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NATO ofensiva Afeganistão - EPA

vinheta-clipping-forteMARJAH, Afeganistão (Reuters) – Forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) lideradas pelos Estados Unidos lançaram uma grande ofensiva neste sábado contra a última fortaleza do Taliban na província mais violenta do Afeganistão. A ofensiva foi respondida rapidamente por militantes.

O ataque é um teste da estratégia do presidente norte-americano, Barack Obama, que ordenou em dezembro um aumento repentino no número de tropas no Afeganistão e início de uma campanha para impor controle do governo sobre áreas dominadas por rebeldes antes que as forças dos EUA se retirem do país em 2011.

Com horas de operação em andamento, fuzileiros dos EUA travavam batalhas com militantes do Talibã em Marjah, na província de Helmand, no sul do Afeganistão.

Três soldados norte-americanos morreram após um ataque numa estrada no sul do país. A Otan não divulgou detalhes do ataque e não ficou claro se os militares foram mortos durante a ofensiva.

Assim como civis no distrito habitado por 100 mil pessoas, os fuzileiros enfrentam o risco de detonarem uma série de bombas que acredita-se terem sido espalhadas pelo Talibã.

A operação envolve 15 mil soldados e recebeu o nome de Mushtarak, ou “juntos”, em uma alusão à determinação da Otan e das forças afegãs em trabalharem juntas para levar estabilidade ao país.

FONTE: Reuters e Brasil Online / FOTO: EPA

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Em ação conjunta, militares trocam farpas sobre comando de missão

Leandro Colon

vinheta-clipping-forteO primeiro encontro oficial entre tropas brasileiras e americanas no Haiti deu o tom do clima de divergência entre as duas partes. Sobraram trocas de recados. O general brasileiro Floriano Peixoto Vieira Neto, chefe militar da missão da ONU no país, reforçou que a ajuda aos haitianos – incluindo a segurança – é liderada pela Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah), cujo maior contingente é do Brasil. “Cada parte é muito bem definida, por meio de protocolo de entendimento, assinado pelas duas partes, o que nós faremos aqui”, afirmou.

Ao seu lado, o general Ken Keen, que lidera as forças dos EUA, deixou claro que não há subordinação à ONU e avisou que não há prazo para deixar o país. “O presidente Barack Obama nos mandou para cá para dar assistência ao governo do Haiti e estaremos aqui até quando eles precisarem”, afirmou. Questionado sobre as pretensões dos EUA em assumir a segurança, Keen foi enfático: “Isso é ridículo.” Segundo ele, há 3,7 mil soldados americanos em terra hoje no Haiti. Oficialmente, cabe aos EUA apenas a tarefa de ajuda humanitária.

Os militares dos dois países se juntaram ontem para distribuir 13 toneladas de comida e 15 mil litros de água em Cité Soleil, região mais pobre da capital. O cenário de entrega de comida era tipicamente haitiano: fumaça, casas de lona, lixo a céu aberto, porcos e seres humanos dividindo o mesmo espaço. Entre os soldados de cada país, poucas palavras. Os americanos não falavam português, e a maioria dos brasileiros apenas arriscava algumas palavras em inglês.

Enquanto isso, o general Floriano Peixoto percorreu a favela com o colega Ken Keen. Abordados pelos jornalistas, buscaram a cordialidade, mas não conseguiram disfarçar a divergência de conceito hierárquico na ação no Haiti. Uma jornalista questionou o general Floriano, na presença de Keen, sobre a polêmica em torno da segurança. Peixoto irritou-se, lembrou que há um acordo de tarefas e posicionou-se: “Eu sou o responsável pela parte militar da Minustah.” Em seguida, tentou amenizar a crise diplomática: “O relacionamento é extremamente positivo.” O discurso de Peixoto tem sido semelhante ao do ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. Em visita ao Haiti no sábado, Amorim voltou a valorizar a posição majoritária do Brasil no país. Apesar de afirmar que se reporta apenas ao governo do Haiti, o general americano disse que os EUA são parceiros do Programa Mundial de Alimentos (WFP) da ONU. “Sem esta colaboração, não estaríamos aptos a fazer chegar a ajuda”, afirmou Ken Keen, que elogiou as tropas brasileiras. “O Brasil tem bons soldados, extremamente profissionais. Estão entre os melhores do mundo”, disse ele, que já morou no País.

