(La Nacion, 18 – Andrés Oppenheimer) 1. Quando Xi Jinping foi nomeado o novo líder da China, há algumas semanas, uma das coisas que mais me surpreendeu no seu currículo é o fato de ser um engenheiro. Mais exatamente, é um engenheiro que substituiu outro engenheiro como líder do país mais populoso do mundo. No Ocidente, a maioria dos presidentes são advogados, que em quase todos os casos, falam “bonito”. O presidente dos EUA é um advogado formado em Harvard, que recentemente foi reeleito depois de derrotar Mitt Romney, outro advogado formado também em Harvard. O ex-presidente do México, Felipe Calderón, é advogado e foi substituído em 1º de dezembro por Enrique Peña Nieto, outro advogado. Na América do Sul, a maioria dos palácios presidenciais vem sendo ocupados há muito tempo por advogados.
2. Não é que os engenheiros sejam governantes melhores (nem sempre são) nem generalizar, mas refletir o fato de que a engenharia é muito mais popular na China e em outros países asiáticos do que no Ocidente. Isso é importante porque nós vivemos em uma economia global baseada no conhecimento, em que as patentes de novas invenções, geralmente produzidos por engenheiros, cientistas e técnicos, produziram para as nações muito mais riquezas que as matérias-primas. Na Universidade Tsinghua de Pequim, uma das mais prestigiadas do país, 72% dos alunos de graduação, mestrado e doutorado estão matriculados em escolas de engenharia e ciências exatas, enquanto que apenas 28% estudam humanas ou ciências sociais. Enquanto que 31% de todos os universitários graduados na China se especializam em engenharia, nos Estados Unidos esse número é de apenas 5%.
3. Na maioria dos países latino-americanos, a primazia das ciências humanas e sociais sobre a engenharia e as ciências exatas é ainda maior. Nossas universidades produzem muito poucos engenheiros. A última vez que olhei para os números da Universidade de Buenos Aires, uma das maiores da América Latina, existia 29.000 estudantes de psicologia e 8.000 estudantes de engenharia, o que equivale a produzir três psicólogos para tratar os problemas de cada engenheiro.
4. David E. Goldberg é professor emérito de engenharia da Universidade de Illinois e fundador de um movimento para modernizar a educação de engenharia. Sua receita: fazer o estudo da engenharia mais divertido e mais criativo. “Em vez de começar a carreira de engenharia com o lado criativo, estamos começando com matemática, ciência e toda a parte abstrata, e isso faz com que quase 50% dos alunos abandone o curso”, disse Goldberg.
5. O fato de a China ser governada por engenheiros e dos estudantes chineses se voltarem massivamente para a engenharia, deve servir como lembrete da necessidade de se produzir mais engenheiros e de fazer com que a engenharia seja um estudo mais divertido.
O 9º Batalhão de Engenharia de Combate (também conhecido como “Batalhão Carlos Camisão, sendo baseado em Aquidauana/MS) está apoiando o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), sediado na Base Aérea de Campo Grande (MS). Os militares do PARA-SAR estão realizando instrução de tiro com armamento de dotação e escalada militar. O apoio do Batalhão consta da cessão da área de instrução para realização de tiro e alojamento.
No dia 8 de outubro, o 9º Batalhão de Engenharia de Combate deslocou um Pelotão de Engenharia Reforçado para região de Amambai (MS), para participar da Operação Boiadeiro, que visa garantir a fiscalização e o controle do trânsito de gado e produtos de origem animal na fronteira do Estado com o Paraguai. A Operação está sendo coordenada pela 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada com apoio do IAGRO.
Desde o início de nossa história, os militares desempenharam papel fundamental na ocupação das terras, integração de regiões isoladas e suporte ao desenvolvimento da Colônia que nascia.
A Engenharia Militar cedo se fez presente, não apenas nos momentos de luta armada, mas também no formação de nosso território, na demarcação de nossas fronteiras e nas numerosas fortificações levantadas ao longo do litoral e nos mais distantes rincões do interior do país.
É nesse contexto que surgiu a insigne figura de Ricardo Franco de Almeida Serra. Nascido no dia 3 de agosto de 1748, em Portugal, obteve o grau de Oficial em 1866, aos concluir na Academia Militar os cursos de Engenharia e Infantaria.
Como capitão, chegou ao Brasil em 1870, para ser o Chefe da Terceira Partida de Demarcação de Limites, a mando de D. Maria I, Rainha de Portugal. Sua extensa lista de realizações inclui o mapeamento das Capitanias do Grão-Pará, de Mato Grosso e de São José do Rio Negro, atual Amazonas. Foi responsável por obras magníficas e de grande valor estratégico, como o Forte Príncipe da Beira, o Quartel dos Dragões, em Vila Bela – MT, e o Forte Coimbra, bem como pela exploração de mais de meia centena de rios nas regiões Norte e Centro-Oeste, façanhas essas que reafirmam o valor técnico e profissional desse grande soldado que, além de engenheiro, era também geógrafo, cartógrafo e astrônomo.
