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Anderson Scardoelli

A emissora de TV por assinatura argentina Cablevisión teve sua sede, em Buenos Aires, invadida por militares na tarde desta terça-feira, 20. A ocupação durou cerca de três horas e o veículo chegou a ficar fora do ar em alguns momentos, conforme afirma o site da empresa. O canal pertence ao maior grupo de comunicação do país, que é responsável pela publicação do Clarín.

Em sua versão online, o Clarín criticou duramente a decisão dos militares. De acordo com o site, a invasão ao canal de TV aconteceu devido a uma ordem judicial com base em uma denúncia apresentada pelo concorrente Supercanal, a quem o grupo mandatário da TV invadida classificou como “alinhado ao Kirchenismo”. O termo faz alusão ao sobrenome da presidente argentina, Cristina Kirchner.

Outra reclamação do Clarín é o fato de a decisão judicial, que acatou a denúncia e permitiu que cerca de 50 militares entrassem nos estúdios da Cablevisión, ter sido emitida pela Justiça de Mendoza, interior da Argentina, cidade em que o grupo ressalta não ter nenhuma operação. O site do jornal também publica que a ação militar foi acompanhada na íntegra por profissionais de emissoras que apoiam o governo de Cristina, sendo citados como “ultraoficialistas”.

Segundo o Clarín, o advogado da empresa televisiva já apresentou duas denúncias criminais por invasão e abuso de autoridade. O veículo ainda menciona que a ação realizada hoje foi sem precedentes, podendo ser comparada apenas na ocasião em que a redação do Clarín foi “recebida” por cerca de 200 fiscais em 2009.

“A polícia ocupou o nono andar do prédio, trancou-nos e pediu todos os documentos para os executivos da empresa. Eles foram, então, ocupando outros andares da sede da Cablevisión. Eles também checaram os pertences de cada pessoa que entrou na sede da empresa”, relata o site do Clarín.

FONTE: Portal Comunique-se

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1. O quadro internacional sofreu mudanças significativas em 2011. A crise europeia tem encoberto uma crise maior: o fim do ciclo liberal hegemônico desde o final dos anos 70 com a ascensão de Thatcher no Reino Unido. Nesse sentido, a crise financeira de 2008 vai muito além da irresponsabilidade e da especulação. A questão do Euro -déficits e dívidas-, nesse sentido, é uma crise conjuntural grave e a ponta visível daquele final de ciclo.

2. Quando se fala em reforma institucional da União Europeia, com perda parcial de soberania dos países sobre suas políticas fiscais, há que se lembrar que o orçamento é a razão histórica de ser dos parlamentos. Portanto, a perda parcial de soberania seria dos próprios parlamentos. Isso aponta para um ciclo que começa a ser desenhado, com instâncias coletivas de ampliação da esfera estatal.

3. A decisão de responder a crise das dividas com restrições orçamentárias, gera uma restrição internacional ao crédito para evitar efeitos multiplicadores adicionais e um processo recessivo que atravessará 2012, pelo menos. Seja pelo canal comercial, seja pelo canal creditício, as economias fora do eixo dos EUA-Europa já sentem as consequências. No caso do Brasil, se conjuga esse quadro internacional com os efeitos internos de 2010, da irresponsabilidade fiscal, da bolha creditícia, da perda de competitividade industrial e da insegurança cambial, todos com reflexos inflacionários.

4. A América Latina continuou navegando sem sinal de tendência. Piñera no Chile, Santos na Colômbia e Molina na Guatemala apontaram para a direita. Humala no Peru, Ortega na Nicarágua e Cristina Kirchner na Argentina reforçaram o populismo. Este quadro e as provocações lançadas contra os EUA terminaram isolando a América Latina, incluindo o Brasil, por sua heterodoxia externa. A China, o Irã e a Rússia avançaram sobre o continente, em especial a China, que se tornou o principal parceiro comercial da América do Sul.

