Não sou uma pessoa “expert” em aviação mas esse resgate me impressionou muito e Gostaria de compartilhar com vocês esse achado no youtube.
Mas antes de tudo gostaria de me apresentar, sou M. Belchior, um Policial Militar de Brasilia que acompanho o site Poder Aereo a algum tempo, por me interessar muito pela área.
Mas voltando ao assunto, Trata-se de um vídeo feito por um fuzileiro americano onde mostra um resgate de fuzileiros navais por um helicóptero. Mas o que achei de mais interessante é que o resgate é feito em um terreno bastante íngreme e por um piloto com uma perícia impressionante.
M. Belchior
Na semana passada o ForTe registrou com exclusvidade a visita do HM-2 Blackhawk EB-3003, pertencente ao 4º BAvEx sediado em Manaus, durante aula pratica para os alunos do curso de manutenção de aeronaves ministrada pelo Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx).
Infelizmente, podemos considerar como “Avis Rara”, pois não é todo dia que temos a oportunidade de ver esta máquina de guerra de nossa Aviação do Exército em Taubaté.
A última vez que o ForTe o registrou foi em 6 de dezembro de 2009 e desta vez nem o temporal que desabou durante os voos nos atrapalhou.
Na manhã desta segunda-feira, 11 de outubro de 2011, foi realizada a formatura do segundo Curso de Operações Aéreas da Polícia Militar do Estado de Goiás. O curso teve a duração de 72 dias e contou com a parceria das forças de segurança pública dos estados do Pará, Mato Grosso, Maranhão e Distrito Federal.
O Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de Goiás, Raimundo Nonato de Araujo Sobrinho, esteve presente na solenidade e reafirmou a importância da realização de mais um curso de Operações Aéreas. ” A Polícia Militar acredita neste projeto e investe na formação especializada destes novos operadores, pois o alcance de apenas uma radiopatrulha aérea equivale a cinco viaturas de rua. O Estado possui dois helicópteros e já planejamos a aquisição de mais aeronaves”, esclarece o comandante geral.
Junto à formatura dos novos operadores aéreos, foi realizada a passagem de comando do Grupo de Radiopatrulha Aérea (GRAer). O Major Ricardo Mendes assumiu o comando da unidade e aproveitou a oportunidade para parabenizar os formandos. “Parabenizo aos novos operadores aéreos por essa vitória. Sabemos como foi difícil, mas o mais importante foi que superaram todos os desafios”, ressaltou o novo comandante.
” A utilização deste tipo de aeronave no patrulhamento é de suma importância para o projeto de segurança do Estado. Nossos operadores são preparados para as mais diversas atividades que podem ser realizadas a bordo de uma aeronave. A polícia militar investe neste tipo de formação por entender a importância do patrulhamento aéreo”, enfatiza Major Ricardo Mendes.
O tenente coronel Jairo Alves, gerente de patrulhamento aéreo da Secretaria de Segurança Pública, afirmou que a Secretaria junto com a Polícia Militar, não mede esforços para melhorar a segurança da sociedade. ” A Secretaria não mediu esforços para apoiar a formação deste curso e ressaltamos a importância de um curso como este. A preparação destes novos operadores aéreos é a mais especializada possível, capaz de desempenhar o papel de ser os olhos e ouvidos dos pilotos das aeronaves”, afirma o tenente coronel Jairo Alves.
TEXTO: Sd Gabriella – PM5
Na Operação Amazônia 2011, um dos eventos críticos realizados foi o ressuprimento aéreo às tropas destacadas em Yauaretê.
Neste caso, a atividade foi executada por meio do lançamento de carga, com a utilização de paraquedas. Trata-se de uma ação extremamente delicada e que exige um elevado grau de adestramento dos envolvidos.
Tarefas como essa permitem o aperfeiçoamento de procedimentos que exigem a preparação da aeronave e da carga de suprimentos, bem como sua colocação de forma adequada no avião, antes do lançamento.
Participaram dessa missão militares Esquadrão de Transporte ”ARARA”, da Força Aérea Brasileira, e da 3ª Companhia de Forças Especiais, do Exército Brasileiro.
Um marco significativo para demonstrar a capacidade do helicóptero Apache de operar e atacar, a partir do mar, armados com canhão de 30 mm e mísseis Hellfire, foi alcançado com sucesso durante um exercício muito bem planejado perto de Gibraltar, contra alvos marítimos.