Em 1801, escreveu seu nome em uma das mais impressionantes passagens da história militar do Brasil, quando era o comandante do Forte Coimbra e da Fronteira Sul de Mato Grosso. O Tenente-Coronel Ricardo Franco, junto a menos de 50 homens determinadamente entrincheirados no Forte Coimbra, conduziu, por dez dias, heroica resistência a um violento ataque ordenado por D. Lázaro de Ribeiro, Governador do Paraguai, que se opunha em reconhecer as demarcações de fronteiras com nosso país.
O reduzido efetivo brasileiro, ao conseguir barrar o avanço de uma bem armada frota espanhola com grande superioridade de forças, preservou aquela região integrada ao território brasileiro. Por dever de justiça, em 1802, a Coroa Portuguesa o promoveu ao posto de Coronel, vindo a falecer naquela fortificação que tanto amou, em 21 de janeiro de 1809, e onde hoje repousam suas cinzas.
Assim, pela relevância de suas obras, pelo valor desmedido de soldado e pela inconteste liderança no comando, o Coronel Ricardo Franco de Almeida Serra tornou-se, em 12 de junho de 1987, patrono do Quadro de Engenheiros Militares do Exército Brasileiro.
Perpetuando os valores de Ricardo Franco, gerações de Engenheiros Militares trabalham diligentemente ao lado de companheiros das demais Armas, Quadros e Serviços no sentido de atenderem às grandes e complexas demandas de natureza científico-tecnológica impostas a uma força armada. O meticuloso trabalho de natureza técnica do engenheiro militar está presente não só no Sistema de Ciência e Tecnologia, sua principal aplicação, como também em outras áreas e setores do Exército e da Defesa, contribuindo para o futuro se torne realidade ainda no presente e o Brasil, de forma efetiva, alcance índices de desenvolvimento e prosperidade compatíveis com a sua dimensão geoeconômica.
Neste momento em que o Exército se planeja no contexto de uma profunda transformação, o papel da Ciência e Tecnologia constitui-se em vetor fundamental para atingimento dos grandes objetivos visando à maior operacionalidade da Força Terrestre. Assim é que a Engenharia Militar está presente, por meio de seus projetos de características tecnológicas, em todos os macroprojetos estratégicos do Exército, tais como o Sistema de Monitoramento das Fronteiras, a Família Média de Blindados de Rodas e a Brigada Braço Forte, entre outros.
A capacidade dos engenheiros militares está comprovada, também, em trabalhos de grande repercussão no cenário nacional, tais como nas obras de engenharia de construção de rodovias e de instalações, a cargo do Departamento de Engenharia e Construção, nas extensas jornadas de levantamento topográfico em todo o território nacional, no importante sistema de fiscalização de produtos controlados pelo Exército por meio de seu Comando Logístico, nas atividades fabris da Indústria de Material Bélico do Brasil e, mais recentemente, no Sistema de Comando e Controle dos Jogos Mundiais Militares realizados no Rio de Janeiro.
O uso extensivo da tecnologia da informação em todas as atividades humanas, incluindo-se a militar, impôs a necessidade de o Exército, sob o respaldo da Estratégia Nacional de Defesa, abrir nova frente tecnológica que é a Defesa Cibernética. De natureza dinâmica e de alta complexidade, o setor cibernético é um campo ideal para os engenheiros militares demonstrem sua capacidade de erigir sistemas computacionais aptos a enfrentarem essa nova modalidade de ataque, em apoio aos grandes programas de defesa da Força Terrestre e do Brasil.
O Departamento de Ciência e Tecnologia, como órgão central do Sistema, e suas Organizações Militares Diretamente Subordinadas envidam, de forma incessante, toda a sua capacidade em atuar nas áreas do ensino, pesquisa aplicada, desenvolvimento, avaliação e fabricação de Produtos de Defesa, sistemas de comunicações táticos e estratégicos, sistemas computacionais corporativos e ainda o levantamento cartográfico, para que a Força Terrestre possa desempenhar com êxito suas múltiplas missões.
Na data de hoje, o Exército Brasileiro mais uma vez parabeniza os integrantes do Quadro de Engenheiros Militares, o vetor portador do futuro, pelo grande exemplo de dedicação que os fazem autênticos discípulos do Coronel Ricardo Franco.
