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Fire Shadow

O Exército Indiano pretende dotar suas tropas com mísseis que podem demorar-se sobre um alvo por 30 minutos antes de atacar, e para isso enviou um pedido global de informações (RFI), em março, disse o ministro da Defesa A.K. Antony ao parlamento.

O míssil seria capaz de enviar dados críticos sobre instalações inimigas e, mais tarde, auto-destruir-se no alvo.

No RFI, o Ministério da Defesa tem procurado informações dos vendedores sobre velocidade de cruzeiro do míssil, o alcance máximo, seu tempo de espera, a gama do seu link de dados, sua precisão, capacidade de ataque a partir do topo, e se é possível abortar depois de travar num alvo e ser redesignado para um novo alvo.

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Desembarque Leopard 1A5 - foto gde 3 CMS via defesanet

vinheta-clipping-forteO Exército Brasileiro, por intermédio do Comando Logístico, receberá amanhã, 6, o 2º lote do material de emprego militar pertencente ao Projeto Leopard 1, no Porto do Rio Grande, composto por 29 novos blindados Leopard 1A5 BR de fabricação alemã, três Sistemas Automáticos de Controle de Tiro, duas Torres Didáticas e três contêineres contendo equipamentos, ferramental e manuais de Carros de Combate (CC).

O recebimento dos novos blindados iniciou-se em dezembro de 2009 e faz parte do plano de reaparelhamento do Exército, devendo estender-se ao longo do ano de 2010 e encerrar-se no ano de 2011, totalizando 250 veículos.

Os novos CC serão transportados por meios militares, no período de 7 a 14 de maio, do Porto do Rio Grande para a Guarnição Militar Federal de Santa Maria, no centro do Estado, na sede da 3ª Divisão de Exército – Divisão Encouraçada. A BR 392 será a principal rodovia de escoamento utilizada para o deslocamento.

Após o seu recebimento em Santa Maria, os CC executarão testes de tiro no Campo de Instrução Barão de São Borja – Saicã, acompanhados por técnicos alemães e especialistas militares brasileiros.

O recebimento dos novos blindados envolve cerca de 12 Organizações Militares, todas pertencentes ao Comando Militar do Sul.

FONTE: Agora – O Jornal do Sul / SUGESTÃO: Humberto Pinto

O Club-K Container Missile System foi projetado para atingir alvos de superfície e terrestres com mísseis de cruzeiro 3М-54ТE, 3М-54ТE1 e 3М-14ТE. O sistema pode ser instalado em bases costeiras, navios de superfície e embarcações de diferentes classes, trens e veículos de transporte.

O Club-K Missile System fica acondicionado dentro de um container marítimo padrão de 40 pés. A funcionalidade do sistema consite de um módulo de lançamento universal (ULM), um módulo de gerenciamento de combate (CMM) e um módulo de suprimento de energia e apoio (ES&LSM).

O lançador com 4 mísseis fica dentro do ULM, que é projetado para a preparação, transporte e lançamento. O Club-K Missile System pode ser usado contra alvos de superfície e marítimos.

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‘Boxer’ na Austrália

Boxer

O “Gruppentransportfahrzeug” (GTFz), o Boxer usado pelo Exército Alemão, foi transportado para a Austrália em fevereiro de 2010, a fim de passar por testes operacionais em condições de extremo calor, humidade e ambiente árido.

O GTFz Boxer, apelidado de “Nave mãe da infantaria” pelo transporte de 10 soldados, foi testado em condições severas, com temperaturas de mais de 40 graus.

Incluindo os equipamentos da “Infantaria do Futuro”, todos os sistemas podem ser armazenados no veículo com alto grau de proteção e mobilidade.

Em seis semanas foram feitos amplos testes na terreno árido do sul da Austrália e a região tropical de Queensland.

Os testes e a experiência adquirida vão ajudar a melhorar o preparo dos soldados do futuro, no emprego operacional do Boxer.

