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Imagens capturadas com o auxílio de OVN, mostram soldados da Household Cavalry Regiment Battle Group, recebendo suprimentos lançados por um C-130 Hércules, nos arredores de Musa Qal’eh, no Afeganistão.

Parachuted crates of supplies and rations

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group retrieve ration supplies

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group

Soldiers from the Household Cavalry Regiment Battle Group

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Na guerra contra os insurgentes do Talibã, podem aparecer situações como essa do vídeo: uma fazenda com materiais para a confecção de IEDs e um fazendeiro mudo.

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Javelin no sniper!

O vídeo da CNN mostra Marines lutando contra os Talibãs na Operation Moshtarak no Afeganistão.

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Aeronaves brasileiras saíram de Querari, no Amazonas. Objetivo da missão é salvar dois militares colombianos.

vinheta-clipping-forteHM-3 Cougar 2º BAvExOs dois helicópteros do Exército brasileiro, colocados a serviço da Cruz Vermelha Internacional para resgate de dois reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), chegaram por volta de 15h20 (horário de Brasília) deste sábado (27) à Villavencio na Colômbia.

As aeronaves saíram às 9h30 de São Gabriel da Cachoeira (AM) e fizeram uma parada em Querari (AM), por volta de 12h30. O trecho final da viagem até Villavencio é estimado em duas horas e meia.

Estão nos helicópteros 20 militares que farão parte da operação de resgate, a senadora colombiana Piedad Córdoba, dois representantes de um movimento pacifista da Colômbia, dois representantes da Cruz Vermelha e um representante da Igreja.

Segundo a Cruz Vermelha, a operação vai durar até terça-feira (30) e será dividida em duas partes. A primeira fase acontece neste domingo (28) e a segunda na terça. Em cada uma delas será resgatado um refém.

Os dois reféns que serão libertados são militares colombianos. Pablo Emilio Moncayo está sob poder das Farc há mais de 12 anos. Josué Calvo é refém desde abril do ano passado. Não foi divulgada qual a ordem dos resgates. A operação é toda comandada pela Cruz Vermelha e o Brasil dá apenas apoio logístico.

Operações militares são suspensas em zona da Colômbia para entrega de refém

Uma interrupção das operações militares e policiais em uma região do sudeste da Colômbia entrou em vigência a partir das 18h locais (20h de Brasília) deste sábado (27) para facilitar a libertação de um militar sequestrado há um ano pela guerrilha das Farc.

“De acordo com as instruções do Ministério da Defesa, serão suspensas as operações militares em uma pequena zona, mas o suficiente para realizar a operação de libertação do soldado Josué Daniel Calvo”, disse a jornalistas o alto comissário de paz do governo, Frank Pearl.

Neste sábado, chegaram à cidade de Villavicencio, capital do departamento de Meta, os dois helicópteros brasileiros em que viajará a comissão humanitária que no domingo (28) receberá o soldado Calvo, se tudo ocorrer dentro do previsto.

As duas aeronaves e os integrantes da missão humanitária irão na segunda-feira (29) à cidade de Florencia, no departamento de Caquetá, para uma segunda operação estabelecida para a libertação do sargento Pablo Emilio Moncayo, que as Farc entregarão depois de mais de 13 anos de sequestro.

Os dois soldados fazem parte de um grupo de 23 militares e policiais que as Farc mantêm como reféns e que o grupo rebelde pretende trocar por cerca de 500 guerrilheiros presos, algo que o presidente Alvaro Uribe rejeita.

FONTE: G1

FOTO: Guilherme Wiltgen – ForTe

NOTA do EDITOR: As aeronaves da Aviação do Exército utilizadas nesa missão pertencem ao 4º BAvEx, sediado em Manaus. A foto ilustrativa é de um HM-3 Cougar do 2º BAvEx.

SAIBA MAIS:

 

CV90 1

O Exército da Dinamarca, pela primeira vez, enviará uma frota de 10 veículos BAE Systems Hägglunds CV9035 de infantaria ao Afeganistão.

Os veículos desdobrados apresentam diversos upgrades, incluindo a blindagem BAE Systems L-ROD, camuflagem Barracuda e modificações no software do sistema de computação do veículo para aumentar a prontidão no campo de batalha.

Somam-se ainda, energia extra para o sistema de contramedidas eletrônicas e uma câmera IR adicional para o motorista, cobrindo a parte traseira do veículo.

Uma companhia de infantaria motorizada do novo grupo de batalha da Dinamarca vai operar os CV9035 para servir com a ISAF (International Security Assistance Force). Os veículos vão operar ao lado dos M113G3 e Piranha IIIH, e um pelotão de Leopard 2A4.