5. O silêncio dos EUA em relação à crise europeia apenas ratificou sua cada vez mais clara preferência pelas relações com a Ásia. A associação de livre comércio dos EUA com países asiáticos, que em breve incorporará o Japão, e que incluiu o Peru e Chile, países do Pacífico, é contundente demonstração disso. A própria tranquilidade em relação ao pós-primavera árabe, a saída do Iraque, mostram que a atenção dos EUA estará concentrada no Irã e na defesa de seus parceiros e espaços estratégicos como a Arábia Saudita e Israel.

6. A política externa europeia teve um forte ajuste em relação ao norte da África (com a decisão da IDC-internacional democrata de centro- e do PPE -partido popular europeu- que tem a maioria no parlamento europeu e onde está a maioria dos governos europeus), ao entender como parte do processo democrático a vitória dos partidos islâmicos e passar a estabelecer, naturalmente, relações interculturais e inter-religiosas com os partidos islâmicos, incorporando aqueles que assim quiserem à própria IDC, como já ocorreu com o partido da Independência do Marrocos no final de 2010.

7. Nesse quadro internacional jogam-se novas estratégias, onde o amadorismo, o voluntarismo e a excitação que tem caracterizado a política externa brasileira só produzirão abraços, tapas nas costas, e isolamento da mesa daquelas decisões estratégicas.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

 

(BBC, 20) 1. O balanço das atividades do Mercosul, que completou 20 anos de integração econômica em 2011, é considerado “decepcionante”, segundo um relatório do renomado Instituto de Estudos Políticos de Paris sobre a América Latina. “A história do Mercosul é pontuada por fases de progresso interrompidas por mudanças políticas ou crises econômicas, e seguidas de retomadas que suscitam um aumento das expectativas, rapidamente desapontadas”, diz o cientista político Olivier Dabène, presidente do Observatório Político da América Latina e do Caribe do instituto parisiense. Segundo o especialista, o Mercado Comum do Sul (Mercosul), integrado pelo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, ainda enfrenta, após 20 anos de existência, “duas fraquezas estruturais”.

2. A primeira delas é a assimetria entre os Estados membros, diz Dabène, autor do capítulo sobre o Mercosul do relatório. “O Mercosul é um processo de integração debilitado por profundas assimetrias de desenvolvimento. O projeto neoliberal (nos anos 90) leva a crer que a integração regional permitirá uma convergência natural das economias”, afirma. “Mas, durante a década de 90, as assimetrias se aprofundaram mais em vez de desaparecer, suscitando uma certa frustração do Paraguai e do Uruguai”. Outra deficiência do Mercosul apontada pelo especialista é a falta de instituições capazes de levar em conta os interesses gerais do bloco. Entre os exemplos citados, está o Parlamento do Mercosul (Parlasul), que possui “atribuições modestas” em relação à tomada de decisões.

FONTE: BBC, via Ex-Blog do Cesar Maia

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Mais de 40 anos depois do fim da guerra, os campos e as florestas do Laos ainda ocultam 80 milhões de artefatos explosivos e minas terrestres, um legado que impede o desenvolvimento deste empobrecido país do sudeste asiático. Os aviões B-52 e Nomad T-28, ambos da força aérea dos Estados Unidos, lançaram mais bombas no Laos durante a Segunda Guerra Mundial do que em toda Europa. Outros cálculos revelam que a planície das Jarras, onde o Vietnã do Norte estabeleceu suas bases, foi bombardeado a cada oito minutos entre 1964 a 1974.

“A cada dia, os agricultores precisam arriscar suas vidas para poderem ir ao trabalho no campo, onde facilmente podem se deparar com explosivos e minas terrestres”, explica à agência EFE a diretora do Centro de Informação da Artilharia sem Detonar de Luang Prabang, a laosiana Nu Kantanon.

Segundo a organização, encarregada de localizar e destruir os projéteis da guerra, mais de 22 mil pessoas morreram por conta das explosões registradas nesta região desde 1974 até a atualidade.

“Um morto ou um ferido por conta da explosão de uma mina traz profundas consequências e um dano irreparável para a família. Trata-se de uma firme marca do perigo que amedronta toda a comunidade”, diz a chefe do centro laosiano.
Entre 1963 até 1974, os Estados Unidos lançaram cerca de 270 milhões de bombas e minas terrestres no território laosiano, segundo as estimativas do Programa Nacional do Laos para a Artilharia sem Detonar.

