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Um coral de esposas de soldados britânicos que estão servindo no Afeganistão chegou ao topo das paradas do país neste domingo (25), superando o Little Mix, composta pelas vencedoras do X Factor, no primeiro lugar do Natal e superando as vendas combinadas dos outros 12 melhores da lista.

Wherever You Are, das Military Wives (“esposas militares”), uma canção escrita com trechos de cartas enviadas entre casais militares, vendeu 556 mil cópias, segundo a Official Charts Company.

Todo o dinheiro arrecadado com a canção será destinado à Legião Real Britânica e à Associação das Famílias de Soldados, Marinheiros e Membros da Força Aérea da Grã-Bretanha.

“É uma expressão do trabalho das Esposas Militares e do apoio da nação a elas, além do poder do canto coral”, disse Gareth Malone, maestro que montou o grupo para uma série de TV da BBC, The Choir (“o coral”).

“Estou encantado por elas terem encontrado sua voz.”
O coral das Esposas Militares, com 100 integrantes, tirou do topo da lista uma versão do cantor e compositor irlandês Damien Rice, Cannonball, pelo Little Mix, grupo das quatro meninas que venceram o concurso de talentos X Factor neste ano.

FONTE: Terra/Reuters

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Será realizado amanhã (sábado), dia 24/09, o primeiro encontro entre praticantes, atiradores e colecionadores de Airsoft e proprietários de AEGs, AEPs e GBBs. O evento visa estreitar as relações entre os praticantes de Airsoft da Baixada Santista.

A participação será permitida apenas para armas legalizadas, documentadas e paramentadas conforme legislação vigente.

Esperamos participação ativa dos interessados em Airsoft da Baixada Santista e Litoral.

Custo: R$ 20,00 (taxa do Clube – pagamento direto com o Cubas)

LOCAL: Academia e Clube de Tiro Cubas

ENDEREÇO: Rua Francisco Manoel, 937, Jabaquara, Santos/SP

SAIBA MAIS:

Heróis do Brasil

Flavia Guerra

Há quem diga que todos os filmes de guerra já foram feitos, que filme de guerra virou gênero clichê. E que o Brasil não sabe fazer nem mesmo guerra, que dirá um filme de guerra. Vicente Ferraz e sua equipe tentam derrubar todos os clichês com A Montanha, longa-metragem sobre os bastidores da participação dos pracinhas brasileiros na 2.ª Guerra – um episódio histórico traumático para as famílias dos participantes e ainda hoje pouco esclarecido. Diretor do premiado Soy Cuba, o Mamute Siberiano, Ferraz decidiu rodar o filme em solo italiano, real cenário da luta dos soldados brasileiros, numa coprodução que uniu três países: Itália (Verdeoro) e Portugal (Stopline Films), que entram com 40%, e o Brasil (Primo Filmes e Três Mundos Produções), com 60%. Do elenco, liderado pelos brasileiros Daniel de Oliveira (Cazuza, Zuzu Angel), Julio Andrade (Cão sem Dono e Hotel Atlântico), Thogum (Filhos do Carnaval, Tropa de Elite, Bruna Surfistinha) e Francisco Gaspar (A Casa de Alice, Caixa 2), participam o italiano Sergio Rubini, o alemão Richard Sammel e o português Ivo Canelas.

A batalha de comandar mais de 60 profissionais de nacionalidades diferentes, num ambiente pouco familiar e descobrir o lugar do Brasil no conflito que mudou a ordem social parece, ironicamente, manter semelhanças com a luta narrada em A Montanha. Sem contar a batalha que ainda será travada para arrecadar R$ 3 milhões dos R$ 8 milhões previstos no orçamento do filme.

Na 2.ª Guerra, o Brasil uniu-se aos aliados, ao lado dos EUA, Inglaterra e França, contra os países do Eixo – Alemanha, Itália e Japão. A Força Expedicionária Brasileira enviou à Itália mais de 25 mil soldados, a maioria jovens pobres e despreparados que tiveram, quase de repente, de aprender a combater e a conviver com o frio, o medo e com um idioma estrangeiro. No filme, quatro pracinhas perdem-se na neve e acabam encontrando um correspondente de guerra e dois soldados desertores: um italiano que quer se juntar à resistência e um alemão cansado da guerra. Assim, passam a formar um estranho grupo de deserdados de várias nacionalidades.