Em 2008 a Dinamarca recebeu 45 CV9035 e o Exército quer mais 45 veículos.

CV90 2

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NATO ofensiva Afeganistão - EPA

vinheta-clipping-forteMARJAH, Afeganistão (Reuters) – Forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) lideradas pelos Estados Unidos lançaram uma grande ofensiva neste sábado contra a última fortaleza do Taliban na província mais violenta do Afeganistão. A ofensiva foi respondida rapidamente por militantes.

O ataque é um teste da estratégia do presidente norte-americano, Barack Obama, que ordenou em dezembro um aumento repentino no número de tropas no Afeganistão e início de uma campanha para impor controle do governo sobre áreas dominadas por rebeldes antes que as forças dos EUA se retirem do país em 2011.

Com horas de operação em andamento, fuzileiros dos EUA travavam batalhas com militantes do Talibã em Marjah, na província de Helmand, no sul do Afeganistão.

Três soldados norte-americanos morreram após um ataque numa estrada no sul do país. A Otan não divulgou detalhes do ataque e não ficou claro se os militares foram mortos durante a ofensiva.

Assim como civis no distrito habitado por 100 mil pessoas, os fuzileiros enfrentam o risco de detonarem uma série de bombas que acredita-se terem sido espalhadas pelo Talibã.

A operação envolve 15 mil soldados e recebeu o nome de Mushtarak, ou “juntos”, em uma alusão à determinação da Otan e das forças afegãs em trabalharem juntas para levar estabilidade ao país.

FONTE: Reuters e Brasil Online / FOTO: EPA

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Em ação conjunta, militares trocam farpas sobre comando de missão

Leandro Colon

vinheta-clipping-forteO primeiro encontro oficial entre tropas brasileiras e americanas no Haiti deu o tom do clima de divergência entre as duas partes. Sobraram trocas de recados. O general brasileiro Floriano Peixoto Vieira Neto, chefe militar da missão da ONU no país, reforçou que a ajuda aos haitianos – incluindo a segurança – é liderada pela Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah), cujo maior contingente é do Brasil. “Cada parte é muito bem definida, por meio de protocolo de entendimento, assinado pelas duas partes, o que nós faremos aqui”, afirmou.

Ao seu lado, o general Ken Keen, que lidera as forças dos EUA, deixou claro que não há subordinação à ONU e avisou que não há prazo para deixar o país. “O presidente Barack Obama nos mandou para cá para dar assistência ao governo do Haiti e estaremos aqui até quando eles precisarem”, afirmou. Questionado sobre as pretensões dos EUA em assumir a segurança, Keen foi enfático: “Isso é ridículo.” Segundo ele, há 3,7 mil soldados americanos em terra hoje no Haiti. Oficialmente, cabe aos EUA apenas a tarefa de ajuda humanitária.

Os militares dos dois países se juntaram ontem para distribuir 13 toneladas de comida e 15 mil litros de água em Cité Soleil, região mais pobre da capital. O cenário de entrega de comida era tipicamente haitiano: fumaça, casas de lona, lixo a céu aberto, porcos e seres humanos dividindo o mesmo espaço. Entre os soldados de cada país, poucas palavras. Os americanos não falavam português, e a maioria dos brasileiros apenas arriscava algumas palavras em inglês.

Enquanto isso, o general Floriano Peixoto percorreu a favela com o colega Ken Keen. Abordados pelos jornalistas, buscaram a cordialidade, mas não conseguiram disfarçar a divergência de conceito hierárquico na ação no Haiti. Uma jornalista questionou o general Floriano, na presença de Keen, sobre a polêmica em torno da segurança. Peixoto irritou-se, lembrou que há um acordo de tarefas e posicionou-se: “Eu sou o responsável pela parte militar da Minustah.” Em seguida, tentou amenizar a crise diplomática: “O relacionamento é extremamente positivo.” O discurso de Peixoto tem sido semelhante ao do ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. Em visita ao Haiti no sábado, Amorim voltou a valorizar a posição majoritária do Brasil no país. Apesar de afirmar que se reporta apenas ao governo do Haiti, o general americano disse que os EUA são parceiros do Programa Mundial de Alimentos (WFP) da ONU. “Sem esta colaboração, não estaríamos aptos a fazer chegar a ajuda”, afirmou Ken Keen, que elogiou as tropas brasileiras. “O Brasil tem bons soldados, extremamente profissionais. Estão entre os melhores do mundo”, disse ele, que já morou no País.

