Página 1 de 2312345...1020...Última »

Rio Grande (RS) – O Exército recebeu o último lote de viaturas blindadas modelo Leopard 1A5BR, que desembarcou no Porto Novo do Rio Grande, no dia 31 de janeiro. Foram recebidas 39 Viaturas Blindadas de Combate – Carro de Combate (VBC-CC) e 2 contêineres de material que serão transportados para o Parque Regional de Manutenção / 3, em Santa Maria (RS).

Esses blindados pertencem ao sétimo e último lote do Projeto Leopard 1, cujo contrato de compra e apoio foi estabelecido pelo Governo Brasileiro, por intermédio do Ministério da Defesa, com o Governo da República Federal da Alemanha. O material será destinado ao reaparelhamento e modernização das Unidades Blindadas da Força Terrestre.

No total, foram adquiridas 220 VBC-CC Leopard 1A5, sete Viaturas Blindadas Especializadas Socorro (VBE Soc), quatro Viaturas Blindadas Especializadas Lança-Pontes (VBE L Pnt), quatro Viaturas Blindadas de Combate de Engenharia (VBC Eng) e quatro Viaturas Blindadas Escola de Motorista.

Os blindados adquiridos possuem um Contrato de Suporte Logístico Integrado, que terá vigência de cinco anos, garantindo a execução das atividades de assistência técnica, fornecimento de peças originais, formação e treinamento de militares e manutenção corretiva, incluindo a reparação de componentes no exterior. O contrato prevê, ainda, o fornecimento de uma grande quantidade de Dispositivos de Simulação e Apoio à Instrução (DSAI).

FONTE/FOTOS: Exercito Brasileiro

A Força Aérea russa receberá mais de 30 sistemas de defesa aérea Vityaz (na imagem, a maquete do sistema) e 100 Pantsir-S até 2020, disse o porta-voz coronel Vladimir Drik na segunda-feira, segundo a RIA Novosti. “Estamos planejando adquirir até 2020 mais de 100 sistemas de curto alcance Pantsir-S e mais de 30 de médio alcance Vityaz, para rearmar as unidades de defesa aérea “, disse Drik.

O Pantsir-S é um sistema de curto e médio alcance combinando mísseis superfície-ar e sistema de artilharia destinado à defesa de ponto e de área. Ele carrega até 12 mísseis superfície-ar de dois estágios de combustível sólido prontos para lançar e dois canhões de 30 milímetros automáticos que podem atingir alvos a uma distância de até 4 km.

O Vityaz vai substituir o ultrapassado sistema S-300PS, cuja vida útil está chegando ao fim nos próximos dois anos. O Vityaz irá complementar o Morfey, o S-400 e o S-500 na futura rede de defesa aeroespacial para atingir alvos a distâncias de cinco a 400 quilômetros, e em altitudes de cinco metros até próximo do espaço.

FONTE: RIA Novosti

Tagged with:
 

IA2 – IMBEL Modelo A2 e AMZ – Amazônia

 

Origem

As pesquisas de mercado da IMBEL, em 2008, identificaram a demanda das Forças Armadas brasileiras por uma faca com requisitos militares, importante instrumento de trabalho do soldado em campanha. Foi constatado que as facas usadas por soldados brasileiros eram cópias importadas ou modelos civis adaptados a desenhos militares.

As Facas de Campanha IA2 e AMZ têm origem nas Facas-Baioneta que foram desenvolvidas para os novos fuzis IA2, projetadas apara atender às severas condições do uso militar.

Os requisitos operacionais foram obtidos nas pesquisas feitas junto aos usuários finais da Brigada de Operações Especiais, da Brigada Paraquedista e dos guerreiros de selva.

O design obedeceu às linhas dos fuzis IA2, com traços mais retos, com as mesmas cores das novas armas e com cuidadosa ergonomia.

Dois modelos: IA2 e AMZ


O modelo IA2 (IMBEL, modelo A2) tem dimensões equilibradas para multiuso, sugerida para tropas de apoio ao combate, logísticas, guarnições de blindados, unidades de PE, de guarda e forças policiais.