FONTE: Estadão

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Bandeiras a meio pau - foto José Cruz - Agência Brasil

Governo quer mostrar apreço às Forças Armadas e Lula deve comparecer à homenagem

vinheta-clipping-forteO governo federal e as Forças Armadas preparam homenagens de heróis para os militares mortos no Haiti. O traslado dos corpos está sendo providenciado pela ONU, responsável pela missão de paz no Haiti, à qual os militares serviam. A data ainda não está definida.

A programação será preparada pelo Palácio do Planalto em parceria com o Ministério da Defesa e terá como ponto alto uma solenidade coletiva, que será realizada, possivelmente, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ato deverá ocorrer na Base Aérea de Brasília, de onde os corpos seguirão para ser enterrados em cerimônias militares individuais nas cidades de origem ou em locais indicados pelas famílias.

O Palácio do Planalto quer usar o ato para demonstrar apreço às Forças Armadas, com as quais o governo tem tido nos últimos tempos um estremecimento de relações – por causa do Programa Nacional de Direitos Humanos. A ideia é que todos os corpos sejam trasladados num mesmo voo.

Como há desaparecidos, é possível que haja uma segunda cerimônia, posteriormente. O cerimonial incluirá uma salva de tiros e a execução do toque fúnebre, durante o qual um grupo de cadetes levará o caixão envolto na bandeira do Brasil até o túmulo. Nesse instante, a bandeira é retirada do caixão, dobrada e entregue à família. A responsabilidade pelo cerimonial deverá ficar com o Comando de Operações Terrestres do Exército.

A tragédia no Haiti deixou até agora um saldo de 14 militares brasileiros mortos, além de 4 desaparecidos e 25 feridos. Desses, três estão em estado grave. Dois deles foram levados para a República Dominicana e um está no Hospital das Forças Armadas da Argentina, o mais estruturado em funcionamento no Haiti.

Os outros 22, com ferimentos de menor gravidade, foram transferidos para o serviço médico do próprio Batalhão Brasileiro (Brabatt), depois de medicados no hospital argentino.

Ainda está desaparecido o diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, vice-representante especial da ONU no Haiti.

FONTE: O Estado de São Paulo

FOTO: Agência Brasil – J. Cruz

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Pto forte 22 casa azul - foto via sangueverdeoliva

vinheta-clipping-forteDos 14 mortos confirmados até ontem entre os militares brasileiros no terremoto do Haiti, nada menos que 10 perderam a vida em um único local: o Ponto Forte 22 (uma espécie de posto avançado), mais popularmente conhecido como Casa Azul, em Porto Príncipe. O prédio ruiu na terça-feira, sepultando os soldados. Estive no local em abril de 2007, acompanhando as tropas brasileiras da Minustah, e me surpreendi com a quantidade de furos de bala espalhados pela construção – pintada, como o nome indica, de azul. Nos andares inferiores, uma pequena guarnição descansava. No piso superior, militares apontavam suas armas para Cité Soleil, um aglomerado de favelas à beira-mar, na época recém-pacificado. A tomada da Casa Azul pelos brasileiros, em janeiro daquele ano, foi, justamente, fundamental para pacificar Cité Soleil. Até então, o edifício de três andares era utilizado por gangues para dominar a principal estrada do país, a Rodovia Nacional 1.

– O prédio era mais alto do que os demais. De lá, as gangues disparavam contra alvos na estrada e dificultavam o trânsito das tropas – lembra o coronel Pedro Aurélio de Pessoa, comandante do Centro de Instrução de Operações de Paz Sergio Vieira de Mello.

Conquistada, a Casa Azul passou a ser uma base avançada estratégica, que abrigava em torno de 20 militares:

– Era um local que irradiava segurança para a população do entorno. Deixamos as marcas de tiros na fachada para que os habitantes não se esquecessem o motivo de estarmos lá – conta Pessoa.

Abalo histórico para o Exército

A força da natureza acabou gerando nos soldados brasileiros mais traumas do que todas as incursões militares realizadas após a II Guerra Mundial.

Nunca, em tempos de paz, o Exército do Brasil sofreu um revés como o provocado pelo terremoto no Haiti. Tanto que, ao visitar o Batalhão Brasileiro em Porto Príncipe, ontem, o ministro da Defesa Nelson Jobim ressaltou que “muitos estavam deprimidos pela perda de companheiros”.

Os 14 mortos, quatro desaparecidos e 14 feridos contabilizados pelo Exército são uma derrota histórica, para um inimigo contra o qual não há preparo bélico possível. Desde a última guerra mundial, quando o país perdeu mais de 400 militares na Itália em luta contra os nazistas, não morriam tantos pracinhas brasileiros em ação.

