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A guerrilha comunista colombiana, as Forças Armadas Revolucionários da Colômbia, as Farc, se apossaram ilegalmente de terras, em “igual ou pior” proporção que os grupos paramilitares de extrema direita, garantiu neste domingo o funcionário responsável por aplicar uma lei de devolução de terras.

Álvaro Balcázar, diretor da Unidade de Consolidação e Reconstrução Territorial, disse ao jornal El Tiempo, de Bogotá, que as Farc possuem fazendas de 5.000 a 42.000 hectares em nome de testas de ferro.

“A apropriação (de terras) das Farc é igual ou pior (a dos paramilitares). Os grupos guerrilheiros baseiam sua permanência no controle do território”, disse Balcázar.

No dia 1º de janeiro, entrou em vigor uma lei que busca devolver entre 1,5 milhão e 2 milhões de hectares de terra aos desalojados pelo conflito interno armado com que a Colômbia sofre há cerca de meio século, com a ação de guerrilhas, paramilitares e narcotráfico.

Segundo o governo de Juan Manuel Santos, que incentivou essa lei, dentro de uma iniciativa para reparar os danos causados aos prejudicados pelo conflito colombiano, as vítimas de grupos guerrilheiros, paramilitares e de agentes da força pública a partir de 1985 (cerca de 4 milhões de pessoas) serão indenizadas, e os desalojados pela força a partir de 1991 (cerca de 400.000 famílias) serão restituídos.

De acordo com Balcázar, as Farc se apropriaram de terras especialmente nos departamentos (províncias) de Meta (centro) e Caquetá (sul). Ele informou que, nessas regiões, como em outras onde a guerrilha “ainda tem o controle do território”, é muito difícil devolver a terra aos camponeses, por temor de represálias.

O funcionário explicou que uma das formas pelas quais as Farc se apoderam de terras é levando as crianças e as famílias, que se negam a sair. “Se não há um Estado que as proteja, as pessoas acabam fazendo o que as Farc necessitam que elas façam, não por vontade, mas sim pressionadas pela ameaça e a intimidação”, observou.

Balcázar reconheceu que a ausência do Estado em muitas regiões do país favoreceu a apropriação de terras por parte dos grupos armados ilegais. Segundo o Ministério da Defesa, as FARC – com 47 anos de luta armada contra o Estado – contam com entre 8.000 e 9.000 combatentes.

FONTE: Terra

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, chega neste domingo na América Latina para uma viagem entre Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador. Cada vez mais isolado por causa das sanções impostas por potências ocidentais ao setor petrolífero iraniano, o mandatário deve pedir apoio a líderes latino-americanos que, como ele, também são abertamente contra a política americana, como é o caso de Hugo Chávez.

Apreensivos por causa do programa nuclear de Teerã, EUA e outros países europeus aprovaram uma série de embargos contra o governo do país com o objetivo de pressionar os iranianos a desistir da energia atômica. Washington qualificou o encontro de Ahmadinejad com rivais americanos como uma demostração de que o Irã está “desesperado para ter amigos”.

“Estamos deixando absolutamente claro aos países de todo mundo que não é o momento de estreitar vínculos, nem de segurança nem econômicos, com o Irã”, disse a porta-voz americana Victoria Nuland.
A primeira parada de Ahmadinejad será na Venezuela. A vinda do mandatário iraniano foi criticada pela oposição do país, mas Chávez disse que o presidente será “bem-vindo. Os dois países alimentam uma relação estreita. Teerã chegou, inclusive, a construir fábricas e fazendo em território venezuelana. O presidente iraniano vem, oficialmente, à América Latina para participar da cerimônia de posse do presidente reeleito da Nicarágua, Daniel Ortega. Ahmadinejad não virá ao Brasil desta vez.

Irã anuncia que vai começar a enriquecer urânio em bunker

Em um “futuro próximo”, o Irã começará a enriquecer urânio dentro de uma montanha, disse uma autoridade. Medida que provavelmente irá aumentar ainda mais a tensão entre Teerã e as potências ocidentais que suspeitam que o governo iraniano está tentando fabricar armas nucleares.

