São Gabriel da Cachoeira (AM) – No dia 24 de maio, o 2º Pelotão da 2ª Companhia Fuzileiros de Selva, pertencente ao Comando de Fronteira Rio Negro/5º Batalhão de Infantaria de Selva, deslocou-se via fluvial pelo Rio Negro para a Comunidade Ilha das Flores, com o objetivo de ser empregada como figuração inimiga (FIGIN) para os exercícios de patrulhamento fluvial.
Uma operação conjunta entre a Marinha, o Exército e a Força Aérea vai mobilizar, de 23 de maio a 03 de junho, aproximadamente 4,5 mil militares em um importante exercício de simulação de guerra na Amazônia.
Batizada de Operação Conjunta Amazônia 2011, a iniciativa visa a manter a capacidade operativa das tropas na região, além de prestar apoio às comunidades ribeirinhas, por meio de ações cívico-sociais.
Este é o nono exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002, com o objetivo de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.
Segundo o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General de Exército José Carlos De Nardi, manobras dessa natureza ajudam os militares a desenvolver novos métodos na área de logística e comunicações, bem como sedimentar doutrinas operacionais vitais para o emprego das Forças Armadas.
Este ano, a operação conjunta será desenvolvida em uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, abrangendo os municípios de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Japurá, Fonte Boa, Jutaí e Yauaretê.
Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região.
Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população de localidades isoladas como Fonte Boa, Japurá e Yauaretê. Serão empregados navios hospitais da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da FAB, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.
De acordo com o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão encarregado de planejar o emprego conjunto das Forças, as atividades relacionadas à Operação Amazônia começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na Região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais que atuam na região.
Além da operação na Amazônia, o Estado-Maior Conjunto planeja exercícios em outras regiões do país. Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2011, operações conjuntas de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste.
FONTE: MD
As forças da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) destruíram 17 tanques que pertenciam ao ditador líbio, Muammar Gaddafi, na sexta-feira e neste sábado, informou um funcionário da organização.
As forças aéreas da Otan atingiram 15 tanques perto da cidade de Misrata, a oeste do país, onde as forças de Gaddafi estão atacando os rebeldes que questionam seu comando, e dois ao sul de Brega, que fica no lado leste do país, segundo o funcionário.
“As operações de sexta-feira podem ter sido as mais eficazes [desde que a Otan assumiu o comando de operações militares na Líbia]“, acrescentou.
O funcionário também disse que aviões da Otan interceptaram outra aeronave MIG 23 perto de Benghazi no sábado, dirigida por um piloto rebelde, e o aconselharam a aterrissar.
“Não sabemos a identidade do piloto mas tendo em vista que ele decolou de Benghazi, assumimos que ele era um piloto da oposição”, disse.
Aparição na TV
Gaddafi fez neste sábado sua primeira aparição na televisão em cinco dias, enquanto suas tropas atacavam violentamente com morteiros a entrada oeste da cidade de Adjabiya. As imagens foram divulgadas pela TV estatal.
As imagens mostram o ditador eufórico, vestindo um manto marrom e óculos de sol, cercado por estudantes gritando slogans contra o Ocidente. Esta é a primeira aparição pública desde que Gaddafi saiu na segunda-feira em frente à sua casa em Bab al Aziziya, ao sul de Trípoli, para saudar seguidores reunidos no local.
As forças do dirigente bombardearam os arredores da Ajdabiya, forçando os rebeldes a se retirarem do hospital da cidade que fica a 160 quilômetros a sudoeste de Benghazi — a capital dos rebeldes.
Acuados, os rebeldes determinaram a desocupação do hospital, diante da intensidade do bombardeio das tropas do ditador líbio.
Em meio à debandada geral, os rebeldes decidiram se retirar do centro médico por conta da crueldade dos combates que obrigaram também o abandono da cidade pelas poucas famílias que restavam nesta área estratégica ao leste do país, na direção de Benghazi (reduto rebelde).
Apesar da luta, no leste, um barco Cruz Vermelha conseguiu levar suprimentos médicos para o oeste da cidade sitiada de Misrata.
As tropas do regime, na sexta-feira fez uma nova investida sobre Misrata, o principal reduto dos rebeldes na Líbia ocidental. Os rebeldes disseram à Reuters que foram capazes de se reagrupar e repelir o ataque por tropas do governo.