FONTE e FOTO: EB
Batalhões de Engenharia do Exército que tocam projetos em rodovias federais são o novo foco de desvio de dinheiro público. Justiça Militar e MP apuram denúncias
Procuradoria de Justiça Militar, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União apuram o envolvimento de militares em fraudes nas obras do PAC
Investigações revelam um novo braço de fraudes e irregularidades nas obras do Programa de Aceleração de Crescimento, o PAC: os Batalhões de Engenharia do Exército. A Procuradoria de Justiça Militar, o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União apuram o envolvimento de militares no roubo de materiais de construção, favorecimento de empresas, direcionamento de licitações e atrasos. O Exército brasileiro tornou-se uma das grandes empreiteiras do PAC com participação em obras de relevância nacional, como rodovias, aeroportos e o Projeto da Transposição do Rio São Francisco. O orçamento verde-oliva é superior a R$ 2 bilhões e pelo menos 2,7 mil homens atuam nos canteiros.
Uma das principais obras do PAC, a duplicação da BR 101, no Nordeste do país, foi dividida em seis lotes. Cinco estão nas mãos de empreiteiras, com fortes indícios de fraude, má execução e pagamento de propina, como aponta a Polícia Federal. O último lote é executado pelo 2º Batalhão de Engenharia do Exército. A Procuradoria de Justiça Militar em Recife já denunciou militares envolvidos com o furto de material de construção em alguns trechos da obra. O delito torna-se mais grave em obras públicas e que se arrastam há anos. A previsão era de que a obra ficasse pronta no fim de 2011, mas os próprios órgãos do governo federal atestam que o cronograma está comprometido. Entre as justificativas, a devolução de um lote, antes sob responsabilidade do Exército, para a iniciativa privada.
A BR 163, na divisa do Mato Grosso e Santarém, no Pará, também é feita no modelo que mescla lotes militares e privados. O 8º Batalhão de Engenharia de Construção controla cerca de 1.000km, entre Santarém e Rurópolis, também no Pará. Cinco convênios foram firmados entre o Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit) e Exército para a construção da rodovia, somando mais de R$ 300 milhões. O último relatório do TCU aponta sobrepreço de serviços — num total de R$ 5,6 milhões — e deficiência por parte do Dnit na prestação de contas. O tribunal também já identificou irregularidades na atuação dos militares nas obras da Transposição do São Francisco.
Laranjas
A organização criminosa — denunciada pelo Ministério Público Militar no mês passado pelo desvio de R$ 11 milhões do Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro — manteve o “bem-sucedido” modus operandi para abocanhar também contratos do PAC. Relatórios do Ministério Público mostram que um coronel e um major do Exército, denunciados como cabeças do grupo, ficaram responsáveis por convênios entre o Departamento de Engenharia e Construção e o Dnit.
O grupo atuava em conluio com uma rede de empresários e laranjas. Segundo a denúncia da Procuradoria Militar, o coronel, que serviu ao IME de 1991 a 2005, tinha contato direto com dirigentes do Dnit e precisava de alguém de confiança e que tivesse conhecimento administrativo. Conseguiu, então, autorização para a liberação do capitão. Os dois aproveitaram a relação com dois empresários, que criaram seis empresas, para atender aos convênios.
“Isso obviamente não foi por acaso, eis que Marcelo e Edson (os empresários) eram sócios de empresas que forneciam bens e serviços no IME, principalmente no período em que o major Washington era chefe do setor de materiais (almoxarifado), considerando-se ainda que este oficial é concunhado de Edson”, aponta denúncia do Ministério Público, completando que o relacionamento deles não era estritamente pessoal. As empresas por eles constituídas eram formada por pessoas humildes, de baixo nível de escolaridade e com pequena renda familiar, inclusive moradores de áreas carentes e de risco. A denúncia foi recebida pela Justiça Militar, que autorizou o sequestro de bens de 10 dos 15 denunciados. A evolução patrimonial do grupo era incompatível com a renda.
Pelos ares
No Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, as obras estão sendo realizadas pelo 1º Batalhão em convênio com a Infraero. Já foram investidos R$ 250 milhões em projetos de terraplanagem, pista de pouso, taxiway e pátio de aeronaves. O TCU apontou problemas nos preços dos materiais e nos contratos. A Infraero afirma que as readequações de preços já foram feitas. Desde o ano passado, inquéritos estão em andamento para apurar as irregularidades. No estado, o Ministério Público Federal abriu inquérito para apurar a formação de caixa 2, o uso pessoal das máquinas e até mesmo o aluguel do maquinário em outras operações do Exército.