A decisão tomada pela República Islâmica de conduzir atividades atômicas delicadas em um local subterrâneo dará maior proteção contra um possível ataque inimigo. Há meses o Irã vem dizendo que está se preparando para levar seu trabalho de refinamento de urânio de alto nível da usina de enriquecimento em Natanz para Fordow, uma instalação perto de Qom, cidade sagrada para os muçulmanos xiitas no centro do Irã.Os Estados Unidos e seus aliados dizem que o Irã está tentando construir bombas, mas Teerã insiste que seu programa nuclear visa apenas à geração de energia e tem objetivos médicos.

FONTE: Agência O Globo

Segundo presidente norte-americano, força “enxuta” e “ágil” será a mais bem equipada na história do país

 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, revelou nesta quinta-feira (5) a nova estratégia de Defesa do país, que vai resultar, segundo ele, em um Exército “mais enxuto” e “ágil” com o uso de tropas menores em solo em meio a cortes no orçamento federal. Mas ele ressaltou que os Estados Unidos vão manter o que ele chamou de Exército mais bem equipado da história norte-americana.

Numa rara aparição no salão de instruções do Pentágono, Obama divulgou os contornos da revisão da estratégia de defesa, cujo objetivo é lidar com os cortes de centenas de bilhões de dólares no orçamento militar e reorientar as prioridades de segurança, após uma década dominada pelas guerras no Afeganistão e no Iraque.

Obama disse que o Exército será mais enxuto, mas prometeu ao mundo que os Estados Unidos manterão sua “superioridade militar” com forças de combate prontas para qualquer ameaça.

“Nosso Exército será mais enxuto, mas o mundo deve saber: os Estados Unidos vão manter sua superioridade militar com forças armadas que são ágeis, flexíveis e prontas para uma gama completa de contingências e ameaças”, afirmou o presidente.

Obama disse que a revisão da estratégia está centrada nas necessidades militares do país depois do “fim das longas guerras da última década”.

Apesar do foco no corte orçamentário, os Estados Unidos vão fortalecer sua presença na região Ásia-Pacífico, já que “reduções orçamentárias não virão às custas desta região crítica”, disse o presidente. Os Estados Unidos também “permanecerão vigilantes” no Oriente Médio. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

FONTE: Gazeta do Povo

DUBAI, 6 Jan 2012 (AFP) -Os Estados árabes que estão apenas a poucos quilômetros do Golfo do Irã estão observando, tensos, as perspectivas de uma guerra entre Teerã e o Ocidente, um conflito que nenhum deles deseja e que todos sabem que poderá arruinar suas economias.
Esse temor real está levando os Estados ricos em petróleo a aumentar suas defesas enquanto esperam que a diplomacia possa prevalecer nas ambições regionais de Teerã e colocar um fim a seu preocupante programa nuclear.

“Nenhum Estado do Golfo quer a guerra, mas todos estão se preparando para a possibilidade que isso possa acontecer”, afirmou disse o analista militar Riad Kahwaji.
A tensão aumenta enquanto o Ocidente continua pressionando Teerã sobre seu programa nuclear e a União Europeia ameaça uma proibição total das importações de petróleo iraniano.

O Irã ameaçou fechar o estratégico Estreito do Ormuz – que liga o Golfo ao Mar Arábico e por onde passam 20% do petróleo mundial transportado pelo mar – se as vendas de petróleo forem bloqueadas.
Os Estados Unidos, cuja Quinta Frota da marinha está baseada no Estado do Golfo de Bahrein, que está presente militarmente em um certo número de outros países, o que levou Teerã a dizer que não vai tolerar qualquer movimento.

Esses leais aliados de Washington serão empurrados para uma guerra com o Irã se Teerã os atacar, explica Kahwaji, que dirige o Instituto para o Oriente Médio e Análise Militar do Golfo (Inegma) com sede em Dubai.
“O relógio está correndo e nós no Golfo não temos controle sobre isso”, acrescentou o analista político kuwaitiano Sami al-Faraj em relação a um possível ataque israelense e americano contra o Irã.
Muitas vezes no passado, o Irã alertou que atacaria as instalações militares americanas nos Estados do Golfo Árabe no caso de guerra.

