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(BBC, 20) 1. O balanço das atividades do Mercosul, que completou 20 anos de integração econômica em 2011, é considerado “decepcionante”, segundo um relatório do renomado Instituto de Estudos Políticos de Paris sobre a América Latina. “A história do Mercosul é pontuada por fases de progresso interrompidas por mudanças políticas ou crises econômicas, e seguidas de retomadas que suscitam um aumento das expectativas, rapidamente desapontadas”, diz o cientista político Olivier Dabène, presidente do Observatório Político da América Latina e do Caribe do instituto parisiense. Segundo o especialista, o Mercado Comum do Sul (Mercosul), integrado pelo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, ainda enfrenta, após 20 anos de existência, “duas fraquezas estruturais”.

2. A primeira delas é a assimetria entre os Estados membros, diz Dabène, autor do capítulo sobre o Mercosul do relatório. “O Mercosul é um processo de integração debilitado por profundas assimetrias de desenvolvimento. O projeto neoliberal (nos anos 90) leva a crer que a integração regional permitirá uma convergência natural das economias”, afirma. “Mas, durante a década de 90, as assimetrias se aprofundaram mais em vez de desaparecer, suscitando uma certa frustração do Paraguai e do Uruguai”. Outra deficiência do Mercosul apontada pelo especialista é a falta de instituições capazes de levar em conta os interesses gerais do bloco. Entre os exemplos citados, está o Parlamento do Mercosul (Parlasul), que possui “atribuições modestas” em relação à tomada de decisões.

FONTE: BBC, via Ex-Blog do Cesar Maia

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Plano deve ser entregue ao ministro da Defesa até 31 de maio de 2012. Programa abordará recuperação de equipamentos e novas aquisições

 

O Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho para planejar o aparelhamento das Forças Armadas brasileiras considerando os próximos 20 anos – até 2031. A instituição do grupo foi oficializada por meio de portaria publicada nesta terça-feira (20) no “Diário Oficial da União”.

A portaria visa a elaboração do Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED), que deverá analisar pesquisa, desenvolvimento, manutenção operativa, recuperação da capacidade operacional, harmonização de projetos, preferência de aquisição de produtos de defesa no Brasil e transferência de tecnologia, quando a aquisição ocorrer no exterior.

Conforme o texto, o PAED deverá observar uma projeção de curto prazo, até 2015, de médio prazo, de 2016 a 2023, e de longo prazo, de 2024 a 2031.

O grupo que será criado terá 60 dias para apresentar a metodologia do PAED. Devem participar o chefe de Logística das Forças Armadas, a Secretaria de Produtos de Defesa, além de representantes de outras pastas, conforme a portaria.
O texto estipula ainda que o plano seja apresentado ao ministro da Defesa, Celso Amorim, até 31 de maio de 2012.

Presidente Dilma

Na segunda-feira (19), durante solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff defendeu o aparelhamento das Forças Armadas.

“Prosseguiremos com os projetos prioritários de aparelhamento das Forças sem deixar de valorizar os homens e as mulheres que tornam esses projetos possíveis. (…) O país com o qual sonhamos precisará cada vez mais de Forcas Armadas equipadas e qualificadas para cumprimento de suas funções”, afirmou a presidente em discurso para um público formado por militares e seus familiares.

Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada na semana passada mostrou que 50% dos entrevistados acreditam “totalmente” ou “muito” que nos próximos 20 anos o Brasil será alvo de agressão militar estrangeira em função de interesses sobre a Amazônia. Outros 45% creem que o Brasil poderá ser atacado por causa das bacias do pré-sal.

FONTE: G1

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Cerca de 1.200 kits do equipamento devem chegar nos primeiros meses de 2012

 

O BPChoque (Batalhão de Choque da Polícia Militar) anunciou nesta quinta-feira (15) que está fazendo a licitação para compra de 1.200 kits de armaduras para os policiais que atuam no patrulhamento em grandes eventos.

De acordo com o tenente Lima Ramos, do BPChoque, as armaduras devem chegar ao batalhão no início do próximo ano.

- Essa armadura fornece segurança para o policial e cobre cerca de 90% do corpo, as primeiras foram fornecidas pela França, mas já estamos fazendo a licitação e nos primeiros meses de 2012 vamos receber 1.200 kits.