No total, 550 tiros dos canhões 30 milímetros e 9 mísseis Hellfire disparados, atingindo uma taxa de 100% de acerto. Foi a primeira vez que Hellfire foi lançado por helicóptero Apache do AAC (Army Air Corps) em ambiente marítimo.
Atualmente embarcado no HMS Ocean, o maior navio de guerra da Royal Navy, 656 Sqn do 4 Regiment AAC, passaram as últimas semanas realizando treinamentos intensivos que lhes permitam operar de dia ou de noite.
FONTE e FOTOS: RN
As forças da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) destruíram 17 tanques que pertenciam ao ditador líbio, Muammar Gaddafi, na sexta-feira e neste sábado, informou um funcionário da organização.
As forças aéreas da Otan atingiram 15 tanques perto da cidade de Misrata, a oeste do país, onde as forças de Gaddafi estão atacando os rebeldes que questionam seu comando, e dois ao sul de Brega, que fica no lado leste do país, segundo o funcionário.
“As operações de sexta-feira podem ter sido as mais eficazes [desde que a Otan assumiu o comando de operações militares na Líbia]“, acrescentou.
O funcionário também disse que aviões da Otan interceptaram outra aeronave MIG 23 perto de Benghazi no sábado, dirigida por um piloto rebelde, e o aconselharam a aterrissar.
“Não sabemos a identidade do piloto mas tendo em vista que ele decolou de Benghazi, assumimos que ele era um piloto da oposição”, disse.
Aparição na TV
Gaddafi fez neste sábado sua primeira aparição na televisão em cinco dias, enquanto suas tropas atacavam violentamente com morteiros a entrada oeste da cidade de Adjabiya. As imagens foram divulgadas pela TV estatal.
As imagens mostram o ditador eufórico, vestindo um manto marrom e óculos de sol, cercado por estudantes gritando slogans contra o Ocidente. Esta é a primeira aparição pública desde que Gaddafi saiu na segunda-feira em frente à sua casa em Bab al Aziziya, ao sul de Trípoli, para saudar seguidores reunidos no local.
As forças do dirigente bombardearam os arredores da Ajdabiya, forçando os rebeldes a se retirarem do hospital da cidade que fica a 160 quilômetros a sudoeste de Benghazi — a capital dos rebeldes.
Acuados, os rebeldes determinaram a desocupação do hospital, diante da intensidade do bombardeio das tropas do ditador líbio.
Em meio à debandada geral, os rebeldes decidiram se retirar do centro médico por conta da crueldade dos combates que obrigaram também o abandono da cidade pelas poucas famílias que restavam nesta área estratégica ao leste do país, na direção de Benghazi (reduto rebelde).
Apesar da luta, no leste, um barco Cruz Vermelha conseguiu levar suprimentos médicos para o oeste da cidade sitiada de Misrata.
As tropas do regime, na sexta-feira fez uma nova investida sobre Misrata, o principal reduto dos rebeldes na Líbia ocidental. Os rebeldes disseram à Reuters que foram capazes de se reagrupar e repelir o ataque por tropas do governo.
A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) pediu desculpas pelas mortes de civis e admitiu dificuldades em conter as forças do ditador, após o avanço das tropas do ditador às cidades de Misrata e Ajdabiyah,. Em Benghazi, centenas foram às ruas em manifestações contra a aliança militar que chefia as operações no país.
Na noite de sexta, rebeldes líbios disseram ter lutado contra um ataque ao leste de Misrata realizado pelas forças do ditador, que deixaram ao menos quatro mortos.
FONTE: Folha.com/Reuters
Os ataques das forças de coalizão enfraqueceram as forças leais ao ditador líbio, Muamdar Kadafi, declarou nesta sexta-feira um alto funcionário do Pentágono, o vice-almirante Bill Gortney. Segundo ele, devido ao enfraquecimento, o ditador agora fornece armas a “voluntários” civis para que confrontem os rebeldes.
“Recebemos informações de que [Kadafi] começou a armar o que chama de voluntários para combaterem a oposição”, afirmou Gortney, do Estado-Maior americano, em uma coletiva à imprensa.
“Não estou certo de que sejam realmente voluntários, e também não sei quantos ele vai conseguir recrutar, mas considero revelador que ele julgue necessário buscar reforços entre os civis”, acrescentou.
O Exército líbio está bastante prejudicado, de acordo com o vice-almirante: “Kadafi quase não tem mais defesa anti-aérea e conta com uma capacidade reduzida de comandar e apoiar suas tropas em solo”.