O Estado acompanhou a equipe de filmagem nos Alpes italianos, na região de Friuli-Venezia Giulia, quase fronteira com a Eslovênia, com a tão almejada paisagem nevada, essencial para as principais sequências do filme. Ali, a pequena cidade de Aviano abriga a base da equipe do filme, e também a base do Exército americano e da Otan. Enquanto o filme era rodado, tropas americanas se preparavam para o ataque aéreo na Líbia. A movimentação militar local podia ser sentida nas entrelinhas de um inglês pronunciado tão naturalmente quanto naturalmente também há mais ‘american dinners’ que trattorias italianas na cidade.

EMOÇÃO NO SET
Aqui, o dia começa na noite anterior

Nada é óbvio quando o Brasil decide fazer um filme de guerra. Muito menos a rotina de filmagens. Nos dias em que o Estado passou no QG da equipe do filme, seguindo a agenda espartana de filmagens, foi possível entender por que o lugar-comum de que nada é mais emocionante, entediante e estressante que um set de filmagens. Se é grande a emoção de escutar um “ação”, o tédio da repetição de cenas (filmadas de vários ângulos para “opções de montagem”), da espera de um avião atravessar o céu ou de um cachorro latir são tão grande quanto. O estresse de lutar a cada dia contra imprevistos de toda a natureza é imenso. Queixas existem, mas ninguém deixava o campo de batalha e todos se sentem felizes ao fim de cada jornada. “O Vicente (Ferraz) é um apaixonado e essa paixão contamina a todos. Disso é feito cada dia nosso”, comenta o ator Daniel de Oliveira.

O dia em A Montanha começa, na verdade, na noite anterior, quando todos recebem a “Ordem do Dia” seguinte. Por volta das 5 e meia, o despertar e, às 6 e meia, seguem para o set, que variava de cidades improváveis incrustadas nos montes a descampados nevados, à mercê de todas as intempéries possíveis no fim de inverno dos Alpes. Ferraz, mais a diretora assistente Joana Mariani, o diretor de fotografia Carlos Arango de Montis e a continuista Renata Rodarte, vão sempre na frente, discutindo os planos para aquele período. A chegada ao set não conta com improvisos, mas sempre pede soluções rápidas para questões como “se chover”, “se nevar”, “se a luz cair antes de terminarmos”, e “se estourarmos o tempo”.

Enquanto isso, o elenco se prepara na sartoria. O pequeno exército de atores é submetido a uma maratona de troca de roupas, maquiagem, sporcheria (para sporcar, sujar ‘de real’ os uniformes), adereços… Para encarar as duras condições de guerra, eles contavam com truques que incluíam desde a técnica de enrolar os pés com papel toalha para mantê-los secos e ‘vivos’ até a troca de meias nos intervalos de filmagem.

Novembro de 1944

Soldados da Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo, na Itália, onde travaram batalhas decisivas, são cumprimentados por seus atos de bravura pelo general Crittenberger, comandante do IV Corpo, e pelo general Mascarenhas, comandante da FEB

CHORO E CHUVA
O alívio domina fim das filmagens

Tropas prontas, era hora de partir para a batalha do dia. Hoje, a cena em questão é crucial: o fim da guerra. Coincidentemente, um dos últimos dias de filmagem, o “dia do fim da guerra”, o roteiro não previa chuva. Mas como a natureza é protagonista em A Montanha, uma chuva digna dos trópicos cobre a pequena cidadela de Polcenigo esta manhã. “Está sempre ensolarado quando os americanos chegam. Com este temporal, a alegria vai parecer melancolia”, observa um das dezenas de figurantes do momento em que a cidade de San Giusto para, vendo os tanques passarem. Mas nem a chuva é capaz de atrapalhar o planejamento. Documentarista experiente, Ferraz assume o “fator real” em sua “ordem do dia” e segue adiante. Equipe abrigada em longas capas de chuva, pés molhados e congelados, lentes da câmera que embaçam a todo momento, uniformes encharcados… Tudo vai ficando pronto até que se escuta mais uma vez: “Silêncio, partito, giriamo, ação!”