FONTE: R7

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Pesquisa foi feita com 3.796 pessoas em todo o país; margem de erro é 5%. Foi 1ª pesquisa realizada pelo Ipea de percepção sobre segurança nacional

 

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que 50% dos entrevistados acreditam “totalmente” ou “muito” que nos próximos 20 anos o Brasil será alvo de agressão militar estrangeira em função de interesses sobre a Amazônia. Outros 45% creem que o Brasil poderá ser atacado por causa das bacias do pré-sal.

Os dados integram o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) do Ipea, que, nesta edição, mediu o temor da população a ameaças. Segundo o Ipea é a primeira vez que o instituto analisa o temor da população sobre questões de segurança nacional.

Foram ouvidas 3.796 pessoas nos 26 estados e Distrito Federal. A margem de erro é de 5%, informou o Ipea, instituto vinculado à Presidência da República.

Para os pesquisadores do instituto, a quantidade de pessoas que teme conflitos relacionados à Amazônia ou ao pré-sal é “surpreendente”, principalmente se comparado com outros números que mostram que, em ambos os casos, apenas cerca de 30% dos entrevistados descarta a ocorrência de um conflito por estes motivos. Os que acreditam “razoavelmente” na possibilidade de guerra são 17%.

Os pesquisadores destacaram também o fato de que na região Norte o percentual dos que temem “muito” os conflitos na Amazônia é de 66%.

“O percentual dos que estão na Amazônia, na região Norte, é muito alto. Ainda que isso [conflitos militares] não esteja no cotidiano, há uma mensagem clara de que essa preocupação já existe e fica maior ainda para o futuro”, disse o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Edison Benedito.

Para a chefe da assessoria técnica da presidência do Ipea, Luciana Acioly, os números mostram que a população está mais atenta a temas ligados ás riquezas do país, especialmente por causa da discussão sobre a divisão das receitas do petróleos, os royalties, que acontece no Congresso.

Além disso, as pessoas tem percebido a maior importância do Brasil no cenário internacional, de acordo com Luciana.

“Esse protagonismo brasileiro, essa importância que o Brasil está ganhando no mundo leva a população a perceber quais as encruzilhadas em que nos encontramos”, afirmou.

A pesquisa mostrou também que 34% dos entrevistados temem que o Brasil entre em guerra com outro país. Quando indagado sobre os países que representam ameaça, a maioria (37%) citou os Estados Unidos. O país, porém, foi também o mais citado (32%) como possível aliado.

“As pessoas ainda se veem ameaçadas com pais que tem capacidade militar sem paralelo. Ao mesmo tempo, as empresas americanas exportam, investem e a possibilidade de parceria é muito elevada. Essa ambiguidade decorre da variedade e da versatilidade do poder dos EUA”, disse o técnico de pesquisa e planejamento, Rodrigo Fracalossi.
Além do temor de guerra, os entrevistados responderam que têm medo do crime organizado (54%), como tráfico de drogas e armas, de desastres ambientais ou climáticos (38%), de epidemias (30%) e terrorismo (29%).

FONTE: G1

1. Segundo Douglas Farah, pesquisador sênior do Centro Internacional de Avaliação e Estratégia, nos EUA, “esses “narquitos” bolivianos não têm redes internacionais para mover o produto, quando está terminado”, diz ele. “Entram aí os grandes grupos brasileiros, porque é um mercado muito fácil de alcançar. E também os mexicanos, buscando alternativas para a sua linha de produção. Todos estão ali, tratando de armar as suas redes.” Com 3.500 km de fronteira seca com o Brasil, a Bolívia tem muito mais vias para escoar sua cocaína para cá do que o Peru e a Colômbia. “No último ano e meio, o Brasil se converteu em uma das mais importantes rotas da droga peruana rumo à Europa”, diz Jaime Antezana, especialista em narcotráfico no Peru.

2. Segundo a ONU, a Bolívia é o terceiro maior produtor mundial da folha, com uma área plantada de 31 mil hectares, atrás de Peru e Colômbia. Não há, no entanto, uma estimativa precisa sobre qual seria a área ideal para atender à demanda interna. Uma lei de 1998 reconhece apenas 12 mil hectares como legais para o uso tradicional. Mas o governo anunciou na semana passada que pretende atualizar essa lei.