“Seus aviões não podem mais voar, seus navios permanecem no porto, seus depósitos de munições continuam a ser destruídos, as torres de comunicação foram abatidas, os bunkers de comando foram inutilizados”, explicou o vice-almirante.
Forças da coalizão lançaram 16 mísseis de cruzeiro Tomahawk e realizaram 153 incursões aéreas sobre a Líbia nas últimas 24 horas, visando atingir a artilharia e as infra-estruturas de comando das forças leais ao ditador Muammar Kadafi, disse uma porta-voz do Exército norte-americano nesta sexta-feira.
Além dos Tomahawks, as forças da coalizão usaram quatro JDAMs — bombas guiadas por GPS — contra as forças militares do ditador, segundo Nicole Dalrymple, porta-voz do Comando para a África dos Estados Unidos, sediado na Alemanha.
Um avião norte-americano realizou 67 incursões aéreas, enquanto as outras 86 foram realizadas pelas outras equipes da coalizão. Os números registrados para um período de 24 horas até às 3h (horário de Brasília), disse Dalyrymple.
Aviões
Aviões ocidentais sobrevoaram Ajdabiyah (leste de Trípoli) nesta sexta-feira, e segundo rebeldes, bombarderaram as forças de Gaddafi na região.
Duas fortes explosões foram ouvidas perto da cidade, que é controlada pelos partidários do ditador, e foram observadas grandes colunas de fumaça. Não foi possível, no entanto, determinar a origem das explosões.
Segundo depoimentos de testemunhas ouvidas pela France Presse, rebeldes executam ataques cada vez mais frequentes na região de Ajdabiyah, tentando recuperar o controle da cidade estratégica, que fica 160 quilômetros ao sul de Benghazi, principal reduto dos insurgentes.
Cerca de 2.000 fieis compareceram às orações de sexta-feira em Benghazi. O imã que liderou a reza pediu solidariedade aos moradores das cidades controladas por Kadafi, e disse que a revolta popular será bem-sucedida. “A nova Líbia deve ser democrática. Não precisamos de um novo Kadafi”, disse o líder religioso.
Sequestros
Também hoje, um porta-voz rebeldes disse que forças do governo líbio sequestraram e espancaram moradores de Zawiyah desde que recapturaram a cidade próxima da capital, Trípoli, há duas semanas.
“Os batalhões (de Kadafi) montaram barreiras em cada esquina e rua da cidade,” disse, por telefone, o porta-voz Ibrahim, em Zawiyah.
“Eles sequestram homens jovens ou velhos, qualquer pessoa que tenha menos de 50 ou 60 anos, quer seja um engenheiro ou um simples operário da construção, e as pessoas são levadas para um lugar desconhecido,” disse o porta-voz, pedindo para ser identificado apenas pelo primeiro nome.
“Milhares de pessoas desapareceram assim desde que os batalhões tomaram a cidade,” disse ele à Reuters nesta sexta-feira.
Não foi possível confirmar independentemente o relato, já que o governo líbio restringe os movimentos nos territórios que controla.
Mohsen, de 35 anos, que na quarta-feira fugiu de Zawiyah, cidade a 50 quilômetros a oeste de Trípoli, também falou em sequestros e espancamentos.
“As lojas estão fechadas, e a situação humanitária está muito ruim. Os moradores têm medo de sair de casa. Há sequestros e espancamentos a toda hora,” disse Mohsen.
Negociações
Em Benghazi, o porta-voz dos rebeldes, Mustafa Geriani, afirmou que o regime de Kadafi tentou em várias ocasiões negociar com os opositores, mas que eles sempre o rechaçaram.
“Sempre pedimos que primeiro parem com os assassinatos para se sentar à mesa para dialogar”, disse.
Ele negou ainda que se tenha tido conversas com chefes tribais e que vão iniciá-las.
Ele afirmou ainda que o saldo de até 10 mil mortos nos confrontos pode ser maior. “Deve-se ver quando estes tipos forem embora, porque, por exemplo em Trípoli, de onde não temos dados, sabemos que 1.200 pessoas foram sequestradas em suas casas –ativistas políticos e gente originária de Benghazi– e podem ser usadas como escudos humanos”.
Ele lembrou ainda que em Benghazi, somente no final de semana passado, morreram 120 pessoas durante os confrontos.