Além da Quinta Frota, Qatar hospeda o Comando Central dos EUA, há cerca de 23 mil tropas americanas no Kuwait e cerca de 2 mil tropas militares dos EUA nos Emirados Árabes Unidos.
O site “Mashreq”, alinhado com as Guardas Revolucionárias do Irã, disse que os alvos no Golfo já foram escolhidos, de acordo com o jornal pan-árabe Al-Hayat.
O primeiro-ministro catariano, o xeque Hamad bin Jassem Al-Thani, cujo país tentou, no passado, reduzir as lacunas entre Teerã e as nações do Golfo, disse que estas devem contribuir para resolver a crise.

“Eu acredito que todos nós temos um interesse em que não haja conflitos no Golfo”, disse ele recentemente, acrescentando que os Estados do Golfo estão “naturalmente preocupados” com o aumento da tensão EUA-Irã.
“Já vivemos conflitos militares e todos nós sabemos que não há vencedor nesses conflitos, especialmente para os países ao redor do Golfo”, disse ele.
Além das ameaças externas, os Estados do Golfo têm que lidar com a ameaça das famosas células adormecidas que, suspeita-se, o Irã está espalhando pela região.

“Ouvimos falar em medidas preventivas em muitos países para lidar das células adormecidas do Irã”, disse Kahwaji.
O desejo de evitar a guerra está acompanhado de outro, de conter a influência regional do Irã.
“Há agora duas posições no Golfo”, disse Faraj. “Uma rejeita completamente recorrer à guerra a menos que seja imposta”.
“A segunda vê a necessidade de conter a interferência iraniana na Síria, Iraque, Líbano, Iêmen e Sudão e está ventilando a tensão sectária (no Golfo), apesar de não necessariamente através dos conflitos armados”.
A segunda corrente tem se “tornado mais forte” recentemente, acrescentou.

Faraj disse à AFP: “são os países do Golfo que sofrerão mais porque estamos ao alcance dos foguetes iranianos”, observando, junto com Kahwaji que eles têm instalações de petróleo estratégicas e centros financeiros e de negócios em suas costas, próximas ao Irã.
O maior terminal petrolífero da Arábia Saudita de Ras Tanura, por exemplo, em apenas 180 quilômetros distantes da costa do Irã. Abu Dhabi, outro importante produtor de petróleo está longe apenas 220 quilômetros.

Enquanto esperam, os Estados do Golfo estão aumentando as compras de material de defesa.
No mês passado, a Arábia Saudita assinou um acordo avaliado em US$ 29,4 bilhões para comprar 84 caças americanos F-15 e aprimorar outros 70 caças.
Pouco depois, um acordo de armamento de US$ 3,48 bilhões dos Emirados Árabes veio à tona, incluindo o avançado antimíssil Terminal High Altitude Area Defense System (Thaad).
Em 2011, os Estados Unidos e a Arábia Saudita anunciaram um acordo de US$ 1,7 bilhão para reforçar as baterias de mísseis Patriot, enquanto o Kuwait comprou 209 mísseis por US$ 900 milhões.

FONTE: AFP, via Terra

A Hungria e o fascismo

Governo vem manifestando prazer em violar todos os princípios da União Europeia

 

GILLES LAPOUGE É CORRESPONDENTE EM PARIS – O Estado de S.Paulo

Como se não bastassem os muitos problemas enfrentados por causa do desastre da zona do euro, eis que a União Europeia agora está com uma nova batata quente nas mãos. E grande. Um país inteiro. Trata-se da Hungria, que faz parte do bloco europeu e cujo primeiro-ministro, Viktor Orban, tem constantemente provocado Bruxelas.

Primeiro em seus discursos e, há alguns dias, por meio de novas leis, o governo de Orban, que representa a direita dura e autoritária da Hungria, vem manifestando um prazer doentio em violar espetacularmente todos os princípios da União Europeia, os quais todo o país que adere ao bloco deveria respeitar.