FONTE: Estadão

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Bandeiras a meio pau - foto José Cruz - Agência Brasil

Governo quer mostrar apreço às Forças Armadas e Lula deve comparecer à homenagem

vinheta-clipping-forteO governo federal e as Forças Armadas preparam homenagens de heróis para os militares mortos no Haiti. O traslado dos corpos está sendo providenciado pela ONU, responsável pela missão de paz no Haiti, à qual os militares serviam. A data ainda não está definida.

A programação será preparada pelo Palácio do Planalto em parceria com o Ministério da Defesa e terá como ponto alto uma solenidade coletiva, que será realizada, possivelmente, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ato deverá ocorrer na Base Aérea de Brasília, de onde os corpos seguirão para ser enterrados em cerimônias militares individuais nas cidades de origem ou em locais indicados pelas famílias.

O Palácio do Planalto quer usar o ato para demonstrar apreço às Forças Armadas, com as quais o governo tem tido nos últimos tempos um estremecimento de relações – por causa do Programa Nacional de Direitos Humanos. A ideia é que todos os corpos sejam trasladados num mesmo voo.

Como há desaparecidos, é possível que haja uma segunda cerimônia, posteriormente. O cerimonial incluirá uma salva de tiros e a execução do toque fúnebre, durante o qual um grupo de cadetes levará o caixão envolto na bandeira do Brasil até o túmulo. Nesse instante, a bandeira é retirada do caixão, dobrada e entregue à família. A responsabilidade pelo cerimonial deverá ficar com o Comando de Operações Terrestres do Exército.

A tragédia no Haiti deixou até agora um saldo de 14 militares brasileiros mortos, além de 4 desaparecidos e 25 feridos. Desses, três estão em estado grave. Dois deles foram levados para a República Dominicana e um está no Hospital das Forças Armadas da Argentina, o mais estruturado em funcionamento no Haiti.

Os outros 22, com ferimentos de menor gravidade, foram transferidos para o serviço médico do próprio Batalhão Brasileiro (Brabatt), depois de medicados no hospital argentino.

Ainda está desaparecido o diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, vice-representante especial da ONU no Haiti.

FONTE: O Estado de São Paulo

FOTO: Agência Brasil – J. Cruz

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Pto forte 22 casa azul - foto via sangueverdeoliva

vinheta-clipping-forteDos 14 mortos confirmados até ontem entre os militares brasileiros no terremoto do Haiti, nada menos que 10 perderam a vida em um único local: o Ponto Forte 22 (uma espécie de posto avançado), mais popularmente conhecido como Casa Azul, em Porto Príncipe. O prédio ruiu na terça-feira, sepultando os soldados. Estive no local em abril de 2007, acompanhando as tropas brasileiras da Minustah, e me surpreendi com a quantidade de furos de bala espalhados pela construção – pintada, como o nome indica, de azul. Nos andares inferiores, uma pequena guarnição descansava. No piso superior, militares apontavam suas armas para Cité Soleil, um aglomerado de favelas à beira-mar, na época recém-pacificado. A tomada da Casa Azul pelos brasileiros, em janeiro daquele ano, foi, justamente, fundamental para pacificar Cité Soleil. Até então, o edifício de três andares era utilizado por gangues para dominar a principal estrada do país, a Rodovia Nacional 1.

– O prédio era mais alto do que os demais. De lá, as gangues disparavam contra alvos na estrada e dificultavam o trânsito das tropas – lembra o coronel Pedro Aurélio de Pessoa, comandante do Centro de Instrução de Operações de Paz Sergio Vieira de Mello.

Conquistada, a Casa Azul passou a ser uma base avançada estratégica, que abrigava em torno de 20 militares:

– Era um local que irradiava segurança para a população do entorno. Deixamos as marcas de tiros na fachada para que os habitantes não se esquecessem o motivo de estarmos lá – conta Pessoa.

Abalo histórico para o Exército

A força da natureza acabou gerando nos soldados brasileiros mais traumas do que todas as incursões militares realizadas após a II Guerra Mundial.

Nunca, em tempos de paz, o Exército do Brasil sofreu um revés como o provocado pelo terremoto no Haiti. Tanto que, ao visitar o Batalhão Brasileiro em Porto Príncipe, ontem, o ministro da Defesa Nelson Jobim ressaltou que “muitos estavam deprimidos pela perda de companheiros”.

Os 14 mortos, quatro desaparecidos e 14 feridos contabilizados pelo Exército são uma derrota histórica, para um inimigo contra o qual não há preparo bélico possível. Desde a última guerra mundial, quando o país perdeu mais de 400 militares na Itália em luta contra os nazistas, não morriam tantos pracinhas brasileiros em ação.

– Estamos no Haiti desde 2004, levando tiro, e nunca tivemos um combatente morto pelo inimigo, nunca fomos derrotados em combate. Para desastres climáticos, não há treino que prepare. Um militar não espera que o teto desabe sobre sua cabeça – desabafou o general da reserva Gilberto Figueiredo, presidente do Clube Militar, entidade porta-voz oficial das Forças Armadas.

