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Reféns foram libertados sem ferimentos e todos os nove sequestradores que estavam com eles foram mortos durante a operação

 

A foto ao lado mostra o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao lado de sua mulher, Michelle, logo após o discurso sobre o Estado da União, realizado na noite de terça-feira (24). No telefone, Obama conversa John Buchanan e informa a ele que membros das Forças de Operações Especiais dos Estados Unidos libertaram sua filha, Jessica, de 32 anos, e o dinamarquês Poul Hagen Thisted, de 60 anos. Os dois, funcionários de uma ONG que, estavam sequestrados desde outubro por um grupo de piratas que age na costa da Somália e no Golfo de Aden.

Os dois reféns trabalhavam em uma unidade de retirada de minas terrestres do Conselho de Refugiados Dinamarquês, uma ONG que dá todo o tipo de assistência a refugiados somalis em Mogadíscio, a capital do país. Eles foram capturados em Galkayo, enquanto monitoravam as atividades de ajuda humanitária.

Jessica e Thisted foram libertados sem ferimentos e todos os nove sequestradores que estavam com eles foram mortos durante a operação. Segundo informação da agência Associated Press, o resgate foi realizado pela mesma unidade militar que matou, em maio de 2011, o terrorista Osama Bin Laden, chefe da Al-Qaeda.

O resgate de reféns na Somália foi realizado pela mesma equipe de SEALs da Marinha que encontrou e matou Osama Bin Laden, disseram à Associated Press dois funcionários da administração americana que pediram para manter o anonimato. A unidade é o Grupo Naval de Desenvolvimento de Combate Especial, também conhecido como Time 6 SEAL. Os membros da unidade que realizaram o resgate não eram os mesmos que mataram Bin Laden, disseram os funcionários do governo.

Ainda segundo a AP, a operação foi comandada a partir do Comando da África das Forças Armadas dos Estados Unidos, baseado em Stuttgart, na Alemanha. Na semana passada, o comando recebeu a informação de que Jessica Buchanan estava com problemas de saúde e, dias depois, recebeu a informação de sua localização. Após confirmar que os reféns estavam no local indicado, a operação foi realizada.

Ao programa Today, da rede NBC, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, afirmou que o governo “queria agir e agiu”. Em nota, Obama disse que “não poderia estar mais orgulhoso das tropas que realizaram a missão e dos dedicados profissionais que apoiaram seus esforços”.

FONTE/FOTOS: Época/Pete Souza / Casa Branca e Conselho de Refugiados Dinamarquês / AP

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O americano Chris Kyle, atirador de elite da Seal, grupo especial da marinha americana, detém uma controversa marca: ele foi o soldado que mais matou durante o serviço militar. Aos 37 anos e já reformado, Chris exterminou 255 pessoas, ultrapassando com folga o número máximo anterior de 109 mortes, de um soldado durante a Guerra do Vietnã.

No recém-lançado livro “American sniper – a autobiografia do mais letal atirador da história militar americana”, ele dá detalhes sobre a sua ação no Iraque e relata a frieza e a precisão que foi adquirindo ao longo dos dez anos na função.

De acordo com o site britânico “Telegraph”, ele ficou conhecido entre os insurgentes iraquianos como “al-shaitan Ramad”, o diabo de Ramadi, uma cidade no centro do país. Até uma recompensa de US$ 20 mil era oferecida para quem conseguisse capturá-lo ou matá-lo. Já seu apelido entre os colegas de farda era “a lenda”.

No livro, ele conta como atirou – e acertou – em um homem que apontava um lançador de foguetes para o comboio americano a mais de 1,9 km de distância, um de seus feitos mais famosos. “Deus assoprou aquela bala e o acertou”, afirma.
Durante a segunda batalha de Fallujah, Chris Kyle exterminou 40 pessoas. Oficialmente, as Forças Armadas americanas só contabilizam 150 mortes no seu currículo. Mesmo sem o reconhecimento carimbado, ele desfila suas histórias e afirma não ter arrependimento algum das mortes que causou, pelo contrário: diz adorar tudo que fez.

FONTE: Agência O Globo

NOTA DO FORTE: Veja aqui a matéria completa no site do Daily Mail, em inglês.

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O 1º Sgt Inf Paulo Estevão Santana da Silva, da Brigada de Operações Especiais do Exército Brasileiro (OM de elite baseada em Goiânia/GO), concluiu em 11 de novembro, o Curso de Comandos do Exército do Chile. Dos 77 alunos, entre oficiais e praças, que iniciaram o curso em 28 junho, 32  foram brevetados Comandos Além do Sgt Estevão, concluíram o curso três militares não chilenos: um mexicano e dois argentinos.