Há alguns dias, por exemplo, Orban organizou um controle implacável da mídia, desrespeitando a liberdade de imprensa, um dos dogmas sagrados da União Europeia. E, no primeiro dia do ano, entrou em vigor uma Constituição húngara que acaba com a independência do Judiciário, da Suprema Corte e do Banco Central.

Todos os poderes ficam nas mãos do partido do premiê, o Fidesz. Além disso, dispositivos distorcidos e opacos tornam quase impossível a destituição do primeiro-ministro. Em Bruxelas, reina a fúria. A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, se disse “inquieta” com a democracia húngara.

A todos esses alertas, Orban responde com escárnio. Podemos perguntar como essa política antieuropeia e projetada por uma ala fascista é tolerada pela sociedade húngara. Duas respostas: a primeira é que Orban foi um “herói” da libertação do país do jugo da União Soviética. Ainda jovem e eloquente, aos 26 anos, ele teve a audácia de reivindicar a realização de eleições livres na Hungria. Desde então, mostrou-se uma figura talentosa. Seu partido é poderoso. Além do que, Orban é vice-presidente do PPE, o “clube” dos partidos conservadores europeus, que estão majoritariamente no poder na União Europeia.

A segunda resposta é mais inquietante. A Hungria jamais demonstrou uma grande paixão pela democracia. Ela apoiou os governos mais sórdidos da recente história europeia, o regime de Adolf Hitler, por exemplo. Essa tendência autoritária não deve ser esquecida. Prova disso é que, se o partido conservador de Orban detém dois terços das cadeiras do Parlamento, um outro, ainda mais extremista, o Jobbik, obteve 15% dos votos.

Esse partido, fascista para não dizer coisa pior, criou uma milícia paramilitar, a Guarda Húngara, que usa um uniforme inspirado nos fascistas de 1940 e tem multiplicado suas bravatas. Esses “iluminados” do Jobbik seriam responsáveis pelo assassinatos de ciganos. É verdade que Orban condenou essas mortes, mas a polícia acobertou a infâmia. Mesmo que o premiê tenha denunciado os assassinatos, ele humilha sistematicamente os ciganos, com o assentimento entusiasta do povo, tendo chegado a impor o trabalho obrigatório em canteiros de obras públicas, para eles tenham direito a benefícios sociais.

O governo, porém, tem um ponto frágil: a economia húngara está deteriorada. Acaba de ser inserida na categoria de “especulativa” pelas agências de classificação Moody’s e Standard & Poor’s. A Hungria tem a necessidade urgente de um crédito de 15 a 20 bilhões, que solicitou ao Banco Mundial e ao FMI.

Segundo notícias recentes, as duas instituições internacionais teriam interrompido os contatos com Budapeste em protesto contra a decisão de colocar o Banco Central húngaro sob tutela do Estado. Por quanto tempo? / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

FONTE: Estadão

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O americano Chris Kyle, atirador de elite da Seal, grupo especial da marinha americana, detém uma controversa marca: ele foi o soldado que mais matou durante o serviço militar. Aos 37 anos e já reformado, Chris exterminou 255 pessoas, ultrapassando com folga o número máximo anterior de 109 mortes, de um soldado durante a Guerra do Vietnã.

No recém-lançado livro “American sniper – a autobiografia do mais letal atirador da história militar americana”, ele dá detalhes sobre a sua ação no Iraque e relata a frieza e a precisão que foi adquirindo ao longo dos dez anos na função.

De acordo com o site britânico “Telegraph”, ele ficou conhecido entre os insurgentes iraquianos como “al-shaitan Ramad”, o diabo de Ramadi, uma cidade no centro do país. Até uma recompensa de US$ 20 mil era oferecida para quem conseguisse capturá-lo ou matá-lo. Já seu apelido entre os colegas de farda era “a lenda”.

No livro, ele conta como atirou – e acertou – em um homem que apontava um lançador de foguetes para o comboio americano a mais de 1,9 km de distância, um de seus feitos mais famosos. “Deus assoprou aquela bala e o acertou”, afirma.
Durante a segunda batalha de Fallujah, Chris Kyle exterminou 40 pessoas. Oficialmente, as Forças Armadas americanas só contabilizam 150 mortes no seu currículo. Mesmo sem o reconhecimento carimbado, ele desfila suas histórias e afirma não ter arrependimento algum das mortes que causou, pelo contrário: diz adorar tudo que fez.