A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) pediu desculpas pelas mortes de civis e admitiu dificuldades em conter as forças do ditador, após o avanço das tropas do ditador às cidades de Misrata e Ajdabiyah,. Em Benghazi, centenas foram às ruas em manifestações contra a aliança militar que chefia as operações no país.
Na noite de sexta, rebeldes líbios disseram ter lutado contra um ataque ao leste de Misrata realizado pelas forças do ditador, que deixaram ao menos quatro mortos.
FONTE: Folha.com/Reuters
Os ataques das forças de coalizão enfraqueceram as forças leais ao ditador líbio, Muamdar Kadafi, declarou nesta sexta-feira um alto funcionário do Pentágono, o vice-almirante Bill Gortney. Segundo ele, devido ao enfraquecimento, o ditador agora fornece armas a “voluntários” civis para que confrontem os rebeldes.
“Recebemos informações de que [Kadafi] começou a armar o que chama de voluntários para combaterem a oposição”, afirmou Gortney, do Estado-Maior americano, em uma coletiva à imprensa.
“Não estou certo de que sejam realmente voluntários, e também não sei quantos ele vai conseguir recrutar, mas considero revelador que ele julgue necessário buscar reforços entre os civis”, acrescentou.
O Exército líbio está bastante prejudicado, de acordo com o vice-almirante: “Kadafi quase não tem mais defesa anti-aérea e conta com uma capacidade reduzida de comandar e apoiar suas tropas em solo”.
“Seus aviões não podem mais voar, seus navios permanecem no porto, seus depósitos de munições continuam a ser destruídos, as torres de comunicação foram abatidas, os bunkers de comando foram inutilizados”, explicou o vice-almirante.
Forças da coalizão lançaram 16 mísseis de cruzeiro Tomahawk e realizaram 153 incursões aéreas sobre a Líbia nas últimas 24 horas, visando atingir a artilharia e as infra-estruturas de comando das forças leais ao ditador Muammar Kadafi, disse uma porta-voz do Exército norte-americano nesta sexta-feira.
Além dos Tomahawks, as forças da coalizão usaram quatro JDAMs — bombas guiadas por GPS — contra as forças militares do ditador, segundo Nicole Dalrymple, porta-voz do Comando para a África dos Estados Unidos, sediado na Alemanha.
Um avião norte-americano realizou 67 incursões aéreas, enquanto as outras 86 foram realizadas pelas outras equipes da coalizão. Os números registrados para um período de 24 horas até às 3h (horário de Brasília), disse Dalyrymple.
Aviões
Aviões ocidentais sobrevoaram Ajdabiyah (leste de Trípoli) nesta sexta-feira, e segundo rebeldes, bombarderaram as forças de Gaddafi na região.
Duas fortes explosões foram ouvidas perto da cidade, que é controlada pelos partidários do ditador, e foram observadas grandes colunas de fumaça. Não foi possível, no entanto, determinar a origem das explosões.
Segundo depoimentos de testemunhas ouvidas pela France Presse, rebeldes executam ataques cada vez mais frequentes na região de Ajdabiyah, tentando recuperar o controle da cidade estratégica, que fica 160 quilômetros ao sul de Benghazi, principal reduto dos insurgentes.
Cerca de 2.000 fieis compareceram às orações de sexta-feira em Benghazi. O imã que liderou a reza pediu solidariedade aos moradores das cidades controladas por Kadafi, e disse que a revolta popular será bem-sucedida. “A nova Líbia deve ser democrática. Não precisamos de um novo Kadafi”, disse o líder religioso.
Sequestros
Também hoje, um porta-voz rebeldes disse que forças do governo líbio sequestraram e espancaram moradores de Zawiyah desde que recapturaram a cidade próxima da capital, Trípoli, há duas semanas.
“Os batalhões (de Kadafi) montaram barreiras em cada esquina e rua da cidade,” disse, por telefone, o porta-voz Ibrahim, em Zawiyah.
“Eles sequestram homens jovens ou velhos, qualquer pessoa que tenha menos de 50 ou 60 anos, quer seja um engenheiro ou um simples operário da construção, e as pessoas são levadas para um lugar desconhecido,” disse o porta-voz, pedindo para ser identificado apenas pelo primeiro nome.
“Milhares de pessoas desapareceram assim desde que os batalhões tomaram a cidade,” disse ele à Reuters nesta sexta-feira.
