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Em 2 de outubro, o Exército Brasileiro comemora o Dia do Quadro Complementar de Oficiais (QCO).

Quadro mais recente na estrutura de formação de oficiais da Força, sua criação se deu em 1989 por meio da Lei 7.831, de 2 de outubro, data instituída como Dia do QCO. No ano anterior, em 5 de abril, havia sido criada a Escola de Administração do Exército (EsAEx) nas antigas instalações do Colégio Militar de Salvador, que se encontrava desativado. E assim, na capital baiana, em 1990, teve início o primeiro Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar.

Desde essa data significativa, 21 turmas de oficiais já foram formadas em variadas áreas do ensino superior de interesse do Exército, tais como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Enfermagem, Estatística, Informática, Magistério, Pedagogia, Psicologia e Veterinária. Esses profissionais se tornaram importantes na estrutura de um Exército atento às mudanças impostas pela modernidade e ingressam no Quadro Complementar após sua graduação ou licenciatura em Universidades civis do Brasil mediante concorrido concurso público.

Dois anos após sua criação, o Quadro Complementar passou a receber também mulheres, em igualdade de condições com os homens, no concurso de admissão e no curso de formação, reintegrando ao Exército o segmento feminino, distante das atividades castrenses desde a Segunda Guerra Mundial. Recentemente, a Escola de Administração do Exército, berço de formação do oficial do Quadro Complementar, teve sua designação alterada para Escola de Formação Complementar do Exército, agregando a formação de oficiais do ensino militar da linha de saúde.

Como homenagem às mulheres que se reintegravam ao Exército, a terceira turma de formação de oficiais da EsAEx foi batizada de “Turma Maria Quitéria”, a heroína que, posteriormente, seria alçada à condição de Patrono do QCO. Essa personagem de nossa história, durante as Guerras de Independência, cortou os cabelos, vestiu-se de homem e alistou-se para poder combater pela independência e pela identidade nacional. Adotando o nome de “Soldado Medeiros”, participou de sangrentos combates na Bahia, destacando-se pela enorme coragem, fibra e por atos de bravura, reconhecidos nas muitas referências elogiosas de seus superiores e comandantes.

Nos dias de hoje, os oficiais do Quadro Complementar encontram-se prestando valioso assessoramento nas suas especialidades em praticamente todas as Unidades do Exército. Eles estão presentes nos grandes centros urbanos e na selva amazônica; nos Quartéis-Generais e nas Unidades de tropa; nos hospitais e nas escolas; nas ações do Exército em prol do povo brasileiro e também em missões do Brasil no exterior.

Assim, 22 anos após a sua criação, o Quadro Complementar de Oficiais vem demonstrando a sua importância na estrutura de um Exército moderno e voltado para o futuro, consciente de sua missão constitucional e de seu papel como parte indissolúvel da sociedade brasileira. Os níveis de especificidade da Força e o profissionalismo de seus integrantes têm sido fator fundamental para a garantia do poder de dissuasão do Exército Brasileiro, que tem em seus profissionais, em qualquer campo ou área da atividade militar, o mais precioso recurso de uma instituição com altos níveis de confiabilidade perante a sociedade a que serve.

O Exército, como instituição, necessita cada dia mais contar com o profissionalismo e a abnegação de militares que aliam conhecimentos adquiridos em diferentes instituições e em variados campos do conhecimento. Parabéns aos integrantes do Quadro Complementar de Oficiais pelo transcurso do Dia do QCO.

Caçapava recebe no sábado (10) e domingo (11) a Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha Brasileira para dois concertos abertos ao público e mais três apresentações em escolas do município.

Os concertos fazem parte da turnê da banda para comemorar o aniversário de 203 anos da presença do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha no Brasil. O espetáculo já foi apresentado em diversas regiões do País.

Em Caçapava, a primeira apresentação será no domingo, dia 11, às 16h, na Praça da Bandeira. No dia 12, às 11h, o concerto será na Praça da Vila Menino Jesus.

Os concertos didáticos serão realizados no dia 12, a partir das 15h, na escola Dr. Antonio Pereira Bueno (Rua Uruguai, 140 – Jardim Caçapava), na escola Zélia de Castro Marques (Travessa Santa Cruz, 200 – Caçapava Velha), e na escola Zélia de Souza Madureira (Rua Sargento Andirás Nogueira, 67, Vila Pantaleão).

A Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais caracteriza-se pela presença de gaitas de fole escocesas entre seus instrumentos musicais e é formada por 111 músicos que apresentam um repertório diversificado.

