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Dirección General de Represión del Tráfico Ilícito de Drogas (Dgrtid) do Uruguai e efetivos da Guardia Republicana, realizaram uma operação de grande escala em uma chacara situada na cidade de Toledo Chico, departamento (Estado) de Canelones. Foi a estréia em combate dos veículos russos GAZ-2975 “Tigr” recentemente adquiridos pela Guarda Nacional uruguaia

Os blindados realizaram o asalto a propriedade, percorrendo sem problemas o seu terreno acidentado (montes, desniveis e outros) que proporcionava proteção natural aos meliantes.

 

Na operação foram apreendidas seis pessoas de diferentes nacionalidades, 500 quilos de maconha, 1 quilo de cocaína e vários veículos, entre os quais se destacan 3 caminhões de grandes proporções.

Fonte: (Infodefensa.com) G. Porfilio, Montevideo.

 

1. De acordo com estudo Portas Abertas do Instituto de Educação Internacional, com sede em Nova York, o número de estudantes asiáticos nas universidades norte americanas cresceu para 462 mil estudantes, enquanto o número de estudantes latino americanos caiu para 64 mil alunos.

2. No ano passado, os países com o maior número de estudantes universitários nos Estados Unidos foram a China (158 mil), Índia (104 mil), Coréia do Sul (73 mil), Canadá (28 mil), Taiwan (25 mil), Arábia Saudita (23 mil) e Japão (21 mil).

3. Os estudantes asiáticos, atraídos pelo fato de que as universidades norte americanas ocupam as primeiras posições em todos os rankings mundiais de universidades, consideram que o diploma de uma universidade norte americana é o melhor passaporte para conseguir um bom emprego em seus países. Até mesmo o Vietnã tem 15 mil estudantes em universidades norte-americanas, mais do que o México, que não chega a 14 mil. Entre os países latino-americanos, o México ocupa o primeiro lugar, seguido pelo Brasil, com 9 mil estudantes; Colômbia, com 6 mil; Venezuela, com 5 mil, e Jamaica, com 3 mil.

FONTE: Andrés Openheimer – La Nacion, 22 , via Ex-Blog Cesar Maia

FCS12 da Aimpoint

A empresa Aimpoint mostrou sua mira/sistema de controle de tiro FCS12. O sistema foi projetado para ser instalado no canhão sem recuo Carl Gustaf e no Panzerfaust 3. O sistema tem uma mira tipo ponto vermelho sem zoom e um telêmetro laser. A mira pode ser programada para 50 perfis balísticos diferentes para ser selecionar conforme a munição usada. Uma manete pode ser instalada no lançador para se comunicar com a mira por conexão wireless.

 


  A “Guardia Nacional”, quarto componente das Forças Armadas Nacionais da Venezuela, está incorporando novo armamento individual. Assim, efetivos do Comando Nacional da Guarda do Povo (organismo de segurança cidadã), se exibiram  recientemente, em uma solenidade militar, portando carabinas Beretta Cx4 Storm, de fabricação italiana, substituindo os seus fuzis de assalto russos Kalashnikov AK-103, que é a arma longa padrão dos quatro componentes das Forças Armadas Nacionais.

Storm pesa 2,575 kg contra os 3,40 kg do AK-103, e mede 18 cm menos que o fuzil russo, sendo portanto uma arma mais apropiada a operações de segurança urbana. Outra vantagem é que utilizam o calibre 9×19 mm Parabellum, o mesmo das pistolas Imbel e FN/Browning, que também equipam os guardas nacionais.

 

Fonte:  Carlos E. Hernández, Caracas. (Infodefensa.com)

 

Tablet de Combate

O US Army está desenvolvendo um computador tablet para uso no campo de batalha. O iPad é considerado muito grande para ser usado no campo de batalha e por isso uma versão de 18 x 26 cm com sistema operacional Android é considerado mais adequado. Está planejado ter várias camadas de segurança, como digital ou reconhecimento de voz/face, além da senha e login. Hardware para sistema de segurança wireless também serão necessários. O desenvolvimento é considerado simples, mas a fase de teste deve demorar. As tropas são grandes usuários de tablets e sempre criam softwares específicos para os trabalhos que fazem no campo de batalha.