O modelo AMZ (Amazônia) foi inicialmente desenvolvido para uso do soldado da Amazônia. Tem peso e dimensões projetados para atender aos trabalhos individuais em área de selva, sem afetar a agilidade do soldado. Entretanto, nos testes das facas de campanha, as Facas AMZ mostraram-se as mais indicadas para uso militar em qualquer ambiente operacional.

O que as facas IA2 e AMZ têm?


As facas de campanha IA2 e AMZ são resistentes à corrosão e permitem tanto golpes de impacto quanto cortes precisos. O tipo de aço e o tratamento térmico foram projetados para equilibrar flexibilidade a torções com a dureza para deter o fio e, se necessário, recuperá-lo em campanha.

O pomo do punho, em formato de bico de águia, além de ajudar a reter a faca na mão do soldado, permite o uso para martelagem. O punho foi projetado para resistir ao ressecamento e tem alta resistência a impactos ou abrasão.

As bainhas caracterizam as facas IA2 e AMZ como instrumentos de trabalho em campanha. As bainhas são resistentes à umidade, robustas, leves e possuem características fundamentais para conservar a faca de campanha: uma forte mola interna reduz os ruídos nos deslocamento e sua estrutura permite que a água escorra pelo orifício do cadarço. Os cadarços são os mesmos usados em pára-quedas.

São possíveis dois tipos de conexão no equipamento individual: uma presilha de aço para acoplagem rápida no equipamento e uma alça para instalação direta no cinto. Isso permite a acoplagem aos diversos tipos de coletes usados por tropas em operações urbanas.

A ligação da alça com o corpo da bainha recebe o reforço de uma fita de segurança interna para o caso de eventuais danos nos rebites. Este uma solução pouco visível, que será notada somente nos momentos de uso intenso, portanto, de maior necessidade.

Esses características colocam as Facas de Campanha IA2 e AMZ no nível das melhores facas do mercado internacional militar.

Testes das Facas de Campanha

Além dos exaustivos testes de fábrica, realizados na Seção de Pesquisa da Fábrica de Itajubá, as facas de campanha IA2 e AMZ foram testadas por todos os alunos e instrutores do Curso de Comandos e do Curso de Selva, do Exército Brasileiro, em 2010.

Um total de 152 facas foram submetidas aos dois cursos operacionais de maior exigência em campanha do Exército Brasileiro. As facas resistiram sem danos ou quebras. Os relatos dos usuários ficaram acima da expectativa dos desenvolvedores, que esperavam identificar eventuais pontos de fragilidade, naturais em um produto novo. Os requisitos obtidos nas pesquisas, ainda em 2008, foram validados pelos usuários.

Algumas sugestões surgiram desse uso e foram implementadas nas atuais facas de campanha. Um exemplo é o pomo em formato de “bico de águia”, com um fiador para garantir o uso seguro da faca em ambiente aquático, sugestão dos alunos do Curso de Selva.

Avaliação do ForTe


Todo mundo que convive no meio militar ou civil aventureiro que tenha o costume de andar pela natureza sabe da importância de se portar uma lâmina. às vezes uma simples lâmina de um canivete faz uma enorme falta, mas, para situações mais extremas a Faca de Campanha é um item indispensável!

O grande problema é que poucas lâminas, mesmo aquelas com “cara de militar” suportam as exigências extremas dos cursos de selva ou até mesmo do uso diário. Não adianta ter uma faca do “Rambo” se ela não terminar o curso inteira. É preciso uma faca que resista às duras exigências, e o mais importante, que mantenha seu fio de corte.

Tivemos contato, por diversas vezes, com cópias nacionais da Faca de Campanha do tipo MKII, mas nunca conseguimos um exemplar da MKII que fosse produzida pela IMBEL. Alguns amigos, sargentos e oficiais do Exército, nos diziam que as facas produzidas pela IMBEL “nunca” perdiam o fio de corte, que eram facas que realmente deveriam ser levadas para o combate e que voltariam inteiras.

Foi então que começamos a pesquisa sobre facas de campanha e tivemos acesso a alguns modelos importados. A grande maioria seguia o padrão mundial com o uso de polímero para a confecção do punho e diziam que sua lâmina era capaz de “rasgar” fuselagem de helicóptero no caso da tripulação ter que recorrer a esse método para conseguir sair da aeronave acidentada.

