecimento, a segurança, incursão, infiltração e exfiltração aeromóveis.
De forma regular, mensalmente presta apoio aéreo a várias unidades (batalhões e regimentos), em todo o território nacional, destacando frações para executarem todas as operações aeromóveis, particularmente as missões de reconhecimento, transporte de pessoal, evacuação médica, condição dos tiros de artilharia e treinamento de tropa em técnicas aeromóveis.
Além dos exercícios anuais para o adestramento das próprias tripulações e equipes de terra, tem participado de várias manobras de vulto executadas pelo Exército desde 1990.
Além das missões já descritas, o Batalhão FALCÃO prestou e presta apoio a outros órgãos públicos, aos governos estaduais e municipais nos casos de calamidades públicas e quando da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que contou com o apoio de uma aeronave HA-1 Fennec com FLIR, conhecida na AvEx como “Olho da Águia”.
Como integrante das Forças de Ação Rápida (FAR), o 1° BAvEx está em condições de ser empregado, a qualquer momento e em qualquer lugar do país, valendo-se para isso, de suas tripulações e equipes de terra altamente capacitadas e constantemente adestradas para o exercício de sua funções.
Este é o 1º Batalhão de Aviação do Exército, ágil e profissional, sempre pronto a cumprir suas missões, em defesa da Pátria e da Nação brasileira.
O lema do Batalhão FALCÃO: “Reconhece! Ataca!”
FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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