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O video de divulgação, publicado em um site dedicado às Forças Especiais iraquianas, apresenta os meios militares do país. Em destaque aparecem os tanque M1A1-Abrams e os 208s Cessna comprados dos Estados Unidos. As imagens também mostram um F-16IQ Fighting Falcon, apesar de a compra dos 18 exemplares do caça só ter previsão de fechamento para 2014 ou 2015, segundo dados da Força Aérea americana.
De acordo com análise do portal Defense Industry Daily, “sob uma perspectiva realista, o Iraque só será capaz de garantir a soberania nacional por volta de 2016 – e alguns analistas acreditam que poderá levar ainda mais tempo”.
FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Forças Terrestres)
O Estados Unidos poderão manter um contingente entre 6 mil e 15 mil combatentes no Afeganistão após a retirada das tropas da OTAN, prevista para 2014. A informação teria vindo de oficias a par dos planos encomendados pelo presidente Barak Obama e entregues ao Pentágono pelo comandante da missão americana no território afegão, general John Allen.
Foi pedido ao general que desenvolvesse uma estratégia para a retirar parte das tropas ao longo dos próximos dois anos, bem como manter alguma presença após a missão multinacional. Segundo oficiais superiores, Allen teria oferecido ao presidente Obama três planos possíveis, que no momento aguardam aprovação do secretário de Defesa, Leon Panetta.
A proposta mais modesta propõe um contingente de 6 mil a 6.500 combatentes apenas para procurar membros do Talebã, da Al Qaeda e demais células terroristas no país. O plano demandaria basicamente Forças Especiais, um número limitado de tropas de apoio, e poucos recursos para assistência e treinamento das forças afegãs.
Uma opção intermediária, envolvendo cerca de 10 mil militares, ainda teria ênfase no combate ao terrorismo, mas também realizaria um trabalho mais expressivo de treinamento e capacitação do contingente local, especialmente para as Forças Especiais, e em escala mais limitada para as tropas convencionais.
A estratégia mais dispendiosa exigiria em torno de 15 mil soldados, disponibilizaria mais tropas convencionais para treinar as Forças de Defesa afegãs, e garantiria mais apoio nas operações anti-terroristas.
No segundo semestre de 2012, a OTAN e o governo do Afeganistão concordaram em traçar planos para que as forças estrangeiras encerrem a missão no país e passem as atividades de segurança para as autoridades locais.
FONTE: Army Recognition (Tradução e adaptação do Forças Terrestres)
VEJA TAMBÉM:
Segundo informações divulgadas pela emissora de TV Al-Jazeera, o ministro da defesa do Iraque Sadun Al-Dulaymi negou que Bagdá tenha cancelado um acordo de aquisição de armamentos da Rússia estimado em 4,2 bilhões de dólares.
“O acordo segue em frente”, afirmou Al-Dulaymi durante entrevista coletiva em Bangladesh. O ministro também negou que houvesse corrupção nas negociações do contrato, e acrescentou que o governo iraquiano apenas não emitiu relatório acerca do contrato de compra para o comitê anti-corrupção dentro do prazo estipulado.
Ao anunciar, na última sexta-feira (09), o cancelamento da compra de armas, o porta-voz do ministro delarou à agência AFP que “quando Maliki voltou de sua viagem à Rússia, ele tinha suspeitas acerca de corrpução. Então ele decidiu rever o acordo”. E acrescentou: “estão sendo feitas investigações em cima dessa questão”.
Após visita feita no mês passado pelo primeiro ministro do Iraque, Nouri al-Maliki, à Rússia e encontro com o primeiro ministro russo Dimitri Medvedev, os dois países firmaram um acordo que prevê a entrega de helicópteros de ataque e sistemas de artilharia móvel.
O membro do Comitê de Defesa e Segurança da Assembléia Nacional iraquiana, Hassan Jihad, declarou à RIA Novosti que, em breve, uma nova delegação do país deve ir à Rússia para assinar uma versão revisada do contrato de aquisição de armamentos.