Exército nega
De acordo com o Centro de Comunicação Social do Exército, não há indícios de prática de irregularidades por parte de militares nas obras do PAC a cargo do Exército. Entretanto, segundo a assessoria de imprensa militar, o Tribunal de Contas da União (TCU) e os órgãos de controle interno da Força identificaram problemas de execução em algumas obras. Entre elas, a BR 319, no Amazonas, em que há necessidade de revisão do projeto e de retrabalho de pavimentação de alguns trechos; e a BR 101, no Rio Grande do Norte e na Paraíba, onde foi constatado o atraso nas obras em razão de desapropriações, além da necessidade de revisão do projeto.
Inteligência
O Centro de Inteligência do Ministério Público Militar em Brasília prepara um reforço para a atuação de controle e prevenção de crimes militares. O grupo, sob o comando da procuradora Ione de Souza Cruz, fornece informações para as unidades da Procuradoria em todo o país, especialmente na análise de patrimônio e sociedades empresariais.
A partir de agosto, o centro terá programas de computador para facilitar cruzamento de dados e ampliar ações na área de inteligência.
Candidatos devem ter nível médio, no mínimo 16 anos e no máximo 22 anos de idade
O Comando do Exército, por intermédio do Instituto Militar de Engenharia (IME), abre neste domingo (17) as inscrições para o Concurso de Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Ativa do Quadro de Engenheiros Militares, que oferece 52 vagas, e para Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Reserva do Quadro de Engenheiros Militares, que oferece 43 vagas.
O Instituto Militar de Engenharia localiza-se na cidade do Rio de Janeiro. É o estabelecimento de ensino do Departamento de Ciência e Tecnologia, responsável, no âmbito do Exército Brasileiro, pelo ensino superior de engenharia, voltado para o emprego militar, e pela pesquisa básica, tendo como finalidade formar recursos humanos para atender às necessidades do Exército. Ambos os cursos graduam engenheiros entre as especialidades oferecidas, definidas anualmente pelo Estado-Maior do Exército.
A distribuição dos alunos pelas várias especialidades é feita respeitando-se a classificação acadêmica durante o ciclo básico do curso de graduação em engenharia. As especialidades a serem oferecidas aos alunos que concluírem o ciclo básico no ano de 2011 são fortificação e construção (engenharia civil) – elétrica – eletrônica – comunicações – mecânica e de armamento – mecânica e de automóveis – materiais – química – cartografia – computação.
Ativa
O Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Ativa destina-se a candidatos de ambos os sexos, com ensino médio, que desejam seguir a carreira militar. O curso tem a duração de cincos anos e currículos estruturados para atender à graduação em engenharia militar e à formação do oficial.
Ao matricular-se, o candidato adquire a condição de militar e de aluno do Curso de Formação de Oficiais da Reserva do IME e recebe fardamento, alimentação, assistência médica, dentária, psicológica, alojamento e soldo. No 5º ano, passa a 1º tenente. Ao término do curso será nomeado oficial da ativa do Quadro de Engenheiros Militares e terá pela frente toda a carreira a seguir no Exército, passando gradativamente pelos postos de 1º tenente, capitão, major, tenente-coronel e coronel. Dependendo do seu aperfeiçoamento e desempenho profissional, poderá galgar os postos de General-de-Brigada e de General-de-Divisão.
Reserva
O Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Reserva destina-se aos candidatos com ensino médio, que não desejam seguir a carreira militar. O curso tem a duração de cinco anos e currículos orientados para atender à graduação em engenharia e à formação de oficial da reserva.
Ao matricular-se, o candidato adquire a condição de militar e de aluno do Curso de Formação de Oficiais da Reserva do IME, que está estruturado para funcionar no primeiro ano do Curso de Formação e Graduação/Reserva. O aluno receberá fardamento, alimentação, assistência médica, dentária, psicológica, alojamento e soldo, apenas durante o Curso de Formação de Oficiais da Reserva. Ao concluir o curso, o aluno prosseguirá os quatro anos restantes, na situação jurídica de civil, como aluno do curso de graduação. Por se tratar de uma Organização Militar, o aluno civil deverá manter conduta compatível com a instituição, devendo obedecer às Normas Internas para Controle Disciplinar de Alunos Civis do IME e à Lei do Ensino no Exército.
Após a conclusão do Curso de Formação e Graduação/Reserva, o aluno que optar por ser oficial da reserva de 2ª classe poderá realizar, em caráter voluntário, o Estágio de Instrução Complementar de Engenheiro Militar, com duração de 12 meses.
Requisitos, inscrições e provas
Os candidatos devem ter nível médio, no mínimo 16 anos e no máximo 22 anos de idade, completados no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2011.
Para efetuar a inscrição, o candidato deverá preencher o formulário de inscrição de forma eletrônica, no site www.ime.eb.br, até 2 de setembro, e realizar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 95,00.
O processo seletivo terá exame intelectual, inspeção de saúde e exame de aptidão física. O exame intelectual será realizado entre os dias 7 e 27 de outubro.
