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vinheta-clipping-forte1O governo do Afeganistão proibiu no último dia 24 os militares de elite dos Estados Unidos de continuarem suas operações na província estratégica de Maidan Wardak, vizinha à capital Cabul. A decisão foi tomada devido às reclamações de que afegãos a serviço das forças especiais americanas mataram e torturaram moradores de vilas na área. A proibição, no entanto, só entra em vigor em duas semanas.

Maidan Wardak é considerada crucial para a defesa da capital contra os talibãs, que usam a região a Sudoeste de Cabul para se reunirem antes dos ataques. Se de fato for colocado em prática, o veto à ação das forças especiais será ainda mais significativo diante da retirada programada das forças regulares dos EUA da área. Até o fim do primeiro semestre deste ano os americanos esperam que suas tropas convencionais passem a atuar apenas no aconselhamento das tropas afegãs no Leste do país, deixando as tropas de elite como únicas opções para ofensivas na região.

Ainda no dia 24, oficiais da coalizão ocidental criticaram a decisão do governo do Afeganistão. Eles também procuravam mais explicações sobre que episódios levaram os afegãos a decretarem a proibição das operações, assim como que tipo de acusações elas desencadearam. Já as autoridades afegãs descrevem a medida como último recurso. Aimal Faizi, porta-voz do presidente Hamid Karzai, contou que o Conselho de Segurança Nacional do Afeganistão decidiu impor a proibição depois de semanas tentando, e não conseguindo, explicações da coalizão ocidental sobre as reclamações de que moradores de Maidan Wardak estavam sendo mortos, torturados ou simplesmente desaparecendo.

Vídeos e fotos como prova

Embora as autoridades afegãs tenham reafirmado que preferem atuar em conjunto com as tropas estrangeiras, a medida está sendo vista como um sinal de que o governo do país deseja limitar as ações das forças ocidentais se considerar que elas não atendam aos melhores interesses dos afegãos. Os episódios de violência foram atribuídos a afegãos ou afegãos-americanos que trabalham com as forças especiais dos EUA, disse Faizi, acrescentando que fotos e vídeos dos acusados foram repassados ao comando da coalizão.

Após verem as imagens, relatou Faizi, os comandantes da coalizão mostraram-se dispostos a cooperar com as investigações, mas logo mudaram de posição, afirmando que os acusados desapareceram ou nunca trabalharam para as forças americanas. Segundo ele, alguns dos oficiais estrangeiros chegaram inclusive a questionar a veracidade dos episódios. Faizi, no entanto, afirmou não ter dúvidas de que alguém ou algum grupo está torturando e matando os moradores de Maidan Wardak.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

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O Exército dos Estados Unidos enviaram secretamente uma força-tarefa com mais de 150 especialistas para ajudar as Forças Armadas da Jordânia a lidar com a chegada em massa de refugiados sírios e se preparar para as possibilidades de Damasco perder o controle de suas armas químicas e de o conflito se expandir para o restante da região. A informação, divulgada pelo jornal “The New York Times” nesta quarta-feira, foi confirmada horas depois pelo secretário de Defesa, Leon Panetta, durante uma reunião com ministros de países membros da Otan, em Bruxelas.

O secretário informou que os Estados Unidos têm trabalhado com a Jordânia para monitorar armas químicas e biológicas na Síria e ajudar Amã a lidar com o fluxo de refugiados que cruza a fronteira. Mas a revelação de militares americanos tão próximos à fronteira síria sugere uma escalada do envolvimento de Washington no conflito.

- Temos um grupo das nossas forças lá trabalhando para construir quartéis-generais e garantir uma forte relação entre EUA e Jordânia para que possamos lidar com possíveis consequências do que está acontecendo na Síria – disse Panetta.

