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A Batalha de Marjah é um documentário sobre a Companhia Bravo do Primeiro Batalhão do Sexto Regimento de Fuzileiros durante a operação Moshtarak para pacificar a região de Marjah no sul do Afeganistão. As operações iniciaram no dia 13 de fevereiro de 2010 junto com tropas do US Army, ISAF e Afegãs, além dos USMC.

O alvo principal era a cidade de Marja controlada pelo Talibã e traficantes. Um total de 15 mil homens participaram da operação. Foi a maior operação desde a queda do Talibã. A operação acabou com dois anos de domínio Talibã no local.

As outras partes estão disponíveis no Youtube

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São Gabriel da Cachoeira (AM) – No dia 23 de maio, a 1ª Companhia de Fuzileiros de Selva, pertencente ao Comando de Fronteira Rio Negro/5º Batalhão de Infantaria de Selva, deslocou-se para o 1º Pelotão Especial de Fronteira (1º PEF) na comunidade de Yauaretê, com o objetivo de reforçar o patrulhamento na área de responsabilidade do 1º PEF.

O deslocamento foi realizado em uma aeronave C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira.

Operação Amazônia 2011

Uma operação conjunta entre a Marinha, o Exército e a Força Aérea mobiliza, de 23 de maio a 03 de junho, aproximadamente 4,5 mil militares em um importante exercício de simulação de guerra na Amazônia.

Batizada de Operação Conjunta Amazônia 2011, a iniciativa visa a manter a capacidade operativa das tropas na região, além de prestar apoio às comunidades ribeirinhas, por meio de ações cívico-sociais.

Este é o décimo exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002, com o objetivo de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.

Segundo o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General de Exército José Carlos De Nardi, manobras dessa natureza ajudam os militares a desenvolver novos métodos na área de logística e comunicações, bem como sedimentar a interoperabilidade e doutrinas operacionais para o emprego conjunto das Forças Armadas.

Este ano, a operação conjunta está sendo desenvolvida em uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, abrangendo as localidades de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Japurá, Fonte Boa, Jutaí e Yauaretê.
Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região. Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população de localidades isoladas como Fonte Boa, Japurá e Yauaretê. Serão empregados navios hospitais da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da FAB, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.

De acordo com o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão encarregado de planejar o emprego conjunto das Forças, as atividades relacionadas à Operação Amazônia começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na Região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais que atuam na região.

Além da operação na Amazônia, o Estado-Maior Conjunto planeja exercícios em outras regiões do país. Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2011, operações conjuntas de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste.

NOTA DO BLOG: acompanhe e opine sobre a Operação Amazônia 2011 aqui no blog das Forças Terrestres

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Uma operação conjunta entre a Marinha, o Exército e a Força Aérea vai mobilizar, de 23 de maio a 03 de junho, aproximadamente 4,5 mil militares em um importante exercício de simulação de guerra na Amazônia.

Batizada de Operação Conjunta Amazônia 2011, a iniciativa visa a manter a capacidade operativa das tropas na região, além de prestar apoio às comunidades ribeirinhas, por meio de ações cívico-sociais.

Este é o nono exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002, com o objetivo de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.

Segundo o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General de Exército José Carlos De Nardi, manobras dessa natureza ajudam os militares a desenvolver novos métodos na área de logística e comunicações, bem como sedimentar doutrinas operacionais vitais para o emprego das Forças Armadas.

Este ano, a operação conjunta será desenvolvida em uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, abrangendo os municípios de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Japurá, Fonte Boa, Jutaí e Yauaretê.

Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região.

Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população de localidades isoladas como Fonte Boa, Japurá e Yauaretê. Serão empregados navios hospitais da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da FAB, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.

De acordo com o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão encarregado de planejar o emprego conjunto das Forças, as atividades relacionadas à Operação Amazônia começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na Região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais que atuam na região.

Além da operação na Amazônia, o Estado-Maior Conjunto planeja exercícios em outras regiões do país. Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2011, operações conjuntas de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste.