Os implacáveis bombardeios das forças americanas tentaram destruir o corredor conhecido como “trilha de Ho Chi Minh”, que era usado pelo Exército do Vietcong para abastecer suas tropas infiltradas no sul do país.

Em quase todas as províncias de Laos foram registrados incidentes relacionados com a explosão de minas terrestres, um artefato que continua com carga ativa apesar da passagem dos anos.

“Há regiões onde o nível da superfície contaminada pelos projéteis é tão alto que muitos trabalhadores precisam adaptar sua maneira de viver ao perigoso legado da guerra. Na maioria das vezes, os trabalhadores são obrigados a reduzir de maneira considerável as zonas de cultivo dos terrenos”, indica a encarregada do centro de Luang Prabang.

A periculosidade das minas terrestres representa um empecilho para a economia do país, onde 75% da população se dedicam à agricultura e à pecuária em nível de subsistência.

Além de afetar o setor primário, base da economia deste país comunista, a eventual presença destas minas terrestres dificulta a construção de novas infraestruturas e impede um maior desenvolvimento do setor turístico.

Os programas de localização e desativação de bombas devem ser somados com outro pilar fundamental do programa do Governo laosiano: a educação. Em muitos casos, os fragmentos de antigas bombas são usados para fazer utensílios do lar ou serem vendidos em mercados destinados aos turistas.

“Pedimos aos colégios para explicarem às crianças todos os riscos destes artefatos, seja com representações teatrais e com marionetes, ou com simples conversas”, aponta Nu.
Apesar de a economia do país crescer anualmente aproximadamente 7%, o Laos é considerado um dos países mais pobres e menos desenvolvidos do Sudeste Asiático.

FONTE: Terra/EFE

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Soldado do Futuro Russo

Os russos iniciaram o projeto de um soldado do futuro que deve estar pronto em 2014. Inicialmente deverão comprar equipamentos do Felin frances para testes. A versão russa terá 10 módulos para serem adaptados a várias condições diferentes de combate. Um soldado típico deverá levar 25 kg de equipamento incluindo armas, munição, roupas, blindagem, computador portátil e sistemas de comunicação.

 

Começa a ressaca épica da China

1. A Bolha de crédito da China finalmente estourou. O mercado imobiliário está balançando descontroladamente. É difícil obter bons dados na China, mas algo está errado quando o site de imóveis Homelink relata que o preço das casas novas em Pequim despencou em novembro em relação ao mês anterior. Se isto é remotamente verdade, o calibrado pouso suave que as autoridades chinesas pretendiam está indo muito errado e os riscos girando fora de controle.

2. Os investidores estão subestimando maciçamente o risco de uma aterragem forçada na China, e certamente de outros BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China). Os BRICs estão caindo como tijolos (bric em inglês) e as crises são o home-blown, causado por seus próprios ciclos de altos e baixos de crédito. Acho que é altamente provável que a China vá desvalorizar o yen no próximo ano, arriscando uma guerra comercial.

3. A economia está totalmente fora dos eixos. O consumo caiu de 48pc para 36pc do PIB desde a década de 1990. O investimento subiu para 50pc do PIB. Isso está fora das cartas, mesmo para os padrões do Japão, Coréia ou Taiwan. Nada assim tem sido visto antes em tempos modernos. A Fitch Ratings afirmou que a China é viciada em crédito, mas com cada vez menos vontade para cada dose. Um dólar extra em empréstimos aumentou o PIB em 0,77 dólares em 2007. Agora em 2011 são $ 0,44. “A realidade é que hoje a economia da China exige um financiamento significativamente maior para atingir o mesmo nível de crescimento, como no passado”, disse o analista chinês Charlene Chu.

4. Professor Patrick Chovanec da Tsinghua de Pequim School of Economics, disse que a desaceleração do mercado imobiliário China começou em agosto, quando as empresas de construção informaram que os estoques não vendidos atingiram US $ 50 bilhões. Isso já se transformou em “uma espiral descendente de expectativas”. Uma queima de estoques está em curso. Enquanto isso, a desaceleração está se infiltrando no núcleo das indústrias. A produção de aço tem fraquejado.