FONTE: Folha.com / Agências Internacionais
O general no comando das forças americanas na África negou nesta segunda-feira que a coalizão militar que vem realizando bombardeios aéreos na Líbia desde o sábado esteja agindo de forma coordenada com as forças de oposição ao líder líbio, Muamar Khadafi.
“Nossa missão é proteger civis de ataques das forças terrestres do regime. Nossa missão não é apoiar qualquer força de oposição”.
A ofensiva da coalizão, que conta com a participação de Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e outras nações, tem o objetivo de impor a resolução da ONU que estabeleceu uma zona de exclusão aérea na Líbia, para proteger civis opositores de bombardeios do governo.
Ham acrescentou que “não é intenção destruir completamente a (infraestrutura) militar líbia”.
“Se eles pararem e tomarem posições defensivas, poderemos atacar. Depende sobre onde eles estão e quais são as intenções. Se eles atacarem civis, faz parte de nossa missão atacá-los”, acrescentou.
Ham e outros representantes de outros países que integram a coalizão militar afirmaram que Khadafi não é pessoalmente alvo da ofensiva.
ZONA DE EXCLUSÃO
O general também afirmou que a zona de exclusão aérea estabelecida na Líbia pelas forças da coalizão está sendo estendida para cobrir uma área de mil quilômetros e, em breve, chegará às cidades de Brega, Misrata e Trípoli.
Nesta segunda-feira, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse no Parlamento em Londres que, apesar de ainda querer que o líder líbio, Muamar Khadafi, deixe o poder, é preciso lembrar que a resolução da ONU tem “alcance limitado” e “explicitamente não dá autoridade legal para a retirada de Khadafi do poder pelo uso de qualquer meio militar”.
Em uma coletiva no Chile, o presidente americano, Barack Obama, também disse que continua sendo uma aspiração da política externa americana que Khadafi deixe o governo da Líbia.
Nas últimas horas, aeronaves da coalizão realizaram dezenas de voos em território líbio para reprimir ataques de forças líbias contra oposicionistas.
Há relatos de que, apesar de um cessar-fogo anunciado pelo governo de Trípoli, pelo menos nove pessoas teriam sido mortas pelas forças fiéis a Khadafi na cidade de Misrata, o último grande reduto dos rebeldes no oeste da Líbia.
Residentes dizem que a distribuição de água na cidade foi cortada pelas forças pró-Khadafi.
Também há informações de confrontos com mortos entre oposicionistas e forças do governo na cidade de Ajdabiya, no leste do país.
FONTE: Folha/BBC
Dezenas de veículos militares do líder líbio Muamar Kadhafi, entre eles tanques, foram destruídos neste domingo por bombardeios aéreos no oeste de Benghazi, reduto dos insurgentes, segundo jornalistas da AFP e rebeldes.
Cindida entre rebeldes e forças de Kadafi, Líbia mergulha em guerra civil
Motivados pela onda de protestos que levaram à queda os longevos presidentes da Tunísia e do Egito, os líbios começaram a sair às ruas das principais cidades do país em meados de fevereiro para contestar o líder Muammar Kadafi, no comando do país desde a revolução de 1969. Entretanto, enquanto os casos tunisiano e egípcio evoluíram e se resolveram principalmente por meio protestos pacíficos, a situação da Líbia tomou contornos bem distintos, beirando uma guerra civil.
Após semanas de violentos confrontos diários em nome do controle de cidades estratégicas, a Líbia se encontrava atualmente dividida entre áreas dominadas pelas forças de Kadafi e redutos da resistência rebeldes. Mais recentemente, no entanto, os revolucionários viram seus grandes avanços a locais como Sirte e o porto petrolífero de Ras Lanuf serem minados no contra-ataque de Kadafi, que retomou áreas no centro da Líbia e se aproxima das portas de Benghazi, a capital da resistência rebelde, no leste líbio.
Essa contra-ofensiva governista mudou a postura da comunidade internacional. Até então adotando medidas mais simbólicas que efetivas, ao Conselho de Segurança da ONU aprovou em 17 de março a determinação de uma zona de exclusão aérea na Líbia. Menos de 48 horas depois, enquanto os confrontos persistiam, França, Reino Unido e Estados Unidos iniciaram ataques. Mais de mil pessoas morreram, e dezenas de milhares já fugiram do país.
FONTE: Terra e AFP / FOTO: Reuters – Goran Tomasevic
VÍDEO: Jaguar





























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