General diz ao ‘Estado’ que corporação opera no limite, sobretudo em projetos do PAC
Tânia Monteiro
A Engenharia do Exército está com sua capacidade de emprego no limite e a Força não tem mais condições de atender a qualquer novo pedido de ajuda do Palácio do Planalto. A “empreiteira” Exército atende preferencialmente a projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e trabalha hoje nas obras de sete aeroportos, três rodovias e na transposição do Rio São Francisco, não tendo mais como ajudar na infraestrutura dos estádios da Copa.
“Toda a nossa capacidade operativa está completamente empenhada”, disse ao Estado o chefe interino do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, general Joaquim Brandão. “Não tenho reserva”, completou, sobre a falta de pessoal e equipamentos. Segundo o general, “se houver alguma emergência ou urgência”, o Exército terá de “parar alguma obra para atender à necessidade premente”.
Os 12 batalhões de Engenharia e Construção e os 12 batalhões de Engenharia de Combate estão envolvidos em 40 projetos, o que dá um total de 50 obras espalhadas pelo Brasil. No total, a engenharia do Exército conta 10 mil homens – 750 permanentemente envolvidos com a missão brasileira no Haiti.
Por causa das atuais limitações, o Exército não pode atender o pedido do Planalto e do governo do Espírito Santo para que a Força se envolvesse com a construção do terminal do aeroporto de Vitória. Há duas semanas, o então presidente em exercício Michel Temer – a presidente Dilma Rousseff estava na China -, chamou o general Brandão a seu gabinete para conversar com o governador capixaba, Renato Casagrande (PSB), e a bancada de parlamentares do Estado. Eles pediram que o Exército assumisse e executasse a obra.
Habituados a usar o Exército como “pau pra toda obra”, o vice-presidente, o governador e a bancada do Espírito Santo ouviram o general dizer que não tinha como atendê-los. Ele lembrou que o Exército finaliza os projetos de pátio, pista e acesso do aeroporto de Vitória, mas não tem pessoal disponível, até dezembro, para trabalhos extras.
“Podemos entrar com a fiscalização, mas isso não adiantaria o processo em quatro meses, como gostariam os representantes do Espírito Santo”, comentou.
Apesar da capacidade esgotada, a Força não pretende aumentar o corpo de oficiais da Arma da Engenharia – o número de militares que trabalham nessa área “está dimensionado para o que o Exército precisa”, diz o general.
O Exército faz as obras, executa um trabalho de adestramento do seu pessoal para as emergências e ainda prepara jovens que estão prestando o serviço militar para trabalhar na construção civil, quando deixarem a tropa.
“Fazendo esse trabalho social, a empresa privada já recebe esse homens prontos”, disse o general, acrescentando que 50% das obras que o Exército está executando são do Programa de Aceleração Econômica (PAC).
Segundo o general, entre as 50 obras em andamento, algumas são de difícil execução.
“Se recebemos uma missão, vamos executá-la. Sabemos que obras mais difíceis e mais complexas são entregues à Força. Aceitamos e não discutimos. Apenas executamos”, disse, lembrando que as decisões do governo são “uma missão”.
Mais barato
O general evita comparar o custo das obras feitas pela corporação com as tocadas pela iniciativa privada, mas diz que os dois grupos trabalham lado a lado no País. O governo, no entanto, sempre que enfrenta problema de superfaturamento de obras chama o Exército para baixar custos, sob a alegação de que, quando isso ocorre, os preços ficam pelo menos 30% mais baratas que o original.
O presidente do Tribunal de Contas da União, Benjamin Zymler, disse que o uso dos batalhões de engenharia do Exército não desencadeou nenhum processo no tribunal. Ele preferiu não comentar sobre a participação do Exército em obras do governo. O Palácio do Planalto não se manifestou sobre o tema.
TÓQUIO — Os 50 trabalhadores que permaneceram nas instalações da central de Fukushima para resfriar os reatores danificados e o material irradiado são os novos heróis do Japão, os homens dispostos a sacrificar suas vidas para salvar a nação.
Em um ambiente contaminado pelos altos níveis de radiação, estes funcionários da companhia Tokyo Electric Power (Tepco) tentam resolver os problemas provocados pelo colapso dos sistemas de resfriamento e alimentação elétrica da central.
Este colapso já causou a fusão parcial de três dos reatores da central e a exposição das barras de combustível, que também ameaçam entrar em fusão, ao ar livre, liberando na atmosfera quantidades consideráveis de elementos radioativos.
Estes últimos trabalhadores presentes na central, após o terremoto seguido de tsunami da última sexta-feira, foram retirados do local brevemente na quarta-feira, quando o nível de radioatividade aumentou de maneira alarmante.