Pensávamos que não poderia haver Faca de Campanha melhor, no entanto, para nossa decepção, após uma breve busca pelo canal de vídeos do Youtube, vimos alguns usuários submetendo essa faca importada a testes de uso diário, fazendo atividades que qualquer soldado faria com sua faca, e por muitas vezes o usuário não ficava satisfeito com o resultado e até relatava falhas na estrutura da faca  e confecção da lâmina. Mais uma vez, tínhamos perdido as esperanças em encontrar uma Faca de Campanha que suportasse todos os desafios do Combate ou Sobrevivência na Selva.

Em agosto de 2010, quando noticiamos as primeiras imagens do Fuzil IMBEL IA2, tivemos acesso também às imagens da Faca de Campanha IMBEL IA2 e AMZ. No começo pensamos que fosse mais uma faca de polímero que não iria suportar o uso diário em ambiente de selva e para nosso espanto, só que agora positivamente, nesse mesmo ano, ela foi testada por instrutores e alunos do curso de Comandos do Exército Brasileiro, no qual passou sem sofrer nenhum dano na sua estrutura.

Tivemos a oportunidade de conhecer a Faca de Campanha IMBEL IA2 e AMZ durante a LAAD 2011 e ficamos impressionados com sua beleza e aparência robusta, apesar de ter um design simples, reto e limpo. Infelizmente nessa oportunidade não pudemos fazer testes de campo, mas naquela hora tivemos a certeza que tínhamos encontrado uma faca que realmente tinha sido feita para resistir ao combate, não era uma faca pra ser usada apenas uma vez, em situação de emergência, seria uma faca para uso diário, para as necessidades do combatente.

Mas nem só de aparência se faz um relato. Durante a Fenix III, evento nacional de Airsoft realizado pelo Grupo G.E.A.R., com o apoio da 5ª Cia PE e Comando da 5ª RM, o amigo Alex Viana, da Revista Kommando, portava a famosa Faca de Campanha Imbel IA2 que nos foi oferecida para teste. Cortamos alguns galhos grossos, abrimos buraco na terra, “martelamos” estaca e cortamos arame com ela. Infelizmente não pudemos fazer um teste mais brusco, até porque era uma faca de propriedade particular e não queríamos querer levá-la ao extremo, mesmo sabendo que ela passaria com louvor pelos testes. Uma característica que não poderia deixar de ser destacada, é a sua bainha. Ela possui um clipe que serve tanto para prender no cinto NA como também prende facilmente nos coletes ou mochilas no padrão MOLLE, muito usado atualmente, até mesmo a nossa tropa que se encontra no Haiti usa esse sistema nos seus coletes.

Alguns leitores devem estar se perguntando se a Faca de Campanha Imbel IA2 e AMZ que foi confeccionada para uso militar estaria disponível para civis. Para a nossa alegria, ela é oferecida ao público civil e pode ser encontrada facilmente em lojas especializadas, até mesmo na Internet, com o preço variando entre R$290,00 e R$350,00.

Definitivamente as Facas de Campanha Imbel IA2 e AMZ são ferramentas que escolheríamos para ter sempre conosco (EDC - Everyday Carry) e principalmente para aventuras de camping selvagem ou trilha pela mata. Acreditamos que será de grande uso pelo combatente do Exército Brasileiro. Parabéns à IMBEL e ao Exército Brasileiro pelo desenvolvimento de um produto que não deve em nada (se não for superior) aos modelos importados.

Texto e Imagem de Apresentação: Imbel
Avaliação do ForTe e Demais fotos: Cinquini / Blog ForTe
Foto do avaliador Cinquini: Alex Viana / Revista Kommando -www.revistakommandos.blogspot.com

Tagged with:
 

Defesa antiaérea russa

COLABOROU: Andre Sousa

Tagged with:
 

As Forças Armadas da Rússia planejam utilizar o sistema de mísseis de defesa aérea Pantsir-S1, produzido pela KBP na região de Tulsk, para a proteção de pontos estratégicos durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, em 2014.