Mais cedo, o “New York Times” informara que a força-tarefa americana tem como base um centro de treinamento militar jordaniano construído ao norte de Amã. O objetivo agora é focar na ajuda à recepção dos 180 mil refugiados sírios que já cruzaram a fronteira com a Jordânia e estão sobrecarregando os recursos do país. Mas autoridades americanas familiares com a operação contaram ao jornal que a missão também inclui a elaboração de planos para tentar isolar a Jordânia, importante aliado americano na região, do levante na vizinha Síria e evitar qualquer tipo de confronto na fronteira entre os dois países. Elas dizem que a ideia de criar uma zona-tampão entre Síria e Jordânia – que seria administrada por forças de Amã no lado sírio da fronteira e apoiada política e até logisticamente pelos EUA – também foi discutida. Mas, neste momento, a construção da zona ainda é uma incógnita.

A revelação ocorre quando os americanos estão a menos de um mês das eleições presidenciais e quando Barack Obama tem sido acusado pelo adversário Mitt Romney de adotar uma posição muito passiva diante dos conflitos no Oriente Médio. O governo americano se recusa a intervir no conflito sírio e ajuda a oposição ao ditador Bashar al-Assad apenas com o envio de equipamentos de comunicação e assistência não letal. Mas o centro de treinamento perto de Amã pode ser uma peça central se os EUA decidirem mudar sua postura em relação à Síria. O complexo fica a menos de 60 quilômetros da fronteira síria e é a presença americana mais próxima ao conflito.

Autoridades do Pentágono e do Comando Central, que supervisiona as operações militares americanas no Oriente Médio, se negaram a comentar a força-tarefa ou sua missão. Um porta-voz da embaixada jordaniana em Washington também se recusou a falar sobre o assunto na terça-feira.

Missão organizou treinamento com 12 mil soldados de 19 países

Com a escalada da crise na Síria, aumentaram as preocupações em Washington de que a violência possa se espalhar pela região. Na última semana, Síria e Turquia trocaram agressões e morteiros na fronteira, um dos pontos principais da travessia de rebeldes. No ocidente sírio, combates intensos aconteceram perto da fronteira com o Líbano. No leste, o governo de Damasco perdeu o controle de algumas passagens de fronteira, incluindo uma perto de al-Qaim, no Iraque.

A Jordânia também foi afetada pelo conflito. Recentes confrontos eclodiram entre militares sírios e guardas de fronteira jordanianos no norte do país, onde muitos moradores têm família na Síria. Em agosto, uma menina de 4 anos foi ferida em uma cidade da Jordânia, quando sírios atacaram sua casa, e há receio no país de que o aumento acentuado da violência leve a um número ainda maior de refugiados.

A Jordânia, que foi um dos primeiros países árabes a pedir a renúncia de Assad, está cada vez mais preocupada que os militantes islâmicos que vêm de outros países para se juntar aos rebeldes sírios possam cruzar a fronteira porosa entre os dois países e ir para a Jordânia.

A missão americana na Jordânia começou de forma discreta neste verão. Em maio, os EUA organizaram um enorme exercício de treinamento, com cerca de 12 mil soldados de 19 países, incluindo integrantes de forças especiais. Depois que o treinamento acabou, um pequeno efetivo americano ficou em Amã e uma força-tarefa foi montada com especialistas em comunicação e logística, estrategistas e equipe de quartel, disseram autoridades americanas.

- Nós estamos trabalhando lado a lado com nossos companheiros jordanianos em uma série de questões relacionadas à Síria – disse George Little, secretário de imprensa do Pentágono.

Membros da força-tarefa americana passam a maior parte do tempo trabalhando em logística com militares jordanianos, tentando descobrir maneiras de deslocar toneladas de comida, água e sanitários para a fronteira, por exemplo, e treinando militares para lidar com os refugiados. Há um mês, cerca de 3 mil pessoas cruzaram por dia a fronteira jordaniana. De acordo com a ONU, a Jordânia abriga hoje cerca de 100 mil sírios.