– Estamos no Haiti desde 2004, levando tiro, e nunca tivemos um combatente morto pelo inimigo, nunca fomos derrotados em combate. Para desastres climáticos, não há treino que prepare. Um militar não espera que o teto desabe sobre sua cabeça – desabafou o general da reserva Gilberto Figueiredo, presidente do Clube Militar, entidade porta-voz oficial das Forças Armadas.

O gaúcho Figueiredo está correto. O desastre provocado pelo terremoto não tem precedentes nem no Haiti, nem nas outras Missões de Paz nas quais o país se envolveu desde a II Guerra. Em Angola, onde soldados brasileiros permaneceram por três anos, o Brasil perdeu três militares – dois por malária, um abatido a tiros por saqueadores. Em Moçambique, não ocorreram baixas fatais, tampouco em Timor Leste, para ficar nas incursões recentes.

Nelson Düring, diretor do site especializado Defesanet.com.br, nota que a tragédia no Haiti acontece numa missão em que tudo deu certo para o Brasil. Ele diz que o pânico das Forças Armadas é ter de explicar à nação quando caixões com militares começarem a desembarcar.

– O curioso é que o túmulo de tantos soldados, agora, tenha sido o Ponto 22. Justamente o local da maior vitória brasileira no Haiti, o forte conquistado em fevereiro de 2007 às gangues, coroando a missão maior dos brasileiros, de dar segurança àquele povo – lamenta Düring.

Militares têm retorno adiado

Os 41 militares que estão lotados no Comando Militar do Sul e participam da missão da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti não retornarão ao Brasil no sábado, como previsto. Eles completaram os seis meses de missão no país e o comando preparava sua recepção no país, mas o terremoto que atingiu o Haiti na terça mudou os planos. Não há nova data prevista para o retorno.

O chefe da Comunicação Social do Comando Militar do Sul, coronel Sylvio Cardoso, disse que a permanência deve considerar que o grupo tem experiência no país, por integrar a Companhia de Engenharia Haiti.

FONTE: Zero Hora, via Resenha CCOMSExNotimp

FOTO: Portal sangueverdeoliva – Haiti – Operações de Manutenção da Paz (foto tirada em ocasião de visita de equipe do Domingão do Faustão e cantor de rap MV Bill, em março de 2009)

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vinheta-clipping-forteNos últimos dias, os politicos e jornalistas alemães vem alimentando uma discussão absurda, se a presença internacional no Afeganistão é guerra ou ajuda à reconstrução. Os soviéticos precisaram de oito anos para descobrir que a guerra contra a vontade dos grupos tribais, do talibã e dos senhores da guerra (warlords) não podia ser vencida. Foram oito anos perdidos, com um saldo de muitas vitimas, uma catástrofe que apressou o fim da União Soviética.

O ex-deputado alemão Jürgen Todenhöfer, que em 1980 visitou o Afeganistão, destruido pela guerra soviética, esteve há alguns meses novamente no pais, para concluir mais uma vez: Também essa guerra não pode ser vencida. O próximo será o nono ano da presença estrangeira no pais, milhares de soldados dos Estados Unidos e de diversos paises europeus, com um grande saldo de vitimas, sem que nada melhore no que se refere ao combate do talibã.

Segundo analistas, o problema não é só o talibã. A corrupção é um problema grave e ajuda os grupos do talibã a conquistar adeptos. Um ex-soldado alemão disse recentemente que no inicio, as tropas alemãs cuidavam sobretudo da ajuda à reconstrução. Os militares construiam escolas. Quando iam embora, os professores eram assassinados e os prédios destruidos.

– Nós não lutamos no Afeganistão contra o terrorismo internacional — afirmou Todenhöfer, lembrando que a atual guerra é tão absurda quanto a da era soviética, porque leva apenas ao aumento da violência.

A atual polêmica na Alemanha foi provocada pela explosão de dois caminhões tanques, no inicio de setembro, perto de Kunduz, por ordem de um comandante alemão. Para não atrapalhar a campanha eleitoral, que estava a todo vapor, o então ministro da defesa, Franz Josef Jung, da União Democrata Cristã (CDU), o partido da chanceler Merkel, afirmou que as mais de cem vitimas eram todas talibãs. Ele negou a existência de vitimas civis. Depois foi provado o contrário. Jung foi forçado a renunciar. A chanceler Angela Merkel e o atual ministro da defesa, Karl Theodor zu Guttenberg, serão obrigados a esclarecer o caso diante de uma comissão parlamentar de inquérito.