 

A bomba iraniana

A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU confirmou o que já se sabia: o programa nuclear do Irã não se limita a fins pacíficos. A construção de uma bomba atômica pelo regime dos aiatolás é, ao que parece, questão de tempo.

A evidência acirra as preocupações de parte da comunidade internacional, que mostra-se determinada a impedir o ingresso do país no clube das nações nucleares. A questão é saber se isso, de fato, é possível e qual o melhor caminho a seguir.

Há duas opções em debate: aumentar as sanções econômicas e diplomáticas impostas aos iranianos ou lançar um ataque às instalações onde se imagina que o projeto atômico seja desenvolvido.

As sanções, até agora, têm se mostrado contraproducentes. Em julho, o Irã anunciou que havia aumentado a capacidade de produção de urânio enriquecido (material necessário para a bomba), comprovando que a rodada de punições aplicada pelo Conselho de Segurança em 2010 foi inútil.

Uma agressão militar, no entanto, implica enormes riscos. O Oriente Médio encontra-se conflagrado pela Primavera Árabe e pela deterioração da relação entre israelenses e palestinos. Um ataque teria efeitos imprevisíveis e provavelmente deflagraria nova guerra.

Além disso, não há garantias de que uma operação militar seja capaz de identificar instalações secretas e eliminar a capacidade nuclear daquele país.

Um Irã atômico poderá deixar o mundo menos seguro, mas é preciso ter em mente que construir uma bomba não significa que ela será usada. O país, aliás, situa-se numa região geográfica na qual vizinhos e países próximos possuem capacidade nuclear -como Israel, Paquistão, Índia e Rússia.

O isolamento diplomático ou um ataque reforçariam os próprios motivos alegados pelo Irã para buscar a bomba e uniriam o país em torno do projeto.

Ao que tudo indica, as represálias, sejam quais forem, conseguiriam, no máximo, retardar a conquista da capacidade de produzir o artefato.

Melhor faria a comunidade internacional se conseguisse estimular a abertura política no país, favorecendo a emergência de vozes menos beligerantes – como as sufocadas pela sangrenta repressão à revolta de 2009.

FONTE: Folha de São Paulo

Da BBC

Israel deve contribuir com os esforços para impedir que o Irã obtenha armamentos atômicos abrindo suas instalações nucleares à inspeção internacional, disse à BBC Brasil o cientista Uzi Even, que participou da construção do reator nuclear de Dimona.

Na opinião do físico nuclear israelense, o relatório publicado pela Agencia Internacional de Energia Atômica (AIEA) na última terça feira demonstra que o Irã está prestes a produzir armamentos nucleares e a comunidade internacional não deveria poupar esforços para convencer o país a interromper seu avanço nessa direção.
Segundo o cientista, Israel deveria contribuir com esses esforços abandonando a politica de ambiguidade em relação a seu próprio programa nuclear.

O governo não confirma nem nega possuir armas atômicas. O país não tem um programa declarado de produção de energia nuclear e não comenta a existência do reator de Dimona, conhecido oficialmente como Centro de Pesquisas Nucleares.

Israel não é signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear, ratificado por 189 países (entre eles o Irã).
Os signatários do tratado se comprometem a não desenvolver ou comprar armas atômicas e a se submeterem a inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), da ONU, caso tenham um programa nuclear para fins pacíficos.

Saída honrosa
Israel deveria abrir a instalação nuclear de Dimona à inspeção internacional, disse Uzi Even à BBC Brasil.
Para Even, que nos anos 1960 trabalhou na construção do reator nuclear de Dimona, a abertura do local poderia oferecer uma saída honrosa para o Irã.