3. A produção boliviana divide-se em duas grandes regiões. A primeira delas, a dos Yungas, fica no altiplano boliviano, próximo a La Paz. Há ali uma área estimada em cerca de 20,5 mil hectares, com uma produção de 28 mil toneladas, segundo Guedes. A segunda, fica na região conhecida como Chapare, perto de Cochabamba, onde apenas 10,1 mil hectares rendem 27,5 mil toneladas da folha. “De qualquer maneira, isso é muito mais do que se pode mascar ou fazer chá”, afirma Bo Mathiassen, representante da UNODC no Brasil. “A Bolívia ainda tem uma produção muito maior do que a demanda. O resto deve estar indo para o lado errado.”

4. No Chapare, apenas 4% da produção é negociada no mercado de Sacaba, responsável pela comercialização da produção local. O fato de que a folha do Chapare não é considerada própria para o uso tradicional – por ser mais ácida e de menor qualidade – só faz aumentar a suspeita de que boa parte da produção seja desviada para o tráfico.

5. Há países onde o narcotráfico opera com impunidade nas esferas mais altas, como na Venezuela e na Bolívia. Há uma criminalização generalizada desses governos. Seu plano econômico é insustentável e todos se vinculam ao narcotráfico, às Farc [narcoguerrilha colombiana] e a outros grupos criminosos como forma de sobreviver economicamente.

6. Na Presidência boliviana desde 2006, Evo Morales acumula o cargo de presidente da Federação de Cocaleiros do Trópico de Cochabamba. Durante seu governo, a área plantada com coca na Bolívia subiu de 25,4 mil hectares para 31 mil hectares no ano passado.

7. As divergências com os americanos também estão atrasando a assinatura de um convênio entre os dois países e o Brasil para o mapeamento dos plantios da folha de coca na Bolívia. Pelo acordo, o Brasil forneceria imagens de satélite e atuará na capacitação da polícia boliviana para a leitura desses dados. Já os americanos forneceriam equipamentos de GPS e outros para fazer a medição dos cultivos excedentes. Mas, diante da resistência de setores do governo Morales, a formalização desse acordo vem sofrendo sucessivos adiamentos.

FONTE: Valor Econômico, via Ex-Blog do Cesar Maia

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“A tendência é que, com o enfraquecimento do tráfico que perdeu recentemente alguns de seus QGs, as milícias comecem a assumir também o comércio de drogas. Aqui e ali, já surgem sinais de que essa transferência está em curso. Se isso se concretizar, teremos o pior de todos os cenários. Veja o que ocorreu na década de 90 em Medellín, na Colômbia. Os paramilitares, saudados então como solução no combate ao narcotráfico, acabaram por tornar, eles próprios, os chefões do crime organizado. Tomaram o controle das favelas e implantaram seu próprio regime de terror. Nesse período, os índices de criminalidade foram às alturas.”

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

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As polícias Civil e Militar da Bahia receberam mais de 200 Fuzis Automáticos Leves (FAL), calibre 7,62 mm, doados pela Marinha do Brasil nesta sexta-feira (9), durante cerimônia que contou com as presenças do governador Jaques Wagner (PT) e do vice-almirante Carlos Autran de Oliveira Amaral.

O armamento atende a uma demanda apresentada pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), em abril deste ano, e será utilizado pelo Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil e pelas companhias especializadas da PM no combate ao narcotráfico e aos roubos a banco. “Isso irá somar ao trabalho de inteligência que estamos fazendo de identificação das lideranças do tráfico e tomando as medidas cabíveis”, afirmou o secretário Maurício Barbosa.

Esta é a segunda vez que a Marinha doa fuzis ao governo baiano. A primeira transferência, de 150 fuzis do mesmo modelo, foi realizada em maio de 2009. Também estiveram presentes o delegado-geral da Polícia Civil, Hélio Jorge Paixão, e o comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Alfredo de Castro.

FONTE:
Bahia Notícias

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional vai realizar audiência pública com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, para prestar esclarecimentos sobre a execução orçamentária para as Forças Armadas.

A iniciativa do debate, ainda sem data marcada, é do deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG). De acordo com Azeredo, o objetivo da reunião é conseguir explicações a respeito de notícias veiculadas pela imprensa de que está havendo sucateamento e subutilização de equipamentos na Marinha, no Exército e na Aeronáutica, em função da escassez de recursos destinados a essas Forças e ao Ministério da Defesa.

“Ao mesmo tempo, há contingenciamento de recursos, pois do corte de R$ 4 bilhões anunciados no início deste ano, apenas R$ 2,2 bilhões foram liberados”, acrescenta Azeredo.