FONTE: O Globo

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Bope visita BRT Transoeste para treinar ações com reféns

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Homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) visitaram, nesta terça-feira (17), o BRT Transoeste, corredor expresso que liga a Barra da Tijuca até Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, para treinar ações com reféns.

Policiais conheceram o Centro de Controle, os veículos e as estações. Eles simularam um assalto em um ônibus. O BRT tem 28 estações em funcionamento. Até agosto, outras oito serão inauguradas.

FONTE/FOTO: G1

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Mais de 1.300 militares garantem a tranquilidade das comitivas que passam pelos aeroportos do Rio de Janero e pela Base Aérea do Galeão durante a Rio + 20. Mas, se alguma situação fugir do controle durante desembarque e embarque dos Chefes de Estado, a segurança estará nas mãos de um grupo de elite da Força Aérea Brasileira. Trata-se do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), unidade especializada em operações especiais.

Com máscaras negras sobre o rosto e mantendo o anonimato, os homens do EAS participam da Rio + 20 sem serem vistos, mas de olho nas aeronaves que trarão ao Rio de Janeiro 66 comitivas estrangeiras. O trabalho das Forças Especiais nas missões de Contraterrorismo pode ir desde o acompanhamento à distância até, em último caso, retomar uma aeronave militar sob controle hostil.

“Não basta só ter coragem. É preciso também estudar muito, ter conhecimento doutrinário, estar ligado nas mais recentes estratégias utilizadas ao redor do mundo”, explica um Capitão formado em Infantaria pela Academia da Força Aérea e com cursos de Comandos e Operações Especiais, paraquedismo, mergulho, salto livre, tiro de precisão (sniper), dentre outros. Dependendo da missão, cada membro do grupo precisa utilizar várias técnicas e utilizar armamentos e equipamentos que variam de acordo com a situação tática, como óculos de visão noturna (NVG).

Treinamento para a RIO + 20Apesar das qualidades individuais, a tropa treina inúmeras vezes cada uma das chamadas “hipóteses de emprego”. “Nosso objetivo é estarmos prontos caso seja necessário atuar”, afirmou outro militar dessa tropa de elite. Para entrar no grupo é preciso passar por um rigoroso processo seletivo, que inclui as capacidades físicas e psicológicas.

Além das Operações Especiais, o EAS participa de missões de busca e resgate, como nos casos de aeronaves que se acidentam na região amazônica. Um exemplo foi a queda de um avião da Varig em 1989, em São Félix do Xingu (MT), quando 42 sobreviventes foram salvos. O Esquadrão também atuou enchentes de Santa Catarina, em 2008, e acidentes com aviões da Gol, em 2006, e Air France, em 2009.


FONTE:
FAB

Durante 13 dias, soldados mapearam trecho perto de Suriname e Guiana. Tropa descobriu garimpos, pistas clandestinas, tráfico de animais e trilhas.

 

Militares brasileiros realizaram pela primeira vez o reconhecimento de uma área na fronteira do Brasil com o Suriname e a Guiana considerada até então desconhecida pelos órgãos públicos.

Segundo o general Eduardo Villas Bôas, comandante militar da Amazônia, o levantamento ocorreu devido ao “grande desconhecimento” da região ao norte do Rio Trombetas, no Pará, e na tríplice fronteira.

“É uma área de difícil acesso, com rios cheios de cachoeiras, não navegáveis, grande vazio populacional e mata fechada. Considerávamos uma região de sombra, que nunca havíamos pisado antes, pois não tem como chegar lá por estradas, embarcações ou aeronaves“, disse o general ao G1.

“Por isso, determinei que uma tropa especializada fosse esmiuçar a mata e coletar informações”, acrescentou.

Durante a operação, realizada neste mês, 16 integrantes da Força 3 – unidade formada por Comandos e Forças Especiais (a tropa de elite do Exército) e baseada em Manaus (AM) – ficaram 13 dias na floresta amazônica.