“Estas pessoas que estão trabalhando nas centrais enfrentam (o problema) sem titubear”, comentou Michiko Otsuki, funcionária da central Fukushima 2, situada a 12 km de Fukushima 1, onde estão os reatores danificados.
“Só posso rezar pela segurança de todos eles… Não esqueçam que estão trabalhando para nos proteger, a cada um de nós, em troca de suas próprias vidas”, escreveu Michiko na rede social japonesa Mixi.
O primeiro-ministro Naoto Kan também elogiou os esforços e a coragem destes homens.
“Na Tepco e nas empresas associadas, eles se esforçam neste momento para injetar água (nos reatores), estão fazendo todo o possível sem sequer pensar no perigo”, disse Kan.
Quando a Tepco recrutou mais 20 homens para participar das operações, foi procurada por vários funcionários que haviam sido retirados no começo da crise, segundo a agência Jiji.
Entre estes novos voluntários está um homem de 59 anos, que estava a um ano e meio da aposentadoria, anunciou sua filha em uma mensagem no site Prayforjapan.jp, conectado ao Twitter desde a catástrofe.
“Não pude deixar de chorar quando soube que meu pai seria enviado amanhã (…). Em minha casa, meu pai parece um tanto nervoso, mas nunca estive tão orgulhosa dele”, indicou.
Segundo David Brenner, diretor do centro de pesquisa radiológica de Columbia Service, os trabalhadores de Fukushima 1 estão expostos a um “risco significativo” dados os altos níveis de radioatividade aferidos no local.
“Eles já são heróis… Vão suportar exposições muito elevadas à radiação”, disse Brenner à BBC.
Na terça-feira, um nível de radioatividade de 400 millisieverts por hora foi observado perto do reator 3. Se uma pessoa permanece por uma hora em um local como este, receberá uma dose de radiação ionizante 20 vezes maior que o permitido aos trabalhadores do setor nuclear na França.
Mesmo assim, a gratidão dedicada aos 50 “liquidadores” japoneses – que lembra o sentimento despertado pelos homens que se sacrificaram para limpar o estrago provocado pelo colapso de Chernobyl, na Ucrânia, há 25 anos – não impede as críticas à forma como foram organizadas as operações de contenção de crise, tanto pela Tepco quanto pela Agência de Segurança Nuclear japonesa.
Houve críticas inclusive do ministério da Defesa japonês, depois que soldados envolvidos nas operações ficaram feridos e talvez tenham sido expostos à radiação, quando uma explosão fez voar pelos ares parte do edifício externo do reator 3, indicou o jornal Yomiuri.
Japão alerta sobre risco de blecaute em Tóquio hoje
O governo japonês alertou sobre o risco de um possível grande blecaute nesta quinta-feira na região de Tóquio em decorrência dos problemas de provisão elétrica causados pelo terremoto seguido de tsunami da última sexta-feira (11), que danificaram várias usinas nucleares.
Por isso, foi pedido que as operadoras de trem da área de Tóquio suspendam o serviço na parte da tarde e que as empresas reduzam o consumo, segundo o ministro da Indústria japonês, Banri Kaieda, citado pela agência local Kyodo.
A situação se complicou ainda mais com o aumento do consumo de eletricidade devido à forte queda das temperaturas desde a noite de quarta-feira, o que gerou o temor de que durante o dia de hoje a demanda supere a oferta.
Nesta quinta-feira, a quatro dias do início da primavera, prevê-se que a temperatura em Tóquio fique próxima a 0ºC à noite, como já ocorreu ontem.
O devastador terremoto da última sexta-feira, que deixou mais de 14 mil vítimas entre mortos e desaparecidos no nordeste do Japão, ocasionou problemas em várias usinas nucleares, sobretudo na central de Fukushima, onde as autoridades lutam desde sábado para conter a deterioração de seus reatores.
Este panorama fez com que duas operadoras de eletricidade japonesas tenham passado a aplicar cortes de luz com duração entre três e seis horas em parte do território, além de pedir que os japoneses reduzam o consumo, algo que havia sido alcançado, embora o frio tenha chegado e prejudicado este esforço.
As principais operadoras de trem da região de Tóquio, a JR East e a Tokyo Metro, haviam indicado que reduziriam seus serviços a partir das 17h desta quinta-feira (5h de Brasília).
A temperatura caiu desde a noite de ontem nas regiões abastecidas pela Tepco (Tokyo Electric Power), operadora da usina de Fukushima.
Há quatro dias a empresa está empreendendo cortes de luz na região de Kanto, na qual se encontra Tóquio, para tentar impedir grandes blecautes.