O acordo entre Iraque e Rússia prevê a entrega de 30 helicópteros de ataque Mi-28NE e 50 exemplares do sistema de artilharia de curto alcance Pantsir-S1.
FONTE: RIA Novosti (Tradução e adaptação do Forças Terrestres a partir de original em inglês)
O vice-premiê russo Dmítri Rogózin afirmou recentemente que a comissão da indústria bélica está examinando a possibilidade de criar empresas militares privadas no país. Com a declaração, inicia-se a legalização de um mercado paralelo de serviços de guerra.
Apesar da falta de uma base na legislação russa para o desenvolvimento das EMP (empresas militares privadas), essas já operam há quase dez anos em zonas de conflito estratégicas.
A “Antiterror-Oriol”, por exemplo, foi criada por Serguêi Isaakovi, que foi um alto executivo da empresa de aviação russa “Vnukovskie Avialinii”. Com apoio do empresário Suleiman Kerimov, a EMP atua desde 2003 no Iraque, participando ocasionalmente de ações militares na proteção de propriedades e escolta de cargas.
A baixa competividade das EMPs russas, que são registradas “offshore”, está tanto na restrita oferta de serviços quanto nos baixos pagamentos de seus funcionários.
Enquanto as empresas russas oferecem serviços de uma companhia de segurança comum, os principais players do mercado há muito passaram à especialização, principalmente em consultoria e preparação especial.
A norte-americana “Academi” (como foi rebatizada a mundialmente famosa “Blackwater”), por exemplo, tem como principal nicho a preparação de militares dos EUA. Em sua própria base de treinamento, a empresa organiza cursos de tiro, de combate corpo a corpo e de direção em situações de alto risco. O principal cliente da “Academi” é o governo dos Estados Unidos.
As EMPs israelenses, por sua vez, conquistaram uma posição sólida no mercado mundial em consultoria, ocupando-se da montagem de complexos sistemas de segurança e espionagem. Já as britânicas estão se especializando em administração de riscos, logística e defesa de infraestrutura financeira.
A segurança e a organização de escoltas nas zonas de maior risco, em países instáveis, geralmente é entregue a subcontratadas que são escolhidas entre empresas menores.
Mesmo depois de legalizadas, as EMPs russas dificilmente terão sucesso no mercado monopolizado por britânicos e norte-americanos. Por enquanto, elas não podem concorrer em áreas de alta tecnologia, o que as leva a ter como principal atividade a contratação de mercenários.
Além disso, na atualidade, a Rússia não conduz campanhas militares no exterior e não precisa fortalecer a “retaguarda”, em forma de estruturas militarizadas privadas.
O governo está mais interessado em outros tipos de estruturas militares comerciais: os exércitos paramilitares corporativos e étnicos.
Os primeiros são representados pelos serviços de segurança de empresas industriais que atuam em regiões de conflito. O quadro de funcionários dessas instituições já ultrapassou o do FSB (Serviço Federal de Segurança, na sigla em russo).
A legalização dos empreendimentos militares de segurança permitiu o uso de mão de obra externa (“outsourcing”) por essas empresas quando necessárias habilidades especiais – por exemplo, para o combate a ataques de piratas. Nesse caso, a preparação dos funcionários da própria companhia não se justifica comercialmente.
Já as EMPs que contratam especialistas com perfil específico conseguem realizar a tarefa exigida com mais rapidez e eficiência. Além disso, elas podem reforçar legalmente o próprio potencial de segurança.
Junto com os serviços corporativos de segurança que contam com grande autonomia na atividade internacional, os exércitos paramilitares comerciais podem se mostrar necessários no território nacional.
Uma de suas funções poderia ser a segurança da zona de fronteira em regiões distantes, onde há evidente pressão migratória de fora, como no Extremo Oriente.