FONTE: MD

O general no comando das forças americanas na África negou nesta segunda-feira que a coalizão militar que vem realizando bombardeios aéreos na Líbia desde o sábado esteja agindo de forma coordenada com as forças de oposição ao líder líbio, Muamar Khadafi.

“Nossa missão é proteger civis de ataques das forças terrestres do regime. Nossa missão não é apoiar qualquer força de oposição”.

A ofensiva da coalizão, que conta com a participação de Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e outras nações, tem o objetivo de impor a resolução da ONU que estabeleceu uma zona de exclusão aérea na Líbia, para proteger civis opositores de bombardeios do governo.

Ham acrescentou que “não é intenção destruir completamente a (infraestrutura) militar líbia”.

“Se eles pararem e tomarem posições defensivas, poderemos atacar. Depende sobre onde eles estão e quais são as intenções. Se eles atacarem civis, faz parte de nossa missão atacá-los”, acrescentou.

Ham e outros representantes de outros países que integram a coalizão militar afirmaram que Khadafi não é pessoalmente alvo da ofensiva.

ZONA DE EXCLUSÃO

O general também afirmou que a zona de exclusão aérea estabelecida na Líbia pelas forças da coalizão está sendo estendida para cobrir uma área de mil quilômetros e, em breve, chegará às cidades de Brega, Misrata e Trípoli.

Nesta segunda-feira, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse no Parlamento em Londres que, apesar de ainda querer que o líder líbio, Muamar Khadafi, deixe o poder, é preciso lembrar que a resolução da ONU tem “alcance limitado” e “explicitamente não dá autoridade legal para a retirada de Khadafi do poder pelo uso de qualquer meio militar”.

Em uma coletiva no Chile, o presidente americano, Barack Obama, também disse que continua sendo uma aspiração da política externa americana que Khadafi deixe o governo da Líbia.

Nas últimas horas, aeronaves da coalizão realizaram dezenas de voos em território líbio para reprimir ataques de forças líbias contra oposicionistas.

Há relatos de que, apesar de um cessar-fogo anunciado pelo governo de Trípoli, pelo menos nove pessoas teriam sido mortas pelas forças fiéis a Khadafi na cidade de Misrata, o último grande reduto dos rebeldes no oeste da Líbia.

Residentes dizem que a distribuição de água na cidade foi cortada pelas forças pró-Khadafi.

Também há informações de confrontos com mortos entre oposicionistas e forças do governo na cidade de Ajdabiya, no leste do país.

FONTE: Folha/BBC

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O 28° Batalhão de Infantaria Leve realizou, no período de 21 a 25 de fevereiro, por intermédio do Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem, o Estágio de Preparação de Quadros para a Operação ARCANJO 2011.

O Estágio teve por finalidade preparar os oficiais e sargentos que integrarão a Força de Pacificação na cidade do Rio de Janeiro (RJ), capacitando-os ao emprego de Técnicas, Táticas e Procedimentos nas seguintes áreas:

Patrulhamento Ostensivo; Instrução Geral de Operação da Garantia da Lei e da Ordem; Armamento, Munição e Tiro, Técnicas Não-letais, Operação de Busca e Apreensão, Ponto Forte, Posto de Bloqueio e Controle de Estradas/Postos de Bloqueio e Controle de Vias Urbanas, Check Point e Defesa Pessoal Militar.

O evento contou com a participação de oficiais e sargentos da 11ª Brigada de Infantaria Leve.

FONTE: EB

Helicópteros do Exército Brasileiro em missão humanitária na Colômbia chegam à localidade de Ibagué para a última missão de resgate

Os dois helicópteros Cougar, do Exército Brasileiro, em missão humanitária de apoio ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) na Colômbia, chegaram na tarde de hoje, dia 12 Fev, na localidade de Ibagué, situada a cerca de 180 Km a oeste da capital Bogotá, para cumprirem, no dia 13 Fev, a última etapa dos resgates de reféns libertados pelas FARC.

A previsão da chegada dos helicópteros ao Brasil, por término de missão, é no 17 Fev (quinta-feira), com pouso no 4º Batalhão de Aviação do Exército, cuja sede é na cidade de Manaus-AM.

FONTE: Exército Brasieliro

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