SAIBA MAIS:

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Iran S-300 fake 2

O Irã apresentou lançadores de mísseis S-300 na parada militar do anual. Alguns analistas suspeitam que os cilindros de mísseis na verdade são barris de petróleo soldados e pintados, para parecerem lançadores de mísseis.

Iran S-300 fake

Iran S-300 fake 3

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H-72-LTH-Army-Scout

A EADS North America, American Eurocopter e Lockheed Martin, com seu AAS-72X, disputam com o Sikorsky X-2 abaixo, o Programa Armed Aerial Scout do Exército dos EUA. Quem vai levar?

Sikorsky-X2-LTH

‘Desafio ForTe’ 1

Desafio ForTe 1

Qual o blindado que aparece na imagem? conte um pouco sobre ele.

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Que tal o ‘Leclerc’ para o EB?

LECLERC 2

Com a aquisição de helicópteros, submarinos e talvez caças de origem francesa pelo Brasil, devido à “Aliança Estratégica” com a França, perguntamos: o MBT Leclerc teria espaço no Exército Brasileiro?

LECLERC 1

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Veículos Tigre e caminhões Kamaz poderiam ser fabricados no país

Marcos de Moura e Souza

vinheta-clipping-forteDepois de verem as vendas de armamentos russos dispararem na América Latina, ao menos duas empresas do setor bélico da Rússia estudam agora a instalação de fábricas no Brasil. Ambas produzem veículos militares e acreditam que, uma vez no país, poderiam não apenas disputar mais contratos no mercado brasileiro, mas também teriam mais espaço em países vizinhas cuja parceria com a Rússia já é mais ativa.

Em entrevista ontem ao Valor, Oleg Strunin, representante da estatal russa de exportação de armas, disse que a ideia que vem sendo avaliada é montar veículos militares com peças brasileiras.

“Nós já oferecemos ao governo do Rio Grande do Sul construirmos uma fábrica de montagem de veículos Tigre, uma espécie de jipe blindado para forças policiais capaz de suportar disparos de até calibre .50″, disse Strunin. A oferta foi feita em 2008, mas até agora, segundo ele, ainda está em fase de avaliação por parte do governo gaúcho. “Não há ainda nenhuma fábrica desses veículos na América Latina”, disse Strunin. Os veículos, afirma ele, poderiam ter motores fabricados no Brasil.

Strunin, que representa a Rosoboroexport e é vice-chefe comercial da Embaixada da Rússia, disse que a estatal está negociando com a polícia do Rio de Janeiro uma possível compra desses veículos. As conversações levaram no ano passado o secretário estadual de Segurança Pública do Rio, José Mariano Baltrame, a visitar fábricas dos Tigres na Rússia. O argumento de Moscou é que os carros seriam úteis principalmente durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas. A Rosoboronoexport ofereceu também ao Rio armamentos e equipamentos. Strunin disse que não poderia fornecer detalhes da negociação nem de valores dos equipamentos.

A segunda empresa russa que estuda criar uma planta no Brasil é a fabricante dos caminhões Kamaz. “Estamos também interessados em produzir caminhões Kamaz aqui. A empresa está interessada em montar uma fábrica que use partes brasileiras, não só o motor, mas também outras peças”, disse Strunin. Os caminhões, que podem ser usados no transporte de tropas, têm um histórico respeitável em terrenos hostis. Pilotos em caminhões Kamaz venceram várias edições do rally Paris-Dacar.

“O peso da América Latina nas vendas da empresa aumentou muito nos últimos anos. E queremos trabalhar mais com o Brasil por que é o país mais desenvolvido da região . E não só vender, queremos também produzir aqui”, disse o representante russo.

O presidente russo, Dmitri Medvedev, se reúne amanhã com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília durante a cúpula dos Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). Strunin disse que não sabia se o tema dos contratos com indústrias armamentistas entraria na pauta dos dois líderes.