A missão era mapear tribos isoladas, garimpos ilegais, pistas clandestinas e outros crimes transfronteiriços, de acordo com o comandante da Força 3, tenente-coronel André Lúcio Ricardo Couto.

A ação começou a partir do pelotão de fronteira de Tiriós, localizado a 12 km da divisa do Pará com o Suriname. A partir dali, os soldados seguiram de helicóptero até dois pontos fictícios próximos aos rios Curiau e Cafuni, que ingressam no Brasil a partir do Suriname e da Guiana e, no Pará, formam o Rio Trombetas.

As coordenadas exatas não são divulgadas por questões estratégicas, pois nos locais o Exército pretende implantar futuramente novos pelotões de fronteira.

No total, a área percorrida tem 400 quilômetros de extensão na fronteira do Pará com Suriname e Guiana, segundo o coronel André Lúcio. “Em localidades que imagens de satélite e mapas apontavam como sendo habitadas por tribos, não encontramos nada. Também descobrimos pequenas pistas de pouso próximas a terras indígenas, que podem ser usadas por garimpeiros”, disse.

Ao localizar pequenos grupos de indígenas, os militares desciam de rapel na mata e passavam alguns dias na localidade coletando dados.

Foram descobertos pontos de tráfico ilícito de dois pássaros silvestres – curió e bicudo – e duas trilhas clandestinas que levam brasileiros para o trabalho ilegal em minas do lado surinamês, uma delas cruzando terras indígenas.

Duas aldeias, do outro lado da fronteira, são a porta de entrada para os garimpeiros – uma maior, a cinco dias da linha que separa os dois países, e outra menor, a apenas seis horas de caminhada do Brasil.

Os dados coletados pela tropa serão compilados em um relatório que será repassado para diversos órgãos públicos, como Funai (Fundação nacional do Índio) e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que têm interesse em saber o que ocorre na área, informou o general Villas Bôas.

O envio dos militares da Força 3 à área inóspita ocorreu durante a Operação Ágata 4, que reuniu mais de 8,5 mil militares para reprimir crimes nas fronteiras de Amazonas, Roraima, Pará e Amapá.

FONTE: G1

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SEAL Team Six resgata reféns na Somália

Reféns foram libertados sem ferimentos e todos os nove sequestradores que estavam com eles foram mortos durante a operação

 

A foto ao lado mostra o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao lado de sua mulher, Michelle, logo após o discurso sobre o Estado da União, realizado na noite de terça-feira (24). No telefone, Obama conversa John Buchanan e informa a ele que membros das Forças de Operações Especiais dos Estados Unidos libertaram sua filha, Jessica, de 32 anos, e o dinamarquês Poul Hagen Thisted, de 60 anos. Os dois, funcionários de uma ONG que, estavam sequestrados desde outubro por um grupo de piratas que age na costa da Somália e no Golfo de Aden.

Os dois reféns trabalhavam em uma unidade de retirada de minas terrestres do Conselho de Refugiados Dinamarquês, uma ONG que dá todo o tipo de assistência a refugiados somalis em Mogadíscio, a capital do país. Eles foram capturados em Galkayo, enquanto monitoravam as atividades de ajuda humanitária.

Jessica e Thisted foram libertados sem ferimentos e todos os nove sequestradores que estavam com eles foram mortos durante a operação. Segundo informação da agência Associated Press, o resgate foi realizado pela mesma unidade militar que matou, em maio de 2011, o terrorista Osama Bin Laden, chefe da Al-Qaeda.

O resgate de reféns na Somália foi realizado pela mesma equipe de SEALs da Marinha que encontrou e matou Osama Bin Laden, disseram à Associated Press dois funcionários da administração americana que pediram para manter o anonimato. A unidade é o Grupo Naval de Desenvolvimento de Combate Especial, também conhecido como Time 6 SEAL. Os membros da unidade que realizaram o resgate não eram os mesmos que mataram Bin Laden, disseram os funcionários do governo.