As vantagens comerciais e táticas da criação de EMPs, porém, não mudam o fato de que a privatização gradual da defesa, tanto dentro quanto fora do país, é uma bomba-relógio. Na verdade, sua legalização significa a ampliação do direito à violência, até então monopólio do poder estatal.
A legalização das EMPs vai acarretar inevitavelmente na intensificação da rotatividade do mercado paralelo de armas.
No futuro, as empresas militares privadas podem se transformar em verdadeiros agentes de política interna, tomando partido a favor de um ou outro “centro de forças”.
Em essência, isso pode estimular uma subsequente espiral de neofeudalismo na Rússia.
Além das vendas pela Internet, a Revista Forças de Defesa, 4ª e 5ª edições, poderá ser comprada em Bancas Parceiras no Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Porto Alegre, nos endereços abaixo:
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- Banca do Osny - Rua São José, em frente ao nº 90 - Centro – Telefone: (21) 2533-9029
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São Paulo
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- Banca Bruno - Av. Paulista nº 2202 - Bela Vista – Telefone: (11) 3289-7776
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- Banca Ivan - Av. Paulista, 2006 – Consolação
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- Banca Horizonte, Rua Amazonas, na praça Belo Horizonte, Pituba, Bahia
- Banca Cultural, Av. Oceânica, ao Lado do Ondina Apart Hotel e do Speed Lanches, Bahia
- Banca Shopping Barra, Av. Centenário, Shopping Barra, 1º Piso, Bahia
- Livraria Aeroporto, no Aeroporto Luis Eduardo Magalhães, Bahia
Clique aqui para acessar matéria no Poder Naval
Finalmente saiu mais uma edição da nossa revista impressa Forças de Defesa, agora com 116 páginas!
Muito mais informação de qualidade que você não encontra nem em sites e nem nas outras revistas do mercado.
A 5ª Edição traz reportagem exclusiva do BPC Dixmude, o mais novo navio multitarefa da Marinha Francesa, análise sobre a necessidade de caças de 5ª geração para o Brasil e matéria especial sobre os 40 anos do início da construção das fragatas classe “Niterói”, com entrevista exclusiva do vice-almirante José Carlos Coelho de Sousa, que teve participação decisiva no programa das fragatas no início da década de 1970.
Esta edição da Revista Forças de Defesa conta ainda com uma super cobertura da Eurosatory 2012 pelo nosso correspondente na França, Jean François Auran, matéria sobre a história e o desenvolvimento do Veículo Brindado Guarani, com fotos e informações inéditas, e muito mais.
Clique na imagem abaixo para fazer a degustação de algumas páginas da revista Forças de Defesa número 5:
A revista Forças de Defesa 5ª edição será distribuída para as principais bancas, livrarias e revistarias do Brasil.
Quem prefere comprar sem sair do conforto de casa continuará podendo adquirir a Forças de Defesa pela Internet, usando os botões do PagSeguro (boleto) ou Paypal (cartão de crédito).
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Para adquirir o seu exemplar, clique num dos botões abaixo. Use o PagSeguro para gerar um boleto pagável em qualquer banco e o PayPal para pagar com cartão de crédito. Ao efetuar a compra por estes botões, favor informar o endereço completo para o envio. Os lotes das revistas são enviados semanalmente, após a confirmação do pagamento.
Qualquer dúvida ou informação entre contato através do e-mail: revista@fordefesa.com.br.
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Atendendo a pedidos de diversos leitores da nossa revista Forças de Defesa, criamos os botões para a compra das 3 edições de 2012, programadas para publicação em julho (Nº5), outubro (Nº6) e dezembro (Nº7).
O preço de cada edição é de apenas R$18,00, totalizando R$54,00 pelas três edições. O preço já inclui o envio pelos Correios em embalagem protetora especial. Para assinar, clique num dos botões abaixo. Use o PagSeguro para gerar um boleto pagável em qualquer banco ou o PayPal para pagar com cartão de crédito.