Apesar do engajamento internacional, as forças rebeldes do Afeganistão estão crescendo. Recentemente, o ministro das relações exteriores do pais, Rangin Dadfar Spanta, que frequentou a universidade na Alemanha, disse: “a luta contra o talibã fica a cada dia mais dificil”.

FONTE: O Globo / Blog ‘No Portão de Brandemburgo’

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vinheta-clipping-forteCAMPO GRANDE – Dois militares do Exército morreram nesta quinta-feira durante um treinamento em uma fazenda no Pantanal usada como base do 6º Distrito Naval de Ladário, no Mato Grosso do Sul. Eles passaram mal quando retornavam de uma patrulha. O treinamento, de estágio básico de combatente, começou no domingo e terminaria nesta sexta-feira.

Segundo o 17º Batalhão de Fronteira ao final de uma patrulha a pé, que faz parte do exercício de treinamento, o cabo Diego Augusto de Lima Leite e o soldado Antônio José dos Santos Neto, ambos de 21 anos, apresentaram sinais de fadiga e desmaiaram. Eles foram atendidos pelos médicos no acampamento militar, mas o estado de saúde de ambos era grave.

O cabo foi levado ao Hospital Geral da Marinha de helicóptero acompanhado por um médico do Distrito Naval, e o soldado seguiu de barco pelo rio Paraguai na companhia de um médico do Exército. Os dois militares teriam morrido antes de dar entrada ao hospital. Foi aberto Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar os fatos. Cerca de 100 militares participavam dos exercícios.

De acordo com 17º Batalhão de Fronteira, o cabo Lima Leite estava no Exército há dois anos e o soldado Antônio José foi incorporado em março deste ano. Outros dois militares que participavam do treinamento também tiveram que ser atendidos e estão em observação médica.

FONTE: TV Morena / O Globo

HM-3 Cougar (2° BAvEx)

Foi conduzida na área de responsabilidade da 15ª Brigada de Infantaria Motorizada (15ª Bda Inf Mtz), no contexto da Operação, a demonstração de ocupação de uma região de passagem sobre o Rio Uruguai e da Usina Hidrelétrica Estadual (UHE) de Itá por meio de um assalto aeromóvel, com participação do 6º Batalhão de Infantaria Leve e do 2º Batalhão de Aviação do Exército (2° BAvEx).

O evento contou com a presença do Comandante Militar do Sul e comitiva de Comandantes de Grandes Unidades do Exército envolvidas na Operação.

A atividade contou com ampla cobertura da imprensa e foi seguida de uma visita técnica da comitiva de autoridades militares à Usina, acompanhada pela gerência da hidrelétrica.

HM-3 Cougar (2° BAvEx)

FONTE e FOTOS: Operação Laçador

 

Forças cubanas iniciam exercícios militares

As Forças Armadas de Cuba iniciam, nesta quinta-feira, o primeiro dos três dias de exercícios militares do país. O jornal cubano “Granma” divulgou que a intenção é se preparar para um eventual ataque dos Estados Unidos.

Os testes serão os primeiros desde que Raúl Castro assumiu a Presidência, em fevereiro do ano passado. As autoridades da ilha mantêm um estado de alerta desde a invasão frustrada da Baía dos Porcos, em 1961, por cubanos exilados treinados pela inteligência americana.

FONTE: eBand

 

MinDef Laçador 3

Porto Alegre (RS) - Esteve em visita, no dia 24 de novembro, ao Teatro de Operações da Operação Laçador, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, acompanhado dos Comandantes da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Exército, General-de-Exército Enzo Martins Peri e da Força Aérea, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito o qual concedeu entrevista coletiva no Salão de Honra do Quartel General do Comando Militar do Sul sobre a Operação. Após, o Ministro e comitiva cumprirão a seguinte agenda:
- visita à Força Terrestre Componente, que está localizada no 3º Regimento de Cavalaria de Guarda;
- visita à Força Aérea Componente 106, na Base Aérea de Canoas;
- sobrevoo de helicóptero, em Rio Grande, à Força Naval, defesa do porto, TERMASA e defesa de pontos sensíveis;
- visita ao Comando do 5º Distrito Naval;
- retorno para Brasília;

MinDef Laçador 4

FONTE: http://www.lacador.eb.mil.br

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MinDef Laçador 1

Porto Alegre (RS) – Após conceder entrevista coletiva à imprensa, o Ministro da Defesa e comitiva visitaram o Centro de Comunicações (C Com) da Operação. Na oportunidade, oficiais do Estado-Maior fizeram uma explanação da sistemática empregada na operação.

MinDef Laçador 2

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