O mercado latino-americano para equipamentos bélicos – tradicionalmente ocupado pelos EUA – se transformou no maior novo mercado para as empresas russas, segundo o relatório anual do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) sobre capacidade militar no mundo. O relatório foi divulgado em fevereiro. Segundo o estudo, em 2008 a Rússia, o segundo maior fornecedor de armas do mundo, vendeu um total de US$ 5,4 bilhões.

A Venezuela é o principal comprador de armas russas e na semana passada, após ter se encontrado com o venezuelano Hugo Chávez em Caracas, o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, disse que a Venezuela pode comprar mais US$ 5 bilhões em armamentos. Nos últimos anos, o governo Chávez já comprou US$ 4 bilhões em armas russas.

Segundo Strunin, que também representa a corporação estatal Tecnologias Russas (que congrega 450 estatais, incluindo a Rosoboronoexport), a Colômbia e o México são outros dois grandes compradores de armamentos russos atualmente. E, desde 2008, o Brasil passou a ser um destino mais relevante para a indústria bélica russa. Naquele ano, o país assinou um contrato de compra de 12 helicópteros MI 35. Três deles já foram entregues. Os dois países têm outro contrato – firmado em 1994 – para a venda do sistema antiaéreo Igla. Trata-se de um armamento usado de curto alcance para derrubar aeronaves.

São esses os dois contratos em vigor com as Forças Armadas do Brasil que, segundo Strunin, estão agora interessadas no sistema antiaéreo de médio alcance (maior que o Igla) Tor 2m. “Já fizemos algumas apresentações desse equipamento e algumas delegações do Exército e da Força aérea visitaram a Rússia no ano passado [para obter mais detalhes da arma]. O Tor, diferentemente do Igla – uma arma portátil que um soldado pode apoiar no ombro -, se assemelha a um tanque. “Nenhum país da América Latina ainda comprou esse equipamento. A China é o grande comprador”, disse Strunin.

Segundo o Ministério da Defesa, os principais países fornecedores de equipamento bélico para o Brasil são EUA, França, Reino Unido e Alemanha. No topo da lista de importação estão aeronaves, blindados e meios navais. O ministério disse que não possui um dado consolidado sobre o quanto em dólares o Brasil importa por ano e que as “compras são realizadas diretamente pelas Forças dentro de seus planejamentos e prioridades”.

Do ponto de vista dos exportadores russos, a América Latina não apenas passou a importar mais armas da Rússia como ampliou seu leque de interesses. “Antes eram quase só helicópteros. Agora outros equipamentos e sistemas estão sendo comprados da Rússia”, disse Strunin. E há ainda, segundo ele, um grande espaço para aumento das vendas.

“Antes a América Latina não sabia quase nada sobre armamentos russos – à exceção de Cuba e do Peru. Depois do fim da URSS, depois da Guerra Fria, muitos países que não queriam comprar armas russas porque outros poderiam ver com maus olhos passaram a se conhecer os fornecedores russos. E então a América Latina foi descobrindo que há outro mercado, mais barato e com equipamentos mais práticos”, disse Strunin.

A Rosoboronoexport tem atualmente como principais compradores a Índia e a China, além de alguns países da Otan, como Grécia e Chipre, e países árabes.

FONTE/FOTO: Valor Econômico, via Notimp/Kamaz

NOTA DO BLOG: mais informações em http://www.kamaz.ru/en/media/articles/military/military1/

 

Iran-Shahin-Missiles1

A mídia do Irã noticiou que o Irã começou a produção de um novo sistema antiaéreo (imagens acima), em meio às especulações de um possível ataque de Israel às instalações nucleares da República Islâmica.

O ministro da Defesa Mostafa Mohammad disse que o sistema tem alcance de 40km e é capaz de atingir helicópteros e aviões em velocidade supersônica.

Na imagem abaixo, o MIM-23 Hawk americano, de 40 anos atrás, que o sistema iraniano teria copiado. Analistas acreditam que os iranianos não estão produzindo um novo míssil, mas sim modernizando mísseis Hawk já existentes e adicionando uma nova pintura.

MIM-23 Hawk

SAIBA MAIS:

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