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A Revista Forças de Defesa nº 4, nº 3 e alguns exemplares da nº 1, poderá ser encontrada nas bancas de jornais parceiras, segue abaixo a localização:
Rio de Janeiro – RJ
- Banca do Osny na Rua São José, em frente ao nº 90, perto do Edifício Central no Centro do Rio de Janeiro;
- Banca Meridien na Av. Princesa Isabel, em frente ao nº 60, Copacabana, Rio de Janeiro;
- Banca Sr. Rodolfo na Av. Pasteur nº 493, Urca, Rio de Janeiro;
- Banca Petrópolis na Rua do imperador nº 428, próximo ao centro histórico de Petrópolis;
- Banca Bruno, Av. Paulista nº 2202, Bela Vista, São Paulo;
- Look Revistas, Livros e Jornais, Av. São Luis nº 258, sobreloja 27, Centro, São Paulo;
Porto Alegre – RS
- Revistaria RCZ Publicações, Av. Assis Brasil, 3522 – Loja 126 – Lindóia Shopping, Jardim Lindóia, Porto Alegre.
- Banca Horizonte, Rua Amazonas, na praça Belo Horizonte, Pituba, Bahia
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- Banca Shopping Barra, Av. Centenário, Shopping Barra, 1º Piso, Bahia
- Livraria Aeroporto, no Aeroporto Luis Eduardo Magalhães, Bahia
A compra também poderá ser feita pela internet, pelo Pagseguro ou Paypal, lembrando que pela internet os exemplares da 1ª e 2ª edições esgotaram, somente será possível efetuar a compra da 3ª, 4ª e 5ª edições.
Aproveite para adquirir a 3ª e 4ª Edição, os exemplares já estão se esgotando.
OBS: A partir do dia 09/08 será possível encontrar a Revista Forças de Defesa nº 5 na Banca Bruno em São paulo e Banca do Osny no Rio de Janeiro.
A Distribuição para as bancas de jornais das principais capitais será feita pela Fernando Chinaglia.
O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira que cooperará com o Haiti no projeto de restabelecimento das forças de Defesa do país caribenho, objetivo para o qual enviará uma comissão militar nas próximas semanas.
A decisão foi adotada durante uma reunião realizada em Brasília entre o ministro da Defesa, Celso Amorim, e seu colega haitiano, Jean Rodolphe Joazile, segundo um comunicado oficial.
“Demos hoje um primeiro passo a pedido do governo do Haiti e mandaremos ao país uma pequena missão que não tem nada a ver com a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti)”, disse Amorim.
O ministro acrescentou que a comissão se concentrará em analisar as necessidades do Haiti e terá o objetivo de determinar “o diagnóstico” sobre como deve ser desenvolvida a ajuda, especialmente na área de engenharia militar.
“É importante sinalizar o fato de que no futuro o Haiti terá que tomar conta de sua própria segurança”, completou Amorim. Segundo esta versão, a ajuda se centraria em um primeiro momento em temas de engenharia e foi analisada a possibilidade de abrir vagas para haitianos nas escolas militares brasileiras do ramo.
Amorim acrescentou que o eventual apoio na estruturação de novas forças de Defesa será desenvolvido no âmbito da cooperação bilateral existente. O ministro haitiano, por sua parte, destacou o compromisso do governo de seu país para que as forças de segurança se submetam a princípios democráticos e ao poder civil.
Durante o encontro, ambos ministros revisaram a permanência das tropas brasileiras desdobradas na Minustah, presente no país desde 2004. Amorim reiterou o compromisso brasileiro de continuar colaborando com a missão da ONU, ao mesmo tempo em que destacou a intenção de reduzir para cerca de mil uniformizados o atual contingente.
“Evidentemente estaremos no país o tempo que for necessário. No entanto, não é bom nem para o Brasil, nem para a ONU nem para o Haiti que seja uma permanência eterna”, comentou.