Não foi possível confirmar independentemente o relato, já que o governo líbio restringe os movimentos nos territórios que controla.
Mohsen, de 35 anos, que na quarta-feira fugiu de Zawiyah, cidade a 50 quilômetros a oeste de Trípoli, também falou em sequestros e espancamentos.
“As lojas estão fechadas, e a situação humanitária está muito ruim. Os moradores têm medo de sair de casa. Há sequestros e espancamentos a toda hora,” disse Mohsen.
Negociações
Em Benghazi, o porta-voz dos rebeldes, Mustafa Geriani, afirmou que o regime de Kadafi tentou em várias ocasiões negociar com os opositores, mas que eles sempre o rechaçaram.
“Sempre pedimos que primeiro parem com os assassinatos para se sentar à mesa para dialogar”, disse.
Ele negou ainda que se tenha tido conversas com chefes tribais e que vão iniciá-las.
Ele afirmou ainda que o saldo de até 10 mil mortos nos confrontos pode ser maior. “Deve-se ver quando estes tipos forem embora, porque, por exemplo em Trípoli, de onde não temos dados, sabemos que 1.200 pessoas foram sequestradas em suas casas –ativistas políticos e gente originária de Benghazi– e podem ser usadas como escudos humanos”.
Ele lembrou ainda que em Benghazi, somente no final de semana passado, morreram 120 pessoas durante os confrontos.
FONTE: Folha.com / Agências Internacionais
Preleção do comandante do BOPE, momentos antes da invasão ao complexo do alemão, observe a motivação da tropa muito bem conduzida pelo seu comandante, não há mêdo nos policiais, há uma vontade enorme de dar uma resposta aos traficantes por tudo que fizeram, moral elevado e muita vontade de trabalhar é o que os srs. verão exclusivo e inédito.
caveiraa!!!
Por: caveiraalex
Participou:Leonardo Malha
Nota do ForTe:
Reparem que o soldado da PM está usando um Bushmaster AR-15 com mira do tipo Red Dot EOTech, Gripod e lanternas no trilho RIS e em uma das fotos também é possível ver um soldado usando o Imbel MD97; em outra foto, o Sd Xavier exibe a metralhadora Madsen que aqui no Brasil foi convertida para o calibre 7,62.
Nota 2:
Agradecemos ao pessoal do Batalhao de Polícia de Choque – BPCHq, da PMRJ, em especial ao Soldado Xavier pelas imagens e aproveitamos aqui para dar os parabéns a todos os policias militares, civis, federais, bombeiros, militares do Exército, da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais e da Aeronáutica, pela excelente vitória ocorrida nesse fim de semana. Graças a vocês muitos de nós tem o orgulho de dizer que no Brasil acabou o tempo em que bandido dominava alguma região. Com vontade política e trabalho em conjunto das forças tudo é possível!!!!
BRASIL ACIMA DE TUDO!!!
O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, criticou a postura do Exército diante dos ataques de criminosos na cidade.
Em entrevista nesta quinta-feira à Rádio CBN, ele elogiou a Marinha que forneceu carros, equipamentos e blindados para ações da Polícia Militar. Questionado se o Exército forneceu alguma ajuda, Beltrame respondeu: “nada. E nem sei se está de prontidão [nos quartéis]. E nem sei do que adianta estar de prontidão. Essa é uma decisão do Exército. Não posso me meter nesta seara”, afirmou.
“As condições que nós conseguimos, quem efetivamente ajudou a PM e vai fazer com que a PM alguma coisa à sociedade, essa Arma, foi a Marinha”, acrescentou. Para Beltrame, a Marinha “tomou uma decisão histórica. Algo inédito no sentido de nos apoiar com rádio comunicação, com viaturas, com blindados e com ônibus”.
O governador Sérgio Cabral anunciou na noite de ontem ter obtido autorização do ministro da Defesa, Nelson Jobim, para que a Marinha fornecesse “apoio logístico”, mas sem uso de militares na repressão aos traficantes. No começo da manhã, seis blindados se deslocaram para a Vila Cruzeiro, na Penha, zona norte, onde estão concentrados traficantes. “Esta é uma primeira dose. Estão indo para Vila Cruzeiro para transporte de tropas”, afirmou o secretário.
FONTE: Folha de São Paulo

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