FONTE: Agência O Globo

NOTA DO FORTE: Veja aqui a matéria completa no site do Daily Mail, em inglês.

VEJA TAMBÉM:

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As Forças Armadas da Rússia planejam utilizar o sistema de mísseis de defesa aérea Pantsir-S1, produzido pela KBP na região de Tulsk, para a proteção de pontos estratégicos durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, em 2014.

O site da KBP informou que em novembro de 2011, no âmbito dos preparativos das Olimpíadas de Inverno, foram realizados exercícios militares utilizando quatro unidades do sistema.

Atualmente a empresa tem contrato de fornecimento do Pantsir-S1 para os Emirados Árabes Unidos e planos de expansão das suas vendas para os mercados da América Latina, incluindo Brasil, Venezuela, Bolívia, Colúmbia, Peru, Equador e Chile.

FONTE: Diário da Rússia

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  1. Índia, US$ 6,6 bilhões ou cerca de 10% do total
  2. EAU, US$ 6,1 bilhões
  3. Austrália, US$ 5,2 bilhões
  4. Arábia Saudita, US$ 4,7 bilhões
  5. Coreia do Sul, US$ 3,6 bilhões
  6. Iraque, US$ 2,75 bilhões
  7. EUA, US$ 2,43 bilhões
  8. Venezuela, US$ 2,3 bilhões
  9. Turquia, US$ 2 bilhões
  10. Paquistão, US$1,8 bilhões
FONTE: news.ifeng.com

(BBC/Washington, 21) 1. Após um início de governo marcado pela expectativa de que mudaria o rumo da política externa brasileira, a presidente Dilma Rousseff completará um ano no poder sem grandes diferenças em relação a seu antecessor, dizem analistas consultados pela BBC Brasil. “Acho que há essencialmente uma continuidade”, disse à BBC Brasil o historiador americano John French, professor da Duke University, na Carolina do Norte.

2. No entanto, apesar da aparente sinalização inicial de mudança, nesta semana o Brasil voltou a se abster em uma votação na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que condenou violações de direitos humanos no Irã. No entanto, mesmo em outros temas, como as crises na Síria ou na Líbia, a atuação brasileira no primeiro ano do governo de Dilma não trouxe grandes mudanças em relação a seu antecessor.

3. O Brasil se absteve na votação no Conselho de Segurança, em março, que aprovou uma ação militar na Líbia sob a justificativa de proteger civis. Também demorou a reconhecer os rebeldes líbios que derrubaram o governo de Muamar Khadafi e assumiram o poder. O Brasil também não foi favorável a sanções contra a Síria em votações no âmbito do Conselho de Segurança da ONU – já que nesse fórum há o risco de que resoluções resultem em ação militar, como ocorreu no caso da Líbia.

FONTE: BBC, via Ex-Blog do Cesar Maia

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A Aviação do Exército da Venezuela comecará a receber os dez helicópteros de ataque de última geração Mi-28NE Night Hunter adquiridos na Rússia no próximo ano.

Há seis meses, Anatoli Isaikin, director general de Rosoboronoexport, intermediaria estatal rusa para la comercialización de material militar, revelou que Venezuela havia adquirido dez Mi-28NE em abril de 2010, que estavam pendentes de entrega.

Ainda que tal aquisição tenha sido anteriormente cogitada, ainda não há confirmação oficial acerca da sua concretização por parte da Venezuela. É possível que a mesma faça parte do novo crédito de US$ 4 bilhões para a aquisição de armamento concedido pelo governo russo. A Aviação do Exército atualmente dispõe de 10 helicópteros de ataque Mi-35M2, os quais serían complementados pelos dez Mi-28NE. Deste modo, a Venezuela será o primeiro usuário externo do “Havoc”

Fonte: Carlos E. Hernández, Caracas (Infodefensa.com)

 
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