Segundo os militares, os prejuízos podem afetar diretamente projetos importantes, como a compra de caças para a Força Aérea e a construção de submarinos pela Força Naval. O deputado afirma também que, em um segundo momento, esse sucateamento pode chegar a esvaziar as intenções brasileiras de obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

FONTE: Agência Câmara de Notícias

As fronteiras com a Bolívia, Paraguai e Peru estão sob forte esquema de vigilância em decorrência da Operação Ágata III, deflagrada pelo Ministério da Defesa no contexto do Plano Estratégico de Fronteiras. Em andamento desde o último dia 21, a ação militar mobiliza perto de 6,5 mil homens do Exército, Marinha e Aeronáutica, com apoio de órgãos como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ibama. O objetivo é combater e prevenir os crimes transfronteiriços, como o tráfico de drogas e o contrabando, além de delitos ambientais.

Na linha de fronteira com a Bolívia, principal ponto de entrada da cocaína para o Brasil e outros países, a presença de policiamento é maciça. No Posto Esdras, na divisa com o país vizinho, por exemplo, barreira do Exército dá suporte a agentes da Polícia Federal e fiscais da Receita Federal. Com o emprego de cães farejadores, a Federal realiza fiscalização de veículos em busca de drogas e produtos contrabandeados. Várias apreensões já foram feitas.

Além do Esdras, a presença de tropas militares é intensa no entroncamento da Estrada Parque, Lampião Aceso e Buraco das Piranhas, na BR-262, que liga Corumbá a Campo Grande. Unidades móveis do Exército também patrulham várias estradas vicinais que podem ser utilizadas como rotas alternativas do tráfico em virtude do fechamento de rodovias.

Ônibus saindo de Corumbá com destino à Campo Grande estão passando por rigorosa revista no Lampião Aceso, com a checagem de documentos pessoais de passageiros e bagagens. Todo esse trabalho executado por forças terrestres é apoiado por aeronaves da Força Aérea, inclusive da Base Aérea de Campo Grande, apesar de os principais meios aéreos empregados pela FAB estarem concentrados na Base Aérea de Porto Velho.

Ainda no Mato Grosso do Sul, a ação das Forças Armadas está se desenrolando nos municípios fronteiriços com o Paraguai, por onde também entram drogas, especialmente maconha, e o contrabando.

Segundo o titular do Comando Militar do Oeste (CMO) e também principal comandante da Ágata III na região, general de exército João Francisco Ferreira, a operação está conseguindo cumprir os seus objetivos de levar maior segurança às regiões de fronteira, inibindo o crime organizado. Ele retornou ontem pela manhã à Campo Grande, depois de ter realizado viagem de inspeção à Corumbá e outras localidades. O general destacou que um dos grandes diferenciais dessa operação é o trabalho interagências, ou seja, a atuação integrada com outros órgãos, como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e órgãos estaduais de segurança pública.

FONTE: Correio do Estado

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O Ministério da Defesa afastou sete funcionários após uma sindicância interna ter apontado o possível sumiço de R$ 4,5 milhões em materiais que deveriam estar no almoxarifado. Dois dos afastados, que tinham cargos de confiança, foram exonerados.

Parte do grupo investigado é militar, mas o ministério não divulgou quantos nem quais são, alegando sigilo do processo interno.
O material supostamente desviado inclui copos, guardanapos, cartuchos de impressão e outros produtos de uso em escritório.

O problema foi descoberto pelo próprio ministério, após um cruzamento de informações do almoxarifado.
Segundo a Defesa, não foi possível descobrir se as quatro empresas que forneceram o material não entregaram os produtos ou se houve desvio dentro do próprio almoxarifado.

As suspeitas começaram quando, após uma troca de cargos no setor, funcionários notaram que havia discrepância entre os dados. O valor exato do possível desvio, segundo o ministério, ainda vai ser apurado.

Cópias da sindicância foram envidas à CGU (Controladoria-Geral da União), que começou a analisar os papéis ontem, e à Procuradoria-Geral da República.
Como o material foi comprado de empresas que vendem para outros órgãos do governo federal, esses contratos também devem ser avaliados pela CGU.

Neste ano, conforme o portal de informações do governo federal, as quatro fornecedoras receberam R$ 550 mil de órgãos da União. A maior parte dos recursos saiu do Ministério da Defesa, quase sempre por meio de pequenos contratos.

FONTE: Folha de São Paulo

 
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