5. Pequim foi capaz de contrariar a crise global em 2008-2009 com o desencadeamento de crédito, agindo como um amortecedor para o mundo inteiro. É duvidoso que Pequim pode repetir este truque pela segunda vez.

6. Mark Williams da Capital Economics disse que a grande esperança era que a China usasse sua farra de crédito após 2008, para ganhar tempo, mudando os crônicos sobre-investimento para o crescimento do consumo. “Isso não saiu conforme o planejado. Na verdade, a China enfrenta uma ressaca de desalavancagem épica, como o resto de nós”.

FONTE: A. Evans – Editor de Negócios Internacionais – The Telegraph, 15.12, via Ex-Blog do Cesar Maia

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1. Segundo Douglas Farah, pesquisador sênior do Centro Internacional de Avaliação e Estratégia, nos EUA, “esses “narquitos” bolivianos não têm redes internacionais para mover o produto, quando está terminado”, diz ele. “Entram aí os grandes grupos brasileiros, porque é um mercado muito fácil de alcançar. E também os mexicanos, buscando alternativas para a sua linha de produção. Todos estão ali, tratando de armar as suas redes.” Com 3.500 km de fronteira seca com o Brasil, a Bolívia tem muito mais vias para escoar sua cocaína para cá do que o Peru e a Colômbia. “No último ano e meio, o Brasil se converteu em uma das mais importantes rotas da droga peruana rumo à Europa”, diz Jaime Antezana, especialista em narcotráfico no Peru.

2. Segundo a ONU, a Bolívia é o terceiro maior produtor mundial da folha, com uma área plantada de 31 mil hectares, atrás de Peru e Colômbia. Não há, no entanto, uma estimativa precisa sobre qual seria a área ideal para atender à demanda interna. Uma lei de 1998 reconhece apenas 12 mil hectares como legais para o uso tradicional. Mas o governo anunciou na semana passada que pretende atualizar essa lei.

3. A produção boliviana divide-se em duas grandes regiões. A primeira delas, a dos Yungas, fica no altiplano boliviano, próximo a La Paz. Há ali uma área estimada em cerca de 20,5 mil hectares, com uma produção de 28 mil toneladas, segundo Guedes. A segunda, fica na região conhecida como Chapare, perto de Cochabamba, onde apenas 10,1 mil hectares rendem 27,5 mil toneladas da folha. “De qualquer maneira, isso é muito mais do que se pode mascar ou fazer chá”, afirma Bo Mathiassen, representante da UNODC no Brasil. “A Bolívia ainda tem uma produção muito maior do que a demanda. O resto deve estar indo para o lado errado.”

4. No Chapare, apenas 4% da produção é negociada no mercado de Sacaba, responsável pela comercialização da produção local. O fato de que a folha do Chapare não é considerada própria para o uso tradicional – por ser mais ácida e de menor qualidade – só faz aumentar a suspeita de que boa parte da produção seja desviada para o tráfico.

5. Há países onde o narcotráfico opera com impunidade nas esferas mais altas, como na Venezuela e na Bolívia. Há uma criminalização generalizada desses governos. Seu plano econômico é insustentável e todos se vinculam ao narcotráfico, às Farc [narcoguerrilha colombiana] e a outros grupos criminosos como forma de sobreviver economicamente.

6. Na Presidência boliviana desde 2006, Evo Morales acumula o cargo de presidente da Federação de Cocaleiros do Trópico de Cochabamba. Durante seu governo, a área plantada com coca na Bolívia subiu de 25,4 mil hectares para 31 mil hectares no ano passado.

7. As divergências com os americanos também estão atrasando a assinatura de um convênio entre os dois países e o Brasil para o mapeamento dos plantios da folha de coca na Bolívia. Pelo acordo, o Brasil forneceria imagens de satélite e atuará na capacitação da polícia boliviana para a leitura desses dados. Já os americanos forneceriam equipamentos de GPS e outros para fazer a medição dos cultivos excedentes. Mas, diante da resistência de setores do governo Morales, a formalização desse acordo vem sofrendo sucessivos adiamentos.