Sua composição inclui instrumentos como pratos, liras, contrabaixos lisos, contrabaixos com pisto, trompetes, flautins, cornetas lisas, cornetas com pisto, entre outros.

Concerto com a Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais – Entrada franca. Informações: Tel. (12) 3652-9222

FONTE: VNEWS

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Em abril de 2011, a 16ª Brigada de Infantaria de Selva (16ª Bda Inf Sl), Brigada das Missões, com o apoio de órgãos de segurança, como a Polícia Federal e o IBAMA, realiza a Operação Curare I – 2011, nas regiões de fronteira com a Colômbia e Peru, no estado do Amazonas.

Nessa Operação, o Exército Brasileiro cumpre seu dever legal previsto na Constituição Federal e nas Leis Complementares 97/1999, 117/2004 e 136/2010 (Lei Complementar da Nova Defesa).
Entenda o que é Curare

Normalmente, as operações militares recebem denominações com termos típicos da região, neste caso, o vocábulo “curare” faz referência a compostos químicos orgânicos conhecidos como venenos de flecha, extraídos da casca de certos cipós de plantas encontradas na América do Sul. Possuem intensa e letal ação paralisante, embora sejam utilizados medicinalmente como relaxante muscular ou anestésico.

Saiba mais sobre a Operação

A Operação Curare I – 2011 tem a finalidade de intensificar a presença das Forças Armadas junto à faixa de fronteira oeste, reprimindo os delitos transfronteiriços e ambientais, além de reforçar, junto à população regional, o sentimento de nacionalismo e de defesa da Pátria.

Durante a operação, será intensificada a vigilância na faixa de fronteira no estado do Amazonas, por meio de patrulhamentos aéreos e fluviais.

Também serão estabelecidos postos de bloqueio na calha dos rios para a realização de revistas em embarcações.

A área de atuação compreende a faixa de fronteira que se estende da Cachoeira do Machado, ao norte, à foz do rio Breu, ao sul, incluindo as águas interiores da área da 16ª Bda Inf Sl, área esta 4,4 vezes maior do que a Inglaterra.

Participam da operação cerca de 600 militares do Exército Brasileiro, que realizarão ações táticas como patrulhas a pé, aeromóveis e fluviais, operações especiais, assim como atividades logísticas e de comunicações.

O apoio prestados pelos órgãos de segurança, como a Polícia Federal e IBAMA, durante a operação, proporciona mais eficiência e rapidez nas ações de repressão, fiscalização e apoio à população.

Concomitante às ações de patrulhamento e fiscalização, a 16ª Bda Inf Sl, desenvolve ações de caráter Cívico-Social como atendimento médico e odontológico, apresentação de banda de música militar, entre outras.

Essas atividades tem o objetivo de proporcionar melhores condições de vida aos cidadãos residentes naquelas localidades.

FONTE: EB

Após abster-se perante Conselho de Segurança, Rússia lamenta ação internacional

CARACAS – O presidente venezuelano, Hugo Chávez, qualificou neste sábado, 19, de “irresponsável” e “ingerência” a ação militar internacional contra a Líbia. Por sua vez, a Rússia lamentou a intervenção.

A declaração russa foi feita pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Alexander Lukashevich. A própria Rússia se absteve na votação do Conselho de Segurança do ONU que permitiu a intervenção e estabeleceu uma zona de exclusão aérea em todo o território líbio.

Segundo Chávez, as nações envolvidas na operação querem apenas se apoderar do petróleo da Líbia e exigiu um “cessar-fogo de verdade” imediatamente. “Já começou a ação militar dos aliados contra a Líbia. É muito lamentável. É uma irresponsabilidade. E por trás disso está a mão dos Estados Unidos e seus aliados europeus”, criticou o presidente venezuelano na televisão estatal.

Chávez disse que a comunidade internacional deveria ter optado pela mediação de paz proposta pela Venezuela há alguns dias. “Exigimos um cessar-fogo de verdade e que se retome o caminho da paz no norte da África.

A intervenção militar na Líbia teve início neste sábado após o Conselho de Segurança concordar em tomar todas as medidas cabíveis para dar um basta nos ataques do líder líbio Muamar Kadafi contra a população civil de seu país. Caças Rafale já estão sobrevoando o território líbio e, segundo o Ministério da Defesa da França, veículos das forças de Kadafi já teriam sido atingidos.