O Irã poderia apresentar a abertura de Dimona como uma grande vitória e aproveitar essa oportunidade para abandonar seus planos de produzir armamentos nucleares, explicou.

Uzi Even, professor do departamento de Química da Universidade de Tel Aviv, vem alertando há mais de dez anos para o estado precário e perigoso da instalação nuclear de Israel na cidade de Dimona, no sul do país.
Depois do vazamento radiativo dos reatores nucleares no Japão, em decorrência do terremoto ocorrido em março, Even advertiu que um acidente semelhante ou pior poderia ocorrer em Dimona.

Dimona é um dos reatores nucleares mais velhos do mundo, tem mais de 50 anos, e por razões de segurança deve ser fechado, afirmou.

Para ele, a abertura de Dimona à inspeção internacional poderia causar o fechamento da instalação.
Abrir Dimona seria uma contribuição por parte de Israel nos esforços para frear o Irã, sem perder seu poder de dissuasão, acrescentou.

Rumores
Em Israel estão se intensificando nas últimas semanas os rumores e especulações sobre um suposto plano do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e do ministro da Defesa, Ehud Barak, para atacar o Irã, cujo governo ameaça destruir Israel.

Os rumores, divulgados pela mídia local, deram início a um debate público sobre um eventual ataque de Israel ao Irã para impedir que o país obtenha armamentos nucleares.

De acordo com uma pesquisa de opinião, 41% dos israelenses apoiam a ideia do ataque e 39% são contra.
Entre os analistas militares, alguns consideram a ideia uma loucura e outros a consideram razoável.
Segundo Uzi Even, o relatório da AIEA demonstra que já é tarde demais para uma operação militar.
Os iranianos têm a intenção, o conhecimento e os materiais para produzir uma bomba nuclear, e nessas circunstâncias um ataque já não poderia impedi-los de produzi-la, disse.

Segundo a avaliação de Even, o Irã já teria investido pelo menos US$ 10 bilhões em seu programa nuclear e milhares de funcionários já estariam envolvidos no projeto.

Na opinião dele, para frear o projeto seria necessário convencer os iranianos de que, se continuassem, teriam que pagar um preço alto demais, por meio de sanções econômicas.

No entanto, o especialista em Irã da rádio estatal israelense, Menashe Amir, afirmou que o regime atual do Irã jamais abrirá mão de seu projeto nuclear e que as sanções econômicas não levarão à interrupção do projeto.
Para Amir, a única maneira de interromper a corrida do Irã em direção às armas nucleares seria por uma mudança de regime no país.

FONTE: G1

Uma pequena amostra do que está à espera de forças terrestres inimigas em um eventual ataque ao Irã:

Iranian Army Day 2011

 

ONU debate esta semana relatório com detalhes inéditos sobre planos iranianos

Denise Chrispim Marin

Os EUA e países europeus pressionam Israel a desistir de qualquer plano de ataque a instalações nucleares do Irã. Diante de novas evidências sobre a natureza militar do programa iraniano, que serão divulgadas pela ONU esta semana, potências ocidentais insistiram ontem na adoção de sanções mais duras contra Teerã como alternativa a um ataque – cujas consequências seriam “irreparáveis” e “desestabilizadoras” no Oriente Médio.

Na semana passada, a imprensa israelense divulgou que o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu está tentando persuadir seu gabinete a lançar um ataque-surpresa contra o Irã. Vozes de dentro do governo de Israel, incluindo o alto escalão do Exército e da inteligência, seriam contra a ofensiva.

Em meio ao crescimento do temor de uma ação israelense, a França alertou ontem para o risco de uma guerra. “Podemos ainda fortalecer as sanções para pressionar o Irã. Vamos continuar nesse caminho, pois uma intervenção pode criar uma situação totalmente desestabilizadora”, afirmou ontem o chanceler de Paris, Alain Juppé. “Temos de fazer de tudo para evitar o irreparável”, completou.