O site da KBP informou que em novembro de 2011, no âmbito dos preparativos das Olimpíadas de Inverno, foram realizados exercícios militares utilizando quatro unidades do sistema.

Atualmente a empresa tem contrato de fornecimento do Pantsir-S1 para os Emirados Árabes Unidos e planos de expansão das suas vendas para os mercados da América Latina, incluindo Brasil, Venezuela, Bolívia, Colúmbia, Peru, Equador e Chile.

FONTE: Diário da Rússia

Tagged with:
 

Mísseis Patriot para …. China?

Oficiais aduaneiros finlandeses encontraram em um dos navios atracados no porto de Kotka, o porto de maior trânsito da Finlândia, 69 mísseis antiaéreos de sistema Patriot. A bordo do navio de carga Thor Liberty, cujo destino era Xangai, se encontravam mísseis, ogivas e respetivo combustível, assim como 150 toneladas de explosivos.

Não havia quaisquer documentos de exportação de tais armas. Neste sentido, a polícia já tinha começado uma investigação sobre a tentativa de exportação ilegal de armas. Os investigadores acreditam que os mísseis poderiam não ser destinados para a China, mas para um país terceiro. Nem a Finlândia nem a China estão na lista de países aos quais alguma vez oficialmente tivessem sido fornecidos tais mísseis.

FONTE: Voz da Rússia

Tagged with:
 

Fuzileiros recebem três Piranhas versão comando

O Centro de Reparos e Suprimentos Especiais do Corpo de Fuzileiros Navais recebeu, no dia 23 de novembro, mais três Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas 8X8 Piranha IIIC, sendo duas unidades na versão Comando e uma na versão Socorro. Com as novas aquisições, a Marinha atinge o total de 18 viaturas, de 30 unidades previstas a serem entregues até 2014.

As viaturas “Piranha”, versão Comando, são inéditas na Marinha do Brasil. Cada veículo possui a capacidade de operação, no compartimento do Estado-Maior, de até seis redes em VHF, uma rede em HF e uma rede em VHF/UHF. Existe, ainda, uma unidade do equipamento rádio VHF destinada exclusivamente a prover o comando e controle entre os veículos. Estes equipamentos permitem que as viaturas operem de forma adequada com os meios navais e aeronavais e, se utilizadas simultaneamente, permite o emprego em um Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais de valor Brigada Anfíbia. Associada a esta capacidade, é possível utilizar a funcionalidade GPS, adquirida pela Marinha do Brasil, para a transmissão e a recepção de dados de localização de forma remota, características estas, essenciais para o emprego em um Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais.

FONTE: MB

Tagged with:
 

A empresa chinesa Beijing TongMeiDa Science and Technology Development Co (BTMD) mostrou o sistema de soldado integrado SDXT Digital Soldier System. O SDXT é um pacote que combinas miras eletro-óticas com sistema de comunicação e GPS, mostrador no pulso e tela no capacete, além de uma central de força. Não se tem dados detalhados do sistema.

 


  A “Guardia Nacional”, quarto componente das Forças Armadas Nacionais da Venezuela, está incorporando novo armamento individual. Assim, efetivos do Comando Nacional da Guarda do Povo (organismo de segurança cidadã), se exibiram  recientemente, em uma solenidade militar, portando carabinas Beretta Cx4 Storm, de fabricação italiana, substituindo os seus fuzis de assalto russos Kalashnikov AK-103, que é a arma longa padrão dos quatro componentes das Forças Armadas Nacionais.

Storm pesa 2,575 kg contra os 3,40 kg do AK-103, e mede 18 cm menos que o fuzil russo, sendo portanto uma arma mais apropiada a operações de segurança urbana. Outra vantagem é que utilizam o calibre 9×19 mm Parabellum, o mesmo das pistolas Imbel e FN/Browning, que também equipam os guardas nacionais.

 

Fonte:  Carlos E. Hernández, Caracas. (Infodefensa.com)

 

Gepard Flakpanzer

Assista ao vídeo e conheça o blindado antiaéreo que está sendo oferecido ao Exército Brasileiro.

Tagged with:
 
Página 1 de 2312345...1020...Última »