Ainda segundo a AP, a operação foi comandada a partir do Comando da África das Forças Armadas dos Estados Unidos, baseado em Stuttgart, na Alemanha. Na semana passada, o comando recebeu a informação de que Jessica Buchanan estava com problemas de saúde e, dias depois, recebeu a informação de sua localização. Após confirmar que os reféns estavam no local indicado, a operação foi realizada.

Ao programa Today, da rede NBC, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, afirmou que o governo “queria agir e agiu”. Em nota, Obama disse que “não poderia estar mais orgulhoso das tropas que realizaram a missão e dos dedicados profissionais que apoiaram seus esforços”.

FONTE/FOTOS: Época/Pete Souza / Casa Branca e Conselho de Refugiados Dinamarquês / AP

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O americano Chris Kyle, atirador de elite da Seal, grupo especial da marinha americana, detém uma controversa marca: ele foi o soldado que mais matou durante o serviço militar. Aos 37 anos e já reformado, Chris exterminou 255 pessoas, ultrapassando com folga o número máximo anterior de 109 mortes, de um soldado durante a Guerra do Vietnã.

No recém-lançado livro “American sniper – a autobiografia do mais letal atirador da história militar americana”, ele dá detalhes sobre a sua ação no Iraque e relata a frieza e a precisão que foi adquirindo ao longo dos dez anos na função.

De acordo com o site britânico “Telegraph”, ele ficou conhecido entre os insurgentes iraquianos como “al-shaitan Ramad”, o diabo de Ramadi, uma cidade no centro do país. Até uma recompensa de US$ 20 mil era oferecida para quem conseguisse capturá-lo ou matá-lo. Já seu apelido entre os colegas de farda era “a lenda”.

No livro, ele conta como atirou – e acertou – em um homem que apontava um lançador de foguetes para o comboio americano a mais de 1,9 km de distância, um de seus feitos mais famosos. “Deus assoprou aquela bala e o acertou”, afirma.
Durante a segunda batalha de Fallujah, Chris Kyle exterminou 40 pessoas. Oficialmente, as Forças Armadas americanas só contabilizam 150 mortes no seu currículo. Mesmo sem o reconhecimento carimbado, ele desfila suas histórias e afirma não ter arrependimento algum das mortes que causou, pelo contrário: diz adorar tudo que fez.

FONTE: Agência O Globo

NOTA DO FORTE: Veja aqui a matéria completa no site do Daily Mail, em inglês.

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O 1º Sgt Inf Paulo Estevão Santana da Silva, da Brigada de Operações Especiais do Exército Brasileiro (OM de elite baseada em Goiânia/GO), concluiu em 11 de novembro, o Curso de Comandos do Exército do Chile. Dos 77 alunos, entre oficiais e praças, que iniciaram o curso em 28 junho, 32  foram brevetados Comandos Além do Sgt Estevão, concluíram o curso três militares não chilenos: um mexicano e dois argentinos.

FONTE: EB

 

No dia 11 de novembro, o 1º Ten de Cavalaria Otávio Guimarães Munhoz, do 1º Batalhão de Ações de Comandos (baseado em Goiânia/GO), concluiu o Curso de Comandos Orientais, coordenado pelo Batalhão de Infantaria Paraquedista nº 14 e pelo Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército Nacional Uruguaio, em Montevidéu, capital daquela nação. O oficial brasileiro foi um dos destaques do curso.

FONTE: EB

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Recentemente, na cidade russa de  Tambov, houve um encontro de forças antiterroristas daquele país. O evento foi composto de quatro fases. No primeiro, veículos penetraram os limites de uma unidade militar, e duas pessoas foram apreendidas, uma com documentos falsos e outra suspeita de atividades ilícitas. Na fase seguinte foram avaliados equipamentos militares, com o estágio seguinte ocorrendo numa arena esportiva, no qual foi executada a retomada do local em posse dos ”terroristas”. A fase final foi integrada por exibição de tais elementos.