Essa linha de ação havia sido defendida pelos presidentes Nicolas Sarkozy, da França, e Barack Obama, dos EUA, no dia 3, em Cannes. No encontro bilateral, os dois concordaram com o aumento da pressão sobre o Irã.

A possibilidade de Israel atacar o Irã tem sido classificada oficialmente pela Casa Branca como “especulação”. Mas, nos bastidores, há alto grau de preocupação. Uma autoridade de “alto escalão” de Washington disse à CNN em condição de anonimato que há uma “absoluta preocupação” em relação às intenções de Israel.

Segundo o jornal israelense Haaretz, o secretário de defesa dos EUA, Leon Panetta, visitou Israel em outubro com o objetivo de conseguir um compromisso de Netanyahu de não atacar o Irã sem o aval dos EUA. Panetta alertou o premiê e o ministro da defesa de Israel, Ehud Barak, que Washington “não quer surpresas”. Mas Netanyahu e Barak foram evasivos com Panetta e não prometeram pedir a bênção dos EUA antes de uma eventual ação contra Teerã.

Em recente entrevista à rede de televisão CNN, Barak afirmou haver preferência no governo israelense pela solução diplomática. Mas, completou ele, nenhuma opção está excluída.

O presidente de Israel, Shimon Peres, afirmou na sexta-feira acreditar na possibilidade de seu país empregar a força militar contra o Irã. “Os serviços de inteligência de vários países estão olhando o relógio e alertando seus líderes sobre o fato de não restar muito tempo.”

Nações Unidas

Esta semana, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deverá apresentar um relatório sobre o programa nuclear iraniano, no qual concluirá que existem crescentes indícios de que Teerã está de fato em busca da bomba. O documento deve trazer um grau de detalhamento inédito sobre o programa iraniano.

A agência internacional teria obtido imagens por satélite de um contêiner de aço em Parchin, na periferia de Teerã, onde ocorreriam testes atômicos longe da supervisão dos inspetores. Potências ocidentais esperam usar o novo documento da ONU para conseguir aprovar mais sanções contra Teerã no Conselho de Segurança.

No sábado, o chanceler do Irã, Ali Akbar Salehi, afirmou ser “desprovida de fundamento e de autenticidade” a vinculação entre os testes de mísseis e o programa nuclear do país.

FONTE: O Estado de São Paulo

Morte teria acontecido há duas semanas, mas só agora foi confirmada a identidade do rebelde

BOGOTÁ – O líder máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), conhecido como “Alfonso Cano”, morreu na Colômbia, informou na sexta-feira, 4, à Agência Efe uma fonte do Ministério da Defesa do país.

Embora a fonte não tenha detalhado nem a data nem o local da morte de Guillermo León Sáenz, verdadeiro nome de “Alfonso Cano”, se especula que inclusive sua morte teria acontecido há duas semanas, mas só agora foi confirmada plenamente a identidade do rebelde.

Horas antes de se confirmar a morte do líder máximo das Farc, se especulou que ele estivesse ferido como resultado de um bombardeio a um acampamento desta guerrilha no sudoeste do país.

O ministro da Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzón, disse anteriormente em entrevista coletiva que em uma ofensiva contra “Alfonso Cano” foram capturados quatro guerrilheiros, entre eles seu chefe de segurança, conhecido como “El Índio Efraín”.

Nessa operação, realizada na Salvajina (departamento de Cauca), também morreram um operador de rádio e a suposta companheira de “Cano”.

A morte do líder máximo das Farc aconteceu depois da de Luis Edgar Devia, conhecido como “Raúl Reyes” em março de 2008 em território equatoriano, e a de Víctor Julio Suárez Rojas, conhecido como “Jorge Briceño Suárez ou Mono Jojoy”, em setembro de 2010, na Serranía de La Macarena, no sul do departamento de Meta.

“Alfonso Cano” assumiu o comando das Farc após a morte de Manuel Marulanda Vélez conhecido como “Tirofijo”.

FONTE: Estadão-EFE / FOTO: AP

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