FONTE: Valor Econômico, via Ex-Blog do Cesar Maia

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Recentemente foram apresentados ao Ministério da Defesa argentino os projtos do UAV Lipán M3 e do Simulador de Tiro para Artilharia Antiaérea SITARAN II. Ambos os sistemas devem ser operacionais a partir de 2012.

O Lipán M3 é considerado o primeiro do seu tipo a ser desenvolvido na América Latina, como o resultado de um acordo assinado em 1998 entre a Escola Superior Técnica do Exército, o INVAP — que específicamente desenvolveu o seu software de controle — e algumas empresas privadas. Possui uma autonomía de cinco horas e básicamente é utilizado para receber sinais de video de alta resolução e telemetria de radio a alcance próximo a 40 Km. Constituído de fibra de carbono e vidro, pesa 60kg, e possui envergadura de 4.60 m, o seu motor de 156cc levando-o a até 180km/h em uma altitude de 1.800m. Seu equipamento de vigilância é integrado por duas câmeras fixas e uma giratória, num ângulo de 360°. O Lipan decola e aterrisa manualmente, a seguir acompanhando uma rota com pontos de referência. O arteafato voou pela primeira vez dez anos após de iniciado o seu desenvolvimento.

Já o SITARAN II compõe-se do canhão Oerlikon 20mm BO, interface canhão/computador, e subsistemas de pontaria e de áudio. Pretende-se estender esse sistema sobre outras peças de AAA futuramente, de modo a melhorar a operacionalidade de todo o complexo de defesa antiaérea daquele país.

FONTE: M. Borches (infodefensa.com)

 

Recentemente, o Exército dos Estados Unidos em conjunto com o Comando de Operações Especiais encomendou canhões sem recuo suecos Saab Bofors Carl Gustav M3 no valor de US$ 31.5 milhões.  Até então, a arma constava apenas do inventário das Forças Especiais daquela Arma, mas a sua munição ADM  401(do tipo flechete, para emprego em áreas urbanas ou em selva) certamente atraiu o interesse do US. Army como um todo.

Além da AD401, o Carl Gustav M3 pode disparar outros dez tipos de munição em 84mm: a explosiva anti-tanque HEAT 751, capaz de penetrar até 500 mm em blindagens ERA;  HEAT 551C, projetada para destruir fortificações; a HEDP 502, para blindagens mais leves e paredes; a MT 756, capaz de atingir um alvo protegido por um obstáculo, primeiro penetrando neste e a seguir explodindo no alvo; a ASM 509, projetada especificamente para neutralizar prédios e fortificações, podendo usar detonação retardada; a 441D, que pode ser detonada no ar, atingindo tropas em trincheiras; a SMOKE 469C, que produz nuvem de fumaça e a ILLUM 545C, para a iluminação de alvos.

FONTE: US Army e Saab Bofors Dynamics

 

(BBC, 09) 1. Um relatório do departamento Antidrogas dos EUA (DEA) mostrou que o Peru e a Bolívia são países chaves para os cartéis mexicanos em seu processo de expansão, e que operam na América do Sul com perigosas gangues colombianas como Los Rastrojos, Urabeños e Los Paisas. “O Peru está em uma situação crítica em sua luta contra o tráfico de drogas”, diz o relatório da DEA, segundo informou o portal “El Universal” do México, observando que o Peru rivaliza com a Colômbia na produção de cocaína pura.

2. Nesse sentido, afirmam ainda que os traficantes mexicanos envolvidos no tráfico de drogas no Peru estão cada vez mais envolvidos na coordenação de grandes carregamentos de cocaína. Por outro lado, o relatório apresentado ao Senado norte americano, explica que uma das razões para este problema é que o Peru exporta 4% da cocaína consumida nos Estados Unidos, um dos maiores consumidores do mundo, e que os cartéis mexicanos, junto com seus sócios colombianos, têm estrutura operacional e logística para coordenar estas remessas. O relatório indica ainda que a Bolívia é o terceiro maior produtor de cocaína do mundo, e a fronteira com o Peru se transformou em “uma base ideal para as operações do tráfico de drogas”.

FONTE: BBC/Ex-Blog Cesar Maia

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