FONTE: Ministério do Interior da Rússia (MVD)

 

(El País, 08) 1. A agência antidrogas dos EUA tem cinco comandos operacionais que realizam missões secretas em países da América Central, América do Sul e Caribe, segundo foi revelado ao jornal The New York Times. Esse pequeno exército de operações especiais foi criado há seis anos para combater o cultivo de ópio pelos talibãs no Afeganistão, mas nos últimos anos, e no contexto da onda de mortes provocadas no México pelas atividades dos cartéis de drogas, a Casa Branca teria autorizado que o grupo fosse enviado em missões nos países vizinhos. Até hoje, e segundo revelou o jornal citando fontes anônimas da Administração norte americana, esses soldados têm realizado missões em Honduras, Haiti, República Dominicana, Guatemala e Belize, entre outras nações.

2. Foi o ex-presidente George W. Bush que criou os cinco comandos secretos sob o nome de Equipe de Apoio e Assessoramento de Dispersão Estrangeira (FAST, na sua sigla em inglês). Cada esquadrão tem 10 soldados. Cada um dos cinco grupos do FAST seria composto por um agente especial, que é o supervisor, quatro agentes especiais, e um especialista em investigação de inteligência. Os grupos FAST, que recebem formação especializada, implantados no Afeganistão, com dois grupos atuando simultaneamente e com revezamento a cada 120 dias, disse a fonte anônima.

3. Foi o atual presidente Barack Obama que autorizou, após sua chegada ao poder em 2009, a implantação desses cinco esquadrões da DEA na América Latina, além das áreas de cultivo de ópio no Afeganistão. A Casa Branca admitiu abertamente a mudança nas operações. O treinamento e o equipamento dos soldados é de responsabilidade do Pentágono. Os soldados norte-americanos não têm o poder de prender cidadãos estrangeiros em países com os quais não estão em guerra, portanto, neste caso, geralmente são acompanhado por grupos militares nacionais, que ajudam em suas missões. Alguns países têm negado a presença de tropas dos EUA em seu território nacional. É o caso do México, que, no entanto, aceitou outras formas de assistência, como espionagem de narcotraficantes através de aeronaves não tripuladas, os “drones”.

FONTE: El Pais, via Ex-Blog do Cesar Maia

Video curtinho das Tropas de Misseis Estratégicos: http://www.youtube.com/watch?v=7kK34aP3MYo

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Noventa soldados britânicos foram envolvidos na operação da OTAN na Líbia, informou o secretário de Defesa Philip Hammond.

As tropas estavam entre 1.200 funcionários do Reino Unido enviados ao exterior como parte da Operação Ellamy, codinome utilizado pelo Ministério da Defesa para o conflito na Líbia.

Anteriormente, os ministros afirmaram que “um punhado” de oficiais do exército britânico seriam enviados para “avisar” comandantes rebeldes conspirando para derrubar o ditador líbio coronel Muammar Gaddafi, que foi morto na semana passada.

Hammond revelou os números após uma solicitação do Parlamentar do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn.

O secretário de Defesa disse que 350 marinheiros da Marinha Real e 700 aviadores da RAF foram enviados ao exterior como parte da Operação Ellamy.

Oficialmente, a contribuição britânica foi para atender à Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU e envolveu Bombardeios a alvos militares, e disparo de mísseis de navios e submarinos a partir da costa da Líbia, bem como assessoria os líderes rebeldes.

Hammond disse que os números eram aproximados, acrescentando: “que o número de pessoal no exterior oscila em uma base diária por uma variedade de razões, incluindo ausência temporária para a evacuação de treinamento, por razões médicas, o rotação de forças”.

FONTE: British Forces Broadcasting Service

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