A área metropolitana de Tóquio é habitada por mais de 30 milhões de pessoas, que utilizam os trens para chegar a seus locais de trabalho, mas, desde a crise gerada pelo terremoto, muitas pessoas optaram por trabalhar de casa.
A ministra de Reforma Administrativa, Murata Renho, solicitou à população maior esforço na economia de luz, já que a demanda por energia pode superar o que a Tepco pode fornecer no caso de os atuais níveis se manterem.
Cerca de dez milhões de lares serão afetados hoje pelos planos de cortes de energia da Tepco, segundo a agência local “Kyodo”.
Brasília – O Exército Brasileiro continua no apoio aos desabrigados das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro e participa, também, da fase de recuperação da mobilidade da população por meios dos trabalhos de lançamento de pontes. Assim, um Destacamento composto por militares do Batalhão Escola de Engenharia, sediado no Rio de Janeiro (RJ), e do 3º Batalhão de Engenharia de Combate, sediado em Cachoeira do Sul (RS), concluíu o lançamento da Ponte Tipo Compact 200 sobre o Rio Grande, na cidade de Bom Jardim.
Por meio dessa equipagem, montada para suportar até trinta toneladas de carga sobre o seu piso, foi reestabelecida a ligação do município com as demais localidades da região, além de permitir que linhas de ônibus municipais e intermunicipais circulem normalmente na área afetada pelas enchentes.
A equipagem permanecerá no local até que as obras de recuperação da ponte, destrída pela enchente, sejam concluídas.
Especialistas zimbabuanos em desativação de minas jogam futebol após a limpeza de um campo minado em Sapper Hill, nas Ilhas Falklands/Malvinas. Os especialistas levaram 77 dias para limpar o campo número 25 e o futebol sobre o campo serviu para demonstrar a confiança no seu trabalho.
O campo foi minado pelos Fuzileiros Navais argentinos em abril de 1982, para defesa de Port Stanley. A empresa BACTEC foi contratada pelo governo britânico para limpeza dos campos.
O cartaz feito pelo Exército em comemoração ao Dia do Soldado, 25 de Agosto, trará uma grande novidade. Os soldados presentes no cartaz estarão empunhando o novo Fuzil Imbel IA2, que antes mesmo de ser lançado já ganhou o apelido de “SCAR Brasileiro”.
FOTOS: LeUZz / Defesa Brasil
BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre esse e outros assuntos no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.
A corporação se transforma na maior construtora do País ao deslocar 11 mil militares para tocar 80 obras, num valor de R$ 2 bilhões
Guilherme Queiroz
Uma sofisticada pavimentadora de concreto trabalha na restauração da BR-101, na divisa entre a Paraíba e Pernambuco. Importada da Alemanha por R$ 4 milhões, chama a atenção pela lataria camuflada. Ela pertence ao Exército, a construtora encarregada da obra e, nos últimos anos, um dos mais importantes braços executores do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O governo tem delegado à farda verde-oliva uma parcela expressiva das obras federais, num portfólio que se destaca não só pelo valor, mas por sua relevância para a infraestrutura nacional. São canteiros distribuídos em rodovias, portos e aeroportos, com orçamento superior a R$ 2 bilhões. Muitas não saíam do papel, em grande parte, devido a irregularidades constatadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Para evitar atrasos, o Exército emprega todos os 11 mil homens de sua Diretoria de Obras e Construção em cerca de 80 projetos. O Exército é hoje a maior empreiteira do País, reclama João Alberto Ribeiro, presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias.
A bronca é natural. Poucas construtoras no País têm hoje uma carteira de projetos como a executada sem licitação pelos batalhões do Exército. No PAC, há 2.989 quilômetros de rodovias federais sob reparos, em construção ou restauração, com gastos previstos em R$ 2 bilhões. Destes, 745 quilômetros ou R$ 1,8 bilhão estão a cargo da corporação. Isso equivale a 16% do orçamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes neste ano.
Os militares refutam as críticas de concorrência desleal. Não estamos aqui para competir com a iniciativa privada. Apenas participamos do esforço do governo para diminuir as diferenças regionais e, ao mesmo tempo, ser instrumento do Estado para regular um mercado em conflito, disse à DINHEIRO o general de divisão Jorge Ernesto Pinto Fraxe, diretor de obras e cooperação do Exército. A primeira missão nessa estratégia foi a reforma de três trechos da BR-101, principal rodovia costeira do País. É um bolo de R$ 1 bilhão que as empreiteiras disputaram, mas não saborearam, por conta das sucessivas disputas judiciais.