FONTE: Estadão

A força terrestre russa vai começar a receber um número razoável de armas avançadas, em 2011, incluindo  o sistema de mísseis de defesa aérea S-300V4 modernizado, informou o Ministério da Defesa nesta segunda-feira.

“A partir de 2011, as forças terrestres receberão o S-300V4 modernizado, o Buk-M2 sistemas de defesa aérea de médio alcance, Tor-M2 de curto alcance e sistemas portáteis de defesa aérea”, disse o Ministério em um comunicado.

As Forças Terrestres continuarão a receber os mísseis balísticos táticos Iskander-M (SS-26 Stone) , novo sistema de lançamento múltiplo de foguetes, canhões auto-propulsados,  veículos blindados BTR-82A e sistemas de mísseis anti-tanque.

FONTE: RIANOVOSTI

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A partir do início deste ano, acontece a incorporação dos indígenas da etnia YANOMAME no 4º Pelotão Especial de Fronteira (Surucucu) e no 5º Pelotão Especial de Fronteira (Auaris).

Estes novos soldados realizarão papel fundamental como elo entre o Exército e as comunidades indígenas, prestando trabalho especializado de tradução e servindo como guias em Reconhecimento de Fronteira.

FONTE: EB

No mês de fevereiro, o Comandante do Exército Brasileiro assinou a Portaria que estabelece a mudança de sede do Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp) de Camboatá, no Rio de Janeiro, para o Forte Imbuhy, em Niterói.

A mudança atende aos anseios do Comitê Olímpico Internacional em utilizar a área de Camboatá para construir o novo autódromo da cidade do Rio de Janeiro e, também, do Comando do Exército em instalar o Centro em um local mais reservado à formação de novos militares de operações especiais.

A nova sede traz vantagens não apenas físicas, como também psicossociais aos militares que lá servem e participam dos cursos, tendo em vista estar em uma área mais segura e adequada às técnicas utilizadas nos diferentes cursos e estágios.

A origem das Forças Especiais no Brasil remonta à década de 50, quando se verificou a necessidade de treinar militares que já participavam de missões de busca e salvamento.

Atualmente, o Centro de Instrução de Operações Especiais é responsável pela condução dos cursos de Comandos, Forças Especiais, Operações Psicológicas, além dos Estágios de Mergulho Básico, de Combate, de Caçador e de Operações Aquáticas.

Suas principais missões são capacitar recursos humanos e realizar a pesquisa e experimentação de novas técnicas operacionais e de equipamentos peculiares às Operações Especiais.

O primeiro curso de Comandos na nova sede do Forte Imbuhy está previsto para começar no próximo mês de julho, em instalações provisórias.

A mudança será feita em duas fases, de modo a atender os militares do CIOpEsp e, também, o 21º Grupo de Artilharia de Campanha, Unidade que antes ocupava os Fortes Imbuhy e Rio Branco, e agora ficará concentrado no Forte Rio Branco.

Participar dos cursos de Comandos e Forças Especiais requer sacrifício, determinação e treinamento. Porém, a satisfação da conquista compensa todo o esforço dispendido.

Para divulgar os cursos e motivar a participação de mais militares, o CIOpEsp criou um plano de recrutamento, que já está em vigor em todo o Brasil.

Poderão se inscrever oficiais e praças de carreira do Exército.

FONTE: EB

Alguns leitores do ForTe enviaram e-mail perguntando um pouco mais sobre o padrão de camuflagem ABU. Então decidimos fazer esse pequeno artigo mostrando esse padrão de camuflagem até então adotado pela USAF (United States Air Force – Força Aérea dos Estados Unidos).

O ABU (Airman Battle Uniform), foi desenvolvido a partir do antigo padrão de camuflagem Tiger Stripe e tem como características as listras horizontais, parecido com listras de tigres, com desenho “semi-pixelado”, nas cores azul e cinza em tons pasteis. O seu uso na USAF iniciou-se em 2003; em 2007 passou ser padrão em todas as unidades.

O ABU nunca foi muito bem aceito pelos militares da USAF e por isso, durante muitos anos, era comum ver a tropa usando o antigo BDU (Battle Drass Uniform) em Woodland ou DCU (Desert Combat Uniform Desert) em Desert Three-Color.

Até mesmo, dependendo a operação, eram autorizados a usar o ACU (Army Combat Uniform) ou o MultiCam. O MultiCam, por exemplo, já estava sendo usado oficialmente como uniforme das unidades Pararescue.

Foto: USAF

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