FONTE: Agência EFE via Terra Notícias

Um MBT (Main Battle Tank) genuinamente nacional, projetado em tempo recorde para competir com os melhores de sua classe. Este foi o EE-T1 Osório, um carro de combate desenvolvido e produzido pela Engesa visando o mercado externo.
Infelizmente o bom projeto acabou tornando-se um mau negócio, pois nenhuma unidade deste MBT foi comercializada. Conheça a história do Osório, matéria publicada na revista Forças de Defesa número quatro!

É lá que está uma reportagem especial sobre este fantástico carro de combate de “primeiro mundo” projetado por um país de “terceiro mundo”. Fotos inéditas, características técnicas, histórico, ilustrações, tudo isso e muito mais você encontra numa matéria bastante completa. Neste post você pode ver algumas das 15 páginas da reportagem.

Além do Osório, na Forças de Defesa número 4 você também vai encontrar uma grande reportagem sobre os programas de aquisição de caças pelo mundo neste Século XXI na seção do Poder Aéreo, a cobertura da FIDAE 2012, os 30 anos da Guerra das Malvinas na seção do Poder Naval e muito mais!
Não espere que o número 4 se esgote, como já aconteceu com o número 2, garanta já o seu exemplar, por apenas R$18,00. O preço já inclui o envio pelos Correios com embalagem protetora.

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Para adquirir os números anteriores (o número 2 está esgotado), tirar dúvidas sobre outras formas de pagamento e demais informações, envie um e-mail para revista@fordefesa.com.br
Ao comprar a revista, o leitor torna-se assinante dos sites das Forças de Defesa, podendo postar comentários (desde que sejam obedecidas as boas regras de convívio) após o seu cadastramento.

É pelo índice que começa uma boa leitura, e também o desejo de conhecer mais sobre detalhes do desenvolvimento do carro de combate Osório, sobre o SAS do Reino Unido, os destinos de um canhão e de um almirante britânico se encontrando nas Guerras Napoleônicas, os “programas F-X” que movimentaram o mercado de caças neste século XXI, as opções de navios de apoio logístico para a Marinha, os 30 anos da Guerra das Malvinas, as decisões políticas na área de defesa e muito mais.
E isso é só o começo do número quatro da revista “Forças de Defesa”, mais uma edição imperdível para a sua coleção.
Atenda hoje mesmo ao seu desejo de saber mais sobre tudo isso: garanta já o seu exemplar, por apenas R$18,00. O preço já inclui o envio pelos Correios com embalagem protetora.
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Finalmente saiu mais uma edição da nossa revista impressa Forças de Defesa, de 96 páginas. Esta edição está particularmente “densa”, com muita informação de qualidade que você não encontra nem em sites e nem nas outras revistas do mercado.
A número 4 traz um levantamento de todos os programas de aquisição de caças (denominados “Programas F-X”) que ocorreram ao longo deste início de Século ao redor do planeta. Foi uma árdua tarefa que demandou muita pesquisa e formatação, mas que no final trouxe gratas e interessantes conclusões sobre quais os caças que mais foram negociados neste período. Muitos poderão até se surpreender com o resultado final.
Os combates aeronavais da Guerra das Malvinas, que estão completando 30 anos, também estão neste número, assim como o lendário almirante Horatio Nelson. Falamos também sobre os novos navios de apoio logístico que estão sendo oferecidos à Marinha do Brasil, a história do desenvolvimento do carro de combate Osório, e muito mais.
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Hoje, dia 26-12-11, foi despachado o 1º lote da Revista Forças de Defesa número 3. O número de rastreio será enviado por e-mail aos compradores.
Finalmente saiu a revista Forças de Defesa número 3!
Clique na apresentação acima para fazer a degustação de algumas páginas da edição número 3 da revista Forças de Defesa, de 96 páginas. Garanta já o seu exemplar, por apenas R$18,00. O preço já inclui o envio registrado pelos Correios e a embalagem protetora.
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