O governo repetiu a dose em estradas paralisadas havia anos sob acusação de irregularidades ou problemas ambientais. Casos da BR-163, conhecida como Cuiabá-Santarém e da BR-319, entre Porto Velho e Manaus, construída em 1974, mas que, abandonada pelas autoridades, foi absorvida pela Floresta Amazônica. Faremos da BR-319 a primeira rodovia verde, disse à DINHEIRO o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. Para as empresas de transporte, a recuperação da deteriorada malha rodoviária brasileira é motivo de comemoração. Vemos com entusiasmo o fim dos imbróglios que retardavam a recuperação de importantes trechos rodoviários, afirma Clésio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte.
Estima-se que, ao serem concluídas, as obras entregues ao Exército terão um custo até 20% menor para os cofres públicos. A corporação não pode lucrar com os serviços que presta. Como emprega os próprios oficiais e soldados, já remunerados pelo soldo, o custo da mão de obra deixa de ser um componente do preço final da empreitada. Por tudo isso, o Exército está desempenhando um papel fundamental na infraestrutura necessária para o Brasil sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
O esforço é maior nos aeroportos. A Infraero entregou aos militares as obras de restauração de uma das pistas de pouso e do pátio de aeronaves do Aeroporto Internacional de Guarulhos, avaliadas em R$ 43 milhões, depois de dois anos de paralisação por determinação do TCU. Suspensos por desvio de recursos, os projetos dos aeroportos de Vitória e Goiânia também podem ser concluídos pelo Exército. A transferência era absolutamente indispensável para retomarmos o nosso cronograma operacional, explica Jaime Parreira, diretor de obras da Infraero.
Segue abaixo um excelente comentário publicado por José Reginaldo Bacchi no ForTe, adaptado para post:
Tanto o Leo 2 como o M1 são dois excelentes carros de combate.
O M1 na minha opinião é o melhor do Mundo em matéria de proteção da tripulação.
No projeto do carro foi dedicada especial atenção a sobrevivencia da tripulação ao se colocar a munição na traseira da torre com paineis “blow off” para ventilar a força da explosão para cima e para fora.
Como ponto negativo pode ser considerado o uso de turbina a gás, que dá maior consumo de combustivel (fala-se de 2,35 litros por quilometro).
Outro problema da turbina é o problema de filtragem da areia. Num livro sobre a atuação do mesmo na 1ª Guerra do Golfo era mencionado a necessidade de remover a areia dos filtros todos os dias. Para fazer isto usava-se um outro M1 que estacionava ao lado do que deveria ser limpo e usava o gás de escapamento através de uma mangueira para fazer a limpeza do filtro.
Eu já li vários livros sobre o M1 e até hoje não consegui entender exatamente por que a turbina foi adotada.
Pelo que entendi o exército estadinudense preferia a versão do M1 projetada pela GM, com motor diesel, mas o então ministro da defesa (nem mais nem menos que o controvertido Donald Rumsfeld na sua primeira gestão como Ministro da Defesa – 1975/1977) despresou esta decisão e ordenou a adoção do projeto da Chrysler com turbina a gás.
O interessante é que os suecos foram os primeiros a adotar turbina a gás em produção, para propulsão de carro de combate no Stridsvagn 103, também conhecido como S-Tank. Neste caso para diminuir o consumo ele usava dois motores: diesel 4 tempos para deslocamento normal, turbina a Gás para o combate.
Os soviéticos foram os segundos a adotar turbina a gás. Isto foi para as primeiras versões do T-80 (1976) projetado na fabrica Kirov, da então Leningrado.
Em paralelo a fabrica de Leningrado, a fabrica Malishev de Kharkov, na Ucrania, desenvolveu o T-80UD com motor diesel 6TD-1 que entrou em produção em 1987, e após modificaçãoes é conhecido como T-84.
O Quartel General do Exército da Israel Defence Force (IDF) determinou o estabelecimento de um quarto batalhão de engenharia e a expansão das capacidades de desativação de explosivos, visando o preparo para futuros conflitos no Líbano e Faixa da Gaza.
O Corpo de Engenheiros de Combate teve participação fundamental entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009, contra o Hamas na Faixa de Gaza.
É creditado a eles o salvamento de muitas vidas de soldados israelenses, através da descoberta e remoção de de IEDs (improvised explosive devices) plantados pelo Hamas, bem como a eliminação de túneis-armadilhas.
O Corpo será atualizado também com um novo APC (armoured personnel carrier), que é baseado num chassis de Centurion sem torre.
Passe o mouse sobre as estrelas do mapa para conhecer a localização dos leitores que estão acessando o site e clique para saber mais detalhes dos acessos
Desenvolvimento de uma Mentalidade de Defesa no Brasil
A sociedade brasileira não demonstra ainda grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.
A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas o desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, A "trilogia" Forças de Defesa tem como objetivo tornar os assuntos de defesa parte da agenda nacional, a ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais no futuro.
Comentários recentes