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vinheta-destaque-forte“Call of Duty: Modern Warfare 2″, a nova versão da popular franquia de jogos de guerra, chega às lojas na próxima terça-feira com novos recursos e armas para o jogador enfrentar terroristas em cenários que incluem o Cristo Redentor e favelas do Rio de Janeiro. O trailer de lançamento do jogo foi revelado nesta quinta-feira. Confira abaixo:

“Modern Warfare 2″ se passa alguns anos depois das ações de “Call of Duty 4″. Novamente a Rússia é o centro de instabilidades mundiais, enquanto uma organização ultranacionalista tenta aumentar seu poder. Para enfrentar essa ameaça, a comunidade internacional cria a Força 141. Na campanha solo, o jogador assumirá o papel do sargento Gary “Roach” Sanderson, que precisará cumprir missões na Rússia, Afeganistão, Cazaquistão e no Rio.

O game traz ainda um modo online que permite que os jogadores se enfrentem em batalhas virtuais. Não haverá, no entanto, a possibilidade de jogar em servidores dedicados, o que vem sendo alvo de críticas por muitos fãs da série, pois impede a criação de modificações do game e novos mapas pela comunidade.

Call of Duty é uma série games de tiro em primeira pessoa, originalmente para PC. A maioria dos títulos da franquia é ambientada na Segunda Guerra Mundial. Em 2007, no entanto, foi lançado o “Call of Duty 4: Modern Warfare”, ambientado em cenários atuais. Com mais de 10 milhões de cópias vendidas, ele se tornou o game mais popular da série, incentivando a Infinity Ward e a Activision a produzirem o “Modern Warfare 2″.

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Estúdio afirma que orçamento inicial do game era ‘ridículo’

Robert Bowling, diretor da Infinity Ward, em entrevista à revista Developer, comentou o orçamento que a Activision ofereceu ao estúdio para desenvolver “Modern Warfare 2″. Após o estrondoso sucesso de “Call of Duty 4″, a expectativa em relação à sequência era enorme. Mas Bowling classifica o orçamento inicial como “ridículo”

“Nós fomos bastante rígidos no orçamento. No início – quando decidimos fazer a sequência – a Activision estimou um orçamento ridículo. E dissemos: ‘Não, nós não precisamos disso’.”

Segundo ele, o estúdio procura não se deixar distrair pela atenção excessiva que o jogo recebe dos fãs e da mídia e também não queria ter dinheiro demais e acabar incluindo recursos desnecessários só por ter o dinheiro para isso.

Trabalhando há 10 anos num mesmo jogo, a Infinity Ward ainda não pensa em parar. “Nós ainda fazemos os jogos Call of Duty porque nos divertimos. Quando deixar de ser legal, aí procuramos outra coisa’.

Modern Warfare 2 não será lançado para Wii

Mas se você tem um Wii e estava louco para jogar Modern Warfare 2, pode esquecer. Bowling deixou bem claro que o jogo não chegará ao console da Nintendo. O motivo é a falta de capacidade de hardware do Wii.

“Se pudéssemos entregar a experiência cinematográfica que teremos em outras plataformas, então iríamos felizes para ele. Mas por enquanto não acredito que o Wii possa passar a experiência que pretendemos. Gostamos de apresentar uma experiência semelhante entre todas as plataformas, e se não for assim, não fazemos”, disse Bowling, na mesma entrevista.

“Call of Duty 4: Modern Warfare”, produzido pela Infinity Ward, foi lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e PC e está sendo adaptado para Wii pela Treyarch. A versão para o console da Nintendo será lançada no próximo dia 10, junto com o Modern Warfare 2.

FONTE: O Globo Digital

Se a arte imita a vida (e vice-versa), é bom relembrar a série de graphic novel “Give me liberty”, lançada em 1991 por Frank Miller.
Obra de ficção visionária, reflexo dos anos anteriores que moldaram o mundo e que, nos dias de hoje, tem uma atualidade impressionante, “Give me liberty” tem vários pontos que encontram um paralelismo interessante com o mundo atual.

“Give me Liberty” mostra o mundo em 1995, apresentando os EUA como uma poderosa nação, detestada pelo mundo inteiro e expulsa da ONU por ter invadido territórios na América do Sul, Israel, Cuba, Paquistão ou Indochina com a justificação de serem terra de ninguém, territórios abandonados e/ou conflituosos. A criminalidade aumentou drasticamente e movimentos separatistas e extremistas desenvolvem-se às centenas, lutando contra a administração central por várias razões.

Martha Washington, a heroína americana na história, nasce em 1995, um ano antes de Erwin Rexall ser eleito presidente. Erwin Rexall, faz inúmeras alterações na constituição podendo-se recandidatar sem limite, impondo um regime de ferro à população, autorizando a morte indiscriminada de milhares de sem-teto que há muito infestam as cidades, resultado da crise econômica.

Em pleno colapso da economia mundial, em guerra com o Irã que fez arder inúmeras fontes de petróleo, em 2009 o impensável acontece. Uma bomba incendiária mata todos os membros do governo de Rexall, deixando este em coma profundo. Como resultado deste atentado, reivindicado por mais de 60 organizações, o então ministro da agricultura, Howard Nissen, assume o lugar de presidente. Democrata e ambientalista convicto, Nissen dá uma grande volta aos desígnios do país, reconhecendo a independência da Nação Apache, assinando um armistício com a Rússia e mobilizando todas as tropas para a Amazônia, local devastado por empresas de hambúrgueres que se tornaram imensamente poderosas e que defendem a todo o custo as pastagens da principal fonte de alimento americana.

Martha Washington (nome da mulher do primeiro presidente dos EUA), a personagem principal da série, é uma menina nascida em 1995 no seio de uma pobre família negra, que vive no complexo Cabrini Green.
Conseguindo fugir do complexo com apenas 14 anos, Martha é testemunha dos eventos históricos que atravessam os EUA.

Martha está quase sempre na linha da frente destes eventos por se ter alistado à PAX, uma suposta força de paz americana deturpada e a serviço do governo para fins escusos. Quem se alista na PAX tem seu registo criminal limpo. Martha aproveitando a oportunidade, vai para a frente de combate na Amazônia onde é ferida.


A guerra na Amazônia mostrou-se desastrosa com pesadas baixas de ambos os lados. Alvo de vários atentados, o governo americano começa a ser minado por dentro, numa nova guerra civil.

Lutando contra ou ao lado de todas as personagens relevantes da série, Martha demonstra tenacidade e bravura, escolhendo sempre o menor de vários males de forma a poder salvar seu país de inúmeras ameaças.

NOTA do BLOG: Quando “Give me liberty” chegou ao Brasil em 1991, provocou protestos e gerou preocupação entre alguns militares brasileiros, que viam a obra como uma preparação psicológica das gerações que no futuro testemunhariam a invasão da Amazônia.

 
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