FONTE: EB

 

No dia 11 de novembro, o 1º Ten de Cavalaria Otávio Guimarães Munhoz, do 1º Batalhão de Ações de Comandos (baseado em Goiânia/GO), concluiu o Curso de Comandos Orientais, coordenado pelo Batalhão de Infantaria Paraquedista nº 14 e pelo Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército Nacional Uruguaio, em Montevidéu, capital daquela nação. O oficial brasileiro foi um dos destaques do curso.

FONTE: EB

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Recentemente, na cidade russa de  Tambov, houve um encontro de forças antiterroristas daquele país. O evento foi composto de quatro fases. No primeiro, veículos penetraram os limites de uma unidade militar, e duas pessoas foram apreendidas, uma com documentos falsos e outra suspeita de atividades ilícitas. Na fase seguinte foram avaliados equipamentos militares, com o estágio seguinte ocorrendo numa arena esportiva, no qual foi executada a retomada do local em posse dos ”terroristas”. A fase final foi integrada por exibição de tais elementos.

FONTE: Ministério do Interior da Rússia (MVD)

 

(El País, 08) 1. A agência antidrogas dos EUA tem cinco comandos operacionais que realizam missões secretas em países da América Central, América do Sul e Caribe, segundo foi revelado ao jornal The New York Times. Esse pequeno exército de operações especiais foi criado há seis anos para combater o cultivo de ópio pelos talibãs no Afeganistão, mas nos últimos anos, e no contexto da onda de mortes provocadas no México pelas atividades dos cartéis de drogas, a Casa Branca teria autorizado que o grupo fosse enviado em missões nos países vizinhos. Até hoje, e segundo revelou o jornal citando fontes anônimas da Administração norte americana, esses soldados têm realizado missões em Honduras, Haiti, República Dominicana, Guatemala e Belize, entre outras nações.

2. Foi o ex-presidente George W. Bush que criou os cinco comandos secretos sob o nome de Equipe de Apoio e Assessoramento de Dispersão Estrangeira (FAST, na sua sigla em inglês). Cada esquadrão tem 10 soldados. Cada um dos cinco grupos do FAST seria composto por um agente especial, que é o supervisor, quatro agentes especiais, e um especialista em investigação de inteligência. Os grupos FAST, que recebem formação especializada, implantados no Afeganistão, com dois grupos atuando simultaneamente e com revezamento a cada 120 dias, disse a fonte anônima.

3. Foi o atual presidente Barack Obama que autorizou, após sua chegada ao poder em 2009, a implantação desses cinco esquadrões da DEA na América Latina, além das áreas de cultivo de ópio no Afeganistão. A Casa Branca admitiu abertamente a mudança nas operações. O treinamento e o equipamento dos soldados é de responsabilidade do Pentágono. Os soldados norte-americanos não têm o poder de prender cidadãos estrangeiros em países com os quais não estão em guerra, portanto, neste caso, geralmente são acompanhado por grupos militares nacionais, que ajudam em suas missões. Alguns países têm negado a presença de tropas dos EUA em seu território nacional. É o caso do México, que, no entanto, aceitou outras formas de assistência, como espionagem de narcotraficantes através de aeronaves não tripuladas, os “drones”.

FONTE: El Pais, via Ex-Blog do Cesar Maia

Noventa soldados britânicos foram envolvidos na operação da OTAN na Líbia, informou o secretário de Defesa Philip Hammond.

As tropas estavam entre 1.200 funcionários do Reino Unido enviados ao exterior como parte da Operação Ellamy, codinome utilizado pelo Ministério da Defesa para o conflito na Líbia.

Anteriormente, os ministros afirmaram que “um punhado” de oficiais do exército britânico seriam enviados para “avisar” comandantes rebeldes conspirando para derrubar o ditador líbio coronel Muammar Gaddafi, que foi morto na semana passada.

Hammond revelou os números após uma solicitação do Parlamentar do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn.

O secretário de Defesa disse que 350 marinheiros da Marinha Real e 700 aviadores da RAF foram enviados ao exterior como parte da Operação Ellamy.

Oficialmente, a contribuição britânica foi para atender à Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU e envolveu Bombardeios a alvos militares, e disparo de mísseis de navios e submarinos a partir da costa da Líbia, bem como assessoria os líderes rebeldes.

Hammond disse que os números eram aproximados, acrescentando: “que o número de pessoal no exterior oscila em uma base diária por uma variedade de razões, incluindo ausência temporária para a evacuação de treinamento, por razões médicas, o rotação de forças”.

FONTE: British Forces Broadcasting Service

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