A guerra e o dia terminam. Há palmas, choro, chuva. Há alívio e um sorriso no rosto de cada um dos que testemunharam aquele “dia de Fitzcarraldo à brasileira”. Satisfeito, Vicente? “Satisfeito. Ainda não acabou, mas agora falta pouco. Depois de um dia como este, sei que vamos conseguir terminar.” Como diz o mote do filme de Werner Herzog, “quem sonha pode mover as montanhas”. Ferraz e equipe sonharam alto e, nas últimas seis semanas, subiram e moveram montanhas de diversas naturezas. Como naquele “dia de fim de guerra”, a luta trouxe felicidade à equipe que encarou neve, chuva, granizo, vento, sol, imprevistos de toda sorte.

De volta a Roma, a batalha da subida foi vencida, mas agora é hora de descer com calma. “Não foi fácil botar este filme na lata. Mas quem disse que guerras são fáceis? Agora é levar o filme para as telas”, diz Ferraz. Para esse comandante e equipe de pós-produção, a luta continua. Se ainda algum clichê de guerra aqui cabe, este é “Hasta la vitoria, siempre!” A Montanha deve estrear ainda este ano.

FONTE: O Estado de São Paulo, via Notimp

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Nosso amigo Reginaldo Bacchi estará participando da palestra que vai marcar o lançamento da Coleção Armas de Guerra da Abril Coleções, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, em São Paulo. A palestra será no dia 26 de outubro, às 19h30.

Reginaldo José da Silva Bacchi é engenheiro mecânico, consultor técnico da revistaTecnologia & Defesa e trabalhou na Engesa.

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Assistimos hoje ao “Tropa de Elite 2″ e gostamos muito do que vimos. A sequência de “Tropa de Elite” agora é bem mais complexa e mostra a relação do poder público com a polícia e os terríveis tentáculos da corrupção que permeia o sistema.

No filme que custou R$ 12,5 milhões, o herói brasileiro Capitão Nascimento (agora Coronel) desta vez troca a farda pela gravata. Ele sai do Bope e torna-se subsecretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Nascimento ganha a guerra contra as drogas, mas milícias formadas por policiais corruptos se aproveitam dessa vitória para transformar miséria em dinheiro, com o apoio de políticos.

Para quem gosta do tema “Segurança Pública”, o filme é um prato cheio. Destaques para as sequências onde aparecem o helicóptero UH-1 “Caveirão do Ar” da Polícia Civil apoiando uma incursão do BOPE e o novo fuzil da Imbel IA-2, que foi usado para defender o Coronel Nascimento de um atentado. Se você também assistiu ao “Tropa 2″, deixe aqui seu comentário. Caveira!

Veja mais detalhes do filme no Blog “Filme, Pipoca e Coca-Cola”.

Existem muitos jogos militares populares para PC e consoles, como a série Call of Duty, Battlefield Bad Company e outros. Mas existem aqueles que são muito mais realistas, como o Operation Flashpoint, a série Armed Assault, Rainbow Six, e Operation Flashpoint: Dragon Rising.

Para quem gosta de realismo, existe também o Project Reality Mod para o Battlefield 2, que é uma modificação que pode ser baixada gratuitamente para o Battlefield 2 (BF2), para Windows.

O Project Reality Mod roda ao lado da instalação do jogo, permitindo que o jogo original e o PR rodem separadamente, sem causar conflitos.

Os desenvolvedores do Mod visaram retrabalhar o jogo original desenvolvido pela Digital Illusions da Suécia (DICE), com condicionalismos legais e viáveis para criar uma atmosfera de combate mais realista, para a comunidades de jogadores.

Isto inclui vários ajustes em elementos no jogo, como a física, efeitos visuais e formato geral. Ao mesmo tempo em que modifica a forma de jogar, o PR introduz soldados Britânicos, Russos e Talibãs, mais outros desenvolvidos pela comunidade, como os Canadenses, Forças da IDF e muitas outros.

O Project Reality foi premiado em dois anos na competição ModDB. A equipe de desenvolvimento compreende vários indivíduos dedicados, que serviram as forças armadas e outros, que fornecem material de pesquisa e informações estatísticas.

O Mod já está na versão 0.91, que é sua décima quinta modificação. Para jogar o PR, você precisa ter uma cópia do Battlefield2.