O gaúcho Figueiredo está correto. O desastre provocado pelo terremoto não tem precedentes nem no Haiti, nem nas outras Missões de Paz nas quais o país se envolveu desde a II Guerra. Em Angola, onde soldados brasileiros permaneceram por três anos, o Brasil perdeu três militares – dois por malária, um abatido a tiros por saqueadores. Em Moçambique, não ocorreram baixas fatais, tampouco em Timor Leste, para ficar nas incursões recentes.

Nelson Düring, diretor do site especializado Defesanet.com.br, nota que a tragédia no Haiti acontece numa missão em que tudo deu certo para o Brasil. Ele diz que o pânico das Forças Armadas é ter de explicar à nação quando caixões com militares começarem a desembarcar.

– O curioso é que o túmulo de tantos soldados, agora, tenha sido o Ponto 22. Justamente o local da maior vitória brasileira no Haiti, o forte conquistado em fevereiro de 2007 às gangues, coroando a missão maior dos brasileiros, de dar segurança àquele povo – lamenta Düring.

Militares têm retorno adiado

Os 41 militares que estão lotados no Comando Militar do Sul e participam da missão da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti não retornarão ao Brasil no sábado, como previsto. Eles completaram os seis meses de missão no país e o comando preparava sua recepção no país, mas o terremoto que atingiu o Haiti na terça mudou os planos. Não há nova data prevista para o retorno.

O chefe da Comunicação Social do Comando Militar do Sul, coronel Sylvio Cardoso, disse que a permanência deve considerar que o grupo tem experiência no país, por integrar a Companhia de Engenharia Haiti.

FONTE: Zero Hora, via Resenha CCOMSExNotimp

FOTO: Portal sangueverdeoliva – Haiti – Operações de Manutenção da Paz (foto tirada em ocasião de visita de equipe do Domingão do Faustão e cantor de rap MV Bill, em março de 2009)

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vinheta-clipping-forteNos últimos dias, os politicos e jornalistas alemães vem alimentando uma discussão absurda, se a presença internacional no Afeganistão é guerra ou ajuda à reconstrução. Os soviéticos precisaram de oito anos para descobrir que a guerra contra a vontade dos grupos tribais, do talibã e dos senhores da guerra (warlords) não podia ser vencida. Foram oito anos perdidos, com um saldo de muitas vitimas, uma catástrofe que apressou o fim da União Soviética.

O ex-deputado alemão Jürgen Todenhöfer, que em 1980 visitou o Afeganistão, destruido pela guerra soviética, esteve há alguns meses novamente no pais, para concluir mais uma vez: Também essa guerra não pode ser vencida. O próximo será o nono ano da presença estrangeira no pais, milhares de soldados dos Estados Unidos e de diversos paises europeus, com um grande saldo de vitimas, sem que nada melhore no que se refere ao combate do talibã.

Segundo analistas, o problema não é só o talibã. A corrupção é um problema grave e ajuda os grupos do talibã a conquistar adeptos. Um ex-soldado alemão disse recentemente que no inicio, as tropas alemãs cuidavam sobretudo da ajuda à reconstrução. Os militares construiam escolas. Quando iam embora, os professores eram assassinados e os prédios destruidos.

– Nós não lutamos no Afeganistão contra o terrorismo internacional — afirmou Todenhöfer, lembrando que a atual guerra é tão absurda quanto a da era soviética, porque leva apenas ao aumento da violência.

A atual polêmica na Alemanha foi provocada pela explosão de dois caminhões tanques, no inicio de setembro, perto de Kunduz, por ordem de um comandante alemão. Para não atrapalhar a campanha eleitoral, que estava a todo vapor, o então ministro da defesa, Franz Josef Jung, da União Democrata Cristã (CDU), o partido da chanceler Merkel, afirmou que as mais de cem vitimas eram todas talibãs. Ele negou a existência de vitimas civis. Depois foi provado o contrário. Jung foi forçado a renunciar. A chanceler Angela Merkel e o atual ministro da defesa, Karl Theodor zu Guttenberg, serão obrigados a esclarecer o caso diante de uma comissão parlamentar de inquérito.

Apesar do engajamento internacional, as forças rebeldes do Afeganistão estão crescendo. Recentemente, o ministro das relações exteriores do pais, Rangin Dadfar Spanta, que frequentou a universidade na Alemanha, disse: “a luta contra o talibã fica a cada dia mais dificil”.

FONTE: O Globo / Blog ‘No Portão de Brandemburgo’

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