Modificações disponíveis no PR:

  • Forças atuais: US Marine Corps, US army, Middle East Coalition (um exército do Oriente Médio genérico, com nova camuflagem e armas, como o hk G3, metralhadora MG3, RPG18, novos tanques T-72, etc), Chinese Army {PLA}, British Army, Canadian Army, Insurgentes do Oriente Médio, Talibã, Exército Russo, Militantes Chechenos, Exército de Israel, Militantes do Hamas, a na próxima versão (.92) o Exército Alemão e talvez outros. Todos as forças com armas realistas, como o US Army com M4s, PLA com QBZ, Britânicos com L85s etc.
  • Vários novos veículos: tanques T-72 tanks, o novo Abrams, Bradleys, BRDMs, “technicals” insurgentes, A-10s, Apaches, Marine Hueys, Chinooks, novos Hummers, Strykers, Tornados e Eurofighters, BTR60s, BTR80s, etc. Veículos com torretas precisam ter um motorista e um atirador para serem efetivos e requerem muita coordenação via VOIP para virarem verdadeiras máquinas de matar.
  • Um sistema de desvio para armas de fogo: quem gosta de “spray and pray”, não acerta ninguém. Para acertar o inimigo é preciso usar o sistema ótico e mirar com cuidado.
  • Sistemas de Kit: Quando o jogador vai para o “spawn”, pode escolher os kits básicos de riflemen ou kits especializados com uma SAW, um kit anti-tanque AT-4, ou sniper, marksman etc. Aviões e helicópteros requerem um kit de piloto e veículos blindados requerem um kit de tripulante. Isso evita que jogadores possam pular num tanque ou veículo e sair dirigindo, o que não é realista.
  • Modo “Advance and secure”: Diferentemente que o BF2, no PR os exércitos avançam e conquistam o território, como um exército real faz, em sucessão.

Visite o site realitymod.com, baixe e jogue. Se você já joga o PR, deixe aqui seus comentários.

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Título de tiro em primeira pessoa ainda não tem data de lançamento. Fase de testes começará até um ano depois da chegada de ‘Medal of honor’

A produtora Electronic Arts anunciou nesta segunda-feira (2) que o game de tiro em primeira pessoa “Battlefield 3” já está em produção e que os compradores da edição ilimitada de “Medal of honor” poderão participar antecipadamente da fase de testes do novo título.

O pacote especial do game de tiro em primeira pessoa, que será lançado nos Estados Unidos no dia 12 de outubro, trará três armas exclusivas, e uma chave de acesso para a fase beta de “Battlefield 3”, que será realizada em até um ano depois do lançamento de “Medal of honor”.

A Electronic Arts não divulgou detalhes sobre a jogabilidade de “Battlefield 3” ou data de lançamento do título de tiro em primeira pessoa.

FONTE: G1

A Q.G. Airsoft informa que os produtos da Socom Gear foram desembaraçados pela Receita Federal e já estão disponíveis para pronta-entrega.

Quem quiser adquirir um desses produtos basta entrar no site da Q.G. Airsoft, na categoria “snipers” e fazer o pedido.

Barret M82

QG Airsoft Logo

NOTA DO EDITOR: A Quartel General Airsoft, cujo banner está no alto dos Blogs da Trilogia de Defesa, tem como missão fornecer ao mercado brasileiro todos os produtos e serviços necessários para o bom desenvolvimento deste esporte no Brasil.
A empresa, que surgiu da paixão de seus fundadores pelo Airsoft, foi fundada no final de 2008, sendo registrada junto à 2ª Região Militar sob o número 51468, devidamente regulamentada. Todos os produtos controlados importados pela Q.G. Airsoft possuem autorização do Exército Brasileiro. Quando chegam no Brasil, são devidamente inspecionados e após os demais tramites legais, são liberados para comercialização.

SAIBA MAIS:

Editado em 21/07/2010

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avanti azzurra

Soldados italianos, no Afeganistão, deixaram um pouco de lado os combates contra o Taliban para apoiar seus compatriotas contra um outro inimigo, a seleção da Nova Zelândia! O jogo da Copa do Mundo terminou empatado 1×1.

Fonte / Imagem: Reza Shirmohammadi/AP

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